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PRONAC 2310576Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Abril Pro Rock - 31° Edição

ASTRONAVE INICIATIVAS CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 436,1 mil
Aprovado
R$ 436,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2024-04-26
Término
2024-04-28
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

Este projeto destina-se à realização da 31ª edição do Festival de Música Abril Pro Rock, no ano de 2024, com o objetivo principal de manter viva a cultura da música independente e suas vertentes, através das apresentações musicais de bandas e grupos do cenário local, regional, nacional e internacional. Serão 02 dias de apresentações e ações, incentivando a "cadeia produtiva musical" da região.

Sinopse

NÃO CORRESPONDE

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar durante 02 dias o trigésimo primeiro Festival "Abril Pro Rock", para um público médio de 5 mil pessoas. Para manter viva a cultura da música independente e suas vertentes, através das apresentações musicais de bandas e grupos do cenário: local, regional, nacional e internacional. Assim sendo incentivando a produção musical da região. Objetivos Específicos: 1 - Contribuir para transformação social e cultural do estado de Pernambuco; 2 - Contribuir para uma maior profissionalização da cena musical pernambucana; 3 - Potencializar a pluralidade das formas de expressão, estética e de linguagem; 4 - Trazer ao público pernambucano, pelo menos 03 grandes e emergentes nomes do pop/rock nacional e internacional, permitindo um intercâmbio cultural entre diversas tendências da nova música brasileira; 5 - Fortalecer tanto a nova, quanto a já consagrada cena musical brasileira, criando condições adequadas para que artistas possam circular pelo Nordeste do Brasil; 6 - Permitir o acesso da população aos bens culturais incentivados; 7 - Mapear iniciativas regionais ligadas a cultura musical pernambucana; 8 - Utilizar a internet como meio de divulgação para atingir um maior número de pessoas, através das redes de contato e circulação de vídeo promocional (teaser); 9 - Oportunizar aos jovens o acesso a noções básicas para atuar na área de criação e produção musical; 10 - Convidar e despertar o interesse de produtores de todo o país para as atrações do festival, incentivando novos negócios e oportunidades durante e mesmo após o evento;

Justificativa

No início da década dos anos 90, surge um "movimento" cultural e sobretudo musical, chamado _ MANGUEBEAT _ que misturou ritmos regionais pernambucanos (tais como: maracatu, ciranda, frevo, entre outros) com ritmos internacionais (tais como: música eletrônica, soul, funk, hip hop e rock). Esse "movimento" alavancou o cenário musical pernambucano, juntamente com o início de bandas, que estiveram envolvidas na criação dele, e que se identificavam com a nova forma de fazer e mostrar ‘sua’ música, sendo essas mesmas bandas que bebiam de outras fontes, e, ainda fortaleceram a cultura popular da região. Esse fortalecimento da cultura popular regional se deve a que alguns desses ritmos regionais pernambucanos estavam sendo relegados e condenados ao esquecimento, principalmente pelas novas gerações de artistas e músicos dos anos 80 e 90, que naquele momento quase não tinham acesso e conhecimento sobre sua existência. Naquela época, o mercado das rádios FM não tinha espaço para a nossa cultura popular. O "movimento" manguebeat foi o ponto de partida para que a música de Pernambuco fosse ouvida fora do estado, definitivamente. Os benefícios vão muito além das influências musicais e da cena manguebeat, pois deixou de herança, para todos os que fazem música até hoje em Pernambuco e no Nordeste, as portas abertas do mercado da música e os olhares atentos ao que se produz por aqui _ seja hardcore, maracatu de baque solto, rock, pop, frevo, caboclinho, urso, samba, baião ou xote. Foi nesse cenário, nessa efervescente cena cultural pernambucana do início dos anos 90, que foi criado o Festival "Abril Pro Rock". Na época, não havia nenhum festival no Brasil que juntasse bandas já reconhecidas, com novas bandas que estavam despontando, e que as aproximasse das grandes gravadoras e do grande público. O Festival "Abril Pro Rock" surgiu para preencher essa lacuna e é, hoje, um dos festivais mais tradicionais, que se tornou referência nacional por mostrar bandas e artistas com renome na cena musical independente do país e também do exterior, principalmente por manter e apoiar essa fusão de ritmos ligados ao Rock. Por esse e outros motivos, O Festival "Abril Pro Rock" faz o fluxo musical circular nos dois sentidos. Da mesma forma que se tornou uma das principais vitrines, responsável por impulsionar carreiras de artistas da cena musical pernambucana, tais como, Chico Science e Nação Zumbi, Mundo Livre S/A, Mestre Ambrósio e Devotos do Ódio (hoje só DEVOTOS), além de dar espaço à cultura popular regional, o festival fortalece o cenário pernambucano de shows, inserindo a capital Recife na rota dos grandes shows nacionais e internacionais, que de outra forma não circulariam na região norte/nordeste. Ao longo de 31 anos de existência, o "Abril Pro Rock" tem contribuído de forma importante para a história, mercado e estética da música pernambucana, e também tem servido de referência, influenciando outros festivais de música no Brasil. Nessa perspectiva, fomos um dos fundadores da ABRAFIN _ Associação Brasileira de Festivais Independentes, contribuindo para o fortalecimento do circuito de música independente e mostrando que é possível ter um evento dedicado à música nova, independente, autoral e de qualidade, mesmo fora dos grandes centros musicais do país. Em 2024, o "Abril Pro Rock" realiza sua trigésima primeira edição e vai além dos 02 (dois) dias de shows com a apresentação de mais de 20 bandas, pois temos ainda, 03 projetos paralelos vinculados ao festival, que são: 1 - os 10 anos do APR Club (a ampliação das ações do Abril Pro Rock _ através da geração de novos espaços para artistas e público); 2 - oficinas de Profissionalização do Abril Pro Rock (qualificação do mercado, gerando oportunidade de aprendizado a jovens músicos e profissionais da área) _ capacitando gratuitamente jovens músicos, produtores, designers, técnicos e profissionais da área; e 3 - a mostra de "pôster art" com trabalhos nacionais e internacionais de novos artistas plásticos da cultura do "design" (Expor a ligação da música com as artes gráficas, mostrando o registro da história, através da Mostra Anual de pôster arte). Essas ações irão fortalecer ainda mais o Festival Abril Pro Rock, que continua com a missão de contribuir com a cena, permitindo que grupos de Pernambuco e de outros estados lancem seus trabalhos e circulem, fortalecendo, assim, o circuito da música independente no Brasil. O Festival "Abril Pro Rock" é um evento já consolidado no mercado brasileiro e um divisor de águas, marcando o cenário da música independente e influenciando inúmeros produtores que impulsiona artistas pernambucanos e nordestinos no mercado nacional e internacional, assim como traz para perto, os artistas de renome nacional e internacional. Procuramos neste projeto, fazer consolidar o Art. 1º da Lei 8313/91 através da música, em diversas áreas de atuação, mas sobretudo nesta trigésima primeira edição voltada para a manutenção da cultura manguebeat que completou 30 anos em 2021. Buscamos alcançar também os objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de festivais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. O desejo do Festival sempre foi de manter acesa a chama da cultura manguebeat, mas estamos abertos a receber sempre novas ideias e sobretudo dar espaço e VOZ aos amantes da música independente, seja ela underground ou popular. Sendo assim, o esforço é para dar continuidade ao cenário musical regional, que nestes últimos 06 anos foi oprimido pela força de novas vertentes musicais não regionais incentivadas pelas grandes mídias e pelos novos meios de comunicação. O projeto, sendo aprovado e captado, irá gerar conhecimento e preservar a Memória Musical da Cultura Pernambucana, ambos ainda incentivados pelo "movimento" manguebeat trazendo referências e gerando documentos históricos da nossa música.

Estratégia de execução

Apresentação O Abril Pro Rock é um dos festivais mais antigos em atividade no Brasil. Sua história, ao longo mais de três décadas, se encontra com a própria história da música brasileira e, especialmente, a pernambucana. Quando surgiu, em 1993, os ouvidos ainda não estavam voltados para o estado, que acompanharia pouco mais tarde o fortalecimento e a consolidação do movimento manguebeat. Bandas como Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre SA e artistas como Lula Côrtes, tiveram no palco da primeira edição do evento um grande encontro de uma geração que estava no processo de transformar a estética da cultura local. Era uma época em que fitas K7 e discos de vinil não eram material de colecionadores. E artistas como Pato Fu, Planet Hemp, Gabriel o Pensador e Skank encontraram nos palcos do Abril Pro Rock à um passo no processo em sua consolidação na história de nossa música pop. Encontros históricos, entre Chico Science e Gilberto Gil e apresentações de Tom Zé e entraram no imaginário popular do estado. Já no seu primeiro arco de edições, o potencial transformador do festival era evidente e presente na vida de seu público. Com isso, o Abril Pro Rock conseguiu consolidar um formato que, mais tarde, se viu repetir em todo o país. Festivais que abrem espaço para uma nova geração e promovem o encontro dela com uma geração anterior. E os então novos nomes, como Los Hermanos, Móveis Coloniais de Acaju, Vitor Araújo, Orquestra Contemporânea de Olinda, Orquestra Imperial e Volver, com sua passagem pelo APR, fizeram esse ciclo andar e a nova música brasileira se renovar e encontrar um público fiel. O festival foi palco também dos primeiros encontros entre esses produtores de festivais que, inspirados pelo formato que o Abril Pro Rock consolidou, construíram um circuito de eventos similares pelo país. Foi a partir dele que se formou a Associação Brasileira de Festivais Independentes, a Abrafin, atualmente Rede Brasil de Festivais. Fortalecendo uma nova cena, que dá possibilidades a um artista menor circular com muito mais força pelo país, redefinindo, assim, a própria lógica da cadeia produtiva da música. Superando a carência por rádios, fomentando outras redes de agentes transformadores, sempre com a finalidade de promover a nova música do país. Em 2024 o Abril Pro Rock vai consolidar ainda mais e celebrar toda essa história com dois dias de shows no histórico Clube Português do Recife (palco de inúmeros shows e eventos na capital pernambucana), cada dia recebendo uma média de 10 a 12 bandas, entre artistas internacionais, nacionais e locais. Nos outros finais de semana do mês que dá nome ao evento, acontece o APR Club, uma ação pontual para garantir a pluralidade de gêneros e trazer artistas que, conceitualmente, estariam deslocados da programação central. Com espaço para música eletrônica, nova MPB, samba e rock, sempre numa lógica de duas apresentações por noite. O festival também aumenta sua aposta na cadeia produtiva do Nordeste e oferece, mais uma vez, suas bem-sucedidas oficinas de capacitação profissional. Temas que abrangem os atuais gargalos da cena e falam sobre captação de áudio, sonorização de shows, produção executiva, design gráfico, de produto e de moda voltados para a música, empreendedorismo e economia criativa, entre outros tópicos especiais. As oficinas foram inseridas no festival no ano de 2010, são todas gratuitas e favorecem, em sua seleção, principalmente estudantes de escolas públicas, com a preocupação de oferecer uma boa formação também a uma nova geração que pretende atuar nesse mercado. A estrada percorrida ao longo desses anos de Festival mostra o amadurecimento de uma geração de artistas que merece ser registrada. A exposição, que vai para a sua décima edição, “Pôster Arte Design X” com trabalhos do Brasil e do exterior. Esse gênero artístico, que tem se mostrado cada vez mais ligado à música e suas expressões, conversa de perto com o universo do Abril Pro Rock – coletivos de artistas como Bicicleta Sem Freio, Super Terra entre outros, são bons exemplos de como a música e os trabalhos de poster-arte andam lado a lado. A proposta é que se torne uma mostra anual de poster-arte design em Recife/PE.

Especificação técnica

02 dias de festival.

Acessibilidade

Com o propósito de atender às demandas e exigências legais, os responsáveis pela realização do Festival Abril Pro Rock se responsabilizam por apresentar sempre que necessário condições adequadas e/ou adaptadas para atender o público com necessidades especiais. Além das eventuais estruturas de acessibilidade já existentes no espaço alugado. Vamos oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros adequados e rampas). Devemos prever medidas para compreensão dos shows em Libras.

Democratização do acesso

Como forma de garantir e ampliar o acesso da população aos shows, o proponente irá realizar ações que disponibilizam ingressos à preços populares. Ainda realizará oficinas gratuitas de capacitação profissional, qualificando jovens nas áreas de criação e produção musical, economia criativa, design, fotografia, gestão cultural e audiovisual com acesso gratuito para cerca de 200 pessoas. Durante todo o mês de abril, realizará uma exposição/mostra com acesso gratuito. Ingressos: - 500 ingressos gratuitos serão doados para escolas de música da região e organizações não governamentais com foco no ensino da música e outras atividades culturais e para os selecionados para participar das oficinas de profissionalização. - 500 ingressos para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado. - 500 para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. - 1000 para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Preço de = 40,00 Preço de entrada inteira = 120,00 - 2.500 (unidades).

Ficha técnica

Direção Artística: Paulo André Moraes - Produtor cultural, fundou o festival Abril Pro Rock em 1993, que ajudou a dar destaque a nova música de Pernambuco que começava na época, tendo desde então realizado edições anuais do evento. Também foi fundador da Associação Brasileira dos Festivais Independentes (ABRAFIN - http://abrafin.mus.br/). Produtor das bandas Chico Science & Nação Zumbi; Mundo Livre S/A; Cascabulho; DJ Dolores y Orchestra Santa Massa; Cabruêra, Devotos do Ódio (DEVOTOS); Jorge Cabeleira; Felipe Cordeiro, Siba e Fuloresta, entre outras, realizando turnês pela américa do norte e Europa. Foi curador da Womex (World Music Expo 2010 - https://www.womex.com), da Mostra Poster Art Design (2011 até a data), do Rolex Mentor and Progete Arts Initiative (2007-2009), além de diversos outros festivais. Como júri participou do Candango Cantador (DF), Festvalda (RJ), Skol Rock, Festival de Música do Aperipe (SE), SESC Música (PE), entre outros. Fez parte do Grupo de Trabalho de reabertura da Rádio Pública Frei Caneca do Recife. Lançou, no Recife, o Porto Musical (vide cv), feira de negócios da música que chegou a abarcar, em uma de suas edições, a Feira Música Brasil. Ocupou a presidência do Festivais Brasileiros Associados (FBA), Conselheiro do Porto Digital e da Empresa Pernambuco de Comunicação. Fez sua estreia literária em 2022 com o livro “Memórias de um Motorista de Turnês”. Produção Executiva: Sonally Pires - Produtora cultural. Fundou, em 1993, a Astronave Iniciativas Culturais, em conjunto com o festival Abril Pro Rock, onde assume a produção executiva do mesmo em todas as edições. Na parte executiva da produtora, deu suporte para o agenciamento de carreira de artistas como Chico Science & Nação Zumbi, Mundo Livre SA, Cascabulho, Siba e a Fuloresta e DJ Dolores, entre outros. Fez a produção da coletânea Music From Pernambuco, primeiro trabalho a levar em bloco a produção do estado para feiras internacionais, favorecendo o agenciamento de artistas da região na Europa. Produtora executiva do Porto Musical. Além de ser coordenadora de criação, produção e distribuição do livro "Memórias de um motorista de turnês" de Paulo André. OBS: Não é possível adicionar o currículo dos artistas porque o festival vai passar ainda pelo processo de curadoria, quando serão definidas as bandas convidadas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.