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PRONAC 2310500Projeto em execução - Encerrado prazo de captaçãoMecenato

Que Pira é Essa - 3ª Edição

JOSÉ ÁLVARO DA SILVA CARNEIRO
Solicitado
R$ 351,3 mil
Aprovado
R$ 351,3 mil
Captado
R$ 291,8 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (8)
CNPJ/CPFNomeDataValor
75904383000121COAMO Agroindustrial Cooperativa1900-01-01R$ 180,0 mil
50351014000128ITOGRASS AGRICOLA LTDA1900-01-01R$ 37,5 mil
01094363000104HOWDEN SOUTH AMERICA VENTILADORES E COMPRESSORES INDUSTRIA E COMERCIO LTDA1900-01-01R$ 25,0 mil
62046735000880Itograss Agricola Alta Mogiana Ltda.1900-01-01R$ 17,5 mil
06201952000150LATECOERE DO BRASIL INDUSTRIA AERONAUTICA LTDA1900-01-01R$ 15,0 mil
16698580000172LOGA CLEAN SERVICOS PARA ISOTANQUES LTDA1900-01-01R$ 7,6 mil
75069849000110Demobile - Indústria de Móveis Ltda.1900-01-01R$ 5,0 mil
11330623000149STAMPA PET E FOOD LTDA1900-01-01R$ 4,2 mil

Eficiência de captação

83.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-06-03
Término

Resumo

O projeto prevê a publicação da 3ª edição do livro Que Pira é Essa? e sua tradução para a língua espanhola. Os exemplares terão distribuição inteiramente gratuita.

Sinopse

O nome de um lugar tem forte ligação com sua história. Rios, caminhos e montanhas ao meu redor contam sobre o passado do Estado do Paraná. Piraquara, por exemplo, significa “toca do peixe”, provavelmente porque nesse lugar tinham muitos peixes. Já Iguaçu é“água grande”, e que já viu as cataratas desse rio entende o porquê.Todas estas palavras indicam a presença de povos indígenas nos limites do que hoje é o estado do Paraná. Povos que viveram nestas terras ou passaram por aqui, há milhares de anos. E foi essa gente que ensinou aos colonizadores (que chegaram bem depois deles!) como se chamavam as coisas e os lugares. Foi assim no Paraná e em boa parte do país. Foi desse jeito que a Língua Portuguesa falada no Brasil ganhou novos sons e ficou mais diversa.Com o passar do tempo, as pessoas aqui e acolá passaram a usar essas palavras sem saber sua origem e significado. Isso nos afasta de nós mesmos, pois reconhecer a história dos povos indígenas e sua contribuição à língua que a gente fala é, também, aprender sobre a nossa história e a nossa identidade.O livro, Que Pira é Essa? é um chamamento. Remete ao distanciamento que a nossa sociedade tem, hoje, de suas raízes e da consequente ausência de empatia com as diferenças. Desconhecer a origem indígena de alguns costumes do nosso dia a dia, e de muitas palavras que usamos com frequência é uma “piração”, uma triste alienação.Assim, chamamos as famílias para conhecer as culturas indígenas presentes no nosso país. Esta é, sem dúvida, uma das chaves para podermos sonhar com um futuro mais diverso, acolhedor e humano.

Objetivos

Por meio da reimpressão e tradução para o espanhol do livro infantil "Que pira é essa?", o projeto contribui para a valorização e conhecimento das dinâmicas culturais, além de promover o incentivo à leitura e possibilitar que novos leitores tenham conhecimento sobre a influência indígena na língua portuguesa falada no Brasil. Objetivos Específicos:. Traduzir a obra para a língua espanhola;· Publicar 3.000 exemplares de terceira edição da publicação "Que Pira é essa?", sendo 2.000 exemplares em português e 1.000 exemplares em espanhol;· Distribuir, gratuitamente, 500 exemplares do livro junto a bibliotecas e escolas públicas, além de outras instituições de ensino e pesquisa;· Distribuir, gratuitamente, 200 exemplares do livro junto a escolas, bibliotecas e/ou ONGs localizadas em países de língua espanhola, além de instituições brasileiras localizadas em países de língua espanhola;· Distribuir, gratuitamente, 2.185 exemplares do livro junto pacientes, seus familiares e colaboradores do Hospital Pequeno Príncipe,maior hospital pediátrico do Brasil;*100 livros serão doados aos patrocinadores do projeto e 15 se destinam a divulgação do produto.

Justificativa

Tendo sua primeira edição publicada em 2018, o livro "Que Pira é essa?" rapidamente se esgotou e, em 2022 foi realizada a publicação da sua segunda edição, juntamente com a tradução para a língua inglesa. Esta reimpressão, mais uma vez, se esgotou rapidamente. A receptividade com que foi recebida a tradução da obra demonstrou a pertinência e relevância de ampliar o alcance de um livro como este - que traz à tona parte importante da diversidade de matrizes culturais que atravessam a cultura brasileira e a língua falada no país - por meio de sua tradução. Além disso, pensado na diáspora dos povos tradicionais ao longo da história, é de extrema relevância e impacto promover a tradução para a língua espanhola e sua distribuição em países da América Latina e demais países de língua espanhola. De autoria de José Álvaro da Silva Carneiro e ilustrações de Carla Irusta, a obra apresenta, de forma lúdica e poética, a diversidade dos povos indígenas presentes no Brasil e sua contribuição para a formação da língua portuguesa falada no Brasil e da nossa identidade. O esquecimento a que foi relegada a importância histórica de indígenas e negros no Paraná contribui para o desconhecimento das influências culturais trazidas por estes povos à composição histórica, econômica e cultural do estado. A identidade paranaense remete, principalmente, à contribuição do imigrante europeu, cuja imagem é associada à civilização, à modernidade, ao trabalho e à urbanidade. Neste processo identitário, memórias relativas à diversidade de matrizes culturais presentes nos territórios foram invisibilizadas. Mas ainda que o europeu se faça presente na formação histórico-cultural paranaense, nos deparamos frequentemente com vestígios da influência negra e indígena. No que se refere mais especificamente aos indígenas e à língua portuguesa, é possível destacar diversos vocábulos tupis na composição da toponímia, nos nomes de bichos e nomes comuns Brasil afora e, de maneira bastante destacada, no estado do Paraná. O livro infantil ilustrado Que Pira é Essa? busca, na história contada, além de relações linguísticas divertidas, a origem de uma série de palavras da língua portuguesa que iniciam com o vocábulo pira (peixe em tupi), como forma de sensibilização para a multiplicidade de aspectos presentes na formação da cultura brasileira. Diversas palavras da língua portuguesa praticada no Brasil sinalizam a contribuição indígena para a identidade brasileira e, no Paraná, é possível buscar esta referência já na denominação do estado, que de acordo com o Dicionário Ilustrado Tupi Guarani,significa semelhante ao mar (para =mar, caudal + anã = parente, semelhante). Estudo de Ricardo Tupiniquim Ramos indica que a forma mais usual de ingresso de palavras de origem tupi no vocabulário português do Brasil é o nome próprio. O mesmo estudo aponta que no Paraná pelo menos 25 municípios possuem nomes total ou parcialmente formados por vocábulos de origem tupi, como Piraquara, Curitiba, Andirá, Guarapuava e Irati. Esta mesma pista pode ser acompanhada percorrendo os nomes de pontos de referência no relevo do estado, como o morro do Anhangava e os picos de Caratuva e Ibitirati, além de denominar um dos mais importantes rios do estado, o Iguaçu, que nasce em sua capital. Saindo do Paraná, seguimos utilizando por todo o Brasil termos cuja etimologia remete à contribuição tupi: abacaxi, caatinga, bichano, piracema, gabiroba, pirarucu, lambari. Embora estas palavras tenham sido incorporadas ao nosso cotidiano, sua origem e significado passam despercebidos e se mostra fundamental restaurar seus laços históricos, contribuindo para o reconhecimento dos povos indígenas como antepassados _ como tradição e memória viva _ dos brasileiros. A importância deste movimento de resgate de significado reside na necessidade da construção de uma identidade que considere a complexidade das culturas aqui presentes antes da colonização portuguesa e na sua valorização. Somente a partir deste re-conhecimento do índio em cada um de nós será possível contar com a participação do cidadão comum na construção de políticas públicas que atendam às diferentes facetas de nossa sociedade. Realizar o projeto Que Pira é Essa? em um estado como o Paraná, riquíssimo de elementos denominativos que remetem aos povos nativos e, ao mesmo tempo, com uma construção identitária que toca apenas de forma tangencial nestes povos _ fazendo referência ao pinhão por exemplo _ é especialmente relevante para a construção da cidadania e a democratização de acesso à história, à arte e à cultura. "A conquista do direito à cidadania cultural está ligada ao processo de redemocratização da sociedade brasileira. Hoje percebe-se com mais clareza que este processo se completa pelo resgate da memória social daqueles que têm vivido à margem da história oficial" (Alexandre Fernandes Corrêa _ Vilas Parques, Bairros e Terreiros). A primeira edição e a segunda edição (esgotadas) foram viabilizadas pela Lei Rouane e o tema, apesar de relevante para a preservação da memória social, está à margem do interesse mercadológico das editoras e, por seu perfil histórico, merece acesso gratuito à população. O projeto não prevê rentabilidade, sendo possível viabilizá-lo apenas por meio desta lei. A terceira edição do livro prevê a reimpressão e distribuição gratuita de 3.000 exemplares, sendo 2.000 em língua portuguesa e 1.000 em língua espanhola, ampliando o alcance da obra e, por conseguinte, da temática abordada. Dentre os incisos do Art 1º da Lei 8313/91, a proposta se enquadra em: *Atende ao Inciso I, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que se trata de publicação com distribuição gratuita;*Atende ao Inciso III, apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, uma vez que se trata de obra com valor humanístico e histórico;*Atende ao Inciso VI, preservando os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;*Atende ao Inciso VIII, estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para o cumprimento destas finalidades, o projeto atende aos seguintes objetivos propostos pelo Art 3º da referida lei:*fomento à produção cultural e artística, mediante: a edição de obras relativas às ciências humanas, às letras às artes;*preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: distribuição gratuita do produto cultural (livro).

Especificação técnica

Produto: Livro Capa CartãoDescrição: Livro Capa Cartão - QUE PIRA É ESSA?Formato Fechado: 180 x 280 mmFormato Aberto: 360 x 280 mmEspecificações: Miolo 60 págs. em Off Set Suzano LD FSC 120 g/m2, 4x4 cores Capa + Marcador, formato 440 x 280 mm em CartaoTriplex Supremo Suzano LD FSC 300 g/m2, 4x4 cores Sobrecapa, formato 700 x 840 mm em Off Set Suzano LD FSC 90 g/m2, 4x4 coresAcabamentos: Corte Inicial(Miolo, Sobrecapa, Capa + Marcador), Dobra PARALELA(Miolo), Dobra CRUZADA 8p(Miolo), Dobra CRUZADA16p(Miolo), Verniz Serigáfico Reserva Frente 2 Cores - Tinta Serigrafica(Sobrecapa), Vincado(Sobrecapa, Capa + Marcador), DobraCRUZADA 24p(Sobrecapa), Dobrado(Sobrecapa), Encartado Sobrecapa(Sobrecapa), Laminação Fosca Total Frente(Capa + Marcador),Costura de Caderno, Blocagem, Shrink Individual, Prova Digital Indigo(Sobrecapa, Capa + Marcador), Frete CIF, Tinta Serigráfica - 2Cores

Acessibilidade

De acordo com os termos da a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, e com a intenção de proporcionar o pleno exercíciodos direitos culturais, o projeto irá garantir condições de acessibilidade com as seguintes ações:Acessibilidade física: por se tratar de produto impresso, não restringe a fruição de deficientes físicos (não gera custo em planilha orçamentária); Acessibilidade visual: disponibilizar, na internet, áudio com leitura da publicação - português e espanhol - para acesso da população com deficiência visual (item gravação de vozes da planilha orçamentária); Acessibilidade auditiva: por se tratar de livro impresso, não restringe a fruição de deficientes auditivos; Acessibilidade comunicacional: sendo parte da distribuição da obra realizada em instituição hospitalar pediátrica, o livro tem possibilidade de impactar a população com deficiências intelectuais e suas famílias.

Democratização do acesso

Como ação de democratização de acesso, conforme o artigo 27 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura, o projeto prevê: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado (100 livros serão destinados aos patrocinadores, conforme cota de patrocínio); II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo (2.185 exemplares serão destinados a instituição hospitalar pediátrica e 500 exemplares serão destinados a escolas e bibliotecas públcas além de outras instituições de ensino e pesquisa);* 200 exemplares serão, ainda, disponibilizados gratuitamente para escolas, bibliotecas e/ou ONG's localizadas em países de língua espanhola. III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e (30 exemplares serão destinados à divulgação do projeto). Em complemento e seguindo o artigo 28 da referida IN, o projeto atende aos seguintes incisos: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

COORDENAÇÃO GERAL E TEXTO – JOSÉ ÁLVARO DA SILVA CARNEIROA coordenação geral será responsável pelo planejamento e gerenciamento do projeto como um todo, contratando, articulando e supervisionando todas as equipes envolvidas na realização do projeto. Irá coordenar as etapas de execução do projeto de modo a garantir o cumprimento das atividades e prazos, bem como a adequação de todos os processos às especificidades exigidas pela Lei de incentivo á Cultura. O proponente irá receber a rubrica Coordenação geral. CURRÍCULOEscreveu os livros: “ Que Pira é essa?”, “Nepal‐Fascínio e Agonia”, “Um Hospital de Crianças”, "Bosques de Curitiba",“Nascentes, Corredeiras e Cachoeiras do Alto Iguaçu” e “No Reino da Araucarilândia”, fazendo também a Coordenação do Livro "Pratos do Brasil‐ Culinária Brasileira para Crianças" e a reedição do livro Histórico "Araucarilândia". Os livros foram viabilizados pela Lei Rouanet, com exceção do Livro “Nepal‐ Fascínio e Agonia”, com edição do autor.Respondeu, como voluntário, pela Diretoria Administrativa Financeira do Complexo Pequeno Príncipe entre fevereiro de 2010 e março de 2011 onde iniciou processo de modernização da centenária organização. Desde março de 2011, exerce a função de Diretor Corporativo do Complexo Pequeno Príncipe. COORDENAÇÃO EDITORIAL – CARLA IRUSTA Será responsável pela coordenação editorial da terceira edição do livro. CURRÍCULOCarla Irusta é jornalista, ilustradora e editora independente, tendo se especializado em livros infantis e publicações infantis nas áreas de educação, educação alimentar e música. Atua na área de planejamento editorial, desempenhando as funções de avaliação crítica e preparação de originais, projeto de edição e acompanhamento das etapas subsequentes até a impressão final dos materiais. Possui mais de 20 títulos publicados no Brasil, Alemanha, Espanha, Chile e Estados Unidos, tendo três títulos escolhidos pelo Ministério da Educaçãopara planos de incentivo à leitura.Formação acadêmica:2012 -2014 Máster em Edição - Universidad Autonoma de Barcelona2008 -2009 Pos-graduação em Literatura Infantil Juvenil - EINA - Escola de Disseny y Art - Barcelona 2004\2005 Pos-graduação en Literatura Hispano Americana - UAB- Universidad Barcelona2000\04 Jornalismo - Universidad Católica do Paraná PUC-PR – Brasil Formação complementar:2008\11 Ilustração - Escola de la Dona - Francesca Bonnemaison - BarcelonaSerigrafia, artes e ofícios - La Masana Temporal – Barcelona2006\12 Diversas oficinas com ênfase em livro ilustrado com Rebeca Luciani, Mariona Cabassa, Gabriela Rubio e outros autores \ilustradores – España - Italia - Francia - BrasilTécnicas de gravura - Solar do Barão - Professora Denise Roman – Curitiba - Paraná - Brasil

Providência

SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC

2026-08-31
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná