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Realização de um livro sobre a obra do artista capixaba Maurício Salgueiro, abrangendo sua produção desde o início dos anos 1960 aos dias atuais.
Livro com reproduções de obras do artista Maurício Salgueiro, bem como outras obras como referência para os textos críticos. Além de texto do editor, outro texto crítico sobre a obra do artista constará da publicação.
Objetivo Geral OBJETIVO Realização de um livro sobre a obra do artista capixaba Maurício Salgueiro, abrangendo sua produção desde o início dos anos 1960 aos dias atuais. O LIVRO Pretende-se, através de uma linha curatorial bem definida, construir uma publicação que encoraje a reflexão sobre o desenvolvimento do pensamento e pesquisa do artista e, consequentemente, de suas obras. O livro será uma manifestação dessa pesquisa, uma coletânea de diversas obras desde o início de sua carreira até os dias de hoje. Maurício Salgueiro, ao lado de Abraham Palatnik, Waldemar Cordeiro e Eduardo Kac, é um dos fundadores da arte tecnológica no Brasil, em suas diferentes épocas e especialidades. Foi um dos primeiros artistas em todo mundo a fazer uso da luz fluorescente como suporte de sua expressão artística, e o primeiro no Brasil a acrescentar o som (sirenes, buzinas e motores) em suas esculturas. Suas obras lumino-sonoras foram expostas nas bienais de São Paulo e Paris em 1965, provocando impacto e merecendo elogios em textos de Pierre Restany e George Orley. De uma fase inicial na qual predominavam o ferro e a solda elétrica, Salgueiro evoluiu para esculturas, mimetizando postes, com sua fiação, interruptores, isoladores cerâmicos, neons e ruídos, a seguir para esculturas-máquinas, uivantes ou pulsantes, expelindo olhos avermelhados a lembrar sangue, ou esperma, provocando borbulhas e expelindo espumas e, finalmente, estruturas mecânicas, que se movem a maneira de autômatos. O livro trará ao público um grande acervo deste importante artista brasileiro, reconhecido internacionalmente por diversas instituições. A publicação conta com texto de introdução do editor, textos de críticos de arte, biografia ilustrada, bibliografia do artista, além, é claro, de reproduções de diversas obras abarcando quase que totalmente sua produção. O projeto pretende alcançar diversos leitores com esta publicação, rica em reproduções de obras de arte, além de textos críticos e uma rica biografia ilustrada do artista. Após a distribuição obrigatória para as bibliotecas, parte da tiragem será distribuída gratuitamente para artistas, críticos, curadores, produtores culturais e estudantes destas áreas. Objetivos específicos O projeto compreende algumas etapas: Pesquisar as obras do artista, biografia e bibliografia nos arquivos do artista, instituições e centros de informação. Selecionar material a ser incluído na publicação. Produzir a edição do livro junto ao designer gráfico. Produzir a edição dos textos críticos e biografia. Versar para o inglês todos os textos. Produzir a captação de fotografias das obras. Produzir o tratamento de imagens. Etapa de programação visual do livro. Revisão final de textos e imagens. Imprimir a obra em gráfica especializada em livros de arte. Organizar o lançamento da publicação. Promover noite de autógrafos com o artista e autores, de preferência em alguma instituição cultural federal com entrada franca. Distribuir livros para bibliotecas e instituições culturais. Distribuir os livros para artistas, críticos, curadores, produtores culturais e estudantes destas áreas, conforme orientação da IN abril 2023. Realizar a prestação de contas. Como comprovação das ações incluiremos recibos de entrega dos livros para bibliotecas, informações com estimativa do público presente no lançamento, bem como indicação do site do artista com informações sobre o livro patrocinado.
O livro de arte proposto sobre a obra de Maurício Salgueiro será muito mais do que apenas uma obra valiosa; ele desempenhará um papel fundamental no enriquecimento das populações locais e na promoção da cultura, da arte e do conhecimento. Ao permitir o contato das comunidades com as linguagens e técnicas contemporâneas, o livro oferecerá uma experiência enriquecedora que ampliará os horizontes e estimulará a reflexão. Uma das principais características desse livro é a intenção de facilitar o acesso à publicação para todas as camadas sociais e etárias. Essa abordagem inclusiva é essencial para garantir que pessoas de diferentes origens e idades tenham a oportunidade de se envolver com a arte contemporânea. Ao abrir as portas para uma ampla gama de públicos, essa iniciativa visa democratizar o acesso à cultura e à expressão artística. Ao estabelecer uma relação com a arte contemporânea, o livro proporcionará aos leitores uma atividade de expressão e reflexão significativa. O espectador terá a oportunidade de atualizar seu entendimento sobre arte, cultura e o mundo que o cerca. Essa interação permitirá que ele explore diferentes perspectivas, estimule a criatividade e desenvolva uma maior consciência de si mesmo e dos outros. Além disso, o livro será uma ferramenta importante para aqueles que desejam se envolver no campo da arte ou aprofundar seu conhecimento. Ele servirá como um recurso de referência valioso, oferecendo informações sobre o artista Maurício Salgueiro, estilos, movimentos e técnicas artísticas. Essa contribuição educacional ajudará a criar uma base sólida para a compreensão e apreciação da arte, beneficiando tanto os entusiastas da arte quanto os estudantes em formação. Ao promover o contato com a arte contemporânea, o livro contribuirá para o desenvolvimento cultural das comunidades. Através da apreciação da arte, as pessoas poderão expandir sua compreensão do mundo, fortalecer sua identidade cultural e estabelecer conexões mais profundas com sua herança artística local. Esse enriquecimento cultural é essencial para a construção de sociedades mais inclusivas e vibrantes. A Lei de incentivo é de suma importância para a viabilização de projetos culturais como este livro. É importante produzir um livro de arte do artista Maurício Salgueiro através da Lei de Incentivo do Ministério da Cultura pois essa iniciativa permitirá a preservação e difusão do legado artístico desse renomado artista brasileiro. Através da publicação do livro, será possível apresentar ao público em geral e às novas gerações a sua contribuição artística, suas técnicas e seu estilo único, enriquecendo a compreensão e valorização da arte brasileira. O apoio da lei de incentivo viabiliza financeiramente o projeto, tornando possível a produção e distribuição ampla do livro, promovendo assim o acesso à cultura e a divulgação do patrimônio artístico do país. Em suma, a publicação do livro de Maurício Salgueiro é uma iniciativa de grande importância. Ao oferecer acesso a linguagens e técnicas contemporâneas, cultura e conhecimento, ele abrirá horizontes, estimulará a expressão e a reflexão, e fortalecerá a relação do público com a arte, a cultura e o mundo. Essa obra valiosa proporcionará benefícios significativos para a população em geral, além de nutrir o amor pela arte e promover um ambiente culturalmente enriquecedor para as comunidades locais. Seguindo os itens dos Arts 1º e 3º da lei Rouanet, o projeto contempla: Art 1º I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art 3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; - facilitar a todos o livre acesso às fontes de cultura uma vez que não é cobrado ingresso para o lançamento do livro e que neste evento será distribuído gratuitamente. - apoiar e valorizar, bem como difusão deste importante e reconhecido artista brasileiro, assim como de suas obras que retratam tão bem o Brasil; - estimular a produção e difusão de bens culturais brasileiros e com grande valor universal, preservando assim nossa cultura e memória; Desta maneira, o projeto através de suas ações culturais visa promover o desenvolvimento e crescimento do setor cultural brasileiro.
Maurício SalgueiroVitória, ES, 1930Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro em 1936.Na juventude cursou o Conservatório Nacional de Música (dois anos), estudou violão com Patrício Teixeira e piano com Celina Roxo. Ingressou na Escola Nacional de Belas Artes onde se formou em 1954. Cumprindo o prêmio de viagem que lhe foi conferido pelo Salão Nacional de Belas Artes em 1960, permaneceu dois anos na Europa, aperfeiçoando seus estudos de escultura em metal na Brombley Art School de Londres, 1961, e na Academie Du Feu de Paris, 1962. Foi professor da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Espírito Santo a partir de 1957, da Escola Nacional do Rio de Janeiro a partir de 1958, e do Instituto de Arte e Comunicação da Universidade Federal de Niterói. Frequentou o Curso de Museologia do Museu Histórico Nacional nos anos 1952 e 1953. Em 1957, a convite do Secretário de Educação e Cultura do Estado do Espírito Santo, mudou-se para Vitória para organizar e estruturar a Escola de Belas Artes da Universidade Estadual do Espírito Santo, que se preparava para a federalização. Lecionou as disciplinas de Modelo Vivo, Desenho Artístico, Composição Decorativa, Anatomia e Fisiologia Artística. Ainda no Rio de Janeiro, lecionou na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de 1973 a 1984, no Museu de Arte Moderna de 1968 a 1973 e na Universidade Santa Úrsula em 1989. Escultor e fotógrafo, tem se destacado também como designer de troféus para cinema, futebol e carnaval. Interessou-se pela arte capixaba – Atlas Cultural Brasil, MEC, Conselho Federal de Cultura – levou a ceramista popular Mãe Ana para uma exposição de seus trabalhos em uma galeria do Rio de Janeiro, promoveu com o apoio do Diretório Acadêmico da Escola de Belas Artes a projeção de um filme do capixaba Jece Valadão com um debate no final. Organizou uma série de projeções dos filmes abstratos de Norman McLaren com a colaboração da embaixada do Canadá. Com o apoio do prefeito de Vitória Marien Calixte trouxe a Escola de Samba Portela do Rio de Janeiro para um desfile por toda a cidade de Vitória terminando com um encontro com os membros das Escolas de Samba do Espírito Santo no Iate Clube a convite do seu Comodoro Roberto Saleto. Com o apoio da Escola de Belas Artes e seu Diretório Acadêmico convidou diversos críticos de arte e professores da EBA – Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro para ministrarem palestras e debates em Vitória. Maurício Salgueiro, ao lado de Abraham Palatnik, Waldemar Cordeiro e Eduardo Kac, é um dos fundadores da arte tecnológica no Brasil, em suas diferentes épocas e especialidades. Foi um dos primeiros artistas em todo mundo a fazer uso da luz fluorescente como suporte de sua expressão artística, e o primeiro no Brasil a acrescentar o som (sirenes, buzinas e motores) em suas esculturas.Suas obras lumino-sonoras foram expostas nas bienais de São Paulo e Paris em 1965, provocando impacto e merecendo elogios em textos de Pierre Restany e George Orley. De uma fase inicial na qual predominavam o ferro e a solda elétrica, Salgueiro evoluiu para esculturas, mimetizando postes, com sua fiação, interruptores, isoladores cerâmicos, neons e ruídos, a seguir para esculturas-máquinas, uivantes ou pulsantes, expelindo olhos avermelhados a lembrar sangue, ou esperma, provocando borbulhas e expelindo espumas e, finalmente, estruturas mecânicas, que se movem a maneira de autômatos. Em outro polo de sua invenção plástica associa a fotografia e determinados materiais – tecidos, metais, etc. – que, situados lado a lado num mesmo painel, criam uma situação ambígua, envolvendo os sentidos da visão e do tato. Em texto de 1976, Frederico Morais fala a propósito de Maurício Salgueiro em “Uma poética da máquina", sustentando que ele “revela em sua obra uma exata compreensão de que o alargamento de nossa percepção dependerá do tipo de relacionamento que estabelecemos com as máquinas que envolvem nossa existência cotidiana. Se excluirmos a produção inicial, característica dos momentos de formação, podemos dizer sem erro que o binômio cidade/máquina foi sempre a sua preocupação como artista aproximando-se, nesse particular,dos futuristas italianos”. Participou das Bienais de Paris, 1965; São Paulo, 1965, 1967, 1971 e 1975; e Bahia, 1966 e 1968, do Salão Nacional de Belas Artes e Salão Nacional de Arte Moderna. Rio, nove vezes entre 1951 e 1966; do Salão de Arte Moderna do Distrito Federal, 1964 a 1966; Salão Municipal de Belas Artes, Belo Horizonte, 1964; Salão Esso de Artistas Jovens, Rio e Washington, 1965; Salon Comparaisons, Paris, 1965; do Resumo Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 1965; Salão da Eletrobrás “Luz e Movimento”, Rio de Janeiro, 1971; do Panorama de Arte Atual Brasileira, São Paulo, 1972, 1975 e 1976, recebendo inúmeros prêmios. Figurou ainda em diversas coletivas no Brasil e no exterior, cabendo mencionar, entre outras, O rosto e a obra, Rio de Janeiro, 1964; Arte Brasileira Contemporânea, Lisboa e Praga, 1965; Escultura Moderna do Brasil, México, 1967; Imagem do Brasil, Bruxelas, 1974; Universo do Futebol, Rio, 1982; Um século de escultura no Brasil, São Paulo, 1982; Madeira, matéria de arte, Rio, 1984; Bienal do século XX, São Paulo, 1994; Maquinas de Arte, São Paulo, 1997: Trajetória da Luz, São Paulo, 2001: FiatLux – A Luz na arte, Rio, 2003. Esteve presente em diversas mostras e eventos de arte pública, tais como Arte no Aterro, Rio de Janeiro, 1965: Domingos da Criação, Rio de Janeiro, 1971; Dez Escultores de Vanguarda, Praça Roosevelt, São Paulo, 1970; Cinquenta Anos de Escultura Brasileira no Espaço Urbano, Praça N.S. da Paz, Rio de Janeiro, 1982. Realizou cerca de uma dezena de exposições individuais, em Vitória, 1957, 1965 e 1975; Rio de Janeiro, 1963; Belo Horizonte, 1964; Lima, Peru, 1965; Assunção, Paraguai, 1969; e três amplas retrospectivas: no Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, em Niterói, 1976; Museu de Arte da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitoria, 1994; e Palácio Gustavo Capanema, Rio de Janeiro, RJ 2014 – 40 Anos de Urbis – (ganhando o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea, 2013). Entre 1976 e 2004 participou 17 vezes, como julgador do Grupo Especial das Escolas de Samba do Rio. Foi coordenador do Curso Bloch de Fotografia nos anos de 1975 e 1976.
LIVRO - tiragem de 2.000 exemplares, 4 cores, 19 x 25 cm, bilingue (português e inglês), em 4 cores e com 372 páginas. Capa dura com orelha, papel FSC Supremo 350 gramas, 4 x 4 cores, miolo brochura costurado, papel FSC 135 gramas, formato fechado 19 x 25 cm, laminação fosca frente, corte e vinco, refilados, dobrados, verniz à base d'água, fosco total verso, shirink individual Livro com reproduções de obras do artista Maurício Salgueiro, bem como outras obras como referência para os textos críticos. Além de texto do editor, outro texto crítico sobre a obra do artista constará da publicação.
Acessibilidade física O lançamento do livro será preferencialmente em algum equipamento cultural público federal que ofereça acessibilidade a todo tipo de visitante. Acessibilidade de conteúdo Serão gravados CDs com áudio descrição, acompanhando os livros. Na planilha Produção/Execução estão assinalados os itens 16 e 17 para produção dos CDs com áudio descrição.
Pretende-se facilitar o acesso a todas as camadas sociais e etárias. Pretende-se também publicar imagens do livro e das obras do artista através de redes sociais. Livros serão distribuídos para bibliotecas públicas e profissionais da área. Depoimentos poderão ser acessados através de redes sociais para aqueles que não possam estar presente no lançamento do livro, dando assim acesso às informações à distância. Art. 27 da IN nº 04/2023 abaixo será adotada no projeto: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; 200 exemplares II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; 400 exemplares III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 200 exemplares eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação 600 exemplares a R$ 39,60 inclusive através do vale-cultura. Art.28 I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando20% (vinte por cento); Contemplado no item II Art. 27
O PROPONENTE atuará neste projeto como editor, captador de recursos e coordenador geral, sendo responsável também pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, contratando pessoal especializado para assessorá-lo. Franklin Espath Pedroso - Notion Art Design- Coordenação Editorial / Captação de Recursos(proponente) Arquiteto, Mestre em História e Crítica da Arte, especializou-se em Art Administration pela New York University e cursou o MBA em Economia Criativa na Fundação Getulio Vargas. Além de atuar como curador independente, ocupa-se da coordenação de montagens e produção de exposições. Foi membro do Conselho Curatorial do Instituto de Arte Contemporânea em São Paulo. Foi Coordenador de Museus, Centros Culturais e Artes Visuais da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (2011/2012). Foi curador da Mostra do Redescobrimento em SP e da IV Bienal do Mercosul e de mostras no Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, no CAPC de Bordeaux, no National Museum of Women in the Arts em Washington, bem como coordenou diversas mostras como “Body and Soul” no Guggenheim Museum de Nova York, Museo de Bellas Artes em Santiago, Fundación PROA, Centro de Arte Recoleta e Museo de Bellas Artes, ambos em Buenos Aires. Foi Coordenador de mostras temporárias da Bienal de São Paulo em 2010/2011.Foi responsável pela curadoria e/ou produção executiva de diversas exposições no Centro Cultural do Banco Brasil, no Museu de Arte do Espírito Santo, no SESC-Rio, MAES,ES, Instituto Cultural Banco Real, Recife, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna da Bahia, no Centro Cultural Correios, RJ e Fundação de Estudos Brasileiros em Buenos Aires. Sua experiência internacional se estende à produção de exposições de arte em importantes instituições de Nova York, Washington, Chicago, Paris, Bordeaux, Glasgow, Colônia, Sevilla, Lisboa, Copenhagen, Buenos Aires, entre outras. Denise Grimming - Consultoria administrativa / financeira Curso de Produção e Gestão Cultural no Espaço Cultural CREA-RJ (maio, julho e outubro de 2002 e abril e julho de 2003);Produção do Encontro de Cultura das Cidades para o Sesc – Rio de Janeiro – realização do Sesc Rio e Fórum Intermunicipal de Cultura – novembro de 2003;Produção técnica, controladoria e assessoria de gestão cultural do projeto Bossa Nova in Concert para MPB Marketing – Lagoa Rodrigo de Freitas – 2005;Produção do Fórum Brasileiro de Cultura – Sesc Tijuca – 19 a 21 maio 2004;Produção do Festival Sesc Rio de Inverno – Teresópolis; Nova Friburgo e Petrópolis -Julho de 2004;Produção Executiva e Direção de Produção da exposição “Por Ti América” – CCBB Rio de Janeiro Outubro 2005 a Janeiro 2006;CCBB Brasília (fevereiro a abril de 2006); CCBB São Paulo (maio a julho de 2006);Produção executiva operacional do show “Bossa Nova 50 Anos” Praia de Ipanema com 12 artistas e público de 60 mil pessoas – março 2008Produção Executiva da instalação de arte pública da obra “Nuvem” para a série IluminaRIO Praça XV de Novembro out/nov 2008;Produção Executiva do II Festival Internacional de Humor do Rio de Janeiro – Centro Cultural Correios - novembro/dezembro 2009;Produção Executiva da exposição – Rosana Palazyan – Casa França Brasil para Múltiplos Projetos Culturais março/junho2010.Controladoria da exposição NOVA Cultura Contemporânea – Casa França Brasil – março/abril 2011;Assessoria de logística para a comitiva da UNIDO – ONU para o evento Rio + 20, abril-junho 2012;Produção Executiva para a exposição – Anatomia da Luz de Albano Afonso – Oi Futuro Flamengo – outubro 2014;Produção da exposição Mar sem Lixo Mar da Gente para a swissnex – Estação de barcas para Charitas na Praça XV – Nov 2015;Produção Executiva da turnê da orquestra Strauss Capelle de Viena – Goiânia, Belém, Manaus, Brasília e Curitiba abril/maio 2016;Produção Executiva dos shows “Samba e Bossa Nova nas Olimpíadas e Paralimpíadas” Teatro Glauce Rocha – ago/set 2016;Produção Executiva da exposição Guilherme Vaz – Uma Fração do Infinito – Sesc Pompéia – abril-agosto 2017Produção Executiva exposição e administração financeira - Projeto Fossilium de José Rufino – Futuros Arte e Tecnologia (ex- Oi Futuro) maio – dezembro 2023Controladoria e gestão cultural para o Festival Anima Mundi de 2002 a 2015;Controladoria dos projetos da Aprazível Edições Ltda de 2009 a 2017; Sônia Barreto - Programação visual Sônia Barreto é designer formada em 1989 pela ESDI – Escola Superior de Desenho Industrial, (UERJ) e fez pós graduação em História da Arte e Arquitetura na PUC Rio de Janeiro. Inglês no nível intermediário para avançado. Começou a trabalhar no meio profissional em 1990. Prestou serviços para a Fundação Bibilioteca Nacional (setor de exposições), 2 escritórios de design, 2 agências de publicidade (DPZ e Thompson), até abrir sua própria empresa, em 1994, juntamente com os artistas Raul Mourão e Marcos Chaves (2D design e comunicação). Pela 2D, além de prestar serviços para o setor cultural (RioArte, RioFilme, Banco Nacional, entre outros), fez parte da equipe de criação da revista independente O Carioca, idealizada por Chacal, Waly Salomão e Fausto Fawcett. O Carioca foi apoiado pelo Jornal do Brasil e tem 5 edições, hoje consideradas raras no mercado. No ano 2000, participou da fundação da empresa de design e multimídia Tecnopop, juntamente com outros 4 sócios: Raul Mourão, Marcelo Pereira, Luis Marcelo Mendes, Rodrigo Machado, e mais adiante, a empresa recebeu o sexto sócio, André Stolarski. Durante 9 anos, ocupou o cargo de diretora de arte no setor de impressos e eventos. Pela Tecnopop, dirigiu e desenvolvou inúmeros projetos editoriais e direção de arte para exposições (direção de arte, sinalização e impressos). Desde 2009, trabalha como designer autônoma ou em parceria com escritórios ou outros designers. Em 2015, ingressa como sócia da empresa “Livros&Livros Construção Ltda. ME.” Katia Nazareth Machado - Assistente de produção Bacharel em Desenho Industrial pela Faculdade da Cidade, RJ, 1988.Experiência no campo das artes plásticas e eventos musicais ao longo de 14 anos, nos vários segmentos de produção de eventos culturais e entretenimentos, atuando como e produtora, administradora e gerente.Sólida experiência em planejamento, desenvolvimento e execução de eventos culturais atuando desde a concepção, estruturação, montagem de orçamento, planejamento, contratação de pessoal e serviços, execução, acompanhamento gráfico, compra de material, inclusive liberação de documentos e organização de inaugurações.Atua como Produtora Executiva pela Notion Art Design desde 1994.
PROJETO ARQUIVADO.