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"O Bicho tá Pegando" consiste em uma exposição de arte popular brasileira cuja temática central é o meio ambiente. O projeto, que irá mergulhar nesse universo da arte popular brasileira, debatendo curadoria, arte indígena - tradicional e contemporânea, história e meio ambiente. O projeto acontecerá em 2024 e prevê a realização de uma montagem da exposição "O Bicho tá Pegando". Será selecionado um museu do Estado do Rio de Janeiro, como por exemplo, o Museu Janete Costa de Arte Popular, em Niterói (RJ), a Biblioteca Parque Estadual ou a Casa França Brasil, os dois últimos no Rio de Janeiro (RJ). Toda construção de "O Bicho tá Pegando" se dá com base nos pilares da sustentabilidade, buscando em seus processos a minimização de impactos negativos na sociedade e meio ambiente, e fomentando a economia local.
A exposição “O bicho tá pegando” se torna relevante por abordar temas urgentes e atuais no Brasil e no mundo. O projeto dialoga com pautas da sociedade moderna, tais como desmatamento, preservação da fauna, questões indígenas, poluição, a importância da água e meio ambiente. Todas acolhidas pela arte popular brasileira, pilar fundamental na formação da nossa identidade cultural. Dividida em cinco setores, a exposição terá a seguinte Expografia Setor 1. Inspirado na onça pintada que ficou conhecida com o nome de Ousado após ser resgatada com ferimentos graves nas patas, devido aos incêndios no Pantanal e de se tornar símbolo dos animais queimados, será montada uma instalação com troncos e galhos queimados e no chão, sobre pedaços de carvão serão instaladas sete esculturas de onças pintadas, confeccionadas pelos artistas amazonenses José e joe Alcântara e por duas famílias importante da arte de Alagoas: Antônio de Dedé e Manoel da Marainheira. Setor 2. Será montada uma instalação com terra seca e batida e diversas esculturas de animais da nossa fauna, confeccionadas por vários artistas populares. Esses animais estarão ao redor de pequenas poças d'água. Simbolizando a importância da água para o meio ambiente Setor 3. Nesse setor faremos referências à caça predatória, e serão exibidas esculturas com pássaros em gaiolas, Insetos, peixes em aquários e cabeças de animais em molduras. Setor 4. Será montada uma instalação fazendo referências aos chamados "rios voadores”, designação da enorme quantidade de água liberada pela floresta Amazônica, em forma de vapor d'água para a atmosfera, sendo transportada pelas correntes de ar, para diversas regiões do Brasil. Nesse setor serão instaladas diversas esculturas de pássaros, confeccionadas com material descartado, executadas pelo artista Getúlio Damado. Setor 5. Nesse setor faremos referências às questões indígenas. Nele será montada uma instalação com esculturas produzidas por artistas dessa população e vídeos do Greenpeace Brasil sobre demarcação de terras indígenas.
GERAL Registrar, debater e divulgar a potência da arte popular brasileira e de seus artistas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Montar a exposição "O Bicho tá Pegando" (meta: realizar 01 montagem, em 2024) Elaborar um projeto educativo robusto e inclusivo para a exposição. (meta: mobilizar no mínimo 60 turmas de escolas públicas e/ ou grupos pré-agendados, durante o período da exposição no museu | Do total de visitantes atendidos nas visitas, 10% deve ser composto por pessoas com alguma deficiência). Lançar um catálogo do Projeto. (meta: impressão de 1000 exemplares, em 2024) Fomentar a divulgação da arte popular brasileira (meta: receber no mínimo 3000 visitantes, em 2024). Contribuir para a economia local dos municípios. (meta: contratar de 70% da mão de obra local) Realizar a captação em áudio e vídeo das atividades de exposição. (meta: obter ao final do projeto um registro audiovisual para posterior desdobramento em um mini doc de 27 minutos).
Por Que da Lei de Incentivo "O Bicho tá Pegando" se torna relevante por abordar temas urgentes e atuais no Brasil e no mundo. Tais como desmatamento, poluição, preservação da fauna e questões indígenas. Todas acolhidas pela arte popular brasileira, patrimônio imaterial da humanidade. O projeto conta com mais de 70 profissionais além de artistas envolvidas, o projeto tem por finalidade além de apresentar o trabalho dos artistas o fomento a cultura e a arte popular relacionada ao debate colecionismo, curadoria, arte, índio, história e meio ambiente, por isso a necessidade da lei de incentivo à cultura. CITAÇÃO - Conforme o Decreto nº 3.551/2000 e a Lei Nº 7.285/2011, "O Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, adotada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 2003 e ratificada pelo Brasil em 2006, é composto pelas práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas _ junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados _ que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu Patrimônio Cultural."[1] Entendendo a memória como pilar fundamental na formação da identidade cultural, que deve ser preservada e valorizada, o projeto resgata os ideais da Semana de 22 na qual a arte era usada como uma forma de expressão político-social e de protesto, levando à sociedade o conhecimento de sua história e dos elementos criadores de sua cultura. Fazendo menção ao Manifesto Antropofágico[2], o intuito é beber das múltiplas fontes de inspiração brasileira, através do diálogo harmonioso entre passado e presente, à medida que perpassa pelos conceitos de modernidade e contemporaneidade que convergem para a exposição proposta. [1] http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/71 em 27/10/2023 [2] O Manifesto Antropofágico propunha basicamente ‘devorar’ a cultura e as técnicas importadas e provocar sua reelaboração com autonomia, transformando o produto importado em exportável. Buscava a importação de novidades europeias, com objetivo de movimentar o pensamento, depois, antropofagicamente, isto é, criticamente, devorar estas novidades e influências à medida que os modernistas redescobrem a realidade brasileira. https://www.historiadasartes.com/nobrasil/arte-no-seculo-20/modernismo/manifesto-antropofagico/ em 27/10/2023 Informamos que a exposição "O Bicho tá Pegando" atendem os incisos do I, III e VIII do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Visto que a entrada e todas as atividades serão gratuitas. III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; A exposição vai contar a historia de diversos artistas populares de todas as regiões do Brasil e com textos de curadoria. VIII - estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formado e informado de conhecimento, cultura e memória; Através das oficinas e visitas técnicas gratuitas ministradas pelas artista e profissionais de Cultura pretendemos estimular a produção de cultura. Além disso, no Artigo 3º da Lei 8313/91 atendendo os objetivos de: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Como contrapartida Social o projeto apresenta as oficinas sendo uma delas destinada a grupo PcD "pessoas com deficiência", visitas guiadas pelo curador da mostra e visitas orientadas por profissional de arte contratado para o atendimento específicos de grupos agendados.
A estratégia de comunicação do projeto “O Bicho tá Pegando” parte de uma análise do público alvo a que se destinam as várias atividades propostas, suas expectativas, interesses e canais preferidos para se informar sobre arte popular e meio ambiente. Ele abraçará contato e envolvimento com escolas, estudantes e amantes da arte popular brasileira. Abaixo estão estabelecidas as duas etapas que juntas serão responsáveis pela divulgação do projeto, seus formatos, periodicidade, objetivos e resumos. Etapa 1 – Vem aí! Trata-se do início do contrato com a agência de comunicação especializada na geração de conteúdo para redes sociais e da assessoria de imprensa. A etapa 1 terá duração de 30 dias pré inauguração das montagens. Tem como objetivo instigar o público dos museus com a exposição “O Bicho tá Pegando” e gerar engajamento nas redes. Nessa etapa também acontecerá o mapeamento das instituições de ensino e grupos de público alvo do projeto. Etapa 2 – Abertura da Exposição | Visitação Agora é hora de transformar a abertura da exposição em notícia, divulgar a data, conquistar divulgação espontânea e gratuita na mídia através de assessoria de imprensa. Exposição aberta, o intuito é manter o projeto no topo das notícias. Aqui será dado início a divulgação para as inscrições no seminário. Além de redes e assessoria, o plano de comunicação conta ainda com impulsionamento de postagens buscando alcançar ainda mais pessoas interessadas no tema. A etapa 2 tem início logo após a etapa 1.
As atividades da mostra "O Bicho tá pegando" propostos são desenvolvidos a partir das exposições, buscando contribuir para o exercício da inclusão, diversidade, construção do conhecimento e a sensibilização, ampliando o diálogo dos mais variados tipos de públicos com a arte. As visitas mediadas todas gratuitas serão oferecidas no período da exposição para escolas das redes pública e privada, universidades, ONGs, associações e grupos diversos através de prévio agendamento. Este desdobramento em forma de atividades artístico pedagógicas respeitando as especificidades e capacidades cognitivas dos diferentes tipos de públicos recebidos no Museu. Públicos possíveis: Educação, Infantil, Fundamental I e II, Pessoas com deficiência visual, universitários e grupos diversos. Encontro de professores/guias de turismo na exposição será oferecido 1 encontro voltado para os profissionais da educação e Guias Turísticos a fim de ampliar a experiência com o museu, despertando no professor e Guia a criação e o desenvolvimento de práticas pedagógicas, contribuindo para a inclusão da arte no currículo escolar. Nos encontros são disponibilizados de forma totalmente gratuito material gráfico de apoio, com textos, imagens e sugestões de atividades. Gratuito Oficinas de arte durante o período da exposição atividade gratuita. O projeto também oferece ao considerado “não público” (grupos que naturalmente não possuem hábito de frequentar espaços culturais), onde será oferecida visita educativa especialmente elaborada para cada segmento: Pessoas em estado de deficiências sensoriais, intelectuais, deficientes auditivos e visuais. Pessoas em situação de vulnerabilidade social. Instituições que atendem Idosos. Catálogo do Projeto, será necessária a contratação de designer gráfico para formatação, fotógrafo para registro das obras, tradutor(a) profissional (inglês e francês), construção dos textos, aprovação e contratação de gráfica especializada nesse tipo de impressão. A meta é imprimir 1000 exemplares Minidoc realizar a captação em áudio e vídeo das atividades de exposição e seminário, será necessária a contratação de equipe de captação de áudio e imagens, posicionamento das câmeras e microfones. A meta é obter ao final do projeto um registro audiovisual para posterior desdobramento em um minidoc de 27 minutos.
O Proponente se responsabiliza por garantir que os espaços aonde a exposição ocorrerão tenha acessibilidade conforme previsão legal como corrimões, rampas e banheiros adaptados.. PRODUTO: Exposição Audiodescrição de todas as obras expostas. Etiquetas das obras em braile Monitores treinados para auxiliar público PcD em todas as sessões PRODUTO: Oficinas Linguagem oral e Intérprete de libras Monitores treinados para auxiliar público PcD em todas as sessões PRODUTO: Encontro com o Curador Linguagem oral e Intérprete de libras Os vídeos apresentados contam com legenda descritiva. A produção estará atenta a outras eventuais demanda durante o período da exposição e se responsabiliza por manter e ampliar a acessibilidade do projeto.
Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); O Catalogo terá sua distribuição Gratuita, com foco em instituições culturais, escolas, bibliotecas e amantes de arte. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; A Exposição "O bicho tá pegando" com entrada gratuita apresentará ao público debate: Colecionismo, curadoria, arte, índio, história e meio ambiente. As atividades e eventos propostos são todos gratuitos e desenvolvidos a partir das exposições, buscando contribuir para o exercício da inclusão, diversidade, construção do conhecimento e a sensibilização, ampliando o diálogo dos mais variados tipos de públicos com a arte. As visitas mediadas todas gratuitas serão oferecidas no período da exposição para escolas das redes pública e privada, universidades, ONGs, associações e grupos diversos através de prévio agendamento. Este desdobramento em forma de atividades artístico pedagógicas respeitando as especificidades e capacidades cognitivas dos diferentes tipos de públicos recebidos na exposição. Públicos possíveis: Educação, Infantil, Fundamental I e II, Pessoas com deficiência visual, universitários e grupos diversos. Encontro com o curador na exposição será oferecido 1 encontro voltado para os profissionais da educação e Guias Turísticos a fim de ampliar a experiência com a exposição, despertando no professor e Guia a criação e o desenvolvimento de práticas pedagógicas, contribuindo para a inclusão da arte no currículo escolar. Gratuito Oficinas no período da exposição acontecerão ministradas pelos artistas atividade gratuitas. O projeto também oferece ao considerado “não público” (grupos que naturalmente não possuem hábito de frequentar espaços culturais), onde será oferecida visita educativa especialmente elaborada para cada segmento: Pessoas em estado de deficiências sensoriais, intelectuais, deficientes auditivos e visuais. Pessoas em situação de vulnerabilidade social. Instituições que atendem Idosos. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; O Mini Doc gerado terá sua vinculação gratuita em canal do Youtube.
Proponente: Responsável por toda a gestão administrativa. Responderá por todas as etapas da exposição junto a fornecedores, prestadores de serviços, parceiros e instituições a qual a exposição for realizada. Luís Rogério Baltazar. Formado em administração de empresas foi gestor administrativo dos Museus: MAC - Museu de Arte Contemporânea de Niterói e MJCAP - Museu Janete Costa de Arte Popular, onde planejava, geria, processava e controlava os recursos logísticos e pessoais do museu. Fundador da LRB Cultural. Trabalha há 25 anos na área de cultura. Sendo o Administrador por mais de 13 anos, um profissional atuante e com larga experiência em produzir, coordenar e montagem de exposições e projetos relacionados à cultura. Jorge Mendes – Curadoria Sócio proprietário da empresa Rosa dos Ventos, paisagismo e organização de eventos, Jorge é cenógrafo e artista plástico. Expôs individualmente no centro cultural Paschoal Carlos Magno, Sesc e Cultura Inglesa ,além de diversas coletivas. Como curador, foi responsável pela exposição "Mestre Ziza'' em 1990, na Casa Norival de Freitas; "Ex-votos " - ceramistas populares, em 1995, no Espaço Cerj; e dividindo a curadoria e assinando a cenografia da exposição "Sertão Rio", na Biblioteca Parque RJ/2021. De 2017 até 2023 esteve como curador e cenógrafo no Museu Janete Costa de Arte Popular, assinando as exposições: “Na companhia de Jorge”. “Mambembe”, “Caminhando com Janete: Viva o povo brasileiro, 25 anos”, “Sim, aceito!”, “Valei-me!”, “Piauí, entre anjos e palmeiras”, “Ceará, terra que ilumina”, “Entre fragmentos e frestas”, e “Tudo que move é sagrado''. Recebeu medalha de ouro no salão de arte decorativa RJ/78. Prêmio de melhor decoração natalina , cidade Niterói/96. É indicado ao prêmio "Sou de Niterói " na categoria cultura, promovido pelo jornal O Globo. Isa Boechat – Sustentabilidade Bacharel em produção cultural pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em Gestão de Negócios Sustentáveis pelo LATEC-UFF. Atua no mercado de produção e gestão de eventos desde 1998. É membro Especialista da Comissão de Estudo Especial de Eventos (ABNT/CEE-142), responsável, no Brasil, pelo desenvolvimento e tradução da Norma Internacional ISO 20121 – Gestão para a Sustentabilidade de Eventos. Foi gerente regional de limpeza e resíduos do parque olímpico da Barra, na Rio 2016 e Diretora de Produção e Monitoramento de Equipamentos de Cultura, na Fundação de Arte de Niterói. Instrutora na Norma ISO 20121. Sócia Fundadora da LIX – Soluções Sustentáveis. Sueli Mendonça - Acessibilidade Formada em Artes Visuais, com especializações na área de educação em museus pela Pinacoteca do estado de São Paulo. Trabalha com arte educação a 10 anos, fez parte de do grupo de arte educadores da Escolinha de Artes do Brasil, foi coordenadora do setor educativo do Museu Janete Costa, desenvolvendo programas educativos direcionados a escolas, público espontâneo, pessoas em estado de deficiência e vulnerabilidade social. Idealizadora do Projeto “Descobrindo o Mundo” voltado para a primeira infância que visa o desenvolvimento infantil através de atividades multissensoriais que unem o lúdico e as artes em geral, este projeto de forma itinerante percorreu vários equipamentos culturais como MAC, MJCAP, Museu do Ingá, Museu Histórico Nacional e MIS (SP). Atuou também como professora de artes para a Educação Infantil na rede privada de Niterói RJ.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.