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O projeto prevê a realização de uma temporada no Rio de Janeiro, composta por 12 apresentações, do espetáculo de dança CRAVO, resultado da parceria desenvolvida pelas coreógrafas e dançarinas Laura Samy e Alice Poppe. A nova criação decorre do encontro das artistas em diálogo com a linguagem cinematográfica, de modo a revelar, através das noções de profundidade, plano, contra plano e corte, variadas possibilidades expressivas da matéria. O espetáculo terá aproximadamente 50 minutos.
CRAVO decorre do encontro de Laura Samy e Alice Poppe em diálogo com a linguagem cinematográfica, de modo a revelar, através das noções de profundidade, plano, contra plano e corte, variadas possibilidades expressivas da matéria.
Objetivo Geral- Realização de uma temporada, composta por 12 apresentações, do espetáculo CRAVO, idealizado por Laura Samy e Alice Poppe, na cidade do Rio de Janeiro. Objetivos Específicos- Atingir um público direto de pelo menos 720 pessoas entre jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência.O público-alvo do projeto abrange pessoas de todos os gêneros e classes sociais, destacando-se artistas, estudantes de arte e pessoas interessadas em dança, mas não se restringindo apenas a estas categorias.- Alcançar pelo menos 10.000 pessoas de forma indireta, através da divulgação nas diferentes redes sociais;- Realizar uma oficina gratuita para 30 pessoas, como forma de compartilhar com a sociedade as fontes de conhecimento exploradas durante o processo criativo;- Garantir a acessibilidade ao projeto através da realização das apresentações com a opção de audiodescrição;- Realizar a temporada com ingressos vendidos a preços populares (até R$20);- Disponibilizar 10% dos ingressos de forma gratuita para instituições de ensino e organizações sociais.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E atende aos seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; CRAVO é o terceiro trabalho proveniente do encontro de Laura Samy e Alice Poppe, que encontram-se em processo colaborativo de criação desde maio de 2020. Na nova montagem, as artistas tensionam a tradição e o contemporâneo, inspiradas em clássicos da música, da literatura e do cinema. A viabilização do projeto possibilitará a criação de uma obra que promove o cruzamento entre diferentes linguagens artísticas, garantindo também a realização de uma temporada com ingressos vendidos a preços populares (até R$20), com o intuito de fomentar a democratização do acesso à cultura. Em CRAVO, Laura e Alice revisitam figuras dos solos "Dança Macabra" (2016) e "Máquina de Dançar" (2014), respectivamente, motivadas pelo gesto comum presente em ambos os trabalhos - o debruçar-se sobre si mesma. Na nova criação, as duas figuras são postas lado a lado. O avanço é inevitável. Motivadas pelos sentidos enunciados pela presença das guerras, dos sonhos e das suas memórias. Juntas caminham - delicadeza e brutalidade. A imagem de uma estrada evidencia o traçado que as une em tempos e lugares distintos.
O projeto não prevê a aquisição de bens materiais.
Realização de um espetáculo com 50 minutos de duração e classificação indicativa voltada para pessoas a partir de 16 anos.
O espaço de realização do projeto garantirá a acessibilidade de todas as pessoas, na perspectiva da mobilidade. Acessibilidade Física- Banheiros PCD masculinos e femininos;- Rampas em todo e qualquer local onde houver elevação;- Espaço na plateia reservado para pessoas com deficiência. Acessibilidade - Conteúdo- Realização das apresentações com audiodescrição;- Desenvolvimento de comunicação acessível nas redes sociais.
Como forma de cumprir com o que está disposto na Instrução Normativa MINC Nº 1 de 10/04/2023, o projeto prevê: Art. 27II - mínimo de 10% (dez por cento) dos ingressos para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;IV - mínimo de 20% (vinte por cento) dos ingressos para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 28VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. As duas artistas idealizadoras realizarão uma oficina gratuita de dança com 4 horas de duração voltada para 30 pessoas. A oficina compartilhará um pouco do processo explorado durante a criação do espetáculo. Alice Poppe é bailarina e colaboradora em processos de criação em dança contemporânea. Juntamente com o coreógrafo Paulo Caldas, fundou a Staccato Dança Contemporânea (1993) onde atuou por 11 anos. Colaborou com os artistas João Saldanha, Angel Vianna, Marcia Rubin, Mauricio de Oliveira, Pim Boonprakob, Thereza Rocha, Tato Taborda e Aderbal Freire-Filho. Entre os festivais que participou destacam-se Panorama RioArte de Dança (1993|2016), Dança Brasil (1998), Solos de Dança do Sesc (2006), Forum Internacional de Dança (2010), Bienal de Dança do Ceará (2001-2011), Festival de Dança do Recife, (2006-2010) Japan International Competition (1996), Wettbewerb für Choreographen Hannover (1994), Costante Cambiamento (2001), AmericArtes/KennedyCenter (2002), Bienalle de la Danse de Lyon (2002), Danse a Lille (2007) e Move Berlim (2007). Entre os prêmios e distinções destacam-se o de melhor execução na Mostra para Novos Coreógrafos (1995), Melhor Bailarina no prêmio RioDança (1998) e Mambembe (1998), os melhores da dança pelo Jornal do Brasil e O Globo com Tempo Liquido (2006), Prêmio Klauss Vianna (2006|2010|2015), Edital de Fomento RJ (2009), Edital FADA (2011) e os melhores da dança pelo Globo com Qualquer coisa a gente muda (2011). Das residências artísticas destacam-se Les Repérages (Danse a Lille 2007) no Porto e O Corpo Pensante com Vera Mantero (Ateliê Dudude - Casa Branca – BH 2013). Fez parte do filme Em três atos dirigido de Lucia Murat (2015). Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO (2018) com estágio doutoral no exterior pela Coventry University (Bolsista Capes/PDSE - 2017), Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ (2014) e Graduada em Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna (2004). Atualmente é Professora Adjunto da UFRJ onde desenvolve o projeto de pesquisa LINHA. Laura Samy é dançarina e coreógrafa. Ao longo da sua trajetória artística transita do balé clássico a outras formas expressivas, colaborando continuamente com artistas diversos em projetos de dança, teatro e das artes da cena em geral. Desenvolve pesquisas autorais que investigam o minimalismo dos gestos e das mobilidades no corpo como gatilho para a criação de imagens cênicas associando sua vasta trajetória pessoal como performer de dança à temáticas que investigam a inserção do sujeito na sociedade. Suas criações mais recentes são:O Pássaro e a Enguia - filme e espetáculo de dança homônimo, ambos lançados online e realizados em ampla colaboração artística com a pesquisadora e dançarina Alice Poppe (Prêmio Funarte 2020/ Retomada Cultural - Aldir Blanc - 2021); CRAVO – filme de dança criado e performado em parceria com Alice Poppe à convite do SESC RIO /2021, apresentado online no Canal Youtube do SESC RJ; Enquanto Borbulha, espetáculo de dança-teatro infantil, em parceria com a atriz e diretora Miwa Yanagizawa (Prêmio de Montagem Teatral /FUNARJ. Teatro Glaucio Gil e Armando Gonzaga (maio e junho/2022); Os 7 Samuraisespetáculo de dança (Edital Sesc Pulsar/RJ/2021), no Mezanino do Sesc Copacabana (setembro/2022; O Verbo é ir com Soraia Ravenle e Maria Clara Valle (Sede da Cia dos Atores, Midrash e reinauguração do Teatro Glauce Rocha (dezembro de 2023). É idealizadora e produtora da Mostra Caixote, mostra independente de dança realizada com o apoio da Escola de Cinema Darcy Ribeiro/Irene Ferraz desde 2016 e que em 2021 foi realizada no formato de Festival Caixote no MAM (Aldir Blanc/Festivais/2021), inaugurando a parceria com o museu e com a coreógrafa Alice Ripoll, também responsável pela codireção do festival.
Criação, Direção e Interpretação: Alice Poppe e Laura Samy Alice Poppe é bailarina e colaboradora em processos de criação em dança contemporânea. Juntamente com o coreógrafo Paulo Caldas, fundou a Staccato Dança Contemporânea (1993) onde atuou por 11 anos. Colaborou com os artistas João Saldanha, Angel Vianna, Marcia Rubin, Mauricio de Oliveira, Pim Boonprakob, Thereza Rocha, Tato Taborda e Aderbal Freire-Filho. Entre os festivais que participou destacam-se Panorama RioArte de Dança (1993|2016), Dança Brasil (1998), Solos de Dança do Sesc (2006), Forum Internacional de Dança (2010), Bienal de Dança do Ceará (2001-2011), Festival de Dança do Recife, (2006-2010) Japan International Competition (1996), Wettbewerb für Choreographen Hannover (1994), Costante Cambiamento (2001), AmericArtes/KennedyCenter (2002), Bienalle de la Danse de Lyon (2002), Danse a Lille (2007) e Move Berlim (2007). Entre os prêmios e distinções destacam-se o de melhor execução na Mostra para Novos Coreógrafos (1995), Melhor Bailarina no prêmio RioDança (1998) e Mambembe (1998), os melhores da dança pelo Jornal do Brasil e O Globo com Tempo Liquido (2006), Prêmio Klauss Vianna (2006|2010|2015), Edital de Fomento RJ (2009), Edital FADA (2011) e os melhores da dança pelo Globo com Qualquer coisa a gente muda (2011). Das residências artísticas destacam-se Les Repérages (Danse a Lille 2007) no Porto e O Corpo Pensante com Vera Mantero (Ateliê Dudude - Casa Branca – BH 2013). Fez parte do filme Em três atos dirigido de Lucia Murat (2015). Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO (2018) com estágio doutoral no exterior pela Coventry University (Bolsista Capes/PDSE - 2017), Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ (2014) e Graduada em Licenciatura em Dança pela Faculdade Angel Vianna (2004). Atualmente é Professora Adjunto da UFRJ onde desenvolve o projeto de pesquisa LINHA. Laura Samy é dançarina e coreógrafa. Ao longo da sua trajetória artística transita do balé clássico a outras formas expressivas, colaborando continuamente com artistas diversos em projetos de dança, teatro e das artes da cena em geral. Desenvolve pesquisas autorais que investigam o minimalismo dos gestos e das mobilidades no corpo como gatilho para a criação de imagens cênicas associando sua vasta trajetória pessoal como performer de dança à temáticas que investigam a inserção do sujeito na sociedade. Suas criações mais recentes são:O Pássaro e a Enguia - filme e espetáculo de dança homônimo, ambos lançados online e realizados em ampla colaboração artística com a pesquisadora e dançarina Alice Poppe (Prêmio Funarte 2020/ Retomada Cultural - Aldir Blanc - 2021); CRAVO – filme de dança criado e performado em parceria com Alice Poppe à convite do SESC RIO /2021, apresentado online no Canal Youtube do SESC RJ; Enquanto Borbulha, espetáculo de dança-teatro infantil, em parceria com a atriz e diretora Miwa Yanagizawa (Prêmio de Montagem Teatral /FUNARJ. Teatro Glaucio Gil e Armando Gonzaga (maio e junho/2022); Os 7 Samuraisespetáculo de dança (Edital Sesc Pulsar/RJ/2021), no Mezanino do Sesc Copacabana (setembro/2022; O Verbo é ir com Soraia Ravenle e Maria Clara Valle (Sede da Cia dos Atores, Midrash e reinauguração do Teatro Glauce Rocha (dezembro de 2023). É idealizadora e produtora da Mostra Caixote, mostra independente de dança realizada com o apoio da Escola de Cinema Darcy Ribeiro/Irene Ferraz desde 2016 e que em 2021 foi realizada no formato de Festival Caixote no MAM (Aldir Blanc/Festivais/2021), inaugurando a parceria com o museu e com a coreógrafa Alice Ripoll, também responsável pela codireção do festival. Direção de Produção: Marcelo Mucida Marcelo Mucida é produtor cultural, com experiência nas áreas de produção teatral, audiovisual e musical. Também desenvolve um trabalho de planejamento e produção de Comunicação e Plano de Mídia de projetos culturais, e possui diversas experiências profissionais em Festivais Internacionais. É coordenador de comunicação e marketing do movimento de sustentabilidade Green Nation. Assinou a direção de produção dos trabalhos Atos de Fala (2017 e 2019), Mamãe (2018), Apatia Dinossauro (2018), MIÚDA no Sérgio Porto (2017), MÓ (2016), A Cuíca do Laurindo (2016) e Pequeno Quadro Público (2013); a coordenação de comunicação dos projetos Green Nation (2018, 2019 e 2020), RIOFESTIV.AL (2018), MIÚDA no Sérgio Porto (2017), Mostra Hífen de Pesquisa-Cena (2016), FIL - Festival Internacional Intercâmbio de Linguagens (2015), TEMPO_FESTIVAL (2014, 2016, 2017, 2018 e 2019); e a produção executiva de espetáculos como A Santa Joana dos Matadouros (2015), As Bodas de Fígaro (2014 e 2015) e Uma Vida Boa (2014).
PROJETO ARQUIVADO.