Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2310565Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

VIRGINIA

VIVA PRODUCOES ARTISTICAS E CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 200,0 mil
Aprovado
R$ 200,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/12/2023
    Início previsto
  3. 31/12/2025
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-12-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)

Resumo

Projeto cultural na área das artes cênicas (teatro) que prevê a circulação do espetáculo de teatro intitulado VIRGINIA, com apresentações em três capitais brasileiras. VIRGINIA é um espetáculo solo da atriz Cláudia Abreu, com texto de sua autoria, direção de Amir Haddad e codireção de Malu Valle. O monólogo apresenta episódios sobre a vida e obra da escritora inglesa Virginia Woolf.

Sinopse

Sinopse resumida: Claudia Abreu em seu primeiro monólogo, que foi idealizado e escrito por ela a partir da vida e da obra de Virginia Woolf (1882-1941). Em cena, a atriz interpreta a genial escritora inglesa, cuja trajetória foi marcada por tragédias pessoais e uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. A estrutura do texto se apoia no recurso mais característico da literatura da escritora: a alternância de fluxos de consciência, capaz de ‘dar corpo’ às vozes reais ou fictícias, sempre presentes em sua mente.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar uma circulação do espetáculo teatral intitulado "VIRGÍNIA", por três capitais brasileiras. O monólogo, com dramaturgia e atuação de Claudia Abreu, conta com a direção de Amir Haddad, codireção de Malu Valle, trilha musical de Dani Roland, iluminação de Beto Bruel, figurinos de Marcelo Olinto, direção de produção de Dadá Maia. Apresentar para públicos diversos brasileiros o espetáculo VIRGINIA, que estreou em 2022 em São Paulo no Teatro do SESC 24 de maio e já cumpriu temporada no Rio de Janeiro, além de ter se apresentado em cidades como Belo Horizonte (MG), Porto alegre (RS), Santa Maria (RS), Santa Cruz do Sul (RS), Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Fortaleza (CE), Mossoró (RN) e Natal (RN), entre outras. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar nove apresentações do monólogo VIRGINIA, em três capitais brasileiras, sendo elas: Belém, Manaus e São Luís, sendo três apresentações em cada capital em teatros de porte médio, ainda em definição, com estimativa de lotação em torno de 650 lugares, totalizando uma meta de atingir 5870 espectadores na circulação; Realizar ação de contrapartida social, em caráter sócio-edicativo, que prevê 03 palestras, sendo 01 em cada cidade prevista na circulação, em forma de bate papo (perguntas e respostas) sobre processo de criação da dramatrugia de VIRGINIA, incluindo o processo dos ensaios para a realização do espetáculo. Promover uma iniciativa de intercâmbio e troca artística entre uma produção teatral prestigiosa, realizada por artistas do teatro carioca, e o público das regiões do norte e nordeste brasileiro; Contribuir para o desenvolvimento cultural do cidadão brasileiro, oferecendo uma experiência artística renovadora e potente; Gerar trabalho para artistas e profissionais da área ao promover projeto artístico que prevê a contratação temporária de atriz, produtores, técnicos, alimentando e fomentando positivamente a geração de trabalho temporário da indústria criativa brasileira.

Justificativa

O apoio do Ministério da Cultura através da Lei federal de incentivo à Cultura _ Lei Rouanet _ é fundamental para o projeto de circulação do espetáculo de teatro intitulado VIRGINIA, na medida em que ele, ao possibilitar a vantagem dos benefícios fiscais as empresas patrocinadores, fomenta o processo de captação de patrocínios e apoios, que através do aporte de recursos financeiros ao projeto, viabilizam a sua realização. O referido apoio justifica-se por ser um projeto que converge com vários princípios e procedimentos destacados pela Lei 8313/91, como exposto nas próximas linhas. VIRGÍNIA é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público em geral, com classificação indicativa para maiores de 14 anos, através de vendas e distribuição gratuita de ingressos, além de medidas de acessibilidade, atendendo aos portadores de necessidades especiais. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". O projeto VIRGINIA prevê a montagem teatral de um texto criado pela atriz Cláudia Abreu, sobre a vida e obra de uma das mais importantes escritoras inglesas de todo os tempos, Virginia Woolf, oferecendo ao público o contato com a inestimável obra artística da autora. Além disso, o projeto reúne uma equipe de artistas profissionais do teatro brasileiro, estando, dessa forma, de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", e inciso VIII que diz: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX que diz: "priorizar o produto cultural originário do País". O projeto VIRGINIA tem por objetivo, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a realização de apresentações de um espetáculo de teatro voltado para o público em geral, classificação indicativa para maiores de 14 anos, com acesso pago, gratuito, e aberto, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso II - linha "c", que diz: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", linha "e", que diz: "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". Por fim, O projeto VIRGINIA prevê acesso gratuito, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso IV - linha a que diz: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos". Com uma dramaturgia concebida como inventário íntimo da vida da autora Virginia Woolf, VIRGINIA vem conquistando os corações do público brasileiro. Desde julho de 2022 já foram 27.000 espectadores em 78 apresentações realizadas em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Mossoró, Natal, Porto Alegre, Belo Horizonte, Santa Maria, Santa Cruz do Sul, Araraquara, Jundiaí, Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Piracicaba e São José dos Campos. A seguir dois trechos de críticas publicadas sobre o espetáculo. "Enquanto se agiganta à beira do abismo e se perde em lembranças sem ordem cronológica, se emprestando ainda a outros personagens, Cláudia Abreu vai devorando o seu público, que se deixa levar pela loucura, chegando junto com a atriz a um novo momento de colapso" (crítica de Vivian Masutti publicada em Folha de São Paulo) "Dona de recursos expressivos, que impulsionam o texto e concedem credibilidade ao conflito existencial, Cláudia pinça de cada palavra sua essência. Replica a mesma inventividade da origem literária, ao se apropriar do universo cheio de nuances da autora...Capturada, a plateia testemunha um trabalho rigoroso, de contornos delicados e de visível teatralidade." (crítica de Edgar Olímpio de Souza publicada na Revista Stravaganza em 22/07/2022)

Especificação técnica

Trata-se de um espetáculo de teatro, do gênero monólogo, com duração de 60 mintos, sem intervalo. A cenografia é o palco do próprio teatro onde a apresentação ocorre em formato de "caixa preta": no chão linóleo preto, nas laterais pernas pretas, rotunda preta ao fundo do palco. A montagem conta com iluminação cênica e trilha sonora de músicas e efeitos especiais especialemnte criadas para a montagem.

Acessibilidade

Nas formas da Lei previstas nos artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015; e artigo 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999; e Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018; de acordo com a Instrução normativa MINC nº 01 de 10 de abril de 2023, Capítulo IV / seção I / Das medidas de acessibilidade, o presente projeto prevê as seguintes ações de acessibilidade, que garantem a inclusão dos portadores de necessidades especiais ao longo da circulação do espetáculo: Projeto “VIRGÍNIA” quanto à acessibilidade física: - Para a realização das temporadas de apresentações abertas ao público, o proponente se compromete a optar por teatros e/ou salas de apresentação que ofereçam infraestrutura e condições adequadas para atendimento aos portadores de necessidades especiais. Projeto “VIRGÍNIA” quanto à acessibilidade de conteúdo: - Contratação de intérprete de libras, oferecendo a opção de tradução em libras em 01 sessão em cada uma das cidades.- Produção de material escrito em braile: programa da peça com informações sobre a montagem, incluindo descrição do visual do espetáculo, para maior aproveitamento do espectador com necessidades especiais visuais.- Destacamos que todos os custos relacionados às medidas de acessibilidade foram incluídos no orçamento físico e financeiro, e que em todo o material de promoção e divulgação do projeto haverá informações sobre as medidas de acessibilidade adotadas.

Democratização do acesso

Nas formas da Lei, de acordo com a Instrução normativa MINC nº 01 de 10 de abril de 2023, Capítulo IV / seção II / Das medidas de democratização do acesso, o presente projeto prevê a distribuição gratuita de 10% da lotação dos teatros em cada uma das cidades, para organizações voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, ou instituições educativas que atendem população de baixa renda, de forma a garantir a democratização do acesso à cultura. Como complementação à democratização do acesso o projeto prevê ainda a adoção do item II do artigo 28, que diz: ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27.

Ficha técnica

Texto e atuação Claudia Abreu: Cláudia Abreu iniciou sua carreira em 1986 participando da montagem de “O Despertar da primavera”, de Frank Wedekind, com direção de Cacá Mourthé; em 1991 integrou o elenco de “Um certo Hamlet”, de Shakespeare, com direção de Antônio Abujamra, recebendo uma indicação ao prêmio Molière de melhor atriz no papel de Hamlet; em 1997 atuou em “Noite de Reis”, de Shakespeare, com direção de Amir Haddad, trabalho que lhe rendeu o Prêmio Sharp e Prêmio Cultura Inglesa de melhor atriz. Trabalhou com Bia Lessa nas montagens de “Orlando”, de Virgínia Woolf (1989), “Viagem ao centro da terra”, de Júlio Verne (1993), e “PI- Panorâmica insana”, de André Sant’anna, Júlia Spadacchini e Jô Bilac (2018/2019). Em cinema, participou de vários filmes, como “Tieta”, de Cacá Diegues, “O que é isso, companheiro?”, de Bruno Barreto, “Guerra de Canudos”, de Sérgio Rezende, “Desafinados”, de Walter Lima Jr, “O homem do ano”, de José Henrique Fonseca, “O silêncio da chuva”, de Daniel Filho, entre outros. Em televisão, atuou em diversas novelas e séries, como “Barriga de aluguel”, “Anos Rebeldes”, “Celebridade”, “Cheias de charme”, “Desalma”, entre outras. Foi co-autora, roteirista e produtora da série infanto-juvenil “Valentins”, do canal Gloob. Direção Amir Haddad: Um dos mais importantes diretores brasileiros, Amir Haddad revolucionou sua experiência teatral ao criar, em 1980, o grupo “Tá na Rua”. Ainda ativo aos 84 anos, sua biografia inclui dezenas de prêmios e também trabalhos como ator e teatrólogo. Sua capacidade de transitar entre o teatro tradicional e o popular o tornou conhecido internacionalmente e uma presença constante em festivais mundo afora. Codireção Malu Vale: Estreou na direção com “Infraturas”, o primeiro espetáculo dos atores Paulo Gustavo e Fábio Porchat. Dirigiu a COMPANHIA TERRA DE TEATRO que em 2012 representou a CAL na Rio+20, com o espetáculo teatral musical “TERRA”. Participou como atriz de muitos espetáculos, ente eles: “Pixinguinha” e “Noite de Reis”, dirigidos por Amir Haddad, “Ventania” e “Torre de Babel”, direção de Gabriel Vilella, “Desgraças de uma Criança”, direção de Wolf Maya, “Nada de Pânico”, direção de Enrique Diaz, “Mente Mentira”, direção de Paulo de Moraes, pelo qual foi indicada como Melhor Atriz Coadjuvante no Prêmio APTR no Rio de Janeiro, em 2011. Direção de Produção Dadá Maia: Como diretora de produção, trabalhou em inúmeros projetos de teatro, entre eles destacam-se: “VIRGINIA” com Cláuia Abreu, direção de Amir Haddad (2022/2023); “Urutu” espetáculo circense com direção de Renato Rocha (2022); “PI Panorâmica Insana” direção Bia Lessa, com Claudia Abreu, Leandra leal, Luiz Henrique Nogueira, Rodrigo Pandolfo (2019); “Mordidas” direção de Victor Garcia Peralta, com Ana Beatriz Nogueira, Zelia Duncan, Regina Braga e Luciana Braga (2018); “estranhos.com” direção de Emilio de Mello, com Deborah Evelyn e Johnny Massaro (2017); “Nu de Botas” baseado no livro de Antonio Prata, dramaturgia Pedro Brício e Cristina Moura, direção Cristina Moura (2016/2017); “#broncadequê?” de Rogério Blat com direção de Ernesto Piccolo (2015 e 2016); “Hora Amarela” de Adam Rapp, tradução de Isabel Wilker e direção de Monique Gardenberg (2014 e 2015); “O que é Poesia” aula-show de poesias com Antonio Cícero (2014); “ARTE” de Yasmina Reza com direção de Emílio de Mello (2012/2013); “Nós de borboletas” infantil com direção de Cristina Moura e Emilio de Mello (2013)/ “Jantando com Isabel” de Furio Lonza, com direção de Henrique Tavares e no elenco Xando Graça e Isaac Bernat; entre outros trabalhos. A VIVA Produções artísticas e cinematográficas, proponente do projeto VIRGINIA, é a empresa da atriz Claudia Abreu, dessa forma, ela atua no projeto através das funções exercidas por ela - autoria do texto e interpretação, além de ser a responsável pela produção geral, gestão administrativa e financeira do projeto com todas as responsabilidade legais do projeto.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Manaus AmazonasSão Luís MaranhãoBelém ParáRio de Janeiro Rio de Janeiro