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JAZZ DAY HOMENAGEM AO JAZZ

MATEUS STANISCUASKI LTDA
Solicitado
R$ 356,0 mil
Aprovado
R$ 327,7 mil
Captado
R$ 327,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10866788000177Banco de Pernambuco S.A - Bandepe1900-01-01R$ 310,0 mil
93015006000113COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA1900-01-01R$ 16,0 mil
01432670000140PE DE APOIO COMPLEMENTOS ORTOPEDICOS LTDA1900-01-01R$ 1,3 mil

Eficiência de captação

99.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Erechim
Início
2023-05-05
Término

Resumo

Um festival dedicado à música instrumental: O Jazz Day _ Homenagem ao Jazz em uma experiência que oportunizará uma grande aproximação do público do gênero musical bem como a divulgação de projetos artísticos de grupos e instrumentistas.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar um festival dedicado à música instrumental com apresentações de artistas na capital gaúcha. É uma experiência que oportunizará uma grande aproximação do público do gênero musical bem como a divulgação de projetos artísticos de grupos e instrumentistas. Objetivos Específicos - Realizar 15 (quinze) apresentações de jazz , especialmente valorizando os músicos locais e regionais; - Aproximar a população para apreciação da música instrumental de qualidade que é produzida no Rio Grande do Sul, atingindo diferentes classes sociais; - Oportunizar experiências de contato com a arte e com a cultura de forma inusitada, trazendo a música para o cotidiano das pessoas; -

Justificativa

Uma serie de shows em que a capital gaúcha será invadida pelo jazz e pela música instrumental. Uma grande celebração ao jazz e à música instrumental que é produzida no Rio Grande do Sul. O Jazz Day _ Homenagem ao Jazz realizará uma diversidade de atrações na capital gaúcha que irá proporcionar uma ampla interação com o público. O Jazz vive nos últimos anos um grande ressurgimento e o Brasil, através de vários festivais e uma imensa quantidade de talentosos instrumentistas, reconhecidos internacionalmente, tem despontado e ampliado seu público. Uma pujante força cultural que tem sido fundamental não só para a criação de um público mais amplo e diversificado, mas como também para fomentar cada vez mais o surgimento de novos talentos e a consolidação de um mercado de trabalho importante para os músicos brasileiros, admirados no mundo inteiro como entre os mais criativos. Assim, a realização de um evento que irá valorizar e dar visibilidade a cena musical local possui um imenso significado. É inquestionável a importância da música instrumental para a cultura brasileira e do jazz como um estilo musical criativo e inovador por excelência. E esses pontos demonstram o potencial da música para o desenvolvimento humano. Acreditamos que um evento como este na capital gaúcha seja mais uma importante ação cultural transformadora visando ter um enorme índice de aceitação e pertencimento por suas comunidades. Com uma programação que prima pela qualidade e criatividade, o evento quer trazer ao público um ambiente cultural leve, favorável a trocas e enriquecedor. Tendo na abrangência geográfica dos locais de apresentação um dos pontos fundamentais de alcance do projeto. O projeto contempla o artigo 1º da Lei Rouanet em seus incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Contempla também o artigo 3º da referida lei em seus incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante realização de espetáculos de música; e IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Como se trata de produto de música instrumental, nos vemos impossibilitados de criar acessibilidade para deficientes auditivos. Caso haja alguma possibilidade, pedimos orientação quanto a medida que possa ser adotada.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

. Buscaremos espaços com rampas que possam ser acessados por qualquer pessoa, seja para cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida. Serão apresentações de música instrumental , tornando-se naturalmente acessíveis para deficientes visuais. Um dos músicos sempre apresentará o grupo no início das apresentações, visando contextualizar para este público. Sendo o produto música instrumental, impossibilita criarmos medida de acessibilidade para deficientes auditivos.

Democratização do acesso

no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Serão distribuidos para entidades de caráter social com sede no centro da cidade de Porto Alegre, próximas ao local do evento. Serão divulgados dia e hora. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; Serão distribuídos ao patrocinador master do projeto, que já está definido. a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). O projeto terá ingressos comercializados a um valor máximo de R$ 50,00. permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

MATEUS STANISÇUASKI - PROPONENTE - COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA(responsável pelas contratações, pagamentos e demais rotinas administrativas e financeiras) Relação das atividades 2015 Programação do Santander Cultural Porto Alegre 44 shows no ano de 2015 e 44 oficinas de samba e choro Programação do instituto ling 30 shows no ano de 2015 Nivea Viva Tim Maia com Ivete Sangalo e Crioulo Maria Bethania Porto Alegre The king is Back em Porto Alegre, Curitiba, londrina,Rio de Janeiro Toquinho Maria Creuza em Porto Alegre Quartetto Dárchidella Scala porto alegre Kiev Ballet porto alegre e Novo Hamburgo Tiago Iorc porto alegre Esquina Carlos Gardel Porto Alegre , Pelotas , Lajeado , São Paulo Gustavo Mendes porto Alegre , Lajeado Who´s BAdo Porto Alegre , São Paulo, Rceife, Fortaleza e Natal John Mclaughlin Porto Alegre Belenier Camerata Poro Alegre Relação das atividades 2016 Projeto Piano Brasil VIII com o Pianista Miguel Proença cidades de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Quarai, Rio de Janeiro, Juiz de Fora , Belo Horizonte, São Paulo, Campinas, Joinvile, Uberaba, Belem,Aracaju, Cuiaba, Teresina,Goiania e São Luiz Maria Bethânia em Pelotas Maria Bethânia em Canoas The king is Back em Porto Alegre, Passo Fundo , Curitiba, londrina,Rio de Janeiro Toquinho em Porto Alegre e Passo Fundo Nívea Viva o Rock Brasil Programação do Santander Cultural Porto Alegre 44 shows no ano de 2016 e 44 oficinas de samba e choro Programação do instituto ling 30 shows no ano de 2016 Beatles num céu de Diamante Porto Alegre Bee gees Porto Alegre Osvaldo Montenegro Porto Alegre Isabela Taviani Porto Alegre Bale Guaira Porto Alegre Antonio Carlos e Jocafi Porto Alegre Daniel Boa ventura Porto Alegre John Pizzarelli Porto Alegre Ney Lisboa Porto Alegre Abba Porto Alegre Gostava Tanto de VC – Tributo a Tim Maia Porto Alegre e Novo Hamburgo Demônios da Garoa Porto Alegre Grupo Corpo Porto Alegre Elomar Porto Alegre Intternational Wine and jazz Festival Porto Alegre John Pizzarelli Porto Alegre CARLOS FERNANDO BERWANGER BRANCO – Direção artística Carlos Fernando Berwanger Branco é formado em Licenciatura em Educação Artística e Bacharelado em Instrumentos, tendo sido músico e professor de música, com larga atuação no estado do Rio Grande do Sul. Como compositor, tem músicas gravadas no Brasil e exterior. Escreveu um livro denominado A Censura na MPB, publicado em 1993, pela Editora Alcance, além de vários artigos para jornais, livros e revistas. Foi, de 1989 à 1994, Coordenador de Música da Secretaria Municipal da Cultura, da Prefeitura de Porto Alegre, onde criou inúmeros projetos, tendo realizado cerca de 1.500 eventos, entre oficinas, work-shops, shows, lançamentos de discos e outras promoções, sempre com grande sucesso. Foi também Gerente de Programas Culturais, da Fundação Mauricio Sirotsky, do grupo RBS, nos anos de 1994 e 1995. Participa também de outros projetos na área social e cultural, tendo sido, por exemplo, Curador Assistente do Projeto Rumos Musicais, do Itaú Cultural, no ano de 2000, que resultou na edição de 10 cds com trabalhos de música brasileira, intitulado “Cartografia Musical Brasileira”. Desde 1994, é diretor da Branco Produções, empresa que realiza shows e eventos no estado do Rio Grande do Sul e dedica-se também a produção de discos para artistas e empresas. Foi responsável pela programação musical do Teatro do Sesi e, a quatro anos, responsável pela programação musical do Santander Cultural, na cidade de Porto Alegre/RS. Foi diretor regional da ABMI (Associação Brasileira da Música Independente), que congrega os principais selos e gravadoras brasileiras. As atrações previamente selecionadas estão descritas a seguir: QUINZÊ Formado em 2017, o quarteto Quinzê apresenta um show repleto de influências do jazz e da música popular brasileira. A sonoridade do jovem quarteto tem chamado atenção não só na capital, mas também em lugares mais distantes, como Brasília, onde, em abril de 2018, se apresentaram num evento em homenagem ao consagrado compositor Roberto Menescal e os 60 anos da Bossa Nova. No repertório, o quarteto, que é formado pelos músicos Ben Müller (piano), Lucas Etcheverria (guitarra), Mateus Albornoz (contrabaixo) e Rafa Müller (bateria), apresenta diversas releituras de artistas que os influenciam diretamente, como Tom Jobim, Wayne Shorter, Miles Davis, Herbie Hancock, João Bosco, Cesar Camargo Mariano, Zimbo Trio, entre outros. Além dos clássicos destes renomados artistas, destacam-se também algumas de suas composições autorais, entre elas, “Bode na Sala”, “Ba-Lues do AP”, “Vendaval” e a mais recente “Blecaute”. GABRIEL ROMANO O grupo é formado por Gabriel Romano (acordeon), Neuro Júnior (violão de sete cordas) e Wagner Lagemann (baixo). Privilegiando a diversidade, Gabriel Romano e Grupo transitam através da utilização de elementos musicais de forte identificação regional juntamente com elementos de caráter mais cosmopolita. Com um repertório próprio e arranjos inovadores, convidam a audiência a viajar por diferentes idiomas musicais do mundo. Gêneros, ritmos e elementos melódico-harmônicos oriundos de diversas práticas musicais são mesclados em composições com um forte senso de unidade, resultando em temas que não comportam uma única definição. CORUJAZZ O Trio Corujazz iniciou seus trabalhos muito antes de sermos músicos, pois já somos amigos a mais de uma década! Em 2016 os irmãos Moraes juntamente com o Balderista (sim ele toca um balde) Cesar Augusto resolveram sair de casa e botar seu estudo nas ruas, praças, festivais, feiras, bistrôs, cafeterias e pubs de todo esse RS e quem sabe mais adiante por todo o mundo, com a proposta simples de levar Jazz e Blues com releituras e identidade própria com pouco equipamento sonoro e muita qualidade, isto é, sem aquela parafernália, mas no ponto certo para o ouvinte poder curtir ou conversar no mesmo ambiente, e deu tão certo que não paramos mais desde então. O Trio Corujazz é: Matheus Moraes - Voz\Guitarra acústica\Slide Rodrigo Moraes - contra-baixo(rabecão) Cesar Augusto - Balde(de aço)\gaita de boca MOIO Moio nasceu da afinidade e a vontade de experimentação musical livre onde a bagagem individual de cada integrante pudesse ser explorada. Baseado na linguagem da música negra de maneira geral o grupo tem em seu repertório temas instrumentais que transitam entre o funk, hip hop, jazz, soul e choro. MOIO é composto pelos temperos de: Nê Kisiolar: Sax, Flauta e Sintetizador, Gabriel Görski: Guitarra, FIlipe Narcizo: Contra Baixo, Duda Cunha: Bateria QUARTO SENSORIAL Desde sua formação em 2007 o Quarto Sensorial, formado por Carlos Ferreira (guitarra), Bruno Vargas (baixo) e Martin Estevez (bateria), mantém-se fiel a ideia de funcionar como um “laboratório sonoro”. Apesar das evidentes características de rock progressivo e jazz contemporâneo, o power trio instrumental de Porto Alegre extrapola as noções de gênero e não demonstra qualquer necessidade ou desejo de enquadrar seu trabalho em um determinado nicho – dizem-se influenciados pelo mundo ao redor. De maneira descompromissada, o grupo mostra-se livre para elaborar composições multifacetadas, redefinindo as limitações do formato guitarra/baixo/bateria por meio de diferentes ritmos, texturas e fórmulas composicionais aplicadas intuitivamente, em um método coletivo de criação. Integrantes ativos da nova e prolífica cena instrumental de Porto Alegre, o Quarto Sensorial segue mantendo seu trabalho em constante movimento, a parte de regras musicais rigidamente estabelecidas, e sem receio algum de gerar controvérsias. MÁRCIO FULBER Músico e compositor, participou da fundação de grupos de Dixieland e Gypsy Jazz no RS e em SP, venceu dois festivais de música no Brasil, entre eles o WebFestValda, RJ em 2013, e participou de diversos eventos e mostras de Jazz, como o Festival Fartura RS e MG, Mostra Jazz RS, Villa do Jazz RS, PoA Jazz Festival, Psicodália SC e Morrostock RS. Após inúmeras idas e vindas Brasil afora, nasce em 2018 o espetáculo “Nos Trilhos do Dixieland”, show musical que utiliza a sonoridade do Jazz de New Orleans, para contar uma história, vivida a partir da perspectiva do artista de rua, contada e cantada por Márcio. Junto ao show, é lançado disco com o mesmo nome, pelo selo Tratore, que relata as primeiras descobertas na perspectiva do autor a respeito da arte de rua e das vivências que ela proporciona aos artistas andarilhos. Ideia essa que é ilustrada no clipe da música “O Chapéu”, também lançado em 2018, disponível em seu canal de youtube. PEDRO TAGLIANI Pedro Tagliani nasceu em 1961 no sul do Brasil e em 1978 frequentou a escola de música da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre. Na década de 80 Pedro participou como guitarrista e compositor do grupo “Raíz de Pedra”. Deste trabalho em conjunto, foram gravados quatro álbuns instrumentais: "Trajetória, Raíz de Pedra ao vivo, Diário de Bordo e Pictures", o último pela gravadora alemã Enja Records (1996), contou com a participação do pianista Egberto Gismonti. De 1993 até 2011, viveu na Europa (Viena e Munique). Durante este tempo, participou de inúmeros projetos como guitarrista e arranjador. Em 1998, começou sua carreira solo com o lançamento do CD Arvoredo, gravado e produzido em Viena com o renomado saxofonista austríaco Thomas Kugi. Participou como compositor, violonista/guitarrista e arranjador em vários projetos da cena musical europeia, tais como: “Sketches of Rio" de El Salamouny (Acoustic Music/ 2006); "Beira" de Zona Sul (2006); “My Garden” de Yvone Sanchez, 2008; “Abaut Time” de Florian Sagner X-Tett, 2009; Sophie Wegner, 2010. Foi convidado a participar de diversos festivais de guitarra, tais como: Saitensprünge-Bad Aibling; Theatron MusikSommer und Munich Summer Jazz Week (Alemanha);”Les Automnales de Ballainvilliers”(França) e também na Espanha, Suiça, Austria, República Tcheca, Sérvia, Lituânia e Polônia. Em 2009, Pedro gravou o CD Duo Dois com o destacado pianista alemão Chris Gall. Seu mais recente álbum, “Ao Vento“ (2010), foi reconhecido pela crítica especializada como “uma obra de arte de guitarra contemporânea da America Latina” (Acustic Music/2010). EVERSON VARGAS TRIO O compositor, arranjador e contrabaixista gaúcho Everson Vargas apresenta um pouco do que vem tocando, compondo e vivenciado em sua longa trajetória pelo mundo. O repertório traz músicas autorais e de outros autores, como Charles Mingus e Beatles, com arranjos próprios. O trio é formado por: Everson Vargas no baixo acústico, Tonda Pecoits no piano e Lucas Fê na bateria, tendo como convidado Luizinho Santos no sax e na flauta. A lista de músicos com quem Everson Vargas já dividiu o palco é extensa e diversa, como Luizinho Eça, Nivaldo Ornelas, Hermeto Pascoal, Paulo Moura, Teco Cardoso, Duda Neves, Belchior, Miguel Morales (Barrabas), Estaire Godinez (George Benson), Stephen Frankevich (Mahavishnu Orchestra), Nelson Cedrez e Lobo Nuñez (Rubén Rada), Emilio Valdes (Chucho Valdes), entre outros grandes nomes da cena nacional e internacional. Recentemente, Vargas se apresentou com músicos brasileiros, cubanos e uruguaios em Havana, Cuba, e em Montevidéu, Uruguai, com o projeto “Marti en Canto”. Também se apresentou com Hermeto Pascoal e Brothers Orquestra no show Homenagem ao Jazz. Atualmente, além de colaborações com outros artistas, se apresenta e desenvolve um projeto com músicas próprias. LUIZ MAURO FILHO Pianista gaúcho de grande talento, circula com desenvoltura pelo jazz, salsa, pop/rock e mpb. Estudou com o pianista, arranjador e maestro Paulo Dorfman, e cursou bacharelado em piano na UFRGS. Recebeu o prêmio de melhor instrumentista no III Festival do Choro de Porto Alegre (1993). Participou dos trabalhos de Nei Lisboa (3 discos e shows), Débora Blando, Geraldo Flach, Lucia Helena (discos e shows), Loma (disco e shows), Lourdes Rodrigues (disco e shows), Rubens Santos, Fernando do Ó, Giovani Berti, Gelson Oliveira (disco e shows), James Liberato, Júlio Herrlein (Chumbinho), Jorginho do Trumpete, Ângela Jobim, Kako Xavier, Henry Lentino, Maria Helena Andrade (disco e shows), Grupo Vocal Muito Prazer (disco e shows), Grupo Vocal Mandrialis, Edilson Ávila, Tito Madi, Mario Falcão, Ná Ozzetti, Delicatessen, Adriana Deffenti, Pedro Mariano, é músico convidado da Orquestra do Teatro São Pedro, Zé Miguel Wisnik entre muitos outros. Compõe temas instrumentais e arranjos para outros compositores. Como compositor, teve a canção "Piu-piu" como ganhadora em 3º lugar, do I Festival de Música Instrumental do RS/1996. Participou também do álbum Brasil 500 Anos que viajou para Argentina e Buenos Aires. Atualmente atua como arranjador, compositor, acompanhador entre outros. KALAKA TRIO Grupo formado por Gabriel Gorsky (guitarra), Gustavo Laynder (Batera), Diego Banega (baixo). Desenvolve um repertório instrumental que transita entre Jazz, Funk, Samba e Candombes! Com uma energia incrível eles nos encantam com uma música instrumental contagiante e extremamente agradável! KULA JAZZ Formado por músicos oriundos de outros trabalhos e que vivem exclusivamente da música, o Kula Jazz Quinteto tem a premissa de popularizar esse gênero secular e de extrema importância na história do desenvolvimento musical popular, o jazz e a música instrumental no repertório constam composições dos grandes nomes do jazz internacional, a destacar: Charlie Parker, John Coltrane, Miles Davis, Chick Corea, entre outros. O que chama a atenção nas interpretações e que vale ressaltar é a entrega emocional do grupo, muito comum nas raízes africanas, no avant garde e no spiritual jazz. E, como o próprio nome diz, “Kula” significa uma “barganha espiritual”, uma constante troca de fé e energia entre os integrantes. O grupo vem se apresentando regularmente em bares e festas locais há cerca de dois anos. Originalmente chamada de Dziw Jazz Quinteto, o grupo alterou o nome, pois “Kula” condiz mais com a realidade e proposta musical do grupo. Ainda sob o antigo nome, o quinteto se apresentou no Eisenbahn Festival, ao lado ao bluesman norte-americano Henry Gray, no bar Opinião (Porto Alegre), assim como no 1º Festival de Jazz de Porto Alegre, na Casa de Cultura Mário Quintana, contando com a ilustre presença do apresentador, pesquisador, locutor e jornalista Paulo Moreira, do programa Sessão Jazz (FM Cultura), Como M.C.. O Kula Jazz Quinteto tem como foco principal o trabalho autoral e intenta gravar seu primeiro álbum em breve. Membros: Franco Salvadoretti (flauta transversal) Ronaldo Pereira (saxofone tenor) Rodrigo Arnold (contrabaixo) Michel Dorfman (piano) Martin Estevez (bateria) MANOUCHE MANOLO Manouche Manolo é um projeto musical nômade, inspirado na sonoridade do Gypsy Jazz, também conhecido como Jazz Manouche ou Jazz Cigano. O projeto tem também influências de tango, música cigana, francesa, latina e brasileira, que utiliza como inspiração para as composições autorais.. Nascido depois das viagens da Caravana Gypsy, o projeto Manouche Manolo segue uma ideia cigana, levando vertentes de jazz e demais estilos de uma forma alegre, com o objetivo de inspirar através da arte. Principalmente pela música. PITUNA Formado por músicos advindos de diferentes escolas musicais, mas com uma vontade em comum, o Jazz à Pampa surgiu da ânsia de tocar música brasileira. A proposta da ênfase no improviso e no garimpo de um repertório refinado resulta em surpresas auditivas. O grupo tem influências de Hermeto Pascoal, Arismar do Espirito Santo, Milton Nascimento, Cesar Camargo Mariano, entre outros. Membros da banda Isaias Luz Vinicius Poletto Rodrigo Cordeiro Térence Veras CRISTIAN SPERANDIR Vencedor do Prêmio Açorianos de Música 2013 como melhor instrumentista de MPB, o pianista, tecladista, compositor, arranjador e produtor musical é considerado uma das revelações da música contemporânea no sul do país, vem atuando ao lado de grandes nomes da música do Rio Grande Sul. Em seu toque, referências de Brad Mehldau, Michel Camilo, Chick Corea, André Mehmari eGeraldo Flach estão expressas em vários momentos e na sua forma de pensar e ver a música. MARMOTA A Marmota é uma banda em constante metamorfose. Fundada em 2011, adequa seu trabalho aos mais diversos ambientes. Além de dois álbuns autorais com um estilo bastante próprio, realizou shows nas casas mais conhecidas de Porto Alegre; turnês pelo Brasil e Europa; além de direção musical, criação de trilhas sonoras e execução destas em diversos contextos. Seu primeiro disco, Prospecto, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao Prêmio Açorianos. A Margem, seu mais recente álbum, não segue tendências: antes constitui, com suas influências, caminhos a serem margeados. A Marmota é formada pelos músicos André Mendonça (baixo acústico), Bruno Braga (bateria), Leonardo Bittencourt (piano) e Pedro Moser (guitarra).

Providência

Prestação de Contas Reprovada por Omissão no Dever de Prestar Contas.

2023-12-30
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul