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SOLIDÃO À CAPELA é um espetáculo adulto do gênero drama comportamental que abrange, principalmente, o tema "solidão". São dois atores e uma atriz num cenário único de quarto/sala no décimo andar de um prédio em Copacabana, com cenário todo feito em papelão, incluindo os móveis (criados por Artista Plástico). Em nossa trama, Orfeu Damião fora largado pela esposa quando despontou nele um grau sutil de esquizofrenia. Passa então a viver em seu apartamento, a mais profunda SOLIDÃO. A peça terá por volta de oitenta minutos corridos em ato único. Traz em sua dramaturgia outros temas, tais como: abandono, empatia, afeto, inclusão e dependência afetiva, tratados de forma bem-humorada. Os efeitos de luz e som farão o público entrar no delírio de nosso protagonista. O ator principal da Peça é um dos mais premiados no cinema nacional dos últimos anos. A equipe técnica é de primeira linha, com profissionais de vasto currículo e premiações.
Orfeu Damião fora largado pela esposa quando despontou nele um percentual sutil de esquizofrenia. Passa então a viver em seu apartamento, a mais profunda SOLIDÃO... quer dizer, é “casado” com uma boneca inflável, a fiel Bárbara. Também convive com Fred, seu cachorro de pelúcia e Selton, um sabiá mecânico que canta quando liga. Além de dar vida a personagens tirados de seu imaginário: como Maria Dulce, uma aranha que só ele vê e Soledad, uma gata no cio que não sai do banheiro. Todo dia 05, Joyce (sua ex-esposa) aparece para buscar a pensão. É um amor doentio, que não se acaba... e a chance dela ir embora vai ficando cada vez menor.
GERAL: Realizar apresentações teatrais da peça "Solidão à Capela" em temporada de 2 meses no Rio de Janeiro. Serão três espetáculos por semana (sexta, sábado e domingo), totalizando 24 sessões. Proporcionar de 30 a 50 empregos diretos e indiretos, todos ligados às artes cênicas. Desenvolver um trabalho artístico de qualidade, abrangendo pessoas de todos os gêneros, raças e classes sociais, sem distinção. Promover debates, palestras, espaços nas mídias, estimulando o interesse sobre os temas: SOLIDÃO, INCLUSÃO e EMPATIA. ESPECÍFICO: A Peça tem como meta fazer uma temporada de dois meses (SEXTA, SÁBADO E DOMINGO), totalizando 24 sessões, a partir de abril de 2024 no Teatro Nathália Timberg, no município do Rio de Janeiro. A expectativa é atingir 3600 espectadores no total (150 por sessão). Garantir a democratização do acesso durante a montagem e temporada (conforme contrapartida). Uma vez por semana promover um bate papo com psicólogos, psiquiatras e psicanalistas para aprofundar e melhorar a compreensão dos temas abordados no espetáculo (solidão, discriminação, afeto, esquizofrenia, empatia e inclusão, entre outros). A "Irmão do Meio" pretende seguir com o espetáculo de forma independente logo após essa temporada, apresentando em outros teatros e outras cidades.
SOLIDÃO é o principal tema abordado nesse espetáculo, diz respeito a todo e qualquer ser humano. Segundo a pesquisa Ipsos (https://www.ipsos.com/pt-br/brasilfica-em-1o-lugar-entre-28-paises-em-ranking-dos-que-mais-sentem-solidao), o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking dos mais afetados pela solidão. O Espetáculo propõe experiências de autoanálise e fortalecimento interior. O espectador participa da história sob a ótica do protagonista que possui grau sutil de esquizofrenia e vive a sensação do abandono. As tintas são exageradas em alguns aspectos, saindo do campo real. Os amigos invisíveis, os inanimados, as vozes, os sons de efeito, e as sensações, criam uma forte cumplicidade entre "Orfeu Damião" e os espectadores. A linguagem do espetáculo vai além do realismo e da conduta previsível. O cenário aparenta ser um pensamento exposto, um delírio até. Os efeitos sonoros são de peso imperativo para a montagem e estimulam o público a acionar outros mecanismos internos proporcionando uma experiência diferenciada. O personagem principal (Orfeu) foi aposentado por invalidez após manifestar um grau sutil de esquizofrenia, fato que o tirou do padrão de normalidade e colocou-o como alguém "aquém" da média social. A trama expõe a dificuldade de integração das pessoas com distúrbios psicológicos e psiquiátricos, muitas vezes imperceptíveis, mas suficientes para tirar o indivíduo da engrenagem do sistema e/ou torná-lo inapto a exercer funções simples do dia a dia. É altamente inclusivo, sendo também motivador. Haverá debates sobre todos os temas presentes no espetáculo e sobre as experiências dos atores na preparação. Convidaremos psicólogos, psiquiatras e psicanalistas para essas interações com o público em forma de debate. O Projeto tem a intenção de comemorar os 42 anos de profissão de Roney Villela como ator e autor (os "40" foram impedidos pela pandemia). Ator premiado em teatro e cinema, seu extenso currículo inclui 20 peças, 41 filmes, mais de 40 trabalhos em TV e 13 prêmios de melhor ator de longa-metragem, incluindo 3 internacionais. O teatro proporciona vários benefícios para o ser humano: estímulo ao autoconhecimento; criatividade; aumento da autoestima; favorecimento da interação entre as pessoas; elevação no interesse pela cultura; senso de responsabilidade, além de exercitar a autonomia de pensamento. Sendo uma das manifestações artísticas mais completas, o Teatro é um alimento vivo para as mentes ávidas de conhecimento e de novas reflexões. As histórias contadas e vividas pelos atores, trazem o cotidiano de pessoas, lições de vida e posicionamentos sociais relevantes na construção do indivíduo e da sociedade. "Solidão à Capela" se enquadra nos incisos l, lll, lV, V e Vl do artigo 1° da Lei 8313/91. "Irmão do Meio Prod. Art" se compromete com alínea "C" do inciso "I" do artigo 3° e alínea "A" do inciso "IV" do mesmo artigo da Lei 8313/91. Em resumo, necessitamos do apoio da Lei de Incentivo à Cultura para podermos arcar com os elevados custos de uma produção e disseminação cultural para diversão do público e acesso às camadas menos favorecidas.
O Proponente Irmão do Meio Produções Artisticas, tem como principal dirigente o Ator Roney Villela que ao longo da carreira produziu vários espetáculos Teatrais, conforme consta informações a seguir: CURRÍCULO RONEY VILLELA (PRODUÇÃO): Além de ator e autor. Roney Villela também trabalhou como diretor, professor e produtor. Como PRODUTOR iniciou em 1983 junto com Roberto Bomtempo, juntos comandavam o grupo “Pessoal do Tom”.Produções de Roney Villela:“Chapetuba Futebol Clube”, Teatro Ipanema-RJ (1983).“O Meu Guri”, Teatro da Galeria-RJ (1984).“Maria Minhoca”, Teatro Villa Lobos-RJ (1984).“Quem Matou o Leão?”, Teatro de Arena-RJ (1985).“As Aventuras de Tom Sawyer”, Teatro Vannucci-RJ (1985).“Romeu e Julieta”, Teatro Vannucci-RJ (1986).“Fim de Noite”, Bar Botanic-RJ (1990).“Godspell”, Teatro Villa Lobos-RJ (1992).“Amor Bruxo”, Teatro Villa Lobos-RJ (1995). "Os Incríveis Anos 60”, Teatro Abel-NI (2003).“Geração Trianon”, Teatro Gay Lussac-NI (2004)“Tudo de Bom.com”, Teatro Gay Lussac-NI (2006).“Rocky Horror Show”, Teatro AMF-NI (2008). “Bailei Na Curva”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2011).“A Vida Como Ela É”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2012). “A Criatura”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2014).“O Assassino Invisível”, Teatro dos Grandes Atores-RJ (2015).
O espetáculo terá 80 minutos de duração. O cenário será um quarto e sala conjugado todo feito em papelão, incluido os móveis (construidos artisticamente). Terá muita força em sua concepção, cenário, luz, interpretação e efeitos sonoros que serão primordiais para ilustrar o mundo fantástico de Orfeu Damião.
Esse espetáculo acontecerá em teatros que ofereçam condições adequadas de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da lei n° 10741, de primeiro de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso). A Produção dará atenção a portadores de deficiência, conforme disposto no artigo 46 do decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência. As pessoas com qualquer tipo de deficiência terão atenção individual. Monitores que os auxilie da bilheteria a seus assentos, em todas as sessões. Lugares prioritários também estarão disponíveis para atendê-los. Atenção integral. A peça vai dispor de um intérprete de libras destinado aos deficientes auditivos em todos os espetáculos (total de 24 sessões). Programa com impressão em Braille para os deficientes visuais.
Durante a última semana de ENSAIO do espetáculo “Solidão à Capela”, alunos de teatro e grupos teatrais serão convidados a assistir. Serão 15 horas no total. Disponibilizaremos ingressos grátis da seguinte forma: - Apresentação de uma sessão do espetáculo antes da estreia (ensaio geral) destinada à alunos de escolas públicas (idade acima de 16 anos) e outros interessados inseridos no contexto de ações afirmativas. Total 225 pessoas. -Todas as sextas-feiras haverá a disponibilidade de 10 ingressos grátis para as pessoas com qualquer tipo de deficiência, idosos e ações afirmativas. Total 80 pessoas. - Em todos os domingos a produção vai dispor de uma VAN (15 lugares) para traslado (ida e volta), além de 15 ingressos grátis para as pessoas com qualquer tipo de deficiência, idosos e demais inseridos em ações afirmativas, beneficiando a um total de 120 pessoas. - Workshop de Teatro utilizando o método Potencial Máximo, oferecido de forma gratuita para 20 pessoas. Duração de 4 horas.
EQUIPE TÉCNICA: Texto: Roney Villela. Direção: Jayme Periard. Cenário, Figurino e adereço: Teca Fichinsky. Desenho de Luz e Efeitos: Rogério Wiltgen. Direção de Movimento: Sueli Guerra. Preparação Vocal: Janaína Azevedo. Coordenação de Produção: Joaquim Vidal. Produção Executiva: Vanessa Lynx. Músicas de Luiz Tatit, Wander Lee, Marcelo Camelo e Rodrigo Maranhão. Elenco: Roney Villela, Paula Moreno e Pedro Ruiz. O PROPONENTE "Irmão do Meio Produções Artísticas" será o REALIZADOR do espetáculo. Tem como principal dirigente o autor e ator Roney Villela: RONEY VILLELA (Autor e Ator no Projeto) Exerce a profissão de ator há 41 anos, com papéis de destaque na televisão, cinema, teatro e streaming. Iniciou a carreira em 1982, com a peça Capitães da Areia, de Jorge Amado. Além desta, outras merecem relevância: Getsêmani (Andrea Avancini - 2013), Alguém Entre Nós (Silvio Guindane - 2010), Após a Chuva (Silvio Guindane - 2007), Barrela (Roberto Bomtempo - 2004), Guerreiras do Amor (Jayme Periard - 2000), Cuidado Patricinha (Eduardo Dusek - 1997), Julio Cesar (Paulo Reis - 1995), Splish Splash (Wolf Maia -1989), Ligações Perigosas (José Possi Neto - 1987), Os Menestréis (Oswaldo Montenegro - 1986), Chapetuba Futebol Clube (Roberto Bomtempo - 1983). No Cinema, o seu primeiro trabalho foi em 1987 no filme Um Trem Para as Estrelas de Cacá Diegues. Atuou em mais de 40 filmes, entre eles Veneza de Miguel Falabella e A Morte Habita à Noite (de Eduardo Morotó), seu primeiro protagonista no cinema com o qual recebeu quatro prêmios de Melhor Ator, três deles em Festivais Internacionais (Miami, Portugal e Festival Íbero-Americano). Na televisão, começou em 1986 na novela Selva de Pedra. Entre os principais trabalhos, estão Mulheres de Areia, Amazônia, Mandacaru, O Cravo e a Rosa, A Padroeira, Celebridade, Além do Horizonte e Novo Mundo. Ainda na TV aberta atuou em Séries como A Justiceira, Guerra e Paz, Faça a Sua História, A Lei e o Crime, Questão de Família e Sob Pressão. Na TV fechada e Plataformas de Streaming, participou de seriados na HBO, Fox, Globoplay e Netflix, como Magnífica 70, Um Contra Todos, Impuros, A segunda Vez, Santo Forte, Meus Dias de Rock, Lilly Hammer (uma produção dinamarquesa) e a recém lançada, O Vale dos Esquecidos. Recebeu 12 prêmios de Melhor Ator e 1 prêmio de Direção (com Roberto Bomtempo). Com estréia prevista para 2023 e 2024, estão os Longas Filhos do Mangue, de Eliane Caffé; Achados Não Procurados, de Fabi Penna; Jorge da Capadócia, de Alexandre Machafer; De Repente Miss, de Hsu Chien; Tô de Graça O Filme, de Cezar Rodrigues; O Morto do Pântano, de Cláudio Ellovitch; União Instável de Silvio Guindane. JAYME PERIARD (Encenador do Projeto) Com 40 anos de carreira, Jayme Periard atuou em quase 30 novelas, tendo papéis de destaque em algumas tramas, como Escrava Mãe, Salve Jorge, O Clone, Despedida de Solteiro, A Viagem, A Gata Comeu e Dona Beija. No começo da década de 80, já fazia teatro e aprendeu com grandes mestres, entre eles José Wilker, Mona Lazar e Denise Stoklos. Esteve em belos trabalhos, como Jung - Sonhos de Uma Vida, Meus Prezados Canalhas e Black out Em 1991, protagonizou o primeiro programa de teledramaturgia da televisão brasileira que tratou sobre o HIV, a minissérie O Portador, da Rede Globo. No cinema, seu principal trabalho foi em Leila. Em 2004 ele inaugurou o Espaço Yanperi (um espaço cultural), junto com sua irmã Izabela Periard, onde ele ministra cursos de interpretação. Em 2010, foi homenageado, na Fundação Teatro Municipal Trianon, ao participar na programação dos 12 anos da casa como diretor da montagem teatral Pedaços de Mim. Em 2017, atuou em Apocalípse, como o psicopata Nicanor Duarte. Em 2018 está no elenco da Série O Mecanismo da Netflix. Em 2023 estréia seu monólogo A Quebra, no Teatro das Artes. TECA FICHINSKI (Cenógrafa, Figurinista e Aderecista do Projeto) Diretora de arte, cenógrafa e figurinista, com formação em Desenho Industrial. Iniciou sua carreira no teatro e, já no primeiro trabalho, foi agraciada com os Prêmios Shell e Troféu Mambembe de melhor cenografia ( O Futuro Dura Muito Tempo - 1993). Versátil, trabalhou em várias plataformas, como shows (Milton Nascimento –Show Tambores de Minas, Rock n’Rio, tournée Europa 2000), exposições (sala no Museu do Futebol na CBF, Fachada do Museu do Flamengo), clipes, eventos e até carnaval (fez a comissão de frente da Vila Isabel de 2009, Troféu Estandarte de ouro do Jornal O Globo). Tendo mais de trinta peças teatrais no currículo (recebendo ainda os prêmios Shell, APTr e Questão de Crítica de Melhor figurinista em 2012, por A Valsa n° 6), migrou também para o mercado áudio visual, onde além de comerciais, fez também várias séries como Jungle Pilot, Conselho Tutelar, O Dono do Lar, Experimente e longas metragens (recebendo o prêmio de melhor figurino no 13o Encontro Nacional de Cinema e Vídeo dos Sertões). Seus últimos trabalhos incluem a cenografia e direção de arte do Bar do Gogó para o Multishow, a novela Todas as Garotas em Mim da tv Record, e os longas Madameme Durocher e Poliana - o Filme, ainda em pós produção. SUELI GUERRA (Direção de Movimento do Projeto) Formada pelo Ballet Dalal Ashcar, e Royal pela Washingnton School of Ballet. Graduada em Dança pela UniverCidade (RJ). Integrou as companhias: Renato Vieira Cia de dança, Laso Cia de Dança, Cia Aérea de Dança, Ballet do Terceiro Mundo. Coreografou os filmes: Madame Satã, Chatô, Carlinhos e Carlão. Dirigiu no Teatro: O Crime do Professor de Matemática, Piano Bar, Meu Lugar no Mundo, O Búfalo, Emilinha, Elizeth a Divina. Coreografou: A Cor Púrpura, O Musical; Bibi uma vida em musical; Andança, Otelo da Mangueira; Tango Bolero e Chachacha; Tim Maia, Beijo no asfalto, o musical; Makuru. Em 2001, ganhou do Prêmio Coca-Cola de teatro jovem pela coreografia do espetáculo Praça Onze, Prêmio Botequim Cultural de melhor coreografia em 2020 por seu trabalho em A Cor Púrpura. Prêmio Cenym por Bibi uma vida em musical e A Cor Púrpura. Prêmio APTR 2020 por A cor púrpura. É Pós graduada em Direção Teatral pela Faculdade CAL. Diretora e coreógrafa da Cia da Ideia, com mais de dez espetáculos e performances. ROGÉRIO WILTGEN (Desenho de Luz do Projeto) Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pela iluminação do espetáculo musical Bibi, uma Vida em Musical. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do espetáculo A Cor Púrpura - O Musical, com direção de Tadeu Aguiar em 2019.
PROJETO ARQUIVADO.