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Circulação espetáculo teatral O CASAMENTO SUSPEITOSO de Ariano Suassuna, com direção de Wagner Campos. Escrita por Suassuna em 1957,"O Casamento Suspeitoso"é uma comédia de costumes que conta a história de uma jovem de índole duvidosa, vinda da capital, que quer se casar mais rápido possível com um ingênuo herdeiro de uma rica família do interior.
Na tentativa de aplicar o golpe do baú, Lúcia Renata (Isabella Dionísio), uma bela moça vinda de Recife, se instala na cidade de Taperoá com mala, cuia e família para se casar com o jovem ingênuo e apaixonado Geraldo (Igor Cosso), prestes a receber uma polpuda herança. Lucia chega trazendo a mãe Susana Claudia (Flavia Fafiães) e o amante Roberto Flávio (Henrique Juliano), a quem apresenta como sendo seu primo. O comportamento da jovem casamenteira desperta suspeitas nos amigos e familiares do apaixonado Geraldo, que tentam impedir a cerimônia. A trupe de farsantes da capital sequer imagina a saga que vai viver para enfrentar a astúcia dos sertanejos - inclusive de Dona Guida (Maria Adélia), mãe de Geraldo que, mesmo em cima de uma cadeira de rodas, não poupa esforços para acabar com o romance. Os empregados da família, Cancão (Gláucia Rodrigues) e Gaspar (André Arteche) - uma recriação dos célebres João Grilo e Chicó do “Auto da Compadecida” -, também se envolvem na história para tirar vantagem. Estes personagens lembram os empregados espertos e independentes sempre encontrados nas obras de Molière e da Commedia Dell’Arte.
Objetivo geral: Circulação do espetáculo teatral "O CASAMENTO SUSPEITOSO" pelo estado de Santa Catarina (Florianópolis, Joinvile e São Francisco do Sul), e pelo Espiríto Santo (Vitória) e uma temporada popular no Rio de Janeiro. Com uma dramaturgia original e simples, explorando a versatilidade do trabalho do ator e suas potencialidades na atuação e representação, oferecendo ao público, um espetáculo de qualidade que conta com uma equipe de criação e técnica de relevância para o teatro brasileiro. Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Objetivo específico: Propomos realizar 12 sessões do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro e 2 meses de ensaio, com circulação de 2 dias em Florianópolis, 2 dias em Joinvile, 1 dia em São Francisco do Sul (SC), 1 dia em Vitória (ES); Atendendo ao disposto no artigo 22 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, o projeto em tela pretende realizar como ação formativa cultural (contrapartida social), ensaio aberto com palestra após o espetáculo, abordando o tema "Montagem de Espetáculo Teatral" para estudantes e professores da rede pública de ensino, a ser selecionada pela produção do espetáculo, atendendo gratuitamente a 1.000 pessoas, além do público normal pagante. Realizar como contrapartida social, 02 apresentações gratuitas para alunos e professores da Rede Pública de Ensino, estudantes, jovens e idosos, na cidades do Rio de Janeiro. Realizar apresentações gratuitas nas cidades de Florianópolis (SC), Joinville (SC), São Francisco do Sul (SC) e Vitória (ES). Realizar Oficina/ Palestra gratuita em todas as cidades. Palestrante/ Oficineiro: Wagner Campos Tema: A IMAGEM DO SOM Público alvo: profissionais do Teatro _ Diretores, Atores, Compositores, Sonoplastas, etc. A palestra tem como objetivo instrumentalizar profissionais que atuam na área teatral, desenvolvendo um conjunto de recursos voltados para uma ação integrada com a música, tendo como elemento de ligação as diversas possibilidades de ver/ouvir, através da articulação entre som e cena/música e dramaturgia. Ainda, objetiva preencher lacunas existentes nos cenários regionais de produção das artes cênicas, contribuindo para o processo da produção brasileira e para o quadro situacional de posicionamento mercadológico desta produção no país hoje. Tempo da oficina: 240 minutos Quantidade de pessoas: 1.000 Plano de Distribuição: Ingressos: 1.250 Valor inteira: R$ 40,00 / valor meia: R$ 20,00 Distribuição gratuita: Divulgação 125 / Patrocinador 125 / População baixa renda 502 ingressos Preço popular R$ 20,00 OBS: A cobrança de ingressos será só no Rio de Janeiro, nas outras Cidades as apresentações serão gratuitas. Público alvo: jovens, adultos, crianças, idosos, estudantes e professores das escolas públicas - municipais do estado do Rio de Janeiro. Em todas as apresentações, tomaremos as devidas providências de acordo com a vigilância sanitária, referente a pandemia, de utilização de máscaras, álcool em gel, apresentação de carteira de vacinação, entre outros.
Considerado um dos mais importantes expoentes da arte e da cultura brasileira, Ariano Suassuna foi escritor, dramaturgo, poeta, artista plástico e profundo conhecedor da realidade cultural do Brasil em toda a sua diversidade. Como criador e fundador do reputado Movimento Armorial, Suassuna se caracterizou como líder de uma totalidade de artistas e produtores culturais principalmente da região nordeste em torno do esforço de criação de uma arte erudita brasileira baseada na cultura de tradição oral ibero-brasileira, englobando o teatro, a literatura, as artes plásticas e a música. Tal movimento fundamentou-se a partir da pesquisa e conhecimento das matrizes culturais da região nordeste, marco geográfico do descobrimento do Brasil, caracterizado pela presença de uma diversidade de ocorrências e manifestações das mais originais produzidas durante muito mais de cinco séculos de formação histórica oficial, resultando uma produção cultural de natureza artística que apresenta alto grau de diversificação ao mesclar influências variadas através de processos originais de apropriação e resignificação. Foi sob este alicerce que Suassuna erigiu sua obra. Como dramaturgo, Ariano se destacou como autor de mais de uma dezena e meia de textos dos quais uma boa parte se apresenta como marco fundamental de um teatro que parece representar o local imaginário do encontro marcado entre o velho e o novo mundo ibérico, resultando na dialética de uma arte intencionalmente marcada pelo signo da reinvenção. No conjunto desta obra, pode-se dizer que O casamento suspeitoso ocupa lugar de destaque, uma vez que se apresenta como uma espécie de peça diferenciada neste imenso tabuleiro, procurando, por exemplo, sintetizar elementos supostamente antagônicos e nunca passíveis de conciliação como tradição e modernidade, urbano e rural, falso e verdadeiro, astúcia e ingenuidade, essência e aparência. Soma-se a isto o fato de provavelmente ter sido este o seu texto mais criticado por ter o autor supostamente se utilizado de "meios vulgares e grosseiros de comicidade, além de criar personagens sem sentido" e tidos como estereotipados, opiniões as quais o autor rebateu com sua sempre notória erudição: Na invenção de certos personagens, por exemplo, o que fiz foi um processo clássico de recriação de tipos já existentes numa comédia popular, no caso a tradição do Romanceiro Popular Nordestino (...) porque aquilo firmava uma tradição e um estilo, valorizava o que já existia na consciência coletiva, aproveitava, com maior solidez, uma arquitetura preexistente e que já recebera, na sanção coletiva, o selo de uma perenidade que só um orgulho muito tolo deixaria de lado em nome da criação exclusivamente individual (...). Quanto à vulgaridade dos meios cômicos de que lanço mão, é coisa que não me incomoda absolutamente. Não tenho nenhuma tendência para a finura _ pelo menos para isso a que eles chamam de finura. Ao humor educado e delicado deles, prefiro o rasgado e franco riso latino, que inclui, entre outras coisas, uma loucura sadia, uma sadia violência e um certo disparate. Equivale dizer que não coincidentemente a obra de Ariano Suassuna tem o privilegio de se fazer acompanhar tanto pelo Asno de ouro de Lucius Apuleius, o Gargantua e Pantagruel de Rabelais, o Quixote de Cervantes e o Scapino de Molière, quanto pelo Bastião e Mateus do Bumba-Meu-Boi, a Catirina dos Reisados, o Mameto dos Cucumbis, a Tapuia, da Lyra das Selvas de Severiano de Albuquerque, além de todos os "quengos" pertencentes ao universo do romanceiro popular ibérico e brasileiro, incluindo, não por outra razão, o Cancão de Fogo de origem peninsular representado em nossas terras pelo cordel de Leandro Gomes de Barros e recriado por Suassuna de maneira exemplar na peça que ora apresentamos. É desta forma que em O casamento suspeitoso se faz presente tanto esse personagem astucioso - que com sua esperteza livra o ingênuo amigo Geraldo das garras de Lúcia, sedutora e igualmente astuciosa personagem antípoda de Cancão -, quanto seu fiel companheiro Gaspar, personagem lírico e "sonhoso" que compõe com ele a dupla clássica originada, por exemplo, no Arlequim e Pierrot da Commedia dell’Arte e no Quixote e Sancho Pança de Cervantes, entre outros exemplos de igual envergadura. Também de forma exemplar, se faz presente neste texto outra famosa "parelha" por todos conhecida, desta vez composta pelas instituições da justiça e da igreja, representando de forma crítica duas das principais instancias de poder e coerção social, estabelecidas sob a égide de uma modernidade concebida enquanto sistema hierarquizado. No mais, restam a cobiça, o amor, a traição, a lealdade, as ambições, cumplicidades e mesquinharias tão representativas do humano e não por outra, também presentes nesta encenação. Por tudo isto, a montagem teatral de O casamento suspeitoso que ora faz apresentar a Cia Limite 151 representa para o público em geral a oportunidade efetiva de fruição de uma forma acabada de divertimento inteligente - característica principal de toda a dramaturgia criada por Ariano Suassuna - que pode ser resumido pelo enunciado que afirma sem qualquer pejo que na sociedade unânime em que vivemos a mentira diz a verdade. O PROJETO SE ENQUADRA:Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Beneficiários das passgens aéreas, despesas de hospedagem e alimentação: 09 atores; 04 técnicos: Operador de luz, Camareira, Contra-regra e Produtor Executivo; 01 oficineiro Totalizando 14 pessoas
PRODUTO PRINCIPAL: Espetáculo Teatral Duração do espetáculo: 90 minutos Classificação: Livre
A produção do espetáculo garante a preferência por apresentações em espaços que estejam adaptados às necessidades dos portadores de deficiência, pessoas idosas eque tenham funcionários qualificados para atender o público com necessidades especiais. Para a acessibilidade de conteúdo haverá apresentações específicas para pessoas com deficiência auditivas com tradutor em libras e deficiências visuais com audiodescrição. A previsão é de 4 apresentações com Acessibilidade durante a temporada no teatro A produção entrará em contato com instituições, para agendar a apresentação. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.Acessibilidade para deficientes visuais: AudiodescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete em Libras CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc.Acessibilidade para deficientes visuais: AudiodescriçãoAcessibilidade para deficientes auditivos: intérprete em Libras Art. 27. Dos programas, projetos e ações realizados com recursos incentivados, total ou parcialmente, deverá constar formas para a democratização do acesso aos bens e serviços resultantes, com vistas a: II - proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003 (*), e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (**); (*) Art. 23. A participação dos idosos em atividades culturais e de lazer será proporcionada mediante descontos de pelo menos 50% (cinqüenta por cento) nos ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aos respectivos locais. (**) Art. 46. Os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal direta e indireta responsáveis pela cultura, pelo desporto, pelo turismo e pelo lazer dispensarão tratamento prioritário e adequado aos assuntos objeto deste Decreto, com vista a viabilizar, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas: Parágrafo único. Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais.
Art. 24 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Em termos de democratização do acesso o espetáculo será oferecido a preços populares, com entradas com preço normal e meia-entrada destinados a idosos, estudantes, portadores de deficiência. a) ensaios abertos com rodas de conversas em backstage de forma proporcional a vinte por cento do tempo de duração e do quantitativo das apresentações; Haverá ensaio aberto destinado a público interessado com tema do espetáculo, além de artistas e público. Realização de debates após o ensaio aberto entre o público e atores do espetáculo, para conversarmos sobre todas as etapas de realização de uma peça de teatro, mostrando novos caminhos profissionais às pessoas presentes. Prática de ingressos com desconto para estudantes, de acordo com a Lei de Meia-Entrada. Prática de ingressos com desconto para professores da rede pública de ensino. Doação da cota de convites para pessoas de baixa renda (associações de moradores, ‘Ong’s’, centros comunitários, instituições de ensinos público, Instituições para deficientes físicos, etc). Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização do acesso aos bens culturais resultante da sua execução.
WAGNER CAMPOS - DIRETOR E DIRETOR MUSICAL Diretor Teatral, compositor, pesquisador, arranjador, diretor/produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas.Fundador da Cia Limite 151 em 1991, adaptou para o teatro as obras Dom Quixote de La Mancha de Miguel de Cervantes (1991) e Os Contos de Canterbury de Geofrey Chaucer (2004).Escreveu o musical “Vicente Celestino - A Voz Orgulho do Brasil que foi encenado em 2010 no Rio de Janeiro com a direção de Jacqueline Laurence.Em 2016 dirigiu ao lado de Gláucia Rodrigues a peça “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna e em 2017 remontou o espetáculo “O Doente Imaginário” de Molière. É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. COLMAR DINIZ - CENÓGRAFO E FIGURINISTA Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. EDMUNDO LIPPI – ATOR/PRODUTOR Começou seus estudos de interpretação do Teatro d´Tablado com Thaís Balloni. A partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues. RAFAEL CANEDO – ATOR Formado pela ETE Martins Pena. No teatro seus últimos trabalhos foram: “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz em (15); “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues em (14); “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon, direção de Moacyr Góes em (14)(; "Porcos com Asas" -vencedor do prêmio de melhor espetáculo na FITA 2012 - sob a direção de Claudio Handrey (12); "A Carroça dos Desejos" com direção de Eduardo Vaccari e "O Homem Com a Flor na Boca" de Luigi Pirandello com a direção de Pedro Murad em 2011. Foi Indicado aos Prêmios: Melhor ator pelo prêmio CESGRANRIO de Teatro pelo espetáculo “O estranho caso do cachorro morto” - 2014 / Melhor Ator da Mostra Adulta no Festival de Teatro do Rio de Janeiro com a "Carroça dos Desejos" - 2012 KAKAU BERREDO – ATOR No teatro particpou da peças: Roberto Zucco de Bernard-Marie Koltès, com direção de Renato Icarahy e Lourival Prudêncio; 120 Dias de Sodoma, de Marquês de Sade, com direção: Luiz Furlanetto; O percevejo de Vladimir Maiakovski, com direção de Paulo Afonso e Equus de Peter Shaffer, com direção Hermes Frederico. GLÁUCIA RODRIGUES – ATRIZ Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO. Foi indicada aos Prêmios: SHELL 2008 como atriz da peça O SANTO E A PORCA / MAMBEMBE/1997 como atriz coadjuvante no espetáculo O HERÓI DO MUNDO OCIDENTAL /Prêmio Cultura Inglesa/1996 como melhor atriz no espetáculo O OLHO AZUL DA FALECIDA / Prêmio Cultura Inglesa/1995 como melhor atriz no espetáculo AS ARMAS E O HOMEM DE CHOCOLATE. ANDRESSA LAMEAU - ATRIZ Bacharel em Artes Cênicas pela UNIRIO. Foi premiada como Melhor Atriz e Atriz Revelação nos Festivais de Macaé e São João da Barra em 2008 e, recentemente, indicada a Melhor Atriz de Teatro da REVISTA QUEM 2016 pela temporada paulista de “INÚTIL A CHUVA”. Em audiovisual, participou do longa “TRANSEUNTE”, de Eryk Rocha; do curta “TOCA PRA DIABO”, de João Velho; e de diversas novelas e séries, tais como SALVE JORGE, SANGUE BOM, MISTER BRAU, OS DIAS ERAM ASSIM (GLOBO) e CARINHA DE ANJO (SBT). FLÁVIA FAFIÃES - ATRIZ Atriz formada pela CAL. Atuou nos espetáculos: Alice Através Do Espelho com Armazém Companhia de Teatro, direção de Paulo de Moraes (indicada a Prêmio Cultura Inglesa de melhor atriz); Belazarte Me Contou, direção de André Paes Leme; Doidas Folias de Anamaria Nunes, direção de Cristina Bethencourt; Quinta Estação, monólogo de teatro-dança, dramaturgia de Claudio Ulpiano, direção de André Monteiro e coreografias de Angel Vianna; O Dia de Alan, direção de Ewerton de Castro; entre muitos outros. MARCIO RICCIARDI – ATOR Principais trabalhos no Teatro: “BONITINHA MAS ORDINÁRIA” de Nelson Rodrigues, direção Eduardo Wotzik, 1991 // “AS MALANDRAGENS DE SCAPINO” de Molière, direção de João Bethencourt, 1995/98 // “O AVARENTO” de Molière, direção de João Bethencourt, 1999/2004 / “O SANTO E A PORCA”de Ariano Suassuna, direção de João Fonseca. 2008/2013/ “AUTO DA COMPADECIDA” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz – 2012/2017 BRUNO GANEM - ATOR Formado em Interpretação Teatral pela UNIRIO e cursando Rádio e TV na ECO/UFRJ, integra o grupo Os PataPHísicos. Com o último espetáculo, que conta com a participação do ator Marcos Caruso, esteve em cartaz em Curitiba – no Teatro Mini-Guaíra e no Rio Faz parte dos elencos de 2500 por hora, peça dirigida por Moacir Chaves, que esteve em cartaz no Oi Futuro Flamengo entre julho e agosto de 2015 e foi à FITA – Festa Internacional de Teatro de Angra de 2016, e O Casamento Suspeitoso, da Cia Limite 151, que esteve no Teatro Eva Herz entre outubro e dezembro de 2016. ANDRÉ ARTECHE - ATOR Aos 16 Arteche foi o protagonista do primeiro longa-metragem do cineasta Jorge Furtado, com o filme Houve Uma vez Dois Verões, conquistando inúmeros prêmios no Brasil e no Exterior, incluindo o de melhor filme no Festival do Cinema Brasileiro de 2003, em Paris. Após o sucesso do longa, André se mudou para o Rio de Janeiro, aos dezoito anos, onde obteve sucesso em inúmeros trabalhos em teatro, cinema e televisão. Recentemente deu início ao seu trabalho como autor e diretor, tendo seu primeiro espetáculo “A Lenda do Sabiá” recebido o aval e a revisão afetiva de ninguém menos que Ariano Suassuna, poucos meses antes da morte de um dos mais importantes escritores da literatura e do teatro brasileiro.
Periodo para captação de recursos encerrado.