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A obra Retrato de Nicolás Guillén, do multi-artista Flávio de Carvalho, realizada em 1948, é um marco da passagem de Guillén, poeta cubano, pelo Brasil. Este Retrato é de importância fundamental na obra de Carvalho, que tem os retratos como um de seus temas mais frequentes e cuja escolha baseava-se em seu interesse em captar aspectos emotivos e psicológicos do retratado. Assim, no produto Aquisição de Acervo Museológico teremos a aquisição desta obra para que faça parte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e possa ser exibida futuramente a um amplo público. No produto Contrapartidas Sociais, serão realizadas ações educativas a respeito da intensa produção artística de Flávio de Carvalho.
PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Retrato de Nicolás Guillén Nicolás Guillén foi considerado o maior representante cubano da poesia afro-antilhana. O autor participou ativamente, desde cedo, da vida política e cultural de Cuba, revelando sua preocupação social em poesias contundentes, mas que apresentavam as cores e os sons de Cuba. Em seus escritos, faiza jogos de palavras com os ritmos das músicas cubanas de origem africana. A crítica literária diz que Guillén estilhaçou o poema e que sua obra é uma explosão. Para a crítica de arte Denise Mattar, a obra Retrato de Nicolás Guillén, de Flávio de Carvalho, conseguiu captar o poeta e a essência do momento de explosão de seu poema, tornando-se uma expressão de Cuba. Entre 1945 e 1947, Gillén fez uma viagem pela América Latina e em novembro de 47 foi para o Rio de Janeiro. Os jornais noticiaram sua vinda e críticos como Sérgio Milliet e vários poetas traduziram seus versos e comentam sua poesia. Manuel Bandeira fez um discurso em sua homenagem na Academia Brasileira de Letras. Drummond traduzira seu poema “Sones” (“Sons”) no Diário Carioca. Jorge de Lima, Álvaro Moreyra e José Lins do Rego escreveram escreve sobre ele. Guillén hospedou-se na casa de Portinari e, também, visitou o ateliê de Flávio de Carvalho. Em 1948, Flávio de Carvalho pintou o Retrato de Nicolás Guillén.
OBJETIVO GERALEste projeto tem como objetivo geral a aquisição de acervo museológico, por meio da obra Retrato de Nicolás Guillén, de Flávio de Carvalho, e sua posterior doação para compor o acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) do Rio de Janeiro e oferecer oficinas de ação formativa educativa a alunos e professores da educação básica dos sistemas públicos de ensino. O projeto atende aos seguintes incisos do Art. 3ª do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Esta ação tem como objetivo qualificar o acervo do MNBA, com aquisição, doação e futura exposição do obra abaixo relacionada:1 - Retrato de Nicolás Guillén | Flávio de Carvalho | óleo sobre tela | 110 x 80 cm | 1948 Público estimado: 25.000 pessoas Forma de mensuração: contagem de público ingressante no espaço expositivo e documento de registro de visitantes. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar no total 13 oficinas gratuitas, cada uma com 1 encontro de 50 minutos, para professores e estudantes do Ensino Fundamental (Anos Iniciais e/ou Anos Finais) e do Ensino Médio dos sistemas públicos de ensino (municipais, estadual e federal), na região Metropolitana de São Paulo. Para estudantes, pretende-se que as oficinas sejam ministradas durante o turno escolar. Para professores, pretende-se que sejam realizadas durante o HTPC (Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo). Duração: 50 minutos Periodicidade: 1 encontro por turma Público estimado: 40 participantes por oficina, totalizando 520 participantes. Forma de mensuração: lista de presença e declarações das escolas em que as oficinas serão ministradas. Oficinas para estudantes - "Flávio de Carvalho: precursor do artista multimídia" Oficinas para professores - "Os campos artísticos explorados por Flávio de Carvalho e sua atualidade na escola" Detalhamento do projeto pedagógico inserido no campo "Especificações técnicas do produto" e anexado em Informações adicionais.
Permitir a um público amplo conhecer e apreciar a obra Retrato de Nicolás Guillén dentro do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, é ampliar o acesso de pessoas a um multi-artista como Flávio de Carvalho. Suas obras, em especial os retratos, trazem um gestualismo que se intensificou em suas composições nas décadas seguintes. O artista afirma que "no retrato há um mundo a se descobrir e a se aperfeiçoar; não só no que se refere à dialética pura da pintura como [também] no que toca à importância humana do personagem". O ritmo das pinturas é dado pelas pinceladas densas, exacerbadas, e pela utilização de forte cromatismo, com ênfase no rosto para valorizar a carga expressiva e explorar a personalidade do retratado. A Lei de incentivo à Cultura será viabilizadora da realização deste projeto, que se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Este projeto tem como meta alcançar os seguintes objetivos do artigo 3º da Lei de Incentivo à Cultura _ Rouanet: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Documento INVENTÁRIO DO ACERVO E PARECER OU LAUDO TÉCNICO SOBRE O ACERVO anexado com informações sobre a obra Retrato de Nicolás Guillén e laudo técnico sobre ela. Em INFORMAÇÕES ADICIONAIS estão anexados: Projeto pedagógico; Avaliação de dois especialistas e Declaração de intenção de venda do proprietário. Flávio de Carvalho (1899 – 1973) Pintor, desenhista, arquiteto, cenógrafo, decorador, escritor, teatrólogo, engenheiro. Destacou-se pela atuação no teatro e pelas performances que abriram caminho para novos procedimentos artísticos desenvolvidos no Brasil a partir das décadas de 1960 e 1970. Em 1932, abriu um ateliê, fundando o Clube dos Artistas Modernos (CAM), com Antonio Gomide (1895-1967), Di Cavalcanti (1897-1976) e Carlos Prado (1908-1992). Neste espaço, estimulou a vida cultural da cidade de São Paulo e o debate entre representantes de diferentes áreas culturais, agregando artistas, compositores, escritores e psiquiatras. Ainda na década de 1930, produziu telas como Retrato de Oswald de Andrade e Julieta Bárbara (1939) e Retrato de Mário de Andrade (1939). Nas décadas de 1950 e 1960, pintou nus femininos, dedicou-se ao desenho, à aquarela e à gravura. Sua pintura é classificada geralmente como expressionista, embora com aspectos surrealistas. O artista utilizou materiais novos em seus últimos trabalhos, como tinta fosforescente para luz negra. Irreverente e provocador, é considerado precursor do artista multimídia. Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa9016/flavio-de-carvalho. Nicolás Guillén (1902 – 1989) Poeta cubano. Guillén foi, junto com José Martí , conhecido como O Poeta Cubano. Sua produção poética gira ao redor de dois grandes temas: a exaltação do negro e a situação social. Graças ao valor intrínseco de sua obra, os problemas da raça negra adquiriram relevo e categoria dentro do âmbito da literatura de língua castelhana. Em Guillén esses temas tomam alento superior. Junto a composições que imitam o ritmo das danças negras estão as de intenção social, nas quais se mistura uma espécie de messianismo racial. Sua militância comunista, que data de 1937, lhe valeu prisões e perseguições. Em 1954 foi galardoado com o Prêmio Lênin da Paz. Em 1961 foi eleito presidente da União Nacional de Escritores e Artistas de Cuba. Vera Lins – “Nicolas Guillén: as Elegias antilhanas e a poesia em dilaceramento”. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, nº. 29. Brasília, janeiro-junho de 2007, p. 99-108. Museu Nacional de Belas Artes – MNBA Criado durante o governo do presidente Getúlio Vargas, é uma das instituições museológicas mais importantes do país dedicada à conservação, divulgação e aquisição de obras representativas da produção artística brasileira - séculos XIX e XX - em seu diálogo com as obras e a tradição artística das escolas estrangeiras. O acervo do MNBA originou-se das coleções que pertenciam a Escola Nacional de Belas Artes – Enba que ocupava o prédio junto com o museu até 1975. O museu conta com mais de 6.733,84 m² de áreas de exposição e 1.797,32 m² de reservas técnicas. O Departamento de Conservação e Restauração compreende os Laboratórios de Conservação e Restauração de Pintura e Papel, as Reservas Técnicas e a Laboratório de Escultura e Moldura. O MNBA promove diversas atividades voltadas à educacional em Arte e Patrimônio Cultural como visitas guiadas às galerias de Arte Brasileira do Século XIX e de Arte Brasileira Moderna e Contemporânea; atividades de interação e criatividade a partir de obras selecionadas do acervo e cursos de História da Arte. O MNBA está localizado na Av. Rio Branco, 199 – Centro, Rio de Janeiro/RJ, na região conhecida como Cinelândia, área central da cidade e de fácil acesso.
PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Retrato de Nicolás Guillén Autor: Flávio de Carvalho Data: 1948 Técnica: óleo sobre tela Dimensões: 110 x 80 cm PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS PROJETO PEDAGÓGICO Oficinas para estudantes - “Flávio de Carvalho: precursor do artista multimídia” Objetivo geral: Apresentar a obra de Flávio de Carvalho para estudantes, mostrando as diferentes áreas em que atuou e a multiplicidade de obras que realizou, sendo importante como explorador de novos caminhos para futuros artistas. Objetivos específicos: Investigar os elementos e materialidades presentes na obra do artista, bem como a intencionalidade, crítica e experimentalismo provocativo característicos de sua produção. Destacar o aspecto transdisciplinar do artista, que foi pintor, desenhista, performer, arquiteto, cenógrafo, decorador, escritor, teatrólogo, engenheiro, tornando-se um dos artistas mais versáteis e multimídia do século XX. Público-alvo: estudantes de Ensino Fundamental (Anos Iniciais/Anos Finais) e Ensino médio de escolas da rede público de ensino de São Paulo. Quantidade de público: 400 estudantes no total, sendo 40 por oficina. Duração: 1 oficina presencial, com carga horária de 50 minutos para cada turma, totalizando 10 oficinas. Seleção das escolas: será feita através de contato com as escolas da cidade de São Paulo e formalização do interesse. Certificado: os participantes receberão certificado. Metodologia: aula expositiva, com metodologia ativa e realização de proposta de criação artística. Material didático: as atividades terão base teórica e prática. Serão utilizados recursos audiovisuais e expositivos desenvolvidos pelo oficineiro que ministrará as atividades, bem como textos de suporte metodológico. Os participantes realizarão uma criação artística, para a qual serão disponibilizados materiais como papéis, tecidos, giz de cera e lápis de cor. Bibliografia de referência: CARVALHO, Flávio de. Experiência n.3. São Paulo: performance, 1956. OSÓRIO, Luiz Camillo. Flávio de Carvalho. São Paulo: Cosac Naify, 2009. SANGIRARDI JR. Flávio de Carvalho, o revolucionário romântico. Rio de Janeiro: Philobiblion, 1985. Oficinas para professores - “Os campos artísticos explorados por Flávio de Carvalho e sua atualidade na escola” Objetivo geral: Temas trazidos na trajetória de Flávio de Carvalho, incessante questionador, podem contribuir para que professores explorem alguns aspectos de sua obra para abordá-los em sala de aula, objetivando, tal qual fazia o artista, o desenvolvimento de pensamento crítico. Analisados no contexto atual, verificar influências do artista em outras obras, assim como perceber a extensão de seu legado e como contribuiu para a expansão e modernização do campo artístico no Brasil. Objetivos específicos: Explorar a diversidade de campos de atuação de Flávio de Carvalho. Realizar ação de experimentação artística, em especial a performática, a partir do conjunto de ações que ele encabeçou, proporcionando uma experiência estética aos professores para que possam desenvolver ações e vivências a partir das artes junto aos seus estudantes. Público-alvo: professores de Ensino Fundamental (Anos Iniciais/Anos Finais) e Ensino médio de escolas da rede público de ensino de São Paulo. Quantidade de público: 120 professores/as, sendo 40 em cada oficina. Duração: 3 oficinas presenciais, com carga horária de 50 minutos cada. Seleção de professores: por meio de ordem de inscrição ou alinhamento junto às diretorias das escolas, Diretorias Regionais de Ensino e Secretarias de Educação. Certificado: os participantes receberão certificado. Metodologia: aula expositiva, com metodologia ativa e realização de proposta de criação artística. Material didático: as atividades terão base teórica e prática. Serão utilizados recursos audiovisuais e expositivos desenvolvidos pelo oficineiro que ministrará as atividades, bem como textos de suporte metodológico. Para a criação artística, serão utilizados materiais diversos como tecidos, papéis, sucatas e outros.
PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Museu Nacional de Belas Artes – MNBA do Rio de Janeiro conta com: bebedouro adaptado; cadeira de rodas para uso do visitante; corrimão nas escadas e rampas; rampa de acesso; sanitário adaptado; elevadores; portas com largura acessível. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O MNBA promove, desde 2007, o projeto "Ver e sentir através do Toque" como processo inclusivo para cegos e portadores de baixa visão, com placas táteis em baixo relevo, maquetes, placas em EVA e textos para áudio descrição. Oferece audioguia com uma versão audiodescrita, com detalhes para o público com deficiência visual. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Equipe treinada para acolhida no MNBA, mediação da exposição e desenvolvimento de materiais comunicacionais seguindo princípios do design universal. Essas ações já fazem parte do escopo de atuação do museu para todas as exposições e demais projetos realizados no local. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: Equipe treinada para acolhida no MNBA, mediação da exposição e desenvolvimento de materiais comunicacionais seguindo princípios do design universal. Essas ações já fazem parte do escopo de atuação do museu para todas as exposições e demais projetos realizados no local. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAIS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: as oficinas serão realizadas nas escolas, em espaço que permita o livre acesso de pessoas com deficiência física, bem como tenham banheiros adaptados e rampas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: as oficinas utilizarão majoritariamente a linguagem oral. Quando houver pessoa com deficiência visual nas oficinas, as obras e demais elementos gráficos apresentados durante a aula serão descritas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: quando sinalizado pela coordenação das escolas que haverá pessoa com deficiência auditiva na turma que participará da oficina, a ação contará com interpretação simultânea em LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: os profissionais envolvidos na oficina (oficineiro, produtores e assistentes) são capacitados para o atendimento e desenvolvimento de ação formativa com público com deficiência intelectual. Os recursos pedagógicos serão desenvolvidos seguindo princípios de design universal.
PRODUTO: AQUISIÇÃO DE ACERVO MUSEOLÓGICO Os ingressos serão distribuídos da seguinte forma: - 10% do total para distribuição gratuita aos patrocinadores; - 10% para distribuição gratuita em caráter social ou educativo (a distribuição ocorrerá no local da exposição, em atendimento ao § 8º do art. 27 da IN 1/2023) - 10% para distribuição gratuita para divulgação do projeto; - Venda de ingressos: R$8 [inteira] e R$4 [meia] Gratuidade para pessoas acima de 65 anos, estudantes da rede pública e de professores de órgãos reconhecidos pelo MEC. Ingresso família: R$8 para até 4 pessoas juntas da mesma família Entrada franca aos domingos. PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS O projeto atende ao Art. 28 da IN 1/2023 nos seguintes incisos: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Favorecerá a captação e veiculação das imagens das ações por redes públicas de televisão e também através de redes sociais, acessíveis gratuitamente por todo o público interessado. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Através da realização de 13 oficinas descritas no produto “Contrapartidas sociais”. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Visto que parte das 13 oficinas descritas no produto “Contrapartidas sociais” serão realizadas para estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, ou seja, público infantil e jovem.
Direção de produção e administração: Renata Allucci (dirigente da empresa proponente Allucci & Associados Comunicações) Coordanação pedagógica das oficinas: Leonardo Birche Curadoria: Lisete Lagnado (convidada, a confirmar) Allucci & Associados Produtora que atua desde 1994. Algumas realizações: Artes visuais “Como viver o fim do mundo” “DuoDrag” “13ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo” “If I were to place you entirely into a poem” (Minister of State for Culture and Media/Alemanha) “Florestania” - 15ª Quadrienal de Praga/República Tcheca Projetos próprios “A Música na Escola”, coautoria com Gisele Jordão, Adriana Terahata e Sergio Molina “Panorama Setorial da Cultura Brasileira”, coautoria com Gisele Jordão e outros “Mulheres de Palavra: um retrato da mulheres no rap de São Paulo”, coautoria com Ketty Valencio e Fernanda Allucci “Oficinas do Panorama Setorial da Cultura Brasileira”. Realizadas em 12 capitais brasileiras Artes cênicas “Babel” e “Senhora do Camarim”, direção de Renato Borghi “Violeta Vita”, direção de Beth Lopes “Sete Corações - Poesia Rasgada”, “O Círculo de Giz Caucasiano” e “Bodas de Sangue” – Teatro Ventoforte - Wereld Musiek Theater Festival na Holanda, Bélgica e Itália “Irmãs do Tempo”, direção de Regina Mendes, turnês nacional e internacional “Favor beber o leite, senão estraga” – Coletivo Cronópio “Sede” – espetáculo de videodança “Na Solidão dos Campos de Algodão” – direção de Eliane MonteiroPrêmio Zé Renato, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo “TDezesseis – Héracles na encruzilhada” – direção de Tarina Quelho “Blaihait e outras perguntas para inventar um idioma” – Coletivo Karenin “Um Memorial para Antígona” – comitê escondido – apresentado e comissionado pelo TUSP “Pumpitopera Transatlantica” – Grupo MEXA – Kunstenfestivaldesarts/ Bélgica e Hebbel am Ufer - HAU/Alemanha, com comissionamento do Transform Festival/Inglaterra Renata R. Allucci Sócia da Allucci & Associados, atua desde 1994 na produção e gestão cultural, realizando trabalhos em áreas diversas como teatro, música, dança, entre outras expressões e manifestações artísticas e culturais. Na área acadêmica, é pós-doutora em Urbanismo pela pela Universidad de Sevilla e doutora em Urbanismo pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Graduada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie e Especialista em Bens Culturais: cultura, economia e gestão pela Fundação Getúlio Vargas – FGV. Sua pesquisa profissional e acadêmica inclui os temas patrimônio cultural, memória e identidade, festas populares, imaginário urbano, paisagens históricas da produção e cadeia produtiva da cultura. Leonardo Birche Diretor de produção cultural e artista das artes da cena. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre em Educação pela USCS (2020), graduado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP (2011), com extensão universitária em História do Teatro na Université d’Avignon et des Pays de Vaucluse, na França. Associado desde 2012 com a Allucci, como produtor e pesquisador de cultura e gestão de produção. Dentre as realizações, destacam-se: Semana da Canção Brasileira de São Luiz do Paraitinga, Festival CCBB de Carnaval, Festa do Divino de São Luiz do Paraitinga, Panorama Setorial da Cultura Brasileira, Mapeamento dos Cursos de Gestão e Produção Cultural e Pesquisa Setorial Latitude. Como produtor e gestor cultural, trabalhou com diversos grupos e artistas, em projetos contemplados em editais públicos e desenvolvidos e realizados a convite da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, unidades do Sesc e SESI-SP. Ministra oficinas de produção cultural em universidades e instituições. Lisette Lagnado (convidada, a confirmar) Nasceu em Kinshasa, Congo e vive em São Paulo desde 1975. É pesquisadora, crítica e curadora de arte. Foi coeditora das revistas Arte em São Paulo (anos 1980) e Trópico (2001-10). De 1993 a 1995, fundou e coordenou o Projeto Leonilson, que resultou na retrospectiva e no livro Leonilson – São tantas as verdades. Publicou Conversações com Iberê Camargo, livro que precede em um ano o estabelecimento da Fundação Iberê Camargo (1995) e lhe serviu de roteiro para a curadoria da Sala Especial em homenagem ao artista na II Bienal do Mercosul (1999). Também atuou em diversos Conselhos (MAM-SP e Prêmio Deutsche Bank Urban Age). Foi curadora da 27ª Bienal de São Paulo (2006), da exposição Desvíos de la Deriva (Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, Madri, 2010) e do 33º Panorama do Museu de Arte Moderna de São Paulo (2013), entre outras mostras. Com doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2003), foi coordenadora, docente e pesquisadora no Mestrado em Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina. Dirigiu a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro até março de 2017. Em 2015, organizou o livro O que é uma escola livre?, lançado pela editora Cobogó, como parte das comemorações pelos 40 anos da Escola. Lagnado foi também cocuradora da 11ª Bienal de Arte de Berlim, em 2020.
PROJETO ARQUIVADO.