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PRONAC 2311056Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Pororocas

ARTEBR LTDA - ME
Solicitado
R$ 727,1 mil
Aprovado
R$ 727,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-01
Término
2026-12-06
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto tem como objetivo criar diálogos, documentar e preservar o patrimônio cultural imaterial de nossa sociedade, por meio da realização do Festival Pororocas, que oferece aos públicos oportunidades de investigar e experimentar novas formas de pensar e de construir conhecimento, a partir de encontros entre profissionais e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento ao redor de questões contemporâneas comuns. Os saberes (bens imateriais) discutidos durante os encontros serão compilados em livros digitais, que serão disponibilizados gratuitamente. Serão realizadas oficinas para aprofundar as reflexões provocadas durante o Festival. Este projeto contempla as 4° e 5° edições do Festival. É gratuito e direcionado ao público adulto.

Sinopse

Descrição do Festival Pororocas: As 4ª e 5ª edições do Festival Pororocas são compostas por 4 encontros de aproximadamente 3 horas de duração cada uma. Cada encontro está estruturado da seguinte forma: Abertura | 15 minutos - ação poética (apresentação musical, performance, teatro, dança, narração de história etc) Boas-vindas | 10 minutos - apresentação do tema e dos convidados pela coordenadora do projeto Stela Barbieri Apresentações individuais | 1h20 - cada convidado expõe e/ou apresenta reflexões sobre o tema proposto Participação do público | 1h30 - interação público e convidados Festival Pororocas 4° edição (pode sofrer alterações) Dia 1 - Narrativas possíveis no mundo contemporâneo As narrativas permeiam a existência coletiva ou comum dando forma a imaginários, tradições culturais e espaços de convivência social, trazendo também para o mundo histórias singulares. Em que momento a história narrada com imagens, palavras, sons e corpos encontra com a história de cada pessoa? Nesse encontro vamos falar das narrativas das tradições, sobre a origem da palavra que narra e de nossa relação com as narrativas que estão presentes em espaços e contextos de convivência coletiva. Ação Poética inicial: Benjamim Taubkin - pianista, compositor e produtor musical Mediação: Dolores Prades - editora, gestora e consultora na área editorial de literatura para crianças e jovens Convidados: Lydia Hortélio - educadora e musicóloga Marcelo Machado – cineasta Benjamim Taubkin – pianista, compositor e produtor musical Regina Machado - contadora de histórias Dia 2 - Corpo vivo, corpo movente, corpo em relação Um corpo transita pelo espaço. Encontra outro corpo que mexe com algo que existe dentro de si próprio. Dentro do corpo acontece uma festa, ventania, serenata. A chuva cai, o corpo molha, fica frio. O corpo só. O corpo em grupo. O corpo em luta. Cardumes, eremitas e passeatas. Corpo que é pele, que é pântano. Como a sociedade em que vivemos hoje olha para esses corpos? O corpo é supervalorizado, mas também reprimido, segregado. O corpo é sagrado, mas também é carne, é marca, é matéria. Um corpo que tende a ser progressivamente mais individualizado, mas que cada vez mais altera o espaço destruindo-construindo na medida que se relaciona em trânsito intermitente. Que corpo é esse? Que corpos são esses? Ação Poética inicial: Coletivo Encrespados Mediação: Virginia Kastrup – psicóloga e pesquisadora Convidados: Estela Lapponi - dançarina, performer e videoartista Manuela Carneiro da Cunha – antropóloga Carmen Luz - coreógrafa e artista visual Gustavo Caboco - artista visual Dia 3 - Migrações e fronteiras Território estrangeiro, diáspora, saudade. Um mundo que se expande: línguas, casas, ausências, encontros. As reminiscências do lar e o perene deslocamento. Fluxos constantes, fronteiras que se desmancham e se solidificam. Como se desenha uma fronteira? A cordilheira dos Andes, uma régua imperialista ou o mar? O que nos faz chegar e o que nos faz caminhar? Convidamos pessoas cujas existências e práticas se relacionam com as diásporas, com os deslocamentos da palavra, dos corpos, do movimento e das dinâmicas sistêmicas do planeta. Ação Poética inicial: Carolina Velásquez - artista plástica, performer e educadora Mediação: Carolina Velásquez - artista plástica, performer e educadora Convidados: François Moïse Bamba - contador de históriasRita Mendonça - bióloga e sociólogaChristine Greiner - professora e pesquisadora ColetivA Ocupação - teatro e performance Dia 4 - Construções: entre mapas e territóriosOs espaços físicos - com suas topografias, sua vegetação, suas características climáticas, históricas e políticas - fazem convites ou impõem limites que se confrontam com modos de ocupar e fundar lugares. Neste encontro, vamos dialogar sobre os confrontos nas ocupações das cidades, sobre a literatura que abre espaços para outros mundos possíveis e sobre a força do engajamento que transforma lugares. Como cada povo se relaciona com suas terras? Como construir e reconstruir estruturas que possibilitem outros modos de habitar? Para onde caminhamos com os modos hegemônicos de se habitar as cidades? Ação Poética inicial: Salloma Salomão - Músico e professor e pesquisador de Cultura Negras, Afrodiaspóricas e História da ÁfricaMediação: Guilherme Wisnik – arquiteto Convidados: Benki Piyãko - representante político e xamânico do povo Ashaninka Roberta Estrela D'alva – poetisaMarcelino Nenê (Quebradinha) - artista visualBrisaflow - rapper Festival Pororocas - 5°edição (pode sofrer alterações) Dia 1 - Carregando fósforos - memória e projeto de país O que tem sido feito das memórias que nasceram e se criaram em nosso chão? Como as narrativas se propagam enquanto ação, unindo passado, presente e futuro? Quais são os futuros sonhados e construídos a partir de quebras na história hegemônica? Neste encontro, olharemos para cada ser como uma síntese de tempos, uma brecha no fluxo contínuo dos movimentos que compõem o que chamamos de presente. Somos continuidades e rupturas. Tudo o que inventamos agora levou anos para ser criado. Ação Poética inicial: André Tato - professor e palhaço Mediação: Julia Cavazzini - artista, educadora, pesquisadora de culturas alimentares e curadora Convidados: Sidarta Ribeiro - neurocientista e biólogo Mateus Aleluia - músico, cantor e compositor Laerte Coutinho - cartunista e chargista Conceição Evaristo - linguista e escritora Lula Wanderley - artista gráfico e poeta Dia 2 - Cidade-trama, lugares inventados As cidades, emaranhados de relações entre materialidades, corpos e presenças visíveis e não visíveis, se apresentam a cada um de nós como formas e estruturas consolidadas em sua rigidez. Com que olhos vemos a cidade? Com que corpos habitamos a cidade? Que olhos e corpos somos? Que cidades somos? Abriremos, neste encontro, brechas para pensarmos nas fissuras de cristalização dos lugares que inventamos coletivamente e que compõem o que chamamos de cidade. Ação Poética inicial: Ani Ganzala - grafiteira e artista visual Mediação: Bruninho Souza - pedagogo e mediador de leitura Convidados: Erica Malunguinho - educadora, artista plástica e política Ana Lira - fotógrafa, artista visual e pesquisadora Andrés Sandoval - artista gráfico Hebert - montador Dia 3 - Mergulhos na terra, conversas entre espécies Deslocar o olhar, movimentar e fazer circular os pontos de referência. Olhar grande, olhar miúdo, olhar rente a terra e na copa das árvores. Como temos nos relacionado com as espécies que nos são companheiras em habitar este planeta? Como (re)posicionar a existência a partir de uma fissura na hegemonia humana? Convidamos pessoas que vivem relações com a terra a partir de diferentes saberes, fazeres e universos para dialogar ao redor de nossas relações multiespécies. Ação Poética inicial: Daniel Munduruku - contador de histórias, escritor e professor Mediação: Fernando Reinach - biólogo e pesquisador Convidados: Bruno Follador - geógrafo Kaka Wera - contador de histórias, escritor e ambientalista Daniel Munduruku - escritor, professor e ativista Neide Rigo - nutricionista, pesquisadora de PANCs e da culinária regional brasileira Dia 4 - Futuro rizomático: conexões e fungos Redes, transmissões, rizomas, raízes, fungos e comunidades. Quais são as formas e sistemas que estruturam e sustentam nossas possibilidades de invenção de futuros? Como sonhar a partir de outros sistemas e maneiras de organização da existência partilhada? Se o futuro é ancestral, quais futuros queremos abandonar? Ação Poética inicial: Novíssimo Edgar - rapper e multiartista Mediação: Stela Barbieri - artista, autora e narradora de histórias Convidados: Edneia Gonçalves - socióloga e educadora Jorge Forager - agrofloresteiro e pesquisador da biodiversidade Jera Guarani - pedagoga e liderança indígena Gustavo Torrezan - artista, pesquisador, educador

Objetivos

Geral:O projeto tem como objetivo criar diálogos, documentar e preservar o patrimônio cultural imaterial de nossa sociedade, por meio da realização do Festival Pororocas, que oferece aos públicos oportunidades de investigar e experimentar novas formas de pensar e de construir conhecimento, a partir de encontros entre profissionais e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento ao redor de questões contemporâneas comuns.Específicos: Festival: Realizar 08 (oito) encontros entre profissionais e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento ao redor de questões contemporâneas comuns, valorizando os saberes (bens imateriais), com aproximadamente 3 (três) horas de duração, totalizando 24 (vinte e quatro) horas de atividades, que serão divididas entre duas edições do Festival Pororocas (4ª e 5ª edições). Os encontros serão realizados presencialmente e com transmissão simultânea para os canais digitais, e posteriormente ficarão disponibilizados no Youtube no canal "Binah Espaço de Arte". Livro: Publicar 02 (dois) livros digitais, com a edição dos encontros promovidos durante o Festival Pororocas, em formato PDF e ePub, contendo uma edição da íntegra das conversas, imagens e textos de apresentação, valorizando os saberes (bens imateriais) discutidos, que serão disponibilizados gratuitamente no site do binåh espaço de arte (com divulgação nas redes sociais: 11,9 mil seguidores no Instagram) e enviado para a rede de escolas públicas parceiras do binåh espaço de arte, artistas, profissionais liberais e jornalistas, integrantes do mailing do binåh (6700 contatos). Oficinas: Realizar 08 (oito) oficinas de formação, gratuitas e direcionadas preferencialmente a professores, para aprofundar as reflexões provocadas durante o Festival.

Justificativa

Das razões para o uso do Mecanismo de Incentivo: Entendemos que projeto está alinhado aos incisos I; IV e V do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, porque o Festival oferecerá ingressos gratuitos para o público, as Oficinas serão realizadas de forma gratuita e os livros serão distribuídos gratuitamente; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional, tendo em vista a multiplicidade de pessoas convidadas para os encontros, com destaque para Benki Piyãko, representante político e xamânico do povo Ashaninka; e V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, dado que os modos de ser e estar no mundo são orientadores das discussões que serão promovidas durante o Festival Pororocas e que, posteriormente, serão registrados nos dois livros que registrarão os saberes apresentados durante o Festival. Além disso, como o Festival Pororocas - a partir de encontros entre profissionais e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento ao redor de questões contemporâneas comuns - busca ampliar a discussão acerca da transdisciplinaridade e sua relação com a arte, entendemos que a proposta está alinhada ao inciso II do Art. 3° da Lei, qual seja, o fomento à produção cultural e artística, mediante a "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore". No mais, como já apontado, os ingressos do Festival são oferecidos de forma pública e gratuita, conforme disciplina o inciso IV: estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Por essas razões, entendemos que este mecanismo é adequado para a viabilização do projeto. Da preservação do patrimônio imaterial: A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) define como patrimônio imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas _ com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural." Esta definição está de acordo com a Convenção da Unesco para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, ratificada pelo Brasil em março de 2006. A partir de encontros entre profissionais e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento ao redor de questões contemporâneas comuns, poderemos registrar os saberes de pessoas diversas, de modo a criar diálogos, documentar e preservar o patrimônio cultural imaterial de nossa sociedade. Sobre o festival: O Festival Pororocas promove o "encontro das águas do conhecimento" partindo da arte, em diálogo com as outras áreas do conhecimento, propondo um olhar transdisciplinar aos fenômenos contemporâneos que marcam as dinâmicas de nosso tempo. Entendemos também transdisciplinar como o encontro e diálogo entre pessoas com diferentes saberes, linguagens de ação e reflexão. A transdisciplinaridade aproxima as artes, as ciências e outras áreas, colocando esses universos à serviço dos mistérios, problematizações e questões a serem investigadas a cada tempo histórico, continuamente. Os olhares das crianças, por exemplo, nos mostram que os fenômenos existentes no mundo são compostos por diversas áreas do conhecimento. Não à toa, muitas perguntas das crianças se aproximam de questionamentos gerados também por cientistas e artistas. Sob essa ótica, questões como o corpo humano e as fronteiras podem ser vislumbrados a partir de aspectos químicos, físicos, naturais, políticos, poéticos ou estéticos, considerando as experiências distintas de artistas, biólogos, sociólogos, contadores de histórias, dançarinos e antropólogos ao redor delas. Quantos saberes estão implícitos nos conceitos que nos atravessam cotidianamente e como podemos exercitar novas maneiras de olhar, compreender e propor transformações? A perplexidade diante de um fenômeno observado pode nos reposicionar frente à realidade, provocando deslocamentos que nos levam à busca por novas possibilidades e caminhos. Este festival, sempre tendo as áreas e linguagens da arte como dinamizadoras, propõe encontros entre profissionais, estudiosos e pessoas com experiências diversas que vivenciam em seus cotidianos questões transdisciplinares ao redor de fenômenos comuns, buscando tornar visíveis as relações entre os múltiplos aspectos da vida em sua variedade e complexidade. Amplia-se, assim, as maneiras de expressar, estudar e produzir conhecimento, a partir de bases epistemológicas que não hierarquizem as fontes do saber. A partilha dessas experiências e olhares de múltiplos contextos pode gerar a força motriz para o surgimento de diálogos e aprendizagens que possam ir além da divisão disciplinar do conhecimento, de modo que conectem os saberes para criar outros paradigmas de existência no mundo. Na contemporaneidade, tem se intensificado um processo de segmentação e especialização das áreas do conhecimento. Esses conhecimentos são compartilhados e compreendidos dentro de nichos específicos que raramente dialogam com pessoas de fora: um skatista raramente dialoga com um arquiteto ou um gestor de políticas públicas - mas ambos lidam com o espaço, questão que já foi discutida em edições anteriores do Festival Pororocas. Além disso, existe uma tendência a hierarquizar as áreas do conhecimento. Algumas áreas são colocadas como mais relevantes que outras. Criam-se abismos, distinções, supremacias. O que um economista tem a aprender com um artista? Ou uma dançarina com um matemático? Como as coisas que cada um vivencia, estuda, se encanta no seu dia a dia podem interagir, se misturar, inspirar e se desdobrar em novos caminhos de pensamento e expressão no mundo? Acreditamos na transdisciplinaridade como uma potência e um movimento que se faz necessário nos tempos atuais. Para criar novas formas de existência pessoais, coletivas e políticas é necessário abrir espaços, ouvir outras vozes, pisar em outros terrenos, promover rupturas na normalidade. Perguntar-se é essencial, e pensar em conjunto pode ser transformador. Ao realizarmos ações com abordagem transdisciplinar, desenhamos caminhos e processos que vão além do entendimento segmentado das disciplinas do conhecimento, propondo integração e transformação em tempos de saberes cada vez mais tecnificados e setorizados. O festival é apresentado aqui em duas edições para garantir sua sequencialidade em um contexto de dificuldades de financiamento nas áreas das artes e da cultura, tornando-o um espaço contínuo de reflexão e diálogo sobre questões e problematizações que atravessam a contemporaneidade, a partir de um olhar transdisciplinar e buscando as contribuições que as diferentes linguagens das artes e das ciências podem oferecer.

Estratégia de execução

Sobre o Festival Pororocas: Pororocas é um festival que promove o encontro das águas do conhecimento através de debates com profissionais de diversas áreas com o intuito de tornar visíveis as relações entre diferentes aspectos da vida em toda a sua variedade e complexidade. O objetivo desses encontros é amplificar as maneiras de estudar e perceber os fenômenos na contemporaneidade. Este projeto contempla as 4° e 5° edições do Festival. É gratuito e direcionado ao público adulto. Cada uma das edições acontece durante 4 dias consecutivos no Bináh Espaço de Arte, sendo um encontro de 3 horas de duração por dia, das 19h às 22h. Cada encontro reúne uma mesa transdisciplinar com 4 profissionais e um mediador em torno de um mesmo tema e terá uma pequena apresentação artística inicial. Os profissionais são das mais diferentes áreas do conhecimento, como artistas, matemáticos, arquitetos, biólogos, agricultores, psicólogos, músicos, pedreiros, costureiras, designers, cineastas, marceneiros, antropólogos, astrônomos, cozinheiros, gestores, entre outros. Após a realização do Pororocas serão realizadas 8 oficinas de formação, gratuitas e direcionadas preferencialmente a professores, para aprofundar as reflexões provocadas durante o Festival. Será realizado presencialmente com transmissão simultânea para os canais digitais. Sobre a divulgação do projeto: A divulgação do projeto será realizada inteiramente on-line, contando com criação de peças de divulgação das ações nas redes sociais do Binåh Espaço de Arte, dos parceiros e dos participantes, além de estratégia de marketing digital que inclui o impulsionamento pago e anúncios dessas divulgações visando alcançar um maior público. Também enviaremos uma newsletter para aproximadamente 8 mil contatos e contaremos com uma assessoria de imprensa que será responsável pela criação de releases e divulgação em sites e revistas especializadas do meio cultural, utilizando a ferramenta Comunique-se. O Festival Pororocas contará com um perfil de Instagram exclusivo.

Especificação técnica

Livros: Os livros digitais (ebooks) com a edição dos encontros promovidos durante o Festival Pororocas, em formato PDF e ePub, apresentarão a íntegra das conversas, além de imagens e textos de apresentação. Serão publicados dois livros, com as mesmas especificações: N° de páginas: aproximadamente 64 páginas. Formato 30X30 cm, aberto. Versões PDF e ePub. Oficina - Projeto pedagógico: As oficinas propostas desdobrarão os assuntos, diálogos e ações poéticas de cada dia de festival a partir de convites e investigações em ateliê. Partindo de múltiplas linguagens da arte, são oficinas-lugares para se inspirar e tornar visíveis pensamentos e ideias através de experimentações com diferentes materiais e materialidades. Buscaremos provocar deslocamentos e criar aberturas ao estado de arte e ateliê que mobiliza os participantes a se relacionarem com invenções e pesquisas singulares e coletivas, de maneira transdisciplinar. Em cada oficina, a equipe de educadores do Binåh Espaço de Arte convidará o grupo a se aprofundar no assunto relativo a um dia de festival, com dispositivos que convoquem à experimentação e contextos de investigação. Atravessaremos diferentes linguagens como o desenho, as construções a partir de diversas materialidades e escalas, a pintura, as narrativas orais, escritas e ilustradas e as linguagens gráficas. 4ª edição: Oficina 1 - Narrativas possíveis no mundo contemporâneo Oficina 2 - Corpo vivo, corpo movente, corpo em relação Oficina 3 - Migrações e fronteiras Oficina 4 - Construções: entre mapas e territórios 5ª edição: Oficina 1 - Carregando fósforos - memória e projeto de país Oficina 2 - Cidade-trama, lugares inventados Oficina 3 - Mergulhos na terra, conversas entre espécies Oficina 4 - Futuro rizomático: conexões e fungos Materiais Necessários 1 bobina de papel pardo 60g/m2 - 35,00 1 bobina de papel sulfite 90g - 914x50m - 140,00 Cartolina de papel kraft 180g - 1 pacote - 80,00 Bloco papel canson creme A4 - 140g - 5 pacotes - 15,00/pacote Carvão para desenho - 5 caixas - 12,00/ caixa Cola bastão 10g - 2 pacotes com 10 - 68,00/ pacote Argila - 5 kg - 8,00 /kg Giz pastel oleoso 12 cores - 4 caixas - 15,00/caixa Nanquim preto - 1000ml - 100,00 Tinta guache 250mL cores variadas - 10 potes - 10,00 o pote Papel color plus 180g - 2 pacotes 100 folhas - 50,00 cada Fita isolante vermelha 19mm x 40m - 5 rolos - 6,00 o rolo Fita isolante azul 19mm x 40m - 3 rolos - 6,00 o rolo Fita isolante preta 19mm x 40m - 3 rolos - 6,00 o rolo Fita de papel craft 48mm x 50m - 1 rolo - 20,00 Fita crepe 18mm - 1 pacote com 6 - 10,00 Giz de cera 12 cores - 3 caixas - 10,00 a caixa Aquarela sólida 12 cores - 4 caixas - 25,00 a caixa

Acessibilidade

Festival Pororocas: São medidas que serão adotadas: 1. Acessibilidade física do local: o Bináh Espaço de Arte é acessível a pessoas com deficiência, oferecendo rampas, e espaços designados para cadeiras de rodas. Rubrica orçamentária: Não se aplica. 2. Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais): o Festival será transmitido ao vivo no canal do Youtube e posteriormente editado e disponibilizado na mesma plataforma e no site da instituição, com legendas e libras. Rubrica orçamentária: Acessibilidade para vídeos. 3. Assistência individualizada: equipe treinada para oferecer assistência individualizada às pessoas que precisem de auxílio durante o evento, seja para se locomover pelo local, acessar informações ou participar das atividades. Rubrica orçamentária: Mediadores Acessibilidade. Oficinas: São medidas que serão adotadas: 1. Acessibilidade física do local: o Bináh Espaço de Arte é acessível a pessoas com deficiência, oferecendo rampas, e espaços designados para cadeiras de rodas. Rubrica orçamentária: Não se aplica. 2. Tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais): Haverá tradução de libras para as oficinas. Rubrica orçamentária: Intérprete de Libras para Oficinas. 3. Assistência individualizada: equipe treinada para oferecer assistência individualizada às pessoas que precisem de auxílio durante o evento, seja para se locomover pelo local, acessar informações ou participar das atividades. Rubrica orçamentária: Mediadores Acessibilidade. Livro: Uma vez que publicaremos os livros em versão digital, não vislumbramos medidas adicionais de acessibilidade. Destacamos que os textos do livro serão compilados a partir dos vídeos dos encontros, que serão disponibilizados no YouTube, com legendagem e libras.

Democratização do acesso

As atividades propostas (08 encontros e 08 oficinas) e os livros serão oferecidos de forma gratuita ao público. Destacamos que o proponente pretende ainda “IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal”, na medida em que o Festival será transmitido ao vivo no canal do YouTube e posteriormente editado e disponibilizado na mesma plataforma e no site da instituição, com legendas e libras. Festival: Os 08 (oito) encontros entre profissionais e pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento ao redor de questões contemporâneas comuns, com aproximadamente 3 (três) horas de duração, serão oferecidos de forma gratuita. As 100 vagas serão preenchidas por inscrição via formulário online divulgado nos canais de divulgação do festival e do Binåh Espaço de Arte. Esses encontros têm como público alvo artistas, estudantes, professores e educadores e interessados no geral, especialmente pessoas ligadas à construção e disseminação de ideias na vida contemporânea. Oficinas: As 8 (oito) oficinas de formação relativas a cada mesa serão oferecidas de forma gratuita, tendo como público alvo artistas e educadores. Cada oficina terá 2 a 3 horas de duração, com 30 vagas, preenchidas por inscrição via formulário online divulgado nos canais de divulgação do festival e do Binåh Espaço de Arte. Livro: Os livros digitais (ebooks) serão distribuídos de forma gratuita no site do binåh espaço de arte (com divulgação nas redes sociais: 11,9 mil seguidores no Instagram) e também serão enviados para a rede de escolas públicas parceiras do binåh espaço de arte, artistas, profissionais liberais e jornalistas, integrantes do mailing do binåh (6700 contatos).

Ficha técnica

A instituição proponente, por meio de sua sócia administradora Stela Barbieri, atuará na Coordenação Geral do projeto. A seguir, apresentamos o currículo resumido dos principais participantes: Coordenação Geral Stela Barbieri CPF 128.204.868-60 Stela Barbieri é artista, autora, educadora e contadora de histórias. Dirige o binåh espaço de arte, um lugar de educação e invenção, com aulas, palestras e formações. Foi diretora da ação educativa do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, curadora educacional da Fundação Bienal de São Paulo, conselheira da Fundação Calouste Gulbekian, em Portugal, e assessora na área de arte e educação para várias escolas e museus em diferentes estados do país. Publicou materiais educativos para instituições culturais, livros para professores e 30 livros para o público infanto- juvenil. Ao longo de sua trajetória como artista, vem pesquisando as materialidades e a relação da fabulação e da invenção com diversos públicos, propondo obras oficinas e atuando em diferentes campos: artes visuais, educação e literatura infantil. Realiza exposições, espetáculos e ministra cursos que entrelaçam arte, educação e narração de histórias, no Brasil e no exterior. http://www.stelabarbieri.com.br Curadoria Equipe Binåh Binåh espaço de arte é um lugar de invenção, investigação e imaginação. Um lugar de encontros e experiências com e a partir da arte, que foi construído no ateliê de Stela Barbieri e Fernando Vilela. Conta com uma equipe de profissionais diversos (cineastas, designers, artistas, escritores, educadores, músicos e cientistas) e realiza cursos, oficinas, grupos de estudos, assessorias, encontros, visitas, ateliês e festivais para adultos e crianças. https://www.binahespacodearte.com.br/ Projeto de Comunicação Visual (Projeto Gráfico) Fernando Vilela CPF 188.166.018-41 Fernando Vilela é autor e ilustrador, artista visual, educador, designer e pesquisador em arte e livros ilustrados. Possui graduação em artes plásticas pela Unicamp e mestrado em artes pela ECA-USP. Seus livros foram publicados em 14 países. Com obras premiadas no Brasil e no exterior, destaca-se Lampião & Lancelote (Pequena Zahar), que recebeu dois prêmios Jabuti e um prêmio na Feira Internacional do Livro Infantil de Bolonha. Cinco de seus livros entraram para o Catálogo White Ravens, da Biblioteca Internacional da Juventude de Munique, que realiza uma importante seleção de livros ilustrados do mundo. Como artista visual, Vilela já ganhou importantes prêmios, realiza exposições de arte em galerias e museus no Brasil e exterior e possui obras em coleções, como a do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York e da Pinacoteca do Estado de São Paulo. www.fernandovilela.com.br Coordenação educativa Pedro Campanha CPF 345.251.778-02 Pedro Campanha é artista, educador, designer gráfico e produtor. Bacharel em artes visuais pela universidade estadual de Campinas (UNICAMP) (2010). Professor de desenho e orientador de projetos multidisciplinares em arte. Foi coordenador dos ateliês e ministrou cursos, oficinas e vivências em artes visuais no Espaço Cultural Porto Seguro (2018-2020). Em 2014 foi artista-orientador do programa vocacional da prefeitura de São Paulo. E em 2012, iniciou estudos na École Supérieure des Beaux Arts de Montpellier Agglomeration / Montpellier na França. Em 2013 foi artista residente do espaço Pony Royal em Berlim / Alemanha e da Residência São João em São José do vale do Rio Preto / RJ. Em 2016 publicou o livro "Querido diário, arremesse-me fora daqui"pela deep editora. Assistente de Coordenação Geral Fabiana Freier CPF 442.706.358-60 Fabiana Freier é arquiteta, educadora e artista. Formada em arquitetura pela Universidade de São Paulo, dedica-se ao estudo de cartografias da experiência e da cidade e suas intersecções com arte e infância. Integrou projetos que entrelaçam o espaço urbano, os espaços da escola e seus saberes, como o Projeto Pytá, vinculado à Universidade de São Paulo. Atua no binåh espaço de arte como educadora, produtora de conteúdo e realizando documentações. Coordenação de Comunicação Daniela Buono CPF 180.537.688-81 Daniela Buono é jornalista, redatora, roteirista e especialista em comunicação digital. Produtora de conteúdo sobre maternidade e primeira infância (Cia das Mães, Amamentação sem Mistério, Radar da Primeira Infância). Atuou na imprensa (MTV, Cultura, GNT, TV Escola), em empresas (WMF Martins Fontes, Alfa Tennant, EDP Brasil, Cielo, Votorantim), em organizações civis (Itaú Cultural, Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Instituto Alfa e Beto), startups (AppGuardian, Cia das Mães) e em governos (prefeituras de São Paulo e Santo André). Produção Executiva Nathalia Ungarelli CPF 77008804172 Nathalia Ungarelli é diretora da empresa de produção cultural NU Projetos de Arte e atua desde 2009 como produtora cultural e coordenadora de montagem de exposições no circuito cultural desde 2004. Com formação acadêmica na área de Artes Visuais e Especialização em Poéticas Contemporâneas, cursados na Universidade de Brasília, dedica-se ao estudo, produção e gestão de eventos culturais, especificamente na área de artes visuais. Captação e edição de vídeo André Cruz CPF 368.652.958-03 Sou um filmmaker e diretor de fotografia de São Paulo. Formado em jornalismo, levei alguns anos para concluir minha migração ao audiovisual. Entrei pela porta da montagem, trabalhando na ilha de edição e fui me direcionando para a direção de fotografia, onde encontrei minha forma de expressão. Participei como diretor de fotografia ou assistente de câmera em diversos projetos comerciais, documentais e ficcionais como freelancer, além de dirigir, fotografar e editar projetos de minha produtora, a Captura Filmes. Assistente administrativo Pedro Isaias Neto CPF: 418.739.728-06 Pedro Isaias Neto é tecnólogo em radiologia, músico e assistente administrativo. Atuou na área de atendimento ao cliente e liderança de equipes de atendimento em empresas como PlayArte LTDA e Centro Terapêutico Dr. Máximo Ravenna SP, na área administrativa da empresa Bordo Plast LTDA e como músico suplente em uma das inúmeras formações da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Atualmente cuida da parte administrativa/financeira do Binåh Espaço de Arte, com Stela Barbieri, Fernando Vilela e equipe. Coordenação editorial Josca Ailine Baroukh CPF 033.464.438-09 Mestre pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, graduada em Psicologia pela Universidade de São Paulo, com especialização para professores de Educação Infantil e Ensino Fundamental no Espaço Pedagógico, com Madalena Freire. Atuou na rede particular de ensino como professora de Educação Infantil e primeiros anos do Ensino Fundamental 1 durante 14 anos; no Ensino Superior, com formação inicial de professores; na formação continuada por 4 anos, como formadora de diretores e coordenadores pedagógicos da Educação Infantil pela Secretaria Municipal da Educação de São Paulo, no programa Rede em rede, sob supervisão da Professora Zilma de Oliveira, entre outros; na coordenação do núcleo de formação de professores do Setor Educativo do Instituto Tomie Ohtake e coordenadora dos projetos de ensino à distância da Fundação Bienal, para professores de Arte do Estado de São Paulo. Trabalha com formação de gestores e professores desde 1999. É coordenadora do curso de pós-graduação “Educação Infantil: investigações e fazeres das crianças de 0 a 3 anos” no Instituto Singularidades; co-coordenadora do curso "A vez e a voz das crianças: escutas antropológicas e poéticas das infâncias", com Adriana Friedmann, n'A Casa Tombada; e atua no setor de Tecnologia Educacional da Escola Vera Cruz. Transcritor e digitador Jessica Feu Lima Canuto CPF 406.851.498-46 Jessica Feu Lima Canuto tem 31 anos, é Engenheira Civil, musicista e auxiliar administrativo, pós graduanda em engenharia de segurança do trabalho, avaliação e perícia em obra.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.