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PRONAC 2310433Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Sou Mais Batera

ALEXSANDRO MORORO 02701505607
Solicitado
R$ 959,4 mil
Aprovado
R$ 959,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Uberlândia
Início
2024-07-25
Término
2024-07-28
Locais de realização (1)
Uberlândia Minas Gerais

Resumo

O evento se propõe a trazer a música da mais alta diversidade e riqueza para uma esfera popular, levando milhares de espectadores à apreciação estética e musical da reunião de centenas de instrumentistas e intérpretes vocais, de todas as faixas etárias e linguagens artísticas, prevalecendo os bateristas. A meta é alcançar pelo menos 20 mil pessoas na plateia e, no mínimo, 500 musicistas em cena. Sou Mais Batera é uma celebração musical com o intuito não somente de relevar a qualidade existente na cidade mas também de ressaltar a necessidade de diversificar e incentivar a formação na área, já que participam pessoas dos três aos 70 anos nas apresentações e a programação é composta também de cursos livres e palestras, tudo com acesso absolutamente gratuito

Sinopse

Apresentações: Terno de Congado Banda Big Band Rock Centenas de bateristas tocando cinco clássicos do rock e música pop junto com uma banda base. Big Rock Band tocando mais cinco clássicos Banda Big Rock Band, com todos os bateristas convidados e inscritos, mais os instrumentos de sopro e corda, compondo uma banda de, no mínimo, 500 músicos. Oficinas e mesa redonda: RAMON MONTAGNER, músico e professor há mais de 30 anos, iniciou seus estudos aos 12 anos e logo se profissionalizou, tendo desde então trabalhado com diferentes estilos musicais. De 1992 a 2006 acompanhou o cantor e compositor Johnny Alf em turnês e gravações. LILIAN CARMONA, reconhecida como a primeira mulher baterista profissional do Brasil, além da carreira nacional e internacional como instrumentista, também se destaca como professora e formadora de alguns dos principais bateristas do país. JOÃO BARONE, uma das grandes referências de bateras surgidos no Rock Brasil dos anos 80. O integrante dos Paralamas do Sucesso ganhou grande destaque no instrumento por apresentar um estilo único e cheio de referências, que vão desde os ritmos afro-brasileiros ao rock clássico. ANDRÉ BARCINSKI, jornalista, roteirista e diretor de TV brasileiro. Atualmente, é crítico de cinema e música do jornal Folha de S.Paulo.

Objetivos

Específicos: Colocar em um mesmo palco centenas de artistas da área musical, de diferentes idades, tamanhos e trajetórias, revelando que nele há bem mais soma que divisão, em uma composição de, no mínimo 500 musicistas na apresentação. Trazer para a plateia milhares de pessoas, cuja meta é, pelo menos, 20 mil pessoas, individual ou coletivamente, solitários ou em nível familiar, em pares ou em grupos, bem trajados ou em trajes informais, crianças ou idosas, simples ou sofisticadas, todas apenas com o intuito de apreciar a apresentação e contemplar a força das batidas dos tambores, na mistura de instrumentos e de vocais e na experiência única de uma comunhão das diferenças raramente presenciadas em cena. Levar para as crianças, em iniciação musical, a oportunidade de se expandirem em uma festividade musical, revelando a elas os horizontes aos quais a música pode conduzi-las, tanto pela imensa plateia que a observa como por estarem ao lado de artistas de todas as idades e linguagens artísticas. Uma maneira de elas se depararem com a grandiosidade da música e de como ela alcança tantas pessoas, promovendo uma catarse coletiva. Em resumo, levar às crianças que se interessam pela música um olhar para suas possibilidades de futuro na área. Para os músicos em início de profissionalização, um momento oportuno de se colocarem em cena com suas aptidões, compartilhando o palco com veteranos que talvez tenham sido seus mestres e referências. Um evento como este traz a estes a segurança de estarem adentrando em um terreno firme, com possibilidades de evolução e desenvolvimento cultural. Para os veteranos, um daqueles momentos raros de se colocarem em uma camada popular da expressão musical e em esferas ecléticas das manifestações artísticas. Um lugar único para apreciação da jornada artística percorrida e o vislumbrar do futuro que se anuncia na área. Revelar que o palco é um território livre onde cabem todas as formas de expressão, que abriga tanto pessoas que nunca pisaram nele como aqueles que ali estão há décadas e o compartilhamento entre todos agrega valores para ambas as partes e promove para a plateia a experiência de uma nova visibilidade da música, em proporções estéticas e artísticas em uma nova dimensão, de comunhão entre passado, presente e futuro das manifestações musicais. Mostrar aos artistas participantes que um encontro dessa natureza culmina em novos aprendizados, uma vez que são previstas grandes personalidades da cena musical em oficinas de formação e capacitação e palestras seguidas de debates, fazendo da programação que culmina no grande espetáculo aberto ao público, um rol de momentos históricos na trajetória de cada uma das pessoas envolvidas. Trazer referências para as possibilidades de expressão musical, com a mistura, com novos paradigmas, com adventos tecnológicos, com presença de cultuados músicos, com plateia numerosa deixando-se levar pelos embalos musicais propostos pelo evento, enfim, um projeto que agrega valores individuais e coletivos aos participantes e espectadores. Promover a fluição e a conexão entre vanguardas contemporâneas e tradições musicais seculares, relevando a potência da música em todas as suas essências e camadas, e despertando a necessidade de resgate de memória histórica musical em junção com as inovações trazidas pelo segmento da música. Desfazer as limitações geralmente impostas por faixas etárias e classes sociais, promovendo um encontro amplo e democrático entre as gerações, advindas de todos e quaisquer pontos culturais e geogáficos, em conexão com conteúdos também de amplitude artística. Gerais Mostrar à cidade quão grande é a música. O quanto de sua história e de sua contemporaneidade pode ser apreciado em um momento em que está tudo junto e misturado. Criar um momento de efervescência musical, quando músicos de todos os níveis, idades e classes sociais se derramam em cena para promover uma verdadeira festa musical, tudo isso sob o rufar dos tambores, dissimulados nos batimentos cardíacos. Em torno dessa verve, somam os demais instrumentos, todos eles que existam na cena musical, para transmitir a musicalidade de uma forma potente e inerente a todos os seres humanos, revelando que a soma é sempre o melhor caminho para a perpetuação de todos os valores e não somente os artísticos. As mais consistentes expressões culturais se pautam pela diversidade, nesse caso o projeto visa não somente alcançar a pluralidade dessas expressões, mas também configurar-se em um contexto em que não há diferença alguma entre os integrantes da plateia e sequer entre os artistas presentes no palco. Criar para a região e para o país uma visão panorâmica das riquezas musicais que existem e muitas vezes passam despercebidas, desenhando também, por meio do evento, uma vitrine para os que se inserem na música como um perfil de si próprio e almejam uma trajetória artística em nível profissional. Tudo isso para perpetuar as artes musicais na cidade e apresentá-las como possibilidade de desbravamento de novas esferas e territórios, não se prendendo a imposições da indústria cultural, de modismos, de mercado ou de mídia e ressaltá-las como campo de aprendizado, de compartilhamento, de perspectivas de formação de novos públicos e de sua potência como um processo criativo que altera os rumos da sociedade ao apresentar novos paradigmas da cena musical.

Justificativa

O rufor dos tambores é inerente à alma brasileira. Especificamente na região onde está, em Uberlândia, tem ele na força da cultura popular, como a manifestação do Congado que acontece anualmente na cidade e em vários outros municípios da região e do estado. O Sou Mais Batera traz essa conexão com a alma cultural da ancestralidade e com o advento tecnológico dos instrumentos musicais que se desenham na transcendentalidade, que traz desde baterias rudimentares a concepções instrumentais modernas. Até nisso trafega o evento Sou Mais Batera, somando a simplicidade de uns ao poder aquisitivo de outros e todos sendo colocados em nível de igualdade na potência da cena musical, algo que também contagia o público e o leva ao êxtase musical no ecletismo do repertório executado por grandes diferenças em destaque para a igualdade, sejam crianças, adolescentes, jovens ou adultos, ricos ou pobres, amadores ou profissionais, novatos ou veteranos. Em se tratando de um momento únicos, de confraternização em torno da milenar expressão humana que é a música, o evento se esmera também por provocar essa catarse coletiva. É preciso que exista um momento como este, de comunhão entre as gerações que surgem e aqueles que já percorreram uma trajetória artística. De um lado esse ecletismo, de outro, na plateia, a mesma conjunção de estruturas familiares e artistas ou aspirantes a sê-los, como pessoas que contemplam o encontro da diversidade, do repertório eclético e do encontro de gerações. Quando se traz para o mesmo palco diferentes tradições musicais de diferentes períodos históricos e contemporâneos, difundindo o patrimônio da cultura imaterial, como a Congada, entre outras manifestações inerentes à proposta, mobilizando pessoas de vários pontos da região e do país, seja como artistas participantes ou como espectadores, unindo em cena novos artistas - entre adultos iniciantes e crianças em processo de musicalização - a veteranos, alguns consagrados em nível nacional, promovendo a miscelânia entre a música local, regional, nacional e internacional, ressaltando a criação artística em esferas nacionais e internacionais, destacando instrumentos que vão dos tambores às cordas, aos sopros, às vozes e às expressões corporais, tendo-os como extensão dos próprios corpos, estimulando à entrega e ao derramamento artístico dos artistas em cena, de uma forma plural e que demonstre a potência da música brasileira e de toda aquela produzida e/ou interpretada no país, é preciso que haja uma ancoragem para viabilizar tamanho encontro com tanta expressividade, o que justifica pleitear a chancela da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Roaunet. Essa é uma forma de incentivar os processos criativos, de resvelar aos que já percorrem essa estrada as possibilidades de permanecerem nela e transporem a adversidades, assim como de vislumbrar aos que começam a percorrê-la as perspectivas de futuro, simplesmente por viverem um momento de intensidade artística que a proposta possibilita. Um evento dessa natureza é precursor de catarses diferenciadas, no palco por centenas de artistas alcançarem a plenitude de um encontro musical e na plateia pela energia que a ela é emanada pela cena que presenciam. Isso é uma forma de reverberar interna e externamente o quanto o palco é comovente e produz aprendizados mútuos para quem o habita e para quem o assiste. Isso é o Brasil sendo Brasil e Uberlândia sendo Uberlândia. É a brasilidade e a cidadania que todos querem alcançar, de ter o espaço onde se manifestar artisticamente e oportunidades de aprendizado, dentro e fora do palco, no universo artístico onde adentraram ou pretendem adentrar. Algo nessa esfera só é possível por meio do aporte do MinC e de suas ferramentas de promoção da cultura brasileira.

Especificação técnica

Palestras e mesa redonda serão realizadas no Teatro Municipal, em um dia específico da programação, aberta ao público, com acesso gratuito. Apresentações no Estádio Parque do Sabiá, com retirada de convites disponibilizado gratuitamente. Oficinas no Centro Municipal de Cultura, oferecidas gratuitamente ao interessados, mediante inscrição prévia e seleção do próprio oficineiro, em caso de ultrapassar o número de vagas a ser por ele estabelecido.

Acessibilidade

A apresentação será no estádio do Parque do Sabíá, onde são cumpridas todas as necessidades e exigências legais de acessibilidade. O espaço tem gestão do poder público municipal, por meio da Fundação de Turismo e Lazer (Futel) e, portanto, está de acordo com todas as possibilidades de mecanismos acessíveis, como rampas, corrimões, leituras indicativas em braile, banheiros adaptados, entre outros. A mesa redonda está prevista para acontecer no Teatro Municipal de Uberlândia e as oficinas no Centro Municipal de Cultura, ambos também espaços geridos pelo poder público municipal e, portanto, cumpridor de todas as normas e leis de acessibilidade. O projeto prevê também intérprete de libras, tanto para as apresentações como para as oficinas oferecidas.

Democratização do acesso

Toda a programação é absolutamente gratuita e aberta ao público. Por ser realizado no Estádio Parque do Sabiá, que é um local com acessibilidade e conhecido por todos, permitirá a participação de todo aquele que se interessar em assistir ao evento, haja vista um público bastante diversificado, iniciando por crianças de três anos até idosos, inclusive famílias, uma vez que este já é caracterizado como um evento musical para a família curtir e apreciar. A mesa de debate acontecerá também em um espaço público, permitindo acessibilidade e participação de pessoas que queiram se inteirar e informar sobre a música como meio de democratização da cultura e desenvolvimento pessoal e social.

Ficha técnica

Alexsandro Mororó (proponente, idealizador e coordenador geral) - Professor de bateria e percussão, ministra oficinas, workshops e realiza gravações em vários estúdios, tendo já participado em mais de 100 cd’s e 25 dvd’ s. Estudou e pesquisou sobre ritmos brasileiros e como resultado da pesquisa, desenvolveu uma nomenclatura própria para o ensino de percussão popular, aplicadas em aulas individuais ou em grupo. Esse mesmo estudo, foi a base para a gravação de 6 DVDs de video-aulas. Participou de shows com Pena Branca, Inezita Barroso, Tinoco, Irmãs Galvão, dentre outros do meio caipira, além de outros nos gêneros MPB e rock. Já esteve em apresentações televisivas em nível nacional, como Programa do Jô e Domingão do Faustão. Único músico de Minas Gerais selecionado na área de bateristas, sendo um dos mil músicos que formaram a grande banda do Rockin'1000. Annilma Beatriz Silva Mororó (coordenação executiva e apresentadora) - Graduada em Letras pelo Instituto de Letras e Lingústica da Universidade Federal de Uberlândia, com especialização em Lingústica Aplicada, pela mesma instituição. Foi produtora executiva de edições anteriores do projeto Sou Mais Batera, vice diretora em escola pública da rede municipal, coordenadora de Língua Portuguesa do Cemepe (Centro Municipal de Estudos e Projetos Educacionais) e atuou com a montagem e organização de inúmeros projetos artístico-culturais. Carlos Guimarães (coordenador de produção) - Jornalista e produtor cultural. Foi editor de Cultura do jornal Correio de Uberlândia e, também segmento criativo, atuou como produtor e jornalista, da TV Globo local e na TV Universitária, repetidora da TV Cultura em Uberlândia. Responsável pela vinda de centenas de shows e espetáculos à cidade, com os maiores nomes das artes cênicas e musicais do País. Autor dos livros Crônicas do Interior Retratos de Minas e Nau à Deriva O Teatro em Uberlândia de 1907 a 2011. Idealizador e realizador dos projetos Udi em Cena, Jazz de Verão, Uberlândia na Rota do Teatro e Todos em Cena. Cleiton Ricardo Ferreira de Araújo (produção de palco) - Graduado em Comunicação Social. Bacharelado em Publicidade e Propaganda. Atuou como produtor executivo e financeiro em várias bandas da região, como a Paqua, participando da gravação de seus dois DVDs. Fez parte do casting da Som Livre e do Clube do Cowboy, um dos maiores escritórios de eventos do Triângulo Mineiro. Atualmente trabalha como produtor executivo da banda Venosa, uma das mais atuantes da região e é o coordenador geral do Teatro Municipal de Uberlândia. Thiago Calegari (coordenador técnico) - Iniciou carreira em áudio no Laboratório de Pesquisa Sonora da UFG. Em 2007, se mudou para a Espanha, onde passou três anos estudando áudio. Ali também concluiu sua pós graduação pelo Instituto MicroFusa, em Madri. Retornando a Uberlândia, atuou com o seu estúdio, Purura Records, e como músico contrabaixista em várias bandas locais. Também foi coordenador técnico de festivais da cidade, como Timbre, Mineiro Beat e Fundinho Festival, além de outros internacionais, quando retornou para a Europa. Atua em Uberlândia em vários eventos musicais, culturais, esportivos e corporativos, sempre respondendo pela qualidade sonora, de iluminação e projeções. Carlo Igor da Silva Oliveira (produtor técnico) - Conhecido como Igor Cabelo, técnico de renome no mercado de entretenimento brasileiro, possui mais de 20 anos de experiência. Iniciou sua carreira musical e técnica em Uberlândia, Minas Gerais, destacando-se como cantor e violonista no trio "UM DOS TRÊS". Com expertise em operação de áudio para artistas renomados. Dirige e supervisiona produções artísticas, festivais e eventos pela agência BHIS Pro. Seu comprometimento com a qualidade, certificações e participação em eventos nacionais evidenciam sua contribuição para o aprimoramento do cenário técnico regional. Maíra Pelizer (produção artística e logística)- Produtora cultural, atuou na gestão do extinto espaço uberlandense Estação Cultura, que recebeu dezenas de grandes nomes das artes cênicas e musicais brasileiras. Atualmente, dedica-se à programação Uberlândia na Rota da Cultura, que recebe grandes espetáculos em turnê pelo país. Recentemente, esteve à frente da produção local de "As Várias Ponta de Uma Estrela", com Gal Costa, "A Hora de Estrela - O Canto de Macabéa", musical com Laila Garin e Leonardo Miggiorin, o show "Paulinho da Viola e Filhos", "Viva Caymmi", com Danilo Caymmi, o musical "Palavra de Mulher", as comédias "O Que Faremos Com Walter", "Baixa Terapia", entre dezenas de outros eventos. Michelle Coelho (administração contábil) - Contabilista, esteve à frente do espaço Estação Cultura, onde atuou em sua gestão financeira e na administração do café e da programação musical do espaço. Também ancorou a produção local de espetáculos vindo do eixo Rio-São Paulo para Uberlândia, como mini temporadas em cartaz em espaços como Teatro Rondon Pacheco, Teatro Grande Otelo e o próprio Estação Cultura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.