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Realização de 8 apresentações do espetáculo " Resgatando o Folclore", sendo em 4 cidades do interior de Minas Gerais. A peça tem 75 minutos de duração, público livre, mas com foco no púbico infantil, infanto-juvenil e adolescente. As apresentações serão realizadas de forma gratuita, buscarei parcerias com as escolas municipais no sentido de alinhar agenda e o apoio do munícipio em ceder um espaço que comporte algo em torno de 1500 pessoas (crianças _ espaço como poliesportivo ou quadras). A peça conta com a presença de , em torno, 20 artistas, sendo de diversos segmentos, como violeiros, teatro de rua, contaçao de historias, brincantes, músicos, dançarinos, entre outros. O tema do espetáculo é um "resgate" sobre contos, causos, histórias do folclore brasileiro, da arte popular interiorana, das canções antigas, roda de violas, brinquedos e brincadeiras da cultura popular brasileira.
O espetáculo “ Resgatando o Folclore” conta a saga de dois violeiros contadores de historias que chegam a uma praça e encontra um monte de crianças e os dois começam a cantar umas cantigas antigas e convidam as crianças para se imaginarem em uma floresta, bem fechada, pede silêncio, pergunta se eles estão ouvindo os pias dos pássaros, o barulho do riacho, os bichos caminhando pela mata, em seguida começa a contar historias e as cenas vão “materializando” os personagens em cada quadro contado e cantado, chega a Cuca, o Currupira, a Iara, o Saci aparece entre as arvores e outros entes dão suas graças brincando com a criançada e depois sumindo mata adentro. A chegada da filha de um deles , com seu bonecos e brincadeiras enriquece este momento com seus contos, um deles é a historia de Catirina a mulher que queria comer a língua do boi, e o bumba meu boi toma conta das cenas juntamente com o boi da manta. Entre cenas de contos , canções, brincadeiras, os foliões invadem o salão com seus palhaços e tambores. São mais de 70 minutos de brincadeiras, musicas, viola, fantasias , magias, trava lingua e muita interação com a criançada
Objetivo Geral Realizar 8 apresentações do espetáculo " Resgatando o Folclore". Como toda dramaturgia, cenário (uma floresta), figurinos, efeitos de florestas, pássaros, bichos, a trilha toda composta originalmente e exclusivamente para o espetáculo, com arranjos na viola caipira, percussão, muita dinâmica , brincadeiras e com uma moldura de interação com a criançada acredito muito que vamos deixar uma mensagem sobre a historia do nosso folclore , da cultura popular , da folia de reis, dos contos e causos misteriosos , da vida dos entes folclóricos e o que pode levar a criançada ao interesse por esta parte da estrutura cultural de nosso Brasil. Vamos apresentar para comunidades que estarão tendo o primeiro contato com a arte teatro com uma estrutura e elenco profissionais pela primeira vez. Então nossa finalidade é , além , de apresentar um espetáculo criado, ensaiado e apresentado com cuidados em todos os sentidos , lapidado e dominado pelos artistas, estaremos convidando a garotada para uma reflexão ao nossa brasilidade e para viajar na beleza e magia do folclore brasileiro com suas riquezas, lendas e tradições, incentivando a sua repercussão e estimulando-os a pesquisarem e se aprofundarem no tema. Objetivo específico A proposta tem como objetivo realizar 8 apresentações , assim, a montagem e encenação da peça " Resgatando o Folclore" é o nosso produto cultural primário e, em segundo plano, a elaboração e confecção de 2000 exemplares do livreto/cartilha com contos e causos do folclore e da cultura popular incluído uma edição em Braille com 200 exemplares. E, ainda: 1) Realizar uma apresentação por cidade 2) Alinhar de ter a presença de escolas da periferia e localidades rurais dos munícipios. 3) As apresentações dos espetáculo Resgatando o Folclore, além do formato presencial, as atividades serão gravadas, editadas, tratadas, publicadas nas redes sociais e distribuídas as escolas, para trabalharem com as crianças o mundo do folclore brasileiro. Assim pretendemos atingir escolas de outras cidades; 3) Convidar dois artistas de cada municipal, o que somara em 8 artistas para uma participação especial para apresentação de artística da cultura popular ou folclórica, de preferência da cultura local; 4) Distribuição de 2.000 livretos/cartilhas sobre a história , conto e causos do folclore Brasileiro e da cultura popular; 4.1) Sendo 1600 para distribuir entre as escolas. 4.2 ) 400 para distribuir a bibliotecas públicas e de associações culturais 5) Distribuição de 200 livretos/cartilhas sobre a história , conto e causos do folclore Brasileiro e da cultura popular; 5.1) 100 para distribuir entre as escolas 5.2) 100 para distribuir a bibliotecas públicas e de associações culturais
JUSTIFICATIVA O folclore é uma das características fundamentais de nossa identidade nacional, através dele temos como desenvolver senso de origem e pertencimento a um grupo societário maior, construindo uma identidade ao passo que se tornamos cidadãos cientes dos valores e princípios positivos da cultura brasileira. A necessidade de manter viva a cultura popular de nosso povo, de forma a proporcionar e divulgar o conhecimento e as informações tão necessárias na construção de nossa história e identidade, me levou a desenvolver este projeto, esta peça teatral que une elementos artísticos e culturais diversos, iniciando com canções populares ao toque de violas de 12 cordas, passando por contação de historias, parlendas, causos, contos, "invasão cultural" das cenas e plateia, dos entes folclores como o saci, a cuca, currupira, a iara, o boi bumba, o boi da manta, o vaqueiro, personagens bem interpretados por atores e atrizes do teatro de rua. A junção destas artes muito auxilia na compreensão do "hoje", baseado em experiências anteriores, resgatando o "ontem", sem que o mesmo se apague com tempo e as novas gerações não tenham acesso a sua origem. A velocidade das coisas não podem cobrir o nosso passado, nossas coisas e "trens" Conforme a nossa literatura: O dia do Folclore é celebrado internacionalmente, inclusive no Brasil, no dia 22 de agosto. Isso porque nessa mesma data, no ano de 1846, a palavra "folklore" (em inglês) foi inventada. O autor do termo foi o arqueólogo inglês William John Thoms, que fez a junção de "folk" (povo, popular) com "lore" (cultura, saber) para definir os fenômenos culturais típicos das culturas populares tradicionais de cada nação. Sabemos que o folclore, ou cultura popular, tem despertado grande interesse de pesquisadores de todo o mundo desde o século XIX. Então é fundamental para um país conhecer as raízes de suas tradições populares e cotejá-las com as de caráter erudito. Os grandes folcloristas e artistas populares encarregam-se de registrar contos, lendas, anedotas, músicas, danças, vestuários, comidas típicas e tudo o mais que define a cultura popular e como artista desejo contribuir nesta empreitada e, assim, reunir quase 15 artistas para me ajudar na montagem e execução deste espetáculo. Estou seguindo o caminho trilhado por muitos outros artistas e escritores que extraíram do folclore a base de sua obra, foi o que eu fiz, ao compor e fazer os arranjos para a trilha que tem como base as canções e historias folclóricas . Câmara Cascudo definiu o folclore como: a cultura popular, tornada normativa pela tradição. Assim sendo, a cultura popular também carrega uma sabedoria, um conjunto de conhecimentos específicos, que se organizam, geralmente, em forma de mitos (narrativas) e rituais (festas, cerimônias, etc). O folclore manifesta-se de muitas formas e em todas as regiões do mundo, pois a cultura popular é bastante versátil e se desenvolve com força em qualquer povo. Da mesma forma que a cultura erudita, ou a chamada "alta cultura" (literatura, música clássica, poesia, teatro etc.), a cultura popular é de suma importância para a construção da identidade de um povo, ou de uma civilização inteira. O conjunto de lendas, de provérbios, de encenações e festas, sempre concentra, em seu fundo, uma sabedoria de conteúdo moral, tal como as fábulas e contos de fadas. Geralmente é essa sabedoria que orienta as comunidades locais, que vivem circunscritas em determinada tradição. A tradição folclórica do Brasil, por exemplo, desenvolveu-se de variadas formas de acordo com as regiões do país. Esse desenvolvimento se deu a partir da mistura das tradições dos principais povos que se misturam em terras brasileiras; notadamente, povos africanos, os nativos indígenas e europeus As principais lendas e ritos do folclore brasileiro são: a do Saci-Pererê, da Iara, do Bumba meu boi, do Lobisomem e da Mula sem cabeça. Muitas dessas lendas são derivações de narrativas mitológicas dos povos europeus, como é o exemplo da Iara, uma "sereia da Amazônia", que remete às sereias da mitologia grega, narradas por Homero, na Odisseia. O folclore também associa-se frequentemente às tradições religiosas, acrescentando elementos novos aos rituais tradicionais. Grandes festas populares, como, no caso brasileiro, o carnaval, e, no caso irlandês, o dia de São Patrício, são exemplos disso. O sincretismo religioso, isto é, as misturas de rituais e crenças religiosas de várias tradições também compõem a cultura brasileira. A prática de se "benzer" um doente, de se "fechar o corpo" contra males, e outras variações disso, são expressão deste sincretismo. As tradições populares são conservadas por meio do folclore. Através de uma festa, como a do Bumba meu boi, toda uma herança imaterial _ isto é, um estoque de valores e sabedoria tradicional é passado de geração em geração. É de suma importância, portanto, o estudo e o conhecimento das práticas do folclore, não apenas do Brasil, mas de todos os povos, das variadas regiões do globo. Em fim, minha proposta em como objetivo levar , de forma lúdica cultural a nossa história, que ouvimos de nossos avos e eles ouviram dos avos deles e, como não vamos ter bilheteria e apresentaremos de forma gratuita, montaremos estrutura de palco de médio porte, com estrutura de cobertura, estrutura de ferragens para receber o cenário e iluminação cênica, será montado um equipamento de som para atender , em torno , 1500 pessoas, com "microfomização" ambiente e microfones auriculares, uma equipe de quase 20 pessoas, transporte, estadia, alimentação , divulgação, confecção de cartilhas com historias folclóricas, cobertura fotográfica e de vídeos para marketing e divulgação , estas e outras despesas me leva a recorrer ao incentivo da lei rouanet. Minha proposta vai de encontro com o estabelecido no art 1º Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, ou seja, ela vai: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Incluindo o previsto no art 3º Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991 , que é: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023 III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
O espetáculo narra diversos personagens e lendas do folclore brasileiro e os contos da cultura popular, com uma trilha sob a viola, que é um instrumento folclórico também. É de nosso conhecimento que o Brasil é um país rico em cultura e tradições, principalmente quando se trata de folclore brasileiro. Com certeza , não tem uma pessoa, que não tenha ouvido alguma lenda quando era criança do Saci-Pererê, Mula sem cabeça, entre outros. O espetáculo apresentar este entes as crianças de uma forma como Monteiro Lobato, Mauricio de Souza e outros escritores da literatura infantil fizeram, com figurinos , cores e gestos sem maldades e estigmas de maldosos, são vilões, mas atrapalhados e encatadores. A peça vai retratar :· Saci-Pererê: O Saci-Pererê vem das tribos indígenas da Região Sul do país e é um dos personagens mais conhecidos. Ele é um menino negro de gorro vermelho que anda com uma perna só fumando um cachimbo. Ele aparece junto a redemoinhos e adora esconder objetos das pessoas para confundi-los. · Curupira: O Curupira é o maior defensor da natureza, vindo das matas brasileiras. Ele tem cabelos vermelhos e pés virados para trás e seu objetivo é espantar ou penalizar todos que destroem as matas. Para espantá-los, emite sons e assovios assustadores. · Mula sem cabeça: A Mula sem cabeça, como diz o nome, não possui cabeça e no seu lugar expele fogo através do pescoço. Segundo a lenda, uma mulher que namora um padre é amaldiçoada e sai nas noites de quinta para sexta-feira galopando e cuspindo fogo pelo pescoço. · Iara ou mãe d’água: Metade sereia e metade humana, Iara vive nos rios e é belíssima, atraindo qualquer homem que se atreva a chegar perto dela para assim afogá-los. · Boitatá: O Boitatá é uma cobra enorme com grandes olhos brilhantes e envolto em chamas que vive nas matas com diversos olhos brilhantes te observando. · Cuca: A Cuca é caracterizada por um dragão assustador que assusta crianças que não querem obedecer seus pais ou não querem dormir. · Lobisomem: o Lobisomem é uma mistura de homem e lobisomem. Segundo a lenda, se uma mulher possui sete filhos e nasce um oitavo homem, ele será lobisomem. Durante o dia, em figura de homem, a partir da meia noite um lobisomem e alimenta-se de sangue. E, sabemos, também, que por essas razões, o folclore é considerado parte fundamental da identidade cultural de um país: · Representa uma cidade ou comunidade; · Ajuda a economia do país; · Funciona como um meio de integração; · Reconhece a autenticidade de uma região; · Defender a origem de um povo; · Recorda as nossas raízes. É fundamental divulgar as tradições, costumes, festas e ritos populares porque significa o valioso património das diferentes culturas que existem e existiram no mundo. Com isso enriquecemos nosso conhecimento cultural e maximizamos nossa visão global. Devemos aprender a venerar o que é nosso sem subestimar o que é dos outros. O espetáculo tem este compromisso de defender e propagar a nossa historia
- O espetáculo segue o gênero do teatro de rua mesclado aos gêneros das artes populares como as canções e contos antigos e interiorano. algo em torno de 70 minutos de espetáculos . Será montado um palco de médio porte, estrutura de ferragem em q30, iluminação com 40 refletores de led, 10 refletores pcs de 100 w, 220v, equipamento de som com um PA para atender algo em torno de 1500 pessoas, com 6 monitores de retornos , 12 microfones auriculares, 4 microfones sem fio, maquina de fumaça e uma maquina de gelo seco. A dramaturgia foi elaborada sob pesquisas do folclore brasileiro , além de Câmara Cascudo, buscamos referências em Ariano Suassuna em seus causos da cultura popular e , também, em Guimarães Rosas com suas histórias interioranas. Ouvimos algumas versões verbais de pessoas idosos, algumas até juram em ter visto a mula sem cabeça... - O projeto será executado nos formatos presencial com publicações on line. Com apresentações artísticas sobre causos, lendas, mitos dos folclores Brasileiro e Mineiro, como: Saci Pererê, Cuca, Caipora, Iara, ilustrações com as figuras mitológicas; - As apresentações , todas as cidades, terão duração média de duas horas; - As apresentações presenciais serão filmadas por uma equipe técnica especializada e, termos ?tomadas? feitas por no mínimo 3 câmaras. Terei duas equipas técnicas para o som. Uma para a sonoplastia das atividades e outra para captação de áudio para a gravação e edição dos vídeos; - Um fotografo responsável para cobertura fotográfica e Stil do evento e bastidores; - Um filmador/Video maker para cobertura de filmagem dos bastidores e do evento; - Montarei toda a estrutura técnica necessária a realização do evento, como: Estrutura de palco, equipamento de som, equipamento de iluminação cênica, equipamento de projeção de vídeo, cenografia, adereços, entre outros; - Contratarei profissionais e empresas especializadas para realização do projeto. Desde pessoal para captação de imagem e som para a gravação e filmagem das atividades , como para edição e tratamento de som e imagem para publicação, atores, músicos, contadores de estórias, oficineiros, fotógrafos, filmadores (stil), técnicos de som e de iluminação e outros profissionais que fizer necessário para executar um projeto com qualidade.
As apresentações serão realizadas em escolas e locais públicos, onde já existem estruturas disponíveis para o acesso de portadores de necessidades especiais, franqueada a estudantes, professores e comunidade (que terão acesso conforme diretrizes da escola), em caso de necessidade solicitaremos a escola que forneça pessoas para orientar e auxiliar portadores de necessidades especiais e idosos. As atividades terão profissionais de interpretes em libras. Farei uma tiragem da "Cartilha do Folclore" em Braille e fornecerei as secretarias de educação e prefeituras, além das cidades escolhidas, todas que tiverem interesse, para publicação da cartilha em Braille, cederei todos os direitos autorais de forma gratuita e disponibilizarei a matriz da cartilha convencional, o que pode ultrapassar o percentual atual. E, a acessibilidade será ampliada com o formato, proposto na adequação, on line, resultado da gravação das atividades e atrações presenciais. Os locais das as apresentações do projeto Resgatando o Folclore, são: - Escolas Públicas; -Ginásios; - Teatros e auditórios; - Outros.
O publico alvo do presente projeto deixa de ser exclusivo para alunos e professores de escolas publicas situadas na periferia das cidades escolhidas, do estado de Minas gerais, passa a ter um alcance maior, uma vez, que o projeto será realizado também em gravação em vídeo acessado via internet. A democratização do acesso ocorrerá pelo fato que as apresentações e demais atividades. As apresentações aconteceram em espaços selecionados que a qual deverá possibilitar o acesso da comunidade em geral. A prioridade é o publico infantil, adolescente e os jovens, mas vamos rezar parcerias para que os alunos possam levar seus convidados. Outro fator que irá colaborar com o fato democratização de acesso será que as apresentações não terão custos, sem bilheteria, a entrada será gratuita.
1)Marcos Zam - Produtor e coordenador. É contador de causos, violeiro e compositor com mais de 500 músicas. Gravou em 2008 o CD Paraopeba, com treze faixas autorais, através da lei municipal de incentivo à cultura - FUNARBE - Betim – MG. Participou em 2008 do Festival Viola de Todos os Cantos, promovido pela EPTV / GLOBO, com a música ?Minha Viola?, esta ficou em 4º lugar geral na votação popular. O Projeto Paraopeba ao Vivo foi aprovado pela FUNARBE em 2009 e apresentou shows musicais em 2010/2011 nas regiões de Betim, divulgando o CD Paraopeba e clássicos das musicas raiz e regional, gravando DVD ao vivo na apresentação final. Participou também da edição de 2012 do Festival Viola de Todos os Cantos, promovido pela EPTV / GLOBO, com a música ?Peão Boiadeiro?. Levou em 2014 o Projeto Encantos da Viola através da Lei Noemi Gontijo de Incentivo à Cultura de Betim, realizando oito apresentações musicais nas regionais de Betim, com um roteiro composto de músicas autorais inéditas, folclóricas, de domínio publico e clássicos das musicas regional e raiz. Levou quinze apresentações da primeira temporada do Resgatando o Folclore em março e abril de 2022 à escolas públicas de Betim, Igarapé, Piracema e Desterro de Entre Rios. 2) Hugo Silva - Direção de áudio, é músico Contrabaixista , produtor e técnico de gravação e de som, formado pela Bituca - Universidade de Musica Popular Brasileira, onde estudou com grandes mestres como: Ivan Correia, Enéias Xavier, Ian Guest, Gilvan de oliveira, entre outros. Possui Licenciatura em contrabaixo elétrico pela Unincor, participou do projeto laboratório de criação com Ian Guest, estudou dois anos na Promusic e dois anos na UEMG baixo acústico. Em 2011 foi finalista do prêmio BDMG instrumental, leciona atualmente música e contrabaixo na Funarbe (fundação artistico cultural de Betim). Participa do Grupo instrumental ? Experimental Espinha de Peixe? e também do projeto Aqui Jazz. Como músico free lance acompanhou grandes artistas como: Leci Strada, Sanrah, Claudio Zoli, Hugo Guedes, Paulinho Alabart, Ronei Costa e Fabiano, Cid Ornelas, Dudu Braga, Eduardo Mendes, Marcos Zam, entre outros. Participou da primeira temporada do Resgatando o Folclore em março e abril de 2022, levando à escolas publicas de Betim, Igarapé, Piracema e Desterro de Entre Rios, quinze apresentações. Professor de contrabaixo elétrico nos Centros Populares de Cultura da FUNARBE - Betim - MG. 3) Zé Antônio Viola - Pesquisador, instrumentista e contador de causos. É músico autodidata, artista plástico e professor de viola caipira, violão e cavaquinho, na escola ?A Musical? em Betim – MG, desde 2009. Participou da primeira formação do Grupo Viola Urbana de Belo Horizonte – MG, gravando com o grupo o primeiro CD em 2006. Fez com Marisa Minas abertura de show de Geraldo Azevedo e Zé Geraldo no grande teatro do Palácio das Artes em 2007 e do Show de Renato Teixeira na Casa da Cultura de Betim – MG em 2010. Participou em 2014 do Projeto Encantos da Viola com o violeiro Marcos Zam, com várias apresentações musicais, democratizando o acesso à cultura em regiões de Betim – MG. Fez com Marcos Zam a abertura de show de Sérgio Reis na praça Milton Campos / Casa da Cultura de Betim – MG em 2014. Atualmente participa da produção e gravação do DVD Encantos da Viola do violeiro Marcos Zam. Fez com Marcos Zam e o grupo Encantos da Viola a abertura de show de Renato Teixeira no Monte Carmo Shopping em Betim – MG em Ago/2015. Participou da primeira temporada do Resgatando o Folclore em março e abril de 2022, levando à escolas publicas de Betim, Igarapé, Piracema e Desterro de Entre Rios, quinze apresentações. Professor de viola caipira e violão nos Centros Populares de Cultura da FUNARBE - Betim - MG. 5) Bruna Bernardes é mineira, mais conhecida pelas crianças como Nana, é cantora, compositora, instrumentista, arte educadora, Contadora de Histórias e escritora. Encanta a todos com sua irreverência musical e seu estilo marcante. Iniciou sua carreira na noite de Minas Gerais, tocando em bares do interior. Em 2006, Nana começou a trabalhar com folclore, com pesquisas resgatando cantigas e brincadeiras. De lá para cá tem se dedicado a esse trabalho. Suas influências musicais são: Palavra Cantada, Pato Fu, Pequeno Cidadão, Tia Dulce, Bia Bedran, etc. Como contadora de histórias, tem trabalhos marcantes com participações em salões de livros, Feiras e Jornadas culturais em várias partes do Brasil. Em 2012, Nana foi premiada pela FUNARTE onde publicou uma de cartilha que trás esse universo do resgate de à tona, além de ministrar várias oficinas para educadores sobre brinquedos populares, contação de Histórias e brincadeiras cantadas, também nesse prêmio. Em seu primeiro cd infantil (2014), que também virou um DVD gravado em 2015, ambos Intitulados Resgatando Brincadeiras com novas canções de roda, gravado pela Lei de Incentivo à Cultura Noemi Gontijo, em Betim, contou com participação de Rubinho do Vale e Elisete Retter (Telaviv – Israel). Em 2016, além do lançamento de seu primeiro livro Infantil intitulado, Zito e os meninos que não queriam ser gente, pela editora Autografia – RJ, Nana lançou seu programa na internet, a TV Nana, um canal no youtube destinado ao público infantil, família, educadores e arte educadores!! Participou da primeira temporada do Resgatando o Folclore em março e abril de 2022, levando à escolas publicas de Betim, Igarapé, Piracema e Desterro de Entre Rios, quinze apresentações.
PROJETO ARQUIVADO.