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PRONAC 2310652Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

GURIAS - SUBSTANTIVO PLURAL FEMININO

EXPRESSAO CRIACAO & PRODUCAO LTDA - ME
Solicitado
R$ 500,0 mil
Aprovado
R$ 500,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-07-01
Término
2026-12-06
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

GURIAS é a proposta de realização de um festival inédito de dança na cidade de Curitiba/PR, composta por 10 espetáculos de dança protagonizados por mulheres (sendo 03 espetáculos de Curitiba e 07 espetáculos de outras regiões do país, que serão selecionados pela curadoria) com programação distribuídas de quarta-feira a domingo (02 espetáculos por dia), e 03 oficinas de contrapartida social (uma vez por semana, durante 3 meses), com 12 aulas de 1h cada aula, totalizando 36 aulas (36 horas). Todas as atividades serão gratuitas, com intérprete de libras, linguagem oral ou audiodescrição e equipe de monitores treinados para receber pessoas PCD, e ocorrerão em espaços que cumprem com as normas de acessibilidade no aspecto arquitetônico (rampas, corrimão e banheiros adaptados), com o objetivo de alcançar um público de 2500 pessoas.

Sinopse

Espetáculos de dança serão selecionados através de uma curadoria. Ou seja, a classificação indicativa vai ser definida posteriormente.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O festival GURIAS é o viés escolhido para dar visibilidade e criar contexto de troca para/com artistas mulheres - cisgênero e transgênero - num recorte que vem para empoderar e também focar no que se refere a equidade de gênero, também nas artes. Esse projeto é sobre a necessidade de tornar visível obras já produzidas, colocando arte importante e potente em circulação e criar contextos de trocas através de ações formativas. OBJETIVO ESPECIFICO Através da realização de 5 dias de festival, 02 espetáculos por dia, o projeto oferecerá ao público de todas as idades, 10 sessões de espetáculos distintos para a comunidade. Além dos espetáculos, serão ministradas 36 aulas de contrapartida social, sendo: 12 aulas (20 vagas) de consciência corporal direcionadas à PCD - pessoas com deficiência à Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP- Curitiba/PR); 12 aulas (40 vagas) de consciência corporal direcionadas para mulheres encarceradas no Centro de Integração Social de Piraquara/PR; 12 aulas (250 vagas) de dança afro-contemporânea para interessados a partir de 12 anos. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 10 sessões de espetáculos de artistas mulheres, com entrada gratuita, intérpretes de libras, audiodescrição e monitores para atendimento ao público com deficiência intelectual em todas as sessões, durante 5 dias, com 2 sessões por dia, Os trabalhos que serão apresentados serão selecionados através da curadoria da Soraya Portela. Produto OFICINAS de contrapartida: 12 aulas (20 vagas) de consciência corporal direcionadas à PCD - pessoas com deficiência à Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP- Curitiba/PR); 12 aulas (40 vagas) de consciência corporal direcionadas para mulheres encarceradas no Centro de Integração Social de Piraquara/PR; 12 aulas (250 vagas) de dança afro-contemporânea para interessados a partir de 12 anos. Que serão ministradas durante 3 meses, 03 oficinas por semana, (de terça-feira a quinta-feira), totalizando 36 aulas, 36 horas, 310 vagas, com inscrição gratuita. Para as oficinas teremos intérpretes de libras e monitores para atendimento ao público com deficiência intelectual em todas as aulas.

Justificativa

GURIAS valoriza obras feitas por mulheres, colocando-as em destaque e permitindo que sejam apreciadas pelo público. A desigualdade de gênero é um problema persistente em muitas áreas da sociedade, incluindo as artes. As mulheres, especialmente as artistas, historicamente enfrentam barreiras à sua participação e reconhecimento no cenário artístico. Visamos contribuir para a igualdade de oportunidades, dando visibilidade e apoio às artistas mulheres, cis e transgênero. O programa se concentra em artistas independentes que criam suas obras de forma autônoma. Isso é fundamental para estimular a diversidade e multiplicidade artística e para promover a independência criativa. O festival é projetado para acolher e incentivar artistas, coletivos e companhias independentes que trabalham com dança e movimento. O festival cria um ambiente para a troca de experiências, aprendizado e desenvolvimento artístico, colocando produção artística em evidência e buscando torná-la acessível a um público mais amplo. A realização de ações formativas contribui para o crescimento das artistas e do público em geral, não se limitando apenas às ações de espectação, mas também através da oferta de oficina e aulas de dança continuadas abertas à comunidade. Isso amplia o acesso à arte, permitindo que pessoas com deficiência, mulheres encarceradas e a comunidade interessada se envolvam na experiência artística, promovendo a inclusão e a democratização da cultura. Guria, no sul do Brasil, designa menina, moça, ou mulher jovem. Também é uma gíria comum entre drag queens e outras integrantes da comunidade LGBTQIAPN+. Neste projeto, GURIAS significa um festival de espetáculos e encontros propostos e encabeçados por artistas mulheres. A inspiração para a criação desse projeto foi quando produzimos em 2018, através de uma parceria com o SESC São Paulo, a "Mostra Outros Curitibanos", realizada no SESC Consolação. Este foi o primeiro passo para a coordenadora geral desse projeto, Cândida Monte, aprofundar o olhar para a cena artística e com isso, entender a quantidade de artistas mulheres (ou pensando o feminino) tomando frente, propondo, articulando arte/pensamento/postura/política; o que nos leva ao recorte curatorial definido para esse festival. O trabalho de seleção da curadoria se ocupa principalmente em olhar para obras de dança ou que tem como mote de suas criações o corpo e/em movimento, mas que também dialogam com outras áreas artísticas, como a música e as artes visuais. As apresentações irão acontecer durante o período de 5 dias, distribuídas por espaços artísticos da cidade como Casa Hoffmann entre outros, numa programação composta por artistas, estilos e estéticas distintas, num ambiente múltiplo e que dialoga com públicos diversos. A seleção das obras será realizada pela curadora Soraya Portela que foi quem realizou a curadoria da Bienal SESC de Dança de 2023.

Estratégia de execução

Plano pedagógico das oficinas de contrapartida Aulas de danças afro-contemporâneas Oficineira: Priscilla Pontes Local: Casa Hoffmann (Centro de estudos do movimento) - Curitiba/PR. Carga horária: programa receberá aulas de 1h, 1 vez por semana, por 3 meses - total de 12 aulas Participantes: 25 pessoas por aula x 12 aulas = 300 pessoas Aulas gratuitas. Público alvo: para todos os gêneros a partir de 12 anos A oficina propõe um trabalho de consciência corporal baseado no (re)conhecimento de conexões vitais entre as paisagens internas do corpo humano e o corpo da Terra ao qual pertencemos, sendo multidimensionalmente ligados a seus fluxos e tramados à suas histórias e geografias. Terra que há aproximadamente 4,5 bilhões de anos gira em torno de si e do Sol, nos ensinando a todo instante sobre movimento. Respirar é estar conectado a esse grande corpo ancestre, seus fluxos e memórias. Por meio da respiração, dos movimentos de expansão e recolhimento, cria-se em nosso organismo a energia necessária à vida. Em nossos encontros, interessa alcançar profundidade tanto na respiração, como na consciência sobre o corpo/pessoa que respira. Este que não se constitui apenas de estruturas biológicas, mas também por tecidos culturais, históricos, sociais, geográficos e ainda outras tramas que embora nos constituam corporalmente, raramente encontramos referência nos livros de anatomia, fisiologia e até mesmo em literaturas especializadas sobre consciência corporal. Como dançar move minha respiração? Como o espaço no qual dançamos/existimos respira? Quais pontos e camadas dos chãos que me constituem respiram por meio das criações que produzo? Essas são algumas das perguntas mobilizadoras das práticas de movimento propostas na da oficina. As partes dançadas serão intercaladas a momentos de conversa sobre o entendimento de território corpo fundante no trabalho, assim como a momentos de elaboração de um mapa de si relacionado à noção expandida de corpo trabalhada em aula. Por meio dessa proposta de oficina respiram camadas profundas dos chãos de meu corpo enquanto mulher negra em diáspora, assim como memórias profundas dos chãos da cidade em que vivo e desde a qual venho expandindo meus contornos no mundo há 21 anos enquanto dançarina cantante e há 16 como professora de dança. Aqui respiram saberes atlânticos e pindorâmicos. As árvores que racham calçadas e derrubam muros com a força de suas raízes em meio às paisagens urbanas, são grandes professoras e respiradouros desde essa camada do corpo da Terra. Estão sempre a nos lembrar com suas imponentes presenças: “há mais raízes do que galhos”. — Aulas de dança e consciência corporal para PCD Oficineira: NÓ Movimento em rede Aulas direcionadas para pessoas com deficiência física Local: Associação dos Deficientes Físicos do Paraná (ADFP) Carga horária: uma turma com aulas de 1h, 1 vez por semana, por 3 meses - total 12 aulas. Total de horas: 12 horas. Participantes: 20 pessoas Aulas gratuitas. Público alvo: Pessoas com deficiência de todos os gêneros a partir de 12 anos. A trajetória da NÓ movimento em rede começou em 1992 com o processo de inclusão de pessoas com deficiência na dança contemporânea brasileira, iniciada no sul do Brasil com a criação da Limites Cia. de Dança (1992 - 2012), por Andréa Sério. Nesse período, foram desenvolvidos procedimentos metodológicos e proposições artísticas que colaboraram para a efetividade da inclusão de corpos com deficiência na cena da dança contemporânea brasileira. Durante 20 anos, os trabalhos da companhia foram apresentados em todas as regiões do Brasil, selecionados para festivais internacionais nos EUA, Turquia, Bélgica, França e Japão, conquistando prêmios por sua produção artística. A metodologia do trabalho passou a ser aplicada para promover a inclusão de pessoas com deficiência no ambiente escolar e em cursos de formação de professores da rede de ensino pública e privada em diferentes estados do Brasil. O trabalho possibilitou ainda o desenvolvimento de pesquisas científicas que demonstraram diferença significativa na reorganização neuromotora de crianças com paralisia cerebral e adultos com lesão medular, possibilitando a utilização dos procedimentos desenvolvidos em diferentes instituições de reabilitação do país e dos EUA. O interesse crescente pela relação entre áreas de conhecimento e pela democratização do acesso aos procedimentos desenvolvidos, provocou a reorganização da Limites Cia de Dança na NÓ movimento em rede em 2013. Hoje a NÓ' atua como um lugar cooperativo entre artistas e outros criativos interessados em produzir inovação social e cultural nas mediações entre arte, terapias e educação e em partilhar tecnologias de criatividade e sensibilidade humana. Aulas dança e consciência corporal para mulheres encarceradas Local: Centro de Integraçao Social de Piraquara (CIS) Carga horária: uma turma com aulas de 1h, 1 vez por semana, por 3 meses - total 12 aulas. Total de horas: 12 horas. Participantes: 40 pessoas Aulas gratuitas. Público alvo: mulheres encarceradas maiores de 18 anos. As aulas para esses programa foram construídas e estruturadas a partir da Klein Technique em diálogo com outras técnicas somáticas e o Yoga, que visam uma abordagem de maneira integral e auxiliam no desenvolvimento de uma compreensão mais profunda de sua própria anatomia, movimento e postura, promovendo uma maior consciência corporal, bem-estar físico e mental. Exploraremos os princípios básicos da evolução do corpo humano e sua relação com o movimento e a importância do despertar da consciência para o uso melhorado do corpo. Seja na arte, seja na vida. Técnicas exploradas: Klein technique: A técnica trabalha no nível dos ossos, para alinhá-los, buscando encontrar um posicionamento fluido que esteja sempre evoluindo, não para exercitar esses músculos, mas sim trabalhar para acordá-los e aprender a usá-los para apoiar e realinhar os ossos. Quando os ossos estão alinhados nos tornamos conectados, nos tornamos poderosos e nos tornamos fortes, o corpo se torna eficiente e vivo. Esta técnica ensina o corpo a ser elástico, responsivo, aberto a escolhas e expressivo, em conexão com o solo, o espaço e com os outros. Vinyasa Yoga: Vinyasa significa mistura ou combinação. Nesta prática vamos experimentar figuras de asanas, as posturas físicas do yoga, em combinação com a respiração. Movimento e respiração ativam e aquecem o corpo criando um fluxo contínuo de movimento e acionamento do estado de presença e consciência no aqui e no agora. Esta prática será composta por movimentos articulares para lubrificar o corpo, exercícios de respiração - os pranayamas - a fim de acionar uma prática consciente através da contração e expansão do corpo, combinações de sequências fluidas com posturas do yoga e relaxamento e meditação. Asanas significa aquela posição que é firme e confortável. Ao praticá-los aliados à respiração fluida e consciente pode-se abrir os canais de energia do corpo e remover desconfortos físicos e mentais. Nesta prática, cada pessoa, na sua experiência, investiga os caminhos para estar firme e confortável nas posturas. Bibliografia: Artigos - Por Susan T. Klein: Palestra Harkness; Uma técnica de Movimento - Uma técnica de Cura; Dançando A partir do Espírito; Cinestesia: Três perguntas respondidas à Revista Coprus.Nett e Entrevista com Susan Klein - Perguntas de Judith Ruiz Sanchez, respostas de Susan T. Klein. Todos os artigos estão no livro "Klein TechniqueTM - Pensamentos e Inspirações", de Susan T. Klein e traduzido por Cacá de Nadai, em 2022 e estarão disponíveis para consulta de todos participantes das aulas.

Especificação técnica

10 Espetáculos de 01 a 02 horas de duração. 36 oficinas de 01 hora cada.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Entrada gratuita em todas as sessões. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: programar as atividades em espaços que cumprem com as normas de acessibilidade (PCD e Idosos), tais como: rampas, corrimão e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as 10 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as 10 sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário em todas as 10 sessões. PRODUTO: Oficinas de contrapartida Inscrição gratuita em todas as Oficinas ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: programar as atividades em espaços que cumprem com as normas de acessibilidade (PCD e Idosos), tais como: rampas, corrimão e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as 36 aulas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral em todas as 36 aulas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário em todas as 36 aulas.

Democratização do acesso

I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Proponente: Expressão Criação e Produção Cultural / dirigente: Cândida Monte - Responsável pela coordenação geral do projeto, responsável pela gestão do processo decisório. Coordenação Artística: Cândida Monte Curadoria: Soraya Portela Diretor de Produção: Wellington Guitti Produtora Geral: Cindy Napoli Oficineira de contrapartida: Priscilla Silva Pontes EXPRESSÃO CRIAÇÃO E PRODUÇÃO CULTURAL surgiu no ano de 2007, com propósito de fomentar a produção cultural, atuando nas áreas das Artes Cênicas (teatro e dança) e também da Música. Nesses anos de trajetória, produziu e empreendeu dezenas de projetos de/com diversos artistas da cena curitibana e nacional, como Michelle Moura, Elizabete Finger, Maikon K., Grupo "Os Tapetes Contadores de História", Coletivo "Couve-Flor Mini Comunidade Artística Mundial", Thiago Granato, entre outros. Assim como empreendeu diversas mostras e festivais, dos quais se destacam: Jazz na Ilha - Ilha do Mel Jazz Festival (2016 à 2018), 20MINUTOS.MOV - Programa de Residências Artísticas (2010 à 2023), MOSTRA Outros Curitibanos - SESC Consolação (2017). Em todos esses anos teve projetos financiados pelos mais importantes editais de incentivos à cultura nacionais, tais como: Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua, Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna. Programa Petrobras de Incentivo à Cultura 2012, Sistema Aberto de Patrocínio dos CORREIOS, Caixa Cultural, Fundação Cultural de Curitiba, Cultura Inglesa, Rumos Itaú Cultural, PROFICE - Programa de fomento e incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura do Estado do Paraná, ITAIPU Binacional, Lei Rouanet, etc. CÂNDIDA MONTE é artista na área de dança e do teatro, graduada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná (UNESPAR) e sócia administradora da produtora Expressão Criação e Produção Cultural, em Curitiba/PR, desde 2006. Integrou o coletivo Couve-Flor minicomunidade artística mundial desde 2009 até sua extinção, em 2012. Foi gestora do Espaço Cultural La Bamba, em Curitiba/PR, de 2014 a 2017. Idealizadora e curadora do programa de residências 20MINUTOS.MOV desde 2010. Atua como produtora cultural desde 2006, produzindo e empreendendo projetos financiados pelos mais importantes editais de incentivos a cultura nacional, tais como: Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua, Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna. Programa Petrobras de Incentivo à Cultura 2012, Sistema Aberto de Patrocínio dos Correios, Caixa Cultural, Fundação Cultural de Curitiba, Secretaria do Estado da Cultura do Paraná, Rumos Itaú Cultural, SESC e SESI Cultural. Atualmente é colaboradora do coletivo Nó Movimento em Rede, em Curitiba/PR. WELLINGTON GUITTI é Gestor, Curador, Consultor e Produtor Cultural. Formado em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná e pós-graduado em Gestão Cultural pela Universidade de Coimbra. Especializado em projetos para mecanismo de financiamento público e privados (Editais) de incentivos à cultura nacional, estadual e municipal. Cindy Napoli é produtora e gestora cultural e realiza projetos com artistas e produtoras de Curitiba, realizando projetos nas áreas de teatro, dança, música e artes visuais. Idealizadora e gestora da Casa Quatro Ventos - movimento e arte, espaço cultural multidisciplinar independente, inaugurado em dezembro de 2017. Sócia da Rumo de Cultura desde 2006, onde atua como produtora executiva, trabalhando com diversas companhias e artistas locais e nacionais. Desde 2007 é responsável pela produção da desCompanhia de dança - dirigida por Cintia Napoli, e do IMP – Investigação do Movimento Particular (núcleo de pesquisa em dança) - coordenado por Juliana Adur. Também trabalha em parceria com a produtora Ruído CWB, realizando a produção de espetáculos, festas e de eventos como o Festival Internacional Ruído Encena e Combo Drag Week, festival de transformismo e burlesco. Priscilla Pontes é dançarina, professora de dança e pesquisadora do movimento com ênfase em linguagens afro-diaspóricas e vive em Curitiba-PR desde a infância. É idealizadora e gestora do projeto Pontes Móveis em Travessias Afro-Contemporâneas que desde 2015 mobiliza em Curitiba uma rede de profissionais locais para realização de ações de pesquisa e ensino de danças negras. É graduada em Dança pela UNESPAR/FAP e mestre em Dança pelo PPGDança da UFBA. Desde 2020 a artista também empreende aulas particulares de dança na modalidade online com foco na consciência corporal e expressão pelo movimento. Soraya Portela que é artista e educadora. Atua nas áreas gestão, criação, curadoria e processos de aprendizagem em dança. Iniciou seu percurso como artista no coletivo Núcleo do Dirceu/Galpão do Dirceu, em Teresina/PI. É co-criadora do@Canteiroteresina– plataforma de criação e articulação de ações culturais com as infâncias, na qual atua como coordenação geral e curadoria nos projetos: TRISCA Festival de Arte com Criança. Realizou a curadoria da Bienal SESC de Dança em 2023.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.