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'Originárias' é uma exposição imersiva com base em ilustrações originais e conteúdo da obra literária homônima assinada por 12 autoras indígenas femininas. Serão oferecidas oficinas entre escrita, ilustração e artesanato, baseadas nas histórias e culturas indígenas.
Não se aplica.
OBJETIVO GERAL O projeto se alinha com os objetivos da lei Pronac Nº 8.313: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IX - priorizar o produto cultural originário do País. OBETIVOS ESPECÍFICOS Produto principal: EXPOSIÇÃO IMERSIVA Realizar uma exposição imersiva com duração de 30 dias, baseada no livro ‘Originárias, uma antologia feminina de literatura indígena’, com recursos audiovisuais, climáticos e olfativos. Horário: 11h e 21h Público estimado: 6.000 pessoas Realizar um desfile na abertura e encerramento da exposição enaltecendo a beleza das mulheres indígenas se mescla com a riqueza de suas culturas ancestrais. Cada passo revelará a força, a sabedoria e a conexão com a natureza, enquanto trazem à tona as cores vibrantes, os tecidos tradicionais e os adornos que contam histórias milenares. Será um verdadeiro espetáculo de tradição, respeito e celebração da diversidade cultural. Público estimado: 400 pessoas no total. Duração: 1h cada desfile. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL (OFICINAS) Serão oferecidas 2 (duas) oficinas por final de semana (sábados e domingos) de escrita, ilustração, grafismo ou artesanato, totalizando 8 oficinas gratuitas, baseadas nas histórias e nas culturas indígenas. Público beneficiado: até 240 pessoas. Duração: 4h cada oficina.
A cultura indígena é muito sagrada e ancestral, e passou por vários processos, em que uma grande parte da língua, de alguns povos foram dizimados. A literatura indígena é uma forma de (re)existência cultural. Pela apropriação e pelo domínio de tecnologias estrangeiras, torna-se possível a atualização, o registro, a certificação e a democratização das culturas, histórias e tradições ancestrais no cenário cultural brasileiro. O berço da literatura é a oralidade. Contudo, são práticas que devem coexistir. Narrar é uma tradição milenar dos povos originários, sob os mais variados propósitos. Encantar, instruir, problematizar, educar, registrar na memória, sistematizar o saber, reconfortar, transmitir saberes, dialogar e resistir. As histórias, inclusivas e representativas, costumam permitir que narradores e narradoras apresentem suas perspectivas e expectativas, aumentando as possibilidades de empatia e diálogo com leitores indígenas e não indígenas. Os organizadores da antologia foram os autores-artistas, pesquisadores e ativistas da causa indígena, literária e socioambiental Trudruá Dorrico e Mauricio Negro. O livro ilustrado reúne doze histórias assinadas por diferentes autoras, guardiãs da memória e sabedoria de suas nações e tradições originárias. São histórias que inspiram, respiram e transpiram, enquanto renovam a relação orgânica entre o princípio feminino e os ciclos naturais. A colaboração entre Trudruá Dorrico e Mauricio Negro resultou em uma publicação impactante, autêntica, diversa e atual, que buscar dar mais visibilidade ao protagonismo literário de autoras originárias, ainda pouco conhecidas pelos leitores brasileiros, sobretudo pela excelência, envergadura e capilaridade da Companhia das Letras. Conforme o Art. 1º da Lei 8.313/91, o projeto atende aos seguintes itens: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo Art. 3º da Lei 8.313/1991: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivas de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Prêmios conquistados pela coletânea Originárias, uma antologia feminina de literatura indígena: • Prêmio FNLIJ 2020 – categoria Reconto• Seleção da Cátedra Unesco de Literatura PUC-RJ 2019• Inclusão no Book Club Sustainable Development Goals• Selo The White Ravens – 2020 da International Youth Library
PLANO PEDAGÓGICO OFICINAS ORIGINÁRIAS INTRODUÇÃO As oficinas de cultura indígena são uma oportunidade de aprender sobre a diversidade cultural e artística dos povos originários. Este plano pedagógico apresenta uma proposta para 8 oficinas entre escrita, ilustração, grafismo ou artesanato indígena, sendo a realização de 2 por final de semana (sabados e domingos), e quatro horas cada. As oficinas são divididas em três etapas: Apresentação: Nesta etapa, os participantes são apresentados à cultura indígena, seus costumes, crenças e arte. Exploração: Nesta etapa, os participantes exploram diferentes técnicas e materiais de escrita, ilustração, grafismo ou artesanato indígena. Criação: Nesta etapa, os participantes criam suas próprias obras de arte. OBJETIVOS Os objetivos das oficinas de cultura indígena são: · Promover o conhecimento e a valorização da cultura indígena; · Desenvolver a criatividade e a expressão artística dos participantes; · Promover o respeito à diversidade cultural. PÚBLICO-ALVO As oficinas são destinadas a pessoas de todas as idades e níveis de experiência. Cada oficina terá o limite de até 30 inscritos. METODOLOGIA As oficinas serão realizadas por um(a) facilitador(a) indígena, que irá compartilhar seus conhecimentos e experiências com os participantes. As atividades serão baseadas em metodologias participativas e inclusivas, que irão estimular a criatividade e a expressão artística dos participantes. RECURSOS Os recursos necessários para as oficinas incluem: · Material de apoio didático, como livros, artigos e vídeos sobre cultura indígena; · Materiais de escrita, ilustração ou artesanato indígena, como tintas, pincéis, lápis, papel, tecidos, fibras naturais, etc. · Espaço físico adequado para as atividades. CRONOGRAMA As oficinas terão duração de 8 encontros, com duração de quatro horas cada durante os 30 dias da Exposição Originárias. Os encontros serão realizados uma vez por dia no mesmo horário (aos sabados e domingos). AVALIAÇÃO A avaliação das oficinas será realizada por meio de uma observação participativa, que irá considerar os seguintes aspectos: · Participação dos participantes; · Criatividade e expressão artística dos participantes; · Respeito à diversidade cultural. · Etapas das Oficinas APRESENTAÇÃO Nesta etapa, os participantes são apresentados à cultura indígena. A facilitadora abordará temas como a história, os costumes, as crenças e a arte indígena. EXPLORAÇÃO Nesta etapa, os participantes exploram diferentes técnicas e materiais de escrita, ilustração, grafismo ou artesanato indígena. Os participantes poderão também observar obras de arte indígenas de diferentes povos e regiões. CRIAÇÃO Nesta etapa, os participantes criam suas próprias obras de arte com orientação do(a) facilitador(a). Os participantes poderão também conversar com indígenas sobre sua cultura e suas experiências. As oficinas de cultura indígena são uma oportunidade de aprender sobre a diversidade cultural e artística dos povos indígenas brasileiros. Elas podem contribuir para o desenvolvimento da criatividade e da expressão artística dos participantes, bem como para o respeito à diversidade cultural.
Produto: EXPOSIÇÃO INTERATIVA ACESSIBILIDADE FISICA: O local onde acontecerá a exposição e todas suas atividades contará com elementos acessíveis, como rampas de acesso, sinalização adequada para que sejam de fácil acesso às pessoas com necessidades especiais. Item da planilha orçamentária: Item 29. ACESSIBILIDADE PARA PCDS VISUAIS: Audiodescrição e impressão em braile. Item da planilha orçamentária: Item 16 e 24. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Acompanhamento de monitores e fones abafadores. Item da planilha orçamentária: Item 32 e 03. ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Intérprete de libras Item da planilha orçamentária: Item 25. Produto: CONTRAPARTIDA SOCIAL (Oficinas) ACESSIBILIDADE FISICA: O local onde acontecerão as oficinas contará com elementos acessíveis, como rampas de acesso, sinalização adequada para que sejam de fácil acesso às pessoas com necessidades especiais. Não se aplica. (Será utilizada a mesma estrutura da exposição item 29). ACESSIBILIDADE PARA PCDS VISUAIS: Audiodescrição Item da planilha orçamentária: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Acompanhamento de monitores. Item da planilha orçamentária: Item 47. ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Intérprete de libras Item da planilha orçamentária: Item 25 ( Será utilizado o mesmo profissional da Exposição).
Público-alvo: População em geral, sem distinção de gênero, idade, classe social ou qualquer outra diferenciação. A exposição espera acolher 6 mil pessoas e até 240 pessoas nas oficinas. Os ingressos custarão R$ 60,00 a inteira, seguindo as normas legais de meia-entrada. Eles estarão disponíveis pela internet e estarão também à venda nas bilheterias do evento, que abrirão uma hora antes da abertura da exposição. O projeto está em conformidade com a IN2023, Art.27: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. O projeto também está alinhado com o 3º parágrafo do artigo: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro.
Maurício Negro – Curador Ilustrador e organizador da antologia Originárias, uma antologia feminina de literatura indígena (Cia das Letrinhas, 2023). Artista, comunicólogo pela ESPM e gestor cultural pelo Senac. Natureza e diversidade, povos originários, expressões e saberes tradicionais, ciências e linguagens contemporâneas são seus motes. Autor de textos e ilustrações editoriais, designer, organizador e coordenador de literatura e artes não eurocêntricas, pesquisador, professor na École Intuit Lab, curador e gestor de diversos projetos culturais tais como (entre parentes): Narrativas indígenas ilustradas (Sesc Osasco), Brasil Toca Choro (Fundação Padre Anchieta/TV Cultura), Jenipapos (Mina/Itaú Social/FLIP), V8art gallery, entre outros. Seleção ONU #SDG Book Club, The White Ravens (Alemanha), NOMA Encouragement Prize (Japão), The Merit Award/Hiii Illustration (China), Finalista CJ Picture Book Festival (Coreia do Sul), Finalista One World Music Awards (best cover art), Prêmio FNLIJ Figueiredo Pimentel, Prêmio Jabuti CBL, Selos Distinção e Seleção Cátedra 10 UNESCO de Leitura PUC-Rio, Prêmio AEILIJ de Literatura, Prêmio AGES Infantil, XX Salão Internacional para Imprensa de Porto Alegre, entre outras certificações. Luciana Ribeiro - Produtora Diretora Executiva na produção do livro "Lembrança de Chuteiras", lançado pela Zloti Livros / WAW Livros em março de 2015. Diretora Executiva na produção do livro "Histórias de Carnaval", lançado pela Zloti Livros / WAW Livros em agosto de 2015. Diretora Geral do Circuito Online de Conscientização de Doenças Reumáticas, realizado pelo Instituto Eluar em outubro de 2018. Coordenadora Geral do MIC Festival, com exposição online, contações de histórias, minissérie, palestras e rodas de conversa, realizado junto à Lei Federal de Incentivo à Cultura em setembro de 2021. Coordenadora do Instituto ISC em 2021 e 2022, fundado pelo atleta Bob Burnquist. Produtora executiva do evento Fun Arte Skate Arte e Cultura, realizado na cidade de São Paulo em novembro de 2021 e na cidade do Rio de Janeiro em maio de 2022 para a Fundação Nacional de Artes - FUNARTE. Produtora da Exposição OUSE - Marina Abib realizada em Março de 2023 na Casa Beco do Batman. Trudruá Dorrico – Organizadora Indígena macuxi, é artista, escritora, curadora, pós-doutoranda pela UFRR, doutora em Teoria da Literatura pela PUC-RS, mestre em Estudos Literários e licenciada em Letras - Português pela UNIR/RO e pesquisadora de arte e literatura indígena brasileira. Autora da obra Eu sou macuxi e outras histórias (Caos e Letras, 2019), texto vencedor do primeiro lugar no concurso Tamoios/FNLIJ/UK'A de novos escritores indígenas. É a primeira colunista indígena da ECOA/UOL e organizadora de Originárias, uma antologia feminina de literatura indígena (Cia das Letrinhas, 2023). Curadora da Mostra de Literatura Indígena: Território das Palavras Ancestrais para o Museu do Índio (UFU). Curadora convidada da Balada Literária 2021. Curadora do FeCCI - I Festival De Cinema Indígena, Brasília (2022). Recém finalizou a residência artística no Cité Internationale des Arts (Paris, 2023). Algumas autoras já têm presença garantida. Entre elas: Eliane Potiguara / Povo Potiguara – autora Escritora, poeta, professora, ativista indígena e contadora de histórias, foi indicada, em 2005, ao projeto internacional “Mil mulheres para o Prêmio Nobel da Paz”. Em 2014, recebeu o título de “Cavaleiro” da Ordem do Mérito Cultural, oferecido pelo governo brasileiro, por sua contribuição à cultura nacional. É formada em Letras (português-literatura) e em Educação pela UFRJ, com especialização e extensão em Educação Ambiental pela UFOP. É fundadora do Grupo Mulher-Educação Indígena (Grumin) e membro do Comitê Intertribal, do Instituto Uk’a, da Ashoka, do Enlace Continental de Mulheres Indígenas, da Associação pela Paz, além de ser cônsul do grupo Poetas Del Mundo e embaixadora da paz pelo Círculo de Escritores da França e da Suíça. Trabalhou pela Declaração Universal dos Direitos Indígenas na ONU, em Genebra. Foi considerada a “Mulher do ano de 1988” pelo Conselho de Mulheres do Brasil. Escreveu vários livros para adultos e crianças, alguns dos quais foram premiados nos Estados Unidos. Participou de diversos congressos literários e sobre direitos humanos no Brasil e no exterior. Em 2021, recebeu o título de doutora honoris causa pela UFRJ. É de sua autoria o conto da coletânea Omauá, a menina que mora no fundo dos rios. Naine Terena / Povo Terena – autora Doutora em Educação, mestre em Artes Plásticas e graduada em Comunicação Social pela UFMT, atua como pesquisadora, professora universitária, curadora e artista educadora. Organizou a coletânea de escritores indígenas Tempos (Sustentável, 2021). Foi uma das finalistas do Jane Lombard Prize for Art and Social Justice (Vera List Center for Art and Politics, Nova York, 2019) e foi agraciada como Mestre da Cultura de Mato Grosso (2020/2021). Foi curadora da exposição Véxoa: Nós Sabemos, da Pinacoteca de São Paulo, e da exposição virtual Rec.Tyty, ao lado de Sandra Benitez, Ailton Krenak, Carlos Papá e Cristine Takuá. Fez parte da equipe curatorial do Festival Cura-BH e do Festival Desenho Vivo. É docente da especialização Gestão Cultural: ampliação de repertórios (Instituto Itaú Cultural) e pesquisadora-colaboradora nos projetos Cultures of Anti-Racism in Latin America (Carla, Universidade de Manchester), Labtecc (UFMT) e Decay Without Mourning: Future-Thinking Heritage Practices (Pinacoteca de São Paulo). É de sua autoria o conto da coletânea A história de Paká Glicéria Tupinambá / Povo Tupinambá – autora Glicéria Jesus da Silva, uma das lideranças da aldeia Serra do Padeiro, é professora no Colégio Estadual Indígena Tupinambá Serra do Padeiro (CEITSP) e cursa licenciatura intercultural indígena no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA). Com Cristiane Julião, do povo Pankararu, dirigiu o documentário Voz das mulheres indígenas, premiado pelo público no Festival Kurumim, em 2017. Em 2019, pronunciou-se na 40ª Sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, denunciando violações de direitos contra os povos indígenas realizadas pelo Estado brasileiro. Neste mesmo ano, publicou em coautoria a história em quadrinhos Os donos da terra (Editora Elefante). É de sua autoria o conto da coletânea A história de Poxi. Auritha Tabajara / Povo Tabajara – autora É a primeira cordelista indígena do Brasil. É escritora, contadora de histórias, palestrante de cultura e literatura indígenas, além de ser ativista dos direitos da mulher e da comunidade LGBTQIAP+ indígenas. É autora da obra Coração na aldeia, pés no mundo (Uk’a Editorial, 2018), que busca reafirmar o protagonismo da mulher indígena na literatura por meio do cordel e da poesia. Magistério indígena em versos e poesia, publicado em 2007, foi adotado como leitura obrigatória nas escolas públicas pela Secretaria de Educação do Ceará. Ativa também no audiovisual, assina com Débora McDowell o roteiro e a direção da cinebiografia Mulher sem chão (em produção). Outras equipes trabalharão em sistema de serviços prestados em situação legalizada e regulamentada já constantes no orçamento e ficarão responsáveis pela iluminação, montagem de cenários, sonorização etc.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.