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PRONAC 2310586Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Exposições Pinacoteca do Ceará

INSTITUTO MIRANTE DE CULTURA E ARTE
Solicitado
R$ 3,54 mi
Aprovado
R$ 3,54 mi
Captado
R$ 1,20 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (4)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04845753000159ITAU BBA ASSESSORIA FINANCEIRA S.A1900-01-01R$ 400,0 mil
07040108000157COMPANHIA DE AGUA E ESGOTO DO CEARA CAGECE1900-01-01R$ 300,0 mil
40430971000196ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA1900-01-01R$ 300,0 mil
46743943000105REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A.1900-01-01R$ 200,0 mil

Eficiência de captação

33.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-02-01
Término

Resumo

Partindo do acervo da Pinacoteca do Ceará, este projeto realizará duas exposições, tendo a primeira o título "O corpo humano não é mais o que era" com curadoria de Agnaldo Farias e Mateus Nunes e a segunda "Acervo em Desconstrução" que contará com um conselho curatorial formado por Lisette Lagnado, Yuri Firmeza, Vilma Soares e José Eduardo Ferreira.

Objetivos

Objetivo geral : Partindo do acervo da Pinacoteca do Ceará, este projeto realizará duas exposições, sendo : A primeira terá como título "O corpo humano não é mais o que era" e contará com a Agnaldo Farias (SP) e Mateus Nunes (PA) A segunda terá como título "Acervo em Desconstrução" e contará com um conselho curatorial formado por Lisette Lagnado (SP), Yuri Firmeza (CE), Vilma Soares (BA) e José Eduardo Ferreira (BA). Estas exposições tem como objetivo garantir à continuidade e excelência da programação da Pinacoteca do Ceará. Estes nomes das exposições poderão sofrer alterações a depender dos curadores envolvidos nas memas. Objetivos Específicos : Ofecerer ao público 02 (duas) exposições com os acervos das Pinacoteca do Ceará e com processos curatoriais de renome nacionais. Atenter com processos educativos um público de 30 (trinta) mil pessoas por exposição, 60 (sessenta) mil pessoas no total; Fortalecer a programação da Pinacoteca do Ceará, um museu público com acesso gratuito; Fomentar projetos com curadorias colaborativas com profissionais de diferentes regiões do país; Estabelecer um intercâmbio cultural entre o acervo da Pinacoteca do Ceará e de outras iniciativas sociais, promovendo um diálogo entre diferentes contextos nas artes visuais; Promover o diálogo entre a instituição e comunidades do entorno, garantindo a democratização do acesso às programações propostas; Implementar recursos de acessibilidade, como videoguias em libras, audiodescrição e placas táteis, para garantir a fruição de pessoas com deficiência.

Justificativa

Inicialmente entendemos que este projeto se enquadra no seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91, Lei Federal de Incentivo à Cultura/Lei Rouanet: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. A Pinacoteca Este projeto nasce do acervo da Pinacoteca do Ceará. A Pinacoteca é resultado de 80 anos de luta das artes visuais no Ceará. A reivindicação pela sua criação remonta aos anos 1940, quando artistas pediam um local para salvaguardar e incentivar as artes no Estado. Inaugurada em dezembro de 2022, o museu funciona em antigos galpões da Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA), restaurados em um projeto arquitetônico contemporâneo. Está localizada contígua à Estação Ferroviária João Felipe, no centro histórico de Fortaleza. São 9.070 m² que abrigam salas expositivas, auditório, ateliês, pátio, café, reserva técnica e bloco administrativo. A Pinacoteca do Ceará atua a partir do conceito de Museu-Ateliê, se construindo como um museu vivo, que se põe em movimento de constante transformação, pelas relações que estabelece com os seus públicos. Museu como um espaço de imersão, arregimentando os sentidos inquietos necessários para a reflexão sobre o mundo. Parte desta premissa conceitual, para reivindicar o museu como um espaço de criação, dedicado a processos de formação contínua, nos quais o conhecimento é produzido de forma horizontal, na relação com todas as suas esferas de atuação: preservação, pesquisa, difusão e educação. Para tanto, a Pinacoteca do Ceará cultiva as transversalidades entre arte e educação, vistas como práxis experimentais e construtivas e pensa, a partir deste entendimento, o museu como uma instituição que aproxima o público aos seus processos, e que ao não se entender como irradiadora de um repertório de saberes e conhecimentos, se compromete com a transformação da cultura e a modificação das dinâmicas sociais. A organização social Instituto Mirante, proponente deste projeto, mantem contrato de gestão com o Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria de Cultura, para a gestão da Pinacoteca do Ceará. As Exposições Este projeto visa a continuidade, o fortalecimento e a excelência da programação da Pinacoteca do Ceará se propondo a realizar duas exposições : Primeira exposição : "O corpo humano não é mais o que era" O corpo na contemporaneidade e as inquietações geradas por ele ocupam lugar especial de discussão no campo das artes visuais. Com curadoria de Agnaldo Farias (SP) e Mateus Nunes (PA), a exposição "O corpo não é mais o que era" irá promover uma reflexão sobre a presença do corpo e suas potencialidades nas artes visuais. A cultura visual contemporânea testemunha o processo de afirmação dos corpos cruzando fronteiras e identidades. A pintura, a escultura e a fotografia são alguns dos campos artísticos onde o corpo se expõe e se questiona. O corpo (matéria ou subjetivo) está sempre sendo (des)construído/ transformado no decorrer da história. Não existe, portanto, um corpo único ou uma teoria definitiva sobre o corpo, uma vez que este, assim como as subjetividades, é marcado por uma série de abordagens que o moldam incessantemente. Neste sentido temos como exemplo as artistas Berna Reale, Ismael Nery, Rodrigo Braga, Monica Piloni, entre outros, que em seus trabalhos pensam sobre questões referentes ao corpo, que inquietam a sociedade e estão sendo discutidas em diversos campos teóricos na contemporaneidade. Segunda exposição: "Acervo em Desconstrução" Para essa exposição que irá integrar as comemorações de dois anos da Pinacoteca do Ceará foi constituído um conselho curatorial formado por Lisette Lagnado (SP), Yuri Firmeza (CE), Vilma Soares (BA) e José Eduardo Ferreira (BA). A mostra pretende trabalhar questões que envolvem o acervo do museu. O conceito emerge de um estudo voltado para estabelecer conexões entre a Pinacoteca, um museu público estadual, e outras iniciativas independentes que fundamentam suas práticas nos conceitos de museologia social e inventários participativos. O propósito central desta iniciativa é instigar uma análise crítica do acervo da Pinacoteca, destacando lacunas, reavaliando prioridades, reconhecendo que movimentos artísticos historicamente marginalizados ainda estão longe de serem devidamente representados na coleção. Para isso, está previsto ações realizadas em conjunto com o Acervo da Laje (BA), um espaço de memória artística, cultural e de pesquisa sobre o Subúrbio Ferroviário de Salvador, que surgiu em 2011, fruto de pesquisas sobre a arte invisível dos trabalhadores da beleza nas periferias de Salvador, em parceria com o fotógrafo Marco Illuminati. O espaço é composto por bibliotecas (Geral, Coleções, Livros Raros, Futebol, Bahiana, Poesia, Autografados, Arte), hemeroteca, coleções de CDs, discos, manuscritos, croquis, conchas, tijolos, azulejos e porcelanas antigas, artefatos históricos, quadros, esculturas em madeira e alumínio, fotografias e objetos que contam a história do Subúrbio Ferroviário de Salvador, dialogando com toda a cidade, mostrando que também há beleza e elaborações estéticas neste território. Um dos objetivos do Acervo é proporcionar o encontro das pessoas com as obras e os artistas, assim como estimular pesquisas e a ressignificação da imagem da periferia, mostrando seus valores, memória, cultura e elaborações estéticas. Diálogos entre espaços oficiais de arte e espaços independentes contribuem para a avaliação de questões relacionadas à representatividade e uma compreensão mais aprofundada da forma como o público e as comunidades se identificam e se relacionam com esses ambientes culturais. As Expografias As expografias planejadas para ambas as exposições envolvem uma grande estrutura cênica de madeira policromada, incorporando cortinas tanto horizontais quanto verticais com estrutura em ferro e vidro, acompanhada pela implementação de um circuito para garantir a acessibilidade às obras, por toda a extensão dos pavilhões que tem áreas de 649 m² (exposição "Acervos em desconstrução") e 850m² (exposição "O corpo não é mais o que era). Adicionalmente, estão previstos o emprego de projetores e monitores para exibição de obras em vídeo."

Acessibilidade

PRODUTO: EXPOSIÇÕES MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Espaço físico da Pinacoteca é adaptado com rampas, banheiros adaptados e piso tátil. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Possuirão obras táteis e com audiodescrição, que serão disponibilizadas no espaço expositivo em aparelhos eletrônicos e NFC. Possuirão programação e textos de parede impressos em braile e disponibilizados para pessoas cegas e com baixa visão. Serão beneficiadas com propostas de acessibilidade estética desenvolvidas pelo setor de educação e de supervisão de acessibilidade da Pinacoteca do Ceará, para criarem um sentido de pertencimento e possibilidade de visitas poéticas e acessíveis. O presskit digital das duas exposições terá versão em audiodescrição para alcançar comunicadores cegos ou com baixa visão. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Serão disponibilizados vídeos guias em Libras no espaço expositivo. A Pinacoteca conta com educadores surdos em sua equipe educativa e oferece visitas mediadas e oficinas com acessibilidade em Libras. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: O programa educativo também prevê oficinas para pessoas com TEA. Abafadores de som são disponibilizados na recepção da Pinacoteca.

Democratização do acesso

Concebendo o museu como um espaço relacional, resultado de ações de muitos sujeitos sociais dentro e fora dele, também é objetivo do projeto desenvolver ações de articulação territorial com instituições e organizações sociais provenientes das comunidades vizinhas da instituição e outros públicos e comunidades vulneráveis da cidade de Fortaleza e do estado do Ceará. Nesse sentido, serão realizadas visitas mediadas com alunos de escolas públicas, além de programações extramuros, com o intuito de aprofundar os vínculos com o público em situação de vulnerabilidade social por meio de atividades que tragam as artes visuais como eixo condutor e possam ser executadas em conexão direta com o cotidiano dessas pessoas, dentro e fora do espaço formal do museu. Entre as ações, estão previstas: 1. Disponibilizar transporte e lanche gratuitos para que alunos de escolas públicas e organizações sociais possam acessar as exposições. Serão beneficiadas 80 instituições de Fortaleza e da região metropolitana. 2. Realizar ações educativas na comunidade Moura Brasil, localizada no entorno da Pinacoteca do Ceará; 3. Realizar ações educativas com outras comunidades mapeadas pelo Núcleo de Políticas Afirmativas (NUPA) e Núcleo de Articulação Comunitária (NACA), ambos integrantes da estrutura do do Instituto Mirante de Cultura e Arte, organização executora do contrato de gestão da Pinacoteca do Ceará.

Ficha técnica

CURADORIAS Para a primeira exposição contará com a curadoria de : Agnaldo Farias é professor doutor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Curador Geral da 3a. Bienal de Coimbra. Foi Curador Geral do Museu Oscar Niemeyer, de Curitiba, Curador Geral do Instituto Tomie Ohtake (2000/2012) e do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1998/2000). Foi Curador de Exposições Temporárias do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (1990/1992). Em relação a Bienal de São Paulo, foi Curador Geral da 29a. Bienal de São Paulo (2010), da Representação Brasileira da 25a. Bienal de São Paulo (1992) e Curador Adjunto da 23a. Bienal de São Paulo (1996). Foi Curador Internacional da 11a. Bienal de Cuenca, Equador (2011) e do Pavilhão Brasileiro da 54a. edição da Bienal de Veneza (2011). Recebeu o prêmio “Melhor retrospectiva” da Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, 1994, pela Exposição Nelson Leirner, e o Prêmio Maria Eugênia Franco , da Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA, pela melhor curadoria de 2011. Mateus Carvalho Nunes é pesquisador de pós-doutorado em História da Arte e da Arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP), com bolsa da FAPESP. Doutor em História da Arte pela Universidade de Lisboa, com período de intercâmbio acadêmico na FAU USP. Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal do Pará (FAU UFPA). Pesquisador do projeto "The Amazon Basin as Connecting Borderland: Examining Cultural and Artistic Fluidities in the Early Modern Period", financiado pela Getty Foundation. Membro-pesquisador do Fórum Landi (FAU UFPA). Professor do Museu de Arte de São Paulo (MASP) nos cursos "Barroco brasileiro: séculos 17 e 18" (2022), "Barroco brasileiro: leituras trans-históricas" (2022), "Arte contemporânea paraense: hibridismos, imagens e poéticas" (2021) e "Arte contemporânea paraense: leituras e escrituras híbridas" (2023). Desenvolve pesquisa predominantemente sobre hibridismos e intercâmbios culturais no contexto da produção artística e arquitetônica da Amazônia Colonial; arquitetura dos séculos 17 e 18 em Belém; Antônio José Landi (1713-1791); produção artística e arquitetônica da Companhia de Jesus no Grão-Pará; teoria da imagem; teoria da história daarte. Atua também no cenário artístico contemporâneo como crítico e curador. A segunda exposição contará com a curadoria de : Lisette Lagnado (1961, Kinshasa, RDC) atua como crítica de arte e curadora desde1993. Foi editora de revistas independentes de arte nos anos 1980. Coordenouo Projeto Leonilson, que resultou na publicação "Leonilson. São tantas asverdades" (Sesi, 1996). Doutora em Filosofia pela Universidade de São Paulo(USP), foi responsável pela catalogação dos manuscritos de Hélio Oiticica paraa plataforma online hospedada no Itaú Cultural. Dirigiu a Escola de ArtesVisuais do Parque Lage (Rio de Janeiro, 2014-2017). Foi curadora da 27aBienal de São Paulo (2006), do 33o Panorama da Arte Brasileira do Museu deArte Moderna de São Paulo (2010) e cocuradora da 11a Bienal de Berlim(2019-2020), entre outras curadorias. Entre 2022-23, co-curou a exposição “Aparábola do Progresso”, com André Pitol e Yudi Rafael (Sesc Pompeia).Escreveu sobre diversos artistas brasileiros e estrangeiros, entre eles: LeónFerrari, Mira Schendel, Arthur Bispo do Rosario, Hélio Melo, Flavio deCarvalho, Lina Bo Bardi, Cildo Meireles, Pélagie Gbaguidi, Laura Lima, RivaneNeuenschwander, Marepe, Jarbas Lopes e Mônica Nador. Yuri Firmeza é professor do curso de Cinema e Audiovisual da UniversidadeFederal do Ceará. Doutorando em Arte Multimédia pela Universidade deLisboa. Entre os livros que organizou destacam-se, “Composto Escola:comunidade de sabenças vivas”, em parceria com Alexandre Campos, CacáFonseca, Laura Castro e Pedro Brito. O seminário e o livro “O trabalho dasruínas: genealogias, ficções, (re)montagens” com Clara Bastos, LeonardoMouramateus e Érico Araújo Lima. E com Pablo Lobato a videoinstalação e olivro "O que exatamente vocês fazem, quando fazem ou esperam fazercuradoria?". Participou de festivais de cinema e exposições em cidades doBrasil e do exterior, entre as quais a 31a Bienal de São Paulo, 14th BiennaleJogja: Stage of Hopelessness – Yogyakarta/Indonesia; 21st Videoex –International Experimental Film & Video Festival Zurich/ Switzerland; 64th e62nd International Short Film Festival Oberhausen/Germany, 33o Panorama daArte Brasileira, 11a Bienal do Mercosul e a exposição individual "TurvaçõesEstratigráficas", no Museu de Arte do Rio. Vilma Soares Ferreira Santos, Salvador, Bahia, 1968.Mulher negra, educadora desde os anos 1990, foi coordenadora voluntária daPastoral da Criança, Pastoral Afro e Pastoral Carcerária, fundadora do Acervoda Laje, onde coordena a seção educativa, realizou, como curadora ecoordenadora as exposições artísticas, a “1a Exposição Pública do Acervo daLaje” (2011), na antiga casa de Lázaro e Vera, em Novos Alagados “As águassuburbanas no Acervo da Laje” (2012), no Centro Cultural Plataforma; A belezado Subúrbio” (2013), nas ruínas da antiga Fábrica de Tecidos São Braz, emPlataforma; 3a Bienal da Bahia (2014), no Acervo da Laje, Casa 1; “MemóriasAfetivas do Subúrbio Ferroviário de Salvador” (2018) no Subúrbio 360, nobairro de Vista Alegre e participou como convidada da 31a Bienal de São Paulo“Como falar de coisas que não existem” na mesa “Usos da Arte” (2014).Participou de todo o processo de realização e produção do projeto #OcupaLajes em suas 1a e 2a edições (2016, 2018- 2019), sendo responsável pelasoficinas artísticas. Participou do intercâmbio dos estudantes da Bartlett School de Londres (2016, 2017 e 2018), do Festival Caymmi de música (2017), alémde mediar e mobilizar crianças, jovens, adultos e famílias para a realização deoficinas com artistas como Rosa Bunchaft (2015, 2016), Elisabeth Zwimpfer(2017), Mano Penalva (2017), assim como o Rolê Brasil (2016, 2017).Participou em 2018 do bate papo “Narrativas Negras: a visibilidade dasmulheres negras nas artes da Bahia”. Produziu em 2018 a oficina experimentalde animação Retrato de Wangari Maathai, com a cineasta queniana Ng’endoMukii. Em 2019 participou da mesa “Arte e transformação social” no 5a Festivalde Graffiti Bahia de Todas as Cores, foi entrevistada pelo professor JorgePortugal no Programa Tô Sabendo, em homenagem às mulheres negras,assim como foi tema de reportagem do BA TV, com Ana Valéria no Dia daMulher, em 2019. Foi produtora do “Sound in the fabric” (2019), com aparticipação das instrumentistas Ida Toninato (Canadá), Andrea May e doinstrumentista Edbrass Brasil (Brasil), nas ruínas da antiga Fábrica de TecidosSão Braz. Participou em 2019 do Simpósio Fazeres da Cidade do Grupo LugarComum, da FAU – UFBA, no Acervo da Laje. Com o Acervo da Laje participoudas exposições 1a exposição pública, Casa de Vera e Antonio Lazzarotto,Salvador, 2011; "Cadê a bonita?", Galeria Pierre Verger, Salvador, 2012; "Aságuas suburbanas no Acervo da Laje", Centro Cultural Plataforma, Salvador,2012; "Memórias afetivas do Subúrbio Ferroviário de Salvador, Subúrbio 360",Salvador, 2017; Indiano Carioca, Coaty , Salvador, 2016; Os labirintos de ZacaOliveira, Teatro Gamboa Nova, Salvador 2018; Adilson Baiano Paciência,Acervo da Laje, Salvador, 2019; #Ocupalajes, 2016 e 2018, várias exposições,Salvador; "A memória é uma invenção", MAM Rio, Rio de Janeiro, 2022;"Subúrbio: uma exposição em três atos", MAM Bahia, Salvador, 2022; "Aparábola do Progresso, Sesc Pompéia, São Paulo, 2022; César Bahia: umapoética do recomeço, Museu de Arte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, 2023;"Ensaios para o Museu das Origens", Itaú Cultural, São Paulo, 2023; "DosBrasis", Sesc Belenzinho, São Paulo, 2023; "Brasil futuro: as formas dademocracia", Solar Ferrão, Salvador, 2023 e "Memórias para Dona Antônia",Casa 2 do Acervo da Laje, novembro de 2023. José Eduardo Ferreira Santos, Salvador, Bahia, 1974Pedagogo (UCSal), mestre em Psicologia (UFBA), doutor em Saúde Públicapela Universidade Federal da Bahia e fez estágio pós – doutoral em CulturaContemporânea (PACC – UFRJ), no Instituto de Psicologia da UFBA e noPrograma de Pós – Graduação em Família na Sociedade Contemporânea daUCSal, pelo Programa Nacional de Pós – Doutorado (PNPD – CAPES).Curador e responsável junto com Vilma Santos pelo Acervo da Laje, que reúneobras artísticas e históricas do Subúrbio Ferroviário de Salvador e de toda acidade. Autor dos livros Novos Alagados: histórias do povo e do lugar (EDUSC,2005), Travessias: a adolescência em Novos Alagados (EDUSC, 2005),Cuidado com o vão: repercussões do homicídio entre jovens da periferia(EDUFBA, 2010), Faixas assombrosas: a nascente da beleza nas cançõespopulares (Scortecci, 2013), Nascente da beleza (Scortecci, 2013) e Acervo daLaje: memória estética e artística do Subúrbio Ferroviário de Salvador(Scortecci, 2014). Com o Acervo da Laje participou das exposições 1a exposição pública, Casa de Vera e Antonio Lazzarotto, Salvador, 2011; Cadê abonita? Galeria Pierre Verger, Salvador, 2012; "As águas suburbanas noAcervo da Laje", Centro Cultural Plataforma, Salvador, 2012; Memórias afetivasdo Subúrbio Ferroviário de Salvador, Subúrbio 360, Salvador, 2017;IndianoCarioca, Coaty , Salvador, 2016; Os labirintos de Zaca Oliveira, Teatro GamboaNova, Salvador 2018; Adilson Baiano Paciência, Acervo da Laje, Salvador,2019; #Ocupalajes, 2016 e 2018, várias exposições, Salvador; A memória éuma invenção, MAM Rio, Rio de Janeiro, 2022; Subúrbio: uma exposição emtrês atos, MAM Bahia, Salvador, 2022; A parábola do progresso, SescPompeia, São Paulo, 2022; César Bahia: uma poética do recomeço, Museu deArte do Rio (MAR), Rio de Janeiro, 2023; Ensaios para o Museu das Origens,Itaú Cultural, São Paulo, 2023; Dos Brasis, Sesc Belenzinho, São Paulo, 2023;Brasil futuro: as formas da democracia, Solar Ferrão, Salvador, 2023 eMemórias para Dona Antônia, Casa 2 do Acervo da Laje, novembro de 2023. COORDENAÇÃO E GESTÃO CULTURAL INSTITUTO MIRANTE DE CULTURA E ARTE (responsável pela gestão cultural, produção, gestão administrativa e financeira deste projeto) Tiago Santana - Diretor Presidente João Wilson Damasceno - Diretor Executivo Flávio Jucá - Diretor Administrativo e Financeiro PINACOTECA DO CEARÁ Rian Fontenele - Diretor Geral Ana Javes Luz - Diretora Executiva Este projeto conta com a consultoria de Luis Carlos Beltrão Sabadia Trabalha com gestão cultural, incentivos fiscais à cultura e economia criativa. É gestor de espaços culturais e atua na concepção, viabilização e gestão projetos culturais para instituições públicas e privadas. É formado em administração, pós graduado em gestão cultural e em Gestão e Inovacão em Instituições Culturais. Um dos fundadores da ONG Alpendre, foi consultor do SEBRAE, Diretor de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar, e desde 2014 é gestor do Museu da Indústria, uma iniciativa do sistema FIEC através do SESI Ceará. Atua na política cultural em conselhos deliberativos como Conselho Estadual de Políticas Culturais (Governo do Ceará), do Conselho de Administração do Instituto Cultural Iracema – ICI (Prefeitura Fortaleza), e foi da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (Ministério da Cultura). Foi presidente da Câmara Setorial de Economia Criativa – ADECE (Ce), preside a ong IACD e é sócio fundador da empresa Vanguardeiro.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2028-06-30
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará