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O projeto ReciclaGEM - Instalação Sonora Ambulante é um projeto artístico musical, realizado pelo grupo GEM, que pretende levar os espectadores a uma imersão audiovisual a partir de apresentações musicais que integram a reciclagem e a construção experimental de instrumentos musicais. O projeto prevê a realização de 04 apresentações em locais públicos de diferentes pontos do Estado de SP, onde os espectadores realizam uma visita imersiva junto com a banda ao final de cada de apresentação. O projeto prevê também a construção de documentário média-metragem, e a realização de oficinas socioeducativas.
Com anos de pesquisa e sendo referência neste século no Brasil nesse estilo de música, conceito e pesquisa. O grupo GEM visa a busca e desenvolvimento por novos timbres e sonoridades, realizando em seu processo criativo em fontes sonoras, a construção de instrumentos musicais e a criação de instalações sonoras. Essas criações e exploração de timbres singulares são parte da pesquisa do GEM, com isso o grupo trabalha sonoridades lúdicas e os sons urbanos. Com essa amplitude timbrística e inovadora o GEM recebeu já inúmeros convites para realizar shows, intervenções, espetáculos, oficinas, trilhas sonoras para dança contemporânea com a Cia de Danças de Diadema, Ivaldo Bertazo na Bienal. O projeto tem o maior know-row no Brasil na area, o grupo GEM Grupo Experimental de Música é pioneiro não apenas nas oficinas de construção de isntrumentaos musicais, mas também em criar instrumentos reciclados e ter um trabalho musical artístico próprio. O grupo iniciou em 2002 e desde então já deu inúmeras oficinas, workshops, intervenções, shows, visitas monitoradas, aulas, trilhas sonoras e aparição em alguns livros didáticos da área de educação, como exemplo e referência. Na área de oficinas e workshops o grupo já passou por diversas unidades do Sesc SP como Vila Mariana, Pinheiros, Bauru, SJCampos, Sorocaba, Piracicaba, Presidente Prudente, Santos entre outros. Fizeram atividade de oficina e workshop também em eventos corporativos como da Santander, Campari entre outras empresas menores. Participaram de diversos projetos sociais e eventos ambientais. Com a junção do trabalho sócio-cultural-ambiental, a oficina mostra as possibilidades de alguns materiais alternativos um meio criativo e artístico de reutilização dos mesmos. Com uma construção dinâmica e de fácil acesso dos instrumentos musicais as crianças podem explorar manualmente a construção e exploração musical dos instrumentos junto aos pais, estimulando a relação. Com apenas materiais simples como cano de pvc, bexiga, mangueira, tesoura e fita crepe desenvolve-se uma diversidade de instrumentos musicais feitos em alguns minutos com esses materiais. Bexigofone, beliscofone, clavas, flauta pan e flauta d'água são os instrumentos criados. Depois de feitos é realizada uma musicalização em conjunto e com isso ensaiado uma breve composição coletiva com orientação do professor.
Objetivo geral O projeto tem como objetivo promover uma sociedade mais culturalmente diversa, por meio da realização de apresentações músicais instrumentais e experimentais, visando assim apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, conforme Art. 1 da Lei 8313/91. Objetivos específicos - Realizar 04 apresentações gratuitas em diferentes locais públicos do Estado de São Paulo, com uma atividade imersiva ao final de cada uma. - Realizar 03 oficinas, para 40 pessoas cada, de construção de instrumentos a partir da reciclagem de materiais, gratuitas e disponibilizadas em centros culturais de São Paulo. - Produzir um média-metragem experimental e musical de aproximadamente 20´com material coletado nas apresentações e viagens do grupo, a ser distribuido nos canais virtuais oficinais do grupo.
A relevância do projeto intega o fomento cultural, diversidade cultural, inventividade e economia criativa, ao promover a utilização da arte e cultura para experiencias sócio-educativas. A proposta promove uma apreciação musical integrada a participação do público, como exemplo: apresentação musical continuada pela visita interativa monitorada, onde o público experimenta muitas formas de explorar música nos intrumentos musicais da instalação sonora, alêm de apreciar as inventividades (instrumentos musicais contruidos com objetos do cotidianos e formas visuais criativas), e por fim com as oficinas de construção de instrumentos musicais alternativos e musicalização.O Grupo Experimental de Música - GEM integra em seu trabalho música e lutheria, com apresentações instrumentais, performáticas e altamente visuais, utiliza diversos materiais reciclados utilizados no cotidiano urbano na construção de seus instrumentos musicais, que compõem a instalação sonora onde realizam suas performances ao vivo. Promove com sua pesquisa à arte integrada, a preservação ambiental e a sustentabilidade através da reutilização de matéria descartada dentro de inúmeros materiais, plásticos, ferro, papel, espuma, utensílios utilizados, etc. Dentro da referência dessa linguagem, de lutheria experimental, o GEM representa o grupo que depois dos anos 2000 desempenhou esse papel no Brasil. Fundado em 2002 o GEM é referência nessa pesquisa. No Estado de São Paulo é o grupo de maior relevância dessa concepção. Dentro da história temos o grupo mineiro Uakit, que finalizou a alguns anos e merece destaque brasileiro nessa concepção. Temos anteriormente, o pioneiro nos anos 60 e 70 como os franceses irmãos Baschet e o alemão Walter Smetak, que mudou-se para o Brasil e viveu em Salvador até falecer. O GEM representa essa pesquisa no Brasil do início desse século até atualmente. Por isso é de enorme importância e impacto para a cultura, mas também a educação nas artes, e sócio-ambiental, com tudo justifica-se a proposta com excelência para o fomento cultural. Ao experimentar o fazer audiovisual do público, o projeto jutifica-se por estimular e ampliar sua percepção criativa e cognitiva junto a apreciação musical e visual, além de promover o contato com possíbilidades de reuilização de objetos descartados como lixo urbano.
A proposta de circulação do espetáculo, tem como fundo a performance e o visual rico e estimulante, com muita dinâmica e invenções sonoras. Para isso o GEM utiliza de uma instalação sonora criada pelo próprio grupo, onde estão inseridos os instrumentos musicais construídos por eles. Na instalação sonora o grupo executa todas as músicas utilizando-se de instrumentos de corda, sopro e percussão através de movimentação entre os integrantes dentro do ambiente construído. O show traz instrumentos musicais reciclados, melodias de cello de balde, acordes de violão de panela, solos de sax de funil de óleo de caminhão, linhas de contra baixo com mangueiras utilizadas em sucção subterrânea e instrumentos criados como o azulejofone e a harpa de computador, além de muitas sonoridades que abrangem texturas e efeitos inusitados. Com a pandemia, o GEM não pode fazer os shows do seu segundo álbum Reciclagem, ficou impossibilitado de sua realização. O projeto designa a arte o sentido inventivo, essa pesquisa criativa é integrada na performance com a instalação sonora, mostra possibilidades lúdicas, inventivas e de consciência ambiental. Com isso o projeto musical, com fonte de experimentos criativos sonoros, amplia-se para um olhar sócio-cultural-ambiental.
Para Acessibilidade FÍSICA: as apresentações ocorrerão em espaços públicos abertos com acessibilidade pública dos locais. Para Acessibilidade de CONTEÚDO: As apresentações contarão com intérpretes de libras. O projeto prevê a contratação de 02 intérpretes para cada apresentação. Além disso, o projeto prevê uma participação imersiva onde os espectadores poderão sentir e vivenciar a instalação sonora. O Projeto também prevê a contratação dos serviços de legendas para os vídeos que serão compartilhados nas redes virtuais. O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26.
As apresentações ocorrerão todas em espaços públicos e abertos para todos os públicos assistirem. Além disso, as apresentações serão gravadas e transmitidas, posteriormente, nos canais virtuais da banda. Após as apresentações, a instalação é aberta ao público conhecer, com possibilidade de tocar os instrumentos. E, como produto final do projeto, será construído um material audiovisual com músicas, entrevistas e o material coletado ao longo das viagens e apresentações.
Fernando Sardo – Músico, compositor e luthier, formado em licenciatura na Faculdade Carlos Gomes. Desenvolve sua pesquisa há 30 anos com construção de instrumentos musicais tradicionais do ocidente e do oriente, entre outros instrumentos musicais inovadores e autorais. Também desenvolve "Parques Sonoros, Esculturas Sonoras e Instalações Sonoras" em algumas cidades do Brasil como o "Vagão Sonoro" em Ouro Preto e Mariana entre muitos outros. Desenvolve projetos musicais em carreira solo desde 1990, e com o GEM desde 2003, com os instrumentos construídos, em projetos em diversas cidades do Brasil, mas também nos EUA e na Bélgica. A maior referência em unir a lutheria tradicional junto a inventividade e pesquisa criativa no Brasil. Fabio Marques – Artista educador, formado em artes plásticas na FATEA, ministra diversas oficinas como as de xilogravura , boneco de pano e outras em algumas instituições como a EMIA e o Céu. Desenvolveu exposições de esculturas e outras obras plásticas em algumas cidades do Brasil. Criou cenários para grupos de dança e teatro, como espetáculos da Cia de Danças de Diadema e grupo MOS. Também atuou como artista educador em parceria com mais de 100 artistas do cenário nacional atuando como dupla ministrando aulas de iniciação artística, ensinando cerca de 2000 mil crianças, jovens e adultos em seus 25 anos como artista educador. Participou de filmes como, músico e sonoplasta, sendo indicado a prêmios internacionais como o Oscar, Festival de Cannes e outros. Ganhou juntamente com o GEM (Grupo Experimental de Música) 42 prêmios no mundo com o filme brasileiro “ O Menino e o Mundo”. Rodrigo Olivério - Arte-educador, músico e luthier experimental, formado pela Faculdade de Educação Artística da Rede Salesianas, estudou flauta transversal na Escola Livre de Música de São Caetano do Sul, ‘’Fundação das Artes’’, desenvolve pesquisa com instrumentos de sopros brasileiros e do mundo, bem como ministra projetos e oficinas de construção de instrumentos musicais e musicalização. Desenvolve o projeto com o grupo "Meia Trupe"de música e performances circenses em cortejos. Pedro Paiva - Baterista e percussionista, começou participando no teatro e tem grandes trabalhos que participou e participa nessa área e do circo atuando como músico e ator. Peças como "Tempo da Flor", "A Mansão de Miss Jane", "Lendas e Tribos", "Filhos do Brasil", "Friks", 'Vinte", "O Banquete da Vida", "Tudo que eu queria te dizer", "Raul Fora da Lei", "Good Mornig São Paulo" e "O Vale Encantado". E como diretor Musical nos espetáculos “Hey Hey!” , “Sonhos de Uma Noite de Verão” e “Karioka!”. Na Cia Tricromática, participa desde 2015 como músico e ator dos espetáculos “TucantaConto” , “Ciranda, ciranda - o boi que queria voar” "Forró Pé de Moleque". Desde 2016 na Cia Navega Jangada como baterista do espetáculo “Temos Vagas” e no Show Musical “Baleia Banguela”. Na Trupe Pé de Histórias em 2017 inicia sua participação como músico (baterista e washboarder) dos espetáculos "Conto Cantado", Conto em Letras" e "Conto dos Pássaros". Na Cínica Cia participa como músico (washboarder) do espetáculo "Os Cirandeiros". Ainda em 2016 fundou seu Grupo de Teatro Infantil Coruja EmCena e desenvolveu em parceria com sua sócia diversas contações de histórias como diretor, diretor musical, ator e músico. Fazem parte desse repertório: “As Aventuras de João e Maria”, “Cantigas na Meia”, “Tá na Mesa”, “Show Regiões” e “Afrikanizando”. Luciano Sallun - Músico, compositor, produtor e musicoterapeuta, formado na Faculdade Paulista de Artes estudou etnomusicologia com Omid Burgam e Paulo O. Pinto na USP, formado no Conservatório Maestro Julião, estudou sitar na India com Sanjeb Sincar, vielle de roda na Espanha baglama na Turquia, além de alaúde e samisen. Desenvolve trilha para espetáculos de danças e como interpretações ao vivo, espetáculo Crendices e Paranoia da Cia de Danças de Diadema, espetáculo Ragas e Tempo Ausênte do Grupo Ares, trilha sonora do longa Menino e Mundo. Como músico desenvolve desde 2001 o grupo Pedra Branca e desde 2003 com GEM, tocou em muitos Festivais nacionais e Internacionais em Portugal, França, Itália, Hungria, Bélgica e México. Como produtor musical ançou já 8 álbum reconhecidos mundialmente. Rodrigo Rossi - Músico e produtor musical, Fundamentos de áudio e acústica/produção musical no IAV (instituto de áudio e vídeo de São Paulo). Estuda bateria e percussão em cursos livres desde 1998, com diversos professores renomados nstrucao em luthieria de instrumentos elétricos por Seizi Tagima e Marcos Cantáfaro jan/2005 a dez/2007. Participou da gravação e produção de centenas albuns ate então de artistas como: Grupo Perseptom, André Marchiori, grupo Sybalance, Pedra Branca, Russo, Marco Nalesso e a fundação, Projeto Nave, Bruno Filho, Arnaldo Tifu, banda Degraus. Trabalhou na producao de jingles, trilhas, sonoplastia e locuções para Alpha FM, Ford, UOL, dentre outras grandes empresas. Fez direção de palco para produtoras com grandes nomes da musica brasileira como Lenine, Teatro magico, Restart, Vanessa da Mata, Forfun...Paralamas do sucesso, Trabalhou como luthier nas empresas Tagima e Walzack entre 2005 e 2007.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.