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PRONAC 2310970Autorizada a captação total dos recursosMecenato

@continuamoshumanos

CLG - CLAUDIA GONDOMAR PROMOCOES LTDA
Solicitado
R$ 671,2 mil
Aprovado
R$ 671,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-03-04
Término
2026-12-06
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Realizar a produção, montagem e temporada de estreia do espetáculo@continuamoshumanos. Com composição inédita e futurista a trama traz à cena possibilidades de questionamento estético, tecnológico e relacional só expostas cinematograficamente até o momento. @continuamoshumanos pretende levar o espectador a uma reflexão sobre o que representa ser humano em um mundo cada vez mais tecnológico. Um embate entre um homem e uma IA (Inteligência Artificial) que, por vezes, nos faz pensar em quem é o mais humano, quem pensa mais humanamente. IANE (Inteligência Artificial da Nova Era) é uma IA em forma de mulher que, pela capacidade de reconhecer padrões e processá-los rapidamente, coloca em cheque a maioria dos pensamentos e convicções de Cezar, cuja esposa falecida, não sai de seus pensamentos. A memória cultural humana versus a capacidade de armazenamento em bytes, o clássico versus o moderno. O projeto ainda conta com oficinas gratuitas de iluminação para teatro e de produção cultural.

Sinopse

Brasil, ano 2050. Cezar é um homem solitário que mora em uma casa automata e que perdeu a esposa em um acidente. Cezar é um amante do rock, filmes e livros antigos. Sua falecida esposa, Naia, uma soprano, aparece constantemente em sua imaginação e sonhos. Para tentar melhorar sua situação, ele concorda em receber de um amigo uma IA (Inteligência Artificial) com a aparência oposta a de sua esposa. Embora ainda experimental, IANE, chega em sua vida vestida como uma roqueira antiga, com piercings e tatoos e com a modelagem humana ainda em acabamento. Ao longo de sua convivência com IANE, Cezar começa a se questionar sobre tudo que acreditava ser humano, sua relação com a vida moderna, sua relação com Naia. Ao mesmo tempo, como próprio de uma Inteligência Artificial, IANE começa a modificar suas redes neurais, podendo gerar um final inusitado para a trama. Publico alvo: Para todo o tipo de espectador, que goste de cultura e conhecimento, que se interesse na comunicação entre as pessoas.

Objetivos

Objetivos Gerais: - Realizar a produção, ensaios, montagem e temporada de estreia de dois meses na cidade do Rio de Janeiro, em teatro a definir, com um total de 32 apresentações (sendo 8 sessões inclusivas com audiodescrição e tradução em LIBRAS); - Realizar uma oficina de Iluminação para teatro com os iluminadores Celma Ungaro e Vilmar Ollos - Realizar uma oficina de Produção Cultural com a produtora Cacau Gondomar ‐ Gerar reflexão sobre o tema proposto: o que representa ser humano em um mundo cada vez mais dominado pela tecnologia, uma sociedade cada vez mais distraída tecnologicamente. Um embate entre um homem e uma IA (Inteligência Artificial) que, por vezes, nos faz pensar em quem é o mais humano, quem pensa mais humanamente. Observando que somos os responsáveis por isso e portanto, somos também responsáveis por manter fulgurante essa mesma sociedade ativa. Essa proposta objetiva‐se primordialmente em fazer com que a plateia detecte em si todos estes argumentos que nos causam desconforto, e de como vivemos acondicionados a esses padrões tecnológicos. Objetivo específico: - Realizar uma temporada estimada em 8 semanas (32 apresentações), com cobrança de ingressos a preços accessíveis, no Rio de Janeiro/RJ, sendo 8 sessões inclusivas com audiodescrição e tradução em LIBRAS; - Realizar 1 oficina gratuita de produção com a participação do diretor de produção, para adultos acima de 16 anos na cidade do Rio de Janeiro. Número máximo de 50 inscritos. Carga horária: 4 dias (4 horas por dia), total de 16hs. O primeiro dia será focado planejamento e pré-produção e produção, no segundo, execução, orçamento, contrapartidas e pós-produção - Realizar 1 oficina gratuita de iluminação com a participação dos iluminadores do espetáculo, para adultos acima de 16 anos na cidade do Rio de Janeiro. Número máximo de 30 inscritos. Carga horária: 4 dias (4 horas por dia), total de 16hs. - Realizar 1 bate papo após as sessões de domingo entre o público presente e o elenco/equipe do espetáculo. O bate papo terá tradução em LIBRAS; - Realizar 1 ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino. O ensio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS; - Atingir um público total de mais de 7.500 mil pessoas com ingressos a preços acessíveis; - Formar novas plateias, através da doação de ingressos gratuitos para a população; _ Atingir um público de variadas classes sociais, apresentando uma obra de valor cultural e reflexivo, porém de fácil entendimento, e que dialogue sobre o domínio da tecnologia sobre nós; - Apresentar um trabalho de qualidade, com rico teor artístico e com referências culturais que possam trazer ao público uma nova discussão da nossa postura na sociedade; _ Destinar reserva de gratuidades para os alunos de Universidades e Escolas do ensino público; - Promover o desenvolvimento e a difusão de produções nacionais; - Disponibilizar um produto de artes cênicas ao público jovem e adulto, sem distinção de gênero ou classe social; - Fomentar o mercado cultural, gerando mais de 100 postos de trabalhos diretos e indiretos.

Justificativa

Um adolescente buscando informações sobre filmes na internet, um executivo escolhendo onde aplicar seu dinheiro, um pequeno agricultor investigando como vai se comportar o tempo nos próximos meses para que, novamente, não perca toda sua plantação e, você mesmo, pagando suas contas com cartão, todos estão fazendo uso da inteligência Artificial. A IA é sua amiga, mas será assim para sempre? Estamos todos conectados mas é importante ter o sentido de pertencimento, entender onde estamos pisando, quem somos como espécie e para onde desejamos ir. O espetáculo dialoga completamente com a contemporaneidade, promovendo a conexão artística do espectador com o novo mundo que se principia, e abordando questões e provocações sobre o passado e o futuro. A temática nos fala como é uma máquina e como é um coração. A Inteligência Artificial se aprimora a cada dia e pode aproximar a tecnologia do sentido humano. Hoje, no Brasil e no mundo, milhares de decisões são tomadas via algoritmos e sistemas complexos. Precisamos estar cientes e concordar ou não com essas decisões. É importante falar sobre o tema, uma vez que o futuro viaja em progressão geométrica. Sob a direção de Fernando Philbert, Eron Cordeiro vive Cesar, um músico saudosista vivenciando um futuro esmagador, onde mal se consegue respirar, morando em um lugar ermo onde se sente seguro até a chegada de IANE. Sua convivência com uma Inteligência Artificial, vivida por Karen Coelho, o leva a enfrentar realidades que jamais pensou em admitir. O sofrimento que vive dia a dia por conta da perda de sua esposa e musa o prende ao passado, trazendo com isso consequências que mudará radicalmente sua própria história. A montagem se valerá de uma estética que une elementos futuristas e de um passado distante. Utilizando uma linguagem moderna para falar de temas antigos, tão antigos como quando o ser humano começou a pensar como um indivíduo diante de um todo e como esse coletivo faz parte dele mesmo. Cada vez que criamos novas perguntas a respeito de onde a humanidade vai se encontrar em cinquenta, cem, duzentos anos, nos esquecemos de olhar para o agora. Se estamos investindo tanto em alta tecnologia, em criar seres robotizados e perfeitos, onde fica nosso investimento em nossa humanidade, em nossa empatia e sensibilidade? Onde iria parar nosso potencial sustentável se o investimento em tecnologia não visasse o aprimoramento humano, a manutenção das artes, o respeito a história, aos grandes pensadores, a veia que irradia e espalha conhecimento que deveria ser doado a todos nessa terra? Costurar esses questionamentos com a possibilidade de conversar com o público de forma que o toque em diferentes instâncias, é uma oportunidade que, se contemplado, esse projeto busca oferecer. Ele é fruto de incansáveis debates entre autora e diretor sobre como expandir esse universo da Inteligência Artificial através das Artes Cênicas, tornando esse investimento, financeiro, intelectual e humano uma forma de doar conhecimento, de expandir horizontes. A equipe foi escolhida por sua empatia e identificação com tema proposto no projeto. Desde o primeiro contato com o texto, todos se mostraram tocados sobre o tema que lida com a tecnologia e inteligência artificial e de como isso nos afeta enquanto seres humanos. O renomado diretor Fernando Philbert, as atores Eron Cordeiro, Karen Coelho, Gabriela Geluda, a premiada cenógrafa Natália Lana, os iluminadores Celma Ungaro e Vilmar Olos, o diretor musical Marcelo H, o videografista Ricco Vilarouca, o fotógrafo Renato Mangolin, a diretora de movimento Marcia Rubim e mais um time de peso apostam no teatro como forma de inclusão, de socialização após os tempos terríveis de pandemia que vivenciamos. Um espetáculo sobre a relação da sociedade com a tecnologia é importante para todos os públicos e notamos um aumento do interesse em cultura, em arte, em tecnologia. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, segundo no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de parte dos ingressos para o espetáculo.

Estratégia de execução

A participação do proponente NÃO se dará de forma voluntária. Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará as funções de: 1 – DIRETOR DE PRODUÇÃO 2 - COORDENADOR DO PROJETO 3 – COORDENADOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO 4 - OFICINEIRO OBS: Caso o proponente venha a captar recursos, o proponente também exercerá a função de Captador de Recursos CURRÍCULOS (Continuação...) Natalia Lana - Cenógrafa com mais de 20 anos de intensa atuação no mercado teatral, criou cenários para diversos MUSICAIS como : "A Cor Púrpura" e "Bibi uma Vida em Musical", com direção de Tadeu Aguiar ,"70 e 60 Doc. Musical " espetáculos de Frederico Reder e Marcos Nauer e "Conserto para Dois" com direção de Jarbas Homem de Melo. Participa do trio criativo junto com o diretor Fernando Philbert e o iluminador Vilmar Olos, intitulado CENA COLETIVA, tendo realizado 19 espetáculos em conjunto. Na área de SHOWS, criou o cenário para a turnê “Carbono” do cantor e compositor Lenine, para o DVD "Hello Mundo" de Ludmilla, para o DVD do Nego do Borel entre outros. Em 2020 criou junto com a cenógrafa Marieta Spada o CENOGRAVANDO que tem como objetivo difundir o ensino da cenografia em diferentes plataformas virtuais. Lecionou nos anos de 2009 e 2010, na cadeira de cenografia da Faculdade de Belas Artes da UFRJ, e ministra diversas oficinas livres, dando enfoque à criação e às técnicas de construção e montagem.PREMIAÇÕES: PRÊMIO CBTIJ DE TEATRO PARA CRIANÇAS na categoria melhor cenário 2017 pelo espetáculo "Makuru- Um Musical de Ninar" de José Mauro Brant; PRÊMIO BRASIL MUSICAL na categoria melhor cenário 2018 pelo espetáculo " Bibi - Uma Vida em Musical " de Tadeu Aguiar; PRÊMIO BOTEQUIM CULTURAL, PRÊMIO BRASIL MUSICAL e destaque na temporada É SOBRE MUSICAIS na categoria melhor cenário 2019 pelo espetáculo " A Cor Púrpura " de Tadeu Aguiar; PRÊMIO CENYM na categoria melhor cenário pelo espetáculo 2021 "Ponto a Ponto" com direção de Gustavo Barchilon. Vilmar Olos - Iluminação - Indicado ao prêmio CBTIJ 2015 , na categoria melhor iluminação com o espetáculo; QUERO SER ZIRALDO • Indicado ao Prêmio de melhor Iluminação no Festival Nacional de Duque de Caxias - 2016, com o espetáculo MARIANA E A BENZEDEIRA DA ILHA. Seus principais trabalhos: Quero ser Ziraldo; Dir: Fernando Philbert • O Escândalo Philippe Dussaert; com Marcos Caruso, Dir: Fernando Philbert • Depois do Amor; com Danielle Winits e Carolina Ferraz, Dir: Marília Pêra e Fernando Philbert • Casamento Aberto...Mas nem Tanto; Gilmar A. Moretti • Não me diga Adeus; Dir: Gilberto Gawronski • O Corpo da Mulher como Campo de Batalha; Dir: Fernando Philbert • Show "Não Recomendados e Ney Matogrosso" • T.P.M; Dir: Mery Petty • Nelson ou Ensaio sobre oAmor pelo Buraco da Fechadura; Dir: Mayara Máximo • Por que Deixei de te Amar; Dir: Fernando Philbert • Show de Lançamento do CD da "Camerata Brasilis • Ato de Comunhão; Dir: Gilberto Gawronski e Warley Goulart • Silêncios Claros; com Ester Jablonski, Dir: Fernando Philbert • 2x Matei; Com Guida Vianna e Gilberto Gawronski, Dir: Gilberto Gawronski • Nossa Cidade; Dir: Gilberto Gawronski • Cinza as Cinzas; Dir: Flavio Vidaurre • Sonata Fantasma Bandeirante; Dir: Francisco Carlos • Cabras Cabras ; Dir: Fernando Philbert • A Reinvenção do Amor – Dir: Fernando Philbert • Cuidado com as Velhinhas carentes e solitárias – Dir: Fernando Philbert pelo qual foi indicado ao prêmio Cesgranrio. Iluminou igualmente Tres Mulheres Altas”com Sueli Franco, “ Como não ser Montgomery Cliff” comGustavo Gasparani”, Órfãos”, com Ernani Moraes”, ”Gaivotas” de Matei Visniec. Com Celma Ungaro dividiu a luz do espetáculo “Pormenor de Ausência” com Giuseppe Oristanio e direção de Ernesto Picollo Marcelo H - Direção Musical - Produziu a trilha da peça “O Estrangeiro”, de Albert Camus, com direção de Vera Holtz, que participou do Festival de Edimburgo, em 2012. No mesmo ano, fez parte do espetáculo TRÁGICA.3, com direção de Guilherme Leme Garcia, que participou do Festival de Beijin na China, onde além de atuar, Marcello assinou a trilha ao lado de Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto. Em “Memórias de Adriano”, de Marguerite Yourcenar, com direção de Inez Viana, assinou a trilha e a executou ao vivo durante o espetáculo. Compôs junto com Beto Lemos a trilha sonora do espetáculo “Gritos”, da Cia. Dos à Deux, indicada ao prêmio APTR de 2016. Em 2017, assina a direção musical da peça “Tom na Fazenda”, de Michel Marc Bouchard, com direção de Rodrigo Portella. Trilha sonora indicada ao prêmio Shell. Em 2018, o espetáculo foi contemplado com o prêmio da Associação dos Críticos de Quebéc, nacategoria “melhor peça estrangeira”. E em 2022 participou do Festival d’Avignon com grande sucesso de público e crítica.No cinema, assina a trilha sonora do longa metragem “Copa 181”, de Dannon Lacerda, que estreou no festival do Rio de 2017.No momento, está em cartaz com “Cerca viva”, com direção de Cesar Augusto, no Teatro Sesi. Márcia Rubin - Direção de Movimento - Coreógrafa e bailarina, Marcia Rubin é uma artista que transita entre a dança e o teatro,sempre construindo narrativas que dialoguem com o tempo presente. Os últimos trabalhos com a sua companhia de dança foram os solos Enquanto estamos aqui, em parceria com Marcio Abreu e Pedro Kosovski, em 2012, e Larga Tudo e Vem, em parceria com Oscar Saraiva, em 2009. Participou como curadora e idealizadora, em parceria com Cesar Augusto, do projeto Dança Gamboa, entre 2013 e 2016. Desenvolveu, junto com Bia Radunsky, o formato do projeto Solos de Dança no SESC, que contou com sua curadoria em várias edições, entre 2002 e 2010. Foi responsável pela curadoria do Carlton Dance Festival de 1988 a 1997. Em 1999 participou, em Paris, do Programa Courant como bolsista do Governo da França. Fez consultoria de dança para o 'Edital Petrobras Artes Cênicas 2002' e consultoria artística para o 'Circuito Brasil Telecom de Dança', em 2001 e 2002. Além de sua trajetória na dança, Marcia é reconhecida por seu trabalho no teatro. Atualmente desenvolve uma parceria com os diretores Marcio Abreu - Cia Brasileira de Teatro, e Fabiano de Freitas - Teatro de Extremos. Colaborou durante cinco anos com Pedro Kosovski e Marco Andre, d'Aquela Cia de Teatro, e participou de diversos projetos junto a Aderbal Freire Filho, Marieta Severo e Andrea Beltrão. Foi indicada para o Prêmio APTR de Teatro em 2011, 2016 e 2019, e para o Prêmio Shell de Teatro em 2005, 2008 e 2011, quando foi premiada na categoria especial por seutrabalho de Direção de Movimento. Foi indicada para o Prêmio Cesgranrio de Teatro na categoria especial por seu trabalhode Direção de Movimento em 2014, 2015 e 2018. Em 2020 foi indicada e premiada pela Direção de Movimento do espetáculo 3 Maneiras de Tocar no Assunto, de Leonardo Netto, com direção de Fabiano de Freitas. Ricco Vilarouca - VideografismoARTES CÊNICAS - PROJEÇÕES/VIDEOMAPPING“Angels in America”, “O Astronauta”, “Moby Dick”, “Através da Iris”, “O que é que ele tem?”, "Antes da Coisa toda Começar", "Rio 2065", "A Última Aventura é a Morte", “O Tempo não dá tempo”, ”Isaac no Mundo das Partículas”, ”Makuru - Um Musical de Ninar”, “Puro Ney”, “O Escandâlo Philippe Dussaert.”, “33 Variações de Beethoven”, “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, ”O Topo da Montanha”, “S'imbora, o Musical - A História de Wilson Simonal”, “Two Roses for Richrad III”, "A Marca da Água", “Um Navio no Espaço ou Ana Cristina Cesar”, "Copacabana Palace - O Musical"; entre outros

Especificação técnica

APRESENTAÇÕES: Realização de 32 apresentações do espetáculo @continuamoshumanos na cidade do Rio de Janeiro; Valor do Ingresso: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia entrada), R$ 20,00 (promocional) e R$ 10,00 (meia entrada promocional) Duração: 90 minutos Classificação: 10 anos ENSAIO ABERTO: - Realizar um ensaio aberto gratuito fechado para ONGs e Instituições públicas de ensino. O ensio aberto contará com a presença de um intérprete de LIBRAS; Duração: 90 minutos Classificação: 10 anos OFICINAS: - Realizar 1 oficina gratuita de produção com a participação do diretor de produção, para adultos acima de 16 anos na cidade do Rio de Janeiro. Número máximo de 50 inscritos. Carga horária: 4 dias (4 horas por dia), total de 16hs. O primeiro dia será focado planejamento e pré-produção e produção, no segundo, execução, orçamento, contrapartidas e pós-produção - Realizar 1 oficina gratuita de iluminação com a participação dos iluminadores do espetáculo, para adultos acima de 16 anos na cidade do Rio de Janeiro. Número máximo de 30 inscritos. Carga horária: 4 dias (4 horas por dia), total de 16hs. DEBATE / BATE-PAPOS: Realizar um bate-papo sobre a temática e processo de criação do espetáculo após as sessões de domingo. A atividade contará com um intérprete de Libras. Total de 8 bate-papos

Acessibilidade

Em atendimento a IN nº 1, de 10 de abril de 2023, serão adotadas as seguintes medidas: PRODUTO PRINCIPAL – ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Iremos realizar 8 sessões inclusivas com intérprete de Libras; Deficientes visuais: Serão realizadas 8 sessões inclusivas com audiodescrição na cidade do Rio de Janeiro. Pessoas com TEA (transtorno do espectro autista). Em todas as sessões teremos lugares reservados de fácil escape, prioridade na entrada e saída do espetáculo e abafadores de ruídos. PRODUTO SECUNDÁRIO – ENSAIO ABERTO: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Realizar 1 ensaio aberto com intérprete de Libras; Pessoas com TEA (transtorno do espectro autista). Em todas as sessões teremos lugares reservados de fácil escape, prioridade na entrada e saída do espetáculo e abafadores de ruídos. PRODUTO SECUNDÁRIO – BATE PAPOS: Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização dos bate papos seguidos do espetáculo apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuindo rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Os bate-papos contarão com intérprete de Libras para o público deficiente auditivo; PRODUTO SECUNDÁRIO – CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (OFICINAS): Acessibilidade física: Os espaços/teatros a serem definidos para a realização da oficina apresentarão condições de acessibilidade, ou seja, possuirão rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes e/ou assentos especiais para pessoas com mobilidade reduzida, entre outras instalações que estejam de acordo com as normas previstas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), e/ou equipe preparada para garantir o acesso de pessoas idosas e portadoras de deficiência ao espaço. Deficientes auditivos: Intérprete de libras para atender aos alunos PCDs auditivos Deficientes Visual: Apostila digital com áudio para atender as demandas de alunos PCDs visual

Democratização do acesso

Nosso projeto se propõe a atingir não apenas o público habitual dos teatros, mas principalmente classes menos favorecidas economicamente, universitários e de baixa renda, com ênfase nas escolas e universidades públicas. Junto a este público específico, pretendemos atingir formadores de opinião, como professores, coordenadores, alunos e profissionais envolvidos com teatro, literatura, música, cinema e tecnologia. Além das apresentações do espetáculo o projeto também oferece: Ensaios Abertos: Realização de 1 ensaio aberto fechado para ONGs e Instutuições Públicas de ensino. A sessão contará com tradução em Libras. Oficinas: Realização de 2 oficinas com intérprete de libras Bate papos: Realização de 8 bate-papo após as últimas sessões de domingo, com intérprete de libras Ingressos a preços populares: - A venda dos ingressos terá preços populares com valor máximo de R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia entrada); R$ 20,00 (promocional) e R$ 10,00 (meia entrada promocional) Para o PRODUTO PRINCIPAL, serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade às regras previstas na IN nº 1, de 10 de abril de 2023: - Distribuição gratuita de 10% dos ingressos a organizações sociais e/ou instituições públicas de ensino; - Comercialização de 20% dos ingressos com valor promocional; - Cobrança de valor de meia-entrada em 50% dos ingressos disponíveis para venda. - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do espetáculo, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; Para o PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDA SOCIAL (OFICINAS), serão adotadas as seguintes medidas: Em conformidade a IN nº 1, de 10 de abril de 2023: - Realizar oficinas com Inscrições 100% gratuitas

Ficha técnica

A participação do proponente NÃO se dará de forma voluntária. Serão funções desempenhadas pelo Proponente: A atividade que o proponente/dirigente da instituição realizará no projeto abrange também a responsabilidade pela sua gestão administrativa / técnico-financeira. O proponente realizará as funções de: 1 – DIRETOR DE PRODUÇÃO 2 - COORDENADOR DO PROJETO 3 – COORDENADOR ADMINISTRATIVO-FINANCEIRO 4 - OFICINEIRO OBS: Caso o proponente venha a captar recursos, o proponente também exercerá a função de Captador de Recursos FICHA TÉCNICA: Idealização e Texto: Celma Ungaro Direção Artística: Fernando Philbert Elenco: Eron Cordeiro, Karen Coelho e Gabriela Geluda Iluminação: Vilmar Ollos e Celma Ungaro Cenografia: Natália Lana Figurino: Marieta Spada Direção de Movimento: Marcia Rubin Videografia: Ricardo Vilarouca Direção de Produção: Cacau Gondomar - CLG Carvalho Lago e Gondomar Promoções Ltda. (PROPONENTE) Coordenador Administrativo Financeiro: Cacau Gondomar - CLG Carvalho Lago e Gondomar Promoções Ltda. (PROPONENTE) CURRÍCULOS: Celma Ungaro - Idealização, texto e iluminação - É iluminadora, pós graduada em gestão cultural e artes visuais e criou a luz de diversos espetáculos, tais como: “Pormenor de Ausência”com Giuseppe Oristanio e direção de Ernesto Picollo - Criação do Projeto de luz do Quinteto Villa Lobos no “Projeto 60 Anos de Música Brasileira”, desenho de luz do Show “Prosas e Tambores’, espetáculo “EncontroImpossíveis “ de Gustavo Gelmini, “O Defunto” de Marcos Mazzaro, “O mundo e o moinho” de Fauzi Arap, “Simone Mazzer e Grupo Semente tocam Nelson Cavaquinho” Sesc Copacabana, “Hamilton de Holanda toca Jacob do Bandolim” Sesc Copacabana, “Show de Paulinho Moska”, teatro da UFF, “50 anos de Afro Samba, gravação de DVD de Andre Muato e Robertinho Silva, “Noticias dum Brasil” show de Eduardo Gudin e Paulo Cezar Pinheiro, “Leny Andrade” Sesc Copacabana, “Cello samba Trio” show de Jacques Morelembaum, Sesc Copacabana, “Carlos Malta e Pife Muderno” show de gravação de DVD, “Nazareth Revisitado” com João Carlos Assis Brasil e Carlos Navas, Espaço Sesc/RJ, “Ballet Helfany e Jania, Balletrose Mansur, Ballet Simone Falcão, Ballet Maria Helena Brandão”, “Ballet da cor a cor inexistente”, baseado na obra de Israel Pedrosa, entre muitos outros trabalhos Fernando Philbert - Diretor - Fernando Philbert iniciou sua carreira de direção como assistente de Gilberto Grawonski, Domingos Oliveira e tendo como mestre desde o ano de 2008 o diretor Aderbal Freire Filho, ao lado de quem Philbert foi assistente em mais de quinze peças, entre elas Hamlet com Wagner Moura, A Ordem do Mundo com Drica Moraes, Incêndios com Marieta Severo, Macbeht com Renata Sorrah e Daniel Dantas. Como codiretor assinou junto com Lázaro Ramos a direção de O Topo da Montanha com Lázaro e Thaís Araújo. Como diretor em 2016 assinou O Escândalo Felipe Dussaert com Marcos Caruso que ganhou todos os prêmios de melhor ator no Rio de Janeiro em 2016. Dirigiu Louise Cardoso em 2018/19 em O que é que ele tem. E desde de 2017 esta com Contos Negreiros do Brasil em viagem por Rio e SP. Espetáculos “Tres Mulheres Altas”com Sueli Franco, “ Como não ser Montgomery Cliff”com Gustavo Gasparani”, Órfãos”, com Ernani Moraes”, ”Gaivotas” de Matei Visniec. Erom Cordeiro - Ator - Formado em Artes Cênicas, Interpretação, na Universidade Do Rio De Janiero, UNIRIO/RJ. Atua há 29 anos entre teatro, tv e cinema. Em Teatro, atuou em mais de 30 espetáculos, entre eles: “Doidas Folias”, dir. Christina Bethencourt/Paloma Riani,- Biennale Theatre Jeunes Publics, Lyon, França, 1997; “A Mãe”, dir. Luiz Fernando Lobo, (Cia Ensaio Aberto), 1998; “As Três Irmãs”, dir. Bia Lessa, 1999; “Mambembe Canta Mambembe” dir. Amir Haddad, 2004; “Pocilga” dir. Alessandra Vannucci, 2006; “Hedda Gabler” dir. Michel Bercovitch, 2007; “O Zoológico D Vidro”, dir. Ulysses Cruz, 2009; “Em Nome Do Jogo”, dir. Gustavo Paso, 2012; “Quem Tem Medo De Virginia Woolf?” dir. Victor Garcia Peralta, 2013; “Laio & Crísipo”, dir. Marco André Nunes (Aquela Cia), 2015; “Decadência”, dir. Victor Garcia Peralta, 2016; “Fauna”, dir. Marcelo Gabrowski/Erika Mader, 2017; “Tragédia: Uma Tragédia”, dir. Carolina Mendonça, 2017; “O Preço”, dir. Gustavo Paso, (Cia. Epigenia), 2019. Em televisão atuou em séries e novelas, como: “As Filhas de Eva” (2020); “Os Ausentes“ (2021). Venceu o prêmio de ator coadjuvante pelo trabalho em “O Buscador” no festival CINEPE, Recife (2021); melhor ator pelo curta “Besta-Fera” no Fic-Rio (2021) entre outros. Karen Coelho - Atriz - Formada na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL) e UniRio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) em Bacharelado em Artes Cênicas. Participou das peças teatrais: As Bruxas de Salém, de Arthur Miller, com direção de Antônio Abujamra; História de Amor, de Heiner Muller, dirigida por Nara Keiserman; Gota D'água, de Chico Buarque e Paulo Pontes, sob direção de João Fonseca. Em 2009, integrou o elenco da premiada montagem de O Zoológico de Vidro, de Tennessee Williams. E, no ano seguinte, de Olhe para Trás com Raiva, de John Osborne, ambas com direção de Ulysses Cruz. Na televisão, atuou nas novelas: Ciranda de Pedra, de Alcides Nogueira e Além do Horizonte, de Carlos Gregório e Marcos Bernstein, na Rede Globo. Ainda participou das peças: Silêncio!, de Renata Mizrahi; A Tempestade, de William Shakespeare, com direção de Marcelo Lazzaratto; O Camareiro, de Ronald Harwood e direção de Ulysses Cruz; Imagina esse Palco que se Mexe, dirigida por Moacir Chaves; Branca, de Walter Daguerre, com direção de Ivan Sugahara; Os sete gatinhos, de Nelson Rodrigues, dirigida por Bruce Gomlevsky. Entre 2017/2018, atua na temporada paulista e na turnê de Céus, de Wajdi Mouawad, com direção de Aderbal Freire-Filho. Em 2018, ficou em cartaz com A profissão da Senhora Warren, de Bernand Shaw, dirigida por Marco Antônio Pâmio, no Grande Auditório do MASP. Em 2020, estreou o monólogo "Onde estão as mãos, esta noite", peça vitual com dramaturgia de Juliana Leite e direção de Moacir Chaves. Gabriela Geluda - Atriz - Bacharel em canto lírico pela UNIRIO, mestre em música antiga pela Guildhall School of Music and Drama (Londres) e formada na Técnica de Alexander pelo Alexander Technique Studio (Londres). Vem trabalhando continuamente com acompositora Jocy de Oliveira como soprano solo de suas óperas há mais de 25 anos. Apresentou obras da compositora no Brasil, Alemanha, Argentina e França. Seu mais recente trabalho com Jocy de Oliveira foi o filme "Liquid Voices" que além de ganhar inúmeros prêmios em festivais mundiais de cinema (Israel, Polônia, Chile, Inglaterra, Espanha, França, EUA etc), estreou nas plataformas de streaming durante a quarentena obtendo sucesso de crítica e público. Em 2012 participou da remontagem da ópera “Einstein on the Beach” de Philip Glass e Bob Wilson no Baryshnikov Art Center de Nova Iorque, sob orientação do próprio Bob Wilson. Além de participar de óperas e musicais como artista convidada, também vêm produzindo e criando projetos como os espetáculos: “Migrações”, apresentado no Sesc Copacabana e Parque Lage em 2019. Em 2021 participou e co-produziu a micro ópera fílmica doméstica "Penélope 19", que agora viaja no circuito internacional, tendo recebido menção honrosa no Deep Focus Film Festival de NY. OS CURRÍCULOS CONTINUAM NAS ABAS "OUTRAS INFORMAÇÕES"

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.