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O projeto trata da realização da Ópera-Canção em 2 atos "Amor Azul" composta pelos compositores Gilberto Gil e Aldo Brizi. O projeto é inovador com a reunião de elementos da música clássica e popular, apresentado na forma de concerto e conta a estória da persistência e resiliência do sentimento amoroso com a esperança de novos horizontes para a História do Brasil.
A ópera-canção “Amor Azul” foi composta por Gilberto Gil com a colaboração do maestro Aldo Brizzi, tem libreto inspirado em poemas hindus e traz à cena divindades típicas dessa cultura e religião, tais como Krishna e Radha. Durante o período em que passou detido por força da ditadura militar nos anos 60, Gilberto Gil buscou na filosofia indiana um refúgio espiritual como forma de resistência às violências sofridas. Desde então, Gil se tornou um estudioso e entusiasta do tema.Dividida em dois atos, e no formato "In Concert" a ópera procura somar a persistência do sentimento amoroso com a esperança de novos horizontes para o Brasil.Percussionistas e cantores de ópera da Bahia, além de dançarinos indianos acompanham a Orquestra Sinfônica Brasileira e a Associação de Canto Coral no palco.“Amor Azul" tem uma perspectiva universal. Gilberto Gil cita "influências europeias, da Itália, Portugal, França e Espanha, elementos muito presentes na música do Brasil, e outros ingredientes orientais".
Objetivos do projeto Objetivo Geral - Realizar a estreia brasileira da Ópera-Canção no formato de Concerto com o título"Amor Azul" divulgando belas e inéditas canções escritas pelo compositor Gilberto Gil com aparceria do maestro Aldo Brizzi. PRODUTO PRINCIPAL CONCERTO/ÓPERA - Realizar 04 concertos naCidade das Artes do Rio de Janeiro e atingir um público total de 8.325pessoas em todos os concertos; PRODUTO SECUNDÁRIO _ CONTRAPARTIDA SOCIAL - Realizar 05 encontros decontrapartida social com um total de 500 estudantes e professores da rede pública deensino, esses encontros serão palestras de letramento racial feitas pelos cantores negros solistas da ópera. Objetivos Específicos: Contribuir com o mercado artístico local;Impulsionar a economia criativa;Proporcionar o intercâmbio;Gerar emprego e renda;Viabilizar a produção de obras clássicas;Fomentar o turismo cultural na cidade do Rio de Janeiro.
A Ópera é uma manifestacão artística rica e atual, neste projeto além de juntarmos um dos grandes ícones da nossa MPB com a linguagem operística, temos um elenco formado majoritariamente por cantores negros brasileiros. Existe muitas distorções criadas a partir dessa manifestação artística ao longo dos anos, este projeto quer colocar em cheque muitos preconceitos com relação a ópera. Sem o apoio da Lei Rouanet este projeto se torna completamente inviável, ópera exige orquestra, coro, solistas, sonorização ( neste caso principalmente por utilizarmos instrumentos como o violão que necessita obrigatóriamente de amplificação quando se junta a uma orquestra sinfônica). Alguns dos grandes mitos com relação a esta manifestação artística é de que ela é cara, elitista e que não tem apelo com as massas ou com a cultura popular. Com este projeto queremos questionar cada um desses preconceitos: Ópera não é cara, ópera tem uma das maiores cadeias produtivas dentro das diversas formas de manifestações artísticas, são musicos, coralistas, solistas, intrumentistas solistas e técnicos. O impacto econômico de um projeto de ópera é imenso. Ópera não é elitista, hoje no Brasil há diversos movimentos negros revendo toda a nossa história com a ópera a luz da diáspora africana, Carlos Gomes inclusive, nosso maior compositor de ópera era negro, temos compositores e compositoras que escreveram e escrevem óperas até os dias de hoje, há um patromônio imaterial brasileiro que nunca chega aos palcos, precisamos cada vez mais de projetos de ópera que tragam a luz esse patromônio e que resgate toda essa nossa memória cultural apagada, são compositoras e compositores negros inclusive que precisam ter projetos. Ópera tem apelo com as massas e a qualquer classe social da população, quando conversamos com qualquer produtor que desenvolve ópera no território nacional, se vê que público nunca foi o problema, este projeto inclusive tem uma função pioneira de juntar o popular com o erudito em uma linguagem universal. Glberto Gil é uma dos nossos maiores compositores vivos e o fato dele ter escrito uma ópera traz luz para o setor e vitalidade, além de nos mostrar todo o potencial deste projeto. Por tudo isso o apoio do MINC através da Lei Rouanet é fundamental O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressãoII - estimular a expresssão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
não se aplica.
PRODUTO: Apresentação Musical ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.(o teatro escolhido já conta com toda essa adaptação necessária) DEFICIENTES AUDITIVOS: legendagem, intérprete de libras ( planilha de Orçamento) DEFICIENTES VISUAIS: a ópera é cantada em português, por isso não há necessidade de audiodescrição. PRODUTO: contrapartida social ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados escolheremos escolas que tenham acessibilidade fisica já realizada em suas dependências DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras ( planilha de Orçamento). DEFICIENTES VISUAIS: as conversas serão todas em português, por isso não há necessidade de audiodescrição.
– CONTRAPARTIDA SOCIAL - Realizar 05 encontros decontrapartida social com um total de 500 estudantes e professores da rede pública deensino, esses encontros serão palestras de letramento racial feitas pelos cantores negros solistas da ópera. OUTRAS MEDIDAS DE AMPLIAÇÃO DE ACESSO - 1 ensaio geral aberto gratuito. DemocratizaçãoDe acordo com o Art. 27 da IN 01/2023, O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos,bens, serviços e ações culturais produzidos:I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguinteslimites:a) no mínimo de dez por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Buscaremos parcerias para conseguirmos distribuir gratuitamente 10% de ingressos com caráter social, educativo e formação artística.b) Será distribuído 10% da quantidade total de ingressos de forma gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores;d) Será distribuído 10% da quantidade total de ingressos de forma gratuita promocional;Em complemento, utilizaremos as seguintes medidas do Art. 28 da IN 01/2023:VI - realizar gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Declaramos que o proponente será remunerado através dos custos vinculados administrativos. AMOR AZUL Ficha Técnica Vishnu - GILBERTO GIL Krishna - Josehr Santos Radha - Luciana Pansa Sakhi - Graça Reis Espírito da Floresta - Carlos Eduardo Santos Gopi 1 - Irma Ferreira Gopi 2 - Yete Queiroz Avatares de Krishna e Radha - 2 bailarinos indianos: Raghunath Manet e Swati van Rijswijk Coro de 30 vozes, preparado por Lucie Barluet Orquestra de 75 músicos sob regência de Aldo Brizzi Outros instrumentos: Violão: Bem Gil Veena (instrumento indiano) : Raghunath Manet Percussionistas afro-brasileiros: Iuri Passos, Luan Badaró, Alin Gonçalves Currículos Lilian Barreto - Dirigente da Sonata Produções Artísticas. Nascida em Franca (SP), Lilian Barretto fez seus estudos com Gilberto Tinetti em São Paulo, e com Gloria Maria Fonseca Costa e Jacques Klein no Rio de Janeiro. Foi premiada nos Concursos de Piano de São Paulo e da Bahia, em 1968, e recebeu uma bolsa do Governo da Polônia para estudar na Universidade de Música Fréderic Chopin em Varsóvia, na classe do Prof. Jan Ekier em 1969/1970. Em 1970 participou do Festival Internacional de Música de Annecy, França, onde teve aulas com Amy Dommel-Dieny e Norbert Dufourcq. Além de sua trajetória de solista e camerista, Lilian desenvolveu intensa atividade como produtora artística, diretora de Programação da Fundação de Arte do Rio de Janeiro (FUNARJ), diretora da Sala Cecília Meireles e diretora artística do Theatro Municipal do Rio de Janeiro durante 17 anos. Realizou turnês pela Europa e Brasil, apresentando-se com o violinista brasileiro Paulo Bosisio em Lisboa, Londres, Madri, Oslo e Milão e com o bandoneonista Daniel Binelli na Bélgica, Itália, Rio de Janeiro e São Paulo. Gravou na Alemanha, com o tenor Aldo Baldin, os “Prelúdios e Canções de Amor” de Claudio Santoro. Em 1984 participou no Congresso Internacional de Mulheres Musicistas em Paris, e nesse mesmo ano recebeu o “Prémio Ordem ao Mérito” do Ministério da Cultura da Polônia. Entre 2004 e 2009 apresentou o espetáculo “Três momentos do amor” em duo com a bailarina Ana Botafogo. Em 2001 foi jurada no Concurso Internacional de Piano Vianna da Motta em Lisboa, Portugal. Entre os anos 2004-2016 tocou no “Festival Musical du Château de la Follie” em Ecaussines, Bélgica, e nos Festivais de Música de Grottammare, Rapallo e San Benedetto del Tronto, Itália, no Festival “Les Nuits Pianistiques” em Marselha, França, com a Orquestra Filarmônica de Baden-Baden regida por Werner Stiefel. Apresentou-se também no Musée Debussy em Saint-Germain-en-Laye, França e no Amiata Piano Festival, na Itália. De 2008 a 2016 foi Diretora Artística do Concurso Internacional de Piano BNDES do Rio de Janeiro e desde 2021 é a Diretora Artística do Festival Internacional de Piano do Rio de Janeiro.Em novembro de 2019, foi jurada no Paderewski International Piano Competition em Bydgoszcz, Polônia. Lilian é a diretora da Sonata Produções Artísticas e diretora-executiva do Instituto Arte Plena. Flávia Furtado - Direção Geral Pianista de formação, estudou no Brasil com Linda Bustani e na Bélgica com Heidi Hendricks. Mais tarde, formou-se em Comércio Exterior e, desde então, vem gerindo e desenvolvendo trabalhos com a economia da cultura em diversos âmbitos, junto a Ópera Latinoamérica e ao Festival Amazonas de Ópera. Em 2006, cria a Vlaanderen Produções Culturais, empresa especializada em grandes eventos de música clássica com mais de 70 produções no currículo, entre óperas, teatro, concertos e festivais, trabalhando com algumas das instituições mais importantes do país, como Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro, Teatro Amazonas, Centro Cultural Banco do Brasil, Fundação Clóvis Salgado, Universidade Federal do Paraná, Palácio das Artes e Theatro da Paz.Entre seus trabalhos mais significativos estão o Festival Amazonas de Ópera, e produções como a ópera “A Menina das Nuvens”, de Villa-Lobos, “Aula Magna com Stálin” de David Pownall, “Ça-Ira”, ópera de Roger Waters, a Bienal “Música Hoje”, duas turnês brasileiras do grupo ICE – International Contemporary Ensemble, entre outros. Em 2020 foi uma das 10 finalistas ao prêmio Classical Next - Innovation Award na Holanda, pelo seu trabalho em divulgar todos os aspectos econômicos e sociais da indústria da ópera no Brasil. É fundadora e uma das Diretoras do Fórum Brasileiro de Ópera, Dança & Música de Concerto. Gilberto Gil - Compositor / Solista / Diretor Artístico Construiu uma das carreiras mais relevantes da música brasileira. Não só como cantor, mas como compositor, guitarrista e em seus 60 discos com mais de 5 milhões de cópias vendidas e 11 Grammys. Após sua nomeação como Ministro da Cultura, passou a circular no campo sociopolítico, dedicando-se à agenda ambiental internacional. Por seu notável esforço em levar a música brasileira ao mundo de alma e coração, e por suas múltiplas atividades, Gilberto Gil conquistou títulos e prêmios em diversos países, como Artista pela Paz - Unesco, Embaixador da FAO, Imortal da Academia Brasileira das Letras e o Polar Music Award da Suécia. Um compositor único alimentado por seu enorme talento e curiosidade. Um firme embaixador da música, movido por suas convicções culturais e seu desejo deexplorar novos territórios. Aldo Brizzi - Regente / Diretor Artístico Aldo Brizzi estudou regência com Sergio Celibidache e Leonard Bernstein, estetica e semiotica na Universidade de Bolonha com Umberto Eco.Trabalhou com Giacinto Scelsi e Ennio Morricone. Foi regente principal do Ensemble dos Ferienkurse em Darmstadt e diretor musical dos festivais de Turim e “Scelsiana” em Palermo e é atualmente diretor musical do Núcleo de Ópera da Bahia. Regeu orquestras como as cordas da Berlin Philharmoniker, a Bamberger Symphoniker, Orquestra Filarmônica de Radio France em Paris, Orchestra Filarmónica de Turim, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra Nacional de México, a orquestra do Teatro Massimo de Palermo, a Orquestra da Camara de Santa Cecilia de Roma. Lançou "Brizzi do Brasil", álbum com canções originais de Aldo interpretados por Caetano Veloso, Gilberto Gil, Teresa Salgueiro, Carlinhos Brown, etc. Ele escreveu obras sinfônicas interpretadas pela Baden-Baden Radiosymfonie Orchestra, Orchestre Philharmonique de Radio France, Danish Radio Orchestra, Teatro La Fenice - Veneza, Berlin Philharmonic Chamber Ensemble, European Union Youth Orchestra, Arditti String Quartet e muito mais. Brizzi escreveu, com Alfredo Arias, a ópera "Mambo Místico", produzida pelo Teatro Nacional de Chaillot, em Paris, a "Ópera dos Terreiros", estreada no Brasil em anfiteatro para 5.000 pessoas, uma orquestração moderna de "Treemonisha" de Scott Joplin, apresentada no Brasil e em Portugal e a ópera cômica “Jelin”, estreada em Itália e filmada pela TV francesa. GRAÇA REIS – SolistaFormada em canto na Universidade de Salvador Bahia, se especializa em Berlim com a professora Turid Karlsen. Na primeira fase da carreira canta como solista com a Orquestra Sinfônica da Bahia e a Universidade Federal da Bahia (Mahler, Mozart, Verdi, Villa-Lobos etc.). Participa de várias óperas no Brasil (Madama Butterfly, Hänsel und Grätel, A Flauta Mágica, Rei Brasil, Pai Tuna, etc.). Possui mais de 20 anos de carreira.Em 2021 segunda turnê na Italia com Gianni Coscia, com músicas de Villa-Lobos, Kurt Weill, Gershwin e Piazzolla.Em setembro do mesmo ano estreia no papel de Maria na ópera Jelin em Alessandria gravada pela televisão nacional francesa. Esta ópera foi depois apresentada em outras três cidades do norte da Itália em dezembro 2022.Em janeiro 2022 é Oxum e Dona do Tempo na “Ópera dos Terreiros" no Theatro de Paz, em Belém. Produção depois retomada em Salvador, no Espaço Cultural da Barroquinha, em 2023.Em Paris, sempre em 2022, é Sakhi em “Amor Azul”, ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi, estreada no Auditorium de Radio France e gravada pela Televisão francesa.
PROJETO ARQUIVADO.