| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 05669128000166 | GAVEA INVESTIMENTOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 283,0 mil |
O projeto QTV 10 anos é um projeto multiplataforma em comemoração aos 10 anos do selo musical, com gravação e lançamento de dois álbuns: "Queda Livre", o primeiro disco do compositor e violonista da baixada fluminense Caxtrinho, e "RELA", novo som de de Negro Leo que une o boi maranhense à música eletrônica, além da edição de um livro com textos e imagens que relatam a história do selo e um site.
Álbuns musicais Desta forma, temos como produto principal a gravação de dois álbuns de músicos do catálogo do selo QTV: “Queda Livre”, o primeiro disco do compositor e violonista da baixada fluminense Caxtrinho, e “RELA”, novo som de de Negro Leo que une o boi maranhense à música eletrônica. O álbum “Queda Livre” do Caxtrinho será composto de 10 faixas e o primeiro disco de músicas autorais do compositor e cantor. A música de Castrinho desafia classificações, ao mesmo tempo em que dialoga com tradições reconhecíveis da música brasileira. Seu olhar poético sobre o precário, sobre o cotidiano desprezível e desprezado, pede bênção a Aldir Blanc. Mas, com seu violão, ele também trafega por modalismos de Milton, bebe dos afro-sambas de Baden Powell e do barroco mineiro de João Bosco, em meio a mil outras referências menos ou mais evidentes, no entanto todas elas filtradas pela Baixada, uma geografia carioca rara na canção brasileira. Na vanguarda da música negra contemporânea, o álbum “RELA”, do cantor e compositor maranhense Negro Leo apresenta, em 08 faixas, um novo gênero musical: RELA! Criado a partir do encontro entre as células rítmicas do Boi maranhense e os timbres do funk carioca, "Rela" dispara sonoridades intensamente percussivas, que aos poucos fazem emergir uma atmosfera esfumaçada, onírica e alucinógena. Repleta de referências eletrônicas dos anos 90, de Chico Science ao Funk Carioca, "Rela" contará com a participação da atriz paulistana May Tuti e produção de Wallace Função. Os dois álbuns serão disponibilizados nas plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music e outras. Livro O livro será majoritariamente de arte, com fotos e imagens de todo o material gráfico produzido pelo selo nos últimos 10 anos, como capas e encartes, além de três textos: um escrito pelo os 07 integrantes do coletivo que compõe o selo QTV; e dois escritos por convidados, como críticos musicais e outros participantes da história do selo. Serão impressos 500 exemplares físicos para comercialização e distribuição gratuita, além de uma versão em pdf/e-book para distribuição gratuita.
A celebração dos 10 anos do selo musical QTV é o grande objetivo para a realização desse projeto, com diferentes produtos culturais: gravação de dois álbuns; edição de um livro; e construção de um sítio de internet (site). O selo QTV tem a música como elemento central para promover articulações com diferentes áreas de experimentação artística, em especial o design, o audiovisual e a performance. A sua proposta é reunir e amplificar as vozes de uma nova geração de artistas interessados em inventar procedimentos renovadores do campo da arte, conectando-os através de uma dinâmica colaborativa. Álbuns musicais Desta forma, temos como produto principal a gravação de dois álbuns de músicos do catálogo do selo QTV: "Queda Livre", o primeiro disco do compositor e violonista da baixada fluminense Caxtrinho, e "RELA", novo som de de Negro Leo que une o boi maranhense à música eletrônica. O álbum "Queda Livre" do Caxtrinho será composto de 10 faixas e o primeiro disco de músicas autorais do compositor e cantor. A música de Castrinho desafia classificações, ao mesmo tempo em que dialoga com tradições reconhecíveis da música brasileira. Seu olhar poético sobre o precário, sobre o cotidiano desprezível e desprezado, pede bênção a Aldir Blanc. Mas, com seu violão, ele também trafega por modalismos de Milton, bebe dos afro-sambas de Baden Powell e do barroco mineiro de João Bosco, em meio a mil outras referências menos ou mais evidentes, no entanto todas elas filtradas pela Baixada, uma geografia carioca rara na canção brasileira. Na vanguarda da música negra contemporânea, o álbum "RELA", do cantor e compositor maranhense Negro Leo apresenta, em 08 faixas, um novo gênero musical: RELA! Criado a partir do encontro entre as células rítmicas do Boi maranhense e os timbres do funk carioca, "Rela" dispara sonoridades intensamente percussivas, que aos poucos fazem emergir uma atmosfera esfumaçada, onírica e alucinógena. Repleta de referências eletrônicas dos anos 90, de Chico Science ao Funk Carioca, "Rela" contará com a participação da atriz paulistana May Tuti e produção de Wallace Função. Os dois álbuns serão disponibilizados nas plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music e outras. Livro O livro será majoritariamente de arte, com fotos e imagens de todo o material gráfico produzido pelo selo nos últimos 10 anos, como capas e encartes, além de três textos: um escrito pelo os 07 integrantes do coletivo que compõe o selo QTV; e dois escritos por convidados, como críticos musicais e outros participantes da história do selo. Serão impressos 500 exemplares físicos para comercialização e distribuição gratuita, além de uma versão em pdf/e-book para distribuição gratuita. Site O selo QTV não possui um site próprio ainda. O objetivo é ter um sítio com informações gerais sobre o selo, dos trabalhos dos artistas e das produções do selo. Será um local para reunir portfólio, catálogo dos discos, vídeos e eventos, além de ser disponibilizado os dois álbuns produzidos neste projeto para baixar em MP3 e versão online do livro para leitura. Objetivos específicos: * Gravação de 02 álbuns: um do cantor Negro Leo e outro do cantor Caxtrinho para disponibilização em plataformas digitais; * Edição de um livro de arte sobre a história do selo QTV, sendo versão impressa e outra digital (e-book); * Construção de um site do selo QTV.
As últimas décadas viram surgir uma série de novos procedimentos e condições de produção, alimentadas pelo vertiginoso progresso dos programas de gravação e edição digital. O surgimento dos estúdios caseiros (home studios), permitiu a uma infinidade de artistas gravar o seu trabalho sem ter que necessariamente assinar contrato com uma gravadora. Se fossem nordestinos ou sulistas, não precisariam migrar para o sudeste, como os músicos das décadas passadas, mas gravam em seu próprio território, utilizando-se de suas referências cotidianas. Pouco depois, veio a internet fechar o ciclo virtuoso: além de produzir o seu trabalho com razoável qualidade e liberdade de criação, o artista ainda pode se utilizar da internet como forma de divulgá-la, negociando seu trabalho diretamente com o público. Esta estrutura independente, aparentemente "ideal", se generalizou e pode ser verificada não somente no grande número de selos independentes e artistas que administram o próprio trabalho, mas também no leque musical que se abriu nos últimos dez anos. Caracterizada pelo hibridismo e pela mistura de gêneros e fontes sonoras, a música brasileira é fragmentária. Surgiram gêneros populares como o tecnobrega, o melody e o funk "tamborzão". Manifestações antes circunscritas a seu local de origem passaram a trocar referências com a cultura musical do sudeste, representados por gêneros como a guitarrada paraense, o coco pernambucano e o jongo carioca. Manifestações que vigoravam à margem da indústria, hoje são reabilitadas, seja em estado bruto, seja reinterpretado pelas novas gerações. Como consequência da profusão de fontes sonoras presentes na internet, advindas da Europa, Ásia, América Latina e, sobretudo, da África, não é incomum escutarmos combinações entre o afrobeat nigeriano e o maracatu de pernambuco. Ou mesmo uma releitura dos toques de candomblés com sotaque eletrônico. O QTV é um selo que surge neste âmbito da democratização do acesso aos equipamentos de gravação e distribuição. O selo tem a música como elemento central para promover articulações com diferentes áreas de experimentação artística, em especial o design, o audiovisual e a performance. A sua proposta é reunir e amplificar as vozes de uma nova geração de artistas interessados em inventar procedimentos renovadores do campo da arte, conectando-os através de uma dinâmica colaborativa. Criado em 2014 no Rio de Janeiro, já lançou mais de 50 álbuns de artistas brasileiros e internacionais e produziu shows e festivais no Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Nova Iorque. Em 2019, também passou a realizar filmes. O selo nasceu como um desdobramento de um programa de shows semanal dedicado à música experimental e de improvisação realizada em um estúdio musical no Rio de Janeiro. O Quintavant apresentou shows de Matana Roberts (EUA), Peter Brotzman (Alemanha), Paal Nilssen-Love e Arto Lindsay (Noruega/EUA), The Ex (Holanda), Mats Gustafsson (Suécia), Kevin Drumm (EUA), além de artistas de diferentes abordagens e locais do Brasil, como Metá Metá, Rakta, Maurício Takara, Hurtmold, Siba, Alessandra Leão e Cidadão Instigado, entre muitos outros. Desde então o QTV vem agregando diferentes propostas musicais exploratórias em seu catálogo, como "Anganga", de Juçara Marçal e Cadu Tenório, que rearranja cantos de trabalho de escravos com ruídos e beats eletrônicos. Há também a combinação de música de pista e poesia spoken word de Saskia, os beats cacofônicos inspiradas pelo funk carioca de Wallace Função, a "anti-música" de God Pussy, a MPB mutante de Negro Leo, a arte sonora de Dedo, a pista de dança apocalíptica do trio Tantão e Os Fita, e os estudos sonoros sobre a tecnologia de bella. O selo ainda conta com trabalhos que traduzem a tradição da improvisação europeia para a cultura brasileira, como "Fórceps", do rabequeiro Thomas Rohrer com o produtor Cadu Tenório, e "Hackeagarrocho", em que Marco Scarassatti utiliza técnicas expandidas e modos não-convencionais de tocar viola. Os eventos promovidos pelo QTV mantêm a mesma linha curatorial, servindo de plataforma para alavancar novos artistas e para conectá-los, estabelecendo pontes imprevistas entre diferentes gerações e gêneros musicais. Na edição de 2018, o festival Antimatéria (realizado desde 2016) promoveu o encontro entre o guitarrista paulistano Kiko Dinucci e o baterista de free jazz Paal Nilssen-love — o lineup ainda contava com apresentações da funkeira DJ Iasmin Turbininha, residente do Baile da Gaiola, o produtor americano de footwork DJ Earl, Moor Mother e Juçara Marçal. A Macalândia (2015) apresentou uma semana de shows de Jards Macalé acompanhado por diversos nomes da nova geração da música brasileira, como Ava Rocha, Negro Leo, Metá Metá, Cadu Tenório, Thomas Harres e Eduardo Manso. O projeto Subcena, ativo desde 2018, apresenta trabalhos dedicados à poesia sonora, combinando literatura e som. Durante a pandemia convid-19, o selo precisou reinventar alguns dos processos de criação e gravação, buscando maior apoio institucional em editais e leis de incentivo. Em 2021, lançou "Delta Estácio Blues" da cantora Juçara Marçal, que recebeu os prêmios Multishow de Melhor Álbum, Melhor Canção, o prêmio APCA de melhor disco e foi indicado ao Grammy Latino, que foi patrocinado pela Natura Musical. Em 2022 o selo voltou a produzir eventos presenciais, além de lançar discos e clipes e realizar a co-produção do filme "Caixa Preta" de Saskia e Bernardo Oliveira, e "SOLMATALUA" de Rodrigo Ribeiro Andrade. Em 2023 além dos discos lançados, vem realizando diversos evenos em todo país com artistas do selo, e vem realizando o projeto da escola livre Aguidavi do Jêje, que vem acontecendo no Terreiro do Bogum em Salvador (BA). Realizar esse projeto de 10 anos do selo é, não apenas, reconhecer a importância de um trabalho independente, mas também inserir o selo como um importante agente no mapa cultural do Brasil e do mundo. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1º da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos do projeto, que serão alcançados estão em conformidade com o Artigo 3º da Lei 8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Alínea: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;
N/A
_ O álbum “Queda Livre” do Caxtrinho será composto de 10 faixas, com até 01 hora de duração; _ O álbum “RELA”, do cantor e compositor maranhense Negro Leo apresenta, em 08 faixas, Livro: Formato A5 CAPA COR 4/4 - papel duodesign 300 + beneficiamento e acabamentos MIOLO PB - papel offset 180g Aprox 120 páginas
Álbuns musicais Os álbuns terão as letras das canções disponibilizadas. Livro Será produzida uma versão em audiodescrição no site do projeto. Site Audiodescrição para deficiente visuais poderem navegar no site.
Álbuns musicais Os dois álbuns musicais serão disponibilizados gratuitamente em plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Apple Music, Amazon Music e outras. Não serão comercializados pelo projeto. Livro Serão impressos 500 exemplares do livro com distribuição gratuita para toda a população. Site O acesso ao site será totalmente gratuito e contará com uma versão digital do livro (e-book) para baixar gratuitamente. Em atendimento ao Artigo 28 da Instrução Normativa nº1/2023: I - serão doados 20% dos livros para distribuição gratuita com caráter social; IV - Serão disponibilizados na internet, registros audiovisuais dos bastidores das gravações dos álbuns, além de outras filmagens relativas ao projeto. V - Garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades do projeto por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuita;
Negro Leo _ Cantor, instrumentista e compositor Cantor, compositor, instrumentista, o maranhense Negro Leo nasceu no dia em que se comemorava o 95o ano da abolição da escravatura no Brasil, ainda pequeno foi morar no Rio de Janeiro, e hoje reside em São Paulo. Considerado um dos principais nomes da cena experimental nacional, seu trabalho autoral testa os limites da MPB. De 2012 a 2021 lançou 12 trabalhos solo entre discos e EPs: Schwarzfahren e Infelizmente (2021), CAC CAC CAC e Desejo de Lacrar (2020), Coisado e Action Lekking (2017), Água Batizada (2016), Niños Heroes (2015), Ilhas de Calor (2014), Tara (2013), The Newspeak e Ideal Primitivo (2012). Em 2019 fez parte do elenco do musical Pretoperitamar que celebrou os 70 anos de Itamar Assumpção. Em 2020 estrelou o filme “É Rocha e Rio, Negro Leo” da diretora Paula Maria Gaitán. Em 2021 o crítico Bernardo Oliveira lançou o livro “Deixa Queimar”(Numa Editora), aonde traça um perfil biográfico que disseca e contextualiza a trajetória do artista. Em 2022 integrou o elenco da “Ópera Café”, que integrou as celebrações do centenário da Semana de Arte Moderna do Theatro Municipal de São Paulo. No mesmo ano lançou o single RELA, prévia de seu novo trabalho a ser lançado em 2023. Caxtrinho _ cantor, compositor e instrumentista Paulo Vitor Castro, conhecido como Caxtrinho, 25 anos, morador do município de Belford Roxo, Rio de Janeiro. Atuando há 5 anos no ramo de apresentações e composição, o músico produz sua arte a partir da intersecção de ideias que ampliem o panorama cultural e denunciem a manipulação midiática que acontece no estado do Rio de Janeiro. Sendo um músico periférico, negro, da Baixada Fluminense, com heranças culturais diretamente oriundas das religiões afro e suas manifestações, este almeja que esse ideal leve às pessoas um conceito de politização e reflexão abrangente através da música. Gravou e prepara para 2024 o lançamento de seu disco pelo selo QTV com parcerias com Rômulo Froes e Kauê Batista, Vovô Bebê, além de canções de sua autoria. Mariana Mansur - Coordenação Geral e coordenação de produçãoFormada em Desenho Industrial pela ESDI/UERJ, coleciona trabalhos como designer, artista plástica, ilustradora e produtora. De 2012 a 2019 foi Coordenadora da Área de Visual Merchandising das marcas de moda Cantão, Redley e Bisi. Na moda também atuou como designer de estampas e como consultora de Visual Merchandising. Como designer criou capas de CDs, livros, folders, catálogos, exposições, cenários, participando sempre de todas as etapas do processo: criação, execução, finalização, até a contratação de serviços e entrega dos produtos finais. Como produtora trabalhou na parte de concepção, pré-produção e produção executiva de projetos culturais, shows e eventos, colocando projetos em leis de incentivo, buscando captação de patrocínios e apoios, contratação de serviços, organização e gestão de orçamentos, cronogramas, pagamentos e prestação de contas e relacionamento com artistas. Faz parte do coletivo QTV Selo, produtora cultural do Rio de Janeiro.Bernardo Oliveira - Curadoria e Direção ArtísticaBernardo Oliveira é professor de Filosofia na UFRJ, pesquisador, crítico de música e cinema e produtor cultural. Como crítico de música e ensaísta, colaborou com diversos jornais, blogs, revistas e festivais no Brasil e no exterior (Folha de São Paulo, Revista Multifoco, Suplemento Pernambuco entre outras). Participou de festivais e eventos de música e cinema como curador, produtor, jurado e colaborador convidado (Bienal de Arte Digital, Shape Platform, Multiplicidade, Mostra de Cinema de Tiradentes, Mostra de Cinema Negro de Pelotas, Festivais: Novas Frequências, Kinobeat, Visões Periféricas, Antimateria, entre outros). Foi produtor e curador do evento de música experimental Quintavant e faz parte do coletivo cultural QTV Selo. Publicou em dezembro de 2014 o livro "Tom Zé — Estudando o Samba" (Editora Cobogó), em 2021 lançou "Deixa queimar” sobre a música, a trajetória e o pensamento do cantor e compositor Negro Leo (Editora Numa). Faz parte do projeto artístico Ciranda do Gatilho (2020, SESC-SP). Produziu os filmes "Noite" (2015) e "Sutis Interferências" (2016), da diretora Paula Maria Gáitan; a vídeo performance “UN” (2020) da artista bella, com direção de Sérgio Mekler; e o álbum-filme Kiko Dinucci - VHS (2021), dirigido por Gabriel Barrella. Dirigiu para o SESC Santo Amaro (SP) a webserie “Aulas e Palestras — Histórias da Arte de Compor Samba”, sobre o processo artístico dos compositores Zé Luiz do Império, Marquinho PQD, Marina Íris e Manu da Cuíca. Co-produziu o filme “SOLMATALUA” de Rodrigo Ribeiro-Andrade. Co-dirigiu com Saskia o média-metragem "Caixa Preta", que estreou no Festival Ecrã em julho de 2022.Lucas Pires - Direção CriativaLucas Pires é programador visual e artista sonoro fluminense. Seu trabalho investiga as possibilidades sonoras de fitas cassete a partir de colagens, loops e ruídos. Além de discos solo assinados como Lucas, Mortuário e aka Mortuário, ele é membro do grupo de arte multimídia DEDO, com quem lançou quatro álbuns e ocupou salas de cinema, casas de shows, galerias, museus e desfiles. Pires também produziu filmes, discos, trilhas e performances e desenvolveu o design de capas, cartazes e ações de comunicação junto a artistas como Ava Rocha, Tantão e os Fita, Negro Leo e Marcela Lucatelli, além de artes para o selo carioca QTV, do qual faz parte.Renato Godoy - Produção MusicalSeguiu o caminho da velha escola começando como assistente de estúdio no antigo Discover Studio localizado no Jardim Botânico /Rio de Janeiro (conhecido como o 1o estúdio comercial totalmente digital do Brasil). O Discover Studio era capitaneado por Guilherme Reis e gravava em sua maioria projetos de samba do selo Carioca Discos dos produtores Guilherme Reis, Paulo Albuquerque e Claudio Jorge. Os artistas lançados eram expoentes nacionais como: Dona Ivone Lara, Nei Lopes, Trio Calafrio, Arlindo Cruz e Sombrinha, Guinga, entre outros. Depois de 10 anos de experiência, começou a assinar discos como engenheiro de gravação e mixagem ao lado do produtor Alexandre Kassin, período de muito aprendizado onde pode conviver e trabalhar com grandes mestres como Lincoln Olivetti, Wilson das Neves, Marcos Valle, Erasmo Carlos etc. Paralelamente desenvolveu diversos projetos no campo da música inventiva e de vanguarda do Brasil e do mundo. Membro fundador do coletivo Quintavant, que se desdobrou em 2014 no selo QTV, atua como produtor, músico e engenheiro de áudio, trabalhando com Chinese Cookie Poets, Negro Leo, DEDO™, Ava Rocha, Saskia, Paal Nilssen-Love, Otomo Yoshihide, Peter Brötzmann, Zbigniew Karkowski, Juçara Marçal, e muitos outros.Eduardo Manso - Produção MusicalEduardo Manso é um produtor e músico nascido no Rio de Janeiro. Participou dos grupos Rabotnik, Binário, Bemônio e Meia Banda. É um dos fundadores do QTV Selo. Já produziu discos de artistas como Ava Rocha, Negro Leo, Bruno Schiavo, Tono, entre outros.Luan Correia - Produção QTVProdutor cultural / musical, pesquisador, músico e técnico de som. Possui formação na Escola de Cinema 5 visões. Atua na área da música desde os 17 anos. Co-produziu diversos shows no estúdio de música Audio Rebel, como: Paal Nilssen-love, Negro Leo, Siba, Metá Metá, Jorge Mautner, Cidadão Instigado. No coletivo / selo QTV atua na área de produção de discos e eventos, participando dos seguintes discos: Negro Leo - Action Lekking, Chelpa Ferro e Duplexx - Chelplexx, Marcos Scarassatti - Hackearragacocho, Lucindo - Contra a Parede, Bernardo Girauta e Gabriela Nobre - Fantasma e Índio da Cuíca — Malandro 5 Estrelas. Como músico faz parte do coletivo de rap carioca Justa Causa, formado na baixada fluminense, atuando como beatmaker; faz parte do duo de free noise Ó Só, tocando bateria e samples; tem e realiza seu projeto solo Mbé, como qual lançou o elogiado disco ROCINHA (2021) e, MIMOSA (2023) com os parceiros Luiz Felipe Lucas e Leyblack.
Periodo para captação de recursos encerrado.