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Realização de circulação do musical Bossa Nova Cabaret Bar, em 2 módulos: CIRCULAÇÃO BRASIL: 10 apresentações, distribuídas em 5 cidades (Sudeste e Nordeste): 2 apresentações no Rio de Janeiro/RJ; 2 em Belo Horizonte/MG; 2 em São Luiz/MA; 2 em Fortaleza/CE e 2 apresentações em Recife/PE. TEMPORADA BRASIL: 34 apresentações em São Paulo/SP. O espaço das apresentações, tanto da circulação, quanto da temporada, será definido na execução do projeto. Todavia, as apresentações ocorrerão em espaço, cuja capacidade mínima seja de 700 lugares. CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL: 4 apresentações, sendo 2 em Tóquio e 2 em Nova York, em espaço, cuja característica seja de no mínimo 700 lugares. A realização se dará em 2024, com venda de ingressos e para público a partir dos 16 anos de idade. Como contrapartida social, será realizada uma Aula-Espetáculo, em formato de oficina, voltada ao aperfeiçoamento em Comédia Musical e Carnavalização, nas 6 cidades do Brasil, com duração de 4 horas em cada uma delas
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (principal): realização de circulação do musical Bossa Nova Cabaret Bar, em 2 módulos: CIRCULAÇÃO BRASIL: 10 apresentações, distribuídas em 5 cidades, entre o Sudeste e o Nordeste, sendo: 2 apresentações no Rio de Janeiro/RJ; 2 apresentações em Belo Horizonte/MG; 2 apresentações em São Luiz/MA; 2 apresentações em Fortaleza/CE e 2 apresentações em Recife/PE. TEMPORADA BRASIL: temporada de 34 apresentações (2 meses) na cidade de São Paulo/SP. O espaço das apresentações, tanto da circulação, quanto da temporada, será definido durante a execução do projeto. Todavia, as apresentações ocorrerão em espaço, cuja capacidade mínima seja de 700 lugares, sendo, 7.000 mil expectadores (circulação) e 23.800 mil (temporada SP). TOTAL BRASIL 30.800 mil expectadores. CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL: 4 apresentações, sendo 2 em Tóquio e 2 em Nova York, em espaço, cuja característica seja de no mínimo 700 lugares, cujo total de expectadores será de 2.800 mil pessoas, com venda de ingressos. A realização das apresentações ocorrerá em 2024, com venda de ingressos e para público a partir dos 16 anos de idade. O TOTAL GERAL de público será de 33.600 mil expectadores (Brasil + USA + Japão). O TOTAL GERAL de público será de 33.600 mil expectadores (Brasil + USA + Japão). PRODUTO DE CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: será realizada uma Aula-Espetáculo, compreendendo como uma Ação Formativa Cultural Obrigatória, em formato de oficina (de curta duração). A ação, será voltada ao aperfeiçoamento em Comédia Musical e Carnavalização, nas 6 cidades, com duração de 4 horas em cada uma delas. O Plano de Execução da Aula-Espetáculo oferecerá um conteúdo programático imersivo na experiência prática, criativa e interativa, fundamentadas no conceito da criação de Dramaturgia Teatral Musical, a partir de um tema. Estimulando-se assim, o conhecimento e o aprendizado da estrutura e pesquisa temática acerca da Comédia Musical Brasileira, ministrada por artistas do próprio elenco, com sólida carreira no teatro. Com duração total de 24 horas, atenderá 30 beneficiária(o)s por cidade, em um total de 180 pessoas. O público alvo da oficina compreenderá estudantes de escolas públicas, ONGs e casas de acolhimento, com idade a partir de 18 anos, buscando com isso a descentralização de ações culturais (disponibilizada também na Região Nordeste) e a democratização do acesso à cultura, tendo em vista se tratar de oficina gratuita, em cumprimento ao disposto na Seção II - Das Medidas de Democratização de Acesso, da Instrução Normativa MinC nº 1/2023. Informamos ainda que mediante aos esclarecimentos acerca do conteúdo da Aula-Espetáculo (oficina), cumprimos a exigência disposta no Anexo III da Instrução Normativa MinC nº 1/2023, cujas propostas que contemplem OFICINA, apresentem “f) plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de OFICINAS, de workshops e de outras atividades de curta duração;” (grifo). A quantidade de pessoas beneficiadas na oficina (180), atende ao mínimo exigido pelo § 1º do Art. 30: “As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente.”, (grifo).
Geral: Tornar a bossa nova conhecível para a nova geração. Mostrar a universalidade do movimento realizado por Tom Jobim, João Gilberto e Vinícius de Moraes. Fomentar o estilo Comédia Musical. Fomentar o estilo Teatro de Cabaret. Específico: Realização de circulação do musical Bossa Nova Cabaret Bar, em 2 módulos: CIRCULAÇÃO BRASIL: 10 apresentações, distribuídas em 5 cidades, entre o Sudeste e o Nordeste, sendo: 2 apresentações no Rio de Janeiro/RJ; 2 apresentações em Belo Horizonte/MG; 2 apresentações em São Luiz/MA; 2 apresentações em Fortaleza/CE e 2 apresentações em Recife/PE. TEMPORADA BRASIL: temporada de 34 apresentações (2 meses) na cidade de São Paulo/SP. O espaço das apresentações, tanto da circulação, quanto da temporada, será definido durante a execução do projeto. Todavia, as apresentações ocorrerão em espaço, cuja capacidade mínima seja de 700 lugares, sendo, 7.000 mil expectadores (circulação) e 23.800 mil (temporada SP). TOTAL BRASIL 30.800 mil expectadores. CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL: 4 apresentações, sendo 2 em Tóquio e 2 em Nova York, em espaço, cuja característica seja de no mínimo 700 lugares, em um total de 2.800 expectadores. O TOTAL GERAL de público será de 33.600 mil expectadores (Brasil + USA + Japão). A realização das apresentações ocorrerá em 2024, com venda de ingressos e para público a partir dos 16 anos de idade. Como contrapartida social, será realizada uma Aula-Espetáculo, em formato de oficina, voltada ao aperfeiçoamento em Comédia Musical e Carnavalização, nas 6 cidades do Brasil, com duração de 4 horas em cada uma delas. Contrapartidas Sociais: Tendo em vista a comercialização do projeto, em cumprimento ao disposto no Art. 30 da Instrução Normativa MINC nº 1/2023, será realizada uma Aula-Espetáculo, compreendendo como uma Ação Formativa Cultural Obrigatória, em formato de oficina (de curta duração). A ação, será voltada ao aperfeiçoamento em Comédia Musical e Carnavalização, nas 6 (seis) cidades do Brasil: (1) Rio de Janeiro/RJ; (2) Belo Horizonte/MG; (3) São Luiz/MA; (4) Fortaleza/CE, (5) Recife/PE e (6) São Paulo/SP. A duração será de 4 horas em cada uma delas, em um total de 24 horas de atividade. A ação (Aula-Espetáculo-oficina) cumpre a exigência prevista no inciso II, § 2º do Art. 30: "oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;" (grifo).
Nascida no Brasil ao final dos anos 50 do século XX, como marco da moderna música brasileira, a Bossa Nova dividiu opiniões, polemizou e tornou-se alvo de profícuos debates, seja por sua qualidade temática, pela harmonia que promoveu entre culturas musicais distintas ou, ainda, sobre a controversa visão de mundo que representou em nosso país já, àquela época, dividido por contornos sociais sobejamente contrastantes entre si. Inegavelmente, é possível dizer que esse movimento realizado, proeminentemente, pelos músicos Tom Jobim e João Gilberto e pelo poeta Vinícius de Moraes, tornou a nossa música, além de nacional, universal. Certamente, isso se deve a múltiplos fatores oriundos de diversas origens. Pode-se destacar, dentre os elementos que formaram a BN, a influência que recebeu do cool jazz americano, não só na maneira de cantar, como também na textura dos arranjos; além disso, o emprego de harmonias e orquestrações advindas da música erudita moderna, por sinal, já apresentadas nas composições de Ravel, Debussy e Villa Lobos; e, sobretudo, a fundamental batida percussiva e sincopada do samba, adaptada e transposta categoricamente ao violão por João Gilberto, que efetuou a mistura da síntese rítmica do batuque à harmonia moderna. Assim, desabrochada plural e multicultural, inicialmente cultivada em pequenos bares e apartamentos da orla carioca, a Bossa Nova ganhou espaço entre a juventude da época, e seu poder de comunicação levou-a a ser conhecida e apreciada, mundialmente, por povos de diferentes culturas. Essa música brasileira, como afirmou Tom Jobim, promoveu e continua a promover um movimento dialógico intercultural, influenciando a obra criativa de diversas gerações de artistas pelo mundo. Brasileiríssima? Globalizada? Americanizada? Popular? Elitizada? Suspeita, hoje em dia, de apropriar-se culturalmente do samba ou do jazz? Divertida? As reflexões, a partir dessas indagações, formam a fonte fértil para a criação de BOSSA NOVA CABARET BAR, uma comédia musical brasileira. Considera-se que a circulação deste projeto seja profundamente valiosa para a nossa cultura, pois, por meio de um texto teatral inédito, apresenta-se ao público atual, um estilo de comédia musical fundamentada tanto na tradição do humor nacional, cujas raízes se encontram na obra de teatro de revista do comediógrafo Artur Azevedo, como na estrutura e nos procedimentos da linguagem ágil do cabaret. Prima-se que este projeto cumpra, com excelência técnica e artística, a função social de mostrar ao público uma comédia musical brasileira, seja por seu conteúdo temático, estilo ou construção composicional, em oposição a fórmulas importadas de entretenimento cultural. Tendo em vista que o projeto trata de um conteúdo singular, mundialmente reverenciado e inegavelmente de extrema relevância cultural para o Brasil, torna-se de primeira grandeza, o apoio da Lei Rouanet, por intermédio de seu mecanismo de Incentivo Fiscal. Proporcionando ao público, uma experiência sensorial com a bossa nova, por meio de o Teatro Musical. Releva notar que, em razão da singularidade da Bossa Nova, somente por meio da Lei Rouanet, poderíamos aspirar a realização de uma, ainda que curta, temporada internacional de apresentações. Trazendo divisas culturais para o Brasil, pois com a inclusão da temporada estrangeira, o espetáculo se torna um Soft Power nas relações internacionais do Brasil com esses dois países. É também, de extrema relevância destacar o papel da Lei Rouanet e o estado sincrônico do BOSSA NOVA Cabaret Bar, apoiando um projeto que reverencia uma Obra que recentemente foi reconhecida como "Patrimônio Cultural Carioca de Natureza Imaterial", por meio de a Lei nº 10.075 de 23 de agosto de 2023. Agrega-se também ao projeto, o fato de que, por meio da Lei Rouanet, uma série de profissionais de Cultura e Arte -diretos e indiretos- poderá garantir sua permanência e desenvolvimento no mercado cultural das Artes Cênicas, agregando aos seus Portfolios de atividades artístico culturais, experiência em âmbito internacional. Enquadrando-se, portanto, o projeto, aos incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313/1991. Já no que se refere aos objetivos alcançados pelo Art. 3º, esclarecemos: inciso II _ alíneas "e" e inciso V - alínea "c".
Acreditamos ter atendido, salvo melhor juízo, as informações acerca de todos os campos/abas/formulários correlatas às atividades propostas no projeto. Assim sendo, cremos no pleno atendimento do campo em questão, considerando o projeto como um todo. Todavia, colocamo-nos à disposição do MinC para prestar algum esclarecimento caso se faça necessário.
PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS – Musical: PROPOSTA DE MONTAGEM do Musical Bossa Nova Cabaret Bar: BOSSA NOVA: Bossa Nova Cabaret Bar é um espetáculo de teatro, gênero comédia musical, cujo tema principal é o movimento Bossa Nova. As cenas transcorrem no fictício Copacabana Cabaret Bar, onde se apresentam números e esquetes inspirados em performances, fatos e acontecimentos ligados a esse movimento, relidos sob a estética da Comédia Cabaré. Inicialmente, assim como os espetáculos de cabaré, a Bossa Nova, originou-se em pequenos espaços, como apartamentos e bares na Zona Sul do Rio de Janeiro. Os historiadores apontam que o Espaço do Cabaret, em sua origem, serviu para os artistas experimentarem suas criações junto a um pequeno público, ávido por conhecer novas técnicas artísticas e de entretenimento. Assim, surgem no espetáculo, Números de Cortina com Vedetes, variados Quadros Musicais com o rearranjo das composições emblemáticas do movimento, Número de Plateia, Quadro de Bonecos, Paródias, Números de Mágica, bem como Performance de Burlescos Apresentadores. Tudo ambientado no fictício Copacabana Cabaret Bar, um Cabaré Revisteiro, em uma cenografia futurista para essa jornada. Considera-se que esse resgate serve não só para revalorizar a música brasileira, mas também para trazer à tona ao público atual, o apuro estilístico e a visão de mundo, representada por esse grupo de artistas da nossa sociedade do início dos anos 60, que tornou a Bossa Nova um instrumento de influência cultural mundial até os nossos dias. DRAMATURGIA: o texto inédito é a concretização da meticulosa pesquisa empreendida por seus autores, Pedro Paulo Bogossian e Helen Helene, promovendo a reapresentação do Movimento Bossa Nova, por meio de cenas criadas a partir de canções de sua primeira fase, compreendida entre 1958 e 1963. Nesse sentido, o desafio dos autores de BOSSA NOVA CABARET BAR foi teatralizar o movimento Bossa Nova. Inspirar-se em fatos e canções do movimento para compor a dramaturgia sob o viés de uma Comédia Musical Popular, e não de um documentário. Para tanto, Personagens, Acontecimentos e Canções foram costurados em um espetáculo de quadros, cujo filtro estético é o da Carnavalização Literária conforme descrita por Bakhtin. Ou seja, os procedimentos empregados para a criação das cenas são a Alusão, o Deslocamento, o Acréscimo de Informações, o Duplo Sentido, o Pastiche, a Colagem, entre outros. Procedimentos esses utilizados tanto no Teatro de Revista quanto no gênero Cabaret. Para que se instalasse a atmosfera dos anos dourados, tornou-se imprescindível o resgate dos acontecimentos e das personalidades que marcaram nossa vida cultural no início dos anos 60, no período imediatamente anterior ao da ditadura militar. Desse modo, pretende-se que estejam representadas as formas de vida daquela época, personificadas por um elenco imbuído de acurado estudo estilístico da expressão vocal e gestual, compondo com rigor artístico os arquétipos da dramaturgia que dão vida ao espetáculo. TEATRO MUSICAL: primando pela qualidade vocal na Interpretação e Canto, o elenco, compreendido por Atores-Cantores, utilizam-se de uma embocadura mais intimista, exibindo características vocais próprias na interpretação das canções que caracterizaram a Bossa Nova como um estilo musical próprio e consonante com sua época. A encenação, em formato de esquetes, remete diretamente à estética do Teatro Musical Brasileiro, reabrindo um diálogo com o imaginário cultural do público. Tudo, em Bossa Nova Cabaret Bar, é um divertimento com requinte cômico e, por vezes, lírico. AMBIENTAÇÃO: CENOGRÁFICA, INDUMENTÁRIA E VISAGISMO: o tratamento visual concebido à montagem, cria uma cenografia idealizada para reproduzir o ambiente de um bar noturno, além de adereços de cenário, em uma composição visual de época para cada quadro; figurinos funcionais para que os atores se transformem rapidamente; e um visagismo (caracterização) cuidadoso nos cabelos e maquiagem. Destacando a primorosa iluminação, colaborando para a instalação dramatúrgica dos quadros e cenas, criando espaços delineados, contribuindo para a coloração local do final dos anos 50 e início dos 60. E, por fim, a investigação de uma cálida e envolvente sonoridade evidencia os preciosos detalhes dos arranjos vocais e instrumentais, executados por uma orquestra de jazz bossa. DIREÇÃO CÊNICA: reger de forma uníssona o conjunto dessas linguagens artísticas (Teatro, Dança, Canto) à dramaturgia e sincretizando-as em Bossa Nova Cabaret Bar, é dar Corpo, Voz e Ritmo à bossa nova, sob a linguagem do Teatro Popular. Demonstra que a criação artística advinda desse movimento musical, não está vinculada somente às elites culturais, como alguns críticos assim a classificam até hoje. A encenação precisa, incumbe-se exitosamente, a tornar a bossa nova, parte do Caldo Cultural da Cultura Popular Brasileira e, disponibilizando-a a todos aqueles que valorizam a arte produzida em nosso país. O primoroso trabalho da direção, conceitua-se para que a reunião das linguagens presentes no musical, configure-se em uma cosmovisão plural e diversa do movimento bossa nova. Expressando não tão somente o valor da cultura brasileira ao povo brasileiro, mas também à reflexão, em como ela se projeta positivamente nas culturas de outras nações.
O projeto cumpre as medidas de acessibilidade determinadas pelo Art. 25 da Instrução Normativa MinC nº 1 de 2023, assim compatíveis com o projeto: A acessibilidade física fica assegurada em seu amplo atendimento, tendo em vista que o projeto se compromete a selecionar teatros já dotados para o cumprimento de todas essas exigências. No que tange à fruição de conteúdo, contrataremos serviços especializados em acessibilidade (conforme planilha orçamentária) para o cumprimento de medidas, assim definidas: programa do espetáculo impresso em braile, audiodescrição e a disponibilização de monitoria especializada para o atendimento de pessoas com deficiência física, auditiva, visual e cognitiva, tanto para o espetáculo, quanto para a oficina, bem como a reserva de assentos à frente para esse mesmo público. Esclarecemos ainda que o projeto irá cumprir o inciso II, no que se refere ao aspecto comunicacional, bem como o § 2º, no que tange ao material de divulgação, exigido pelo Art. 25. Esclarecemos, por fim, que a(s) despesa(s) para esse cumprimento não discriminada(s) em item(ns) próprio(s) da planilha orçamentária, será(ão) coberta(s) com parte do percentual destinado ao custo vinculado à divulgação do projeto, assim regido pelo normativo.
O projeto cumpre as medidas de democratização (e ampliação) de acesso, preconizadas pelos artigos 27 e 28 da Instrução Normativa MinC nº 1 de 2023, no que tange ao produto Espetáculo de Artes Cênicas (musical), assim definidas: Conforme informado no Plano de Distribuição de Produto Cultural, as sessões do espetáculo cumprirão as medidas de democratização do acesso, conforme o disposto no Art. 27 da I.N. MinC nº 1/2023, em todos os percentuais exigidos pelos incisos I, II, III, IV (o valor de todos os ingressos/inteira, será comercializado a R$ 40,00), bem como fica assegurado o cumprimento dos incisos I e II do § 3º, e o § 5º, do mesmo artigo. No que tange ao cumprimento do perfil de público beneficiado pelo Art. 27, “II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;” (grifo), os ingressos gratuitos, informados no Plano de Distribuição do Produto Cultural, serão destinados à alunas e alunos de escolas da rede pública de ensino. COMPLEMENTAÇÃO DE CONTRAPARTIDA (Art. 28, I.N. MinC nº 1/2023): dentre as alternativas designadas pelo supracitado artigo, em seu inciso VI: “realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;” (grifo), o projeto se compromete a realizar, GRATUITAMENTE, ensaios abertos, na proporção de um total de 6 (seis), correspondentes ao total de cidades, no Brasil, nas quais o musical se apresentará. E, conforme o Art. 30 do normativo, a quantidade de pessoas atendidas na oficina, cumpre o disposto no § 1º, em um total de 180 pessoas beneficiadas. O projeto também irá contratar uma estagiária, conforme consta na planilha orçamentária (temporada de São Paulo), ampliando ainda mais a oferta de contrapartida. ESCLARECEMOS POR FIM, que todo meio de divulgação referente a democratização de acesso ao projeto, receberá o tratamento de publicização do acesso, garantindo equidade no direito de acesso à informação e ao projeto como um todo.
Direção de Planejamento e Produção: Fá Almeida Coordenação de Produção: Karina Cardoso (item correspondente na planilha orçamentária, Assistente de diretor) Produção Executiva: Daniel Aureliano Assistência de Produção: Eduardo Barros Assessoria de Comunicação: Márcia Marques, Carol Zeferino e Daniele Valério Direção Geral: Helen Helene e Pedro Paulo Bogossian Direção de Atores: Helen Helene Direção Musical: Pedro Paulo Bogossian ELENCO: Rosi Campos, Helen Helene, Rachel Ripani, Luciano Schwab, Conrado Caputo, Danilo Martho, Diego Gazin, Efraim Ribeiro, Flávia Teixeira, João Pedro Attuy, Larissa Garcia, Naiara de Castro, Paloma Rodrigues MÚSICOS: Pedro Paulo Bogossian – Piano, Ana Eliza Colomar - Sax / Flauta, Giullia Assmann – Contrabaixo, Jesum Biasin – Percussão, Rodrigo Mardegan – Bateria Assistência de Direção: Sandra Mantovani Assistência de Direção Musical: Pedro Ascaleta Direção de movimento e coreografa: JC Violla Assistência de movimento e coreografa: Nelly Guedes Cenografa e Figurinos: Attilio Martiñs Visagismo: Anderson Bueno Adereços Design de Bonecos: Sidnei Caria Fotografa: Ary Brandi Design de Luz: Guilherme Bonfanti CURRÍCULO DOS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS DA PRODUÇÃO DO PROJETO: Direção de Planejamento e Produção FÁ ALMEIDA: Ceo da Diorama Casa de Produção. É especialista em criação e operação de projetos diversos na área de economia criativa, com ênfase para o segmento cultural. É também a criadora da Feira SAL. Já coordenou eventos que somam o atendimento a mais de 3.000.000 (três milhões) de pessoas. Fez a Direção de Planejamento e Produção do evento de retomada na Pandemia do Covid 19, em agosto de 2021, no Memorial da América Latina, para o Governo do Estado de SP e Prefeitura da Cidade de São Paulo, aplicando todos os protocolos exigidos pela OMS, incluindo testagem de todo o público (1.500 pessoas/dia). Em Salvador, até o início da década de 90 esteve no Teatro Castro Alves assumindo a produção da Orquestra Sinfônica da Bahia e coordenando a Concha Acústica, espaço cultural com capacidade, na época, para 6.000 pessoas. Fez a gestão de grandes trios elétricos nos carnavais da cidade e como sócia-diretora da ArdeArte, foi uma das responsáveis pela retomada de grandes produções do teatro baiano ao lado de nomes como Fernando Guerreiro, Márcio Meirelles, Antônio Moreno, Rô Reys e Rui César da Casa Via Magia. Em 1991, radicou-se na capital paulista. Foi Coordenadora de Produção do Memorial da América Latina por 04 anos e sócia-diretora de Planejamento na Apoio Publicidade até o final da década de 90, quando assume a Direção Executiva da Diorama. Realizações como Direção de Planejamento e Produção: DANÇA & TEATRO: Bossa Nova Cabaret Bar (Dir: Pedro Paulo Bogossian, Helen Helene), Cia de Teatro BR 116 (Beth Coelho & Ricardo Bittencourt e convidados), Auto de Natal Brasileiro (Pedro Paulo Bogossian & Abílio Tavares), Ballet Do Teatro Castro Alves, Conexão América I e II, Orquestra Sinfônica do Estado da Bahia, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Tournê Brasileira Circo da China, entre outros. SHOWS: Roberto Carlos, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Marisa Monte, Péri (Lançamento Internacional | Jean Anson Ford Theatre / Hollywood (Los Angels), Festival De Vic (Barcelona/Espanha), Fábio Jr., Gal Costa, Tim Maia, Luiz Gonzaga, Paralamas Do Sucesso, Lulu Santos, Titãs, Dominguinhos, Péricles Cavalcanti, Zizi Possi, Alceu Valença, Araketu, Ballet Nacional De Caracas, Ballet Nacional Da Argentina, Antonio Nóbrega, entre outros. Coordenação de Produção KARINA CARDOSO (1ª Coordenadora de Produção): bacharel em Letras-Português pela USP, atriz, produtora cultural, assistente de direção, com 20 anos de atuação nas áreas do teatro, audiovisual, literatura e eventos diversos. Principais trabalhos, em diferentes funções: Produção: Grupo TUSP – Teatro da USP, sob direção de Abílio Tavares (2000-2006). Assistência de produção: Espetáculo “A Cabra ou Quem é Sylvia”, direção Jô Soares (2008). Assistência de Direção, Coordenação Geral e Curadoria em eventos culturais: “100 Jacó: Centenário de Jacó Guinsburg”, parceria Sesc-SP e Editora Perspectiva (2021/22). Seminário USP Pensa Brasil (2022/23). Produção Executiva: espetáculo “Shangri-Lá, uma distopia tecnobrega”, direção André Sun (2022). Peça-filme “Fulaninho e Menininha”, direção Ricardo Henrique (2022). Coordenação de Produção: espetáculo “Bossa Nova Cabaret Bar”, direção Helen Helene e Pedro Paulo Bogossian – Teatro do Sesi-SP (2023). Produção Executiva DANIEL AURELIANO (2º Coordenador de Produção): formação em Arte Dramática pela EAD/ECA/USP. Com uma extensão universitária em Gestão Pública da Cultura pela UFRGS e especialização em Gerenciamento de Negócios pela Harvard Business School Online, ele se destaca como produtor de arte e cultura, apresentador de eventos e produtor de webinars. Como produtor teatral, atualmente é responsável pela produção executiva do espetáculo Bossa Nova Cabaret Bar, com direção de Pedro Paulo Bogossian e Helen Helene, com temporada entre outubro de 2023 a fevereiro de 2024, no SESI da Av. Paulista. Assistência de Produção | Assistente de produção EDUARDO BARROS: Bailarino/interprete-criador. Principais Trabalhos: Bossa Nova Cabaret Bar 2023 com direção de Helen Helene e Pedro Paulo Bogossian. Assistente de produção: Espetáculo Silêncio 2018/2020. Bailarino e interprete criador: ProAc Produção de Primeiras Obras de Dança; Sesc São Jose dos Campos Sesc Sorocaba; Seis + 1 cia de dança com direção de Daniela Gatti. Bailarino e assistente de produção: Bienal Sesc de Dança 2015 (espetáculo FOOTING); Circuito Sesc de Artes 2015 (espetáculo FOOTING); FICC 2013 (espetáculo “Para e ver no outro”); Sesc Pinheiros – temporada 2014 (espetáculos “PARA SE VER NO OUTRO” e “FOOTING”). ELENCO: HELEN HELENE: formada pelo curso de Teatro da Escola Macunaíma (1980), estudou clown na École de Mime et Théâtre Jacques le Coq – Paris – (1985) e aperfeiçoamento vocal no Curso de voz para teatro e TV – Glorinha Beuttenmuller – (1981-1983). Desenvolveu sua trajetória artística em trabalhos na TV, Programa Bambalalão – TV Cultura SP – 1983-1985/1986-1988; Programa Ra-Tim-Bum, no qual se notabilizou no papel da Contadora de Histórias – TV Cultura SP – 1990; Novela Meu pé de Laranja Lima – TV Bandeirantes – 1998. Como atriz de teatro, é uma das fundadoras do Grupo Circo Grafitti, realizando as montagens de Você Vai Ver o que Você Vai Ver, com direção de Gabriel Villela (1989-1990) e Almanaque Brasil, de Noemi Marinho (1993-1995). Destaca-se também como locutora dos canais Cinemax, HboBrasil, Max e HboMundi do grupo HBO BRASIL, de 1997-2022. PEDRO PAULO BOGOSSIAN: formado em piano erudito pelo Instituto Musical Isaías Sávio, São Paulo. Graduado em Letras, possui Mestrado em Letras, na área da Semiótica Discursiva, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, reconhecido Diretor Musical do teatro paulista. Realizador de espetáculos musicais na vertente do teatro popular, é um dos fundadores do grupo Circo Grafitti, no qual desenvolveu pesquisas que resultaram em diversas montagens como “Você Vai Ver o Que Você Vai Ver” (1989), “Almanaque Brasil” (1993), “Ifigônia” (1994),“O Gato Preto” (2002), “Alô Alô Terezinha!” (2004) e ”De Pernas Pro Ar” (2006), também na função de diretor artístico. Prêmios: SHELL 2000 - Melhor Música, por "Filhos do Brasil". APCA 1993 - Direção Musical, por "Almanaque Brasil". APETESP 1993 – Composição, por "Ifigônia" e "Almanaque Brasil". APETESP 1993 - Trilha Sonora, por "Almanaque Brasil". APETESP 1991 – Composição, por "Enq., o Gnomo". APETESP 1989 – Composição, por "Você Vai Ver o Que Você Vai Ver". Foi indicado aos prêmios: Minc-Mambembe 1989 categoria Especial, pela música de "Você Vai Ver o Que Você Vai Ver", Panamco - 2000, pela Direção Musical e arranjos de "A Estranha Vida de Hilletje Jans”.
PROJETO ARQUIVADO.