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PRONAC 2311071Apresentou prestação de contasMecenato

Festival Amazônia Mapping - 2024

AILA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,93 mi
Aprovado
R$ 1,89 mi
Captado
R$ 1,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 1,00 mi

Eficiência de captação

52.8%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2024-01-11
Término

Resumo

O Festival Amazônia Mapping é um projeto inovador na região Amazônica e propõe um diálogo intenso entre as artes visuais, a tecnologia e o espaço urbano de cidades, com suas histórias, memórias e fluxos. Esta edição do projeto em 2024, comemora 11 anos de existência do festival e ocorrerá em Belém, oferecendo oficinas e apresentações artísticas gratuitas, ampliando as ações do festival que já possui histórico de7 edições realizadas, na cidades de Belém, Santarém e Alter do Chão. A cada edição, o festival interage com a arquitetura, ambientes urbanos e não urbanos, através de macro projeções audiovisuais em variados formatos como video mapping, encontros entre som e imagem, performances audio visuais, live cinema. O Amazônia Mapping se propõe a valorizar artistas da Amazônia promovendo o intercâmbio com profissionais de outros estados brasileiros, possibilitando assim democratização de conhecimento no norte do país, acerca de temas como artes visuais, tecnologia e intervenção urbana.

Sinopse

Apresentações artísticas Mostra Principal A mostra artística do festival apresentará obras audiovisuais mapeadas, ou video mappings apresentados em projeções de grande formato, que interagem com a arquitetura do prédio escolhido para o festival.Serão selecionados 4 artistas brasileiros atuantes na Amazônia e no panorama nacional, sob curadoria de Roberta Carvalho. A curadoria se pauta na diversidade de olhares e na representatividade regional e nacional de cada artista. O vídeo mapping ou (mapeamento de vídeo) é uma inovadora técnica de vídeo, considerada o futuro das projeções. Construções, prédios históricos, tudo vira um possível local para a utilização da técnica e projeção das imagens. É realizado a partir de softwares que processam o mapeamento de elementos e superfícies, como paredes, detalhes arquitetônicos e outros detalhes tridimensionais de prédios, casa, monumentos, etc. Em seguida, as imagens mapeadas servem como base para projeções de imagens, criando ilusões gigantescas e um verdadeiro espetáculo visual. Os conteúdos são os mais variados possíveis e estão relacionados à poética e à obra de cada artista. Classificação livre Mostra aberta O festival fará uma chamada pública para a mostra aberta expandindo seu alcance e possibilitando a participação de mais artistas, sendo assim democratizando o acesso a produção de arte brasileira e a difusão artística. A mostra aberta pretende selecionar no mínimo 20 obras audiovisuais em diversos formatos: video mapping, video performance, 3d, live painting, video arte, etc. A mostra aberta premiará até 2 trabalhos, com prêmios em dinheiro, sob a forma de cachê artístico, e terá seu conteúdo apresentando na mesma data e local da mostra principal. Classificação livreOficinas O projeto oferecerá oficinas gratuitas, envolvendo temas como: introdução ao video mapping, edição de vídeo e composição, produção sonora para instalações audiovisuais, entre outros. As oficinas são gratuitas, com inscrição aberta online no site do festival. A divulgação será realizada na imprensa e nas redes sociais do festival. As oficinas serão direcionadas para públicos diversos, de acordo com o nível de familiaridade que estes possuem sobre o tema. Serão ofertadas 20 vagas para cada oficina. As oficinas terão, em média, carga horária de 6h a 12h. Serão ofertadas 2 oficinas na cidade de Belém. Público alvo: Estudantes e público em geral interessado em artes visuais, tecnologia, intervenções urbanas, etc.

Objetivos

Objetivos gerais Realizar a edição 2024 do Festival Amazônia Mapping, um festival inovador na área de artes visuais e novas mídias, composto por oficinas e apresentações artísticas no espaço público da cidade, com programação toda gratuita. O festival já é um marco em uma região de riquíssima visualidade mas historicamente com pouco trânsito de projetos relativos a artes visuais e tecnologia. A proposta envolvendo centenas de artistas e profissionais de área, bem como o grande público em grandes espetáculos visuais e ocupações artísticas da cidade, aliando tecnologia, inovação e democratização da arte. Objetivos específicos - Realizar em Belém/PA o Festival Amazônia Mapping, um dos grandes festival de arte e tecnologia do Brasil. - Realizar apresentações de obras de artes visuais projetadas em pontos estratégicos da cidade e possibilitar acesso do grande público; - Abordar diversos formatos de apresentação dos trabalhos artísticos visuais, unindo intervenção urbana, performances audiovisuais, videomapping, projeções em larga escala, entre outras. - Interagir artísticamente com espaços urbanos, como prédios, monumentos, praças e locais típicos da cidade para apresentação e montagem das obras e apresentações artísticas; - Desenvolver e exercitar a linguagem artística e tecnológica de pesquisadores e artistas da região Norte do país; - Fomentar a experimentação da linguagens artístico-tecnológicas por artista da Amazônia; - Possibilitar o intercâmbio de informação cultural e artística tendo como eixo o norte do país, abrindo caminhos para o fortalecimento da arte fora do eixo sudeste; - Democratizar: dar acesso ao grande público a espetáculos de qualidade, inovadores, de linguagem contemporânea e acessível; - Difundir conhecimento através de oficinas e workshops gratuitos acerca de arte, tecnologia e video mapping; - Traduzir para o grande público, de maneira clara, por meio do plano de divulgação, a importância e as vias de acesso ao festival; - Lançar chamada pública nacional para inscrição de artistas no festival com remuneração artística;

Justificativa

O Festival Amazônia Mapping quer estimular a relação entre artes visuais, o uso das novas tecnologias e sua relação com a cidade, promovendo intervenções urbanas em espaços públicos da cidades de Belém, capital paraense. A proposta visa, de maneira crítica, refletir e estimular proposições em que a intervenção urbana se una a imagem e som, gerando diversas possibilidades para os trabalhos apresentados. Desde vídeo mappings, live cinemas, projeções em grande escala, intervenções com vídeo, performances áudio-visuais, projetos de site specific, videoarte, entre outros formatos. Sempre no vetor artes visuais e novas mídias. Valorizando o entorno e gerando novos significados para as cidades por onde passa, o Festival Amazônia Mapping se propõe a habitar a Amazônia de maneira criativa, interagindo com seus elementos visuais, sua história, dialogando com seu povo - tendo a cidade como tela. Assim, prédios históricos, embarcações, monumentos e outros elementos podem ser o suporte de apresentação dos trabalhos. A proposta do Festival Amazônia Mapping é reconfigurar olhares sobre nossa paisagem urbana, levando a arte para e espaços inimagináveis, de forma lúdica, crítica e com conteúdos relevantes. Neste sentido, o Amazônia Mapping, emerge nos horizontes da Amazônia para fomentar as artes visuais, a arte-tecnologia, o intercâmbio de conhecimentos e fazer desta região um dos pontos de circulação, desenvolvimento e difusão deste diálogo. O intuito no Festival é democratizar e permanecer, na sua 7ª edição, comemorando seus 11 anos de atuação, inteiramente gratuita, tanto na etapa de formação (oficinas) quanto na etapa de apresentações artísticas (intervenções em espaços públicos). E para tal, é imprescindível o mecanismo de incentivo público via lei, com a finalidade de canalizar recursos para o setor, afinal, abarca as ações de todos os incisos do artigo 1º da Lei 8313/91. E o festival contempla os objetivos: I b, II c, II e, IV a, V b do artigo 3º.

Estratégia de execução

O Festival Amazônia Mapping completou em 2023 seus 10 anos de história. É um festival pioneiro em discutir sobre tecnologia nas artes visuais na Amazônia. Já reuniu em suas edições mais de 150 artistas visuais locais e nacionais, contando com um público de mais de 100.000 pessoas. Durante a pandemia, em 2020, na impossibilidade de ocupar os espaços físicos, apostou na interatividade e na imersão em meios virtuais. Com o tema “Realidades Expandidas” convidou o público do mundo inteiro a uma experiência inédita: pela primeira vez em formato virtual, o projeto ocupou um território onírico e surpreendente - uma ilha imaginária amazônica, criada em 3D, construída especialmente para o festival, que foi o palco de uma programação gratuita que reuniu projeções de vídeo-mapping, apresentações audiovisuais, performances, oficinas e muito mais. Com gráficos realistas, o projeto da ilha Amazônia Mapping foi construído através de uma programação gamer, e proporcionou uma nova experiência de streaming ao público, que foi transportado para o coração de uma amazônia imaginária, entre a floresta e a cidade, com muita arte e tecnologia. Em 2021, foi realizado de forma híbrida, contando com programação na ilha 3D, oficinas online e presenciais, e apresentações artísticas presencialmente na cidade de Belém. Já realizou edições em Santarém e Alter do Chão, expandindo suas ações pelo Pará. Desde a sua primeira edição, democratiza acesso, tendo toda a programação formativa e artística gratuita, movimentando a cena das artes visuais e tecnologia no norte do Brasil.

Especificação técnica

Durante o Festival Amazônia Mapping serão realizadas oficinas de diferentes durações que buscarão promover um aprofundamento e desenvolvimento de questões específicas sobre artes visuais e tecnologia. As oficinas serão direcionadas para públicos diversos, de acordo com o nível de familiaridade que estes possuem sobre o tema. Sendo assim, acontecerão tanto atividades introdutórias, com a intenção de formar novos públicos, quanto atividades para público especializado, objetivando a atualização de profissionais. - Resumo Oficinas > Quantidade oficinas: mínimo de 2 oficinas. Carga Horária de cada oficina: 6 a 12 horas Quantidade máxima de participantes por oficina: 20 pessoas Local: Belém/PA

Acessibilidade

A parte formativa do Festival Amazônia Mapping será realizada em locais que atendam as necessidades de acessibilidade dos portadores de necessidades especiais, de acordo com as normas vigentes, contando com rampas de acesso e reserva de espaços (área PCD), tanto nas ações formativas quanto nas apresentações artísticas. A programação artística do Festival será realizada em espaço aberto, público, no centro histórico da cidade, onde serão disponibilizados banheiros químicos especificos para portadores de necessidades especiais. Em termos de acessibilidade de conteúdo o festival contará com libras durante a programação do Festival, para portadores de necessidade especial auditiva, promovendo ainda mais a democratização dos conteúdos culturais difundidos pelo festival. O aftermovie, vídeo registro do Festival, contará com audiodescrição.

Democratização do acesso

O Festival Amazonia Mapping é um evento totalmente gratuito, e por ser um projeto realizado com recurso público, tem obrigatoriamente, um compromisso ético de retornar aos cidadãos de Belém, cidade de realização do festival, ações que fomentem o desenvolvimento local, tanto para público quanto para a produção cultural local com contratação de fornecedores e equipe experiente local. Sendo assim, o Festival levará oficinas de capacitação gratuitas para as comunidades locais, que serão ministradas em locais de fácil acesso ao público em geral, com o intuito de fomentar na população local o interesse pelas artes visuais e multímida, tanto como apreciadores quanto como sujeitos produtivos. Além disto, o acesso a todas as apresentações artísticas do festival é gratuito e livre para todos os públicos. O Festival irá disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos de caráter presencial, no canal oficial do Youtube;

Ficha técnica

Direção Geral e Produção Executiva - AÍLA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS EIRELI Responsável pela direção geral do projeto, organização de grupos de trabalho, cronogramas, objetivos, parcerias e gerenciamento de atividades das demais áreas envolvidas no projeto: comunicação, produção e técnica. AÍLA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS EIRELI, com nome fantasia "11:11 ARTE". Focada em produção cultural, a 11:11 realiza projetos na área cultural, desde 2011, que envolvam artes integradas, com foco principal em música e artes visuais, promovendo, através de projetos pioneiros, o intercâmbio e diálogo cultural entre a a Amazônia e o Brasil, bem como produzindo e realizando projetos dentro do Estado do Pará, assim colaborando para formação de público e difusão da arte e cultura nortista. Idealizou, coordenou e fez curadoria do Festival LÁ DO PARÁ, evento de artes integradas que reuniu diversos artistas do estado do Pará no SESC São Paulo em 2013. Fez a Coordenação Geral e Produção Executiva de todas as edições do Festival AMAZÔNIA MAPPING (desde 2013), pioneiro evento de arte e tecnologia na Amazônia, que integra o mapa dos raros festivais no mundo neste perfil. Idealizou e fez a curadoria do Festival VIVA BREVES (2014), importante evento de formação profissional e apresentação artística no Marajó que reuniu teatro, dança, música, culinária, fotografia e videomapping. Produziu o Projeto PROJEÇÕES DO FEMININO (2014), ganhador do Prêmio Funarte Mulheres nas Artes Visuais / MINC edital 2013, que circulou por 3 capitais da Amazônia Brasileira: Rio Branco (AC), Belém (PA) e Macapá (AP), levando intervenções visuais com projeção mapeada em fachadas de prédios históricos destas cidades. Fez a direção artística e produção executiva do CD O SOM DA AMAZÔNIA e Turnê Nacional de Lançamento (2013), de Mestre Solano, um dos maiores mestres da guitarrada paraense, projeto aprovado no Edital Natura Musical 2012 e 2013. Idealizou e fez a produção executiva do "MANA", um festival de música e feminismo, que acontece desde 2017, na cidade de Belém do Pará. O evento discute o protagonismo das mulheres na música e abre espaço para o debate e fortalecimento de artistas da Amazônia e do Brasil, através de mesas de debate, palestras, oficinas, shows, mostra audiovisual, intervenções urbanas e muito mais. Faz a gestão de carreira da cantora Aíla, que é um dos principais nomes contemporâneos da música brasileira que vem da Amazônia, e da artista visual Roberta Carvalho, destaque das artes visuais brasileira. Roberta Carvalho - Diretora artística Responsável pela curadoria de artistas do projeto, acompanhamento da produção das obras que serão exibidas, escolha de formatos, conteúdos e formatação da programação. Direcionamento e acompanhamento de toda a montagem da sala imersiva, aprovação de releases de imprensa e toda e qualquer divulgação do projeto Artista visual, multimídia e diretora artística. Desenvolve trabalhos envolvendo vídeo, intervenção urbana, projeção, realidades mistas, instalação e projetos interativos. Formada em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Pará, fez mestrado em artes visuais pela Universidade Estadual Paulista. Foi vencedora do Prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais, e participou de várias exposições e projetos nacionais e internacionais, como Brasil Futuro: As Formas da Democracia, HEALING - Life in Balance”, no @weltkulturen.museum em Frankfurt, Festival On_OFF 2019 (Itaú Cultural), Virada Cultural de São Paulo (2013 , 2016 , 2018 e 2019), Festival de Luzes de São Paulo (SP, 2018), Amazon Connection, Bruxelas-Bélgica, 2018, Arte Pará 2015, 2017 e 2019, Periscópio – Zipper Galeria (São Paulo, 2016), 7ª Mostra SP de Fotografia (2016), Visualismo – Arte, Tecnologia, Cidade (Rio de Janeiro, 2015), Festival Multiplicidade (2014), entre outros. Suas obras integram os acervos do Museu de Arte Contemporânea Casa das 11 Janelas (PA), Museu de Arte do Rio (MAR) e Museu da Universidade Federal do Pará. Além de artista, sua poética abrange atuações como artista-curadora e diretora artística em projetos que envolvem artes visuais, tecnologia e questões sobre o território amazônico. É criadora do Festival Amazônia Mapping, um projeto pioneiro de arte e tecnologia no Brasil. No Rock in Rio 2022, foi diretora artística e curadora da NAVE, uma instalação imersiva que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Foi curadora-adjunta da exposição Brasil Futuro: as Formas da Democracia (na edição Pará). Site: http://www.robertacarvalho.art.br Aíla - Diretora artística Responsável pela conceituação geral do projeto, criação de roteiro, acompanhamento da produção das obras que serão exibidas, escolha de formatos, conteúdos e formatação da programação. Além de direcionamento pra trilha sonora, aprovação de mixagem, masterização. Direcionamento e acompanhamento de toda a montagem da sala imersiva, aprovação de releases de imprensa e toda e qualquer divulgação do projeto AÍLA é uma das principais vozes da música contemporânea da Amazônia. É fundadora e diretora artística de festivais pioneiros na Região Norte do país, como o MANA, que destaca o protagonismo das mulheres na indústria musical, e o AMAZÔNIA MAPPING, que integra intervenção urbana, música, artes visuais e tecnologia. Foi diretora musical da NAVE no Rock in Rio 2022, que levou mais de 50 artistas amazônidas para o maior festival de música do mundo. Suas letras falam sobre questões importantes, como gênero e feminismo, e de amor, da paixão a sofrência, embaladas pela música popular das bordas do país. Suas turnês já passaram por palcos como Coala Festival e Rock in Rio. “Sentimental", seu novo álbum, é uma imersão nos ritmos populares amazônidas, fincado na cultura brasileira. Site: http://www.ailamusic.com

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-11
Locais de realização (1)
Belém Pará