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O projeto cultural "Kunhãs" visa realizar um ciclo itinerante de exibições cinematográficas de impacto social e conjunto com ações educativas e culturais do documentário de longa-metragem "Kunhã Karai e as Narrativas da Terra" (105min) e do curta-metragem "Um Tempo para Mim" (21min), ambos dirigidos por Paola Mallmann com mulheres indígenas de diferentes povos e biomas brasileiros. A proposta é realizar sessões comentadas com a participação da diretora e mediadoras indígenas em 8 cidades do Brasil, contemplando espaços culturais, salas de cinema independente e escolas (indígenas e não indígenas); acompanhada da realização de palestras presenciais e a organização de uma publicação em formato de livro sobre os conteúdos dos filmes e sua pesquisa. A iniciativa articula cinema, mulheres, cultura indígena e educação intercultural,com ações de comunicação integrada de divulgação, promovendo a formação de público, o debate reflexivo sobre os filmes e uma ação pedagógica qualificada.
DOCUMENTÁRIO LONGA METRAGEM "KUNHÃ KARAI E AS NARRATIVAS DA TERRA" Teaser: https://youtu.be/iq_kOkmUxzM Sinopse: A história de vida e o movimento social de mulheres indígenas brasileiras se aproximam neste filme, em que os caminhos de luta, saberes e práticas de cura se entrecruzam no processo de se tornarem lideranças. Entre memórias, sonhos, elementos da cosmovisão ameríndia e organização política, reconhecemos a autenticidade de suas relações das com os territórios e com a ancestralidade brasileira. O protagonismo feminino indígena em defesa dos direitos originários, perpassa o debate sobre mudanças climáticas e regeneração dos biomas, elementos que apontam caminhos na busca de reconexão com a história indígena brasileira contemporânea e a cura da Terra. instagram: @kunhakarai.ofilme CURTA-METRAGEM "UM TEMPO PARA MIM" teaser: https://youtu.be/8QY1LnK9XgM Sinopse: Florência, uma menina mbya guarani vivencia a chegada da primeira menstruação seguindo os custumes de sua tradição. À noite, por recomendação da avó, que lhe prepara um remédio da mata (puã) , Florência fica reservada em uma pequena Opy, período em que não pode ver ninguém. Ocorre um eclipse da Lua e Florência tem um sonho misterioso que lhe conecta mais profundamente com a cosmologia indígena sobre as origens do sangue menstrual. LIVRO "Kunhãs" Este livro trará o processo de pesquisa e produção dos filmes, junto com as entrevistas completas feitas com mulheres indígenas brasileiras como Shirley Djukurnã Krenak, Francisca Arara, Edina Shanenawa, Nedina Yawanawa, Juliana Kerexu, Celita Djachuká, Kerexu Takua, Raquel Kubeo, entre outras. Trataremos tema como afirmação da identidade indigena, direitos territoriais, ancestralidade e espiritualidade, praticas de cura e de resistencia de cada uma, bem como mudanças climáticas.O livro terá até 80 paginas, com imagens realizadas do processo do filme. Haverá um capitulo especifico sobre o curta metragem e a questão da saúde menstrual e práticas indígenas, onde além do curta a diretora se propoe a analisar o filme sobre o mesmo tema produzido por uma cineasta indígena.
OBJETIVO GERAL: - Promover alcance, abrangência e formação de público através de um projeto que articule cinema e educação intercultural através da circulação e exibição do documentário "Kunhã Karai e as Narrativas da Terra" e do curta-metragem "Um tempo para mim" em contextos culturais diversos e circuitos alternativos. OBJETIVOS ESPECIFICOS: - 08 sessões comentadas do documentário em salas de cinema independente e espaços culturais em 08 cidades brasileiras, serão sessões gratuitas e abertas ao grande público com bate-papo, com presença da diretora e mediação cultural de participante indígena do filme ou que atue na temática do filme. - 08 exibições do curta-metragem exclusivas para estudantes, de escolas indígenas e não indígena e/ou universidades, com mediação de educadora indígena em 08 cidades do Brasil. - Publicar um livro com 500 exemplares com o conteúdo das entrevistas completas do filme e pesquisa
O presente projeto atua no eixo de promoção e difusão do produto cultural brasileiro em intersecção com debates culturais e ações educativas, dentro das seguintes finalidades conforme a Lei 8.313, II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E serão atingidos os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Fazemos filmes e criamos histórias para tratar de acessar as pessoas pela via do imaginário. No entanto, apesar da batalha para se ingressar no audiovisual, após a produção dos filmes temos uma grande lacuna de apoio para ações de exibição dos mesmos e a chegada ao público. O documentário e o curta-metragem abordam o imaginário das mulheres indígenas e também desconstróem o imaginário social limitante O documentário nos leva à uma aproximação com o universo de lideranças indígenas mulheres do Brasil, as práticas de cura e de luta pelos direitos originários e proteção dos territórios. Já o curta-metragem aborda a temática da primeira menarca e educação menstrual. O filme documentário flerta com o estilo roadmovie, percorrendo o território brasileiro de sul a norte e mostrando a perspectiva de diferentes mulheres indígenas do Brasil, de vários biomas e regiões, valorizando a dimensão espiritual, a riqueza cultural e ambiental desta diversidade. Um elemento secundário, mas não menos importante, é que a estrutura narrativa é conduzida por "caminhos", blocos narrativos, onde compreendemos diferentes contextos de vida rompendo com a ideia, imagem ou estereótipo de que há uma única forma de ser indigena ou de viver essa identidade, revelando que ser indigena é permeado por multiplicidades e possibilidades de atuação no cenário contemporâneo. Além dos aspectos visuais, toda a dimensão sonora do filme é indígena, nos seus diferentes idiomas trazendo a música tradicional e também urbana feita por artistas indígenas. O filme trata de forma sensível e poética, através das relações que vai costurando entre as protagonistas, a resistência e a busca pela superação das violências e adversidades (consequências do colonialismo) vividas pelas mulheres, seja em questões de gênero, resistência no campo, em aldeias, mas também no contexto urbano, dos movimentos sociais de luta pelos direitos e ocupação de espaços. Além do processo de trazer à tona e de forma abrangente a atuação das mulheres indígenas na história do Brasil, resgatando a raiz originária e ancestral na formação do país. A conexão das histórias de vida e situações que acompanhamos, fazem conexão direta com o feminino em geral, promovendo uma profunda identificação com mulheres do mundo inteiro, principalmente mulheres que ousam ser elas mesmas. Destacamos, o papel de salva-guarda das mulheres indígenas, detentoras de saberes tradicionais e multiplicadoras do bem-viver, em íntima relação com a proteção da natureza, dos rios, mares, biomas diversos, percebidos e vivenciados de forma sutil, pela diversidade espiritual na forma de cada uma delas se conectarem com o espírito da Terra, com Gaia, Pachamama.
LINK FECHADO DE ACESSO AO DOCUMENTÁRIO KUNHÃ KARAI E AS NARRATIVAS DA TERRA: https://vimeo.com/879983377/d2eb182ed2 *Não autorizamos a divulgação aberta do link do filme LINK DE ACESSO AO TEASER: https://youtu.be/iq_kOkmUxzM PÁGINA NO INSTAGRAM: @kunhakarai.ofilme Mulheres indígenas que participaram: Shirley Krenak, Francisca Arara, Nedina Yawanana Kerexu Takua, Iracema Nascimento, Talcira Gomes, Celita Djachuká, Ju Kerexu, Edina Shanenawa, Rosa Peixoto, Jera Guarani. O filme documentário foi feito através de recursos do Minc do Audiovisual Gera Futuro. A proponente do presente projeto é autora do argumento, roteiro, direção e produção associada. E o produtor executivo do documentário é tamb[em do presente projeto. LINK DE ACESSO AO CURTA-METRAGEM UM TEMPO PARA MIM: https://youtu.be/FSxboUl8NDw PÁGINA NO INSTAGRAM: @projeto_umtempoparamim A proponente do projeto é produtora oficial do curta metragem O filme rodou diversos festivais nacionais como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festiva de Gramado, Festival Guarnicê, Mostra Panorama de São Miguel do Gostoso, Trancoso, Mostra Ecofalante de São Paulo, entre outros, tendo sido premiado nas categorias de "Melhor Trilha Musical" em Gramado (2022) e Melhor Direção e Melhor Direção de Arte, no Festival Guarnicê de São Luís do Maranhão (2023). SOBRE O LIVRO Temos mais de 20 horas de entrevistas completas que pretendemos trasncrever e organizar também em formato de livro soltando algumas pilulas na internet para divulgação. Como entidades indígenas parceiras se destacam o CRIA Centro de Referência Indígena em Porto Alegre (RS), a Secretaria Estadual dos Povos Indígenas do ACRE, e o Instituto Shirley Djukurnã Krenak.
ITINERANCIA E EXIBIÇÕES DOS FILMES: FILME DOCUMENTÁRIO KUNHÃ KARAI E AS NARRATIVAS DA TERRA: 105 minutos som 5.1 Salas de cinema independente ou espaços culturais com equipamento sempre de preferencia CURTA METRAGEM UM TEMPO PARA MIM 21min,som 5,1,2k, DCP, Traduzido já para inglês, alemão, francês e espanhol, além do português - Será necessário utilizar rojetores, caixa de som e telão, de preferencia em escolas que já possuam tais equipamentos. PALESTRAS E SESSÕES COMENTADAS: Apenas um micronofe e caixa de som serão o suficiente. LIVRO: Estimamos uma publicação de 80 paginas, com imagens e colorida. Toda a etapa de revisão e etc será feita dentro do projeto.
O projeto "Kunhãs" prevê a contratação de um consultor de assessibilidade dentro da equipe de trabalho para coordenar e dar conta de que todo os aspectos do projeto no que envolvam a acessibilidade estejam sendo cumpridos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Para as atividades presenciais iremos procurar realiza-las em espaços em que garantam a acessibilidade física de pessoas com deficiencia, como cadeirantes, com rampas, espaços para acomodar durante a sessões. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: - O documentário Kunhã Karai e as Narrativas da Terra, ainda não possui acessibilidade, portanto, na primeira etapa de pré-produção deste projeto estaremos dotando a obra do recurso de audiodescrição, legendas LSE e Libras. Para as sessões comentadas após a exibição do filme, contaremos com interprete de libras. - O curta-metragem UM TEMPO PARA MIM, já possui legendas LSE e também LIBRAS, de modo que para o palestra que se seguirá após o filme iremos contar com interpretes de libras presenciais. E iremos produzir para o projeto a audiodescrição do filme. - A publicação do livro contará com uma versão de audiodescrição, a qual será enviada para pelo menos 05 instituições brasileiras que trabalhem com pessoas com deficiencia visual. COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: Tomaremos o cuidado e seguiemos as orientações da consultoria de acessibilidade no que diz respeito a comunicação e divulgação em redes sociais das nossas atividades, procurando realizar pelo menos 01 post referente a cada atividade a ser realizada que tenha uma dedicação especial para o público PCD.
AÇÕES DE DEMOCRATIZAÇÃO: - Promover 08 exibições exclusivas para estudantes, de escolas indígenas e não indígena e/ou universidades, com mediação de educadora indígena, gratuitas. Em que para cada sessão se estima um público de até 60 estudantes, em um total de 480 beneficiados diretamente na area da educação - Promover 08 exibições em espaços culturais e salas de cinema independente com sessões comentadas pela realizadora, onde estima-se para cada sessão um público de no minimo 100 pessoas. A entrada será gratuita, totalizando 800 beneficiados diretamente das sessões do documentário. - Quanto ao livro, além da porcentagem para o patrocinador, 20% da tiragem dos livros serão doadas para as instituições culturais vinculadas as mulheres indígenas atuantes no filme, 20% serão doados para espaços culturais de diferentes regiões do Brasil, outros 50% serão comercializados no perfil do instagram do filme pelo valor simbólico de R$25,00 reais. - O kit do projeto será distribuidos gratuitamente, por meio de sorteio no perfil do filme, em ações de exibição e lançamento do livro. - Será realizada uma oficina gratuita presencial de produção executiva para cinema com a produtora e o produtor do documentário com inscrições previas,com até 50 vagas em Porto Alegre. Promovendo o beneficio de pelo menos 60 pessas diretamente.
Paola Mallmann de Oliveira - Coordenadora do projeto, produtora e diretora dos filmes Cientista Social (UFRGS/2013), Formada em teatro, pela Escola de Teatro Popular do Ói Nóis Aqui Traveiz, Estagiou no Museu Antropológico do Rio Grande do Sul. Atuou na Rede dos Pontos de Cultura do RS, realizando diversos culturais em comunidades tradicionais, desenvolvendo aprendizados com a linguagem audiovisual. Mestre em Antropologia no Programa de Pós-Graduação em Antropologia na Universidade Federal Fluminense (2015-2017) com ênfase na linha de pesquisa sobre Arte, Imagem e Comunicação. Desenvolveu a dissertação sobre o processo de produção de um curta metragem documental com três aldeias mbya guarani da região metropolitana de Porto Alegre, obra audiovisual que foi realizada co, recursos do Fumproarte (edital público municipal). Produziu a exposição fotográfica "Revelações do Nhanderu: Mbya Mbarate". Estagiei no CIMI- Amazônia Ocidental e realizei uma especialização em Produção Cultural pelo Observatório Itaú Cultural. Fundou a Opará Cultural, visando a realização de projetos artísticos e culturais, com ênfase em cinema e audiovisual. Atuoa na Fundação Cinema RS desde 2019, como produtora executiva assistente, tendo atuado em projetos feitos em parceria com a Cinemateca Capitólio, no ano de 2023 coordenou a produção do 1 Encontro de Festivais Ibero-Americanos de Cinema e do VI Sul Audiovisual Market.No setor audiovisual tenho desenvolvido trabalhos como assistente de produção executiva de longas metragens nacionais em parceria com produtoras como a Pé Na Estrada Filmes, tais como "De Repente Miss" de Hsu Chien e "Filho do Mangue" de Eliane Caffé; para a Panda Filmes "Trás Las Huellas de Mengele" e "Réus 2 - De Volta ao Bairro", e produtora associada para o longa documentário "Kunhã Karai e as Narrativas da Terra", o qual assina também o argumento e direção. Realizou a produção e direção do curta-metragem etnoficcional "Um Tempo para Mim" com a Tekoa Koenju, comunidade mbya guarani de São Miguel das Missões. Realizou também o curta-metragem independente “Ensaio Flamenco” sobre mulheres que durante a pandemia tiveram no estudo da dança flamenca uma motivação na vida, junto com a professora Silvia Canarim. Foi assistente de produção do projeto Caravanas do RS Criativo, projeto da Secretaria da Cultura do Estado do RS, que visa a realização de oficinas e capacitações para fortalecer a economia criativa de diferentes segmentos culturais. Luiz Alberto Rodrigues - Produtor executivo: É graduado em História pela UFRGS e pós- graduado em Producción Audiovisual pela Universidade Complutense de Madrid. Criou a BR Audiovisual em 2022 e é sócio-diretor da Panda Filmes, produtora e distribuidora audiovisual brasileira fundada em 2002 e da produtora Pé Na Estrada Filmes, de 13 Natal/RN, mas também trabalha como produtor executivo contratado para outras produtoras, a exemplo de Accorde Filmes, FM Produções e 3D Produções, entre outras. Atua como produtor, diretor e colabora em roteirização. Atuou na realização de 26 longas-metragens e 7 séries para TV. Entre seus trabalhos mais recentes como produtor estão os longas-metragens: Kunhã Karai as Narrativas da Terra (2022/2023), documentário selecionado no edital “Audiovisual Gera Futuro” do MinC e em fase de apresentação a festivais; Casa Flutuante (2021/2022), drama social coproduzido com Portugal, emlançamento; Olha Pra Elas / Look at Them, documentário em pós-produção (2020/2021); Casa Vazia (2019/2021), selecionado no SANFIC e premiado como “Melhor Fotografia” Festival do Rio 2021 e com 5 prêmios do Festival Latino de Gramado 2022; Human Persons (2017/2018), coprodução com Espanha e Panamá, atualmente em pré-lançamento no Brasil e selecionado para o festival de Cinema Latino de Trieste, Itália (Nov.19), além, de ter participado do Festival do Rio 2018 e vários outros; Mi Mundial/Meu Mundial (2017/2018) co-produção com Uruguai e Argentina, premiado em 2017 com 3 prêmios no WiP do Festival Internacional de Guadalajara, como melhor filme juvenil no Festival de Estocolmo Junior e participação em 12 festivais internacionais, entre eles na competição oficial dos festivais de Busan, Miami, Mar del Plata e da mostra estrangeira de Gramado em 2018, onde recebeu o prêmio de “Melhor Ator”; é, também, o filme de maior bilheteria no Uruguai nos últimos 15 anos; Comboio de Sal e Açúcar (2016/2017) co-produção com Portugal, França; África do Sul e Moçambique, com 7 prêmios internacionais (nos festivais de Locarno, na Suiça; Johannesburgo, Canadá, Marrocos, Cairo e Montreal), além da seleção oficial nos festivais internacionais da Índia, do Rio de Janeiro e de Guadalajara, no México, entre outros Mauricio Guedes - Assessoria financeira e contábil: Graduado em Ciências Contábeis, ênfase em Controladoria pelo Centro Universitário Metodista IPA de Porto Alegre/RS e MBA em Controladoria e Gestão Tributária pela Universidade São Francisco de Porto Alegre/RS.Mais de 20 anos de experiência no financeiro e controladoria de empresa de grande e médio porte, com vivência nos diversos subsistemas de gestão e operacionais.Desde 2016 atuando em projetos culturais, como Gestor Financeiro, Contador, Prestação de Contas Financeira e Gestão Administrativa.Alguns projetos trabalhados;#Sperandires – Música e esperança em tempos de pandemia,35º Feira do Livro de São Leopoldo 2021,36º Feira do Livro de São Leopoldo 2022,Acervo do Museu da Brigada Militar,Castelo Simões Lopes de Pelotas/RS,Espetáculo Cuco, a linguagem dos bebes,Kleiton e Kledir 40 Anos,Museu Arqueológico do Rio Grande do Sul – Marsul,Museu Histórico de São Leopoldo,Onda da Canção Nativa de Osório,Operita Violoncello - montagem e circulação,Projeto Galeria de Artes da Restinga,Restauração da Catedral São Francisco de Paula (portas e janelas) de Pelotas/RS,Restauração do Museu do Carvão em Arroio dos Ratos,Segredos e Bastidores, a Rádio Osório que você não conhecia,Show Viva Natal Santa Maria,Vitor Ramil – Avenida Angélica em Porto Alegre. Rossana Geistera - Coordenadora de produção de impacto: Realiza o planejamento e a coordenação de produção de ações de distribuição de impacto social. É diretora de Mobilização e Engajamento do Good Pitch Brasil, maior plataforma mundial de networking para a distribuição de impacto de documentários, liderado pela DocSociety e DocSp. Assinou a produção de impacto de o Menino 23, de Belisario Franca, da Giros Filmes. Elisa Vieira - Direção de produção:É produtora audiovisual, jornalista, mestra e doutoranda em Comunicação Midiática, com Especialização em Cinema. Com mais de 10 anos de experiência no mercado de comunicação audiovisual, trabalhou com produção de eventos, produção executiva, direção de produção, produção de set e estágio docente. Enquanto profissional foram desenvolvidas as seguintes competências: planejamento e desenho de produção, agendamento e gestão de prazos, gerenciamento de equipes, acompanhamento de entregas e satisfação com clientes. Dos mais de 50 vídeos presentes em seu portfólio, destacam-se os trabalhos em filmes autorais, institucionais e videoclipes. Raquel Cássia Rodrigues - Palestrante indígena: É uma mulher indígena descendente das etnias Kubeo e Tukano, Natural de Manaus/Amazonas. Pedagoga, mestra e doutoranda em Educação na linha de pesquisa Educação Especial e Inclusiva pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2021). Tem experiência na Educação básica como professora da Rede Municipal de Porto Alegre/Rio Grande do Sul, atuando principalmente nos seguintes temas: Anos Iniciais, Literatura Indígena; Literatura Infantil Indígena; Educação Especial e Inclusiva. Co-autora do livro em Multiformato Kubai, o encantado. Também é atuante nas artes cênicas, curadoria em festivais, Porto Alegre em Cena (2020-2021), produtora audiovisual, roteirista, performer nas linhas do teatro do oprimido, de Augusto Boal, e arte anti colonial. É membro da Ocareté (www.ocarete.org.br)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.