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Circulação nacional de Amazônia - um olhar sobre a Floresta que é um espetáculo para infância e juventude que reúne teatro, dança, artes visuais e música para contar a história de animais que perdem seus ambientes naturais em função da destruição da natureza.A Amazônia é um dos territórios mais importantes do planeta, contemplando em sua extensão nove países da América Latina, uma das maiores biodiversidades do mundo. Talvez sejamos a última geração capaz de parar a destruição em tempo hábil de poder, ainda, restaurar a floresta. Neste sentido, como podemos nos engajar nesta causa que deveria ser de todos nós? Serão sessões do espetáculo para crianças, contendo acessibilidade.
Amazônia - um olhar sobre a floresta é um espetáculo para infância e juventude que reúne teatro, dança, artes visuais e música para contar a história de animais que perdem seus ambientes naturais em função da destruição da natureza. A Amazônia é um dos territórios mais importantes do planeta, contemplando em sua extensão nove países da América Latina, uma das maiores biodiversidades do mundo. Talvez sejamos a última geração capaz de parar a destruição em tempo hábil de poder, ainda, restaurar a floresta. Neste sentido, como podemos nos engajar nesta causa que deveria ser de todos nós? Duração: 45 minutos e classificação etária livre.
Objetivo geral: Art 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e das diversidades; Objetivos específicos: Realizar 08 sessões do espetáculo Amazônia - um olhar sobre a floresta com entrada gratuíta; Distribuir sementes para o público para reflorestamento; Realizar uma sessão em cada cidade com Interprete em Libras e um audio descritivo introdutório com visita sensorial; 04 oficinas de criação de objetos cênicos a partir de sucatas e lixo reciclável.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II) fomentar à produção cultural artística, mediante: e) realizaçãode exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Portanto, justifica-se a realização deste projeto pela relevância da temática para um público de todas as idades e principalmente para o público infantil, nosso público-alvo, pela descentralização da cultura, pela difusão das artes brasileiras utilizando a dança teatro como ferramenta, por uma formação de plateia e acessibilidade de forma gratuita.
Qual o nosso lugar nisso tudo? De quem é a floresta e quem é o responsável por protegê-la de nós mesmos, de nosso instinto predador? O maior inimigo da floresta é o homem branco, que não habita a floresta, o homem que não respeita a natureza nem os povos originários que tentam arduamente defendê-la. Ouvimos uma vez que essa geração de crianças pode não ser a última a ver a floresta, mas é a última que pode preservá-la e inverter o futuro que hoje se apresenta. Enquanto artistas sulistas, estrangeiros à pulsação da floresta, ficamos pensando no nosso papel em meio a este assunto urgente. Pouco sabemos, mas consumimos os frutos da sua destruição. Somos também esses predadores e nos perguntamos sobre o lugar da arte em meio a tudo isso. Impulso esse que nos leva ao pensamento da melhor e mais producente metodologia de uma residência a partir de uma condição não colonizadora, mas de jogos que nos permitam ser parte “colonizada” de toda uma rica cultura do norte do país, da qual ignoramos. Serão 08 apresentações do espetáculo em 04 regiões do Pais como ferramenta educativa através das artes cênicas. Todas as sessões gratuitas ao público. Teaser do espetáculo: https://youtu.be/66gun0j2nkk
Amazônia - um olhar sobre a floresta é um espetáculo para infância e juventude que reúne teatro, dança, artes visuais e música para contar a história de animais que perdem seus ambientes naturais em função da destruição da natureza.A Amazônia é um dos territórios mais importantes do planeta, contemplando em sua extensão nove países da América Latina, uma das maiores biodiversidades do mundo. Talvez sejamos a última geração capaz de parar a destruição em tempo hábil de poder, ainda, restaurar a floresta. Neste sentido, como podemos nos engajar nesta causa que deveria ser de todos nós?O projeto Amazônia nasce do desejo de compartilhar com as crianças um pouco do imaginário do que é a Amazônia brasileira, seus rios, vegetação e, especialmente, animais, revelando por meio de cores, texturas, movimentos e sons um pouco deste universo encantado que desperta a curiosidade e interesse de milhões de brasileiros, mesmo que nunca tenham pisado em território amazonense. A peça propõe uma reflexão sobre as consequências do desmatamento, trazendo luzes, sons, movimentos e objetos que se transformam constantemente, mostrando a saga dos heróis bichos que tentam escapar das ações humanas. Teaser: https://youtu.be/66gun0j2nkk
Produto - Espetáculo de Artes cênicas Deficientes físicos - Serão escolhidos os locais para as apresentações com disponibilidade de infraestrutura com rampas e/ou elevadores facilitando o acesso. Deficiente auditivo - 01 sessão do espetáculo em cada cidade escolhida terá interprete de Libras. Deficiente visual: 01 sessão do espetáculo em cada cidade terá uma visita sensorial com a presença de um audiodescritivo introdutório. Acessibilidade de conteúdo intelectual - 01 pessoa capacitada (Curso de Acessibilidade na Comunicação 30h) estará presente em 01 sessão de cada cidade para atender pessoas com deficiências
Produto - Espetáculos de Artes Cênicas Todas as atividades serão gratuítas. Ampliação de acesso: Em atendimento ao disposto no art. 24 da IN nº 01/2022 da Secult, adotaremos: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuítas; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, qunado mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo 1) e observados os indicativos etários.
Coordenação geral do projeto e produção executiva: Fabiane Zarif Severo LTDA (função remunerada) Direção cênica: Venturella Produções (função remunerada) DIREÇÃO DE MOVIMENTO: CARLOTA ALBUQUERQUE (função remunerada) ELENCO: Fabiane Severo, Letícia Paranhos, Alexsander Vidaleti e Thiago Ruffoni (funções remuneradas) Direção musical: ÁLVARO ROSACOSTA e Simone Rasslan (função remunerada) ILUMINAÇÃO: RICARDO VIVIAN (função remunerada) CENOGRAFIA E OBJETOS DE CENA: ELCIO ROSSINI (função remunerada) Oficineira - Liane Venturella (Função remunerada) ASSESSORIA DE IMPRENSA: LEO SANT´ANNA (função remunerada) PRODUÇÃO: Fabiane Zarif Severo LTDA/ PRIMEIRA Fila Produções / Venturella Produções DIREÇÃO DE MOVIMENTO e COREOGRAFIAS: CARLOTA ALBUQUERQUE Carlota Albuquerque: Formada em balé clássico pela Ulbra, estudou também na École Besso de Danse Classique, em Toulouse. Trabalhou como voluntária num programa de cooperação entre França e Burkina Faso, criando uma escola de dança para crianças em Ouagadougou. Formou-se em Psicologia na PUC-RS. Foi uma das fundadoras da Terra Companhia de Dança do Rio Grande do Sul. Atualmente tem o Terpsí Teatro de Dança, da qual é coreógrafa e diretora. ELENCO E PRODUÇAO: FABIANE SEVERO Fabiane Severo: Bailarina/performer/produtora e pós-graduada em Dança pela PUC/RS – 2004. Em 2017, iniciou seus trabalhos no Coletivo Projeto Gompa como bailarina e atriz com os trabalhos: performance no Prêmio Ibsen Scholarship 2017 (Skien/Noruega), elenco de Inimigos na Casa de Bonecas (2018 e 2019), Chapeuzinho Vermelho texto de Joel Pommerat (2017 – 2019), Frankenstein (2019). Em 2020 foi convidada para a participação especial com a Cia Incomodete no espetáculo Palácio do Fim texto de Judith Thompson. Em 2021, ganhou o edital RespirArte da Funarte. ELENCO: LETÍCIA PARANHOS Letícia Paranhos é coreógrafa, bailarina, atriz e diretora do n Amostra – Grupo de Pesquisa em Movimentação Contemporânea. Natural de Porto Alegre, é licenciada em Educação Física pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, no Rio Grande do Sul, e pós-graduada a nível de especialização em Dança e Consciência Corporal pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro. É formada em Ballet Clássico pela Escola de Ballet Lenita Ruschel Pereira, de Porto Alegre, RS. Como bailarina, estudou e trabalhou com coreógrafos como Mário Nascimento (SP), Jorge Peña (Arg), Tony Abott (RJ), Luis Arietta (Arg), Deborah Ruschel (RS), Anette Lubisco (RS), Ivan Motta (RS), Isabel Willadino (RS), Jussara Miranda (RS) e Diego Mac (RS). Professora de Ballet Clássico, Jazz e Dança Contemporânea, para crianças e adultos, desde 2001, atualmente é diretora artística, professora de dança contemporânea e chair dance no Espaço n, desenvolve a pesquisa pessoal #selfiedance e integra projetos de algumas companhias de Porto Alegre. COMPOSIÇÃO E CENA SONORA: ÁLVARO ROSACOSTA Álvaro RosaCosta: é bacharel em artes visuais, ator, diretor e compositor. Frequentou o curso de artes cênicas da Ufrgs de 1994 a 1998. Desde 2008 integra a Cia. Incomode-te. Foi solista em dois projetos da OSPA, o musical "Chimango" e "Concertos Legais" além de atuar em alguns dos principais musicais produzidos no RGS como, Godspell" e " Dona Flor e seus dois maridos". Além de várias indicações a prêmios, possui 6 prêmios Açorianos de Teatro e Música (Trilhas sonoras originais e ator coadjuvante, arranjador, disco do ano) entre outros prêmios. ILUMINAÇÃO: RICARDO VIVIAN Ricardo Vivian: é graduado em Arti e Scienze dello Spettacolo pela La Sapienza – Universitá di Roma, onde também no mesmo período, paralelamente, estudou em cursos de Iluminotécnica e videomapping. Sua principal área de atuação é a iluminação cênica. É iluminador e responsável técnico da Cia/Estúdio Stravaganza, além de trabalhar com outros grupos e coletivos. Recebeu o Prêmio Açorianos de Teatro de Melhor Iluminação em 2018. Conta 21 criações de iluminação no teatro gaúcho desde 2013. CENOGRAFIA E OBJETOS DE CENA: ELCIO ROSSINI Élcio Rossini: Artista plástico, diretor teatral e cenógrafo dirigiu espetáculos premiados: Entre Quatro Paredes (3 Prêmios Açorianos). Participação na 5ª 10 Bienal do Mercosul (RS); Riocenacontemporanea (RJ); Sincretismo dos Sentidos (SP) e Palais de Glace (Buenos Aires). Epipiderme encontros a volta da performance (Lisboa). Doutor em Poéticas Visuais pela UFRGS e desenvolve pesquisa sobre performance e videoperformance.
PROJETO ARQUIVADO.