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PRONAC 2311092Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Revitalização do Museu de Ciências da Terra - MCTer

INTERMUSEUS
Solicitado
R$ 9,11 mi
Aprovado
R$ 9,11 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
PreservaçãoRegistroPromoção d Acervo d Museu/Memór
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2028-12-31
Locais de realização (2)
Rio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Proposta cultural que visa à realização da parte de reposicionamento institucional e expográfico da Revitalização do Museu de Ciências da Terra _ MCTer, localizado na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Para tanto, prevê como produto principal a Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais, e como demais produtos, a realização da exposição de longa duração, um catálogo do acervo do museu e o Serviço Educativo (Curso / Oficina / Estágio).

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo principal da proposta é a elaboração e implantação de um novo posicionamento público, para torná-lo uma instituição histórico-científico-cultural mais dinâmica e integrada à comunidade, tornando acessível seu acervo e capital de conhecimento de forma alinhada às referências contemporâneas e expectativas e demandas educacionais e culturais da sociedade. Esta proposta é parte de um projeto mais amplo de revitalização do MCTer para que ele cumpra sua missão de "Pesquisar, desenvolver (inclusive mediante coleta), preservar e gerir acervos científico, documental e instrumental das geociências em geral, com enfoque na história e atualidade da mineração, exploração e produção de Petróleo e de outras fontes de energia, proporcionando ao público acesso à informação e ao conhecimento por meio de programas interdisciplinares e interativos de comunicação, educação e cultura". Observação: Este projeto prevê a realização das ações descritas abaixo e, após a inauguração da exposição de longa duração, o Intermuseus fará o acompanhamento por dois meses para que possa avaliar os resultados. Por esse motivo, os Planos de Distribuição da Exposição e do Serviço Educativo (Curso / Oficina / Estágio) apresentam os números de beneficiários somente para esses dois meses. Após a finalização deste projeto, o MCTer fará a gestão e dará continuidade a essas ações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais - Modernização do equipamento histórico cultural, incluindo desenvolvimento de uma nova identidade visual, planejamento estratégico museológico e museográfico, criação de site, criação e produção de produtos para serem comercializados na loja do museu e outras ações para torná-lo uma instituição histórica-cultural mais dinâmica e integrada à comunidade. Catálogo - Criação e distribuição de um catálogo para o museu 1000 exemplares; idiomas: português, inglês e espanhol; conteúdo: acervo do Museu Curso / Oficina / Estágio - Elaboração e implementação do programa educativo, que prevê receber um público de 8.000 pessoas através de atendimentos agendados e espontâneos, pelo período de dois meses. Inclui treinamento do serviços educativo do museu, a criação e produção de materiais de apoio pedagógico. Exposição - Realização da exposição de longa duração do MCTer, que prevê receber um público de 40.000 pessoas pelo período de dois meses

Justificativa

O edifício do Museu de Ciências da Terra - MCTer foi planejado em 1880 para ser a primeira universidade do Brasil, que se chamaria Dom Pedro II, plano este que não foi concretizado. O Palácio dos Estados, como foi chamado após sua conclusão, designou-se a abrigar a Exposição Nacional de 1908, em comemoração ao centenário da abertura dos portos do Brasil ao comércio mundial. Ao final da Exposição, passou a ser sede do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil (SGMB), que para la´ se transferiu em 1909, juntamente com sua exposição de geologia e mineralogia, criando-se o Museu do SGMB, e com outros órgãos do Ministério da Agricultura. Em 1934, o SGMB foi extinto e em seu lugar criou-se o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), passando a exposição a ser conhecida como Museu da Divisão de Geologia e Mineralogia. Com a criação da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), atual Serviço Geológico do Brasil (SGB), em 1969, o edifício-sede do MCTer tornou-se patrimônio dessa empresa. Apesar disso, somente agora em 2021, o MCTer conseguiu ser institucionalizado no âmbito do SGB-CPRM, como unidade descentralizada. Atualmente o MCTer encontra-se aberto parcialmente, especialmente para visitas escolares marcadas, para fins educativos, para pequenas exposições itinerantes de seu acervo. Seu prédio, um palacete localizado no bairro da Urca no Rio de Janeiro, que tem uma parte destruída por um incêndio em situação precária, necessita ser recuperado (a recuperação física não faz parte deste projeto), e seu acervo revisitado e apresentado em uma exposição de longa duração para que o público tenha pleno acesso e possa usufruir de todo o conhecimento e possibilidades de aprendizagem que ele possibilita nas áreas de sedimentologia, estratigrafia, bioestratigrafia, paleontologia, micropaleontologia, paleoecologia, paleoambiente, paleoclima, sistemas petrolíferos e tectônica de bacias aplicadas ao estudo de bacias sedimentares petrolíferas brasileiras. O MCTer é, historicamente, uma referência para pesquisa científica em geologia e paleontologia. Dentre suas ações nessa área estão o intercâmbio de acervo e materiais de pesquisa, a recepção de pesquisadores e estudantes para estágios e períodos de investigação e a permuta de publicações. Apesar das condições não adequadas das reservas técnicas e laboratórios, o fato de o Museu ter um acervo referencial e único faz com que ele seja bastante procurado por pesquisadores nacionais e estrangeiros. Sua importância científica ímpar, tanto pelo acervo de que e´ tradicionalmente depositário, quanto pela pesquisa que ai´ e´ empreendida e seu potencial de parcerias institucionais, tanto no âmbito público, como privado, o tornam uma instituição com a capacidade de se tornar referência no cenário científico. O MCTer conserva uma enorme quantidade de documentos históricos relacionados ao desenvolvimento do conhecimento geológico do país tais como: mapas, cadernetas de campo, fotos, manuscritos e anotações elaborados pelos pioneiros da geologia e paleontologia brasileiras. A coleção de minerais e rochas e´ considerada uma das mais importantes do país, tanto pelo número de exemplares, como pela qualidade dos itens do acervo. Sua coleção de fósseis é uma das maiores da América do Sul, compreendendo fósseis do Permiano ao Quaternário. O acervo conta com os ossos reais da coluna vertebral de dois dinossauros, coletados no Triângulo Mineiro, com informações sobre a pesquisa paleontológica, realizada no município de Uberaba, MG, desde 1945. Por tudo isso se coloca como um dos mais importantes museus científicos do Brasil. Em fevereiro de 2023 foi lançado, pelo SGB _ Serviço Geológico do Brasil/ Ministério das Minas e Energia, chamamento público para Credenciamento de organizações da sociedade civil para fins de apresentação de projeto com fundamento na Lei no 8.313, de 23 dezembro de 1991 ("Lei Rouanet"). O Intermuseus foi uma das organizações da sociedade civil que se apresentou e foi qualificado neste chamamento e estabeleceu um Acordo de Cooperação para elaborar e implementar a exposição permanente, revisar sua identidade visual e implementar uma nova, elaborar material educativo, plano de trabalho com a comunidade do entorno do museu e criar produtos para sua loja, tornando o MCTer uma instituição apta a ser aberta ao grande público (Acordo de Cooperação em anexo). O Intermuseus é uma organização da sociedade civil criada em 2010, qualificado como OSCIP, que tem um histórico consistente de trabalho com requalificação de instituição museológica. Durante os anos de 2019 e 2022 foi responsável pelo projeto de Requalificação do Sítio Roberto Burle Marx, também situado no município do Rio de Janeiro. Este projeto tratou de um reposicionamento amplo da instituição, preparando-a para atender o público de forma mais estruturada. Tratou das seguintes frentes de ação: planejamento estratégico museológico; curadoria e implementação de exposição de longa duração; plano diretor e projetos de intervenção arquitetónica para melhor estruturação das áreas de gestão e pesquisa; levantamento, tratamento, catalogação e digitalização do acervo de obras de Roberto Burle Marx; criação de site para acesso público à vida e obra do artista; criação de programa educativo e materiais educativos; criação de catálogo e folheteria; criação de produtos para a loja do Sítio; elaboração de plano de relacionamento com a comunidade e de plano de sustentabilidade. Este trabalho foi realizado com o apoio do BNDES, com parceria com o IPHAN e com a utilização da lei de incentivo fiscal _ lei Rouanet, o que demonstra a capacidade instalada do Intermuseus trabalhar com instituições públicas de grande relevância e com procedimentos administrativos específicos e minuciosos. Além disso, o Intermuseus tem experiência na realização de outros projetos diretamente voltados ao público em geral, e a parcerias com instituições de outros campos sociais e educacionais. Dentre elas, destacamos uma parceria com o Empathy Museum de Londres, tendo trazido uma de suas exposições para São Paulo; a utilização deste acervo do Museu da Empatia junto a escolas públicas; a realização de projetos de discussão de temas contemporâneos que desafiam o campo da cultura contemporânea, como antirracismo, decolonialidade e impacto da cultura em desafios sociais pelos quais passamos em nosso país. Mesmo diante de projetos com relevância facilmente reconhecida, como a Revitalização do Museu de Ciências da Terra - MCTer aqui apresentada, a solicitação de apoio junto ao Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura e o conhecimento presente em nossos patrimônios históricos e culturais, à população. Sobre o enquadramento no Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V _ salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Sobre o enquadramento no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III _ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) Construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamentos de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Estratégia de execução

Anexos: Memorial descritivo expográfico – Estudo Exposição Equipe MCTer jul 22 Acordo de Cooperaçã, que valida a apresentação do projeto - ACORDO DE COOPERAÇÃO Nº 151 Apresentação de estudo de revitalização museológica e museográfica do MCTer – Apresentação GIG Plano de Trabalho para o Acordo De Cooperação Técnica entre Intermuseus e a Companhia De Pesquisa De Recursos Minerais em benefício do Museu de Ciências da Terra Cronograma de atividades

Especificação técnica

Descrevemos abaixo como está concebido cada produto: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços CulturaisTrata-se de um produto fundamental, tendo em vista que o MCTer está praticamente funcionando de portas fechadas, com apenas 2 exposições itinerantes que ocupam apenas uma sala e bem pouco elaboradas e com apresentação expográfica precária. Este produto é fundamental, também, porque se constitui como a base que permitirá a valorização de um patrimônio muito pouco conhecido e bastante relevante na história do Rio de Janeiro e do país, permitindo uma divulgação, engajamento e acesso do público a acervo e conhecimento constituídos no MCTer. Este produto está composto de atividades que incluem: o planejamento do novo posicionamento do MCTer considerando uma nova identidade visual (logomarca, sinalização externa e interna, definição de padrões para a comunicação escrita em todos os tipos de materiais, apresentações institucionais, folders, comunicações online e em redes sociais); a elaboração de um projeto de relacionamento do MCTer com a comunidade do entorno, que reforçará sua presença física no território; a criação de uma plataforma online - site - para acesso e comunicação com o público geral e democratização do acesso ao seu acervo e conhecimento e, por fim, produtos para a loja do museu, para proporcionar, ao público, uma experiência estendida de relação com o Museu, levando uma memória dele para casa. ● 2500 folders, couché 150g, 4 cores, A4, 3 dobras, frente e verso ● Os produtos para a loja (10 produtos previstos, a serem definidos no processo de planejamento) deverão ser criados por um/a designer e terem uma primeira edição produzida para ser doada ao Museu e vendida por este para a realização de atividades extras, não prevista em seu orçamento anual. A definição dos produtos e quantidades será resultado do planejamento e dos limites orçamentários definidos neste momento. Catálogo do MCTer O catálogo será um produto importante também para o novo posicionamento institucional e público do MCTer: divulgará ao público em geral, não apenas o visitante, o conhecimento e acervo acumulados pelas atividades de pesquisa e coleção presentes na instituição. Permitirá consolidar sua importância e relevância para subsidiar um maior entendimento dos diversos processos geológicos e produtos que fazem parte da história da mineração no Brasil e seus impactos positivos e negativos na vida das comunidades e de cada um de nós, na sustentabilidade do país, nas escolhas políticas, econômicas, sociais envolvidas na definição de utilização dos recursos naturais. Contemplará, também, a perspectiva educativa histórica milenar expressa em seu acervo paleontológico único, também importante para nos pensarmos relativamente e historicamente como seres vivos. ● O catálogo deverá ser trilíngue (português, inglês e espanhol), colorido 4X4, 300 páginas, papel couché 170g, capa dura, formato 25X291cm, 1.000 exemplares. Curso / Oficina / Estágio - Programa Educativo O programa educativo é fundamental para que o MCTer preste um serviço integral para seus visitantes e para a comunidade escolar com o qual se relacionará, promovendo a missão social e educativa do MCTer. É parte não apenas de exposições, mas do museu como um todo, podendo incluir desde o histórico da instituição, seus elementos arquitetônicos e seu acervo. Será realizado por uma equipe de educadores especializados na elaboração de plano educativo para museus e deverá abarcar: elaboração pedagógica, curadoria de conteúdo para visitas guiadas e para grupos escolares no museu e nas escolas sob demanda, capacitação pedagógica dos educadores do MCTer, recomendações de atividades e roteiros variados ao público, desenvolvimento de material pedagógico para trabalho com escolas. ● Desenvolvimento de um material pedagógico, que se concretize no formato de uma mala de viajante-explorador (como referência a um pesquisador, paleontólogo ou geólogo). A mala deve conter objetos que propiciem uma atividade de investigação, instigando a curiosidade, o pensamento e discussão sobre os temas envolvidos, a aprendizagem dos temas envolvidos. ○ Características do material pedagógico:● Três exemplares de uma mala de viajante-explorador com materiais a serem utilizados pelo educativo do MCTer junto ao público escolar e visitantes. A mala deverá conter jogos com imagens, materiais tridimensionais e ferramentas de exploração como microscópios adaptados a celulares, lupas, etc, organizados a partir dos elementos presentes no acervo do MCTer, que servirão para preparar os estudantes previamente à visita escolar ou posteriormente a uma visita, aprofundando os conteúdos apreendidos. Exposição de longa duraçãoA exposição compreende as etapas: pesquisa no acervo, workshop com especialistas para subsidiarem uma curadoria, definição das orientações curatoriais e acompanhamento ao longo dos detalhamentos e montagem, criação de uma expografia específica para a exposição de longa duração a ser montada nos 3 pisos do MCTer, em uma área total de 4.650 m2 divididos em 25 salas de exposição. Proposta museográfica A proposta museográfica só poderá ser detalhada após a concepção museológica atual ser revisada pela equipe de pesquisa e curadoria do projeto. Neste momento, a proposta museográfica pré-definida pela equipe do MCTer compreende 25 salas abarcando as seguintes áreas temáticas: terra e espaço, interior da terra, paisagens da terra, história da terra, humanidade e recursos naturais. Proposta Expográfica A proposta expográfica será definida após a definição da proposta museográfica. Será anexada à proposta no momento em que estiver detalhada. Durante o processo de realização do projeto, os projetos técnicos e executivos de museografia, expografia (luminotécnica, sonorização, recursos midiáticos, suportes expográficos) e de comunicação visual, serão apresentados em formato digital, facilitando assim a percepção dos circuitos e recursos expositivos propostos, de forma a possibilitar a análise e aprovação tanto das instâncias diretivas responsáveis pelo acompanhamento e aprovação técnica do projeto, como também por parceiros e públicos de interesse a serem sensibilizados. A proposta expográfica deverá conter elementos interativos e audiovisuais, explorando linguagens diversas de forma a dinamizar a visita, manter a curiosidade e aprofundar os conteúdos. A exposição terá múltiplos recursos de acessibilidade (acessibilidade física para portadores de deficiência motora; linguagens múltiplas para acesso a portadores de deficiência visual e auditiva; adaptativas para públicos de diferentes capacidades cognitivas, faixas etárias, etc) Materiais a serem doados Uma série de materiais necessários para a realização de uma exposição dinâmica, divertida e acessível serão adquiridos aquisição de alguns materiais, que serão doados ao MCTer, como: suporte de sinalização de acessibilidade; 50 audioguias para a visita à exposição permanente; 25 mapas táteis; 10 equipamentos audiovisuais para módulos interativos. Todos estes materiais serão definidos após o detalhamento da expografia estabelecida a partir da curadoria.

Acessibilidade

Acessibilidade física do Museu – o Museu passa por uma readequação física que não faz parte deste projeto. Acessibilidade de conteúdo - Para garantir a acessibilidade universal uma série de elementos serão considerados em cada produto: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais, que incluirá: - identidade visual: desenvolvimento de uma identidade visual inclusiva, com contraste adequado, fontes legíveis e símbolos universalmente compreendidos; - sinalização: deverá ser clara e consistente em todo o museu, incluindo informações em Braille, contraste visual, símbolos gráficos intuitivos e posicionamento acessível para leitura; - projeto com a comunidade: serão consideradas no projeto a interação específica com pessoas com diferentes necessidades; - a plataforma online (site) será acessível, com opções de aumento de fonte, navegação intuitiva e compatibilidade com leitores de tela e aplicativo Vlibras. Catálogo:- o catálogo será acessível em versão online, com o software Vlibras e recursos de acessibilidade virtual. Item da planilha: Audiodescrição. Curso / Oficina / Estágio - Programa educativo:- o programa educativo será inclusivo, com um módulo especial para atender a diferentes estilos de aprendizado e necessidades, oferecendo recursos adaptados, guias com linguagem simples e atividades interativas. Exposição de longa duração:- o design de exposição considerará diferentes alturas para acessibilidade de cadeiras de rodas, trilhas táteis, descrições em áudio para obras, e áreas de descanso estrategicamente posicionadas; - serão oferecidos elementos táteis que permitam aos visitantes com deficiência visual explorar peças de maneira tátil, promovendo uma experiência sensorial adaptada a pessoas com deficiência visual; - estão previstos áudio-guias com gravação de linguagem de sinais; - serão incluídas, no projeto, áreas de descanso para idosos e pessoas com necessidades especiais; - serão incluídas, quando necessário, rampas de acessibilidade em locais com diferença de altura no piso; - a equipe do museu será treinada para lidar com diversas necessidades de acessibilidade, promovendo um ambiente acolhedor e inclusivo. Item da planilha: Assessor de acessibilidade, Rampa, mapa tátil, material de apoio pedagógico, impressão em braile

Democratização do acesso

A democratização do acesso ao MCTer está concebida para cada um dos produtos, a saber: Modernização e Equipagem de Museus e Espaços Culturais, que incluirá:a) sinalização em linguagem não hermética ou científica, para a compreensão de qualquer perfil de público; b) elaboração de um projeto de interação do museu com a comunidade de seu entorno; c) o acesso livre online com site a ser criado, no qual o conhecimento constitutivo das atividades do Museu serão compartilhados para o público em geral. Em atendimento ao artigo 28, o produto prevê: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal[1] ; (item “c” acima) Catálogo:a) 1.000 exemplares impressos com distribuição gratuita de 150 para escolas e bibliotecas públicas, doação de 650 para o MCTer, 100 para o proponente e 100 para patrocinadores ;b) terá uma parte (100 exemplares) distribuída para escolas públicas do município do Rio de Janeiro e uma parte (50 exemplares) distribuído para outras instituições educativas públicas do país. A proponente terá direito a 10% , patrocinadores 10% e o restante será doado ao Museu;c) conterá tradução de seu conteúdo para o inglês e espanhol; Em atendimento ao artigo 28, o produto prevê: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. (O catálogo será disponibilizado no site da proponente para download gratuito) Programa educativo:a) será elaborado para atingir a diversidade do público do museu, além de incluir material específico a ser utilizado em sala de aula, envolvendo especialmente alunos da rede pública de ensino, que será ativada como parceira do Museu. Em atendimento ao artigo 28, o produto prevê: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Exposição de longa duração:a) gratuidade total pelos dois meses em que o projeto será acompanhado pela proponente; b) serão selecionados conteúdos para disponibilização no site de acesso aberto. Em atendimento ao artigo 28, o produto prevê: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos apresentados e executados com recursos incentivados – PRONAC 1510064, 177138, 184560 e 193036. COORDENAÇÃO GERAL: Intermuseus A Associação Intermuseus é uma OSCIP criada em 11 de novembro de 2010 por um Conselho de pessoas de grande relevância no cenário cultural brasileiro, tais como João Cândido Portinari, José Eduardo de Lima Pereira, Justo Werlang, Aracy Amaral. Atualmente compõem o quadro de associados especialistas atuantes nas áreas museológicas, culturais, socioculturais e ambientais. DIRETORA EXECUTIVA: ANDRÉA BUENO BUORO Mestre em Antropologia Social pela USP, com bolsa de especialização sobre Cidadania Ativa no Centro de Estudos da Sociedade Civil da Johns Hopkins University – USA. É diretora executiva da Associação Intermuseus - OSCIP atuante na área cultural. É responsável pela estruturação e interface com a governança, pela gestão de parcerias e equipe, desenho de programas e parcerias e negociações com financiadores e coordenação de projetos. Foi Diretora Adjunta do Instituto Arapyaú - Organização de Investimento social privado focada no fomento de iniciativas de desenvolvimento sustentável, tendo sido uma das responsáveis pela criação da organização; definição de estratégias da organização, desenho de programas, estabelecimento de parcerias. Responsável pela realização de planejamento estratégico, plano de ação, cronograma de atividades e metas. Participou da criação da Fundação Telefônica da qual foi gerente de projetos entre 1999 a 2008. Desenvolveu e coordenou as áreas de educação e cultura, tendo sido responsável pela manutenção, gestão e divulgação do acervo do antigo Museu do Telefone. Dentre outras, foi responsável pela coordenação de publicações sobre este acervo: Jogo Bellatrix e o Palácio do Tempo - desenvolvido pela Fundação Telefônica e vencedor da categoria e-entertainment da etapa brasileira do World Summit Award, prêmio internacional realizado no âmbito da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação; e concepção e criação de produtos educativos. Foi pesquisadora do CENPEC MODERNIZAÇÃO e EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS Coordenação Geral - Andréa Buoro Planejamento - Mariana Várzea Museóloga, doutora em Políticas Públicas em Museologia, UHLT-Lisboa. Exerceu distintos cargos públicos, privados e em organismos do terceiro setor, sempre desenvolvendo programas de convergência das áreas de Cultura, Educação e Sustentabilidade, dentre os quais se destacam: Diretora de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura do Rio de Janeiro ( 1995/2001), coordenadora da área de Cultura do SENAC Rio (2002/2205), Gerente de Projetos de Patrocínios do Oi Futuro (2005/2008), Superintendente de Fomento e Lei de Incentivo da Secretaria de Estado de Cultura (2008/2011), Superintendente de Museus (2011/2016), Subsecretária de Cultura (2017). É professora dos MBAs de Gestão Cultural e de Gestão de Museus da Universidade Candido Mendes, conselheira do ICOM-BR e da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC). Atualmente é diretora da Inspirações Ilimitadas, empresa especializada em consultoria de projetos e conteúdos em Museus, Cultura e Educação Cultural. Programa de relacionamento com a comunidade - Bianca Soares Ramos Arquiteta e Urbanista formada pela UFRJ com especialização em análise de Políticas Públicas pelo Instituto de Economia da UFRJ. Atua há 10 anos na gestão pública, nas áreas de cultura e educação, e no terceiro setor. Participou do Programa Intersetorial de educação integral Bairro-Escola, entre 2006 e 2009, e na assessoria à presidência da ANCINE, entre 2009 e 2011. Atuou como Gestora da Associação Cidade Escola Aprendiz durante a implementação do Projeto Bairro Educador na Cidade do Rio de Janeiro, entre 2011 e 2013. Em 2019, desenvolveu a Pesquisa de Engajamento Territorial do Sítio Roberto Burle Marx. Identidade visual e design gráfico - DUPLA DESIGN Criada em 1991, empresa que combina Design e Estratégia com o foco em cultura e arte. Gerencia marcas e projetos. Participou da Mostra Seletiva das sete últimas Bienais Brasileiras de Design Gráfico. No exterior atuou com o Art Directors Annual, do Clube de Criação de Nova Iorque e o How Design Magazine Annual,. Em 2013 conquistou o If Design Award com o projeto ArtRio e o Rebrand 100, com o reposicionamento do Museu de Arte Naif do Rio de Janeiro EXPOSIÇÃO Coordenação Técnica - Expomus – Exposições, Museus, Projetos Culturais Ltda. www.expomus.com.br Fundada em 1981, atua no desenvolvimento de projetos museológicos e museográficos, e na organização de exposições de caráter cultural, propiciando o intercâmbio de obras de arte estrangeiras e nacionais, totalizando cerca de 300 projetos desenvolvidos no Brasil e no exterior. Atua na área de: implantação de novos museus; revitalização de museus existentes; planejamento estratégico, concepção, implantação e reestruturação de museus e centros culturais; capacitação na área museológica; desenvolvimento de programas educacionais voltados ao entendimento e preservação do patrimônio material e imaterial; estudos de acessibilidade; memória local e mobilização comunitária; estratégias de sustentabilidade; projetos sociais, educacionais e ambientais com ênfase museológica. Projeto Multimídia E Audiovisual - Estúdio Preto e Branco Atua há mais de 30 anos no mercado de fotografia, design, comunicação e artes. Reconhecido pelo design sofisticado e soluções inovadoras com o uso de novas tecnologias, atua na elaboração de peças audiovisuais, videocenários, instalações interativas e utilização de novos suportes para projeções diferenciadas, tais como simuladores holográficos, projeções panorâmicas volumétricas e 3D (estereoscopia). Associado ao ICOM (International Council of Museuns) e membro do AVICOM (Comitee for Audiovisual and New Technologies), participa de vários festivais internacionais, congressos e workshops sobre a evolução da imagem. CURSO/OFICINA/ESTÁGIO - PROGRAMA EDUCATIVO Coordenação técnica – Márcia Padilha Mestre em história social pela USP. Há duas décadas vem atuando junto a organizações no Brasil e na América Latina tendo coordenado mais de 30 projetos inovadores sobre uso de tecnologias e cultura digital na educação, formação docente, desenho e avaliação de projetos em educação. É autora e co-autora de vários artigos e livros. Nos últimos anos se dedica a desenvolver projetos, formações e consultorias com enfoque em criatividade, autoria e co-criação de processos orgânicos e sustentáveis de inovação para melhoria da qualidade educativa. Marcia Padilha, é mestre em história social pela USP. Coordenação pedagógica - Maria Antonia Goulart Membro do GT Nacional de Criatividade e Inovação (MEC) e bacharel em Direito pela UNB. Tem experiência na área pública como secretária municipal de Nova Iguaçu/RJ, responsável pela concepção e implementação do Programa Intersetorial de Educação Integral “Bairro-Escola” de 2005 a 2010. Coautora do livro “Caminhos da Educação Integral no Brasil” (Editora Penso, 2012). Cofundadora e Coordenadora Geral do Movimento Down e do MAIS – Movimento de Ação e Inovação Social. Coordenadora da iniciativa do Unicef do livro digital acessível no Brasil e membro do Comitê Gestor do Centro de Referências em Educação Integral. CATÁLOGO Coordenação Técnica - Joana Tuttoilmondo Doutora em história da arte (FAU-USP), mestre em antropologia social (FFLCH-USP) e formada em ciências sociais (FFLCH-USP), é também especialista em estudos de museus formada em museologia (MAE-USP). Desenvolve investigações e ministra cursos universitários e livres nos campos da arte, dos museus e de gestão cultural. Atua como pesquisadora, consultora e coordenadora de conteúdo para diversos projetos culturais, museológicos, editoriais e de exposições. Todos serão definidos ao longo da realização do planejamento, no início do Projeto

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.