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PRONAC 2310654Arquivado a pedido proponenteMecenato

Reverso da Paisagem

CLAUDIA SUEMI HAMASAKI
Solicitado
R$ 616,6 mil
Aprovado
R$ 602,0 mil
Captado
R$ 75,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

12.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-03-01
Término
2025-12-15
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

Reverso da Paisagem é um projeto de exposição que apresenta as produções mais recentes de três artistas: Erica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto, que trazem três obras-instalações caracterizadas pelas contraposições entre si mas que se complementam na essência reflexiva do fazer e do olhar poético. Cada artista traz para o espaço expositivo seu universo singular: a exuberância expandida de Sandra, o vazio contemplativo de Julia e a neutralidade dissimulada de Erica. As paisagens estimulam diferentes formas de contemplação visual e ao mesmo tempo, questionam sobre o novo olhar na contemporaneidade; impulsiona o público ao movimento e à experiência da observação em sua totalidade: no ato de ver, se ver e ser visto. A exposição inclui uma conversa com a curadora da mostra, oficina e ações educativas.

Sinopse

Sinopse da obra O projeto Reverso da Paisagem é dividido em quatro espaços expositivos. Na primeira sala, apresenta-se aproximadamente 60 obras em pequenos formatos das três artistas participantes, para que o público em um primeiro momento, seja direcionado a experienciar a exposição através do formato clássico de visitação, como uma introdução ao processo artístico de cada uma. Na segunda, terceira e quarta sala, apresentam-se três instalaçôes em grande escala das três artistas participantes. Cada espaço é dedicado à uma artista, e neles, o público presente será estimulado a permanecer e a vivenciar uma série de experiências visuais marcadas pelos contrastes e pela dualidade; os elementos simbólicos apresentados evocam este universo dicotômico; entre luz e sombra, expansão e imersão, cheio e vazio. As obras são delineadas à contemplação visual que muitas vezes se apresenta nas entrelinhas do existir, nas sutilezas internas que cada espectador carrega consigo. Há espaço para o silêncio, para o respiro, para recuar, se aproximar, mergulhar, se auto exaltar, ser absorvido e percorrer diferentes horizontes seguindo apenas um caminho. Um caminho traçado entre o público e as artistas/obras. Neste vaivém do corpo, o público interage com as obras, e torna-se, naturalmente, parte integrante de todo o conjunto poético. Além da exposição, o projeto apresenta as seguintes ações educativas, culturais e artísticas, abertas ao público em geral e a grupos específicos: oficinas, visitas mediadas, mesa redonda com artistas e curador.

Objetivos

OBJETIVO Realizar a exposição Reverso da Paisagem, apresentando as produções mais recentes de Erica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto no Museu de Arte Contemporânea do Paraná em Curitiba. As três artistas apresentam obras em pequenos formatos e três grandes instalações inéditas, caracterizadas pelas contraposições entre si mas que se complementam na essência reflexiva sobre o olhar na contemporaneidade. Possibilitar ao público a plenitude da experiência do sensível poético ao estimular diferentes formas de contemplação visual. Caracterizado pela participação ativa do público, o projeto impulsiona cada visitante ao movimento e à experiência da observação em sua totalidade: no ato de ver, se ver e ser visto, tornando a experiência expositiva em uma vivência poética imersiva e transformadora. O projeto tem como finalidade nos termos do Art 3º decreto 11.453, de 2023; os itens: V, VI, VII, XII e XV. E como pontos essenciais, a acessibilidade e a pesquisa para que o conteúdo seja acessível e compreensível à todos os espectadores. Nos termos do artigo 03 do decreto 11.453, de 2023, o projeto e destinado às seguintes finalidades Art. 3º Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; OBJETIVOS ESPECÍFICOS: . Realizar a exposição Reverso da Paisagem, apresentando as produções mais recentes e três instalações inéditas de Erica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto no Museu de Arte Contemporânea do Paraná em Curitiba. . Realizar contrapartida social, através de visitas guiadas principalmente com escolas públicas e projetos sociais. . Mesa redonda com a curadora, artistas e público em geral. . Ações educativas, oficinas e visitas guiadas com as artistas Erica Kaminishi, Julia Ishida e Sandra Hiromoto e com a arte educadora. . Convidar outros artistas para oficinas criativas. . Atingir um público de 500 visitantes ao dia, totalizando aproximadamente 40.000 visitantes ao final da exposição, conforme a estatistica do museu de 405.645 visitantes no ano de 2022. * Observação: Museu de Arte Contemporânea do Paraná, está temporariamente nas dependências do Museu Oscar Niemeyer, salas 8 e 9.

Justificativa

Justificativa O projeto expositivo Reverso da Paisagem apresenta as produções mais recentes de três artistas nipo-brasileiras contemporâneas com grande destaque e extensa carreira como artistas visuais e professoras universitárias; já participaram e foram premiadas em diversas exposições e editais institucionais no Brasil e exterior. Reverso da Paisagem dá prosseguimento aos projetos do grupo iniciados em 2013, e que já foram expostos em diversos espaços institucionais no Paraná e publicado como livro em 2021. Neste projeto, as artistas trazem três grandes obras-instalações caracterizadas pela continuidade de suas pesquisas visuais, porém expressando maior experimentação e ousadia nos contrastes e na essência reflexiva sobre o fazer poético. Como expressão artístico-cultural, o projeto trará uma contribuição importante para a valorização e difusão das artes e cultura brasileiras, bem como à composição do patrimônio cultural brasileiro, e a sua viabilização depende da captação de recursos para concretização dessas ações culturais oferecidas à sociedade, se torna imprescindível a utilização dos benefícios fiscais oferecidos pela Lei 8.313/91, de forma a viabilizar os investimentos pelos nossos patrocinadores e, consequentemente, o custeio de oficineiros, produção de obras de arte, equipes de produção e infra-estrutura necessárias para as atividades previstas. De acordo com os objetivos da exposição o projeto se enquadra nos seguintes incisos e se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Será alcançado o seguinte objetivo do Art.3 da referida norma: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante a realização de exposição. Reverso da Paisagem: sobre o Olhar na contemporaneidade As paisagens poéticas das três artistas estimulam diferentes formas de contemplação visual e ao mesmo tempo, questionam sobre a construção de um novo olhar na contemporaneidade: impulsiona o público ao movimento e à experiência da observação em sua totalidade: no ato de ver, se ver e ser visto. Com o advento das redes e mídias sociais, ver uma exposição ou um evento cultural deixa de ser um ato individual e intimista e torna-se um registro coletivo e instantâneo. Diante desta nova normalização, reflexões sobre o fazer poético sob este novo olhar se fazem presentes: Como o público realmente vê e participa de uma exposição artística? O olhar e a forma de observar o mundo se modificaram? Como apreendemos o sensível poético diante do fugaz? A segunda sala com a obra de Julia Ishida, a contemplação se faz pela instalação, intitulada "Simulacro ou Simulação", que traz a ideia do dual entre sólido e líquido (ou concreto e fluído), luz e sombra, visível e imaginado. A instalação ambientada em uma sala escura e introspectiva, traz o público para o discurso narrativo do mito de Narciso: um simulacro de pedras reais redesenhadas/camufladas como pedras, e refletidas na superfície espelhada como representações de si mesmas, como formas hiper-reais. Neste jogo entre ver e se ver, ver e imaginar ver; o espelho da vaidade, as pedras que marcam a longevidade, o negro do vácuo para lembrar a solidão, tornam pertinente uma reflexão: o que vemos, é realmente aquilo que estamos vendo? Sandra Hiromoto apresenta na terceira sala a obra "Estrato Sintético", instalação na qual a artista concilia diferentes tipos de materiais formando sobreposições visuais que ocupam todo o espaço expositivo; do teto às paredes e ao chão. Opostas à sala de Julia, as cores em "Estrato Sintético" são vibrantes, e juntamente, com os elementos utilizados como flores de cerejeira sintética, o dourado - do céu no budismo -, e a argila da cerâmica, formam uma grande composição plástica que remete aos ornamentos do barroco japonês. A exuberância acompanha também o público, que ao entrar neste universo, é surpreendido por um êxtase visual. Na epifania das emoções, o público mergulha nesta composição, e torna-se um novo estrato: é parte integrante da obra. E, qual seria a primeira reação para marcar o que foi visto e sentido? Na quarta sala, projeta-se a instalação de Erica Kaminishi, intitulada "Movimentos Tropísticos - Ato 1 e 2" com duas grandes janelas revestidas de insulfilm. O público, ao adentrar-se na sala/corredor, perceberá que as janelas são como observatórios, possibilitando novos ângulos de contemplação para as obras de Julia e Sandra. As janelas também trazem em suas essências conceituais diversos questionamentos pertinentes sobre o ato de ver e ser visto. Como obra conceitual, "Movimentos Tropísticos" pode ser definida também como uma obra-perfomance ou uma obra-teatro, cujos atores _ o público _ atuam involutariamente, e compreendem sobre a sua atuação somente posteriormente, na imagem do outro em movimento. Através deste reconhecimento de si no outro, como um espelhamento, pergunta-se: os nossos movimentos e ações são verdadeiramente conscientes? Nossos gestos e pensamentos são verdadeiramente nossos ou são influenciados por estímulos exteriores, por terceiros ou por ações coletivas? Reverso da Paisagem inverte as estruturas padronizadas ao construir um conjunto único de obras que engloba diferentes processos. As artistas trazem em seus repertórios traços de suas origens enraizadas na cultura oriental, cuja plenitude existencial se encontra nas relações harmônicas entre a cultura (o homem) e a natureza. Os elementos dos cosmos e da natureza como pedras, rios, plantas e flores fazem parte de um campo áurico e sagrado que formam, juntamente, com a cultura e o homem, o caminho para um movimento circular perfeito (all in one, one in all). Apesar de singulares, as obras das três artistas se interdependem para co-existirem, possibilitando a plenitude da experiência artística e, principalmente, visual. Como um antropólogo que observa seu objeto de estudo, o projeto visa trazer para a superfície _ a olho nú _ a experiência do sensível: tornar visível o que é invísivel, de espelhar o mundo poético no olhar do outro, tornando o ato de - verdadeiramente - ver como uma vivência imersiva e transformadora, e não apenas uma exaltação do efêmero e da superficialidade.

Especificação técnica

O projeto de exposição Reverso da Paisagem será apresentado, a priori no Museu de Arte Contemporânea do Paraná, temporariamente instalado nas dependências do Museu Oscar Niemeyer, ocupando salas 8 e 9. A sala possui 50 x 10 m. Dividido em quatro espaços, o projeto expositivo é apresentado da seguinte forma: Na antessala, cada artista apresenta em torno de 20 obras em pequenos formatos, instalados em caixas de acrílico nas paredes do museu. Todas as caixas possuem o mesmo formato padrão. Serão apresentados objetos, esculturas, pinturas e desenhos. Neste primeiro espaço, o público é convidado a ver a exposição no formato clássico de visitação como uma introdução ao processo artístico de cada artista. Após a antessala, encontram-se as salas 2 e 3 conjugadas, separadas por uma parede drywall, no formato de 12x7m cada. Em ambas as salas, o público é convidado a circular por entre os elementos que fazem parte das instalações. Na sala 2, dedicada à produção de Julia Ishida, propõe-se uma instalação ambientada em uma sala semi-escurecida, tendo luz focal em alguns pontos da instalação. Com paredes e chão negros; o piso será revestido em toda a sua extensão com uma manta laminada negra. Sobre o piso negro e na parte central da sala, serão instaladas placas de espelhos com formas curvas e orgânicas. E em determinados pontos sobre o espelho, serão depositados areia basáltica negra e por cima, pedras naturais com dimensões variadas. As pedras serão, primeiramente, pintadas de branco e depois, redesenhadas à lápis, com desenhos que evidenciam os próprios traços das pedras através do jogo de luz e sombra. Na sala 3, será apresentada a obra de Sandra Hiromoto. Contrastando com a obra de Julia, Sandra apresenta uma instalação que ocupa todo o espaço expositivo, conciliando diferentes tipos de materiais de cores intensas nas paredes, no teto e no chão. As paredes serão pintadas em dourado e em uma delas, serão instaladas pinturas em grandes formatos, emolduradas com molduras douradas. Na parte central do espaço, serão penduradas a partir do teto ramos de cerejeiras artificiais na cor rosa claro. No piso, sob os galhos e flores, serão instalados corações em cerâmica com dimensões variadas. A sala 4 é dedicada à obra de Erica Kaminishi. A obra ocupa o espaço de um longo corredor cuja parede lateral possui duas grandes janelas fechadas revestidas de insufilm (espelhos espiões ou investigativos) e que se abrem para as obras de Julia e Sandra. Cada janela mostra a paisagem frontal das instalações das outras artistas, e nas respectivas salas, estas janelas são vistas como dois grandes espelhos. Na sala 4, de frente para as janelas, serão acomodados bancos nos quais o público poderá se sentar e observar o movimento dos espectadores nas duas primeiras salas. O Museu de Arte Contemporânea do Paraná em Curitiba, escolhido como espaço expositivo, promove a comunicação entre público e obras expostas, elaborando materiais educativos a partir das questões e do percurso poético em exposição. Tais materiais são baseados na Proposta Metodológica para Ação Educativa e atende aos objetivos dos artistas, promovendo a democratização do acesso à arte, com acessibilidade e inclusão. Além disto, as ações educativas contam com dispositivos mediadores já incluídos na programação: expografia, legendas, folder e material de divulgação impresso e digital nas redes sociais e no endereço eletrônico da exposição no site do MAC-PR. Dentro desta proposta, o projeto Reverso da Paisagem realizará diversas oficinas artísticas com as artistas participantes, visitas mediadas e mesa redonda com artistas e curador. Será também elaborado material educativo desenvolvido pelos mediadores e equipe educativa durante a exposição. E para a capacitação, contempla-se 1 encontro com a curadora e a equipe educativa e 1 encontro com as artistas e e a equipe educativa. Além disto, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná disponibiliza entrada gratuita todas as quartas-feiras, meia-entrada para professores e estudantes com identificação, doadores de sangue, pessoas com deficiência, titulares da ID Jovem, portadores de câncer com documento comprovatório, e entrada gratuita, mediante apresentação de documento comprovatório, a menores de 12 anos, maiores de 60 anos, grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas do ensino médio e fundamental, guias turísticos acompanhados de grupos, jornalistas, taxistas credenciados à URBS, membros da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP) e membros do International Council of Museums (ICOM). Classificação indicativa etária para a exposição: livre.

Acessibilidade

O projeto considera que acessibilidade significa, além de permitir que pessoas com deficiências ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas de uma determinada população, com vistas a sua adaptação e locomoção, com a eliminação de barreiras, de modo a assegurar as condições de igualdade e o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, sua inclusão social e cidadania. O projeto seguirá as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas sobre acessibilidade e da Convenção Internacional Sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, da Unesco. Para a promoção de acessibilidade aos produtos artístico-culturais do projeto, serão adotadas as seguintes medidas: Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: audiodescrição das obras de arte. Produto: OFICINAS Oficinas no Espaço Expositivo: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Oficinas de arte no MAC: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Produto: VISITAS MEDIADAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Produto: MESA REDONDA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas e/ou elevadores e/ou plataforma elevatória para cadeirantes, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral. Observações: Os recursos de acessibilidade física são oferecidos pelo espaço expositivo e não geram custos ao projeto. Os recursos de acessibilidade a deficientes auditivos e visuais estão previstos na planilha orçamentária.

Democratização do acesso

O acesso é gratuito para esta proposta, assim sendo, não contempla a arrecadação de recursos com ingressos, nem em vendas de produtos. Entrada gratuita ao museu: O museu estimula a visitação e a participação nas atividades que promove por meio de uma política de acesso que faculta entrada gratuita a alunos de escolas públicas, crianças menores de 12 anos e pessoas maiores de 60 anos, (meia-entrada para professores e estudantes com identificação; doadores de sangue; pessoas com deficiência; titulares da ID Jovem; portadores de câncer com documento comprovatório), grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas do ensino médio e fundamental, guias turísticos acompanhados de grupos, jornalistas, taxistas credenciados à URBS, membros da Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná (APAP), membros do International Council of Museums (ICOM). O pagamento pode ser realizado em dinheiro, cartão de débito ou crédito e Vale-Cultura. Dias e horários especiais - Quarta gratuita - Toda quarta-feira, entrada franca das 10h às 18h, com programação especial. Retirada de ingressos até 17h30, com horário estendido ate as 19h. Em 2021, 63908 visitantes entraram gratuitamente no museu. O material resultante da exposição, como folder – será fornecido gratuitamente a todos os visitantes do museu. Atividades complementares gratuitas à exposição oferecidas ao público: - Visitas guiadas pelo curador e artistas para os monitores antecipando a abertura da mostra - Realização de debate com o curador, um crítico convidado e artistas. - Visitas agendadas: promover a comunicação entre público e obras contemporâneas que integrarão a mostra; - Trajeto elaborado a partir das questões e para o percurso do espaço expositivo com uso do material educativo. O projeto será composto por visitas agendadas (com agenda definida para cada público-alvo) e oficinas ofertadas durante o período expositivo. As oficinas deverão atender a um público-alvo determinado (número de participantes e faixa etária). - O projeto propõe uma integração entre os temas representados na mostra e as práticas artísticas desenvolvidas nas oficinas. Oficina educativa voltada ao público infantil e infanto-juvenil. HorárioTerça a domingo, das 10h às 18hIngressosR$ 30,00 (inteira)R$15,00 (meia) Em prol da universalização do acesso a bens e serviços culturais e da garantia da democratização de acesso, sempre com respeito ao interesse público, o projeto adota medidas relacionadas aos seguintes incisos da Instrução Normativa n.1 de 10/04/2023, o projeto ainda adotara ainda as seguintes medidas de ampliação de acesso: Seção II Das Medidas de Democratização de Acesso Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Art. 29. Para os efeitos desta Seção, considera-se: II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Seção III Das Contrapartidas Sociais Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO: O projeto contemplará a distribuição de 220 ingressos para o acesso gratuito ao Museu - que corresponde a 10% (dez por cento) do total previsto no plano de distribuição -, que serão adquiridos com rubrica própria.

Ficha técnica

Curadoria ROSEMEIRE ODAHARA GRAÇA (Curitiba, 1970)FormaçãoLicenciatura em Desenho (Escola de Música e Belas Artes do Paraná, 1993) Especialização em História da Arte (Escola de Música e Belas Artes do Paraná, 1996)Mestrado em Educação (Universidade Federal do Paraná, 2000)Doutorado em Educação (Institute of Education, University of London, 2009 - Reconhecido para o território nacional pela Universidade de São Paulo, 2012) Atuação profissionalProfessor Adjunto da Universidade Estadual do Paraná (Faculdade de Artes do Paraná) (ministra conteúdos de História das Artes na instituição desde 1999)Desenvolve pesquisa na área de Artes, principalmente sobre história da arte paranaense e ensino de história da arteAtua como curadora de mostras artísticasCom regularidade ministra conferências sobre Artes e História Trabalhos recentes realizados na área de Artes VisuaisIntrodução à obra de Juarez Machado (curso de curta duração, Instituto Internacional Juarez Machado; 2022)Mazé Mendes - Recortes de um lugar (curadoria da exposição realizada no Museu Oscar Niemeyer e texto de apresentação da publicação da mostra; 2022-2023)Pesquisa histórica sobre a obra "Porto de Cabedelo" (1892) quando da doação desta ao Museu Alfredo Andersen (Museu Alfredo Andersen; 2023) Artista ERICA KAMINISHI, 1979. Brasileira, vive e trabalha entre Brasil e França.Formada em Artes Plásticas pela Faculdade de Artes do Paraná em Curitiba, mestre em Artes Visuais pela Nihon University em Tóquio, Japão. Já realizou diversas exposições no Brasil e exterior. Dentre as principais exposições individuais estão as realizadas no Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Funarte São Paulo, Tokyo Opera City Art Gallery (Japão) e SESC Ipiranga (São Paulo, Brasil). E exposições coletivas no Aga Khan Museum (Canada), Benetton Foundation (Itália), na Aichi Triennale 2010 (Japão), Echigo-Tsumari Art Triennale 2012 (Japão), Espaço Cultural Porto Seguro (São Paulo) e no Japanese American National Museum (LA/EUA). Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios entre o Brasil e o Japão, incluindo o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2010, Prêmio Mostra de Artistas no Exterior (Fundação Bienal de São Paulo), Bolsa Produção em Artes Visuais 2011 (Fundação Nomura, Japão) e Prêmio Etios Arte (Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba). Artista JULIA ISHIDA, nascida em Borrazóplis, 1962, Bacharel em Estatística Bacharel em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do PR - 2000, pós-graduada em História da Arte do Século XX – EMBAP em 2001. Foi professora colaboradora no curso de licenciatura em Artes Visuais na Universidade de Ponta Grossa - UEPG - PR, e Faculdades de Artes do Paraná - FAP/UNESPAR, no período de 2009 a 2013. Entre as principais exposições que participou, destacam-se: MON - Museu Oscar Niemeyer – Olhar Incomum em Curitiba (2016), Memória e Momento, Museu Oscar Niemeyer (2017) ,MAC - Museu de Arte Contemporânea do Paraná em Curitiba (2000 e 2013), Bienal Internacional de Curitiba (2015 e 2017), Solar do Barão (2003) na Fundação Cultural de Curitiba (2001), Museu Alfredo Andersen em Curitiba (2004 e 2014), Secretaria do Estado da Cultura de Curitiba (2004), Fundação Cultural da Caixa Econômica Federal de Curitiba (2001), Caminhos da História e da Arte em Castro- PR, e Brasília (2009 e 2010). Dentre seus prêmios, destacam-se: 57º Salão Paranaense, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba (2000), 10o. Salão do Mar em Antonina (2001), Prêmio Prof. João Crisóstomo Arns pela Câmara Municipal de Curitiba (2023), artista selecionada pelo curador e crítico de arte Agnaldo Faria, no projeto 8 Semanas de Arte (2004). Fez várias curadorias e co-curadorias da exposição Olhar Incomum: Japão Revisitado, no MON. Possui obras no acervo do Museu de Arte Contemporânea – MAC, Museu de Antonina, Palácio Imperial do Japão, Museu Alfredo Andersen e Museu Oscar Niemeyer – MON. ArtistaSANDRA HIROMOTO,1968,é graduada em Desenho Industrial pela PUC/PR e especialistaem Poéticas no Ensino da Arte Contemporânea.Premiada em diversas mostras no Brasil e na França, tem participações em salões dearte, intervenções e exposições, além de pinturas em cenários de peças teatrais, novelase outros.Destacam-se em suas mostras: Olhar InComum: Japão Revisitado - Museu Oscar Niemeyer– Curitiba/PR, “Heart Zone” - Museu Oscar Niemeyer, Curitiba/PR, “Outras Paisagens”MAC/PR e Bienal Internacional de Curitiba 2017/19.Dentre suas principais exposições destaca-se a mostra individual “Heart” no BrazilianArt Festival – Trienalle de Aichi, em Toyohashi/Japão, “Interafetividade”com FernandaTakai, Galeria Interartividade, Curitiba/PR, e Fernanda Takai Live + Sandra HiromotoArt, Honokuni Plat, Toyohashi/Japão, Heart Zone com Ana Lesnovsky no Museu OscarNiemeyer, Curitiba/PR.Expôs como artista revelação na mostra “Hyakunen no Ayumiten” nos Museus de Kobe,Ehime, Yokohama e Kumamoto /Japão. Participou da III Bienal De Artes Brasileiras emBruxelas/ Bélgica, realizou intervenção em SoHo - Nova York e expôs nos Estados Unidos,Espanha, Portugal, México, Colombia e Finlândia.Possui acervo no Palácio Imperial de Tokyo, Japão, Mac/PR entre outras. Arte educadora DENISE BANDEIRA Professora adjunta do Colegiado de Artes Visuais e do Programa de Pós-Graduação em Artes - Campus Curitiba II da UNESPAR. Artista e pesquisadora, integra o Núcleo de Arte e Tecnologia NATFAP. É doutora em Comunicação e Semiótica - PUCSP e mestre em Educação - UFPR. Especialista em História da Arte e História da Arquitetura, pela PUC-PR. Bacharel em engenharia civil pela UFPR. Coordenou Projetos de Pesquisa apoiados pelo CNPQ e Finep na área de Inovação Tecnológica (2003 - 2006). Representante da Região Sul - Colegiado Setorial de Artes Visuais (2010 - 2015) no Conselho Nacional de Políticas Culturais (Minc). Representante da área de artes visuais no Conselho Estadual de Cultura do Paraná (2015 – 2016). Participou da seleção de arte digital (2012 - 2014) e do grupo de interlocutores do Edital Bolsa Produção (2019) da FCC. Curadora educativa da 6ª. Bienal de Curitiba e integrante do grupo técnico do CUBIC #2 e #3. Curadora auxiliar da exposição Matéria do Mundo de Eliane Prolik com curadoria de Ronaldo Brito (Museu Oscar Niemeyer, 2014). Publicou diversos artigos e os seguintes livros para o ensino de arte: Elaboração e produção de material didático (2023), Ensino das artes visuais em diferentes contextos (2023) e Materiais Didáticos (2009). Representante da comunidade externa junto ao Conselho do Museu de Arte MUSA da UFPR – gestão 2023-2024. Participou de diversas exposições no Brasil e em países como Japão, Portugal e Finlândia. Áreas de pesquisa e orientação: “arte e tecnologia”; “arte digital e dinâmicas institucionais”; “mediação, mediação tecnológica”; “políticas públicas de cultura para artes visuais”. Projeto de pesquisa: "Redes de trocas e diagramas: sistema, agentes e políticas em arte digital" (2021-2023) Produtora Executiva e Proponente Claudia Suemi Hamasaki Licenciatura em Desenho (EMBAP, 1990) e Técnico em Desenho Industrial pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR), em 1986. Estudou na Ashigei Rokko College, em Visual Design, em Kobe, Japão, e estagiou na Mercus Corporation, em Osaka, Japão - 1994 ~ 1995. Coordenadora Organizacional dos Festivais da Cultura Japonesa (matsuri) em Curitiba e São José dos Pinhais/PR - 2004 ~ 2019. Produtora: 2015 - Exposição Guenzai – Fundação Municipal de Cultura de Paranaguá – Paranaguá/PR; 2016 - Exposição – Olhar InComum: Japão revisitado – no MON; 2021 - Livro virtual "Lugar InComum".

Providência

PROJETO ARQUIVADO.