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Este projeto visa a realização do II EMBH, a ser produzido em co-realização pelos coletivos ‘Através das Máscaras’ e ‘Teatro Público’, com ações formativas e artísticas que apresentam o uso da máscara em suas diversas formas e linguagens, reunidos a partir do eixo "Tradição e contemporaneidade em diálogo". O festival está previsto para ocorrer em Maio de 2024, com 24 atividades oferecidas por artistas locais e nacionais, de forma gratuita, durante 8 dias. Após captação, o projeto será dividido em 3 etapas (pré-produção, produção e pós-produção), totalizando 5 meses de duração.
Este projeto visa realizar "II Encontro de Máscaras de Belo Horizonte", a ser produzido em co-realização pelos coletivos Através das Máscaras e Teatro Público. O evento será composto por ações formativas e trabalhos artísticos que apresentam o uso da máscara em suas diversas formas e linguagens, reunidos a partir do eixo curatorial “Tradição e contemporaneidade em diálogo”. O projeto apresenta uma programação com duração de 8 dias, previstos para o período de 17 a 25 de Maio de 2024. Serão 18 atividades oferecidas por artistas locais e nacionais, de forma gratuita, em espaços abertos e fechados: sendo 04 oficinas, 12 apresentações artísticas (teatro, performance, dança-teatro e intervenção), 02 espetáculos contratados via edital, 01 exibição de filme, 01 encontro com foliões, 03 bate-papos "Prosa, café e máscara" e 01 exposição. A curadoria do festival parte de uma perspectiva ampliada em relação ao uso da máscara, trazendo espetáculos que dialogam com a tradição da cultura popular brasileira, a comédia humana e mascaramentos com materiais diversos, promovendo um elo entre o tradicional e o contemporâneo. Nesta edição, o festival expande suas redes propondo uma programação com artistas de regiões como o Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, ampliando o eixo cultural comum, concentrado nos pólos São Paulo e Rio de Janeiro, e conta com uma seleção de trabalhos artísticos nos quais o uso da máscara se dá em diferentes linguagens, como a performance, o teatro, a dança, as artes visuais e o audiovisual. Além disso, inauguramos a atividade intitulada "Foco na trajetória" que é uma iniciativa que propõe o desenvolvimento de ações com o intuito de visibilizar a trajetória artística de fazedores e fazedoras de cultura, que tenham contribuído de alguma forma com a manutenção e/ou desenvolvimento dos processos de pesquisa acerca do dispositivo máscara e/ou mascaramento, sejam eles no contexto da cultura popular, para uso teatral ou ritual. A cada edição serão traçadas estratégias que melhor dialogam com a produção do(a) artista “em foco”, de forma a evidenciar essa trajetória e tecer significados acerca de suas contribuições no campo da máscara/mascaramento e o eixo temático do festival. Para a edição de 2024, evidenciaremos a trajetória do artista, professor e Mestre Fernando Linares, que completa atualmente 40 anos de experiência. Para tanto, a atividade desenvolvida será a exposição intitulada como "Segunda Natureza", na qual ficarão expostas máscaras que foram feitas por Fernando Linares para grupos de teatro de Belo Horizonte e do Brasil, além de outras usadas em sala de aula, no intuito de desenhar seu percurso artístico através das pesquisas, materialidades e escolhas estéticas. A exposição ficará aberta durante um mês, com abertura prevista para o dia 17 de Maio e desmontagem em 18 de Junho de 2024. As atividades serão distribuídas em espaços públicos e culturais localizados na região central de Belo Horizonte. São eles: Centro Cultural da UFMG, Funarte, Espaço CentoeQuatro, Praça Sete, Parque Municipal, Palácio das Artes e Teatro Francisco Nunes. A escolha da região central tem o intuito de facilitar o acesso do público de todas as regionais da cidade, sendo este um ponto que reúne as estações de metrô e MOVE, e ao mesmo tempo garantir o caráter de encontro do Festival, reunindo em um só local diversas atividades capazes de interferir e modificar o fluxo da cidade. Os espaços foram selecionados por proximidade, a fim de facilitar a apreciação do maior número de atividades por parte do público, uma vez que haverá ações em todos os turnos durante os 8 dias. Outro fator que influenciou a escolha pela região central de BH está na busca por dar visibilidade aos artistas oriundos de diferentes regiões da cidade e do Brasil. Além de todas as ações do projeto serem realizadas de forma gratuita, dando ênfase à democratização do acesso para o público, sem distinção de classes sociais, etnias e gêneros, teremos também ações que contemplam todas as faixas etárias. O II EMBH pretende seguir promovendo, incentivando as experimentações artísticas e culturais mediante o uso da máscara, e expandindo as redes e conexões entre os artistas pesquisadores desta linguagem, através de vasta programação, e já conta com uma verba captada na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.
Objetivo geral Realizar o II Encontro de Máscaras de Belo Horizonte, segunda edição a ser produzida em co-realização pelos coletivos ‘’Através das Máscaras’’ e ‘’Teatro Público’’, na cidade de Belo Horizonte em 1 (uma) regional, a partir do eixo curatorial "Tradição e contemporaneidade em diálogo"; PRODUÇÃO ARTÍSTICA: - Valorizar e reconhecer a cena belo-horizontina, referência no cenário nacional pela qualidade dos grupos e artistas locais, com destaque no trabalho de atuação com máscaras; - Contribuir com o desenvolvimento cultural e artístico da cidade por meio de uma programação de qualidade, com atividades gratuitas e abertas ao público; - Compor poeticamente com o cotidiano da cidade, com apresentações de espetáculos e intervenções na rua que levam em consideração os aspectos urbanos como possibilidades de criação; - Incentivar ações cênicas que dialogam com o patrimônio material e imaterial valorizando também os moradores, espaços, a memória e a história dessas comunidades e localidades; ACESSO À CULTURA: - Promover a ocupação de espaços públicos por meio de atividades artísticas realizadas tanto em praças públicas, quanto em equipamentos culturais; - Contribuir para a democratização da arte e da cultura ao aumentar as alternativas culturais, por meio de uma programação diversa, gratuita e aberta ao grande público; - Oferecer alternativas culturais destinadas a parcelas da população específicas voltado para as infâncias e para os espectadores da 3a idade; FOMENTO A EDUCAÇÃO: - Promover a formação, a qualificação e o aprimoramento artístico dos participantes, a partir das oficinas, bate-papos e ações artísticas que compõem a programação; - Sensibilizar o olhar dos espectadores para o patrimônio cultural e histórico de Minas Gerais e da cidade de Belo Horizonte, bem como de outros lugares do Brasil; INCENTIVO ECONÔMICO: - Consolidar dentro da cidade de Belo Horizonte a continuidade de um festival do setor das artes cênicas com a temática da máscara e do mascaramento; - Apoiar as comunidades que mantêm suas tradições vivas, por meio da participação da folia urbana do bairro Aparecida (MG) e de um mestre de Mazagão Velho (AP), na programação do evento; - Contribuir com o fortalecimento da economia da cultura beneficiando um grande número de artistas e profissionais da área que participarão do projeto; Objetivos específicos qualitativos: A) Produto ESPETÁCULOS: Realizar 12(doze) espetáculos artísticos programados e 2 (dois) espetáculos contratados via edital e 1 (um) encontro com foliões, na cidade de Belo Horizonte, durante a segunda edição do Encontro; B) Produto EXIBIÇÃO DE FILME: Exibir um filme durante a programação do Encontro; C) Produto EXPOSIÇÃO: Realizar 1 (uma) exposição de máscaras, por um período de 30 dias, em local ainda a ser definido; D) Produto OFICINAS: Realizar 2 (duas) oficinas com os grupos participantes; E) Produto BATE-PAPO: Realizar 3 (três) bate-papos "Prosa, café e máscara"; F) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar 2 (duas) oficinas com os artistas do Encontro.
Este projeto justifica-se por fomentar e difundir a cultura, a pesquisa e o trabalho artístico no campo do Mascaramento Cênico na cidade de Belo Horizonte e no Brasil. O "II Encontro de Máscaras de Belo Horizonte" nasce do desejo dos coletivos ‘’Teatro Público’’ e ‘’Através das Máscaras’’ em dar continuidade e consolidar a realização de um festival de máscaras na capital mineira. A primeira edição do festival (I EMBH) teve sua aprovação na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte em 2020, conseguiu inteiramente os recursos captados do projeto em 2021, e teve sua execução no ano de 2022. A primeira edição teve como eixo temático a difusão do mascaramento cênico dos artistas de Belo Horizonte, contando com apresentações teatrais e performáticas; aula-espetáculo; oficinas; palestras; rodas de conversas e também uma exposição de artes visuais. Tudo isso dentro de um âmbito artístico local, valorizando a produção cultural do município no que se refere ao universo do mascaramento. Por essa razão, já planejamos e temos em vista a segunda edição do evento. Pretendemos expandir e aprofundar a experiência do encontro como um festival nacional, trazendo como eixo "A tradição e contemporaneidade em diálogo", uma busca por unir as tradições de mascaramento popular com a performatividade do mascaramento cênico contemporâneo. O projeto é relevante por trazer uma curadoria que valoriza a máscara na cultura popular brasileira, apresentando um olhar decolonial no âmbito da construção de conhecimento nas artes cênicas. Expressões da brasilidade colocadas à margem, como a Folia de Reis (MG), o Reisado (CE), o Bumba-meu-boi (MA) e a Festa de São Tiago (AP), são aqui valorizadas no intuito de dar voz a sujeitos que historicamente são invisibilizados por uma tradição cênica eurocentrada e branca. A nossa intenção é que corpos marginalizados encontrem expressão em um festival híbrido, no qual o contemporâneo e a tradição dialogam e se interconectam. Por isso, trazemos também a insurgência de corpos negros, femininos e LGBTQIA+ tanto através da programação, quanto através da equipe. A equipe deste festival compreende que é uma responsabilidade social fomentar a arte e cultura dentro de uma lógica que seja decolonial, ou seja, que exercite o imaginário, a ficção, as narrativas, e sobretudo a criação e produção artístico-cultural que valorize as tradições brasileiras, que ainda são pouco conhecidas, ou até mesmo vistas como um mero folclore popular. A curadoria do festival busca, ainda, pela promoção de um edital para a seleção de dois espetáculos cênicos locais que tenham obrigatoriamente como integrantes pessoas pretas e pardas. Além disso, priorizamos retirar a ênfase do eixo RJ-SP, trazendo ao público atividades das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país, no intuito de redimensionar fronteiras e saberes na área das artes cênicas. Em sua 2a edição, o festival traz como proposta uma diversidade de expressões artísticas, tais como teatro, cinema, dança-teatro e artes visuais, o que aprofunda a experiência do público para esse universo da máscara. Entendemos também o caráter educativo e pedagógico do festival no que se refere à promoção artístico-cultural, a formação de público e a formação de novos artistas. Por isso, fazemos questão de contar na programação a presença de oficinas, bate-papos (Prosa, Café e Máscara) e o encontro com foliões. Acreditamos que o processo educativo em arte também acontece por meio de trocas em festivais, sendo uma experiência transformadora e relevante. Por essa razão, também consideramos essencial garantir ações de acessibilidade e inclusão nesse processo, para que mais pessoas possam ter acesso. O projeto se justifica também por ser produzido em co-realização pelos coletivos ‘’Através das Máscaras’’ e ‘’Teatro Público’’. O coletivo ‘Através das Máscaras’ surgiu em 2019, na cidade de Belo Horizonte. Nasce do desejo de artistas independentes e pesquisadores teatrais em investigar, criar, apresentar e difundir artisticamente a máscara enquanto elemento cênico em suas diversas formas de expressão. A máscara é um elemento de grande representatividade no teatro, sendo um objeto estático que prioriza a expressão corporal do ator ou atriz, mas que também aparece em danças típicas, festejos e rituais, considerado como um signo cultural de extrema importância e significado. Já o ‘’Teatro Público’’, é um coletivo de referência na cena belo-horizontina, reconhecido pelo trabalho com máscaras e por experimentar novas formas de relação entre o espaço urbano e o espectador. O grupo teve sua trajetória marcada pela participação em 2019 do SESC Palco Giratório, o maior programa de Circulação de Artes Cênicas da América Latina. Além disso, no ano de 2021 o Teatro Público completa seus 10 anos de atuação em BH, tendo levado seus espetáculos a diferentes regiões do país desde 2011 e com uma presença crescente de pesquisas também na área da academia. Desse modo, realizar este festival contribui para a valorização e a consolidação da trajetória do grupo, tanto por parte de um reconhecimento do poder público, quanto pela necessidade de assumir uma responsabilidade na construção de saberes na área das artes cênicas. Realizar este projeto é de fundamental importância, uma vez que sua aprovação valoriza e legitima a produção de grupos e artistas de destaque no contexto local e nacional. Desse modo, o II EMBH contribui para o fortalecimento da economia cultural, beneficiando um grande número de agentes culturais que participam do evento. Este projeto, além de preencher uma lacuna, visto que não há outro festival específico de máscaras no segmento das artes cênicas na cidade, permite criar um espaço de troca, formação, educação e fruição, por meio de uma programação de qualidade que abarca desde a presença das máscaras tradicionais até o teatro contemporâneo. Por se tratar do primeiro festival com essa temática na cidade (I EMBH - 2022) e considerando o potencial que a cena belo-horizontina apresenta, a segunda edição prevista para 2024 demonstra perspectiva de continuidade com a capacidade de se tornar um evento reconhecido e de grande referência na área. O projeto se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III- apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI- preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII- desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E também os objetivos nos incisos do Art. 3° da da Lei 8313/91 serão alcançadas com o projeto: I (c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; I (d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II (c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; II (e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV (a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
Este é um projeto já aprovado e captado no valor de R$ 147.200,00 na Lei de Incentivo Municipal. Buscamos complementar os valores para não só complementar os valores desatualizados orçados em 2021, bem como para qualificar a programação do Encontro. Entretanto, não conseguimos incluir todos os valores no orçamento no que diz respeito aos custos de despesas admnistrativas, captação de recursos e divulgação. Complementaremos no momento em que o sistema estiver aberto para inclusão destas despesas.
PROGRAMAÇÃO II ENCONTRO DE MÁSCARAS DE BELO HORIZONTE Serão 9 dias de evento e, ao todo, 24 atividades oferecidas por artistas locais, nacionais e uma atração internacional, todas de forma gratuita para seu público: sendo 04 oficinas, 12 apresentações artísticas, 02 espetáculos contratados via edital, 01 exibição de filme, 01 encontro com foliões, 03 bate-papos “Prosa, Café e Máscara” e 01 exposição. No primeiro dia de festival, contamos com a abertura da exposição “Segunda Natureza” do acervo de máscaras do artista, Fernando Linares, que completa atualmente seus 40 anos de trajetória profissional como mascareiro, além de diretor e professor, sendo considerado hoje uma referência no contexto municipal e nacional. Essa exposição inaugura nesta edição o que chamamos de “Foco na Trajetória”, que é uma iniciativa que propõe o desenvolvimento de ações com o intuito de visibilizar a trajetória artística de fazedores e fazedoras de cultura, que tenham contribuído de alguma forma com a manutenção e/ou desenvolvimento dos processos de pesquisa acerca do dispositivo máscara e/ou mascaramento, sejam eles no contexto da cultura popular, para uso teatral ou ritual. Para começar as apresentações, na manhã do segundo dia teremos o espetáculo de dança “As Cores da América Latina” da Cia Panorando de Manaus (AM), que explora a corporeidade e os mascaramentos de manifestações culturais latino-americanas do Chile, Peru e do Brasil em diálogo com as Danças Urbanas e Contemporânea. À tarde, o espetáculo “Faça Algum Barulho” de Belo Horizonte traz o palhaço da folia de reis em confronto com um dançarino de hip hop, num encontro entre lundus e danças urbanas. Em seguida, haverá a exibição do vídeo documental e etnográfico “Folias de Minas”, que retrata três diferentes folias do estado de Minas Gerais, dentre elas uma urbana do bairro belo-horizontino Aparecida, chamada Folia de Reis Estrela do Oriente, que estará presente no dia da exibição. Ao final da exibição, haverá um “Encontro com os Foliões”, no qual integrantes de três Folias de Belo Horizonte poderão compartilhar com o público as histórias, músicas e as danças presentes no ritual. Para fechar o dia com será apresentado o espetáculo “O quadro de todos juntos”, do grupo belo-horizontino Pigmalião Escultura que Mexe, que trata do conflito de uma família de porcos em analogia às relações humanas, numa linguagem contemporânea que mistura teatro de bonecos e atores mascarados. O festival também irá levar espetáculos, performances e intervenções às ruas, praças e espaços públicos da cidade. No terceiro dia de festival as mascaras irão povoar o Parque Municipal com a performance Ka’adela de Idyla Silmarovi e, à noite, no Teatro Chico Nunes, o festival prevê a apresentação do grupo peruano Yuyachkani com o espetáculo “Adiós Ayacucho”, criando em 1990, que utiliza as máscaras da cultura popular do Peru para contar a história do conflito armado ocorrido na cidade nos anos 80. Durante a semana acontecerão quatro oficinas no Centro Cultural da UFMG distribuídas ao longo do dia. Como proposta de experimentação de mascaramentos do corpo e do rosto num viés mais contemporâneo, a oficina “Múltiplas Peles”, ministrada pela pesquisadora e performer Tamira Mantovani, se baseia em pesquisas sobre Antonin Artaud e a Performance Arte, propondo por meio de exercícios performáticos a construção de segundas peles. No meio da semana teremos um “Prosa, Café e Máscara - As Máscaras na Cidade” na Funarte, que tem como objetivo apresentar e refletir sobre as pesquisas e práticas desenvolvidas pelos grupos Teatro&Cidade e Teatro Público, que além de serem os únicos grupos de Belo Horizonte que atualmente pesquisam e atuam exclusivamente com máscaras, ambos se destacam pelo uso da máscara inserida no espaço urbano. A oficina “Mateus: caminhos de uma comicidade negra” com Cibele Mateus (SP) e Mestre Martelo (PE), trabalha com as figuras do “Mateus, Bastião e Catirina” do Cavalo Marinho pernambucano, contribuindo com construção de novos imaginários e narrativas de produção de riso. A oficina “As Máscaras de São Tiago”, de Macapá (AP), será ministrada pelo mestre Jozué da Conceição Videira, coordenador de marabaixo mirim “Raízes do Marabaixo”, e pela professora da UNIFAP Juliana Lemos. Nesta oficina será apresentada a técnica de fabricação das máscaras utilizadas na Festa de São Tiago, de Mazagão Velho, que é passada de geração em geração ao longo de 242 anos de tradição, tendo o barro e a goma de tapioca como matérias primas. Haverá ainda um “Prosa, Café e Máscara - A Festa de São Tiago”, que abordará essa festa tradicional que acontece anualmente no período de 16 a 25 de julho e onde a comunidade apresenta, desde 1777, a encenação da “Batalha entre mouros e cristãos”. As máscaras estão presentes nesta encenação que remonta o contexto de expansão territorial e disputa por poder que originou a comunidade de Mazagão velho. Por fim, o evento conta ainda com a oficina “Pukllay - Memória Andina E Teatralidades”, ministrada por Augusto Casafranca do grupo Yuyachkani (Peru), que irá trabalhar com a memória coletiva de uma comunidade de atores em relação às teatralidades populares e festivas dos Andes a partir da exploração do corpo e dos objetos de memória. Geralmente relacionadas a dançarinos e máscaras nas festas andinas, as ações marcadas por PUKLLAY ironizam padrões estabelecidos, gerando corpos ampliados, extra-cotidianos e preparados para riscos e imprevistos aqui e agora, A oficina propõe uma abordagem brincante do uso da máscara, pautada nos princípios e procedimentos presentes na cultura popular. No espetáculo “Mulher Bufa”, Joyce Malta (BH) trabalha com a linguagem da bufonaria, da máscara e da performance desconstruindo e reconstruindo uma mulher que bufa, faz e desfaz. Também na esteira da cena contemporânea, a performance “O corpo desembestado de Adivinha a Diva” realizada por Matheus Silva, na Praça Sete de Setembro, trará uma proposta de ocupação de distintos espaços arquitetônicos com um corpo “bufão-ciborgue-bixa” que reinventa para si um novo corpo, livre dos gêneros e dos moldes padrões. Haverá ainda um “Prosa, Café e Máscara - com Dane de Jade”, idealizadora do FIMC - Festival Internacional de Máscaras do Cariri, o primeiro festival de máscaras realizado no país que nasce geminado com o Festival Internacional de Máscaras do Canadá, em Saint Camille. Esta atividade visa compartilhar experiências do FIMC, um festival concebido em diálogo com a cultura popular da região, criando também um espaço de troca entre os artistas participantes, como proposta de intercâmbio entre Minas e Ceará. O último dia do festival começa no interior do teatro Chico Nunes com um espetáculo voltado para as infâncias, a peça “Fiu Fiu - Um Encontro entre Pássaros”, do grupo Tibanaré de Cuiabá (MT). O trabalho une dança, teatro e palhaçaria em uma narrativa não linear sobre amor, encontros e desencontros, que se conecta diretamente com os espectadores através de uma linguagem corporal cômica e lúdica, acessível para todos os públicos. No período da tarde na Funarte, o evento apresenta a desmontagem cênica “Cicatriz”, de Vanessia Gomes (Fortaleza/CE), criada a partir da articulação de processos de pesquisa e criação da atriz no Grupo Teatro de Caretas, numa proposta teórico-prática que dialoga com artistas e pesquisadores da América Latina. Numa mistura de aula e espetáculo, a artista utiliza as máscaras do Cazumba do Boi do Maranhão e as Caretas de Potengi do Ceará, intercalando sua performance com vídeos e conversas com o público. O espetáculo “A Toque de Caixa” do Teatro Negro e Atitude de Belo Horizonte, reflete sobre as questões da marginalização e da ancestralidade da cultura negra na sociedade, a partir de um trabalho de manipulação de objetos, mascaramentos e máscaras teatrais que surgem da exploração de caixas de papelão. Finalmente, o encerramento do festival será realizado no espaço cultural Cine 104, próximo à Praça Rui Barbosa, com o espetáculo “O Baile” do Teatro Público, grupo belo-horizontino co-idealizador do projeto, que mistura máscaras da comédia humana e máscaras balinesas. O trabalho se configura como um espetáculo dançante onde o público é convidado a participar de um jogo de bingo e um concurso de dança conduzidos por personagens mascarados.
As propostas de acessibilidades previstas neste projeto são: A realização das atividades do festival em espaços culturais que atendem as exigências legais para o acesso de pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, tais como a galeria do Palácio das Artes onde haverá a exposição e a Funarte, onde ocorrerá um espetáculo selecionado via edital. Outras atividades acontecerão nos seguintes espaços: Centro Cultural da UFMG, CentroeQuatro, Teatro Francisco Nunes, Praça Sete de Setembro e Parque Municipal. Além destes serem espaços que atendem às normas de acessibilidade, é previsto a contratação de profissionais para realizar a tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais em 7 atividades da programação, que contemplará o público com deficiência auditiva, considerando ainda a divulgação específica em centros educacionais onde frequentam essas pessoas. Nas apresentações com intérprete de Libras 10% (dez por cento) dos ingressos serão garantidos para o público com deficiência auditiva. Dessa forma, consideramos que o Festival será um evento que fomenta a participação de públicos diversos e promove o acesso universal em suas atividades. O projeto também prevê atenção às medidas de prevenção ao Coronavírus vigentes no período de execução. A) Produto ESPETÁCULOS: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: será realizado em espaço público que já segue as medidas de acessibilidade física, como rampas, elevadores, banheiros acessíveis, equipes treinadas para suporte aos visitantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: equipe treinada para atender ao público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: É previsto a contratação de profissionais para realizar a tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais em 7 atividades da programação, que contemplará o público com deficiência auditiva, considerando ainda a divulgação específica em centros educacionais onde frequentam essas pessoas. Nas apresentações com intérprete de Libras 10% (dez por cento) dos ingressos serão garantidos para o público com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para atender ao público. B) Produto EXIBIÇÃO DE FILME: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: será realizado em espaço público que já segue as medidas de acessibilidade física, como rampas, elevadores, banheiros acessíveis, equipes treinadas para suporte aos visitantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: equipe treinada para atender ao público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: O filme terá legenda em português. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para atender ao público. C) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: será realizado em espaço público que já segue as medidas de acessibilidade física, como rampas, elevadores, banheiros acessíveis, equipes treinadas para suporte aos visitantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: equipe treinada para atender ao público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: equipe treinada para atender ao público ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para atender ao público. D) Produto BATE-PAPO: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: será realizado em espaço público que já segue as medidas de acessibilidade física, como rampas, elevadores, banheiros acessíveis, equipes treinadas para suporte aos visitantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: equipe treinada para atender ao público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: É previsto a contratação de profissionais para realizar a tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais em 7 atividades da programação, que contemplará o público com deficiência auditiva, considerando ainda a divulgação específica em centros educacionais onde frequentam essas pessoas. Nas ações com intérprete de Libras 10% (dez por cento) dos ingressos serão garantidos para o público com deficiência auditiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: equipe treinada para atender ao público. D) CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: será realizado em espaço público que já segue as medidas de acessibilidade física, como rampas, elevadores, banheiros acessíveis, equipes treinadas para suporte aos visitantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: equipe treinada para atender ao público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: É previsto a contratação de profissionais para realizar a tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais em 7 atividades da programação, que contemplará o público com deficiência auditiva, considerando ainda a divulgação específica em centros educacionais onde frequentam essas pessoas. Nas ações com intérprete de Libras 10% (dez por cento) dos ingressos serão garantidos para o público com deficiência auditiva.
Os seguintes incisos/medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo serão adotadas no projeto: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Lucas Guimarães Ramos do Prado (Lucas Prado) - Empreendedor e Produção Lucas Prado é ator formado pelas escolas de teatro Arena da Cultura (2014) e Teatro Universitário da UFMG (2017), onde formou com as peças ‘Espetáculo Sly’ e ‘A Cerimônia’, respectivamente. Bacharel no curso de Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG (2021). Em suas atuações profissionais dentro da área das artes, exerceu a função de estagiário em nível superior junto a Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte - Arena da Cultura (2016-2018). Atuou como ator na 2ª e 3ª temporada do espetáculo ‘Boca de Ouro’ do Grupo Oficcina Multimédia no Festival de Inverno de Ouro Preto/MG, CCBB BH e no Sesc Santo Amaro em São Paulo (2018-2019), no espetáculo ‘Sítios’ no II Festival Internacional de Máscaras do Cariri/CE (2018), no 3° Festival Nacional de Teatro de Passos/MG com o espetáculo ‘A Cerimônia’ (2019) e no 1º Festival Nacional de Teatro de Bolso de Brasília/DF com o espetáculo ‘Absurdos’ (2018). Como produtor executivo já esteve com os espetáculos ‘Os Negros’ e ‘A Cerimônia’ em festivais de Belo Horizonte/MG, Blumenau/SC, Rio de Janeiro/RJ, Patos de Minas/MG, Pará de Minas/MG e Passos/MG (2017-2019). Produtor do grupo Teatro&Cidade - Núcleo de Pesquisa Cênica do Teatro Universitário da UFMG (2019-2021). Realizou a produção executiva e comunicação do 1º Festival de Teatro Negro On Line da UFMG (2020). Foi assistente de produção na 13ª edição do Verão Arte Contemporânea, evento idealizado e organizado pelo Grupo Oficcina Multimédia (2019). Fez parte da equipe de produção do espetáculo de formatura ‘EIA’ do Teatro Universitário da UFMG (2018). Em 2020 teve o projeto ‘I Encontro de Máscaras de Belo Horizonte’ aprovado na Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte com previsão para a sua execução para o ano de 2022. No ano de 2021, atuou e produziu o espetáculo audiovisual ‘Desperte!’ que participou das seguintes mostras e festivais de cinema e teatro: 9ª Mostra de Artes Cênicas de Tiradentes, Mostra Maio [em]curtas, Café com Cinema - Curta Jovens Realizadores, 11º Festival de Teatro Universitário do Rio de Janeiro (FESTU), La Movida Microteatro e Aqui Tem Arte 2.1 da ZAP 18. Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Artes. Luciana Araújo Castro (Luciana Araújo) - Coordenação Geral FORMAÇÃO ACADÊMICA: 2019 – Mestrado em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da UFOP-MG. Defesa: 2019/1; 2012/2 – Graduação em Teatro, com habilitação em Licenciatura, pela Escola de Belas Artes da UFMG. Duração: 4 anos letivos. Conclusão: 2012/2; 2010 – Curso Técnico de Formação de Ator pelo Teatro Universitário - UFMG. Duração: 3 anos letivos. Conclusão: 2010/2; ATUAÇÃO E PRODUÇÃO CULTURAL: • 2014 a 2020 – Integrante do Grupo Teatro Público (atual). Função: Atriz e produtora. • 2020 – Participação no Festival de Música Infantil “Musicar”, em Brasília/DF e Belo Horizonte, com o espetáculo “Cantigas para acordar o rio”. Função: Atriz. • 2019 – Participação no programa nacional de circulação SESC Palco Giratório 2019, junto ao grupo Teatro Público, com 33 apresentações em 15 cidades e 24 estados brasileiros. Função: Atriz. Período: abril a novembro de 2019. • 2017 – Idealizadora e produtora do projeto “Nas ruas da Babilônia” realizado pela SOMACULTURAL e pelo Teatro Público, em Marliéra/MG, através do Fundo Estadual de Cultura de Minas Gerais; • 2016 – Produção do projeto Saudade – 2ª temporada, realizado pelo Teatro Público, com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. • 2008 a 2016 – Fundadora da Tirana Cia. de Teatro. Função: Atriz e Produtora • 2013 – Produtora da Central de Produção Compartilhada de Belo Horizonte; Felipe Nascimento Silva (Pipe Montesano) - Coordenação de Logística Administradora de Empresas, Produtora Cultural, Atriz e Arte-Educadora. Trabalha com criações e produções teatrais autorais e/ou independentes. Traz vivências com gestão de projetos e gestão financeira relacionadas aos mecanismos de incentivo cultural. Já realizou produções de eventos corporativos e tem sólida experiência com produções executivas de eventos culturais. Rafael Bottaro Costa Fragoso (Rafael Bottaro) - Curadoria e Produção da Exposição 2015 – Graduação em Teatro (Bacharelado) pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. (Bolsista de iniciação científica pela Escola de Belas Artes – UFMG: Residência Teatral No Bairro Lagoinha - orientado pelo professor Rogério Lopes. 2012 / TCC: “Desalambrar” e com o artigo “A Máscara Discursiva – A Máscara enquanto anulação da identidade pessoal para a potencialização do discurso” orientado por Fernando Linares) 2021- Ministrou um workshop de utilização de máscaras e mascaramentos, para o elenco da montagem de formatura do CEFART - Palácio das artes. 2019- Ministrou a oficina “Máscara em suspensão no cotidiano”, junto ao grupo Teatro Público, no FETO 2019 - BH/MG. 2018- Ministrou a oficina “A máscara em suspensão no cotidiano” junto ao grupo Teatro Público, na FLIP - Paraty/RJ. 2018- Participou como palestrante na mesa “Sobre Máscaras e Mascareiros”, pela Mostra T.U. 2018- Trabalhou como assistente no Ateliê de Fernando Linares, durante o processo de confecção das máscaras de cavalo marinho para o grupo Mundu Rodá - São Paulo-SP. 2018- Trabalhou como montador da exposição “Santiago-Fogo” de Felipe Chimicatti e Pedro Carvalho. No Centro Cultural Casa Kubitschek. 2014- Palestrante na Mostra Artística CIT Ecum 2014, integrando a “Mesa: Nas Margens da Cidade: Antonio Hildebrando (EBA/UFMG), Manu Pessoa e Rafael Bottaro (Espaço Comum Luiz Estrela) e Georgette Fadel”. 2013- Trabalhou como monitor na IV Semana de Música Antiga da UFMG: Bizzarie Alegórica na oficina de confecção de máscaras de Fernando Linares. Rafael Moreira Protzner (Rafael Protzner) - Curadoria e Produção da Exposição Ator que ao longo de sua trajetória, vem se especializando nas linguagens da Máscara, do Palhaço e da Improvisação Teatral, tendo executado importantes pesquisas de intercâmbio, como: 2011: "Improvisação com Máscaras Balinesas" com Marcelo Savignone (Belisário Teatro), em Buenos Aires, Argentina; 2013: "Máscara [Balinesa]: Da Criação ao Palco", com I Made Djimat (Tri Pusaka Sakti), Bali, Indonésia; 2014: "Clown Throug Mask, com Sue Morrison" (The Theatre Resource Centre), Toronto, Canadá; 2008: "Dramaturgia e Utilização da Máscara Teatral" com Fabio Butera (Teatro Proskenion), em Belo Horizonte, MG; 2009: "O Ator e a Máscara" com Esio Magalhães (Barracão Teatro) em Belo Horizonte, MG. Como ator, participou de 27 espetáculos, números, performances e intervenções. Como diretor, encenador, assistente de direção e/ou coordenador artístico de 6 espetáculos. Sinara Caroline Teles Rodrigues (Sinara Teles) - Gerência Executiva - Presidente da Cooperativa InMinas de Teatro/MG (2020). Integrante do Coletivo InMinas 2015/2020. _ Co-fundadora e integrante da Cóccix Companhia Teatral-BH. (2006/2020). - Elaboração, aprovação, captação e prestação de contas de diversos projetos na Lei municipal de incentivo à cultura de BH e estadual de cultura; - Idealização, Coordenação Geral e Curadoria compartilhada com Rogério Gomes. Além de Coordenação de produção e Comunicação no Festival Ponta a Pé Cultural “Tradições e Contemporaneidade” (Executado em 2019). - Proponente do Projeto Brooklyn contemplado pelo prêmio Funarte de Artes Visuais 2018 / Junto ao Coletivo Cine Leblon (Audiovisual). (Co-Elaboração, Produção e Financeiro e Prestação de Contas). Execução: 2019. - Curadoria artística, Coordenação financeira e Prestação de Contas da "3ª edição da Mostra Puxadinho (2019). Coletivo Mutirão / Venda Nova. (Termo de fomento com a SEC-MG). - Ministrou as oficinas de produção cultural “Como realizar ações programadas” (2016) pelo Núcleo de Arte-Educação do Programa de Conciliação. - Produção e curadoria junto ao Núcleo de Arte-Educação.
PROJETO ARQUIVADO.