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PRONAC 2311096Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

MS DANCE FEST- 20 ANOS

edson clair moreira junior
Solicitado
R$ 325,2 mil
Aprovado
R$ 325,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MS
Município
Campo Grande
Início
2024-10-10
Término
2024-10-13
Locais de realização (1)
Campo Grande Mato Grosso do Sul

Resumo

Realizar a décima segunda edição do MS DANCE FEST, evento que oportuniza aos grupos, coletivos, Cias e artistas da dança, aprimoramento e divulgação de seus trabalhos, capacitação através de workshops práticos e teóricos, mostra competitiva, mostra não competitiva, performances gratuitas à população, em uma praça pública (Praça do Rádio Clube), favorecendo o acesso da comunidade aos espetáculos, tornando-se um programa para famílias, formadores de opinião, estudantes e atraindo a atenção da imprensa.O MSDF se propõe a ser um ato de revalorizar a vida, de resgatar os sentidos do corpo, de reconhecer a alteridade e de planejar utopias coletivas e sustentáveis que nos salvem enquanto humanidade neste momento desafiador.

Sinopse

Workshop de danças urbanas: 04(quatro) ministrantes profissionais de notório saber em suas áreas, com um total de 20 horas /aula Workshop de ballet clássico, por profissional de notório saber em sua área, com um total de 06 horas /aula Workshop de dança contemporânea, por profissional de notório saber em sua área, com um total de 06 horas /aula Seminário Gestão e Comunicação para escolas de dança, destinado a diretores, coreógrafos, proprietários de academias de danças, estudantes, bailarinos, etc, focado no uso das novas ferramentas digitais. Mostra avaliativa, ampliando o alcance do festival tanto quanto a público e quanto a diversidade de estilos (BALÉ CLÁSSICO, JAZZ DANCE, DANÇA MODERNA E DANÇA DE SALÃO, entre outros) Intervenção urbana intitulada Dança pra Rua no Calçadão da Rua Barão do Rio Branco, com as Cias, coletivos, artistas inscritos no festival, aproveitando o movimento de pessoas no comércio de Campo Grande, proporcionando o acesso do grande público. Competição de danças urbanas, dividida entre as seguintes categorias: Júnior de 8 (oito) a 14 (quatorze) anos; Avançado, a partir de 15 (quinze) anos. Nas modalidades de solos, duos, trios e conjuntos com no mínimo 06(seis) integrantes Batalha de danças urbanas- A batalha de danças urbanas estimula a criatividade, a técnica e o profissionalismo de jovens dançarinos que celebram a cultura urbana da periferia. A Batalha de danças urbanas do MS DANCE FEST já faz parte do calendário de eventos do hip hop no Brasil, atraindo cada vez mais artistas inclusive internacionais. A ação premia três duplas em 1º, 2º e 3º lugares Estreia do estudo performativo Vintoito da Cia Funk-se, que narra a trajetória da trupe desde sua criação em 1996. Performance de 02 (duas) Cias nacionais convidadas: Quasar Cia de Dança de Goiania e Zumbboys de São Paulo.

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a décima segunda edição do MS DANCE FEST, um evento democrático de ampla participação popular que incentiva a prática da dança como expressão artística e contribui para a inclusão e difusão cultural em um encontro de danças urbanas e de outros estilos,contando em sua programação, workshops práticos e teóricos a serem realizados no Armazém Cultural e SESC Cultura e tendo como epicentro das performances, a Concha Acústica Família Espíndola na Praça do Rádio Clube. Objetivos Específicos: •Realizar um workshop prático de danças urbanas contando com 04(quatro) ministrantes profissionais de notório saber em suas áreas, com um total de 20 horas /aula. •Priorizar dentro do workshop prático que os inscritos tenham acesso a um painel amplo das variadas vertentes das danças urbanas. •Proporcionar que 250 (duzentos e cinquenta) participantes tenham acesso ao workshop prático de danças urbanas. •Realizar workshops práticos de Balé Clássico e Dança Contemporânea, por profissionais de notório saber em suas áreas, com um total de 06 horas /aula de cada modalidade •Proporcionar que 60 (sessenta) participantes tenham acesso aos workshops práticos de BALÉ CLÁSSICO e JAZZ DANCE. •Oferecer ferramentas para que os participantes dos workshops práticos se capacitem total e amplamente através das aulas oferecidas. •Realizar o seminário Gestão e Comunicação para escolas de dança, destinado a diretores, coreógrafos, proprietários de academias de danças, estudantes, bailarinos, etc, focado no uso das novas ferramentas digitais. •Proporcionar a fruição de saberes oferecendo mecanismos de capacitação para os inscritos no Seminário, ofertando 50 vagas. •Produzir a estréia do estudo performativo Vintoito da Cia anfitriã do Festival Funk-se, •Realizar uma mostra avaliativa, ampliando o alcance do festival tanto quanto a público e quanto a diversidade de estilos (BALÉ CLÁSSICO, JAZZ DANCE, DANÇA MODERNA E DANÇA DE SALÃO, entre outros) •Produzir uma intervenção urbana intitulada Dança pra Rua no Calçadão da Rua Barão do Rio Branco, com as Cias, coletivos, artistas inscritos no festival, aproveitando o movimento de pessoas no comércio de Campo Grande, proporcionando o acesso do grande público. • Realizar uma competição de danças urbanas, dividida entre as seguintes categorias: Júnior de 8 (oito) a 14 (quatorze) anos; Avançado, a partir de 15 (quinze) anos. Nas modalidades de solos, duos, trios e conjuntos com no mínimo 06(seis) integrantes. •Valorizar os trabalhos inscritos na competição, oferecendo premiação em dinheiro, ficando assim distribuído: R$15.000,00 reais na Categoria Júnior, R$20.000,00 reais na Categoria Avançado-R$10.000,00 distribuídos nas categorias de Solos, Duos e Trios. • Valorizar os trabalhos inscritos na mostra avaliativa, oferecendo premiação em dinheiro ficando assim distribuído: R$10.000,00(para o melhor coreógrafo(a) e R$ 5.000,00 (para bailarino(a) destaque. Proporcionar a vinda de 02 Cias de dança de fora de Mato Grosso do Sul: Quasar Cia de Dança (GO) e Zumbboys (SP) •Promover uma batalha de danças urbanas-A batalha de danças urbanas estimula a criatividade, a técnica e o profissionalismo de jovens dançarinos que celebram a cultura urbana da periferia. A Batalha de danças urbanas do MS DANCE FEST já faz parte do calendário de eventos do hip hop no Brasil, atraindo cada vez mais artistas inclusive internacionais. A ação premia três duplas em 1º, 2º e 3º lugares. •Proporcionar aos participantes de fora da cidade, alojamento (em escolas públicas), oferecendo salas de aulas para a hospedagem, além de alimentação (café da manhã, almoço e jantar) preparadas pelas merendeiras das mesmas escolas, que são contratadas pela coordenação do evento. •Oferecer uma estrutura profissional (com palco, som e luz) para que os trabalhos das formações inscritas no evento sejam expostos e avaliados pelos profissionais de renome nacional, convidados pelo evento. Reunir em Campo Grande o melhor da dança. •Promover a arte e a cultura no município. •Possibilitar a discussão de temas relevantes para o crescimento do setor •Estimular e facilitar a aprendizagem, considerando e respeitando as experiências e conhecimentos prévios através de atividades de jogos, danças e cidadania. •Proporcionar vivências de dança que articulem a criação pessoal e coletiva de movimentos, a apreciação e o conhecimento da dança de modo a integrar a razão e o sensível, o individual e o coletivo, a arte e a educação. •Oferecer entretenimento gratuito para essa parcela da população do Campo Grande.

Justificativa

Tendo em vista o sucesso alcançado nas onze edições anteriores e com o propósito maior de firmar Campo Grande no cenário brasileiro dos grandes festivais, abrindo desta forma espaço para bailarinos, coreógrafos, diretores, cenógrafos e oferecendo trabalho indireto para toda uma camada da população, como: costureiras, restaurantes, hotéis, empresas de transporte, sonorização e iluminação e acima de tudo, oferecendo lazer e entretenimento de forma gratuita para crianças, jovens e adultos, é que se justifica o apoio pretendido por esse mecanismo de incentivo. A essência da Dança é o que move e inspira a realização do MS DANCE FEST. Nas edições anteriores do evento, acontecidas em 2004,2008,2009,2010,2011,2012,2013,2014,2016,2018 e 2022,foram promovidas ações que proporcionaram acesso à capacitação prática e teórica dos participantes, com profissionais de notório saber em suas áreas, além de ser um sucesso de público, lotando as dependências do Teatro de Arena do Horto Florestal, Concha Acústica do Praça do Rádio Clube e Armazém Cultural. Algumas edições foram realizadas com investimentos da Caixa Econômica Federal (2012 e 2014) e FIC/MS- Fundo de investimentos em cultura de Mato Grosso do Sul (2004,2009,2010,2011,2013 e 2020). Propõe-se com o projeto, fazer de Campo Grande, o centro das atenções das danças urbanas e da dança em geral, promovendo um intercâmbio de conhecimento entre os profissionais trazidos de grandes centros e da capital sul mato-grossense, proporcionando um crescimento da área, além das atividades formativas. Toda programação contribui generosamente para as contrapartidas sociais do Festival. A formação de novos públicos, a ampliação de acesso aos bens culturais e o intercâmbio de experiências são resultados vislumbrados pela organização do Festival. O que, em 2004, começou como uma proposta tímida de reunir alguns grupos da cidade e região, transformou-se num encontro que reúne cerca de 500 dançarinos, os quais vêm à capital sul-mato-grossense performar e valorizar os aspectos artísticos dos grupos durante as mostras de dança, competições e batalhas, além de buscar capacitação com os maiores expoentes das street dances mundiais, tais como os americanos: Brian Tanaka e Amy Secada, Filipi Escudine, B-boy Neguin, Tati Sanchis, André Rockmaster, Octávio Nassur, Filipi Ursão, Henrique Bianchini, Karla Mendes, Filipi Ursão, Marcio Alves, Getúlio Vianna, Guiga de Souza, Frank Ejara, Fran Manson entre outros. Nas edições de 2018 e 2022, o evento proporcionou um intercambio com o país vizinho, Paraguai, com a vinda de Didi D’ Estéfano e Chino Rojas como ministrantes de workshops. Além de contribuir para a difusão das danças urbanas e do movimento cultural no estado, o evento ainda oferece aos participantes alojamento e alimentação durante todos os dias, diferenciando-se dos outros festivais de dança no país e propiciando aos inscritos a capacidade de participar do evento em sua totalidade. As edições acontecem sob eixos conceituais de diálogos com a região Centro-Oeste: na edição de 2016, o evento proporcionou a vinda de 02 profissionais de Cuiabá: Dejailton Rodrigues e Renan Ota, e também reconhecendo o talento de profissionais que começaram a vida na dança no estado e hoje trilham carreiras nos grandes centros: Rogger Castro e Diewry Patrick no Rio de Janeiro e Tinho Sherman em São Paulo foram convidados a ministrar workshops na edição de 2018. A edição 2022 se abriu ao diálogo com demais modalidades de dança, proporcionando workshops de ballet clássico com Luiz Augusto Ribeiro e Dança pra chão com Henrique Lima, ambos de São Paulo, ampliando o alcance do festival, seguindo uma tendência que se iniciou em 2012, quando da introdução da mostra de dança de estilos variados, trazendo uma nova perspectiva e agregando novos protagonistas a esse que já se tornou o grande encontro das danças no centro-oeste. Na mesma edição, como forma de homenagem póstuma, os dois módulos do festival trouxeram os nomes de Jair Damasceno e Tinho Sherman(artistas da dança do estado falecidos em 2020 e 2021). A realização do MSDF em sua totalidade (atendendo aos anseios da classe, oferecendo uma programação construtiva/responsiva , ações formativas e valorizando a produção artística local), necessita desse arcabouço. Esse incentivo impulsiona o desenvolvimento social ao proporcionar a facilidade de acesso à cultura, formação de plateias e um maior intercâmbio e diversidade culturais. Cultura é patrimônio comum do povo, deve ser acessível e plural e precisa ser protegido. Esse é um meio de transformar, inclusive, a maneira como a sociedade se relaciona e o que é mais importante para ela. Cultura, assim como educação, é instrumento de formação do cidadão, serve para desenvolver o senso crítico, possibilitar reflexões e propagar belezas. O MSDF traz a reflexão sobre como as artes _ especialmente a dança a performance _ são fundamentais no indispensável ato de revalorizar a vida, de resgatar os sentidos do corpo, de reconhecer a alteridade e de planejar utopias coletivas e sustentáveis que nos salvem enquanto humanidade neste momento desafiador. Baseado na afetuosidade de entregar conhecimento e entretenimento, de levar arte e cultura gratuitamente em espaço público e propagar resistência, se faz necessária a realização da décima segunda edição do MS DANCE FEST.

Especificação técnica

Workshop de danças urbanas:duração de 03(três) dias, com 20 (vinte) horas/aulas, ministradas por 04 (quatro) professores/mesres do saber de suas áreas. Workshop de ballet clássico:duração de 03(três) dias, com 06 (seis) horas/aulas, ministradas por 01 (um) professor/mestre do saber de sua área. Workshop de dança contemporânea:duração de 03(três) dias, com 06 (seis) horas/aulas, ministradas por 01 (um) professor/mestre do saber de sua área. Seminário Gestão e Comunicação para escolas de dança: duração de 01(um) dia com 04 (quatro) horas Mostra avaliativa: envolvendo variadas linguagens de dança com duração de 01(uma) noite. Intervenção urbana intitulada Dança pra Rua: performance dos inscritos no festival, com duração de 02(duas) horas Competição de danças urbanas: mostra competitiva com duração de 02(duas) noites, divididas em categorias: Júnior de 8 (oito) a 14 (quatorze) anos; Avançado, a partir de 15 (quinze) anosNas modalidades de solos, duos, trios e conjuntos Batalha de danças urbanas: duração de 01 (uma) noite Estreia do estudo performativo Vintoito: duração de 45(quarenta e cinco) minutos. Performance de 02 (duas) Cias nacionais: Cia Quasar com 45(quarenta e cinco) minutos e Zumbboys com 30 (trinta) minutos

Acessibilidade

O MSDF promoverá a acessibilidade nos espaços culturais onde acontecerá o festival, para pessoas com deficiência e novos públicos e propiciar o protagonismo além de trabalhar pela garantia do direito de participação de todo ser humano na vida cultural da comunidade: Disponibilizar as inscrições para o evento no formato online, mas especialmente as pessoas com mobilidade reduzida ou total serão as principais beneficiadas, porque não precisarão ter que se deslocar para garantir uma vaga. No dia do evento, estabelecer um espaço com prioridade para pessoas com deficiência no setor de credenciamento dos participantes. Divulgação em mídias sociais, utilizando uma linguagem inclusiva usando as hashtags #PraTodosVerem e #PraCegoVer nas legendas e descrever as imagens postadas. Assim, o conteúdo ficará acessível para os deficientes visuais e a interação desse público com o conteúdo aumentará. Oferecerá linguagem de libras para os deficientes auditivos, conforme art. 47 da Instrução Normativa 01/2017, do Minc, durante as sessões do festival. Disponibilizar informações sobre a acessibilidade do evento em nota/release à imprensa. Instalação de banheiros químicos nas dependências da Praça do Rádio clube

Democratização do acesso

Segundo a Constituição Federal (Art. 215) compete ao Estado garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, apoiar e incentivar a valorização e a difusão das manifestações culturais, através da democratização do acesso aos bens de cultura. O projeto MS DANCE FEST, pretende dividir a responsividade de facilitação do acesso aos bens culturais, através dessas ações: As apresentações do MS DANCE FEST acontecem em praça pública, não havendo cobrança de ingressos. O evento oferece aos inscritos oriundos de fora de Campo Grande, a possibilidade de alojamento em escolas públicas, onde também é ofertada a alimentação produzida pelas merendeiras das escolas, contratadas pelo festival. Descentralizar ações culturais a fim de permitir o acesso às áreas periféricas; O evento produzirá um espetáculo na rua, no Calçadão da Rua Barão do Rio Branco em Campo Grande/MS, intitulado Dança pra Rua, com os coletivos inscritos no festival. Contribuir para a promoção do direito à arte, à cultura e ao lazer do público de forma gratuita; ações que são fundamentais para o exercício da cidadania e ao desenvolvimento integral enquanto membros da comunidade em que vivem, propiciando novos valores que alterem suas perspectivas de futuro;

Ficha técnica

Shirley Nayara Campos-Produtora executiva- Produtora Executiva da empresa Lucas Show em São Paulo/SP (Desde 2015). Produtora Executiva da empresa Segue o Groove Produções Artísticas (Desde 2012). Produtora Executiva da empresa Tony Prada Produções. (Desde 2012)Produção nos Festivais:Bourbon Festival Paraty em Paraty/RJ (2015 a 2018) Bourbon Street Fest (2015 a 2018)Produtora Executiva no festival “Folk & Blues” Ilhabela/SP-Rio das Ostras Festival-Ilhabela Bossa & Choro (com a cantora Rosa Passos)-Santa Teresa Bossa & Jazz (com Hamilton de Holanda, Chico Pinheiro, Rosa Passos) Festival de Inverno de Domingos Martins (Domingos Martins/ES)- Virada Cultural em São Paulo/SP (com a banda Ultra Soul em 2012, 2013 e 2014)- Produção no encontro os diretores da Rede Globo na Ilha de Comandatuba/BA)Edson Clair Moreira Júnior-Coordenador geral-Diretor e coreógrafo do Grupo Funk-Se de street dance;Diretor e coreógrafo do Grupo Streetpop de street dance-Coordenador do ESPAÇO FNK em Campo Grande – MS;Idealizador, Coordenador e Diretor geral do MS Street Dance Festival desde 2004-Coordenador e ministrante das oficinas de dança de rua do projeto Viva Seu Bairro pela Prefeitura Municipal de Campo Grande (2001, 2002, 2003, 2004)Coordenador e ministrante das oficinas de dança de rua do projeto Arte sim, Violência não pela Prefeitura Municipal de Campo Grande (2005, 2006, 2007)Ministrou aulas dentro do projeto Conexão Rua em Dança pela Fundação de Cultura de MS em 15 cidades de Mato Grosso do Sul em 2008, 2009 e 2010.Ministrou aulas dentro do projeto Efeito Hip Hop pela Fundação de Cultura de MS em 03 cidades de Mato Grosso do Sul em 2011, 2012,2013 e 2014.Premiado com Primeiro lugar na Categoria Dança Livre no Festival Onça Pintada em 2018 e 2019.Beatriz Ramos Neres-Assistente de produçãoProfessora de hip hop I e II Espaço FNK | Fev. 2016 a Dez 2022.Dançarina, participou de vários workshops de qualificação, entre eles Eventos Internacionais como Festival Internacional de Curitiba (FIH2), Rio H2K Festival Internacional de Dança e Hip Hop District- Festival Internacional de Street Dance-SP. Teve mestres como Andrea e Andressa Espíndola em sua trajetória e desde 2007 é direcionada pelo Diretor e Coreógrafo Edson Clair. Iniciou sua trajetória profissional no Grupo Streetpop e depois no Grupo FUNK-SE. Participa regularmente de cursos e atua como dançarina desde 2006 e coreógrafa desde2016. Atualmente é diretora artística no Grupo Streetpop, dançarina, intérprete criadora em espetáculos e professora de Hip Hop Dance no Espaço FNK- ORGANIZADORA AUXILIAR DE EVENTOS DE DANÇAS URBANAS:MS STREET DANCE FEST | CURSO DE FÉRIAS | SHOWCASE | Fev 2016 a Dez 2019-Auxiliar em eventos, elaborar ficha de inscrição, receber inscrições,elaborar cronograma, organizar playlist de evento, conferir pagamentos,auxiliar os grupos que chegam para os eventos, resolver questões sobre os alojamentos, elaborar ficha de notas e comentários dos juradosAriel Ribeiro Soares-Assistente de produçãoCantor, dançarino/coreógrafo (danças urbanas) e ator, 29 anos, ativo há 11 anos entre essas àreas.Membro integrante dos grupos Streetpop e Funk-se (dança), na cidade de Campo Grande - MS, Movimento Mosaico(música/cantor), Escola de Música Tom Maior (professor) e ator recorrente de produções musicais regionais pelo grupo Arrebol Cultural.FORMAÇÃO· Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Concluído no ano de 2015; Danças urbanas pelo Espaço FNK desde 2014-PRÊMIOS/CITAÇÕES: Festival Vale das Ruas (2015)Participação em workshops e mostra competitiva: Streetpop - 1º lugar na modalidade Conjunto Avançado; Premio Onça Pintada (2018)Espaço FNK Categoria Livre/ Conjunto Sênior: 1º lugar Coreografia: Negritudo (dançarino)Streetpop Categoria: Danças Urbanas/ Conjunto Sênior: 2º lugar Coreografia: Jukebox 90 (dançarino e coreógrafo)Premio Onça Pintada (2019)Espaço FNK Categoria Livre/ Conjunto Sênior: 1º lugar Coreografia: Relicário (dançarino)·Streetpop Categoria: Danças Urbanas/ Conjunto Senior: 2º lugarPâmela de Brito-MinistranteComeçou atuando na área como dançarina em 2003, e como professora/coreógrafa no ano de 2008. Atualmente atua como dançarina e uma das coreógrafas do grupo Brainstorm Dance Company, que teve inicio em 2009. Trabalhou por 3 anos também como coreógrafa do grupo Street Company Tatiana Souza, onde teve seus trabalhos premiados com 1º e 2º lugares em todos os festivais onde participou.Já participou de diversos videoclipes, comerciais e também já dançou com artistas como Karol Conka. Em 2015 foi integrante da Rock in Rio Dance Crew e em 2016 integrou o Elenco Profissional na Cerimônia de Abertura da Olimpíada Rio 2016 dirigida por Déborah Colker. Em 2016 também teve um ano marcado pelo aumento de sua popularidade nas mídias sociais, por novas parcerias como o apoio das marcas "AGA - Arte gera arte", "Street A!" e "Orí Produções" e por diversos Workshops que ministrou pelo país.Marcela Benvegnu-Coordenadora de seminário-É jornalista, pesquisadora de dança.É superintendente de desenvolvimento institucional da Associação Pró-Dança, que é gestora da São Paulo Companhia de Dança e da São Paulo Escola de Dança.É master em Mídia, Comunicação e Negócios pela University of California (USA), mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC (crítica de dança), pós-graduada em Estudos Contemporâneos em Dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em Gestão de Negócios com Foco emCompetências Internacionais pelo Business Behavior Institute, de Chicago (USA).Foi bolsista do programa de mentoria executiva da Harvard Business School (USA). Foi coordenadora de Educativo e Comunicação (2009-2017) e de Registro e Memória, da São PauloCompanhia de Dança e consultora (2021).É coautora do documentário, Roseli Rodrigues - Poesia em Movimento (2011), foi cocriadora da Revista de Dança (projeto online) e é codiretora do Congresso Internacional de Jazz Dance no Brasil desde 2009. Foi diretora executiva/artística da Bloch Brasil (2019/2020).É professora do curso de Pós Graduação em Dança e Consciência Corporal na Universidade Estácio de Sá e USC.Dirige a MB - Gestão de Imagem e Comunicação para a Dança, assinando estratégias, conteúdos e experiências para nomes da dança.LUIS AUGUSTO RIBEIRO-MINISTRANTE DE BALLET-estudou balé clássico com Ismael Guiser e Sacha Svetloff. Integrou o elenco da Cisne Negro Cia. de Dança e Ballet Ismael Guiser. Trabalhou com coreógrafos consagrados como Luis Arrieta, Victor Navarro e Sonia Mota, além dos internacionais Vasco Wellenkampf, Janet Smith e Fernando Bujones. É graduado em Dança pela Universidade Anhembi-Morumbi e atuou como coreógrafo junto a várias companhias independentes, tais como Companhia de Dança Lina Penteado e Companhia Estável da Cidade de Bauru. A partir de 2002, lecionou Balé Clássico para todo o Programa de Formação na Escola de Dança de São Paulo – Fundação Theatro Municipal, (antiga Escola Municipal de Bailado).. Desempenhou também a função de Assistente Artístico nas gestões das diretoras Esmeralda Penha Gazal e Susana Yamauchi. Para o Balé Jovem desta Instituição coreografou inúmeros trabalhos. Desde 2016 ministra aulas de técnica de balé clássico no Anacã Estúdio de Dança. Foi pianista acompanhador da República da Dança – direção Ana Mondini, e em diversas edições do Festival de Dança de Joinville – em que também colaborou como professor e jurado.RAQUEL CABANECO-MINISTRANTE DE DANÇAS URBANAS-Professora de Danças Africanas na Cafuá (Casa Fusion de Arte) situada na Rua Brasília, 417 – Carlos Prates, BH-MG desde maio de 2016, em andamento.Professora de Danças Urbanas no Projeto Anjos D’Rua, situada na Rua Fornaciari, 157 – Caiçaras, BH-MG desde fevereiro de 2014, em andamento.Professora de Danças Urbanas no Núcleo Buritis Escola de Dança, situada na Rua Vitório Magnavacca, 400 – Buritis,BH-MG desde março de 2014, em andamento.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.