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PRONAC 2310856Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CASA

JAIR DE SOUZA DESIGN LTDA
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-04-01
Término
2024-10-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

CASA é uma mostra de conteúdos em formato espacial/cenográfico que amplia a visão habitacional brasileira, em amplos significados. Seis instalações e uma oficina num percurso cenográfico trazem questões, provocações e informações sobre os significados histórico, social, cultural, arquitetônico, político e artístico do tema CASA _ questão fundamentalpara qualquer ser humano de qualquer cultura em qualquer tempo eespaço: o melhor lugar do mundo! As instalações mostram váriosconteúdos: a história da casa através dos tempos, desde o HomoSapiens das cavernas ao Homo Cellularis da homme office; a evoluçãoda casa no Brasil; como deve ser a nova casa popular brasileira; a casados sonhos; a condição dos "sem casa", mostrada com projeções depessoas em tamanho real sobre escombros cenográficos. Uma oficinade cartazes dirigida por designers dará oportunidade para o públicodesenhar sua ideia de A casa no Brasil.Uma oficina de cartazesdirigida por designers dará oportunidade para o público criar sua ideia de Minha Casa.

Sinopse

O projeto CASA é uma mostra de conteúdos especiais em formato espacial/cenográfico, que amplia a visão habitacional brasileira, em amplos significados. Seis instalações e uma oficina num percurso cenográfico, colocarão questões, provocações e informações sobre os significados histórico, social, cultural, psicológico, arquitetônico, político, antropológico e artístico do tema CASA – questão fundamental para qualquer ser humano de qualquer cultura em qualquer tempo e espaço: o melhor lugar do mundo! A Expografia começa na ante câmera, ocupando todo o espaço expositivo, evocando uma arquitetura de improviso, inventiva, construída com estrutura metálica, auto-portante, forrada com madeiras de obra e outros materiais vernaculares: tijolos, telhas, plásticos, papelão, barracas, tecidos... numa composição inspiradora e não de mimetismo, mostrando também a criatividade dos sem tetos: artesãos, tecnológicos e resilientes. Esse cenário desconstruído, pós - pós moderno e não linear criará um caminho e uma experiência espacial com cinco instalações temáticas no seu interior. DA GRUTA AO HOMME OFFICE - Numa Instalação cenográfica multimídia, uma espécie de gruta urbana – com assentos em níveis distintos –, uma vídeo animação de 5 minutos contará a incrível história Do Homo Sapiens das cavernas ao Homo Cellularis da homme office. Uma fábula contada de forma lúdica e bem humorada numa colagem multifacetada misturando desenho, fotos e vídeos, sobre a incessante busca humana por segurança, aconchego, prazer, ostentação, isolamento e trabalho. A evolução da casa no Brasil é apresentada através de maquetes e de uma vídeo-instalação num ambiente interno de obra, passando por todas transformações ocorridas em cinco séculos de história: habitat indígena; as primeiras casas dos colonos; a casa grande das fazendas de café; a casa do caboclo; do caiçara, a casa urbana de luxo; a casas suburbana; os apartamentos luxuosos; os apartamentos kitchenette de Copacabana; as casas das favelas do início do século aos dias atuais; os condomínios de luxo; a casa do sistema popular habitacional: minha casa minha vida. Num espaço de criatividade e pensamento para estimular os estudos e realizações do que deve ser a nova casa popular brasileira, onde são mostrados cinco projetos a serem criados por cinco escritórios de arquitetura, a partir do briefing: criar projeto experimental de CASA, para uma família brasileira de classe média, composta por pai, mãe e dois filhos. Esta casa deverá contemplar soluções ousadas em relação ao espaço necessário para abrigar uma família atual de quatro pessoas, e à sustentabilidade, com aproveitamento inteligente dos recursos naturais. Deverá, necessariamente, ser um projeto viável economicamente, podendo posteriormente servir de padrão para construção civil popular no Brasil, evoluindo o conceito do “Minha Casa, Minha Vida”, tornando-o mais seguro, mais confortável, mais bonito e melhor pensado na sua implantação para todo o país. O projeto de cada escritório será apresentado sobre pranchetas: uma maquete na escala 1/25, uma maquete 3D em movimento e apresentada numa tela de 32 polegadas, planta baixa, elevações, perspectiva e projeto descritivo. Os participantes deverão se perguntar o que é realmente uma casa popular nas condições atuais do planeta e da situação habitacional brasileira. Uma casa que seja contemporânea a essas questões e a todas as outras inerentes à casa: o convívio, o local de trabalho, o lazer, o conforto, a segurança, o custo de construção e manutenção. O espaço NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA pretende ser inovador na apresentação de soluções de fato originais, tanto nos materiais quanto na formulação dos usos e na estética geral. Na sequência desse ambiente o projeto MINHA CASA, MINHA VIDA terá um espaço para demonstrar seu conceito econômico e projetual (através de plantas, fotos e dados) para se colocar em paralelo aos estudos propostos pelos escritórios de arquitetura para a Nova Casa Popular Brasileira. Num ambiente home office gamer, serão apresentados trabalhos de dez grandes artistas digitais brasileiros e internacionais utilizando iA- Inteligência artificial- a partir da questão “o que é CASA?”. Os trabalhos interativos serão acessados em 10 telas de toque de 32 polegadas num ambiente de um escritório tecnológico desconstruído, como nos games. Uma pós-ruína contemporânea. Um briefing será enviado pela curadoria do projeto, a partir de decisão comum com a direção da Caixa. CASA DOS SONHOS! O espaço SEM CASA é um verdadeiro ambiente de ocupação (remetendo aos espaços vazios do prédio que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo). Dez vídeos projetados nos escombros cenográficos mostrarão, em tamanho real, dez pessoas – as mais diversas –, na condição de “sem casa”. Pessoas surpreendentes pelas suas origens sócio/culturais, suas histórias e pelas incríveis situações que vivem no dia-a-dia. “Sem casa” pode ser uma pessoa recentemente desabrigada em São Paulo, um profissional sem casa e perfeitamente instalado há anos na rua, até o indivíduo que optou por morar numa casa ambulante sem motor ou num “burro-sem-rabo” por total falta de opção. Este ambiente provocador estimulará a visão crítica através de enormes cartazes, grafites e pichações com informações contundentes e impactantes sobre a questão da moradia no Brasil. Um pouco da história dos sem teto no Brasil completará o clima desse espaço/manifesto. A OFICINA DE CARTAZES é o último espaço, dedicado ao trabalho criativo de qualquer visitante que queira realizar um cartaz a partir do briefing A CASA NO BRASIL. Designers locais serão os condutores dessa experiência de reflexão e arte sobre o problema habitacional brasileiro. Serão disponibilizados revistas para recortes e colagens, material de pintura, desenho e papeis no formato A3. Os melhores cartazes serão fixados nas paredes. Mas todos os cartazes serão fotografados e colocados no site do projeto.

Objetivos

Objetivo geral O objetivo primordial do projeto é possibilitar ao público o entendimento da complexidade com que se dá a produção das nossas cidades e a apropriação de seus espaços, a partir de um objeto de estudo tão específico como a habitação, traçando um perfil da nossa cultura, costumes, necessidades e principalmente das nossas desigualdades. Pretendemos mostrar que os interiores das casas _ e não somente suas formas, volumes, cores e materiais _ retratam uma enorme diversidade do que é o habitat no Brasil, o drama da habitação popular e a divisão depoder no interior e fora das casas. Objetivos específicos 1. Possibilitar o público uma viagem sobre a habitação do ser humano desde as cavernas até os grandes conjuntos habitacionais; 2. Mostrar dados e fatos da história das moradias brasileiras: a simplicidade da casa caipira e seu fogão a lenha; os móveis simples mas funcionais da casa caiçara; o banheiro separadoda casa como ainda é comum em tantos rincões do país; as particularidades das ocas indígenas; a rusticidade das casas autóctones de pau-a-pique nas zonas rurais; 3. Por outro lado mostrar também o luxo e a ostentaçãonas sedes das grandes fazendas das regiões agrícolas; nas grandes mansões, condomínios e nos apartamentos de cobertura dos bairros abastados das grandes cidades; 4. Ajudar o público a entender quando e por que surgem as favelas, os "quartos de empregada" e os sem teto; 5. Refletir sobre o fundamental da questão da moradia na atualidade: milhões de migrantes em todo planeta vagam sem lugar, sem casa, sem abrigo; no Brasil, 33 milhões de sem casa perambulam,ocupam imóveis sem uso ou dormem pelas ruas ou embaixo de viadutos; casas precariamente construídas e localizadas em áreas de risco são destruídas, causando centenas de mortes. Enquanto isso, milhões de metros quadrados sem uso estão fechados, sem nenhumpropósito de ocupação social. E os "com casa" se fecham entre grades ese protegem como podem. Os de maior recurso, em condomínios ouprédios de luxo, se protegem com altos esquemas de segurança; 6. Queremos que todos concluam sobre a necessidade de um espaço de proteção e um mínimo de conforto para cada um e suas famílias; sobre a desproporção entre áreas e serviços ocupados pelos mais ricos e mais pobres.

Justificativa

O projeto CASA se enquadra nos incisos abaixo do Art. 1o. da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e se alcança os objetivos abaixo da referida norma: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; A relevância do projeto se explica porque a casa, seu uso, seus espaçose serviços vêm se transformando há milhões de anos, mas seu significado real e simbólico e sua extrema necessidade se mantém, talvez, como o bem mais importante de todos _ mais até do que o amor ou o dinheiro. Além disso, o público viajará nos espaços diversos da exposição através de: - a incrível história Do Homo Sapiens das cavernas ao Homo Cellularis da homme office; - a evolução da casa no Brasil; - uma mostra de cinco projetos a serem criados por cinco escritórios de arquitetura, a partir do briefing sobre a nova casa popular brasileira; - sua casa, seu sonho, com trabalhos de seis artistas digitais utilizaçãoInteligência Artifical para criar a casa dos sonhos, ao lado de trabalhos realizados pelo público com a ajuda da Inteligência Artificial que responderá apresentando imagens criadas de casas especialmente parao sonho de cada pessoa. Este espaço é um verdadeiro ambiente de ocupação (remetendo aos espaços vazios do prédio que pegou fogo edesabou no Largo do Paissandu, em São Paulo). A pertinência do projetose expressa no momento em que estamos vivendo a reconstrução, atentativa de reorganização das condições para chegar a um mundo melhor, com qualidade de vida para todos, indicando a hora certa para pensar como chegar à situação de que todos tenham uma vida digna, um ambiente adequado para viver cotidianamente, nossa exposição mostranão só a realidade em que vivemos como os caminhos para chegar auma conjuntura onde todos vivam em uma casa que ofereça conforto,saúde e dignidade.

Estratégia de execução

CASA HABITAÇÃO LAR MORADIA RESIDÊNCIA DOMICÍLIO Será possível entender, a partir de um objeto de estudo tão específico como a habitação, a complexidade com que se dá a produção das nossas cidades e a apropriação de seus espaços? Será possível traçar um perfil da nossa cultura, costumes, necessidades e principalmente das nossas desigualdades? Sim, definitivamente, os interiores – e não somente suas formas, volumes, cores e materiais – retratam uma enorme diversidade do que é o habitat no Brasil, o drama da habitação popular e a divisão de poder no interior e fora das casas. Para tal, é importante conhecer a história das cavernas aos grandes conjuntos habitacionais, mas principalmente conhecer a história das moradias brasileiras: a simplicidade da casa caipira e seu fogão a lenha; os móveis simples mas funcionais da casa caiçara; O banheiro separado da casa como ainda é comum em tantos rincões do país; as particularidades das ocas indígenas; a rusticidade das casas autóctones de pau-a-pique nas zonas rurais… mas também o luxo e a ostentação nas sedes das grandes fazendas das regiões agrícolas; nas grandes mansões, condomínios e nos apartamentos de cobertura dos bairros abastados das grandes cidades. Entender quando e por que surgem as favelas, os “quartos de empregada” e os sem teto. MORADIA > ENORME PROBLEMA A SER RESOVIDO Num momento de profundas transformações em todo mundo, a questão da moradia é fundamental. Milhões de migrantes em todo planeta vagam sem lugar, sem casa, sem abrigo. No Brasil, 33 milhões de sem casa perambulam, ocupam imóveis sem uso ou dormem pelas ruas ou embaixo de viadutos. Casas precariamente construídas e localizadas em áreas de risco são destruídas, causando centenas de mortes anualmente. Enquanto isso, milhões de metros quadrados sem uso estão fechados, sem nenhum propósito de ocupação social. E os “com casa” se fecham entre grades e se protegem como podem. Os de maior recurso, em condomínios ou prédios de luxo, se protegem com altos esquemas de segurança. Neste universo desigual, algo é comum a todos: a necessidade de um espaço de proteção e um mínimo de conforto para cada um e suas famílias. No Brasil e no mundo, a desproporção entre áreas e serviços ocupados pelos mais ricos e mais pobres é gigantesca. Mas o valor de um pequeno espaço – mesmo muito simples – é imenso, pois para quem não tem onde morar, um mínimo quarto ou uma simples cozinha são sonhos quase inalcançáveis. A casa, seu uso, seus espaços e serviços vêm se transformando há milhões de anos, mas seu significado real e simbólico e sua extrema necessidade se mantém, talvez, como o bem mais importante de todos – mais até do que o amor ou o dinheiro. CASA PARA TODOS! CASA > CONCEITO O projeto CASA amplia a visão habitacional brasileira, em amplos significados, através de conteúdos especiais e em seu formato espacial/cenográfico. Cinco instalações e uma oficina, num percurso cenográfico colocarão questões, provocações e informações sobre os significados histórico, social, cultural, psicológico, arquitetônico, político, antropológico e artístico do tema CASA – questão fundamental para qualquer ser humano de qualquer cultura em qualquer tempo e espaço. O MELHOR LUGAR DO MUNDO! CASA > ESTRUTURA CENOGRÁFICA A Expografia começa na ante câmera, ocupando todo o espaço expositivo, evocando uma arquitetura de improviso, inventiva, construída com estrutura metálica, auto-portante, forrada com madeiras de obra e outros materiais vernaculares: tijolos, telhas, plásticos, papelão, barracas, tecidos... numa composição inspiradora e não de mimetismo, mostrando também a criatividade dos sem tetos: artesãos, tecnológicos e resilientes. Esse cenário desconstruído, pós - pós moderno e não linear criará um caminho e uma experiência espacial com cinco instalações temáticas no seu interior. Contará também, no final do percurso, com uma oficina pública de cartazes com a temática CASA. Designers da cidade, se revezarão como orientadores nestas oficinas. A CASA DE CADA UM! 1- DA GRUTA AO HOMME OFFICE - UMA BREVE HISTÓRIA DA CASA Numa Instalação cenográfica multimídia, uma espécie de gruta urbana – com assentos em níveis distintos –, uma vídeo animação de 5 minutos contará a incrível história Do Homo Sapiens das cavernas ao Homo Cellularis da homme office. Uma fábula contada de forma lúdica e bem humorada numa colagem multifacetada misturando desenho, fotos e vídeos, sobre a incessante busca humana por segurança, aconchego, prazer, ostentação, isolamento e trabalho. 2- HISTÓRIA DA CASA NO BRASIL A evolução da casa no Brasil apresentada através de maquetes e de uma vídeo-instalação num ambiente interno de obra, passando por todas transformações ocorridas em cinco séculos de história: > habitat indígena; as primeiras casas dos colonos; a casa grande das fazendas de café; a casa do caboclo; do caiçara, a casa urbana de luxo; a casas suburbana; os apartamentos luxuosos; os apartamentos kitchenette de Copacabana; as casas das favelas do início do século aos dias atuais; os condomínios de luxo; a casa do sistema popular habitacional; minha casa minha vida... 3- NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA É um espaço de criatividade e pensamento para estimular os estudos e realizações do que deve ser a nova casa popular brasileira. Trata-se de uma mostra de cinco projetos a serem criados por cinco escritórios de arquitetura, a partir do briefing: Criar projeto experimental de CASA, para uma família brasileira de classe média, composta por pai, mãe e dois filhos. Esta casa deverá contemplar soluções ousadas em relação ao espaço necessário para abrigar uma família atual de quatro pessoas, e à sustentabilidade, com aproveitamento inteligente dos recursos naturais. Deverá, necessariamente, ser um projeto viável economicamente, podendo posteriormente servir de padrão para construção civil popular no Brasil, evoluindo o conceito do “Minha Casa, Minha Vida”, tornando-o mais seguro, mais confortável, mais bonito e melhor pensado na sua implantação para todo o país. O projeto de cada escritório será apresentado sobre pranchetas: uma maquete na escala 1/25, uma maquete 3D em movimento e apresentada numa tela de 32 polegadas, planta baixa, elevações, perspectiva e projeto descritivo. Os participantes deverão se perguntar o que é realmente uma casa popular nas condições atuais do planeta e da situação habitacional brasileira. Uma casa que seja contemporânea a essas questões e a todas as outras inerentes à casa: o convívio, o local de trabalho, o lazer, o conforto, a segurança, o custo de construção e manutenção. O projeto NOVA CASA POPULAR BRASILEIRA pretende ser inovador na apresentação de soluções de fato originais, tanto nos materiais quanto na formulação dos usos e na estética geral. Na sequência desse ambiente o projeto MINHA CASA, MINHA VIDA terá um espaço para demonstrar seu conceito econômico e projetual (através de plantas, fotos e dados) para se colocar em paralelo aos estudos propostos pelos escritórios de arquitetura para a Nova Casa Popular Brasileira. 4- O QUE É CASA? Num ambiente home office gamer, serão apresentados trabalhos de dez grandes artistas digitais brasileiros e internacionais utilizando iA- Inteligência artificial- a partir da questão “o que é CASA?”. Os trabalhos interativos serão acessados em 10 telas de toque de 32 polegadas num ambiente de um escritório tecnológico desconstruído, como nos games. Uma pós-ruína contemporânea. Um briefing será enviado pela curadoria do projeto, a partir de decisão comum com a direção da Caixa. CASA DOS SONHOS! 5- SEM CASA Este espaço é um verdadeiro ambiente de ocupação (remetendo aos espaços vazios do prédio que pegou fogo e desabou no Largo do Paissandu, em São Paulo). Dez vídeos projetados nos escombros cenográficos mostrarão, em tamanho real, dez pessoas – as mais diversas –, na condição de “sem casa”. Pessoas surpreendentes pelas suas origens sócio/culturais, suas histórias e pelas incríveis situações que vivem no dia-a-dia. “Sem casa” pode ser uma pessoa recentemente desabrigada em São Paulo, um profissional sem casa e perfeitamente instalado há anos na rua, até o indivíduo que optou por morar numa casa ambulante sem motor ou num “burro-sem-rabo” por total falta de opção. Este ambiente provocador estimulará a visão crítica através de enormes cartazes, grafites e pichações com informações contundentes e impactantes sobre a questão da moradia no Brasil. Um pouco da história dos sem teto no Brasil completará o clima desse espaço/manifesto. 6- OFICINA DE CARTAZES O último espaço será dedicado ao trabalho criativo de qualquer visitante que queira realizar um cartaz a partir do briefing A CASA NO BRASIL. Designers locais serão os condutores dessa experiência de reflexão e arte sobre o problema habitacional brasileiro. Serão disponibilizados revistas para recortes e colagens, material de pintura, desenho e papeis no formato A3. Os melhores cartazes serão fixados nas paredes. Mas todos os cartazes serão fotografados e colocados no site do projeto.

Especificação técnica

Duração: 3 meses Descrição da exposição: Espaço 1 - antecâmara Espaço 2 - Da Gruta ao Homme Office - Uma breve história da casa - Projeção de vídeo e arquibancada para as pessoas assistirem o vídeo sentadas Espaço 3 - História da Casa no Brasil - Maquetes e Projeções de vídeos Espaço 4 - Nova Casa Popular Brasileira + Minha Casa, Minha Vida - desenhos e textos, bancadas com projetos de arquitetos em desenhos e textos nas paredes Espaço 5 - Sua Casa, Seu Sonho - cabines interativas para artistas e cabines interativas para o público Espaço 6 - Sem Casa - Simulação cenográfica de pessoas em situação de rua dormindo na rua; Projeções, grafites e textos; Colagens, Dazibaos e Volumetria Espaço 7 - Oficina de Cartazes - Mesão com 10 bancos, prateleiras com materiais (revistas para recortes e colagens, material de pintura, desenho e papeis no formato A3) e paredes para fixar os cartazes

Acessibilidade

O evento será realizado em local que ofereça acesso confortável para pessoas com dificuldades de locomoção, idosos e cadeirantes. Todos os vídeos serão legendados para permitir o acesso a pessoas com deficiências auditivas. Todas as instalações terão fones com Audiodescrição para pessoas com deficiências visuais e também auxílio para autistas e pessoas com dificuldades de entender o seu conteúdo. Para os autistas e pessoas com dificuldades de entender o conteúdo da mostra, haverá um mediador para acompanhar e guiar a visita, além de ações e recursos de acessibilidade comunicacional de visita autônoma. A ideia é que as ações e recursos se constituam como disparadores de experiências relacionadas à exposição, sem necessariamente serem a decodificação ou tradução desses conteúdos, ampliando seu uso para os diversos perfis de públicos que visitam o museu. Módulos móveis de apoio, contendo objetos multissensoriais que favorecem a aproximação público-conteúdo, para utilização em visitas e descobertas mediadas ou espontâneas para autistas e famílias e crianças pequenas.

Democratização do acesso

A visita ao evento CASA é totalmente gratuita. As oficinas também serão totalmente gratuitas.

Ficha técnica

Ficha técnica Concepção, curadoria e direção geral - JAIR DE SOUZA Consultor de Arquitetura - WASHINGTON FAJARDO Consultor de Arquitetura e Urbanismo - SÉRGIO MAGALHÃES Consultora de Arquitetura e Urbanismo na Pesquisa e Roteiro para os vídeos históricos - MARGARETH DA SILVA PEREIRA Produção e Direção dos Vídeos - THIAGO SACRAMENTO Diretora de produção - MARIA ALICE SILVÉRIO Projetora da Expografia - MINA QUENTAL Assessora de Comunicação - JACQUELINE DIAS Design gráfico - JAIR DE SOUZA DESIGN Projeto de Interatividade, Inteligência Artificial e Site - DANIEL MORENA Projeções multimídia - CLÁUDIO INÁCIO Currículos resumidos JAIR DE SOUZA - Concepção, curadoria e direção geral Projeta museus, escolas digitais, exposições e identidade visual. Cria produtos para cinema e vídeo e projetos editoriais. Com formação internacional em cinema, design e antropologia, é um criador e pensador multimídia original por sua visão esférica das coisas, unindo arte, conhecimento, tecnologia, audiovisual e design em seus trabalhos. Entre seus projetos premiados estão: MUSEU DO FUTEBOL em SP; MAR- MUSEU DE ARTE DO RIO; MYCITY.COM.BR reunindo 46 cidades do mundo; e as escolas digitais NAVE e GENTE no Rio. Foi o idealizador de arquitetura, design e do conceito funcional e estratégico do CRAB-Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro conectando e dando sentido de uso a três prédios isolados e em deterioração na Praça Tiradentes-RJ. Medalhas de ouro no IDEA Awards Internacional: Design de Ambientes/projeto NAVE- Núcleo Avançado em Educação RJ; Design Visual do Museu do Futebol SP. SÉRGIO FERRAZ MAGALHÃES - Consultora da área de Arquitetura Arquiteto, doutor em Urbanismo, é professor no Programa de Pós Graduação em Urbanismo da FAU / UFRJ. É autor dos livros Reinvenção da Cidade – Interação, Equidade, Planeta (RioBooks, 2021), Sobre a Cidade – Habitação e Democracia no Rio de Janeiro”, “Favela-Bairro, Uma outra história do Rio de Janeiro”, em coautoria com Luiz Paulo Conde, “A Cidade na Incerteza – Ruptura e Contiguidade em Urbanismo” (Viana & Mosley, 2007). Secretário de Estado de Projetos Especiais do Rio de Janeiro ( 2001-2002), Secretário Municipal de Habitação do Rio de Janeiro (1993-2000), foi o responsável pela concepção e implementação da Política Habitacional da cidade, onde se inclui o programa Favela-Bairro, que em sua administração alcançou 155 favelas e 550.000 moradores. Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB, 2012-2017, e do 27º Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2021 RIO. Recebeu os prêmios Comenda de Honra ao Mérito da Arquitetura e Urbanismo do Brasil – prêmio João Filgueiras Limas/Lelé, CAU BR, 2022, América de Arquitectura. – XV SAL. Colômbia, 2017, prêmio FAD 2012 – . Barcelona, pelo Programa Favela-Bairro, e Prêmios de Projeto do Instituto de Arquitetos do Brasil - RJ, 1992, 1986, 1975, 1974, 1972. Integra a Galeria Lucio Costa de Urbanistas Brasileiros da Câmara dos Deputados, Brasília. WASHINGTON FAJARDO - Consultor nas áreas de Arquitetura e Urbanismo Nascido em São Paulo em 20 de Maio de 1972. Graduado Arquiteto e Urbanista em 1997 pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Durante os anos de 1997 a 1999 foi pesquisador bolsista (CNPq) do PROURB, Programa de Pós-Graduação em Urbanismo, da UFRJ, dentro da pesquisa “Projetos Urbanos e Estruturação do Espaço”, orientada pela prof. Dr. Denise Pinheiro Machado. Em 2003, criou, com a arquiteta Patricia Fendt, o escritório Desenho Brasileiro, realizando projetos de arquitetura, urbanismo e design. Desde 2009 está licenciado do escritório. De 2005 a 2006 foi Professor Substituto da FAU-UFRJ, ministrando aulas nas disciplinas de Projeto de Arquitetura IV e Atelier Integrado I. Em 2005 foi Subsecretário de Projeto Urbano e, de 2007 até 2008, foi Secretário Adjunto de Projeto Urbano da Prefeitura de Nova Iguaçu coordenando projetos de urbanização e arquitetura para equipamentos públicos e urbanizações. Em 2009, torna-se Subsecretário de Patrimônio Cultural, Intervenção Urbana, Arquitetura e Design (SUBPC) da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, assumindo o órgão de patrimônio cultural da cidade do Rio de Janeiro (DGPC), propondo inovações (área do design e da intervenção urbana), e criando o Centro Carioca de Design, na Praça Tiradentes. Em 2012, a SUBPC converte-se em IRPH – Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, após o reconhecimento da UNESCO para a Paisagem Cultural da cidade, tornando-se Presidente do órgão, vinculado ao Gabinete do Prefeito. Em 2013, acumula a função de Assessor Especial do Prefeito Eduardo Paes para Assuntos Urbanos. Desde 2009, é Presidente do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural. Desde 2015, é conselheiro no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU-RJ. Em 2016 é selecionado como curador do pavilhão brasileiro da Bienal Internacional de Arquitetura em Veneza. Em 2017, retornou para suas atividades nos escritório de arquitetura Desenho Brasileiro e sua start up, a WAU Agência Urbana. É articulista dos jornais O Globo e El País Brasil. THIAGO SACRAMENTO - produtor e editor dos vídeos Graduado em Artes Plásticas na UFJF (MG) e bacharelado em Dança pela Faculdade Angel Viana, atua profissionalmente na área audiovisual há dezoito anos, vivendo na prática, com muito interesse, as mudanças técnicas, estéticas e conceituais da arte de se comunicar através da imagem em movimento. Diretor, videoartista, animador, artista gráfico, fotografo, editor e roteirista, realizou diversos trabalhos para TV, cinema, música, artes cênicas, literatura, publicidade, imprensa e web; além de um grande número de projetos gráficos e fotográficos para variadas produções. Atualmente dedica-se à pesquisa cênica online, realizando uma série de experimentos em parceria com grandes grupos e diretores de teatro. Recebeu o Prêmio de Artes Cênicas CBTIJ 2016 (RJ) na categoria Projeto Gráfico; foi destaque na revista Normal - Revista de Creación Contemporánea (Espanha - 2018) pela capa do álbum Simone Mazzer & Cotonete e Artista Convidado p/ desenvolver capa da Revista Mamulengo 18 Direções de videoclips em 2020: Fechado Com Você – Matheus VK; Sempre Mangueira / Vou Partir – Grupo Semente e Simone Mazzer; Direções de espetáculos teatrais online em 2020: Simples Assim Online – Ernesto Piccolo; Amado Monstro – Xando Graça e Gustavo Damasceno; Histórias de Confinamento / Grupo Galpão – Eduardo Moreno e Inês Peixoto; Aquele Que Caminha Ao Lado –Bernardo Vilhena e Francisco Taunay; Quarencena –Simone Mazzer, Patrícia Selonk; Veneno –César Augusto; La Codista – César Augusto; De Bar Em Bar – Isaac Bernat; Direção e transmissão em 2020 - Festival Amovale / Espaço Cultura de Bananal – Festival multicultural online idealizado por Monica Alvarenga e Dora Lima – Youtube 0) Direções de vídeo em 2021: Macbeth 2020, com Luis Lobianco – Média-metragem MARIA ALICE SILVÉRIO - Diretora de produção Produtora cultural desde 1987, trabalhou em eventos importantes como 100 Anos da Avenida Paulista, Sunday Design, O que é arte, o que é design, e produziu mais de cinquenta espetáculos teatrais, como Vau da Sarapalha, Apocalipse 1,11, Alice através do espelho, Variações enigmáticas, Joaquim e as estrelas, Bisa Bia Bisa Bel, Eugênia, cerca de vinte projetos editoriais e vários projetos em outras áreas. Entrou na diretoria do Instituto Maniva em 2006. Produções atuais: Teatro: Bisa Bia Bisa Bel, direção de Joana Lebreiro, e Alegria de Náufragos, do grupo Ser Tão Teatro (2022), Sujeito a Reboque, direção de Emílio Orciollo Netto (2021) Livro: Bibi, uma vida no palco, fotobiografia da atriz e diretora Bibi Ferreira (edição revista e atualizada, 2022); Exposição: mostra Caboclos na Amazônia – curadoria de Carlos Alcantarino – 2022, em Belém, Canaã dos Carajás e Marabá (PA) – itinerância na região Sudeste – 2023/2024, em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro

Providência

PROJETO ARQUIVADO.