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PRONAC 2310911Autorizada a captação total dos recursosMecenato

MIACENA - Mostra Internacional de Artes Cênicas para espaços não convencionais e alternativos.

CUBO PRODUCOES ARTISTICAS LIMITADA
Solicitado
R$ 986,1 mil
Aprovado
R$ 986,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término

Resumo

Realizar a primeira Mostra Internacional de Artes Cênicas para espaços não convencionais e alternativos _ MIACENA na cidade de São Paulo.

Sinopse

Realizar a primeira Mostra Internacional de Artes Cênicas para espaços não convencionais e alternativos – MIACENA na cidade de São Paulo. Serão aproximadamente 36 espetáculos/performances de artes cênicas com teatro, performance e dança, em 6 dias de atividades; Além disso teremos a realização de bate papo/encontros com convidados de diversas áreas para discutir sobre o conceito de ocupação da cidade e de espaços não convencionais para as artes cênicas.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar a primeira Mostra Internacional de Artes Cênicas para espaços não convencionais e alternativos _ MIACENA na cidade de São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 6 dias de programação em diversos espaços não convencionais, espalhados pela cidade de São Paulo; - Realizar a apresentação de aproximadamente 36 espetáculos/performances de artes cênicas com teatro, performance e dança, em 6 dias de atividades; - Realizar 6 bate papos com convidados de diversas áreas para discutir sobre o conceito de ocupação da cidade e de espaços não convencionais para as artes cências. - Abrir processo de inscrição para livre concorrência para artistas de todo Brasil e do exterior; - Realizar a fruição do produto cultural através da descentralização dos produtos culturais e da ocupação dos espaços não tradicionais. - Realizar trocas e intercambio através dos espetáculos e bate papos. - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Geração de emprego para cerca de 60 profissionais diretos e 120 indiretos.

Justificativa

As artes em geral permitem, por sua forma natural, processos diferenciados seja através de novas linguagens ou através das expressões. Montagem de espetáculos em espaços não convencionais não é nenhuma inovação, alias o teatro nasceu fora do teatro (sala de teatro), que é um espaço físico criado depois do advento do teatro (interpretação com pessoas ao vivo). O Termo "espaços não convencionais" é uma abrangente do termo "site specific", muito utilizado em diversos países para se referir a obras criadas de acordo com o ambiente ou com um espaço determinado. Nesse sentido, a noção de site specific liga-se à ideia de arte ambiente, que sinaliza uma tendência da produção contemporânea de se voltar para o espaço - incorporando-o à obra e/ou transformando-o. É possível afirmar ainda que as obras realizadas para site specific remetem à noção de arte pública, que designa, em seu sentido corrente, a arte realizada fora dos espaços tradicionalmente dedicados a ela. A ideia que se trata de arte fisicamente acessível, que modifica a paisagem circundante, de modo permanente ou temporário. Como terminologia discursiva, a arte site-specific localiza-se no fim da década de 1960, em decorrência de uma reação dos artistas plásticos às condições de exposição, circulação e acesso das obras. Nesta ocasião, passaram a denunciar a não neutralidade do espaço institucional e a recusa de um modelo de mercantilização da arte, como aponta Miwon Kwon (2002), ao enfatizar o engajamento dos artistas minimalistas na proposição de trabalhos fora das galerias, concretizando suas propostas no espaço comum e ordinário do cotidiano, em contraposição ao idealismo modernista. Em vista disso, "os trabalhos site-specific, partiram do desafio epistemológico de realocar o significado interno do objeto artístico para as contingências de seu contexto." (Kwon, 2002, p. 12) Nesta proposta, a utilização do espaço na composição do trabalho artístico muda, de uma definição de suporte em um local fixo, pré-determinado (em galerias e museus, como garantia existencial e validação enquanto trabalho artístico), para se concentrar nos limites entre o espaço interior e exterior da obra, ao assumir o ambiente como parte indivisível e amplamente influente na obra. Essa ideia está cada vez mais saindo do universo das galerias e exposições e ganhando espaço nas artes cênicas com apresentações de teatro e dança em locais não convencionais. Nesta percepção, o lugar teatral funciona como um microespaço dentro de outro espaço ainda mais complexo _ a cidade _ que por sua vez espelha o contexto sociopolítico/ histórico pertencente a estes espaços, que não deve ser negligenciado na encenação , pois, em certa medida, a convenção espacial utilizada na proposta cênica se ocupará de tais referências, em diálogo com as demandas próprias de cada processo criativo. Sendo fruto de uma evolução dos processos de composição e formulações históricas acerca do espaço cênico, o teatro em espaços não convencionais deve se moldar em sua existência, pois não existe um espaço cênico igual ao outro, tampouco existe um espaço padrão para comportar uma encenação que nasce com essa finalidade. Sua orientação se dá no sentido de organizar o espaço cênico de modo global, multifocal, em um microcosmos relacional que permite contato e interação entre os agentes do espetáculo. No Brasil existem grupos teatrais de suma importância que possuem um trabalho continuo em busca dessa forma de atuação, porém nunca aconteceu de forma direta uma Mostra de espetáculos desenvolvidos especialmente para espaços não convencionais. A Mostra Internacional de Artes Cênicas para espaços não convencionais e alternativos _ MIACENA pretende trazer esse olhar para o Brasil e ainda ampliar o Brasil para o mundo, através da realização de 36 obras entre nacionais e internacionais e 6 encontros com produtores, artistas, diretores e grupos e pessoas que exploram essa linguagem no Brasil e fora. A seleção dos participantes será através de chamamento e inscrição de projetos, além de convidados. Os critérios serão definidos pelos curadores convidados e pela Organização e será previamente divulgado em sua publicação de chamamento. Em todos os espaços terá a presença constante de agentes que permitam a inclusão acessível em todas as suas formas, como descrito na parte de acessibilidade. As apresentações poderão ou não ser cobradas, desde que a valores populares e parte da arrecadação será destinada para o espaço que sediar a Mostra ou para remunerar possíveis artistas que apresentaram suas obras sem pagamento prévio de cachês

Especificação técnica

Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 12 anos. Aberto para todos os públicos e com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classes sociais. Além disso o projeto pretende ter ingressos com valores diferenciados para favorecer o acesso amplo. Previsão de duração: cada atividade até 40 minutos Dia do evento: 12 horas (em diversas localidades) Dias da Mostra: 6 dias – 3 semanas

Acessibilidade

1) Acessibilidade física. As escolhas dos espaços, tanto das apresentações/performances como dos bate/papo e encontros preferenciarão aqueles que tiverem a estrutura para o recebimento com pessoas com necessidades especiais e com mobilidade reduzida, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade Comunicacional Serão oferecidos em todas as apresentações / Performances: a) Acessibilidade para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com áudio descrição através de aplicativo como o Universal Multimedia ou Rybená. O usuário poderá baixar o aplicativo de forma gratuita e será fornecido gratuitamente fones de ouvido para um maior conforto de todos os participantes. b) Acessibilidade para portadores de deficiência auditiva. Todos as apresentações contarão com a opção de LEGENDA ou LIBRAS através de aplicativo como o Universal Multimedia ou Rybená. O usuário poderá baixar o aplicativo gratuitamente e acessar os recursos Todos os bate-papo e encontros contarão com: a) Para deficiência auditiva: Todos os encontros terão Interprete de libras. Para os que não conseguem ler Libras, serão destinados os primeiros acentos para a leitura labial. b) Para deficiência visual: Caso o bate papo tenha a utilização de qualquer conteúdo imagético, será ofertado a áudio descrição para portadores de deficiências visuais. Além disso, para portadores de visão reduzida, serão destinados os primeiros acentos para a maior compreensão das falas. 3) Acessibilidade Atitudinal Em todos os espaços e em todas as apresentações terão monitores devidamente capacitados para o atendimento de pessoas com deficiências para instruir o uso dos aplicativos, oferecer fones e auxiliar no atendimento em geral com linguagem inclusiva. Como o intuito dessa Mostra é viver a cidade de forma que as propostas cênicas possam acontecer sem nenhuma intervenção quanto à sua criação e conceito, caso a apresentação que terá nascido para espaços que não são convencionais (portanto podem possuir uma proposta que não seja acessível de alguma forma, como por exemplo, uma caminhada numa rua em ladeira com calçadas irregulares ou ainda uma percorrida por espaços), essa apresentação será transmitida ao vivo em aplicativo disponibilizado no dia do evento, de forma gratuita e acessível para quem possuir a deficiência e não puder acompanhar parcialmente ou integral a performance. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site da mostra, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, como determina a legislação os ingressos terão meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013. Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos serão comercializados com valores de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto a contratação de estagiários. Serão contratados aproximadamente 8 estagiários que poderão aprender diversas funções técnica e administrativas durante todo o tempo da mostra. A escolha dos estagiários será por pessoas com perfil: Estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 6 palestras gratuitas com convidados de diversas áreas artísticas e acadêmicas em 6 temas e dias diferentes. Cada bate papo terá a duração de 1 hora e poderá, a critério da bancada, abrir para interação do público. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

O Proponente irá assinar por direção geral e coordenação administrativa FICHA TÉCNICA Direção Geral: Dani Angelotti Coordenação geral: André Acioli Curadoria: Serão convidados 2 curadores internacionais + 5 curadores brasileiros, com presente atuação como Alejandro Huerta, Celso Curi e Dirceu Alves Junior. Produção Executiva: Camila Scheffer Coordenação Técnica: Junior Docini Coordenação de cenografia: Cassio Omae Direção de espaços cênicos: Dani Colazante Dani Angelotti - Direção Geral Daniella Angelotti, (Dani Angelotti) possui mais de 20 anos de experiência na área de direção artística e de produção, atuando em diversos segmentos, sendo o principal as artes cênicas. É diretora e criadora da Cubo Produções, além de sócia juntamente com Flávia Moraes na Roda Coletiva de conteudo áudio visual. É vice presidente da APTI – Associação de Produtores Teatrais Independentes, parecerista da CAP (Comissão de Análise de Projetos) da Secretaria Estadual de Cultura para a Lei PROAC ICMS e membro da CNIC – Comissão nacional de incentivo a Cultural – Lei Rouanet, além de curadora convidada no FIBA – Festival Internacional de Teatro em Buenos Aires. Possui mais de 45 produções realizadas, sendo que seus últimos trabalhos em teatro foram: Pagú – Até onde chega a Sonda, Texto de Patricia Galvão (Pagu) e Martha Nowill. Direção: Elias Andreato, Teatro Sesc Pompéia | 2022. Dominguinhos – Isso aqui tá bom demais, musical com texto de Silvia Gomez, Direção: Gabriel Fontes Paiva, Direção Musical: Myriam Taubkin, Teatro FAAP | 2022. Pós-F, Texto: Fernanda Young, Direção: Mika Lins, Teatro Porto Seguro e turnê pelo Brasil (2020/ 2021 e 2022) . Lady M, Texto de Milton Morales Filho, Direção: Bruno Guida com Daniel Infantini. Teatro: On Line | 2021. Crioulos, Texto e direção: Caio d’Aguilar, Teatro SESC Santo Amaro | 2020, Tutankaton, Texto: Otávio Frias, Direção: Mika Lins, Teatro SESC Paulista e Teatro SESC Bom Retiro | 2019, Soror, Texto: Luisa Micheletti, Direção: Caco Ciocler, Teatro SESC Ipiranga | 2019, Minha Vida em Marte, Texto: Monica Martelli, Direção: Suzana Garcia, Teatro Procópio Ferreira | 2018 e 2019 (temporada paulista), Eu Sou Essa Outra, Texto: Carla Kinzo, Direção: Vera Egito, Auditório SESC Pinheiros | 2018. André Acioli – Coordenação geral André Acioli é ator, diretor e produtor. Atualmente faz a curadoria artística de projetos teatrais na área de patrocínios da Vivo e gestão do Teatro Vivo. Faz a curadoria e administração do Teatro Eva Herz SP na Livraria Cultura. De 2007 a 2015 desempenhou estas funções ao lado de Dan Stulbach. Também está na gerência geral e curadoria do Teatro Porto Seguro. No início de 2018 dirigiu o show no Theatro Municipal ADONIRANDO, uma homenagem ao Adoniran Barbosa idealizado por Walter Casagrande. Em 2017 codirigiu ao lado de Clarice Niskier o espetáculo A CABALA DO DINHEIRO, com Letícia Tomazella e Marcos Reis. Dirigiu o conceituado Elias Andreato em seu solo O AND@NTE. Em parceria com Andreato, o assistiu na direção de diversos espetáculos, dentre eles MYRNA SOU EU e COISA DE LOUCO, ambos solos com Nilton Bicudo; A GAROTA DO ADEUS, com Gabriela Duarte, Edson Fieschi, Julia Gomes, Clara Garcia e Nilton Bicudo, EU NÃO DAVA PRAQUILO, com Cássio Scapin, REI LEAR, com Juca de Oliveira, entre outros. Dirigiu e roteirizou leituras para a Companhia das Letras textos de Vinícius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade, Wally Salomão e Paulo Leminky. Alejandro Huerta – Curador Nascido em Santiago do Chile, viveu em Barcelona e é radicado no Brasil há 20 anos. Formado em Artes Cênicas pela Escola de Artes Dramáticas de Santiago (Chile), Alejandro sempre optou pela escrita e estética, conduzindo sua formação para a dramaturgia, mas em especial para a cenografia e direção de arte. Na área das artes visuais desenvolveu diversos cenários para espetáculos no Chile e Espanha. Em 1999 foi referenciado na Bienal de Barcelona pela sua exposição “7 formas de morir de amor”. No Brasil possui diversas passagens como cenógrafo em eventos para agências como Content e Agencia Max. Teve seu trabalho exposto no Centro Cultural Dragão do Mar e SENAC em Fortaleza. Seus últimos cenários em espetáculos foram: “Pós-F “ de Fernanda Young, com Maria Ribeiro; “Vox” texto e direção Máximo DÀngelo. Em Santiago assinou o cenário do espetáculo “Patria”, do Coletivo Histórico, além de diversos shows e performances para La Batuta, en Ñuñoa, Santiago. Trabalha atualmente na dramaturgia “diário de um ex cozinheiro”. Celso Curi – Curador É diretor e fundador do Guia OFF, um dos principais (e hoje praticamente único) guia de acesso às produções de teatro na cidade de São Paulo e Rio de Janeiro. Com um largo currículo na área cultural, Celso Curi foi diretor artístico das Oficinas Oswald Andrade é curador do Festival de Curitiba, Jurado do Prêmio Shell, curador e convidado de diversos festivais internacionais no Brasil e no mundo como o FIT Rio preto, MIT SP, Fiba Buenos Aires, Santiago a mil no chile, entre tantos outros. Além disso é tradutor de diversos textos e produtor teatral. Dirceu Alves JR – curador Formado em jornalismo pela PUC-RS em 1996, Dirceu trabalhou no jornal Zero Hora como pesquisador, repórter e editor assistente do Segundo Caderno. Em São Paulo, foi repórter e editor assistente da revista IstoÉ Gente por cinco anos e repórter e crítico de teatro da revista Veja São Paulo por treze. Publicou em 2004 o livro Telenovelas, na coleção Para Saber Mais, da Superinteressante. É autor de Elias Andreato, a máscara do improvável, biografia do ator e diretor, lançada em 2019 pela editora Humana Letra. Junior Docini – Coordenação Técnica É ator, iluminador, diretor, radialista e arte educador. Um artista multidisciplinar. Formado em teatro pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul @fascs. Bacharel em comunicado pela FIAM FAAM. É também mestre iniciante de Capoeira na ADC Santa Izabel, Mestre Gêra. Já representou o Brasil em festivais internacionais teatrais na China e em Jerusalém. Artista pesquisador ha 13 anos na @Zozima Trupe, acredita no poder do teatro do encontro. Já trabalhou em muitas produções teatrais em grupos como: Folias, Cia Delas, Cia Antitartika, Cia Provisório Definitivo, Cia do Bife e grandes diretores como: Nelson Baskerville, Chico Carvalho, Elias Andreato, Francisco Carlos etc. 2021 assumiu a colaboração cênica do espetáculo “SEDE” que cumpriu sua temporada no TUCA ARENA da Morente Forte. Em 2022 Assistente de direção e light designer do espetáculo “Morte e Vida Severina” e “Amor por Anexins” ambos direção de Elias Andreato.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-06
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo