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PRONAC 2311047Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FEIRA DE HISTÓRIAS - nova edição

CAMILA ASSIS PEREIRA
Solicitado
R$ 372,9 mil
Aprovado
R$ 372,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2024-10-01
Locais de realização (8)
Caieiras São PauloDiadema São PauloGuarulhos São PauloOsasco São PauloSanto André São PauloSão Bernardo do Campo São PauloSão Caetano do Sul São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto FEIRA DE HISTÓRIAS - nova edição propõe a realização de apresentações de contação de histórias para estudantes da rede pública da cidade de São Paulo e Grande São Paulo, a distribuição de livros para o acervo das bibliotecas das escolas contempladas pelo projeto, além de oficinas de contação de histórias para educadores. Todas as atividades serão gratuitas.

Sinopse

Feira de Histórias é um projeto cultural que visa atender estudantes de 6 a 10 anos da rede pública de ensino da cidade de São Paulo e Grande São Paulo, inclusive surdos, além de educadores da rede pública. Para tanto, realizaremos apresentações de contação de histórias, doação de livros e oficinas para educadores, instrumentalizando-os para a técnica de contar histórias em sala de aula.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: São objetivos gerais do projeto: o incentivo à leitura, a valorização da oralidade e da linguagem narrativa, a difusão do valor da literatura e de sua estreita ligação com a cultura popular e oral, a instrumentalização de educadores na prática da contação de histórias e a democratização do acesso às artes, através de ações totalmente gratuitas e em diferentes regiões da cidade de São Paulo e Grande São Paulo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: São objetivos específicos a oferta das seguintes ações: 1) 50 APRESENTAÇÕES DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS:Apresentações de contação de histórias com a Cia A Hora da História. As apresentações trarão poesias e contos populares do Brasil e do mundo, além de obras de importantes autores, e abordarão temáticas como: sustentabilidade, saúde, inclusão, educação financeira e consciência negra. 2) DISTRIBUIÇÃO DE 25 KITS DE LIVROS PARA O ACERVO DAS BIBLIOTECAS DAS ESCOLAS CONTEMPLADAS: Além do incentivo à leitura presente no projeto pelas características próprias do produto cultural em questão, a entrega de livros às escolas visa o enriquecimento do acervo literário das instituições de ensino. 3) 10 OFICINAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS PARA EDUCADORES E VIDEOAULA: A proposta é instrumentalizar os educadores para a prática da contação de histórias em sala de aula, e despertar a presença corporal no ato de narrar uma história, aguçando nas educadoras e educadores a mesma pré-disposição, comprometimento e o prazer que a criança possui no ato de brincar. Além das 10 oficinas presenciais, haverá a gravação de uma videoaula que será disponibilizada nas redes sociais da Cia.

Justificativa

Desde 2001 a Cia A Hora da História desenvolve ininterruptamente trabalhos de contação de história e incentivo à leitura para públicos de todas as idades. Aproveitando este longo histórico de produção e execução de projetos culturais focados no diálogo com a educação, FEIRA DE HISTÓRIAS - nova edição pretende fazer uso da contação de histórias como veículo para ações de incentivo à leitura dentro de escolas públicas do estado de São Paulo. Contar histórias é a mais antiga das artes. As histórias são fontes maravilhosas de experiências. As histórias formam o gosto pela leitura; enriquecem o vocabulário infantil, ampliam o mundo de ideias e conhecimentos e desenvolvem a linguagem e o pensamento. Além disso, educam e estimulam o desenvolvimento da atenção, da imaginação, observação, memória, reflexão e linguagem. O estímulo à leitura se dá pela curiosidade que a criança desenvolve ao perceber a riqueza de informações que está nela contida. É o contador de histórias que faz a ponte entre a linguagem escrita, "desconhecida" até então, e a linguagem oral, que lhe é mais familiar e da qual a criança tem mais domínio: a fala. Para despertar na criança o interesse pela leitura, é importante que o livro faça parte do seu universo, dos seus brinquedos e principalmente do seu dia-a-dia. Considerando isso, esse projeto tem como base 3 vertentes: introduzir o livro na atividade da contação de histórias, inserindo-o na cena e em citações durante a apresentação, agregar ao acervo da biblioteca da escola o material literário que foi usado na construção da atividade, e por fim, oferecer ferramentas aos professores para a prática da contação de histórias criada à partir de narrativa literária de autores que escrevem para o público infantojuvenil. A instrumentalização dos educadores para a utilização desta linguagem em sala de aula é fundamental para dar continuidade aos objetivos deste projeto, já que assim, o ato da leitura e do contar histórias se fará presente no cotidiano da criança por meio de seus professores. Conforme Art 1o da Lei 8.313, este projeto se justifica e enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? - Todas as ações ofertadas pelo projeto são gratuitas. Assim, não há receita gerada pelo projeto, e o mesmo seria inviável sem utilização da Lei de Incentivo à Cultura; - Trata-se de um projeto que visa atingir um público pertencente a camadas menos favorecidas da população, com pouco acesso a produtos e serviços culturais. O projeto cria o acesso a este público.

Estratégia de execução

FEIRA DE HISTÓRIAS é um projeto da Cia A Hora da História que já aconteceu em duas edições anteriores: Em 2007, foi contemplado pelo ProAC PROAC n.07/2007, e atendeu escolas da Rede Pública de Ensino com 64 apresentações, 8 oficinas para professores, doação de 192 livros paradidáticos e distribuição de centenas de apostilas de material didático, atendendo diretamente um público estimado de 12.960 pessoas, e sem qualquer custo para as instituições beneficiadas. Em 2008, a Cia foi contemplada pelo ProAC PROAC n.07/2008 e realizou FEIRA DE HISTÓRIAS II, com 40 apresentações e 5 oficinas de contação de histórias em Escolas da Rede Pública de Ensino da Grande São Paulo, atingindo diretamente um público estimado de 8.100 pessoas. Nessas duas edições do projeto, nos deparamos com uma grande receptividade por parte das escolas – tanto dos profissionais, como dos alunos – e um acentuado desejo por este tipo de ação. Dessa forma, propomos aqui sua terceira edição, no mesmo formato, mas atendendo outras escolas.

Especificação técnica

1) Apresentações de contação de histórias: As apresentações trarão poesias e contos populares do Brasil e do mundo, além de obras de importantes autores, e abordarão temáticas como: sustentabilidade, saúde, inclusão, educação financeira e consciência negra. Cada sessão conterá de 3 a 4 histórias, cujas temáticas poderão ser escolhidas pelo patrocinador, dentre as opções acima. Para além da forma, há também uma grande preocupação com o conteúdo abordado em cada história e com a maneira de apresentá-lo. Com uma abordagem não didática, a proposta é exercitar a empatia e o espírito crítico, convidando a um olhar igualitário e humanista. 2) Doação de kits de livros: Os livros doados contarão com obras que farão parte do repertório das apresentações. Assim, os alunos poderão aprofundar o contato com o material assistido, e os professores terão a possibilidade de fazer a integração do conteúdo do trabalho artístico com o trabalho pedagógico desenvolvido em sala de aula. 3) Oficinas de contação de histórias para educadores e videoaula: A oficina visa preparar o corpo e o “espírito” brincante dos educadores, para que seus recursos internos (gesto, projeção e entonação vocal, movimentação no espaço, respiração) estejam a serviço da palavra narrada. Ao final da oficina, os participantes receberão um certificado de participação. A videoaula terá como proposta compartilhar de forma gratuita e online os conteúdos presentes nas oficinas.

Acessibilidade

A Acessibilidade deste projeto, se dará da seguinte forma: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as apresentações e oficinas serão realizadas em locais com acessibilidade à portadores de necessidades especiais com rampas, banheiros adaptados, corrimão, etc. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: no intuito de abarcar pessoas com deficiência auditiva e visual, garantindo-lhes o direito de acesso a produtos artísticos de qualidade, haverá a presença de uma intérprete de libras em 10 apresentações de contação de histórias, tradução em libras na videoaula, além da inclusão de 1 livro em braille em todos os kits doados às escolas.

Democratização do acesso

A linguagem, o formato do projeto e todas as suas ações têm como norteador o propósito de democratização de acesso. A escolha de escolas públicas de diferentes regiões da cidade de São Paulo e Grande São Paulo, a gratuidade das ações, a preocupação com a escolha do repertório que será apresentado a cada sessão, além da formação de professores para a continuidade das ações, estão entre as principais ações de democratização da cultura desta proposta. No caso das doações de livros às escolas públicas contempladas, a democratização se dará tanto pela gratuidade das atividades, como pela proposta de oferecê-la em diferentes regiões da cidade. Conforme Art. 21, a democratização de acesso se dará através das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto na alínea “a”, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do Art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil;

Ficha técnica

Natália Grisi - CPF: 269.701.498-54 - Função: coordenação do projeto e contadora de histórias Camila Assis Pereira - CPF: 287.093.348-74 - Função: coordenação do projeto e contadora de histórias Luciana Catarina da Silva - CPF: 341.729.338-31 - Função: contadora de histórias (alternante) Kelly Aparecida da Silva / CPF: 100.362.138-45 / Função: oficineira Mariana Mioli Blanski - CPF. 044.809.649-83 - Função: contadora de histórias (alternante) Marcia Adriana Rocha - CPF: 196.514.798-41 - Função: produção executiva CAMILA CASSIS Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo - ECA/USP, Contadora de Histórias, Musicista e Teatro-Educadora. Co-fundadora da cia A Hora da História, e desde que foi fundada, é responsável pela composição e direção musical de seus projetos. Principais trabalhos realizados pela Cia A Hora da História: atriz, compositora e diretora musical de A Menina da Lagoa, contemplado pelo 4० Prêmio Zé Renato de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, e dirigido por Juliana Offenbecker; atriz, produtora e compositora em Escondeonde, espetáculo com direção de Jackie Obrigon e dramaturgia de Marcelo Romagnolli (2015); produtora, atriz, compositora e diretora musical de Brasilidades, espetáculo narrativo-musical (2014); co-autora, atriz, compositora e diretora musical de Por um Fio (2012); co-produtora, atriz, compositora e diretora musical em Tic Tac, texto de Mauricio de Barros e direção de Jacqueline Obrigon (2010). NATÁLIA GRISI Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo - ECA/USP. É atriz, diretora teatral, contadora de histórias e dramaturga. Co-fundadora da cia A Hora da História, na qual atua como artista criadora em todas as atividades, alternando também as seguintes funções - atriz, narradora de histórias, dramaturga, diretora cênica, performer e produtora. Na área da direção, integrou o projeto "Leitura na Escola" da Fundação para o Desenvolvimento da educação (FDE), dirigindo leituras dramáticas filmadas direcionadas a alunos e professores da rede pública de ensino. Fundadora do Núcleo Girândola (2012), onde atua como intérprete, diretora, dramaturga e produtora executiva. Escreveu e dirigiu o espetáculo infantil Melancia e Coco Verde (2009), indicado ao prêmio FEMSA 2009 na categoria "Revelação - Texto e direção"; com "Aurora e o pé de vento" - dramaturgia infantojuvenil - foi contemplada pelo EDITAL 03/2020 - PEÇAS EM PROCESSO / Dramaturgias do tempo / TUSP. LUCIANA CATARINALicenciada em Música no Centro Universitário Claretiano, 2015, onde atualmente cursa pós-graduação em educação musical. Atriz, musicista e contadora de histórias. Fundadora do Grupo Pererê, Cia que pesquisa a linguagem cênica e musical para crianças; o CD do projeto “Contando e Cantando Histórias” foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira. Com o Grupo Pererê também participou do DVD “Para os Pequenos”, de Maristela Loureiro e Ana Tatit, da Coleção Brinco e Canto – Editora Melhoramentos, atuando nos arranjos e execução das canções, 2014. Integrante da Cia A Hora da História desde 2010. Arte-educadora no Colégio Etapa/SP (2019) ministrando aulas de música. Educadora e Regente do Coral do Colégio Jardim São Paulo, ministrando aulas de música e interpretação na escola. MARCIA ROCHA Atuou como produtora de figurino no programa “Axé Se liga Brasil” , exibido pela TV Bandeirantes (1996). Na JZ TV e Cinema (1996 a 1998) formatou projetos para Leis Federais, Estaduais e Municipais de Incentivo a Cultura e na pré-produção de longa metragem. Produtora na Allegro Produções Artística (1999 a 2004), com espetáculos infantis realizados em escolas, hospitais e locais públicos por todo Brasil e também atuando na pré-produção de viagens com orçamentos/reservas de hotéis, vans, som e palco. Produziu eventos artísticos em Portugal entre 2005 e 2006. Assistente de produção do Núcleo Girândola desde 2014. Desde 2010, trabalha como produtora da Cia A Hora da História, revezando funções administrativas e executivas, a cada projeto. Experiência em produção executiva de projetos contemplados por leis de incentivo municipais e estaduais, e também prêmios como PROAC Expresso, Zé Renato, entre outros. MARIANA BLANSKIFormada como atriz pelo Teatro Escola Célia Helena em 2006, e em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011). Integrante da Cia A Hora da História desde 2015. Também atua em trabalhos narrativos na Cia Tá na Boca do Conto. Principais trabalhos como atriz: "Como Se Fora Esta Noite" texto de Garcia Morales, tradução e dramaturgia Analy Alvarez e direção de Marcus Cardeliquio (2018), “História dos Porões", texto Analy Alvarez e direção de André Garolli (2017), “Fora Do Mundo” texto e direção de Analy Alvarez (2016), "A Social" de Ricardo Corrêa e direção de Thiago Ledier (2015), “Os Azeredo mais Os Benevides" (2014) de Oduvaldo Vianna Filho e direção de João das Neves, GANGUE, de Pedro Guilherme e direção de Mauro Baptista Vedia (2013); CHOCOLATE AMARGO, de Renata Pallottini e direção de Pedro Vieira (2012); SEDUTOR POR ACASO, de Paulo F. e direção Jairo Mattos (2012); OS INADEQUADOS, de John Sandlers e direção Ralph Maizza (2011); ME LEVA PRA CASA, de João Fábio Cabral e direção Fabiana Carlucci (2009). Como psicóloga, realizou os seguintes projetos: Workshop de Conscientização Corporal em UBS’s; O Teatro e Seu Valor Terapêutico; Workshop Arteterapia e a reabilitação psicossocial das pessoas em sofrimento psíquico. KELLY ORASI Atriz há 25 anos, contadora de histórias desde 1998, e autora do livro infantil “A história que atravessou o oceano”. Graduada em comunicação social com especialização em narração de histórias. Docente do curso de pós-graduação “Narração Artística – O contador de histórias no contexto urbano” d’A Casa Tombada/FACON. Uma das fundadoras do Núcleo de Teatro Trecos e Cacarecos como o qual recebeu excelentes críticas e premiações em festivais, dentre eles, com o espetáculo “Dom Quixote, o cavaleiro sonhador” (Prêmio Melhores de 2011 pela Revista Crescer). Criadora do Núcleo de teatro Histórias e Objetos e do Núcleo de Narração Artística Boas Histórias. Uma das idealizadoras, curadora e professora dos Cursos Básico e Avançado de Contadores de Histórias realizado pelo Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo, na Biblioteca Hans Christian Andersen. Atua como atriz, contadora de histórias e palestrante em vários congressos, solenidades e festivais, dentre eles: Boca do Céu - Encontro Internacional de Contadores de Histórias, no qual também fez parte da equipe de organização. Como arte-educadora e contadora de histórias, atuou em projetos de incentivo à leitura, literatura e cidadania para a Associação Arte Despertar, Instituto Pão de Açúcar, FDE (Fundação do Desenvolvimento da Educação), entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.