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O projeto CARTA AO PAI é um espetáculo de teatro, que traz aos palcos a adaptação do livro homônimo escrito em 1919, em alemão, pelo escritor tcheco FRANZ KAFKA, aos 36 anos, e publicado postumamente em 1952. O projeto tem como produto principal a montagem, temporada e circulação do espetáculo teatral. Como contrapartidas sociais serão realizados ensaios abertos em todas as cidades por onde o espetáculo se apresentar.
Franz Kafka mostra em CARTA AO PAI a sua mágoa e as consequências de um pai autoritário e prepotente a quem ele chama de tirano, rei e Deus e que, segundo ele, minou a sua autoestima e o levou a ter uma personalidade frágil e vacilante. Essa carta que KAFKA escreveu ao seu pai, que nunca foi entregue, traz um desabafo contundente e uma tentativa de um acerto de contas com aquela figura paterna que o filho considerava “a medida de todas as coisas”.
Objetivo geral: - Montagem e circulação do espetáculo CARTA AO PAI por 4 cidades brasileiras Objetivos específicos: - Realização de 42 apresentações do espetáculo em 4 cidades brasileiras; - Realização de 4 ensaios abertos, sendo um por cidade, a título de contrapartida social; - Geração de 30 postos de trabalho direto e 100 indiretos; - Impactar um público de cerca de 15.000 espectadores ao longo da realização do projeto.
CARTA AO PAI de Kafka, no teatro, tem por objetivo levar ao público brasileiro a oportunidade de conhecer uma obra densa, repleta de conteúdo psicológico e até político, que trata de uma relação familiar conturbada ao mostrar um pai extremamente rigoroso, ditatorial, manipulador e as possíveis consequências desse tipo de relação. Franz se tornou um filho frágil, inseguro e, ao mesmo tempo, um escritor extremamente crítico e humanista. Kafka coloca essas questões em seu livro com muita profundidade e com um detalhamento surpreendente, o que faz de Carta ao Pai uma obra universal importante para a literatura mundial, assim como toda a sua obra. Encenar qualquer livro de Kafka justifica-se pela profundidade dos conteúdos, pela sua alta qualidade formal e pela universalidade de uma obra cujo conjunto influenciou outros grandes escritores do século XX como Sartre, Camus e Gabriel G.Marques, Ítalo Calvino, Borges, Beckett, Saramago etc. Suas obras retratam a ansiedade e a alienação do homem no século XX usando, na sua escrita modernista, traços do expressionismo e do realismo fantástico em textos não convencionais. Carta ao Pai carrega as características principais do autor em um desabafo preciso e pungente. O caráter transformador das artes encontra na adaptação e montagem de CARTA AO PAI a possibilidade de um contato diferenciado com o público brasileiro. A encenação deverá ter identificação imediata com o público já que todos, sem exceção, são filhos de alguém. Os questionamentos das relações familiares feitos na peça deverão atingir e transformar, e no mínimo elucidar questões particulares e levar à reflexão. É também intenção dessa montagem atenuar o conhecido mito da complexidade dos textos de Franz Kafka, sem, no entanto, tirar as suas características fundamentais. No Brasil, ainda hoje, usa-se o termo "kafkiano" para algo confuso, ilógico, absurdo. Essa adaptação e montagem tentará contradizer esse mito facilitando o entendimento pelo viés dramático colocando pai e filho em cena em um embate que nunca houve na realidade. Deverá ser uma montagem relativamente simples onde o foco principal estará na palavra, na interpretação e na direção. Para além da pertinência de seu conteúdo no contexto da atualidade, a ficha técnica do projeto se mostra extremamente capacitada em currículo e histórico de realizações, promovendo um encontro de trajetórias de notório reconhecimento na cena musical com potencialidades artísticas pulsantes e inovadoras. A Lei de Incentivo é uma das poucas formas de se conseguir parceria na iniciativa privada para a realização de um projeto cultural, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura no País. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91):II - fomento a produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Espetáculo teatral. Duração prevista: 90 minutos Classificação indicativa prevista: 12 anos Gênero: Drama
Em cumprimento ao Art.18 da IN em vigor, estabelecemos medida de acessibilidade compatível com a característica do projeto: PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Acessibilidade Física:Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garanta acesso a todas as formas de mobilidade. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:8 sessões com tradução em LIBRAS; - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:8 sessões com audiodescrição;Impressão de parte dos folders impressos em formato braile; - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Contratação de monitores especializados no auxílio deste público;Disponibilização de fones abafadores para público com sensibilidade auditiva. PRODUTO CONTRAPARTIDA SOCIAL - Acessibilidade Física:Escolha de espaços que estejam de acordo com a legislação e garanta acesso a todas as formasde mobilidade. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva:1 sessão com tradução em LIBRAS; - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual:1 sessão com audiodescrição;Impressão de parte dos folders impressos em formato braile - Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Contratação de monitores especializados no auxílio deste público;Disponibilização de fones abafadores para público com sensibilidade auditiva.
O projeto respeitará o Art. 27º da IN Nº 1/2023, contendo em seu plano de distribuição:I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. O projeto atenderá ainda às seguintes medidas do Art. 28º da IN Nº 01/2023: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;
Idealização e Atuação – Herson CapriIniciou as atividades como ator aos 15 anos, em 1967, com o teatro colegial em Curitiba, onde participou também do teatro amador e teatro experimental. Mudou-se para São Paulo em 1982, durante um ano participou do Teatro Universitário do grupo TESE com Roberto Lage na PUC São Paulo. Em seguida se profissionalizou trabalhando em teatro, cinema e televisão. Fez novelas e séries nas TVs Tupi, Bandeirantes, Manchete, SBT e Cultura participou de filmes longas e curtas, comerciais de TV e várias peças de teatro de sucesso até 1981, sempre em São Paulo. Em 1982 se mudou para o Rio de Janeiro e passou a ser ator contratado da TV GLOBO onde permaneceu durante 37 anos e atuou em novelas e seriados até 2019. Atuou no Rio também em peças teatrais e filmes. Em toda a sua carreira participou como ator de 36 peças de teatro, 20 filmes Longa metragens, três filmes curta metragens, 30 novelas e 11 séries para tv. Dirigiu sete peças teatrais e 2 para tv. Produziu nove peças de teatro e dois filmes longas-metragens. Lucas Capri – AtorCompletou o curso profissionalizante para Teatro, cinema e TV no NU ESPAÇO, no Rio de Janeiro, e em seguida ingressou em vários cursos para interpretação, como o Centro de Artes Laranjeiras – CAL. Em seguida teve aulas intensivas com Camila Amado sobre teatro, com Eduardo Millewics para a TV e já completou dois anos de teatro na Faculdade Celia Helena em São Paulo. Seu primeiro trabalho profissional foi no filme Minha Vida em Marte em cenas com Paulo Gustavo e Monica Martelli. Participou também da novela Órfãos da Terra, na TV Globo. Dramaturgia – Anna Lee e João Falcão É roteirista, jornalista, escritora e doutora em Estudos da Literatura, pela PUC-Rio, com estágio doutoral em Sorbonne Nouvelle – Paris III. É criadora e Head Writer da série Tarã, do streaming Disney Plus, a ser lançada em 2023. Também escreveu a segunda temporada da série Ilha de Ferro, para o Globoplay, eleita pela revista norte-americana Variety, uma das mais conceituadas publicações do mundo sobre novidades do cinema e televisão, uma das melhores séries estrangeiras de 2018. Adaptou para o teatro o livro “O Papel de Parede Amarelo”, de Charlotte Perkins Gilman, um monólogo para a atriz Gabriela Duarte, com direção de Clarice Niskier. É autora de vários livros para o público adulto e juvenil. Entre eles, estão "Operação Condor" -2019 -, Ganhador do 1o lugar no 36o Prêmio de Direitos Humanos de Jornalismo - categoria Grande Reportagem, e O Beijo da Morte, ganhador do Prêmio Jabuti 2004 – categoria Reportagem e Biografia. Foi roteirista da TV Globo, tendo participado das novelas Lado a Lado, Avenida Brasil, Em Família e Malhação. Trabalhou no jornal Folha de S. Paulo e Editora Globo, entre outras empresas de comunicação, como especialista na área de cultura e televisão. Adaptação, Direção e Cenografia – João Falcão Com quatro décadas de atividade artística, inúmeras peças de teatro, séries, minisséries, filmes e especiais para TV, o diretor, roteirista e músico João Falcão é uma referência do Teatro e Audiovisual. No cinema, assinou roteiro e trilha sonora de Lisbela e o Prisioneiro e O Auto da Compadecida. Concebeu a encenação de A Máquina, peça teatral que projetou nacionalmente Wagner Moura, Vladimir Brichta, Gustavo Falcão e Lázaro Ramos. Na TV Globo escreveu e dirigiu A Comédia da Vida Privada, onde conheceu Marieta Severo, para quem escreveu a peça A Dona da História e Marco Nanini, que lhe inspirou o espetáculo Uma Noite na Lua. Ainda para a Globo criou séries como Sexo Frágil, Louco por Elas, Clandestinos, entre outras. Ao longo da carreira vem sendo agraciado com os mais importantes prêmios, como Sharp, Shell, APCA, APTR, Bibi Ferreira, etc. Atualmente desenvolve o roteiro do filme Auto da Compadecida 2, para o qual também produz a trilha sonora. Trilha sonora - Ricco Viana Fez a trilha de mais de 50 espetáculos de teatro, entre os quais Clandestinos, O Pequeno Príncipe e Mamãe Não Pode Saber, dirigidos por João Falcão; JT Leroy, dirigido por Paulo José; O Outro Van Gogh, Mente Mentira, Jim, Angels in America, dirigidos por Paulo de Moraes, com quem trabalha há 12 anos também como diretor musical da Armazém Companhia de Teatro. Ganhou o Prêmio APTR de melhor música por Jim (tendo sido indicado também aos prêmios SHELL e CESGRANRIO), e em 2017 foi indicado ao SHELL e CESGRANRIO por Janis e trilha original de Hamlet; Ganhou o CBTIJ 2015 por A Menina Edith, de Lázaro Ramos e por A Gaiola em 2016 com direção de Duda Maia. Assinou trilhas para cinema e para a TV, produziu alguns discos, entre eles, o premiado Monomania de Clarice Falcão; gravou com vários artistas da cena musical como Simone Mazzer e Elza Soares e criou a banda A Roda com sua parceira Laila Garin. Figurino - João PImenta“O principal discurso do meu trabalho transita entre a relação masculino X feminino/pobre X rico. Esses contrastes aparecem nas formas, nos materiais, acabamentos. O processo criativo acontece de forma orgânica, muitas vezes refletindo o ambiente, situações atuais. Essa linguagem se expande e não fica restrita somente ao vestuário, mas aborda outras mídias e possibilidades. A moda como arte e o discurso como manifesto.”Figurinos:“Paraíso perdido” - dança 2011“Romeu e Julieta”- musical 2018 (Premiado como melhor figurino do ano prêmios: Reverência, Botequim Cultural, Cesgranrio)“Dogville” - teatro 2018 (premiado como melhor figurino do ano prêmio Bibi Ferreira)Merlin e Arthur, Um Sonho de Liberdade” - musical 2019“Sweeney Todd” - musical 2022“Navalha na carne” - teatro 2022“Homens de papel” - teatro 2022 Iluminação – Cesar de RamiresNascido em Porto Alegre em 12 de novembro de 1968, inicia carreira como iluminador em 1986. Após graduar-se em Publicidade e Propaganda muda para o Rio de Janeiro em 1993.Teatro e musicais: “Homem objeto”, “Uma noite na lua”, “Ópera do malandro”, “Gabriela Um Musical”, “A dona da história”, “Sonho de uma noite de verão na Bahia”, “Que Deus sou eu?”, “A pedra no cais”, “Sete sentimentos capitais”. Prêmios/indicações: Prêmio Bibi Ferreira desenho de luz 2015 por “Ópera do malandro”, Bibi Ferreira desenho de luz 2016, Prêmio Aplauso desenho de luz, Prêmiomusical Cast desenho de luz 2016 por “Gabriela um musical”, prêmio Reverência desenho de luz 2017 por “Gabriela um musical”, Prêmio Shell 2023 desenho de luz por “Morte e vida Severina”. Produção – Diálogo da Arte Produções CulturaisA Diálogo da Arte Produções Culturais foi criada no ano de 2010 através de uma parceria entre as produtoras Ana Paula Abreu e Renata Blasi. Inicialmente com um perfil voltado para as Artes Cênicas, vem desenvolvendo também, ao longo desses 13 anos, trabalhos em outras áreas do setor cultural.No currículo constam mais de 50 projetos na área de teatro, música, literatura e artes multimídia. No ano de 2021, a produtora foi contemplada com a Lei Aldir Blanc para a realização de seis projetos: “Com Amor, Vinicius”, Uma Frase para Minha mãe”, “Tra-la-lá,” “Senhores" ; Escravos”, “Cartas a uma Jovem Poeta” e “Na Cabeça do Zé”.Devido à pandemia da COVID 19, todas as realizações ganharam uma versão online. Em 2022 a produtora retornou com as atividades presenciais e realizou a circulação do espetáculo “Os Encantados do Sossego” por 5 cidades do Brasil. No mês de Novembro de 2022, estreou o espetáculo “Dignidade”, do autor espanhol Ignácio Vidal, na arena do Sesc Copacabana – RJ. E em 2023, o espetáculo “Nenhum de nós mente ou finge” dramaturgia de Marcos França, direção de Antonio Guedes.
PROJETO ARQUIVADO.