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O Festival Cultural Benedicto Lacerda é realizado desde 2008 no município de Macaé e região. É o festival de música mais relevante do município, possui importância histórica à medida que preserva a memória cultural. Homenageia um dos maiores músicos e compositores da música brasileira, incentiva novos talentos e promove a circulação da cultura. Reúne nomes dos gêneros musicais do Choro e Samba, com representatividade nacional e internacional, e também abre espaço para novos músicos e grupos musicais. Na 8ª edição, circulará em 3 cidades do RJ: Macaé, Campos dos Goytacazes e Rio das Ostras. Estima-se público de 2500 pessoas em shows, 4000 nas exposições e 10000 acessos as redes sociais e transmissões durante os eventos e após. Contempla 4 dias de shows musicais de grupos/conjuntos e cada deles um convidará 5 artistas de renome; 18 dias de exposição biográfica itinerante e realização de 2 workshop de práticas de conjunto (3h/cada). O projeto tem contrato de patrocínio com a PETROBRAS S/A
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Objetivo Geral Realizar a 8ª edição do Festival Cultural Benedicto Lacerda em 2024; Objetivos Específicos Produto: Apresentação Musical Promover encontros musicais inéditos e mesclar integração entre os gêneros musicais Choro e Samba, em 4 dias de apresentações musicais (público previsto de 2.500 pessoas nos shows presenciais) com entrada franca; Promover a circulação da cultura no interior do estado do RJ, com apresentações musicais em três cidades: Macaé, Campos dos Goytacazes e Rio das Ostras; Produto: Curso / Oficina / Estágio Curso livre - workshop de aprimoramento em instrumentos de sopro e percussão, bem como práticas de conjunto com 100 vagas (sendo que 50% serão reservados para alunos de escolas públicas e privadas, em especial aos componentes de bandas escolares, grupos musicais e corais estudantis); Produto: Contrapartidas Sociais Preservar a memória musical brasileira por meio de exposição biográfica, ressaltando a importância e relevância cultural de Benedicto Lacerda. A exposição será montada em espaço aberto na Cidade Universitária de Macaé (Galeria de Exposições); em escolas de artes e música das 3 cidades objetos do projeto e também será montada nos locais dos shows. Tem como público-alvo alunos de graduação universitária e alunos de formação técnica em artes musicais, plásticas e cênicas, com público total estimado de visitação em 6.000 pessoas.
Os patrocinadores vincularão sua marca em um projeto de preservação do patrimônio cultural, em especial, da música brasileira, mantendo viva a memória de Benedicto Lacerda, um dos mais importantes nomes do Choro e Samba, nascido em Macaé. O Festival busca, desde sua criação, promover a preservação dessa memória, e desenvolve atividades voltadas para o arranjo da economia criativa regional e promoção de novos talentos. O projeto contribui para o cumprimento do art.1º , Incisos I, II, IV, IX, assim como o cumprimento do objetivos relacionados no art.3º, Inciso I, alínea d) e Inciso II, alínea c).
Acessibilidade Física Todos os espaços físicos a serem utilizados no projeto possuem rampas de acesso e banheiros adaptados para portadores de deficiência, bem como espaços reservados na plateia a pessoas com deficiências e cadeirantes. Acessibilidade de Conteúdo Todas as apresentações musicais e oficinas (workshops) ministradas irão contar com intérprete de Libras. Um membro da equipe de apoio a produção estará dedicado à orientação e condução de deficientes visuais e cadeirantes nos locais dos eventos. Os recursos utilizados para o pagamento do membro da equipe de apoio dedicado à orientação e condução de deficientes e cadeirantes já estão orçados na etapa de produção do produto apresentação musical e workshops.
Democratização de Acesso Apresentação Musical 1. Todos os ingressos para os shows musicais serão gratuitos. 2. Os shows terão seu registro videográfico disponível gratuitamente em redes sociais e plataformas de vídeo online como o Youtube e similares. Os shows do Festival realizados em Macaé serão transmitidos ao vivo, além de ter o seu registro gravado junto às demais apresentações musicais. 3. Disponibilização e acesso facilitado ao livreto do Festival em formato digital (com programa de eventos e dados biográficos de Benedicto Lacerda) contendo informações sobre a vida e a obra de Benedicto Lacerda. Oficinas / Cursos / Estágio 4. Todas as aulas ministradas nas oficinas serão gratuitas. 5. A exposição biográfica estará disponível em locais abertos e públicos, a saber: Cidade Universitária de Macaé (Galeria de Exposições) e Secretaria Municipal de Macaé (Foyer do Teatro Municipal), e nos locais dos shows
USINA de Fomento Cultural (Proponente) A USINA irá realizar a produção executiva do Festival Cultural Benedicto Lacerda 8ª edição. Fundada em 2006, a Usina é realizadora dos Festivais Culturais Benedicto Lacerda das 7 edições de 2008 a 2022. Atua em parcerias com outras ONGs locais, como Grupo Teatral ACTO, Centro Cultural Rinha das Artes, Sociedade Musical Macaense e as centenárias Sociedades Musicais Nova Aurora e Lyra dos Conspiradores. A força da USINA reside na experiência (e currículo) em atividades culturais de grande parte de seus sócios/diretores. É realizadora dos Festivais Culturais Benedicto Lacerda edições 2008 a 2022. SELECIONADA PELO PROGRAMA PETROBRAS CULTURAL na modalidade FESTIVAIS DE MÚSICA no ano de 2011. Entre os destaques de editais em que nos honrou citamos a seleção no SESI CULTURAL com os projetos MPB Bossa Tropicália Clube (2012) e Rock Calcinha (2013). Apoiou pessoas físicas e Ongs da área cultural de Macaé durante a pandemia e orientou a participação destes em editais da Lei Aldir Blanc obtendo sucesso em todas as propostas. Diretor de Produção: Marcos Outeiro (Kuika) Carioca, com formação na área tecnológica e de pesquisa cientifica durante mais de 25 anos, elaborou e implantou projetos técnicos. Sempre atuante em organizações sociais e culturais. Em 2004 foi um dos quatro membros que criaram o movimento “SOS Nossas Bandas” para apoio e reativação das centenárias Sociedades Musicais Nova Aurora (1873) e Lyra dos Conspiradores (1883) em Macaé. Sócio fundador – 2006 - e secretário executivo (cargo não eletivo) da OSCIP USINA de Fomento Cultural (www.usina.org.br) desde sua primeira gestão. Para desempenho de suas funções frequentou cursos de elaboração, gestão, avaliação e prestação de contas de projetos sociais e culturais do SENAC, FUNDEC/Macaé, Petrobras (UN-BC), Banco Mundial (Word Bank - GEF), entre outros. Coordenador Geral e Institucional de todas as edições do Festival Cultural Benedicto Lacerda (2008 a 2022). Elabora e gerencia projetos para as ONGs Sociedade Musical Macaense (www.sociedademusicalmacaense.org.br), Grupo Teatral ACTO. entre outras. É recomendado pelo SEBRAE Macaé para assessoria, elaboração e gerenciamento de projetos sociais e culturais. Coordenador geral e institucional das edições 2008 a 2022 (esse contemplado no Programa Petrobras Cultural 2011) do Festival Cultural Benedicto Lacerda. Assistente de Direção: Joelson ToledoBacharel em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (PURO - Rio das Ostras). Produtor Cultural atuante desde 2011. Experiência em elaboração e enquadramento de projetos culturais, sendo contemplado em editais de abrangência nacional, estadual e municipal/regional. Assistente de Direção e Supervisor de Mídias e Artes nas últimas 3 edições do Festival Cultural Benedicto Lacerda.Produtor de conteúdo audiovisual para eventos culturais (filmagem, fotografia e VT's). Produtor de conteúdo de conteúdo em redes sociais, elaboração visual e texto de blogs e newsletter.Secretário executivo na ONG USINA de Fomento Cultural desde 2013. (usina.org.br) Curador da 7ª edição e coordenador das oficinas: SILVÉRIO PONTES (trompetista): Nascido em Laje do Muriaé, RJ. Aos 17 anos, mudou-se para Niterói, onde passou a tocar e estudar na Escola de Música Villa Lobos.Teve sua carreira como músico profissional, iniciada nesta época, e passou a integrar o naipe de metais das bandas dos grandes nomes da música brasileira, como Tim Maia, Ed Motta, Luiz Melodia, Cidade Negra, Elza Soares e tantos outros. Silvério esbanja talento e experiência quando o assunto é apresentação, e é presença garantida no circuito do choro e do samba, com participações nos principais festivais, projetos e atividades neste segmento musical, no Brasil e em diversos países. Na década de 1980, formou dupla com o trompetista Zé da Velha. A dupla é carinhosamente chamada de "a menor big band do mundo" pela mídia. Em 1994, lançaram o disco "Só Gafieira", indicado para o Prêmio Sharp. Em 1998, a dupla lançou o CD "Tudo dança" (Rob Digital). Ao final de 2000, Silvério lançou seu terceiro CD em parceria com Zé da Velha, "Ele e eu". Em 2004, apresentaram juntos no Teatro Municipal de Niterói o show "Samba Instrumental". Este show gerou seu primeiro disco ao vivo e recebeu críticas apaixonadas. A dupla recebeu o Prêmio BR de Música pela CD "Só Pixinguinha" (Biscoito Fino), em 2006, com participações de Yamandu Costa, Joel Nascimento e Cristóvão Bastos. Em 2010, lançaram, também o "Ouro e Prata", celebrando 25 anos de carreira da dupla. A dupla participou ainda de projetos com outros músicos consagrados, entre eles: Noites Cariocas; 1º Compasso e Jacob e seus Bandolins (Biscoito Fino) e Orquídea (Niterói Disco). Em 2016, Silvério Pontes lançou o seu CD autoral ReEncontro.
PROJETO ARQUIVADO.