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O espetáculo "Desvario: uma crônica da Lapa ao Mangue" é uma obra teatral que revive a cultura boêmia, a origem do samba e a memória do meretrício no Rio Antigo. Montagem que permitirá ao público vivenciar uma experiência híbrida de teatro e música, retrantando o requinte boêmio dos bares e cabarés da "Montmartre Tropical", a malandragem dos bambas nas biroscas do "Berço do Samba"e o fascínio das moças nas janelas, fontes de inspiração para poetas e escritores como Manuel Bandeira, Oswald de Andrade, João do Rio, Antônio Fraga, entre outros.
Espetáculo teatral : O texto da peça será construído de forma colaborativa, com base na ideia central, de trazer aos dias atuais a história do Mangue à Lapa, seus personagens que mesmo de grande importância para a memória cultural brasileira, estiveram sempre na invisibilidade neste processo.
OBJETIVO GERAL: Realização do espetáculo "Desvario: uma crônica da Lapa ao Mangue", com apresentações nas cidades do Rio de Janeiro e, nos municípios de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada fluminense. O encerramento da turnê será durante um final de semana, no Rio de Janeiro, no Circo Crescer e Viver, localizado na Praça Onze, berço do samba brasileiro. Todas as sessões no município do Rio terão ingressos a preços populares, e, na Baixada fluminense, as sessões serão gratuitas, a fim de incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. (Item V, artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021). OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Produto: Espetáculo teatral ( artes cênicas). • Realizar sessões de sexta a domingo, em Teatro no Rio de Janeiro, capital, em temporada de um mês consecutivo, compreendendo 12 apresentações. • Realizar 01 apresentação, aos sábados, na Lona Cultural Jovelina Perola Negra, na Pavuna, no Teatro Arando Gonzaga,em Marechal Hermes, e nos teatros em Nova Iguaçu e Queimados. totalizando 04 (quatro) sessões. • Realizar 02 sessões ( sábado e domingo), encerrando a turnê no Rio de Janeiro, no Circo Crescer e Viver. CONTRAPARTIDA SOCIAL: • Promover 4 oficinas gratuitas de formação cênica, com 4 horas de duração, contemplando 25 inscrições cada, no espaço dos teatros da Baixada fluminense, Marechal Hermes e Pavuna. As oficinas, gratuitas, serão ministradas por integrantes do elenco, sobre o processo de construção do espetáculo, antecedendo as apresentações e posterior entrega de certificado digital. • Recuperar a memória do Rio Antigo sob uma perspectiva marginalizada, dando o protagonismo a personagens que fizeram parte da nossa história. • Provocar a reflexão sobre temas importantes acerca de desigualdades e injustiças sociais na cidade do Rio de Janeiro, no passado e no presente. • Descentralizar a produção cultural com espetáculo circulante. • Horizontalizar o conhecimento sobre nossa própria história a todos os públicos. • Fomentar a nova dramaturgia brasileira, dando a oportunidade ao público de conhecer, com abordagem criativa e inovadora, a rica história do Mangue e da Lapa, no Rio de Janeiro, regiões que contribuiram fortemente para a formação cultural brasileira, da música ao cenário teatral. • O projeto atende ao Art. 3º do Decreto 10.755, de 2021 : I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;
Idealizado pela atriz Luá Zanotta, o espetáculo, de maneira inédita, será construído colaborativamente, com dramaturgia de Pedro Kosovski e direção de André Paes Leme. "Desvario: uma crônica da Lapa ao Mangue" traz para a cena narrativas de artistas, como Madame Satã, sambistas, como Noel Rosa e Wilson Batista, e meretrizes que outrora ocuparam e construíram a história e memória da Lapa e também do espaço onde hoje se estabelece a prefeitura do Rio de Janeiro. Ao dar voz a figuras dissidentes, a obra permite que essas histórias possam ser contadas por uma perspectiva decolonial, levantando debates sobre questões que permanecem na contemporaneidade. A montagem provoca e questiona, ao mesmo tempo em que alimenta a plateia com musicalidade, estranheza e humor, em um ambiente misterioso. A peça busca retratar a identidade da população local, e se inspira, também, no lar de Tia Ciata, um reduto de cura e acolhimento para sambistas e malandros. Ao abrir as portas de sua casa para festas, batuques de candomblé, desfile de escolas de samba e rodas de samba com sambistas pioneiros quando a prática ainda era proibida por lei, Tia Ciata foi uma das principais incentivadoras do samba e da cultura popular carioca. É parte da história brasileira que merece ser contada, preservando a memória da cultura nacional.
ESPECÍFICAÇÕES TÉCNICAS OFICINAS: Como proposta de contrapartida cultural do espetáculo Desvario: uma crônica da Lapa ao Mangue, a produção sugere a realização de oficinas educacionais e gratuitas de teatro. Com 4h de duração e realização de uma oficina em cada um dos seguintes locais: TNI, Nova Iguaçu.Teatro Municipal de QueimadosTeatro Armando Gonzaga, Rio de JaneiroArena Jovelina Pérola Negra, Rio de Janeiro Uma apresentação da peça de teatro Desvario: uma crônica da Lapa ao Mangue será realizada no mesmo dia, às 19h, após as oficinas. O público que participar da oficina terá entrada liberada e gratuita para assistir em seguida ao espetáculo, se desejar. Conteúdo: a oficina se propõe a apresentar o contexto histórico do Rio de Janeiro no século XX e seus personagens esquecidos pela história. Assim como demonstração da linguagem de cabaré como expressão artística. Público-alvo: homens e mulheres a partir de 16 anos que morem nas regiões, ou entornos, onde serão realizadas as oficinas. Dia da semana e carga horária: desenvolvida um sábado em cada local citado, das 14h às 18h. Inscrições: via chamada digital nas redes sociais do projeto e confirmação pelo e-mail momoenddas.producoes@gmail.com. Haverá 25 vagas disponíveis em cada cidade a ser ministrada a oficina. O interessado deverá preencher um formulário digital com seus dados: nome, idade, endereço eletrônico, telefone para contato e cidade em que reside. Certificado: o público que comparecer receberá um certificado digital comprovando sua participação, enviado para seus e-mail de cadastro até 5 dias úteis da realização de cada oficina. Alimentação: será preparada uma mesa de coffe-break ao final das oficinas para o público participante, produção e oficineiros.
Acessibilidade para deficientes auditivos: contratação de intérpretes de libras em todos os espetáculos e inserção em libras nos vídeos disponibilizados na internet. Acessibilidade física: será observado para que os teatros previstos para a realização dos espetáculos disponham de rampas de acesso, banheiros adaptados e portas de acesso a cadeirantes. Serão reservados lugares específicos para pessoas com mobilidade reduzida e/ou portadoras de necessidades especiais.
As oficinas serão gratuitas, a fim de incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. Serão disponibilizadas na internet as ações realizadas durante as oficinas e sessões do espetéculo no Rio de Janeiro. (Inciso IV do art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura) (V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos) (VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas)
André Paes Leme : Diretor - Doutor em Estudos Artísticos na especialidade de Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa, graduado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), onde leciona no Curso de Direção Teatral desde 1999. Tem larga experiência na preparação de atores, adquirida, especialmente, no período em que lecionou no Curso de Teatro do Centro Universitário da Cidade (UNIVER CIDADE), entre 1991 e 2015. No seu percurso profissional André Paes Leme já encenou mais de cinquenta espetáculos, entre peças de teatro, óperas e concertos musicais e merecem destaque os espetáculos Hamelin, de Juan Mayorga, e Pequenos trabalhos para velhos palhaços, de Matei Visniec. Em Julho de 2019, em Lisboa, encenou Dois perdidos numa noite suja, de Plínio Marcos. Recentemente, no Brasil, encenou o espetáculo Agosto, texto premiado do autor Tracy Lettes, a ópera O Matrimónio Secreto, de Domenico Cimarosa, o espetáculo A Hora da Estrela ou Macabéia, de Clarice Lispector, A Hora do Boi, de Daniela Pereira, e, em agosto de 2023, estreará o espetáculo Viva o Povo Brasileiro, a partir do romance de João Ubaldo Ribeiro. Pedro Kosovski : Dramaturgo - é Dramaturgo, diretor teatral e professor de artes cênicas da PUC-RIO e do Teatro O Tablado. Funda, em 2005, a Aquela Cia de Teatro, núcleo de criação e pesquisa da linguagem teatral. Suas obras foram apresentadas nos principais festivais do Brasil e internacionalmente. Recebeu indicações e foi vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do Brasil como Shell, APCA, Cesgranrio, Questão de Crítica, APTR, Aplauso Brasil, Zilka Salaberry. Foram encenadas vinte peças de sua autoria dentre as quais a ópera contemporânea “Aquilo que mais eu temia desabou sobre minha cabeça” (2017), que estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Três de suas peças que formam a “Trilogia Carioca” (Cara de Cavalo”, “Caranguejo Overdrive”, “Guanabara Canibal”) estão publicadas pela editora Cobogó. Em 2019 , participou do programa “Plein Feux. Les nouvelles dramaturgies françaises e brésiliennes” organizado por La Comédie de Saint-Étienne que uniu dramaturgos franceses e brasileiros. Traduziu a obra “Fiz Bem?” da dramaturga francesa Pauline Salles publicada pela editora Cobogó.televisivas, shows musicais e espetáculos de dança, edição e publicação de livros. Aline Borges : Atriz - é atriz carioca com mais de 25 anos de carreira no teatro, cinema e tv. Iniciou a carreira no Tablado, passou pela CAL (Casa de Artes de Laranjeiras) e pela Martins Pena. Em 2018 fez no teatro “Contos Negreiros do Brasil”, premiado espetáculo sob a direção de Fernando Philbert. Começou a carreira na TV em novelas como “Coração de Estudante” (2002), “Celebridade” (2003) e “Malhação” (2004), na Globo. Na Record, atuou em “A Lei e o Crime” (2009), “Ribeirão do Tempo” (2010), “Rebelde” (2013), “Vitória” (2014), “Apocalipse” (2017), entre outros trabalhos no cinema e no teatro. Também esteve em “Totalmente Demais” (2015), na Globo, “Bom Dia, Verônica” (2020) e “B.O.” (2022), da Netflix, “Verdades Secretas 2” (2021) e “Arcanjo Renegado” (2022), ambas da Globoplay. O papel de maior destaque veio da pele de Zuleica da novela “Pantanal” (2022), na Globo. Atuação que rendeu à atriz quatro prêmios. Dida Camero : Atriz - é atriz , locutora e professora de teatro. Formada na CAL em 1992, atuou em várias áreas de nosso cenário cultural. Durante os anos de 1997 à 2001, viveu em Belo Horizonte, onde integrou a companhia de teatro Sonho & Drama, participando de um longo trabalho de pesquisa sobre Shakespeare. Na TV participou de diversas novelas e séries Verdades Secretas I e II, Amor de Mãe, Mar do Sertão , Pais de primeira, Filhos da Pátria, Caminho das Indias, Malhação, Beleza Pura, Favorita, Três Irmãs, 7 pecados entre outros. Santos Dumont na HBO, os Últimos dias de Gilda Globoplay, No cinema participou dos filmes, o Silêncio da Chuva, Daniel Filho, Nos não Vamos pagar nada dir João Fonseca, Meu nome não é Johnny, do diretor Mauro Lima, O Maior Amor do Mundo, do diretor Cacá Diegues, Confissões de Adolescente, de Daniel Filho. No teatro, atuou como atriz nos espetáculos, Como se um Trem Passasse da argentina Lorena Romanim, Rose, direção de Vinicius Arneiro, A Moça Da Cidade, dir Rodrigo Pandolfo, Cyrano de Bergerac, direção João Fonseca e outros. Celso André : Ator - Mestrando em Artes Cênicas pela UNIRIO onde pesquisa o Cabaré como espaço de resistência de corpos dissidentes e bacharel em Artes Cênicas pela PUC-RJ. Iniciou seus estudos em arte dramática no teatro o Tablado onde permaneceu por 6 anos. Com 30 anos de carreira e 55 espetáculos profissionais de teatro, atuou em diversos gêneros teatrais e linguagens da cena e foi dirigido por alguns dos principais nomes da cena teatral brasileira como: Antônio Abujamra, Augusto Thomaz Vannucci, Charles Moeller e Claudio Botelho, Christina Streva, Dalal Achcar, Daniel Dias da Silva, Enrique Diaz, Gabriel Vilella, Gilberto Gawronski, Hamilton Vaz Pereira, Iacov Hillel, João Fonseca, Jorge Takla, Pedro Bricio, Sergio Britto, Sergio Modena, Victor Garcia Peralta entre outros. No cinema foi dirigido por Andrucha Waddington, Arthur Fontes, Cacá Diegues, Denise Sganzerla e Gabi Brittes. Luá Zanotta: atriz - Atriz e escritora, formada no Bacharelado em Atuação Cênica da UNIRIO e no Teatro O Tablado. No cinema, atuou em “Aumenta que é Rock and Roll” (2023) da Globo Filmes, direção de Tomás Portella; “Dia 94” (2020), filme premiado em Lisboa e na seleção oficial de festivais de cinema em Los Angeles e Índia; e “Chocante - O Filme” (2017) da Globo Filmes, direção de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé. No teatro, atuou em diversos espetáculos, como “Cabaré da Zona” (2022), onde também assina a dramaturgia; “Noite de Arruaças” (2021); “Cabaré Sade” (2018-2020) direção de Christina Streva; “Gravidades” (2019), direção de Julia Stockler e Laura Araújo; “Cabaré Carioca” (2017), direção de Christina Streva; e “A Bruxinha que Era Boa” (2015), direção de Cacá Mourthé. Esse ano, estreia o espetáculo “Jardim dos Espantos” em novembro. Marcus Liberato: ator - Se formou como ator em 2007, pelo Teatro Universitário da UFMG, natural de BH, radicado no Rio Janeiro, estudou interpretação pra tv e cinema na escola Artes cênicas, foi integrante da Cia teatral: Banquete Cultural. Atuou nos longas, Bandida: a número 1 da Rocinha ( a lançar) O filho do Homem,fez participação nas séries: Cidade Invisível, Tocs de Dalila. O Mecanismo, Suburbia. Performance: Essas associações do diretor Tino Seghal e da performance-cênica-musical: Omisteriootempoempoesias do artista Cacau Brasil, atuou em mais de 13 curtas metragens e no média metragem: O triste fim Arsênio Godart de Adolfo Rosenthal . Em 2020,criou 4 roteiros e desenvolveu um repertório autoral com: Vinícius, Camadas Cicatrizes e Ciclovazio que dialogam a partir das minhas vivências pessoais, os vídeos estão no meu IGTV @marcus.liberato. Tenho um solo de dança chamado Seiva, contemplado pelo festival Ondas da Cultura realizado pelo Funarj. Também fui selecionado pelo FAC com o vídeo Cicatrizes.
PROJETO ARQUIVADO.