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PRONAC 2310488Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SINAPSES

ERF STUDIO LTDA - ME
Solicitado
R$ 811,7 mil
Aprovado
R$ 811,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-03-01
Término
2026-12-06
Locais de realização (5)
Manaus AmazonasSalvador BahiaGoiânia GoiásBelo Horizonte Minas GeraisSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto de criação e circulação do espetáculo de dança "SINAPSES" busca explorar os mistérios da mente e do cérebro, seus efeitos na relação sensorial e motora do corpo com o seu entorno, e o que pode acontecer quando algo não funciona bem neste sistema. Cenário, luz e projeção andam juntos na criação coletiva capitaneada pela artista mineira Elaine Reis, que celebra sua maturidade e retorno aos palcos, tendo como referência a literatura científica sobre o tema, além de "insights" de instituições e profissionais renomados de áreas como Psicologia, Psiquiatria, Neurologia, Fisiatria, etc.

Sinopse

Espetáculo de dança contemporânea, com criação coletiva, que busca mergulhar fundo nos mistérios da mente e do cérebro e transmitir ao público, através da dança, da música e de efeitos visuais, um pouco deste maravilhoso e complexo universo. Da relação do corpo humano com o seu entorno através de interações motoras e sensoriais (visão, olfato, audição, paladar e tato) em um nível macro, passando pelo quase milagroso processo das sinapses neuronais em um nível micro, “SINAPSES” ainda buscará demonstrar o que pode acontecer quando este delicado sistema não funciona em harmonia, pelos mais variados motivos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar a pesquisa, criação e estreia de um novo espetáculo de dança contemporânea, com criação coletiva, que busca mergulhar fundo nos mistérios da mente e do cérebro e transmitir ao público, através da dança, da música e de efeitos visuais, um pouco deste maravilhoso e complexo universo. Da relação do corpo humano com o seu entorno através de interações motoras e sensoriais (visão, olfato, audição, paladar e tato) em um nível macro, passando pelo quase milagroso processo das sinapses neuronais em um nível micro, "SINAPSES" ainda buscará demonstrar o que pode acontecer quando este delicado sistema não funciona em harmonia, pelos mais variados motivos. Por esta razão, "SINAPSES" usará como base de pesquisa a literatura científica sobre o tema, de modo a transmitir, ainda que artisticamente, informações as mais precisas possíveis sobre um assunto tão rico e complexo. E para complementar, a equipe de criação coletiva buscará "insights" de instituições e profissionais renomados de áreas como Psicologia, Psiquiatria, Neurologia, Fisiatria, etc., não apenas para saber o que seria importante de ser abordado num espetáculo como este mas, também, para saber o que deve ser feito para que a abordagem não corra o risco de esbarrar no capacitismo. O "SINAPSES" se enquadra às seguintes finalidades do PRONAC: "II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural." OBJETIVOS ESPECÍFICOS · Circulação e estreia do novo espetáculo Cidades beneficiadas: Belo Horizonte, São Paulo, Salvador, Manaus e Goiânia _ as cidades contempladas poderão sofrer alteração, de acordo com a localização das empresas patrocinadoras. Realizar um total de 07 apresentações de "SINAPSES" - Espetáculo com duração de 45 minutos, de fácil montagem e circulação, e que maximize o trabalho coreográfico e celebre a criação coletiva multilinguagem, com entrada a preços populares e reserva de cotas sociais para públicos mais vulneráveis, estudantes, pessoas com deficiência visual, física, auditiva e intelectual. Público total: 8 mil pessoas. · Ações Formativas e Ensaio Aberto - Contrapartidas - Oficinas de dança e composição coreográfica (2 oficinas em cada cidade contemplada). Ensaio Aberto - Em cada cidade beneficiada será realizado um ensaio aberto, com entrada franca para jovens da rede pública de ensino local. As escolas receberão o convite com antecedência, para que possam se organizar em termos de transporte. - 05 ensaios abertos da montagem "SINAPSES", um em cada cidade beneficiada. O objetivo é levar aos jovens estudantes da rede pública de ensino mais informações sobre o teatro, incentivar a leitura, o espírito crítico e a apropriação dos processos criativos. Público total: 250 pessoas (50 jovens por cidade). Fomentar a economia criativa local e formar público, promovendo acesso facilitado de forma democrática e descentralizada para a população mais vulnerável, através da circulação do espetáculo "SINAPSES", com a promoção de ensaios abertos para jovens da rede pública de ensino.

Justificativa

O projeto "SINAPSES" é relevante para a democratização do acesso à cultura e para a sociedade por trazer uma nova perspectiva, artística e interativa, sobre os mistérios da mente e do cérebro humano e como ele se relaciona com o corpo e o ambiente. Além disso, a criação coletiva do espetáculo de dança contemporânea busca transmitir artisticamente informações precisas sobre um tema tão complexo e rico. Pensar o corpo, a voz e as interações audiovisuais como portais de inscrição de saberes, esta é a intenção do projeto. Reunindo uma equipe qualificada e reconhecida pelo potencial técnico e artístico, o projeto pretende ultrapassar as linhas imaginárias que delimitam a dança contemporânea, sendo atravessada pela dramaturgia, pela música, pelas artes plásticas, audiovisual, psiquiatria, dialogando com a pluralidade do universo científico, literário e artístico. Há na arte tantas imersões criativas, processos de descoberta e de auto descoberta. A pesquisa coreográfica terá como fio condutor entrevistas e pesquisas com profissionais e pessoas que vivenciaram situações ligadas ao bom ou mau funcionamento de suas conexões cerebrais. A proposta de CIRCULAÇÃO e também os ENSAIOS ABERTOS é levar ao público, de forma artística mas com embasamento científico, os mistérios da mente e do cérebro, dando destaque ao diálogo do corpo com a voz, a música e a poesia, atravessada por novas tecnologias, como a projeção mapeada. O projeto "SINAPSES" se enquadra nos seguintes incisos do Art.1º da Lei 8313/91: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" A realização do projeto contribuirá com as finalidades e objetivos descritos na Lei Rouanet (Arts. 1o e 3o) ao promover a formação artística e cultural, valorizar os recursos humanos e conteúdos locais, apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus respectivos criadores, proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto necessita de incentivo fiscal para sua realização, pois a pesquisa, criação e estreia de um espetáculo de dança contemporânea requerem recursos financeiros significativos. Para tanto, a necessidade da aprovação junto aos mecanismos de financiamento e fomento à cultura, para além é importante destacar todos os desdobramentos da criação do espetáculo, geração de emprego e renda, democratização do acesso, descentralização das atividades, preservação da memória material e imaterial daqueles que constroem o acervo cultural deste país. Um projeto de espetáculo que envolve em seu núcleo artístico bailarina, iluminador, coreógrafo, cenógrafo, músicos, diretor cênico, equipe de produção, equipe de audiovisual e projeção mapeada, em um esforço coletivo de mais de 15 profissionais diretos e cerca de 120 de forma indireta, com a expectativa de que um público de mais de oito mil pessoas possa assistir. Para cumprimento das finalidades expressas, a proposta "SINAPSES" atende aos seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91: "I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Futuramente, o projeto se propõe a ampliar seu alcance, produzindo e disponibilizando material escrito com informações mais completas sobre temas abordados no espetáculo, como conexões neurais, transtornos do sistema nervoso, os cinco sentidos, entre outros. Caso consiga novos apoios culturais, ampliar as oficinas e realizar composições coreográficas com alunos e/ou pacientes de instituições ligados aos temas acima citados.

Especificação técnica

Pesquisa de campo com profissionais de Psiquiatria, Psicologia, Neurologia, Fisiatria, etc, e com pessoas que vivenciaram situações ligadas ao bom ou mau funcionamento de suas conexões cerebrais, para embasamento científico do conteúdo artístico do projeto. Roteiro: criação coletiva dos profissionais Luis Arrieta, bailarino e coreógrafo que recentemente foi diagnosticado com o quadro de neuropatia; Marcelo Reis, produtor musical e pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA); Elaine Reis, bailarina e coreógrafa com vivências na família de situações ligadas ao bom ou mau funcionamento de suas conexões cerebrais. Direção de imagens / vídeo / CGI: criação coletiva dos profissionais de captação / edição de vídeo e de computação gráfica / efeitos visuais (CGI / VFX). Projeção mapeada (Video Mapping) e cenário: projeções de imagens que se adequem a superfícies tridimensionais, sejam elas em grande ou pequena escala. Nesta pesquisa coreográfica, a ideia é usar, além dos espaços da caixa cênica, o próprio corpo da bailarina para projetar palavras e imagens que se soltam, movimentos que começam no corpo e terminam no ciclorama, ou vice-versa. O cenário será composto por uma grande caixa acrílica que irá funcionar como uma fronteira entre o real e o imaginário. Figurino: Em função da projeção mapeada, o figurino será uma construção conjunta com a luz e cenário, necessitando uma pesquisa de design e tecidos que absorvam cor e expandam ao mesmo tempo, para que não se tenha uma luz que estoure no espaço cênico. Trilha sonora: Será assinada pelo artista mineiro e multinstrumentista Rogério Delayon e pelo produtor de música eletrônica Marcelo Reis, que participarão da imersão da pesquisa, para compor a partir do que está sendo criado coreograficamente. Direção cênica: A direção cênica será de Lavínia Pannunzio, reconhecida na cena teatral, destacada com vários prêmios, entre eles, APCA e Coca-Cola, pela atuação no cinema, televisão e teatro.

Acessibilidade

PRODUTO: Circulação e estreia do novo espetáculo ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espetáculos acontecerão em locais dotados de uma estrutura física para obesos e cadeirantes, banheiros adequados para deficientes, os quais contaram com sinalização e monitores para acompanhamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: os espetáculos contarão com atendimento a deficientes visuais, observando que o espaço possui piso tátil para acessibilidade física; será disponibilizado audiodescrição, sinalização em braile e monitor para acompanhamento. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: os espetáculos contarão com atendimento a deficientes auditivos, disponibilizando intérprete de libras e monitores. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Disponibilização de monitor para acompanhamento. RUBRICAS INSERIDAS PARA ACESSIBILIDADE: Monitor, Locação de espaço para evento, Sinalização, Intérprete de Libras, Audiodescrição. PRODUTO: Ações Formativas e Ensaio Aberto - Contrapartidas ACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços nos quais serão realizados os ensaios abertos deverão ser dotados de uma estrutura física que consiste em elevador, rampas, espaços para obesos e cadeirantes no cine auditório, banheiros adequados para deficientes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: os ensaios abertos contarão com atendimento a deficientes visuais, observando que o espaço possui piso tátil para acessibilidade física; será disponibilizado monitor para acompanhamento. As aulas serão todas faladas, suprindo a necessidade dos deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: os ensaios abertos contarão com atendimento a deficientes auditivos, disponibilizando intérprete de libras. Ressalta-se ainda que todos os profissionais selecionados para ministração de oficinas possuem formação na linguagem de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS, ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Disponibilização de monitor para acompanhamento. RUBRICAS INSERIDAS PARA ACESSIBILIDADE: Monitor e Intérprete de Libras

Democratização do acesso

Os produtos culturais resultantes do “SINAPSES” serão distribuídos, respeitando os limites do artigo 27 da IN 01/2023: 1. Nas cidades contempladas, os ingressos serão distribuídos da seguinte forma: - 15% para distribuição gratuita promocional para os patrocinadores; - 15% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; - 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; - 60% para comercialização a preços populares de R$ 40,00, sendo 50% dos ingressos destinados para meia entrada no valor de R$ 20,00, conforme legislação. 2. Em todas as cidades, os locais de realização do evento serão de fácil acesso à população, e bem servidos pelos meios de transporte público. Público estimado nas apresentações: 8.000 pessoas. 3. Ações Formativas: Ações 100% gratuitas. As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes de instituições públicas de ensino. Público estimado das ações formativas: 250. Público estimado total: 8.250 Em atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, serão cumpridadas as medidas de Ampliação do Acesso estabelecidas a saber: 1.PRODUTO: “CIRCULAÇÃO”: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caputdo art. 27; 2. PRODUTO: “ENSAIOS ABERTOS (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS)”: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Elaine Reis (bailarina, coreógrafa e interprete do espetáculo) Elaine Reis é bailarina, professora e coreógrafa de balé, jazz e dança contemporânea. Iniciou sua carreira profissional em 1987, tendo trabalhado no Ballet Cristina Helena, Grupo Oz, Sesiminas Cia de Dança, Grupo Camaleão, Núcleo Artístico de Dança, Academia Internacional de Dança, Centro Mineiro de Danças Clássicas, Primeiro Ato Centro de Danças e Meia Ponta Cia. de Dança. Atuou no musical Hilda Furacão e no espetáculo IT, cuja elaboração, captação de recursos, produção executiva do projeto, direção e composição coreográfica também eram de sua responsabilidade. Dirigiu e produziu os espetáculos: Tribos Urbanas e As Faces de Eva, com bailarinos amadores e alunos de contemporâneo e jazz. Trabalhou como assistente de direção no Grupo Camaleão e assistente de produção/ensaiadora no show "Amigos", em BH e no musical "O Vale Encantado", de Oswaldo Montenegro, em parceria com o Núcleo Artístico. Em Nova Iorque, desenvolveu, junto à sua orientadora, na New York University, um projeto para realização de uma Feira Cultural Brasileira, com artistas, residentes no Brasil e nos EUA. Frequentou o curso Off-Broadway com o intuito de pesquisar espetáculos mais intimistas, para espaços alternativos e menores, uma tendência que cresce nos EUA e no Brasil. Foi agraciada com bolsas de estudos para Nova Iorque e Los Angeles, tendo frequentado cursos na Edge Performing Arts Center (LA), Broadway Dance Center, Steps on Broadway e Alvim Ailey (NYC), nas modalidades: Balé, Dança Contemporânea, Dança Moderna, Jazz Dance, Musical Theater, Street Jazz, Lyrical Jazz, Prevenção de Lesões, Alongamento e Condicionamento físico para bailarinos. Sempre na busca de maiores conhecimentos para a prática da dança, dentro de um conceito baseado na saúde física, mental e espiritual, cursou Pós-graduação em Dança e Consciência Corporal na FMU e Extensão em Imagem Corporal na PUC, em São Paulo. Além da prática diária de Yoga, Pilates, Balé, Jazz e Dança Contemporânea, buscou outras fontes de pesquisa como Fisioterapia, Osteopatia, RPG, Rolphing, Biomecânica e Fisiologia, na prática e na teoria. Pensando nas lesões mais comuns em bailarinos, estudou e pesquisou, em BH, SP e NY, formas de minimizar os riscos descontraí-las, aliando dança às diferentes terapias e técnicas corporais, como Pilates, ginástica funcional, yoga e meditação. Vem desenvolvendo um método próprio para o ensino e prática da dança nas suas várias modalidades, sempre respeitando os limites do corpo dentro de cada faixa etária e estágio de desenvolvimento artístico. Um método moderno, diferenciado, mas, sobretudo, muito prazeroso para quem vai praticar a dança. Idealizadora e produtora do SID BH - Simpósio Internacional de Dança de Belo Horizonte, que teve sua 1ª edição em 2018 e que fará a 6ª edição em junho de 2024. Atualmente, Elaine é diretora do Studio It Produções, diretora artística e curadora do SID - encontro para profissionais e estudantes de dança que buscam um espaço de capacitação em dança, democratização de acesso à cultura e excelência em qualidade de cada edição. Diretora do Circuito Mineiro de Danças – que leva diversas manifestações culturais e artísticas ao interior de Minas. É convidada para ministrar cursos, palestras e ser jurada em Concursos e Mostras de Dança. FORMAÇÃO ACADÊMICA MBA / Pós-graduação: Gestão de Empreendimentos Culturais – PUC/MG (2023) Pós-graduação: Dança e Consciência Corporal – FMU (2009) Extensão: Imagem Corporal – Departamento de Psicologia - PUC/SP (2008) Extensão: Entertainment Marketing (New York University - NYU) 2005 e 2006 Graduação: Comunicação Social - Publicidade e Propaganda (1994) - PUC/MG Idioma: Português e Inglês fluente FORMAÇÃO EM DANÇA Simpósio Internacional de Danças – Belo Horizonte/MG (2018 a 2023) Congresso Internacional de Jazz – Indaiatuba/SP (2015 a 2022) Studio It – Belo Horizonte/MG (2014 a 2020) Studio 3 – São Paulo/SP (cursos - 2011) Estúdio Ballet Cisne Negro – São Paulo/SP (2008) Raça Cia de Dança - São Paulo/SP- (cursos de 1997 a 2010). Royal Academy of Dancing – Intermediate (with distinction) - 2007. Broadway Dance Center - Manhattan/NY – 2006 e2007. Meia Ponta Cia de Dança - Belo Horizonte/MG -2001 a 2005. 1º Ato Centro de Danças - Belo Horizonte/MG – 2002 e 2003. Centro Mineiro de Danças Clássicas - Belo Horizonte/MG – 1999 a 2001. Studio Núcleo Artístico e Grupo Camaleão - Belo Horizonte/MG - 1993 a 1999 Studio de Danças Cristina Helena e Grupo Oz - Belo Horizonte/MG - 1986 a 1992. Estudou com: Bettina Bellomo, Prof. Carlos Leite, Luis Arrieta, Ofélia Gonzales, Pablo Morales, Ilara Lopes, Eliana Karin, José Wanderley Lopes, Tíndaro Silvano, Graça Sales, Maria Clara Sales, Cristina Helena, Mercedes Beltran, Tuca Pinheiro, Mário Nascimento, Paulo Babreck, Carlota Portela, Roseli Rodrigues, Érica Novachi, Lúcia Aratanha, Sônia Motta, Rose Akras, Ismael Guizzer, Toshie Kobayashi, Gustavo Lopes, Mirian Druwe, Cristiana Meneses, Vicente Hernandes (condicionamento e fortalecimento para bailarinos), JC Violla e Jomar Mesquita (Dança de Salão), Carla Salvagni (Dança Esportiva), Fernando Barba (percussão Corporal- Barbatuques), Jô Braska Negrão (Didática da Dança), Valério Césio (Composição Coreográfica), Bill Young, Michel Assaf, Ginger Cox, Brice Mousset, Tracie Stanfield, Rhapsody, Desmond Richards, Cecília Martha, Michael Blake, Chet Walker, Oliver Steele, Max Stone, John Leggio, Nick Palmquist, Bill Prudich, Malaya, Melissa Miles, Terri Best, Derek Mitchell, Roberta Fontana Lavínia Pannunzio (Diretora artística de cena) Atriz desde 1980 Como diretora, meus principais trabalhos foram ZOOLÓGICO DE VIDRO, de Tennessee Williams; AY CARMELA!, de José Sanchis Sinisterra; NÉVOA – FROM WHITE PLAINS, de Michael Perlman; É NATAL EM SÃO PAULO, FAMÍLIA – PODCAST; 4 X 4 TRÁGICAS – projeto áudio-visual-teatral – criação e direção; MICROALUCINAÇÕES AMOROSAS – projeto áudio-visual-teatral –, de Amarildo Felix; A SERPENTE, de Nelson Rodrigues; UNFAITHFUL, de Owen MacCafferty; Criei, roteirizei, dirigi e produzi o XI PRÊMIO FIESP DE CINEMA; 3 MULHERES BAIXAS, de Emilio Boechat; CORA CORALINA, REMOVENDO PEDRAS E PLANTANDO FLORES, de Mauro Hirdes; COVIL DA BELEZA, de Eduardo Ruiz; SERPENTE VERDE, SABOR MAÇÃ, de Jô Bilac; SONS DE FORA, de Lucas Lassen (audiovisual); CLAUSURA, de Gustavo Sol – vencedor do Edital de CoPatrocínio para Primeiras Obras, do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso; PELOS ARES, de Pedro Guilherme – vencedor do 14º FESTIVAL DA CULTURA INGLESA; CHORÁVAMOS TERRA ONTEM À NOITE, de Eduardo Ruiz – indicado ao PRÊMIO SHELL DE MELHOR TEXTO – 2009; O RUFIÃO NAS ESCADAS – Um ensaio para Joe Orton, de Joe Orton; QUANDO EU ERA CRIANÇA, de Duílio Ferronato. Adaptei e dirigi VELUDINHO e ERA UMA VEZ UM RIO de Martha Pannunzio – PRÊMIOS – APCA 2006 DE MELHOR ESPETÁCULO e MELHOR ATOR (p/ Ando Camargo); COCACOLA FEMSA – 2006 DE MELHOR ESPETÁCULO, MELHOR DIREÇÃO e MELHOR CENÁRIO (p/Márcio Vinícius) – além das 04 indicações para MELHOR TEXTO, MELHOR ATOR, MELHOR ILUMINAÇÃO E MELHOR FIGURINO; e PRÊMIO ESTÍMULO FLÁVIO RANGEL 2005. Produzi, roteirizei, dirigi e apresentei, ao lado de Leonardo Ventura, PRÓLOGO – programa semanal de entrevistas sobre Cultura e Artes – Canal TV DEMOCRACIA / YOUTUBE – entre 04/2020 e 12/2021; Participei como atriz nas leituras encenadas dentro do projeto 7 LEITURAS – diálogos do isolamento – SESC 24 DE MAIO / YOUTUBE MEDIDA PROTETIVA, 5 X SHAKESPEARE e NAVALHA NA CARNE, direção Mika Lins e Sérgio Glasberg; Criei e atuei em ELIZABETH COSTELLO, transposição do livro homônimo de JM Coetzee, dramaturgia e direção de Leonardo Ventura –em plataformas digitais em 2021/2020, além de 2 temporadas – TUSP – “Atividades Interrompidas” em 16/03 – Indicado ao PRÊMIO APCA de Melhor espetáculo – 2021; Participei como atriz da leitura de CALÍGULA, de Albert Camus, direção Eric Lenate, dentro do projeto 7 LEITURAS – SESC CONSOLAÇÃO – 2019; Com direção de Eric Lenate, atuei também em REFLUXO, de Ângela Ribeiro – indicação ao PRÊMIO APLAUSO BRASIL de ATRIZ COADJUVANTE – 2017, LUDWIG E SUAS IRMÃS, de Thomas Bernhard, VESTIDO DE NOIVA, de Nelson Rodrigues, e UM VERÃO FAMILIAR, de João Fábio Cabral – PRÊMIO SHELL DE MELHOR ATRIZ – 2012. Atuei em BRIAN OU BRENDA, de Franz Keppler, direção de Yara de Novaes e Carlos Gradim; Atuei em A COR QUE VEIO DO ESPAÇO e O POÇO E O PÊNDULO – concepção e direção de José Roberto Jardim; Sob a direção de Gabriel Villela, atuei em BOCA DE OURO, de Nelson Rodrigues, – indicação ao PRÊMIO APLAUSO BRASIL de ATRIZ COADJUVANTE – 2017 –, em ESPERANDO GODOT, de Samuel Beckett, e em O MAMBEMBE, de Arthur Azevedo. Atuei em DIAS DE FELICIDADE, De Leilah Assumpção, direção Regina Galdino; VIDAS PRIVADAS, de Nöel Coward, direção José Possi Neto; A DESCIDA DO MONTE MORGAN, de Arthur Miller, direção Luiz Villaça; FORA DE MIM, adaptação do livro homônimo de Martha Medeiros; A ILUSÃO CÔMICA, de Pierre Corneille, e A BILHA QUEBRADA, de H. Von Kleist, ambas dirigidas por Márcio Aurélio, pelas quais recebi o PRÊMIO APCA DE MELHOR ATRIZ – 2011 e a indicação ao PRÊMIO SHELL DE MELHOR ATRIZ – 2011; A SERPENTE NO JARDIM, de Alan Ayckbourn, direção de Alexandre Tenório – PRÊMIO APCA DE MELHOR ATRIZ – 2011 e indicação para o PRÊMIO SHELL de MELHOR ATRIZ – 2011. LIGAÇÕES PERIGOSAS, de Christopher Hampton; ESTRANHO CASAL, de Neil Simon, direção Celso Nunes; HONEY, de Shelagh Delaney, direção Fernanda d’Umbra; SOLTANDO OS CACHORROS, de Rodrigo Murat. HOMEM SEM RUMO, de Arne Lygre, direção de Roberto Alvim. PROMISQUIDADE, de Pedro Vicente – indicação ao PRÊMIO MAMBEMBE DE MELHOR ATRIZ – 1997; ATOS E OMISSÔES, de Bosco Brasil – indicação ao PRÊMIO MAMBEMBE DE ATRIZ COADJUVANTE, 1995; AS MULHERES DA MINHA VIDA, de Neil Simon; em TANTO FAZ, CLAVÍCULAS, DENTES GUARDADOS, POSTCARDS DE ATACAMA, MEDUSA DE RAYBAN e O QUE RESTOU DO SAGRADO, de Mário Bortolotto; em JOÃO E CARLOTA com Zé Renato; com Felipe Hirsch em A VIDA É CHEIA DE SOM E FÚRIA e TEMPORADA DE GRIPE, de Will Eno; Márcio Araújo em 3,2,1, ZÉ AMARO E IRINEU e A HORA É AGORA; Alexandre Stockler em WILD' STORIES, LINHA DE FUGA e 13 MOVIMENTOS, com quem dividi essas criações; Zé Celso em CACILDA!; Emilio di Biasi em BUDRO; André Pink, Cristiane Paoli Quito e Yacov Hillel. No audiovisual atuei em DISTÂNCIA SEGURA, cinema-digital de Alexandre Ingrevalio; no clip GOUTS DRIPPING, de Gui Cicarelli, dirigido por Willians Mezzacappa; PÉROLA, de Murilo Benício; GETSÊMANI, de Mário Bortolotto; O QUARTO, de Luna Grimberg; BOLEIROS 2, de Ugo Giorgetti; TUDO QUE É SÓLIDO PODE DERRETER, de Rafael Gomes e no clip COTIDIANO DE UM CASAL FELIZ, de Jay Vaquer, dirigido por Esmir Filho. Na TV participei de ÉRAMOS SEIS (GLOBO); ARUANAS (GLOBO); SAMANTHA! (NETFLIX); LIGAÇÕES PERIGOSAS (GLOBO); BELEZA S/A (O2 FILMES); PSI (HBO); 9mm (FOX); DESCOLADOS (MTV); ALÉM DO HORIZONTE & 2 APÊS (TV CULTURA); DANCE, DANCE, DANCE (BAND), AS PUPILAS DO SR REITOR, O DIREITO DE NASCER & CHIQUITITAS (SBT), SANDY & JR (GLOBO). ED ANDRADE - CENÓGRAFO CARREIRA/ CARREER Ed Andrade (Eduardo Andrade) nasceu em 1973, é mineiro de Belo Horizonte, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mestre em Artes pela UFMG, doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, com sanduíche na Columbia University, em Nova York, e professor efetivo do Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG desde 2008. Iniciou sua carreira como cenógrafo em 1999 e já desenvolveu mais de sessenta trabalhos profissionais nas áreas de teatro, dança, música, TV e cinema, tendo como especialidade a área das artes cênico-performáticas. De 2003 a 2008 foi sócio-fundador da empresa Osla Arquitetura, juntamente com os arquitetos Luciana Bragança, Luciane Oliveira, e Rodrigo Lavalle, com os quais dividiu a assinatura de mais uma centena de projetos de arquitetura, além de suas criações na área de cenografia. Recebeu diversas indicações para premiação de concepção cenográfica, tendo conquistado duas vezes o Prêmio COPASA/SINPARC, cinco vezes o Prêmio USIMINAS/SINPARC e uma vez o Prêmio SESC/SATED MG. Coordenou dezenas de montagens no Brasil e no exterior, tendo participado de importantes festivais internacionais em países da Europa, América do Sul e América do Norte. Já ministrou diversos cursos e palestras na área e mantém atividades de docência e pesquisa no campo da realização plástica e técnica do espetáculo, coordenando o Laboratório de Cenografia e Iluminação Cênica da UFMG. Em 2012 e 2013 foi coordenador do Núcleo de Pesquisa em Cenografia do Galpão Cine Horto e atualmente integra o Grupo de Pesquisa Cenografia e outras práticas espaciais cênico performáticas. Sua linha de investigação inclui a apropriação de tecnologias pela cena, iluminação cênica e a aproximação entre as artes cênicas e as artes visuais. Sua tese de doutorado, intitulada O espaço encena: teatralidade e performatividade na cenografia contemporânea, toma como paradigma as noções de teatralidade e performatividade para investigar o espaço em cena, ou como o espaço encena, transformando-se em ferramenta de dramaturgia e de escrita cênica. PRÊMIOS/ AWARDS CARREIRA/ CARREER 2015 Prêmio COPASA/SINPARC: Cenografia Teatro “Humor”, Grupo Quatroloscinco. 2015 Prêmio COPASA/SINPARC: Cenografia Dança “Pretérito Imperfeito”, Mimulus Cia de Dança. 2012 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança “Horas Possíveis – Enquanto Seu Lobo não vem”, Camaleão Cia de Dança. 2010 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança “Por um fio”, Mimulus Cia de Dança. 2008 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança “Parcours”, Prêmio Estímulo às Artes da Fundação Clovis Salgado. 2007 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança “Do lado esquerdo de quem sobe”, Mimulus Cia de Dança. 2004 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança “De Carne e sonho”, Mimulus Cia de Dança. 2002 Prêmio SESC/SATED: Cenografia Dança “E esse alguém sabe quem”, Mimulus Cia de Dança. CRÍTICAS/ PRESS TRABALHOS/ WORKS GALERIA/ GALLERY INDICAÇÕES/ NOMINEES 2015 Prêmio COPASA/SINPARC – Iluminação pelo espetáculo “Pretérito Imperfeito”, Mimulus Cia de Dança. 2015 Prêmio COPASA/SINPARC – Cenografia pelo espetáculo “#140 ou vão”, Cia Afeta. 2014 Prêmio COPASA/SINPARC – Cenografia pelo espetáculo “Prazer”, Cia. Luna Lunera. 2014 Prêmio SHELL SP – Cenografia pelo espetáculo “Prazer”, Cia. Luna Lunera. 2012 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança pelo espetáculo “Entre”, Mimulus Cia. De Dança. 2010 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Teatro Adulto pelo espetáculo “Dom Juan no espelho”, Produção Beto Placides e Márcio Miranda. 2009 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Teatro Adulto pelo espetáculo “Do tempo e da paixão: Fragmentos descontínuos de Frida Kahlo”, Cyntillante Produções. 2008 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Indicado na categoria Cenografia Dança pelo espetáculo “Dolores”, Mimulus Cia. De Dança. 2008 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança pelo espetáculo “Tá passando...”, Camaleão Cia de Dança. 2001 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Teatro Adulto pelo espetáculo “Defunto bom é defunto morto”, Ricardo Batista. 2001 Prêmio USIMINAS/SINPARC: Cenografia Dança pelo espetáculo “Barrocando”, Benvinda Cia de Dança. 2000 Prêmio SINPARC: Cenografia Dança, pelo espetáculo “Beijo: nos olhos, na alma, na carne...”, Grupo de Dança Primeiro Ato. Luis Arrieta (Diretor Artístico Coreográfico) FORMAÇÃO PROFISSIONAL Original de Buenos Aires, Argentina, inicia seus estudos de dança na Escuela del Ballet Contemporáneo de la Ciudad de Buenos Aires, e cenografia na Universidad de El Salvador, em 1972. Em mais de 150 criações coreográficas trabalha com os mais variados temas e gêneros musicais, junto a diversas companhias internacionais e as mais importantes do Brasil. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Coreógrafo, bailarino, professor e pesquisador, com mais de 150 criações de assinatura inconfundível, desenvolveu seus estudos e carreira principalmente no Brasil, atuando junto às mais importantes companhias de dança do país como também na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa em montagens e turnês. Reconhecido com inúmeros prêmios e monções honrosas pelo seu trabalho na área. Coreógrafo, bailarino, professor e pesquisador, com mais de 150 criações de assinatura inconfundível, iniciou-se em Buenos Aires e desenvolveu seus estudos e carreira principalmente no Brasil. Sua primeira coreografia, Camila, data de 1977 e desde então em mais de uma centena de obras tem trabalhado com os mais variados temas e gêneros musicais, junto a diversas companhias internacionais da Europa e das Américas, bem como à companhias oficiais brasileiras e aos mais importantes grupos de dança do Brasil. Ocupou por duas vezes o cargo de Diretor Artístico do Balé da Cidade de São Paulo - em 1981 e de 1986 a 1988 - e foi co-fundador e Diretor Artístico do Elo Ballet de Câmara Contemporâneo de Belo Horizonte (1982). Paralelamente a suas atividades como coreógrafo, professor e bailarino, tem integrado júris dos mais importantes festivais e encontros de dança do Brasil e do exterior. Por sua contribuição à dança brasileira foi agraciado com inúmeros prêmios e distinções, dentre os quais se destacam: Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte - APCA - (1977, 1979, 1980, 1988); Prêmio Governador do Estado de São Paulo (1978 e 1979); Prêmio Conselho Estadual de Cultura de Salvador (1985), Bolsa Vitae de Artes para Criação Coreográfica e Pesquisa (1991) e diversos prêmios de Melhor Coreógrafo e Melhor Coreografia concedidos pelos mais importantes festivais de dança do país. Diretor, co-diretor, assistente, mâitre, pesquisador e coreógrafo das mais importantes companhias assim como mentor e colaborador de escolas e grupos iniciantes no âmbito nacional, também atua na América Latina, Estados Unidos e Europa em montagens e turnês. Considerado um dos mais importantes influentes e respeitáveis na dança no país. Reconhecido com inúmeros prêmios, menções honrosas, registros e livros biográficos pelo seu trabalho na área. Luis Arrieta apresenta-se na sua maturidade em especiais eventos de dança trazendo ao palco toda a sua experiência e sensibilidade interpretando próprias criações. Rogério Delayon (músico e criador da trilha sonora do espetáculo) Rogério Reis Pinto, nome artístico, Rogério DELAYON, um nome abrasileirado de LYON que é leão, é um artista singular, de uma trajetória muito significativa para a cena musical mineira e nacional, Diretor musical e multi-instrumentista, atuou ao lado de grandes artistas, entre eles Zeca Baleiro, Zizi Possi, Vanessa da Mata, Vander Lee, Beto Guedes, Sandy e Júnior, Paulinho Moska, Luiz Melodia, abriu shows internacionais, abriu o show da banda Deep Purple e do guitarrista Steve Vai com a Banda Joker. Participou do Festival “Todos os Cantos do Mundo” com o cantor Zeca Baleiro e o grupo Vartinna (Finlândia). Dividiu o palco com o guitarrista Paul Gilbert no Workshop da Laney. Abriu o show da Banda R.E.M. com o cantor Wilson Sideral. Dirigiu a gravação de álbuns musicais reconhecidos nacional e internacionalmente. Delayon lançou o single duplo “Na mosca” e “Trupica” (Quae Music), antecipando duas faixas do álbum “Meu tempero”, que chegará em junho. É o primeiro trabalho solo e autoral do elogiado produtor, que agora se assume como cantor. Marcelo Reis (Roteiro, Criação e Produção de Trilha Sonora) Formação: Faculdade de Odontologia da UFMG (FOUFMG) – 1993 / 1997 Experiência: * Tradutor de Audiovisual (Home Office) Neo Craft Legendas (Curitiba / PR) Julho/2006 - atualmente Tradução de várias séries e filmes dos canais E!, Sony e AXN, como “Station 19”, “Marvel's Agents of SHIELD”, “Saturday Night Live”, “Criminal Minds”, entre outras. No total, foram 1306 traduções neste período. * Músico, Sound Designer (Home Office) Medusa Head Games (Balneário Camboriú / SC) Janeiro/2020 – Dezembro/2020 Produção de todas as músicas e efeitos sonoros para o jogo “Hell Pages”, além da mixagem e masterização. * Webmaster, Editor-Chefe, Resenhista-Chefe (Home Office) Animehaus (Belo Horizonte / MG) Janeiro/2002 – Janeiro/2022 Criador, resenhista-chefe e editor-chefe do Animehaus, o maior site nacional de resenhas de animes até o seu encerramento. Habilidades: ● Domínio do software de produção musical “FL Studio”, assim como ferramentas correlatas usadas em produção musical (instrumentos virtuais, VST Effects, MIDI, etc) ● Mais de 35 anos de experiência com produção musical em computadores, começando nas plataformas 8-bit (MSX) e 16- bit (AMIGA) usadas nas décadas de 80 e 90, e hoje trabalhando em Digital Workstations (DAWs) de última geração.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.