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PRONAC 2310656Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Curso de contação de histórias - Quem Conta? O que conta?

INSTITUTO INCLUIR: TRANSFORMAR, DEMOCRATIZAR & HUMANIZAR
Solicitado
R$ 1,60 mi
Aprovado
R$ 1,60 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-01
Término

Resumo

O projeto "QUEM CONTA? O QUE CONTA?" tem como produto principal oficinas de formação em contação de histórias e resultará no produto secundário que será uma série no formato podcast com 12 contações de histórias gravadaspelos alunos beneficiados pelas oficinas.

Sinopse

Produto: CONTAÇÃO DE HISTÓRIASSerão ao todo 12 oficinas, sendo 2 oficinas em cada cidade. Cada oficina terá 10 alunos, atingindo 20 alunos por cidade e 120 alunos no total. Os artistas que participarão das oficinas, irão receber bolsa de estudo para incentivar a não evasão escolar. Será exigida presença e participação dos participantes para que recebam as bolsas de estudo. A contação de histórias tem papel fundamental na formação de leitores e no despertar para a literatura. Ela instiga a curiosidade, alimenta a imaginação e educa através das palavras.Por meio desse projeto, busca-se sensibilizar artistas, proporcionando uma experiência que auxilie na profissionalização da contação de histórias. Produto: SÉRIE DE 12 PODCASTSSerão 12 oficinas, de cada oficina será selecionado uma contação de histórias para ser parte da série de 12 podcasts. As histórias serão provenientes das comunidades, famílias e das vivências de cada participante, a fim de valorizar a tradição oral na contação de histórias.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo do projeto é realizar oficinas formativas em contação de histórias, que resultarão em uma série de podcast a serem disponibilizadas gratuitamente na internet. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto principal OFICINAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: Realizar 12 oficinas gratuitas em 6 cidades. Cada oficina com XX horas de duração total. 2) Produto secundário SÉRIE DE PODCAST: Produção e veiculação de XX podcasts, com histórias contadas pelos alunos das oficinas. 3) Contrapartida Social: as oficinas serão 100% gratuitas e com distribuição de bolsas de estudo para os alunos.

Justificativa

A contação de histórias é uma forma lúdica de transmissão de conhecimentos e um poderoso estímulo à imaginação. Considera-se uma das maneiras mais antigas de difusão de valores tidos como necessários para o estabelecimento de uma convivência harmoniosa entre os humanos. Assim, mais do que uma ação educativa prazerosa, ela proporciona uma compreensão alargada do mundo, bem como a construção das identidades culturais via memória oral. Diferentes modos de expressão são estimulados, o que facilita as interações e até o entendimento das próprias emoções. O contador é aquela figura que atrai a atenção das crianças e dos jovens, porque apresenta o mundo da literatura de uma forma bem diferente da usual. Ele sabe usar a voz e o corpo para dar vida às histórias que narra, permitindo que o ouvinte se identifique e seja capaz de elaborar sentimentos como raiva, medo, alegria etc. É comum que o texto escrito seja usado como suporte, no entanto, a contação de histórias abre brechas para o improviso e a imaginação daquele que está contando. A prática se faz no momento presente, a partir da interação entre o contador e o ouvinte, ou seja, esse último manifesta um igual protagonismo no processo. O conto e o reconto de histórias têm sido considerados, por grande parte dos linguistas, algumas das estratégias mais eficazes para a construção da linguagem oral e escrita e para a leitura de mundo e a aquisição de processos comunicativos dialógicos de reconhecimento de cada ser humano na sociedade. A contação de histórias veicula e decodifica memórias, ideologias, conhecimentos, sentimentos e o imaginário de pessoas, povos e nações; por essa razão, constituem-se mecanismos que possibilitam a assunção da identidade cultural. Educadores críticos recomendam uma atenção muito acurada com relação às escolhas das histórias que serão contadas às crianças, aos jovens e aos adultos. Os cenários, as vivências dos personagens, as cenas explícitas e subliminares podem construir trilhas de descobertas. A contação de história pode ser um ato de libertação, se cada conto e reconto for momento de diálogo aberto e crítico com compromisso e responsabilidade de formação de um ser humano digno, fraterno e justo. O projeto pretende trabalhar a dicotomia entre a tradição oral da contação de histórias e sua eternização em áudio (podcast), de forma que os alunos possam vivenciar a diferença na própria prática do contar. As oficinas abrirão espaço para questionamentos importantes a cerca da oralidade. Qual a diferença na percepção das histórias pelos ouvintes quando em formato presencial e performático em contraponto à escuta das mesmas histórias via digital/podcast? O podcast pode ser um aliado da tradição oral? Qual o papel das mídias digitais na transmissão oral de histórias? As oficinas, além de abordarem as técnicas para contação de histórias, irão trabalhar o conceito de tradição oral, cultura imaterial, para valorização de histórias locais que os alunos trarão de suas comunidades, famílias e amigos. Em sala de aula desenvolverão as histórias coletadas em suas comunidades. Como atrair a atenção dos ouvintes? Como desenvolver a história? Como uso meu corpo e voz? Quais as ferramentas dispomos para a contação? Ao final do curso, cada aluno fará a contação de uma história recebida oralmente desde a sua comunidade. Essa história terá sido desenvolvida durante toda a extensão do curso. As 12 contações que forem melhor desenvolvidas em todas as turmas espalhadas pelo país, irão fazer parte de uma série de 12 podcasts a ser veiculada gratuitamente em plataformas digitais. A acessibilidade é um princípio fundamental que visa garantir a igualdade de oportunidades e o pleno exercício da cidadania para todas as pessoas, independentemente de suas habilidades, características físicas, sensoriais, cognitivas ou emocionais. É importante ressaltar que todas as oficinas contarão com acessibilidades para as diferentes deficiências ou necessidades. Esse projeto é uma iniciativa importante que visa promover a inclusão na cultura e nas artes, o respeito aos direitos humanos, a diversidade, a educação inclusiva e a conscientização. Contribuiremos para uma sociedade mais justa, igualitária e culturalmente rica, na qual todos têm a oportunidade de desfrutar do mundo da literatura. CONTRAPARTIDA SOCIAL: O projeto vai ter distribuição 100% gratuita. Os alunos selecionados recebrão bolsas de estudo para que possam se dedicar no período inteiro do curso. O Instituto Incluir trabalha constantemente com formação/oficinas nas diferentes expressões artísticas, e tem-se percebido que o público-alvo das oficinas que é, majoritariamente, proveniente das classes sociais menos favorecidas, acaba tendo dificuldades de seguir cursos com duração mais longa, justamente pela necessidade financeira. As bolsas de estudo tem, portanto, o papel de reduzir a evasão ao longo da formação. A série de podcast também terá veiculação gratuita em plataformas especializadas em streaming de música, rádio e podcast. O uso da Lei 8313/91 é fundamental para a viabilização do projeto. Esse projeto de formação presencial não é possível sem o uso da lei. Não há interesse comercial/econômico nesse formato de projeto sem o uso de leis de incentivos à cultura. Trata-se de um projeto de formação para a cadeira produtiva das Artes Cênicas, estimulando as tradições orais. A proposta se enquadra nos seguintes incisos, do art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A proposta se enquadra nos seguintes incisos, do art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Inserir deslocamentos No plano de distribuição, a série de podcast foi inserida em apenas uma cidade, mas ela terá distribuição gratuita pela internet e vai atingir o Brasil inteiro.

Especificação técnica

Produto: CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS Projeto Pedagógico: "QUEM CONTA? O QUE CONTA?" propõe-se a promover a contação de histórias como ferramenta essencial para a transmissão de conhecimento, o estímulo à imaginação e o fortalecimento da identidade cultural. Com o objetivo de realizar oficinas formativas em contação de histórias, seguidas pela produção de uma série de podcast, este projeto visa alcançar um público diversificado, proporcionando acesso gratuito a uma formação enriquecedora. Objetivos: Geral:Realizar oficinas de formação em contação de histórias, resultando na produção de uma série de podcast disponibilizada gratuitamente na internet. Objetivos Específicos:Realizar 12 oficinas gratuitas em 6 cidades;Produzir e veicular uma série de podcasts compostos por histórias narradas pelos alunos das oficinas.Promover a inclusão social oferecendo bolsas de estudo aos participantes, visando reduzir a evasão ao longo da formação. Justificativa: A contação de histórias é uma prática ancestral que não apenas entretém, mas também ensina, transmitindo valores e conhecimentos essenciais para a construção de uma convivência harmoniosa. Além de ser um método lúdico, é uma ferramenta poderosa para ampliar a compreensão do mundo e fortalecer as identidades culturais por meio da memória oral.Esta prática estimula diferentes formas de expressão, facilitando interações e o entendimento das emoções. O contador, ao dar vida às histórias, permite que o ouvinte se identifique e desenvolva sentimentos, como raiva, medo e alegria.O projeto aborda a dicotomia entre a tradição oral da contação de histórias e sua perpetuação em formato digital, explorando como a percepção das histórias varia entre o contexto presencial e o digital/podcast. Além disso, visa trabalhar técnicas de contação e valorizar histórias locais, estimulando a expressão cultural de cada aluno. A acessibilidade nas oficinas é um aspecto fundamental para garantir que todos tenham acesso ao produto cultural. Público-Alvo: Artistas, escritores, atrizes, atores, arte-educadores. Metodologia de Ensino: Cada oficina terá uma duração de 2 semanas, com 10 aulas.As oficinas irão combinar teoria e prática, abordando técnicas de contação, exploração da tradição oral e identificação de histórias locais significativas. Serão realizadas atividades práticas, debates e desenvolvimento de histórias coletadas nas comunidades. Apresentação expositiva: Introdução à estrutura de contação de histórias.Discussões em grupo: Debates interativos sobre desafios e soluções na criação de uma história contada.Estudos de caso: Durante as aulas, os ministrantes desenvolverão com os alunos as histórias trazidas.Oficinas práticas: Demonstração de ferramentas e técnicas para contação de histórias.Sessão de perguntas e respostas: Oportunidade para os participantes tirarem dúvidas e discutirem casos específicos. Material Didático: O material didático consistirá em recursos audiovisuais, textos selecionados, gravações de histórias locais e ferramentas digitais para a produção dos podcasts. Conteúdos a serem ministrados: Introdução à Contação de Histórias: História e importância da contação de histórias. Papel do contador de histórias na transmissão cultural e educacional. Técnicas básicas de narração. Expressão Corporal e Vocal: Uso do corpo e da voz para dar vida às histórias. Exercícios de expressão corporal e vocal. A importância da entonação, ritmo e pausas na narração. Exploração da Tradição Oral: Compreensão da tradição oral e sua importância cultural. Identificação e coleta de histórias locais significativas. Análise das características das narrativas tradicionais. Estímulo à valorização de histórias e tradições locais. Como incorporar elementos culturais regionais nas histórias contadas. Elaboração e Desenvolvimento de Histórias: Estrutura narrativa: introdução, desenvolvimento e conclusão. Técnicas para desenvolver enredos cativantes. Desenvolvimento da criatividade na criação de histórias. Adaptação de Histórias para Diferentes Públicos: Adaptação de histórias para crianças, jovens e adultos. Considerações sobre a idade e o interesse do público-alvo. Adaptação de histórias para pessoas com deficiência. Produção de Podcast: Como estruturar e apresentar uma história em formato podcast. Ética e Sensibilidade na Escolha das Histórias: Seleção criteriosa de histórias levando em consideração valores éticos e culturais. Abordagem de temas sensíveis e inclusivos nas narrativas. Esses conteúdos serão adaptados e organizados de acordo com a sequência didática dos módulos das oficinas, permitindo uma abordagem gradual e progressiva no aprendizado da arte de contar histórias, culminando na produção dos podcasts finais com as histórias desenvolvidas pelos participantes. Avaliação: A avaliação do aprendizado ocorrerá por meio de discussões em grupo, participação ativa dos envolvidos, estudos de caso e resolução de exercícios práticos. O feedback dos participantes será coletado no final da palestra para aprimorar futuras edições. Este projeto pedagógico visa conscientizar e capacitar os participantes a promover a inclusão através da contação de histórias, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e igualitária nas artes. ----- Produto: SÉRIE DE 12 PODCASTS 12 episódios de 15 minutos de duração, com áudio e imagem para a versão do YouTube.

Acessibilidade

O Instituto Incluir está comprometido em promover a acessibilidade em todas as suas atividades, tanto com acessibilidade no aspecto arquitetônico quanto com a acessibilidade para pessoas com diferentes deficiências ou necessidades. Produto: Oficinas de Contação de HistóriasACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados nos espaços em que serão ministradas as oficinas.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérpretes de libras em todas as oficinas.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: mediadores treinados para auxiliar esse público em todas as oficinas.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: mediadores treinados para auxiliar esse público em todas as oficinas. Produto: SÉRIE DE 12 PODCASTSACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Transcrições de episódios: oferecer uma transcrição completa e precisa do conteúdo do podcast é uma das maneiras mais eficazes de torná-lo acessível para pessoas com deficiência auditiva. A transcrição permite que o conteúdo seja consumido na forma de texto e pode melhorar a experiência de ouvintes que não têm o idioma nativo do podcast.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Descrições detalhadas: para tornar os podcasts mais acessíveis a pessoas com deficiências visuais, é importante incluir descrições detalhadas e claras do conteúdo, tanto na página do episódio quanto nas plataformas de distribuição. Isso ajudará os ouvintes a entender o tema e o contexto do podcast antes de ouvi-lo.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Uso de linguagem simples e clara: é essencial utilizar uma linguagem simples e direta ao criar um podcast, evitando jargões técnicos e termos complexos. Isso torna o conteúdo mais acessível para pessoas com deficiências cognitivas ou dificuldades de compreensão, além de facilitar o entendimento para ouvintes de diferentes origens e níveis de educação. A Acessibilidade Física será assegurada através da escolha dos espaços utilizados para as oficinas, priorizando locais que possuam rampas de acesso e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Mediadores qualificados em práticas de inclusão acessível orientarão as pessoas com deficiência visual nas áreas de circulação.Para garantir a Acessibilidade de Conteúdo, todas as aulas dos cursos serão acompanhadas de interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais). Com essas medidas, o projeto buscará assegurar que todas as suas ações sejam acessíveis e inclusivas, permitindo a participação plena e igualitária de todas as pessoas.As medidas serão adotadas em 100% das atividades.

Democratização do acesso

Produto: CONTAÇÃO DE HISTÓRIASAs inscrições para as oficinas serão amplamente divulgadas, prioritariamente junto ao público focal. A saber: artistas, atrizes e atores, arte-educadores e demais interessados. As oficinas serão 100% gratuitas.Para que as oficinas tenham baixa evasão, serão oferecidas bolsas de estudos aos participantes, com a contrapartida de presença e participação nas atividades propostas pelos ministrantes. Produto: SÉRIE DE 12 PODCASTSA série de podcasts estará disponível gratuitamente em variadas plataformas de podcasts e na página do YouTube da Instituto Incluir, objetivando o alcance do maior número de pessoas possível. A ideia é que os podcasts estimulem outras pessoas na arte da contação de histórias. Essas medidas visam democratizar o acesso às ações do projeto, tornando-as acessíveis a diferentes públicos, ampliando o impacto social e cultural e contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária. O projeto busca promover a transformação e sensibilização sobre a importância da inclusão, da valorização da diversidade em todas as suas iniciativas, do acesso universal às artes e conscientização sobre a importância das tradições orais .Todo conteúdo oferecido será gratuito e amplamente divulgado. A ausência de cobranças e a ampla divulgação são pilares fundamentais para que o projeto alcance seu objetivo de democratizar o acesso às artes. Observando o Art. 28. vamos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); - Ressalta-se que todo o projeto tem distribuição gratuita.VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Direção Geral e Coordenação Pedagógica - Carina Alves - fundadora e Diretora Presidente do Instituto Incluir, é psicóloga com especialização em Psicologia do Esporte, Doutora em Educação, Mestra em Letras e Ciências Humanas e escritora. Como ativista social, leva a bandeira da inclusão para todos os lugares por que circula. Já tem 12 livros publicados, entre títulos infantis, acessíveis, e adultos. Atua à frente de projetos de cooperação junto a países da Europa, na área da formação de professores no campo do paradesporto e da comunicação acessível. Atua como docente no ensino superior. Trabalha com ênfase nos seguintes temas: Diversidade humana, Inclusão, paradesporto, educação inclusiva, terceiro setor, parcerias público privadas e literatura acessível. Coordenação Técnica - Marcelo Chaffim - Produtor experiente em teatro, musicais, festivais de música e shows ao ar livre, com amplo conhecimento técnico em iluminação, som, projeção, direção de palco e montagens estruturais. Trabalhos recentes incluem a coordenação técnica do musical IRON - O Homem da Máscara de Ferro (2023), coordenador de técnico da exposição Monet a Beira D'água (2022), coordenador de produção e tácnico do festival VERÃO TIM 2020, direção técnica do musical "Ayrton Senna" pela CIA STONE DE TEATRO e a produção executiva do MIMO FESTIVAL. Coordenação de Produção - Marcelo Fernandes – Desenvolve, coordena, produz e realiza projetos culturais e esportivos há mais de 10 anos no Brasil. Entre os últimos trabalhos para Cultura estão: coordenação de produção do projeto EMPODERA, Coordenação de produção da FLUFEST 2022, direção de produção do projeto Espaço Experiência CRVG e Cinema Para Todos. Produção Executiva - Danielle Oliveira - É atriz e produtora teatral com 12 anos de atuação no Rio de Janeiro. Desenvolve, coordena, produz e realiza projetos culturais na área da saúde pública mental no RJ há 6 anos, entre eles “Lugar de Cabeça Lugar de Corpo”, que aconteceu durante 3 anos no Instituto Municipal Nise da Silveira. Já trabalhou como produtora executiva de espetáculos dirigidos por Marcus Alvisi, Pedro Nogh, Daniela Cavanellas, Bruno Peixoto Cordeiro e Ivan Sugahara, com este último criou a companhia Projeto Trajetórias, responsável pelas temporadas do espetáculo “Uma Mulher ao Sol” no Oi Futuro (Rio de Janeiro, 2022), Festival de Avignon (França, 2022) e Teatro Poeirinha (Rio de Janeiro, 2023). Elenco - Tatiana Henrique - É contadora de histórias e pesquisadora de Oralidades há 21 anos. Desenvolveu atividades interdisciplinares de arte e educação no CCBB (Rio e São Paulo) com a contação de histórias como estratégia de mediação. Diretora em espetáculos adultos e infantojuvenis, participou de eventos sobre teatro, narratividade e cultura negra em instituições na Angola, na Índia, no Peru e no Brasil. Organiza a “Obalufônica”, fomentadora de espetáculos e ações educativas aliada à Associação Globo Dikulu, em Luanda, Angola. Doutoranda em Artes (UERJ). Mestra em Memória Social (UniRio). Arte Dramática, pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena. Licenciada em Letras (UNESA). Professora nos cursos de Teatro e Pedagogia na Faculdade Cesgranrio. Elaboração e Prestação de Contas - Tárik Puggina - Produtor Cultural, bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO, com MBA em Gestão e Produção Cultural, pela FGV-RJ, tem 25 anos de trajetória no setor da cultura. Foi parecerista do Ministério da Cultura para projetos da Lei Rouanet entre 2009 e 2011, conhecimento das leis de incentivo. Jurado de bancas de seleção pública de projetos culturais em diferentes esferas. Atualmente é Controller (coordenador financeiro) de projetos e produtoras culturais, sendo responsável pela gestão financeira de produtoras e de variados filmes, peças teatrais e diferentes produtos culturais. Experiência consolidada na Lei Rouanet, Lei do Audiovisual, Ancine, Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e nas leis de incentivo estaduais/municipais. O proponente desempenhará as funções de: administração e comunicação. Na planilha receberá as rubricas referentes a essas funções.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-04-30
Locais de realização (6)
Rio Branco AcreSão Luís MaranhãoTeresina PiauíRio de Janeiro Rio de JaneiroPorto Velho RondôniaPalmas Tocantins