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Realização da exposição "Caligrafias da Não-escrita", do artista plástico Ramon Sales, com circulação entre as cidades de Fortaleza, São Paulo e Recife, entre o período de julho de 2024 a novembro de 2025. A vernissage de abertura acontecerá em todas as cidades envolvidas no projeto e contará com a presença do artista para um encontro com o público como ação educativa, além da realização de uma programação formativa composta por um seminário voltado para as artes visuais e aberto ao público.
A exposição “Ramon Sales: Caligrafias da Não-Escrita”, que retrata o percurso do artista plástico cearense Ramon Sales, é uma demonstração vibrante de como a arte pode moldar o tecido social e urbano, atuando como propulsora da ocupação de espaços geográficos por meio de cores, texturas e significados. A ser executada entre julho de 2024 e agosto de 2025, a exposição passará pelas cidades de Fortaleza, São Paulo e Manaus, e contará com uma programação formativa, composta por bate-papos com o artista, seminários e visitas guiadas. Toda a experiência servindo como momento para compartilhamento de sua valiosa jornada artística, a qual representa um diálogo enriquecedor entre a expressão individual e a realidade coletiva, impregnada de sensibilidade e compromisso com questões sociais e políticas. Com mais de dez anos de carreira, Ramon Sales possui ampla experiência com letreiros, murais, telas, gravuras, dentre outras produções culturais; já tendo atuado em festivais internacionais, exposições renomadas e residências artísticas. Além disso, já coordenou equipes e contribuiu com diversas pinturas e murais, ministrou oficinas e palestras, e teve suas obras expostas em galerias reconhecidas, destacando-se na criação de composiçõesem diferentes cidades. Seu interesse pelas artes se manifestou desde a infância, quando se dedicava a revistas sobre desenho e tentava replicar as técnicas aprendidas, logo partindo para cursos de histórias em quadrinhos, de onde surgiu sua vontade de construir as próprias narrativas. Foi dessa paixão precoce que se iniciou sua caminhada multidisciplinar no universo das artes visuais, tomando vários artistas como inspiração para a definição de seu estilho pessoal. Sua imersão na vida acadêmica, em especial o tempo que passou na Europa para estudar história da arte, ampliou os horizontes do artista, possibilitando a realização de novos desafios para seu saber artístico e a exploração ao vivo de conceitos antes limitados à sala de aula. Contudo, foi na linha de frente das manifestações de 2013 que Ramon Sales experimentou o início de uma nova etapa em sua jornada profissional. Ao testemunhar embates policiais e conflitos com o Estado, bem como ao perceber manobras políticas naquele contexto de protestos sociais, o olhar do artista sobre o espaço urbano se transformou, revelando-o a resistência de expressões artísticas como as pixações, cujas influências persistiam apesar das tentativas de ocultá-las - e a partir disso, levando-o a perceber a força dessas manifestações essencialmente fugazes, mas incrivelmente influentes. Foi justamente essa compreensão sobre o poder das expressões urbanas em constante evolução o catalisador que levou o artista a explorar as ruas, aprofundando-se na cultura da pixação e do grafite, colorindo o espaço urbano como forma de denúncia. Em suas composições, são retratadas as diferentes perspectivas do grafite, que nascido das raízes da escrita, como uma assinatura marcante que ocupava os muros pela cidade, expandiu-se para explorar outros territórios técnicos e estéticos, abraçando elementos figurativos. Com o tempo, o artista passou a denunciar a dicotomia entre letra e figura, redesenhando a fronteira entre esses elementos ao propor uma dualidade intrigante. Seguindo a estrutura da letra, Ramon Sales busca transcender essa definição, propondo arranjos que, mesmo enraizado na estrutura da escrita, ao mesmo tempo questionam, e de certa modo negam, sua própria natureza de letra. Definindo seu trabalho como “não-letra”, uma declaração que pontua a sua proposta artística singular, o artista criou uma abordagem criativa ímpar, desafiando expectativas, questionando e redefinido concepções. Redescobrindo seus horizontes artísticos, Ramon Sales começou a explorar novas técnicas nesse universo do grafite, passando a adotar o uso do rolinho e do pincel, bem como a utilização de uma paleta de cores mais limitada, o que lhe permitiu encontrar uma nova dinâmica de expressão ao lidar com ferramentas diversas. Ao mesmo tempo, o artistase tornou mais consciente sobre a sua postura corporal e a influência do próprio peso na execução dessas pinturas, encontrando novas formas de atuação e adaptando-se para ganhar mais velocidade e precisão em suas criações. Seu percurso multifacetado, que passou pela exploração de vários âmbitos das artes urbanas, da exploração da pixação e do grafite à imersão no lettering (como se define a composição de letras de forma estilizada e decorativa), evidencia a evolução de um artista em constante interação com o ambiente e o tecido sociopolítico pulsante ao seu redor. Ao percorrer a exposição Caligrafias da Não-Escrita, o público é convidado a mergulhar em diferentes fases e trajetórias que moldaram a visão do artista, testemunhando sua sensibilidade para questões sociais profundas que transbordam em cada traço, cor e combinação, assim como contemplando o eco de histórias, protestos e celebrações culturais encapsulados em seus trabalhos. Face a isso, sua importância reside na capacidade de desvendar não somente o talento técnico do artista, mas também sua jornada como denunciante e propulsor de incômodos sociais tão necessários, por meio da intersecção entre arte e sociedade, e de como oexpressar artístico pode transcender a mera estética para se tornar mecanismo ativo na transformação do ambiente urbano. Por seus trabalhos em murais e exposições, Ramon Sales lança um manifesto que reverbera, instiga e alimenta aqueles que testemunham suas criações. Sua arte reflete a complexidade urbana, suas lutas silenciosas ainda que tão evidentes e suas belezas ocultas à plena vista. Suas pinturas nas ruas, por exemplo, tornaram-se marcos simbólicos de resistência, questionamento e celebração da diversidade. O artista cearense ergue monumentos vivos à capacidade transformadora da arte urbana, sendo tributo à criatividade e ao potencial de manifestações que transcendem muros, ecoando pelos espaços onde seus traços deixaram marcas permanentes apesar da efemeridade inerente. Assim, a exposição de vida e obra de Ramon Sales revela um artista que transcendeu fronteiras, metamorfoseou-se ao longo de sua jornada, partindo de um apreço profundo pelas artes e das influências iniciais nas ruas, até a imersão em técnicas aprimoradas em questionamentos, com cada traço de suas obras refletindo uma narrativa única. Não é apenas uma retrospectiva, mas sim um convite à reflexão. Abre portas para as muitas camadas da sociedade urbana, destacando a arte e suas expressões como poderosa ferramenta para promover conexões, reconhecimentos e incitar mudanças. “Caligrafias da Não-Escrita”, que retrata o percurso do artista plástico cearense Ramon Sales, é uma demonstração vibrante de como a arte pode moldar o tecido social e urbano, atuando como propulsora da ocupação de espaços geográficos por meio de cores, texturas e significados. A ser executada entre julho de 2024 e agosto de 2025, a exposição passará pelas cidades de Fortaleza, São Paulo e Manaus, e contará com uma programação formativa, composta por bate-papos com o artista, seminários e visitas guiadas. Toda a experiência servindo como momento para compartilhamento de sua valiosa jornada artística, a qual representa um diálogo enriquecedor entre a expressão individual e a realidade coletiva, impregnada de sensibilidade e compromisso com questões sociais e políticas. Com mais de dez anos de carreira, Ramon Sales possui ampla experiência com letreiros, murais, telas, gravuras, dentre outras produções culturais; já tendo atuado em festivais internacionais, exposições renomadas e residências artísticas. Além disso, já coordenou equipes e contribuiu com diversas pinturas e murais, ministrou oficinas e palestras, e teve suas obras expostas em galerias reconhecidas, destacando-se na criação de composiçõesem diferentes cidades. Seu interesse pelas artes se manifestou desde a infância, quando se dedicava a revistas sobre desenho e tentava replicar as técnicas aprendidas, logo partindo para cursos de histórias em quadrinhos, de onde surgiu sua vontade de construir as próprias narrativas. Foi dessa paixão precoce que se iniciou sua caminhada multidisciplinar no universo das artes visuais, tomando vários artistas como inspiração para a definição de seu estilho pessoal. Sua imersão na vida acadêmica, em especial o tempo que passou na Europa para estudar história da arte, ampliou os horizontes do artista, possibilitando a realização de novos desafios para seu saber artístico e a exploração ao vivo de conceitos antes limitados à sala de aula. Contudo, foi na linha de frente das manifestações de 2013 que Ramon Sales experimentou o início de uma nova etapa em sua jornada profissional. Ao testemunhar embates policiais e conflitos com o Estado, bem como ao perceber manobras políticas naquele contexto de protestos sociais, o olhar do artista sobre o espaço urbano se transformou, revelando-o a resistência de expressões artísticas como as pixações, cujas influências persistiam apesar das tentativas de ocultá-las - e a partir disso, levando-o a perceber a força dessas manifestações essencialmente fugazes, mas incrivelmente influentes. Foi justamente essa compreensão sobre o poder das expressões urbanas em constante evolução o catalisador que levou o artista a explorar as ruas, aprofundando-se na cultura da pixação e do grafite, colorindo o espaço urbano como forma de denúncia. Em suas composições, são retratadas as diferentes perspectivas do grafite, que nascido das raízes da escrita, como uma assinatura marcante que ocupava os muros pela cidade, expandiu-se para explorar outros territórios técnicos e estéticos, abraçando elementos figurativos. Com o tempo, o artista passou a denunciar a dicotomia entre letra e figura, redesenhando a fronteira entre esses elementos ao propor uma dualidade intrigante. Seguindo a estrutura da letra, Ramon Sales busca transcender essa definição, propondo arranjos que, mesmo enraizado na estrutura da escrita, ao mesmo tempo questionam, e de certa modo negam, sua própria natureza de letra. Definindo seu trabalho como “não-letra”, uma declaração que pontua a sua proposta artística singular, o artista criou uma abordagem criativa ímpar, desafiando expectativas, questionando e redefinido concepções. Redescobrindo seus horizontes artísticos, Ramon Sales começou a explorar novas técnicas nesse universo do grafite, passando a adotar o uso do rolinho e do pincel, bem como a utilização de uma paleta de cores mais limitada, o que lhe permitiu encontrar uma nova dinâmica de expressão ao lidar com ferramentas diversas. Ao mesmo tempo, o artistase tornou mais consciente sobre a sua postura corporal e a influência do próprio peso na execução dessas pinturas, encontrando novas formas de atuação e adaptando-se para ganhar mais velocidade e precisão em suas criações. Seu percurso multifacetado, que passou pela exploração de vários âmbitos das artes urbanas, da exploração da pixação e do grafite à imersão no lettering (como se define a composição de letras de forma estilizada e decorativa), evidencia a evolução de um artista em constante interação com o ambiente e o tecido sociopolítico pulsante ao seu redor. Ao percorrer a exposição Caligrafias da Não-Escrita, o público é convidado a mergulhar em diferentes fases e trajetórias que moldaram a visão do artista, testemunhando sua sensibilidade para questões sociais profundas que transbordam em cada traço, cor e combinação, assim como contemplando o eco de histórias, protestos e celebrações culturais encapsulados em seus trabalhos. Face a isso, sua importância reside na capacidade de desvendar não somente o talento técnico do artista, mas também sua jornada como denunciante e propulsor de incômodos sociais tão necessários, por meio da intersecção entre arte e sociedade, e de como oexpressar artístico pode transcender a mera estética para se tornar mecanismo ativo na transformação do ambiente urbano. Por seus trabalhos em murais e exposições, Ramon Sales lança um manifesto que reverbera, instiga e alimenta aqueles que testemunham suas criações. Sua arte reflete a complexidade urbana, suas lutas silenciosas ainda que tão evidentes e suas belezas ocultas à plena vista. Suas pinturas nas ruas, por exemplo, tornaram-se marcos simbólicos de resistência, questionamento e celebração da diversidade. O artista cearense ergue monumentos vivos à capacidade transformadora da arte urbana, sendo tributo à criatividade e ao potencial de manifestações que transcendem muros, ecoando pelos espaços onde seus traços deixaram marcas permanentes apesar da efemeridade inerente. Assim, a exposição de vida e obra de Ramon Sales revela um artista que transcendeu fronteiras, metamorfoseou-se ao longo de sua jornada, partindo de um apreço profundo pelas artes e das influências iniciais nas ruas, até a imersão em técnicas aprimoradas em questionamentos, com cada traço de suas obras refletindo uma narrativa única. Não é apenas uma retrospectiva, mas sim um convite à reflexão. Abre portas para as muitas camadas da sociedade urbana, destacando a arte e suas expressões como poderosa ferramenta para promover conexões, reconhecimentos e incitar mudanças.
OBJETIVO GERAL Realizar a exposição "Ramon Sales: Caligrafias da Não-escrita", apresentando 40 obras do artista visual cearense Ramon Sales, trazendo um panorama de sua produção recente, que retratará o caminhar do artista a partir de discussões sobre as artes visuais e suas influências sobre espaços urbanos e os contextos sociais e políticos que neles ganham palco cotidianamente, e um seminário aberto ao público, contando com a presença do artista e convidados importantes para a cena das artes visuais e urbanas no Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS 1. Realizar a exposição "Ramon Sales: Caligrafias da Não-escrita" em 3 cidades brasileiras: Fortaleza, São Paulo e Recife, fortalecendo assim a cena das artes visuais cearenses, dando visibilidade à obra de um artista que trabalha com temas caros às preocupações contemporâneas, tanto nas artes em sentido estrito como no pensamento em geral, em diálogo com as diversas linguagens e saberes. Público estimado por cidade = 10.000 pessoas. Público total estimado = 30.000 pessoas. 2. Elaborar um catálogo impresso para ser disponibilizado aos visitantes da exposição. Com 1.500 cópias disponíveis, esse material deverá funcionar como um texto de apoio para contextualização e facilitação da apreciação das obras, com explicações e informações relevantes, que contextualizem a produção e enriqueçam o debate sobre ela. Quantidade de catálogos por cada cidade da exposição = 500. PRODUTO: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA 1. Realizar 3 seminários, um em cada abertura da exposição onde o projeto será executado, convidando o público a refletir sobre o papel fundamental na ampliação do diálogo sobre as artes visuais e sua desmistificação, oferecendo momentos estruturados para aprofundar as discussões sobre "As artes visuais no contexto de transformação dos territórios sociais" e "O pixo enquanto prática política e expressão artística". Além do rico debate proporcionado, o evento terá como resultado atrair um público ainda maior para a exposição. Público alcançado por cidade: 500 pessoas. Público total: 1.500 pessoas
A jornada artística de Ramon Sales, objeto do presente projeto, integra influências e técnicas diversificadas, transcendendo fronteiras culturais e estilísticas. Suas experiências com cenografias e pinturas, além de referências cinematográficas nas criações de Nise da Silveira e Leon Hirzman, por exemplo, foram pontos cruciais que alteraram profundamente sua perspectiva acerca do próprio trabalho. Nesse conjunto, obras como "Caligrafía: del signo caligráfico a la pintura abstracta" de Claude Mediavilla e do mestre de caligrafia árabe com técnicas chinesas Haji Noor Deen também ganham destaque como bases fundamentais em sua pesquisa, oferecendo ricos panoramas sobre a evolução da escrita, que inspiram e orientam as direções exploratórias do artista. Suas criações, portanto, contemplam a fusão de uma miríade de referências, dentre elas as pixações brasileiras e as caligrafias árabes, sino-japonesas, tibetanas, cirílicas e medievais, e culminam em seu foco atual na estética de ponta quadrada, consequência de seu uso do rolinho na pintura de murais, o que adiciona uma camada de singularidade à sua linguagem visual.Paralelamente, no que se refere à conceitualização da direção da escrita em diferentes culturas, as técnicas de criação das letras em suas obras também são influenciadas por ideias como a escrita árabe desenvolvida em direção oposta às escritas latinas habituais, bem como o enfoque no bustrofédon, que alterna o sentido da escrita em cada linha, em um constante "vai e vem" que se assemelha ao arado. A partir dessa concepção diversificada entre cultura e escrita, Ramon Sales também enfoca a relação entre as pixações contemporâneas e as elaborações antigas encontradas nas ruínas de Pompeia e nas inscrições pré-históricas, com uma releitura da introdução do graffiti no contexto da história da arte em sua tentativa de notabilizar a continuidade entre a expressão urbana atual e as formas de expressão ancestrais. É com base nessas análises que o artista cearense se empenha em demonstrar que cada sujeito traz em seu interior um potencial "pixador", a partir das pequenas contribuições que as pessoas deixam silenciosamente em locais corriqueiros, fruto de uma vontade intrínseca de deixar suas marcas individuais, extravasar pensamentos, expor sensações.Outrossim, ainda pela percepção de Ramon Sales, essa ideia ressoa sobre a subversão do panóptico de Michel Foucault (1987) no contexto da vigilância, no qual a ação do pixador escaparia do olhar onipresente do controle constante sobre a sociedade, constituindo uma estratégia do indivíduo a ser adotada diante das dinâmicas de poder que tanto discorre o filósofo francês. Por outro aspecto, ademais, essa marca que o pixador deixa nos espaços urbanos também seria ato de resistência, uma maneira de afirmar sua presença sem ser visto diretamente.Sob outro enfoque, embora seu foco seja as relações de poder e suas influências e seu controle para com as relações sociais, há certos elementos das obras de Foucault que podem ser naturalmente relacionados às manifestações artísticas, como quando o autor articula sobre o papel dos intelectuais na criação de espaços de antagonismo, papel esse disruptivo do próprio movimento inicial em que se assentaram. Dessa forma, Foucault (1979, p. 71) fala de um poder que ... não se encontra somente nas instâncias superiores da censura, mas que penetra muito profundamente, muito sutilmente em toda a trama da sociedade. Os próprios intelectuais fazem parte desse sistema de poder, a idéia de que eles são agentes da "consciência" e do discurso também faz parte desse sistema. O papel do intelectual não é mais o de se colocar "um pouco na frente ou um pouco de lado" para dizer a muda verdade de todos; é antes o de lutar contra as formas de poder exatamente onde ele é, ao mesmo tempo, o objeto e o instrumento: na ordem do saber, da "verdade", da "consciência", do discurso. Para além, tratando-se em específico da importância das artes urbanas, resta evidente a abertura para diferentes vozes, estilos e perspectivas ao se promover uma diversidade por muito tempo marginalizada e mistificada por sua quebra de padrões ora estabelecidos. Ao se desnudar, redescobrir e reinventar o processo criativo, oportuniza-se ao público compreender e se envolver com a arte, que com sua tenacidade é capaz de conectar, questionar e ampliar horizontes sem a necessidade de conhecimentos prévios. A arte é uma formação individual que traz em si um escopo universalista, isto é, uma representação do que sente o artista através de seu olhar, para servir como convite à participação dos demais em sua construção de sentido, como diálogo contínuo que fortalece sua noção como sendo reflexo da diversidade e complexidade do mundo contemporâneo. Assim, da marginalização ao reconhecimento de seu potencial, essas expressões artísticas rompem as barreiras impostas pelo próprio imaginário social, esfacelando preconceitos e estereótipos ao desafiar a convencionalidade para celebrar a diversidade, ostentando sua capacidade extraordinária de ser inclusiva e representativa, de provocar reflexões, questionar padrões e despertar consciências.Nesse ínterim, a exemplo de uma das manifestações contemporâneas com uma potencialidade latente para transformações, evidencia-se a cena do grafite em sua busca não só pela expressão individual do artista, mas também pela criação de obras que se integram organicamente ao tecido urbano, derrubando os limites entre arte, cultura e espaços coletivos. Esse é um diálogo constante entre o artista, a cidade e seu público, tecendo uma composição artística inigualável. Como tal, Cedar Lewisohn (2008) discorre abundantemente sobre o grafite como movimento revolucionário, traçando uma linha do tempo desde as origens do grafite até a sua ascensão como um movimento artístico global. Apesar de iniciar com uma diferenciação pontual entre artes urbanas e grafite, explicando este como uma manifestação muito mais conectada com a linguagem interna, e quase secreta, de um grupo, enquanto aquelas são um subgênero relacionado à tentativa de se conectar com as massas (LEWISOHN, 2008, p. 15), o autor pondera sobre a diversidade de estilos, técnicas e mensagens por trás das obras, pontuando a complexidade desse movimento como expressão política e social, que vocaliza comunidades marginalizadas e transmite mensagens relevantes acerca de questões como justiça social, identidade e resistência.Em face de todas essas ponderações, ao preservar e exibir o legado artístico em construção do artista Ramon Sales, a exposição "Caligrafias da Não-Escrita" cumpre seu papel como lembrete poético do poder da expressão artística e seu impacto na construção de narrativas culturais, ressoando como um chamado á valorização da arte como agente de mudança e reflexão na sociedade contemporânea. O financiamento do projeto Exposição "Ramon Sales: Caligrafias da Não-escrita" justifica-se ainda pela compatibilidade com os Art. 1º e art. 3° da Lei 8313/91: Com o artigo 1º há aderência total nos seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Já em relação ao Artigo 3° encontramos maior aderência no projeto com o item: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; Diante dos pontos expostos é possível identificar que o projeto conta com os pré-requisitos expressos na Lei 8313/91 para que apresentação de projetos para apoio incentivo fiscal.
O projeto da exposição “Caligrafias da Não-Escrita”, do artista plástico cearense Ramon Sales, apresenta uma série de contrapartidas sociais significativas, destacando-se a democratização das artes visuais ao se romper barreiras e proporcionar oportunidades para apreciação desse portfólio tão singular, que terá três importantes localidades nacionais sediando seus eventos. Da mesma forma, abrangendo um grupo diversificado de pessoas, independentemente de questões como origem social ou econômica, o projeto impulsiona a inclusão em experiências culturais essenciais, ao passo em que nutre o senso de pertencimento e enriquece o tecido social das comunidades alcançadas.Com seus intentos formativos e interativos, o projeto busca estimular a captação de novos conhecimentos, assim como o pensamento crítico quanto a questões sociais, políticas e culturais através de um debate imersivo sobre as artes visuais urbanas, as transformações sociais e as manifestações políticas por meio do pixo e do grafite. Essa interação ativa e a constante provocação de diálogos enriquecedores possuem evidente potencial de servir como catalisadores para mudanças de perspectivas, concepções e atitudes. Derivado disso, verifica-se o rompimento dos estigmas negativos em relação a essas expressões artísticas, por muito tempo marginalizadas e incompreendidas como formas legítimas de arte e manifestação. Forma-se, dessa forma, um ciclo de promoção da inclusão e tolerância a partir da desmistificação e valorização das diferentes formas de expressão.No contexto das artes visuais, ao se procurar compreender a carga de simbolismos que as permeiam, suas motivações e contextos, abre-se espaço para o respeito pela diversidade e para a vocalização das comunidades que as produzem. Ademais, em especial ao facilitar o acesso de estudantes de instituições públicas locais através de visitas guiadas, o projeto promove uma educação inclusiva, ampliando os limites das salas de aula e conectando a educação formal com a prática artística e social. Posto isso, visualizam-se contrapartidas sociais que transformam mentalidades, estimulam o debate e a reflexão, proporcionam oportunidades educativas que transcendem os espaços formais de aprendizado, e promovem a inclusão e diversidade. Ao realizar a exposição de obras tão singulares do artista plástico Ramon Sales e ofertar momentos formativos no curso dos eventos que ocorrerão entre 2024 e 2025, o projeto se firma como propulsor da desmistificação e democratização das artes visuais, contribuindo para uma sociedade mais aberta e atuante, consciente do seu potencial de ser um pixador de realidades e valorações.
Diante da importância da realização de uma exposição sobre a trajetória do artista plástico cearense Ramon Sales no universo das artes visuais e urbanas, em especial da pixação e do grafite, o projeto tem as seguintes metas: Meta 01: Levar a exposição “Caligrafias da Não-Escrita” para as cidades de Fortaleza, São Paulo e Manaus, respectivamente, garantindo a realização do evento com uma duração de 3 meses em cada localidade, durante o período de julho de 2024 e agosto de 2025; bem como procurando alcançar e envolver um número significativo de espectadores em cada cidade, com o fim de ampliar o diálogo sobre as temáticas abordadas na exposição e, assim, cumprir seu propósito de democratizar e desmistificar as artes urbanas. Meta 02: Facilitar o diálogo direto entre o artista e o público, promovendo momentos de contemplação e interação desde a abertura da exposição, com a realização de uma performance de Ramon Sales, seguida de um bate-papo mediado entre o artista e os presentes, até o encerramento da semana de inauguração, com a oferta de um coquetel, buscando proporcionar um momento de confraternização que fortaleça as conexões entre os participantes. Meta 03: Explorar novas formas de expressão artística ao apresentar uma intervenção com projeção de videomapping na fachada do aparelho cultural onde a exposição ocorre, oferecendo uma experiência imersiva aos espectadores e marcando o encerramento dos eventos de abertura juntamente com a oferta de um coquetel, buscando proporcionar um momento de confraternização que fortaleça as conexões entre os participantes. Meta 04: Realizar um seminário dividido em 2 painéis, cada um com carga horária total de 4 horas e ocorrendo em dias subsequentes, ainda durante a semana de abertura, visando fomentar debates análises críticas e reflexões aprofundadas ao tratar dos temas “As artes visuais no contexto de transformação dos territórios sociais” e “O pixo enquanto prática política e expressão artística”. Meta 05: Promover visitas guiadas para os alunos das instituições públicas locais, a partir do estabelecimento de parcerias com as redes públicas de ensino das cidades que sediarão a exposição, cumprindo o objetivo educativo inclusivo do presente projeto ao proporcionar espaços de interação entre a educação formal e as artes urbanas, estimulando o pensamento crítico e criativo dos estudantes e instigando discussões significativas para além do espaço físico das escolas. AÇÕES Para o cumprimento de cada uma das metas descritas acima, o projeto lançará mão das seguintes ações: Ação 1 Faz-se imprescindível destacar a relevância da exposição para a democratização e desmistificação das artes visuais, haja vista sua proposta de revelar as diferentes técnicas e influências culturais e estilísticas que moldaram a trajetória artística de Ramon Sales, artista cujo portfólio se firma como elemento significativo para a compreensão das manifestações urbanas e das múltiplas influições que permeiam sua produção. Falando sobre a “não-escrita”, termo pelo qual o artista define suas obras, o projeto tem como essência a exposição de criações que mesclam elementos das pixações brasileiras com componentes das caligrafias de distintas culturas, bem como oferece uma demonstração ímpar de obras que são fruto de investigações profundas sobre a evolução da escrita, desde concepções como a direção da caligrafia até a interpretação de inscrições pré-históricas, revelando a singularidade de uma fusão de referências e técnicas. Ao levar esses eventos para as cidades de Fortaleza, São Paulo e Manaus, a relevância transcende o contexto artístico para se inserir nas esferas culturas, sociais e políticas dessas localidades, fomentando o enriquecimento e a contextualização do caminhar artístico de Ramon Sales, além de amplificar debates sobre questões como expressão individual, resistência e contemplação sociopolítica em distintos conjunturas geográficas. Além disso, ao explorar a concepção de que cada sujeito é um pixador por essência, como estratégia de resistência, de manifestação e vocalização de perspectivas, realidades e vivências, Ramon Sales também provoca reflexões sobre o poder e controle na sociedade contemporânea. Posto isso, a exposição “Caligrafias da Não-Escrita” assume o papel de, sensivelmente, potencializar a expressão artística, evidenciando o impacto das artes visuais na construção de narrativas culturais e no debate sobre questões sociais e políticas, celebrando-se a diversidade, a capacidade de conexão, o questionamento, desafiando padrões tradicionalmente estabelecidos para propagar o despertar de consciências e a promoção de inclusão e representatividade. Ação 2 Visando promover o engajamento do público, permitindo a aproximação do artista com os espectadores e, consequentemente, ampliando o alcance e a relevância do evento em cada localidade serão desenvolvidas atividades interativas em conjunto com a exposição das obras de Ramon Sales, como a demonstração de performance do artista e, consecutivamente, a mediação de um bate-papo entre ele e o público, convidando para um diálogo sobre os temas foco de suas composições artísticas e as questões a elas subjacentes. Essas interações iniciais buscam ampliar os horizontes da experiência artística, estimulando uma participação ativa por parte do público. Esses espaços de diálogo, portanto, estão permeados de simbolismo, pelo qual as experiências pessoais se entrelaçam entre o revelar e o perceber, fomentando um exercício de compreensão, ponderação e conexão com as narrativas retratadas. Ação 3 A intervenção com videomapping assume papel essencial dentro do contexto artístico e interativo proposto pela exposição, tendo em vista que se destaca como um momento de imersão visual inovador aos espectadores, encerrando a semana de abertura com um monumento cativante no qual a narrativa visual apresentada nas obras do artista se funde ao espaço físico do aparelho cultural no qual a exposição será realizada, transpassando os limites do usual sem deixar de trazer no seu cerne a lembrança de sua efemeridade, característica tão presente nas artes produzidas pelos espaços públicos. Dessa forma, essa intervenção visual é, acima de tudo, uma expressão alegórica do propósito da exposição, trazendo consigo uma miríade de significados profundos, dentre eles a quebra da concepção de que, para ser significativa, a arte precisa permanente. Ressalta-se, assim, a relevância do momento, com uma brevidade que estimula o envolvimento intenso e imediatista com a obra ali demonstrada, bem como permite a interação com o ambiente no qual está aplicada, sendo reflexo dos elementos locais. Ação 4 A realização de um seminário dividido em dois painéis, cada um com carga horária de 4 horas, desempenha um papel fundamental na ampliação do diálogo sobre as artes visuais e sua desmistificação, oferecendo momentos estruturados para aprofundar as discussões sobre “As artes visuais no contexto de transformação dos territórios sociais” e “O pixo enquanto prática política e expressão artística”, temas a serem abordados. O primeiro painel busca contextualizar as expressões artísticas como ferramenta de mudança e de construção de identidades urbanas. Essa análise mais aprofundada, em especial sob a perspectiva da pixação e do grafite, possui um potencial de influenciar percepções acerca dos espaços públicos e sua relação com a sociedade neles inserida. Por sua vez, o segundo painel oferece um olhar mais específico sobre o pixo e sua capacidade de política e social para transcender a estética tradicional, tornando-se instrumento de reinvindicação, resistência e afirmação de identidade em meio a estruturas sociais complexas. Ação 5 Por meio do estabelecimento de parcerias com as redes públicas de ensino das cidades que sediarão a exposição, serão promovidas visitas guiadas para alunos de instituições públicas locais, cumprindo a finalidade educativa do projeto. De tal modo, a experiência permite a democratização do acesso às artes visuais, ao passo em que amplia os horizontes da educação formal e a conecta com as diferentes formas de expressão artística, explorando técnicas, significados e contextos por trás das obras expostas, para proporcionar um envolvimento ativo e estreito entre esses cenários. Ademais, ao direcionar essas visitas às escolas públicas, o projeto busca promover inclusão e diversidade, possibilitando que estudantes de diferentes esferas sociais e culturais tenham acesso a um evento tão rico e fundamental.
PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS Acessibilidade física: Os espaços que sediarão o projeto dispõem de: - Equipe do projeto identificada, com uniforme e crachás; - Equipe capacitada para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto para a execução das medidas, uma vez que os locais de realização das ações já conta com as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: - Será utilizado o recurso de audiodescrição em todas as obras expostas; - Será utilizado o recurso de braile em todas as braile expostas. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição e impressão em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Todos os Encontros Formativos que serão realizados com a artista e convidado, dispostos no produto do projeto, contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras. PRODUTO: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/CONGRESSO/PALESTRA Acessibilidade física: Os espaços que sediarão o projeto dispõem de: - Equipe do projeto identificada, com uniforme e crachás; - Equipe capacitada para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há despesa prevista no orçamento do projeto para a execução das medidas, uma vez que os locais de realização das ações já conta com as adaptações necessárias. Acessibilidade para deficientes visuais: - Será utilizado o recurso de audiodescrição em todos os Encontros Formativos que serão realizados com a artista e convidado, dispostos no produto do projeto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: - Todos os Encontros Formativos que serão realizados com a artista e convidado, dispostos no produto do projeto, contarão com intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras.
Como forma de democratização de acesso aos produtos oferecidos, serão contemplados através do projeto Exposição Ramon Sales: Caligrafias da não-escrita os seguintes incisos do art.56: I. Está prevista dentro do projeto a inclusão de espectadores/alunos portadores de deficiência. A proposta de acessibilidade refere-se a um programa de formação comprometido em utilizar a arte como instrumento de inclusão. Profissionais capacitados de diferentes áreas, como psicopedagogo, assistente social, entre outros, farão o acompanhamento e monitoramento devido das atividades desempenhadas pelos alunos, possibilitando assim uma maior e mais efetiva integração da turma no convívio social e permitindo simultaneamente o cumprimento dos resultados esperados pelo projeto. III. A execução do projeto é realizada em local específico, buscando alcançar uma parcela de pessoas moradoras de áreas menos favorecidas da periferia da cidade, que não têm acesso fácil aos tipos de expressão artística e cultural oferecidos pela proposta, contribuindo para a garantia do acesso à cultura e cidadania. VI. É permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão. Contemplando os termos do §2 do Art. 57, os registros das ações realizadas serão disponibilizadas na internet através das redes sociais oficiais do projeto, que contará com equipe de comunicação especializada, voltada para a atualização das atividades, assim como o contato direto com o público. Em complemento, estão previstas as adoções dos seguintes incisos do art. 28 da IN nº01/2023 na execução do projeto Exposição Ramon Sales: Caligrafias da não-escrita: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.
COORDENAÇÃO GERAL - ANA FILGUEIRA Graduada em Letras-Português e Alemão pela Universidade Federal do Ceará e mestranda em estudos literários pela Universidade Federal de São Paulo. Professora, pesquisadora, editora e curadora em atividade no segmento literário desde 2010. Gestora cultural com experiência no terceiro setor, atua no gerenciamento de projetos incentivados. DESIGNER GRÁFICO - LEONARDO CARVALHO Bacharel em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará, acumulando experiências profissionais na FlEE, como Designer gráfico. Estagiário de Comunicação Interna na ENEL e Diretor de Arte e Designers Gráfico na Quitanda Soluções. PRODUTOR - CLEUTON SANTOS Pardo, Homem Cis, Homossexual, Formado em teatro pelo curso técnico do Instituto Dragão do Mar e nos cursos de princípios básicos e técnico em iluminação de teatro, pelo Teatro José de Alencar, atua na esfera da cultura desde 1998, desenvolvendo nos últimos 19 anos extensa atividade como diretor, coordenador e captador de recursos para festivais e mostras de teatro, dança, música, cinema, artes integradas e outros segmentos, em âmbito nacional e internacional como: Cine Ecologia (2016-2017), I e II Festival Vida e Arte, I , II, III Festival de Teatro de Fortaleza, I e II Feira da Música, Aniversário de Fortaleza – 272 Anos, VII Mostra Cariri das artes, Mostra Palco Giratório (2006), Filme: O Auto da Camisinha de José Mapurunga e Direção de Clébio Viriato Ribeiro, Bienal Internacional de dança do Ceará - 2º encontro terceira margem – circula dança, Festival de Dança Litoral Oeste, VII Bienal Internacional de Dança – Conexão Cabo Verde (África), Festejo Ceará Junino, Festival de Teatro de Acopiara (2016-2017) Projeto Terça de Graça (2015-2016-2017), Festival Elos (2018-2019-2021-2022), Projeto Giro das Artes (2018- 2021) Cine Teatro São Luiz, Projeto Plataforma de Circulação de Artes Cênicas do Ceará, Projeto Caravana do Mapeamento Cultural, atuou ainda como coordenador de infraestrutura e produção no projeto Festival Acordes do Amanhã Ceará (2015-2022) e na mesma função na 3ª edição do Festival Acordes do Amnhã no Rio de Janeiro, atuou também na 1ª edição do projeto Cine +: Cultura. Educação. Sustentabilidade no Rio de Janeiro. COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO- CALEBE RODRIGUES Pessoa não-binária, formação em jornalismo, atua com gestão de comunicação. Mestrando em Comunicação (UFC) pesquisa adolescência, cultura e necropolítica. No currículo acumulam-se experiências na comunicação de organizações sociais como Instituto Dragão do Mar (IDM) e Instituto Cultural Iracema (ICI), além de projetos culturais como Temporada de Arte Cearense (2022 e 2023), Trilharte (2022 e 2023), Férias na PI (2019 e 2022), Festival Acordes do Amanhã edições Ceará e Rio de Janeiro (2018), Festival Elos (2018, 2019 e 2022), Arena Elos de Esporte (2018, 2019 e 2022), Plataforma Sinfonia do Amanhã (2017 a 2019), Giro das Artes (2017), Fórmula Elétrica Ceará (2018-2019) e Escolas Criativas - Rio de Janeiro (2018-2019). ASSESSORIA DE IMPRENSA - PATRÍCIA MOREIRA Graduada em Letras pela Universidade Estadual do Ceará - UECE e Comunicação Social - Jornalismo pela UniFanor. Pós-graduada em Assessoria de Comunicação pela UNIFOR e em Gestão Estratégica pela Faculdade CDL. Exerceu a função de Editora das publicações Revista Associação Cearense dos Comerciantes de Material de Contrução - ACOMAC CEARÁ e Nossa Ceará. Atua como assessora de imprensa de projetos culturais e instituições voltadas para o terceiro setor.
PROJETO ARQUIVADO.