Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.
O projeto Cultura em Comunidade - Ceará 2 propõe formações em artes da cena (teatro, cenografia e figurino) para o público adolescente e jovem, matriculado na rede pública estadual de ensino, além da realização de mostras culturais com apresentações dos alunos, espetáculos profissionais, oficinas, palestras, com participação ativa da comunidade escolar.
n/a
Objetivo geral Valorizar o espaço escolar enquanto espaço de formação cidadã, de práticas saudáveis de sociabilidade entre jovens por meio da promoção de cursos livres em arte e cultura e mostras cultuais, estabelecendo relações entre essas e o ensino formal das demais áreas de conhecimento. Objetivos Específicos1. Realizar oficinas gratuitas dentro de escolas da rede pública estadual de ensino, com foco nos alunos do Ensino Médio, Fundamental II e EJA, ocupando o turno da tarde enquanto formações livres e/ou disciplinas eletivas para os alunos que estudem em tempo integral, em três cidades cearenses (Fortaleza, Paracuru, são Gonçalo do Amarante), sendo 2 escolas contempladas em cada município: - Formação em Teatro com carga horária de 40h/a, para uma turma de 25 alunos, em duas escolas de três cidades cearenses (Fortaleza, Paracuru e São Gonçalo do Amarante). Total 240h / 150 alunos - Formação em Cenografia com carga horária de 40h/a, para uma turma de 25 alunos, em duas escolas de três cidades cearenses (Fortaleza, Paracuru e São Gonçalo do Amarante). Total 240h / 150 alunos - Formação em Figurino com carga horária de 40h/a, para uma turma de 25 alunos, em duas escolas de três cidades cearenses (Fortaleza, Paracuru e São Gonçalo do Amarante). Total 240h / 150 alunos Para cada município, seriam 240h de oficinas para 150 alunos, totalizando no projeto (3 municípios) 720h de oficinas e 450 alunos atendidos. Ementa detalhada das Oficinas em Especificações Técnicas. 2. Realizar 01 Mostra Cultural gratuita, com duração aproximada de 6h, em cada escola dos 3 municípios que receberão as oficinas. A mostra será composta de palestras sobre temas relevantes para a juventude; oficinas de iluminação, dança e percussão; apresentações de profissionais das artes cênicas, promovendo o intercâmbio entre alunos em formação e profissionais de cada área, assim como as apresentações artísticas dos alunos de cada área de formação. Programação detalhada da Mostra em Especificações Técnicas. 3. Realizar pelo menos 1 saída com cada uma das turmas, proporcionando circulação dos alunos em equipamentos culturais (preferencialmente os equipamentos públicos e com programações gratuitas) de sua cidade, a partir de aulas de campo (assistir espetáculos, filmes, performances, ensaios etc.) e visitas técnicas, estabelecidas ao longo do planejamento. 4. Formar um grupo trabalho para criação das apresentações da Mostra Cultural, composto por alunos das 3 oficinas (teatro, figurino e cenografia), garantindo que cada apresentação artística tenha criação e execução técnica realizada pelos alunos em formação, sob supervisão pedagógica de seus professores. 5. Valorizar o espaço escolar enquanto espaço de formação global de indivíduos cidadãos, espaço onde jovens possam expressar-se livre, mas também conscientemente; estimular práticas saudáveis de sociabilidade e acolhimento. 6. Contribuir com a mão de obra local (produtor local, professores, monitores e artistas), valorizando os profissionais de cada município e suas realidades específicas. 7. Apresentar a produção cultural e artística das cidades onde o projeto será executado em seu enorme potencial enquanto economia criativa, trabalho/profissão possível para jovens em formação; isso será feito tanto no módulo específico destinado a apresentar a economia criativa em cada área de formação - estando a temática incluída no planejamento de todos os outros módulos das formações - quanto nas aulas de campo, visitas técnicas e a própria realização das mostras culturais.
Fundado em 1993, o Instituto Nordeste Cidadania (Inec) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) desde 2003, que tem como foco principal o desenvolvimento sustentável de comunidades na região Nordeste do Brasil. Essa qualificação permitiu que o Inec fizesse parcerias com o Banco do Nordeste para criar programas de microcrédito, além de investimentos em projetos culturais, tecnológicos e comunitários para crianças, jovens e adultos. Esses projetos ajudam a desenvolver uma cultura local e regional sustentável, de acordo com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O projeto Cultura em Comunidade - Ceará 2 visa expandir e dar continuidade à primeira edição homônima que contemplou os municípios de Caucaia e Maracanaú em 2023, projeto que recebeu também incentivos via Lei Rouanet. A segunda edição, 2024, acontece em outros três municípios cearenses _ Fortaleza, Paracuru e São Gonçalo do Amarante _ e, dessa vez, em parceria estreita com a Secretaria Estadual de Educação, levando para dentro das escolas as oficinas e a Mostra Cultural, destacando a relevância da escola enquanto espaço de formação global do indivíduo cidadão, vital no desenvolvimento de comunidades saudáveis. A escola, após o ambiente familiar, é o primeiro espaço de convivência em coletivo, de expressão e desenvolvimento de competências e conhecimentos diversos, sendo vital na formação de indivíduos aptos a viver em sociedade. Nesse sentido, a proposta de atrelar à formação regular as artes da cena, que são essencialmente a coletivas, vem como reforço na criação de um ambiente de aprendizagem: estimulante e criativo, para atrair o interesse genuíno do jovem, reter atenção, aguçar sentidos e imaginação; prático-propositivo, para a partir de problematizações e/ou situações problemas diversas, desenvolver o pensamento crítico, propositivo e resolutivo de questões; sensível e acolhedor, para melhor lidar com sensações e sentimentos, crenças e diferenças, próprios da condição de humano e da vida em sociedade. O projeto foca no público de adolescentes (14-29 anos) alunos dos últimos anos do Ensino Fundamental, alunos de Ensino Médio e/ou de EJA (Educação de Jovens e Adultos). As faixas etárias de cada formação estão estabelecidas de acordo com as especificidades de área, considerando-se que as formações artísticas (teatro) se destinam prioritariamente ao público de adolescentes e as formações técnico-artísticas (figurino, cenografia) se destinam prioritariamente ao público jovem, devido ao manuseio de ferramentas e máquinas; mas também sem desconsiderar escolhas e aptidões pessoais dos alunos e, portanto, respeitando todas as normativas vigentes no que diz respeito à equipamentos pessoais de proteção e regras de manuseio de materiais diversos. Ressalte-se que as formações ofertadas são componentes de interdisciplinaridade em relação às disciplinas formais do ensino regular, possibilidades de reforço e criação de conhecimentos que serão aprendidos não só de forma abstrata em sala de aula, mas experimentados na prática em sala de ensaio. Para isso, é preciso que os professores tanto das formações livres como das disciplinas regulares estejam alinhados e parceiros do processo em suas aulas, o que é possível a partir do planejamento conjunto. Isso enriquece as possibilidades de aprendizagem significativa, pois os alunos são os protagonistas no processo de aprendizagem; assim também acontece em todo processo criativo em arte, um processo de pesquisa coletivo, baseado no desejo individual e coletivo de melhor expressar/comunicar que impele os envolvidos a ação/criação, daí a proposição de que alunos das oficinas possam, em grupos, realizar espetáculos artísticos completos entrecruzando seus conhecimentos adquiridos, espetáculos totalmente criados e executados por alunos, com supervisão pedagógica de seus professores. Importante pontuar que o projeto será realizado em parceria com as secretarias estaduais de Educação e escolas pertencentes a sua rede de ensino, preenchendo/completando carga horária dos alunos. As aulas poderão inclusive ser parte da grade curricular da escola, observando-se as especificidades da rede de ensino. O projeto também prevê que esses jovens alunos circulem pela cidade, entre as escolas ao longo das Mostras e, principalmente, nos equipamentos culturais disponíveis, pois no processo de formação é também fundamental consumir arte e conhecer o mercado artístico de sua cidade. Como o projeto foca em comunidades e jovens que não acessam equipamentos culturais e suas programações (muitas vezes gratuita), o projeto também prevê, a partir do planejamento pedagógico, momentos de visitas a museus, galerias, teatros, escolas de formação em artes e demais possibilidades que a cidade apresente, tudo com caráter pedagógico e parte do planejamento dos cursos. Além de fazer os adolescentes e jovens circularem por espaços da cidade antes desconhecidos para muitos, de apresentá-los como possibilidade de fruição e entretenimento acessível (focaremos nos equipamentos com programações gratuitas ou com preços acessíveis), a intenção é também apresentar a área enquanto mercado em seu funcionamento e sua enorme relevância na economia geral do país como um dos setores que mais emprega direta e indiretamente. Tanto por isso, todos os cursos terão disciplinas/módulos específicos abordando o fazer artístico e criativo também a partir de seu potencial econômico e de geração de renda. Ainda nesse ponto, é preciso salientar a proposição de formação em artes também a partir das linguagens de viés mais técnico da cena como cenografia e figurino. As linguagens técnicas da cena são igualmente linguagens criativas de expressão e comunicação nas artes da cena, igualmente importantes no que diz respeitos aos aspectos criativos, são ainda mais fundamentais no que diz respeito ao mercado da arte, pois todos querem assistir a espetáculos visualmente atrativos; além do que, artistas e profissionais cenógrafos e figurinistas encontram também trabalho em outros mercados além do da arte propriamente dita. E é preciso salientar que formações nessas áreas são mais difíceis de encontrar, principalmente de forma gratuita e com equipamentos disponíveis. Ressalte-se também que esse projeto vai ao encontro do que está preconizado no Artigo 1º da Lei 8313/91 ao: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto também se enquadra no Art. 3º da referida norma: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Solicitamos atenção para as observações abaixo: O Plano de Distribuição dos produtos Exposição de Artes, Espetáculo de Artes Cênicas e Apresentação Musical estão concentrados no produto Festival/Mostra, já que, sendo todas essas ações parte da mostra, com acesso total do público, não é possível dimensionar como o público de dividirá, se comportará e de quantas atrações partcipará. O Plano Pedagógico das oficinas se encontra no campo Sinopse da Obra. E, em conformidade com o Art. 22 da Instrução Normativa 02 de 2019, essa proposta prevê: Que as ações formativas culturais correpondam a pelo menos 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição e que 50% (cinquenta por cento) do quantitativo de beneficiários das ações formativas culturais devem se constituir de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. Considerando que o produto principal - Cursos/Oficinas/Estágio e sua formatação, o projeto cumpre as prerrogativas do Artigo 22 por ser em si de caráter formativo, sendo pelo menos 50% das vagas voltadas a estudantes de escolas públicas, conforme está explícito também no projeto pedagógico enviado na especificação técnica. Portanto, não incluímos detalhamento para o produto Contrapartida Social no Plano de Distribuição, já que sua inclusão geraria duplicidade na contagem percatpa de beneficiários. E nem custos na planilha orçamentária, pelo motivo já expposto, de o projeto ser de cunho formativo. Por ser o primeiro projeto do INEC nesse mecanismo, temos um valor limitador. Dessa forma, todos os custos típicos das ações previstas que não estejam compreendidos no orçamento (como os custos de deslocamento, por exemplo) serão de responsabilidade do proponente e isso não vai afetar o compromisso do INEC com o cumprimento dos objetivos previstos.
Projeto Pedagógico do Produto Cursos/Oficinas/Estágio Oficina de Teatro Alunos por turma: 20-25 alunos Número de turmas: 06 (02 turmas por cidade, 03 cidades) por curso Carga Horária: 40h/a (divididas em 20 encontros de 02 h/a) por curso Requisitos e Formas de Acesso: Idade Mínima: 13 anos Escolaridade: a partir do Ensino Fundamental Incompleto Documentos exigidos para matrícula: RG, CPF, Comprovante de Matrícula Escolar, Comprovante de Endereço Ementa: Formação básica em teatro enquanto iniciação ao fazer teatral tendo como foco na preparação para a cena. O curso é dividido em três eixos base para criação cênica: a) consciência corporal, no sentido do ator/performer, através da conscientização e preparo corporal, fazer uso de seu corpo como dispositivo criativo e simbólico; b) consciência vocal , no sentido do uso consciente, cuidadoso e expressivo da própria voz, assim como de demais possibilidades sonoras do corpo e, por fim c) consciência criativa a partir da proposição de situações-problema, estímulo a exploração/pesquisa no sentido de aguçar a criatividade própria para construção de respostas às situações-problema e também para criação de personas ou personagens. Apresenta também as possibilidades da linguagem enquanto economia criativa e noções para profissionalização. Oficina de Cenografia Alunos por turma: 20-25 alunos Número de turmas: 06 (02 turmas por cidade, 03 cidades) por curso Carga Horária: 40h/a (divididas em 20 encontros de 02 h/a) por curso Requisitos e Formas de Acesso: Idade Mínima: 15 anos Escolaridade: a partir do Ensino Médio Documentos exigidos para matrícula: RG, CPF, Comprovante de Matrícula Escolar, Comprovante de Endereço Ementa: Formação básica em cenografia, entendendo-a como visualidade de todas as artes de cena: circo, dança, teatro, shows de música, etc. Propõe-se a abordagem do cenário enquanto elemento visual que comunica e possibilita entender/compreender a cena/apresentação. Apresenta o trabalho com materiais maleáveis (tecidos, espumas, etc.) e também uma introdução ao manuseio de madeira. Além de materiais tradicionais da área da cenografia, propõe foco no estudo de possibilidades criativas a partir de materiais alternativos da cultura e contexto locais e de reaproveitamento de materiais, refletindo também sobre o consumo sustentável. Apresenta também as possibilidades da linguagem enquanto economia criativa e noções para profissionalização. Oficina de Figurino Alunos por turma: 20-25 alunos Número de turmas: 06 (02 turmas por cidade, 03 cidades) por curso Carga Horária: 40h/a (divididas em 20 encontros de 02 h/a) por curso Requisitos e Formas de Acesso: Idade Mínima: 15 anos Escolaridade: a partir do Ensino Médio Documentos exigidos para matrícula: RG, CPF, Comprovante de Matrícula Escolar, Comprovante de Endereço Ementa: Formação básica em figurino entendendo-o como parte da visualidade de todas as artes da cena: circo, dança, teatro, shows de música, etc. Propõe-se a abordagem do figurino enquanto elemento visual que comunica e possibilita entender/compreender a cena/apresentação. No sentido da aprendizagem completa, o curso pretende abordar o processo criativo a partir do desenho de figurino e noções básicas de corte e costura para sua realização. Além de materiais tradicionais da área, propõe também o estudo de possibilidades criativas a partir de materiais alternativos da cultura local e de reaproveitamento de materiais, refletindo também sobre o consumo sustentável. Apresenta também as possibilidades da linguagem enquanto economia criativa e noções para profissionalização. Mostra Cultural Sábado entre outubro e novembro, com duração aproximada de 6h Programa (provisório): 9h apresentação cênica 10h oficinas / palestra 11h30 apresentação dos alunos 12h30 oficinas / palestra 14h apresentação cênica 15h encerramento Serão oferecidas oficinas de dança, percussão e iluminação Duração 90min Vagas por oficina: 20 Palestras Abertas ao público, não será necessária inscrição. Serão gravadas e disponibilizadas na internet. Temas possíveis (a confirmar em função dos palestrantes disponíveis): Geração de renda, educação financeira e oportunidades Violência, promoção da cultura de paz e direitos humanos Democracia na escola: o protagonismo juvenil
Produto Curso/oficina/estágio: Acessibilidade Física: Será garantida a acessibilidade física priorizando locais acessíveis para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, lactantes, com crianças de colo, obesas, idosas ou demais casos aqui omissos que necessitem de atenção e/ou adequação. Como as formações e as mostras devem ocorrer em prédios públicos de escolas da rede estadual de ensino, optaremos por aquelas já devidamente adequadas e devidamente acessíveis para as pessoas com deficiência, tanto no que diz respeito a estrutura física, como no provimento de profissionais específicos, seguindo as normativas da Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Decreto 9.404/2018 (dispõe sobre a reserva de espaços e assentos) e do Artigo 46 do Decreto 3.298/99 (Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência). A opção será, portanto, por locais que não necessitem escadas para serem acessados, que possuam rampas e tenham entrada ampla e livre de obstáculos. Acessibilidade de Conteúdo: As inscrições das oficinas poderão ser realizadas por telefone, formulário disponível na internet ou presencialmente, dando a oportunidade de escolha de qual meio é mais fácil, dependendo da deficiência do aluno. No momento da inscrição, haverá um campo a ser preenchido indicando se o aluno possui deficiência e qual seria a deficiência, para que possamos adaptar a oficina adequadamente. Para o projeto, está prevista contratação de consultoria de acessibilidade para auxiliar na adaptação correta, já que o espectro das deficiências é amplo, além de monitor/professor assistente que poderá também auxiliar nos processos de inclusão. Acessibilidade para deficientes visuais: Para os deficientes visuais, será possível apresentar material em braile ou ampliado (para portadores de baixa visão) - no orçamento há verba disponível de impressão/material de consumo - bem como audiodescrição das aulas, materiais etc. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para os deficientes auditivos, temos previsão de contratação de intérpretes de Libras. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Como esse espectro de deficiência é bem amplo, a proposta é analisar já na ficha de inscrição as adaptações que serão necessárias. Aqui, contamos com consultoria em acessibilidade e monitor/professor assistente para cumprir as adaptações específicas indicadas. Demais medidas e adaptações necessárias para acolher quaisquer outras necessidades específicas aqui omissas, serão atendidas de acordo com as especificidades de cada área de formação, de cada aluno, ou de cada atividade da programação das mostras, com atenção individual para garantir igual oportunidade de acesso às formações e mostras culturais. Produto Festival/Mostra: Acessibilidade Física: Será garantida a acessibilidade física priorizando locais acessíveis para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, lactantes, com crianças de colo, obesas, idosas ou demais casos aqui omissos que necessitem de atenção e/ou adequação. Como as formações e as mostras devem ocorrer em prédios públicos de escolas da rede estadual de ensino, optaremos por aquelas já devidamente adequadas e devidamente acessíveis para as pessoas com deficiência, tanto no que diz respeito a estrutura física, como no provimento de profissionais específicos, seguindo as normativas da Lei 13.146/2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Decreto 9.404/2018 (dispõe sobre a reserva de espaços e assentos) e do Artigo 46 do Decreto 3.298/99 (Política Nacional para a Integração da Pessoa com Deficiência). A opção será, portanto, por locais que não necessitem escadas para serem acessados, que possuam rampas e tenham entrada ampla e livre de obstáculos. Nas apresentações das mostras culturais haverá lugares reservados para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, lactantes, com crianças de colo, obesas, idosas ou demais casos aqui omissos que necessitem de atenção e/ou adequação. Acessibilidade para deficientes visuais: Para os deficientes visuais, será possível apresentar, caso seja relevante, material em braile ou ampliado (para portadores de baixa visão) - no orçamento há verba disponível de impressão/material de consumo - bem como audiodescrição dos eventos etc. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para os deficientes auditivos, temos previsão de contratação de intérpretes de Libras para os espetáculos, palestras e oficinas. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Como esse espectro de deficiência é bem amplo, a proposta é analisar com a consultoria de acessibilidade as adaptações que serão necessárias.
Como a proposta apresenta a realização de formações artísticas com culminância em mostras culturais para um público prioritário justamente formado por alunos da rede pública de ensino, ressaltando-se que as formações devem ocorrer justamente no espaço das escolas, entende-se que a proposta se enquadra plenamente o Artigo 29 da IN 1 de 10/04/2023: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e (o projeto deve ser realizado em comunidades/bairros carentes, em vulnerabilidade social, e tem como público prioritário estudantes de suas escolas públicas, cujas famílias, muitas vezes, são beneficiária do Bolsa Família e CadÚnico) II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. (o projeto é de formação/educação se destina prioritariamente para matriculados e egressos da rede pública) Curso/oficina/estágio: Quanto à Ampliação do Acesso, em conformidade com o Art. 27 da IN 1 de 10/04/2023, o projeto prevê, em seu plano de distribuição, acesso gratuito a todas as suas ações, atuando em consonância com a secretaria de estado da educação do Ceará. Festival/Mostra: Quanto à Ampliação do Acesso, em conformidade com o Art. 27 da IN 1 de 10/04/2023, o projeto prevê, em seu plano de distribuição, acesso gratuito a todas as ações. Como ações complementares, o projeto prevê, em conformidade com o Art. 28 da mesma norma: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
PROPONENTE - INEC Responsável pela gestão e coordenação geral do projeto O INEC tem atuação em todo Nordeste do Brasil e nortes do Espírito Santo e Minas Gerais há 30 anos. É uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) com foco principal no desenvolvimento sustentável de comunidades do Nordeste do Brasil e nortes de Minas Gerais e Espírito Santo, atuando com programas de microcrédito e ações nas áreas cultural, de tecnologia e desenvolvimento comunitário. Embora a atuação mais ampla do Instituto seja social e baseada em microfinanças como forma de fomentar a microeconomia local, o INEC conta com uma equipe de 20 profissionais voltada exclusivamente para outras ações socioambientais e culturais que são desenvolvidas em até 5 comunidades ao mesmo tempo, e possui uma equipe que conhece os territórios e realiza visitas regulares às comunidades, suas associações sociais e culturais. As ações aqui propostas já foram realizadas em outras comunidades, bem como outras diversas ações culturais e de valorização do patrimônio imaterial nordestino. No projeto, o INEC é responsável direto pelas ações e por toda gestão do projeto, bem como do processo decisório e garantia da correta aplicação dos recursos. Sua equipe atua voluntariamente, ou seja, sem custos diretos no projeto. Stélio Gama Lira Junior - Função: Dirigente da instituição - Não remunerado pelo projeto Diretor Presidente do INEC, é o gestor da equipe envolvida no projeto. Graduação em Ciências Econômicas pela Universidade de Fortaleza-UNIFOR. MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria através da Fundação Getúlio Vargas. Mestrado em Avaliação de Políticas Públicas pela Universidade Federal do Ceará-UFC. Strategic Business Leadership pela Ohio University – College of Business. Forte atuação com gerenciamento e operacionalização em Programas de micro finanças, agricultura familiar, desenvolvimento sustentável e tecnologia da informação. Ampla experiência no Banco do Nordeste assumindo as Superintendências: Microfinança e Agricultura Familiar; Tecnologia da Informação; Microfinanças Urbanas e do Programa de Turismo do NE – PRODETUR, como também as Diretorias: Desenvolvimento Sustentável e Microfinança; e Administrativa e de Tecnologia da Informação. E ainda no Banco do Nordeste desempenhou docência interna em vários cursos e obteve aprovação em concurso público. Expertises com Conexões em Microfinanças; Mensuração de Impacto Social; Liderança Transformadora, Gestão Mercadológica, Gestão com Pessoas, Governança Corporativa, Gestão Estratégica, Gestão de Processos; entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.