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PRONAC 2311122ArquivadoMecenato

Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular

INSTITUTO CAPIXABA DE ACAO SOCIAL E CULTURAL - INSTITUTO CULTURA VIVA
Solicitado
R$ 154,8 mil
Aprovado
R$ 154,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2024-05-01
Término

Resumo

O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba: Oficinas de Formação em Música Clássica e Popular" tem como meta principal o desenvolvimento técnico-musical por meio de encontros educativos na área musical. Focado na formação de adolescentes e jovens em regiões vulneráveis da Grande Vitória, no Espírito Santo, busca integrar música de câmara, sinfônica e popular. As "Oficinas de Formação em Música Clássica e Popular" visam formar conjuntos musicais compostos majoritariamente por músicos jovens, proporcionando oportunidades para aprimorar habilidades musicais. O projeto promove a fusão entre música clássica e popular, reconhecendo a importância da música na vida dos jovens como expressão, conexão emocional, socialização e desenvolvimento pessoal. O projeto tem um efeito multiplicador, proporcionando experiências marcantes para os alunos, desenvolvendo pontes.

Objetivos

OBJETIVOS - Ofertar atividades formativas para jovens de periferia da Grande Vitória-ES, com atividades musicais, para a criação de um conjunto musical, com oficinas e práticas musicais, culminando em apresentações musicais públicas e gratuitas; - Realizar capacitação para 4 turmas/oficinas de Ensino Coletivo de Música, sendo Turma 1 Cordas Friccionadas (como por exemplo Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo); Turma 2 Sopros Madeiras (como por exemplo Flauta transversal, Clarinete, Oboé, Fagote, saxofone alto e saxofone tenor); Turma 3 Sopros Metais (como por exemplo Trompa, Trompete, Trombone e Tuba); Turma 4 Percussão (como por exemplo Caixa, prato, bumbo, triângulo, pandeiro sinfônico) - Realizar 4 horas de aulas semanais para cada turma, totalizando 16 horas de atividades formativas por turma; com total acumulado de 64 horas mensais (somando todas as turmas), ao longo de 6 meses - Realizar 4 concertos didáticos em escolas ou equipamentos parceiros durante a realização do projeto; - Ofertar 100 vagas para as turmas (total) - Ofertar 6 vagas para bolsistas (dentro das 100 vagas totais) - Ensinar técnicas de ensaio, aquecimento, ressonância e execução musical; - Trabalhar nas oficinas musicais ritmos e músicas das principais manifestações culturais brasileiras e da música universal; - Promover a integração e desenvolvimento social, relações humanas e interpessoais; - Contribuir e incentivar para a profissionalização dos alunos como musicistas em orquestras jovens, orquestra profissionais, bandas marciais militares e civis, além da música instrumental em geral;

Justificativa

"Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular" busca promover um diálogo entre a música clássica e a música popular, ao mesmo tempo em que se aproxima das realidades vividas pelos jovens músicos da periferia. A democratização da cultura, proporcionada pela ampliação do acesso aos meios de produção e consumo de conteúdo multimídia, tem permitido que mais vozes e opiniões plurais circulem pelos bairros e cidades do Brasil. O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular" está em sintonia com essa transformação cultural, aproximando-se da rede local e unindo inovação com a ampliação de oportunidades para jovens talentos. Ao promover o encontro entre jovens músicos e novos nomes da música brasileira, o conjunto formado por instrumentistas oriundos de projetos sociais busca impactar socialmente e contribuir para o desenvolvimento profissional dos participantes. As atividades do projeto são planejadas e divulgadas principalmente através das redes sociais utilizadas pelos jovens capixabas, garantindo a integração e a comunicação com o público-alvo. O conhecimento e a compreensão do ambiente em que os jovens estão inseridos são fundamentais para o sucesso do programa, assim como a promoção de interações entre as comunidades envolvidas. A "Oficinas de Formação em Música Clássica e Popular" está alinhada com o Estatuto da Juventude, que estabelece os direitos dos jovens no Brasil e serve como base para a formulação das atividades propostas. Os 11 direitos previstos no Estatuto são abordados de maneira integrada, considerando que o trabalho com a juventude deve envolver ações coordenadas e articuladas entre as diversas instâncias sociais. Os resultados diretos do projeto incluem a seleção dos músicos, oficinas formativas, encontros com profissionais, criação de repertório, seleção de professores e curadoria, ensaios, gravação de músicas e a realização de shows. Desmembramentos dessas atividades incluem a divulgação das ações, articulação entre os jovens, lançamento de músicas nas plataformas, profissionalização da cena e promoção de fontes de renda para músicos e técnicos. O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular" contribui, assim, para o fortalecimento da cultura capixaba, promovendo a diversidade, a igualdade e a inclusão social, e reforçando a identidade cultural do Espírito Santo. Diálogo com o Artigo 1 da Lei nº 8.313/1991O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular" dialoga profundamente com os eixos fundamentais do desenvolvimento cultural, ao enfocar a valorização do patrimônio cultural e natural do Brasil, a democratização do acesso à cultura, a formação e capacitação de jovens talentos, e a conscientização ambiental. O projeto procura estabelecer uma ponte entre a música e a rica diversidade cultural, usando a linguagem universal da arte para comunicar a importância de aprimoramento dos instrumentos e desenvolvimento social e cultural. O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular" se alinha perfeitamente com os eixos descritos Artigo 1 da Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, dialogando com cada um deles da seguinte forma: I. Acesso e Direitos Culturais: II. Regionalização e Valorização do Local; III. Apoio e Difusão das Manifestações Culturais; IV. Proteção das Expressões Culturais; V. Salvaguarda da Criatividade e Modos de Vida Brasileiros; VI. Preservação do Patrimônio Cultural; VII. Consciência e Respeito Internacional; VIII. Estímulo à Produção de Bens Culturais; IX. Priorização do Produto Cultural Brasileiro: Diálogo com o Artigo 3 da Lei nº 8.313/1991O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba: oficinas de formação em música clássica e popular" se alinha fortemente com os objetivos do Artigo 3 da Lei nº 8.313/1991. Vamos detalhar a seguir: I - incentivo à formação artística e cultural: O incentivo à formação artística e cultural é essencial para enriquecer a vida das pessoas e fortalecer a identidade cultural de uma sociedade. Este apoio se traduz em oportunidades para que indivíduos desenvolvam suas habilidades artísticas, explorando expressões culturais diversas. Incentivar a formação artística não apenas nutre talentos individuais, mas também contribui para a preservação e promoção da riqueza cultural de uma comunidade. II - fomento à produção cultural e artística:A realização de concertos sinfônicos e didáticos se alinha com o fomento à produção cultural e artística.As despesas relacionadas ao transporte de instrumentos musicais e equipamentos essenciais para a realização dos concertos serão cobertas pelo projeto.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais:O projeto distribuirá ingressos gratuitamente para os espetáculos, garantindo assim o acesso à cultura para um público mais amplo.V - apoio a outras atividades culturais e artísticas:A contratação de profissionais especializados para a elaboração e execução do projeto, desde a composição musical até a produção dos concertos, é uma parte fundamental do nosso plano. Além disso, baseia-se no Estatuto da Juventude, Lei 12.852/2013, que define os direitos dos jovens a serem garantidos e promovidos pelo Estado brasileiro. Os 11 direitos destacados no Estatuto, como diversidade, cultura, educação e sustentabilidade, orientam as ações do projeto, reconhecendo a importância de abordar esses direitos de forma integrada. A articulação entre diversas instâncias é essencial para promover o diálogo entre jovens e outras faixas da sociedade, fundamentando as atividades promovidas por jovens e coletivos locais.

Especificação técnica

Plano Pedagógico: Título do Projeto Cultural: Academia Orquestra Jovem Capixaba 1. Responsável Pedagógico Nome: EDUARDO LUCAS DA SILVA Currículo Resumido: O projeto "Academia Orquestra Jovem Capixaba" tem coordenação e direção artística do maestro Eduardo Lucas, uma das referências da formação musical instrumental do Espírito Santo na atualidade. Jovem, teve a oportunidade de se apresentar regendo uma orquestra na Expo Dubai 2022, ao lado de diversos jovens em vulnerabilidade social. É egresso de projetos culturais e sociais. Eduardo foi membro do corpo docente da Fames - Faculdade de Música do ES, ministrando as disciplinas de Informática aplicada à música, História e Música, Técnicas e Dinâmicas de ensaio para banda e Oficina de editoração de partituras. É maestro do projeto Vale Música, em Serra-ES. Nascido em Vitória, Eduardo iniciou seus estudos musicais no projeto social Banda Junior da PMES (Polícia Militar do Espírito Santo), no ano de 2005. Paralelamente, teve aulas de trompete com os professores Paulo Sérgio Damasceno e Pedro Valério. Em 2007, ingressou na Faculdade de Música do Espírito Santo no curso de extensão CFM (Curso de Formação Musical) sob a orientação do professor Me. Pedro Mota. No ano de 2010 foi admitido no vestibular para o curso de Bacharelado em música com Habilitação em Trompete. Desenvolve trabalhos na área de inclusão sociocultural através da prática coletiva, como maestro do programa Vale Música, regendo a Banda Sinfônica Vale Música e a Vale Música Jazz Band, grupos que vem se destacando no cenário musical brasileiro Ementa: I. Panorama geral das abordagens metodológicas e estratégias em práticas orquestrais A. Diversidade de métodos e técnicas utilizadas na formação de orquestras jovens B. Oficinas e práticas musicais como instrumentos de aprendizagem e desenvolvimento II. Pesquisa e desenvolvimento de habilidades musicais A. Investigação de técnicas instrumentais específicas B. Estudo de repertório e interpretação C. Exploração da dinâmica de grupo e cooperação na performance orquestral III. Debate e reflexão sobre posturas ontológicas e epistemológicas em práticas orquestrais A. A relação entre o músico, o instrumento e a música B. A importância da consciência cultural e histórica no contexto da formação de orquestras jovens C. Reflexões sobre a função social e educacional da música e das orquestras jovens IV. Aplicação prática das abordagens e reflexões A. Implementação de estratégias de ensino e aprendizagem em oficinas e práticas musicais B. Análise crítica de performances e processos pedagógicos 3. Objetivos - Ofertar atividades formativas para jovens de periferia da Grande Vitória-ES, com atividades musicais, para a criação de Orquestra, com oficinas e práticas musicais, culminando em apresentações musicais públicas e gratuitas; - Realizar capacitação para 4 turmas oficinas de Ensino Coletivo de Música, sendo Turma 1 Cordas Friccionadas (como por exemplo Violino, Viola, Violoncelo e Contrabaixo); Turma 2 Sopros Madeiras (como por exemplo Flauta transversal, Clarinete, Oboé, Fagote, saxofone alt e saxofone tenor); Turma 3 Sopros Metais (como por exemplo Trompa, Trompete, Trombone e Tuba); Turma 4 Percussão (como por exemplo Caixa, prato, bumbo, triângulo, pandeiro sinfônico) - Realizar 4 horas de aulas semanais para cada turma, totalizando 16 horas de atividades formativas por turma; com total acumulado de 64 horas mensais (somando todas as turmas), ao longo de 6 meses - Realizar 4 concertos didáticos em escolas ou equipamentos parceiros durante a realização do projeto; - Ofertar 100 vagas para as turmas (total) - Ofertas 6 vagas para bolsistas (dentro das 100 vagas totais) 4. Público Alvo Indique as características preferenciais do público a ser trabalhado. Ex.: nível de formação, sexo, faixa de renda, local de moradia, membro de uma comunidade ou grupo. Público Alvo: O projeto "Oficinas de Formação Música Clássica" tem como público-alvo estudantes adolescentes, com idades entre 15 e 25 anos, interessados em música clássica e música popular, e com aptidão para execução de instrumentos musicais diversos. O projeto busca incluir jovens oriundos da comunidade do Bairro Caratoíra e adjacências. Faixa Etária: 15 a 25 anos Requisitos para inscrição: Estudante ou recém-egresso de instituição de ensino, morador do ES, preferencialmente Grande Vitória; aluno preferencialmente Forma e condição de inscrição: inscrição online ou presencial na sede do Instituto Cultura Viva Número de Turmas: 4 Número de participantes por turma: 25 alunos 5. Metodologia A metodologia de ensino musical coletivo se apresenta como uma ferramenta eficaz na iniciação de adolescentes e jovens, oportuniza o ensino de prática musical em concomitância com a teoria. Dessa forma, os alunos ficam mais engajados com as atividades e com o processo de aprendizagem. O ensino musical coletivo é um tipo de ensino musical que se baseia na prática musical em grupo, normalmente por naipe de instrumentos. Ele ainda pode incluir aulas de conjunto, orquestra, coro ou qualquer outro tipo de grupo musical. O ensino musical coletivo é uma ótima maneira de promover a colaboração, a comunicação e a aprendizagem social. Além disso, pode ser muito divertido e uma ótima maneira de se envolver com outras pessoas que compartilham o mesmo interesse em música.Os alunos serão separados por naipe, ou seja, grupos de famílias de instrumentos. Nesses encontros, eles terão acesso a técnica dos instrumentos, além de conhecimentos elementares, como montar o instrumento, preservar, limpar, segurar, afinar e tocar. Sempre com a mediação de um professor; Os primeiros encontros serão por famílias, uma classe de no máximo 15 alunos. Onde os assuntos específicos daquele instrumento são tratados, após 1 mês de encontros coletivos em famílias dos instrumentos, se inicia a prática coletiva de orquestra de câmara, é quando são reunidos todos os instrumentos para os ensaios gerais. Os participantes serão divididos em seções de instrumentos para ensaios focados em técnicas específicas e repertório. Posteriormente, os jovens se reunirão para ensaios da orquestra completa, onde trabalharão juntos na interpretação e execução das peças selecionadas para a temporada. A Orquestra realizará uma série de concertos ao longo do ano, tanto em espaços culturais tradicionais quanto em comunidades carentes da Grande Vitória. Essas apresentações proporcionarão aos jovens músicos uma experiência valiosa de performance e servirão como plataforma para compartilhar sua arte com a comunidade.O Programa de Monitoria será uma etapa fundamental na formação dos jovens músicos participantes do projeto "Oficinas de Formação Música Clássica". Através deste programa, os músicos mais experientes e avançados terão a oportunidade de atuar como mentores e monitores para os estudantes iniciantes e menos experientes. O Programa de Monitoria pode ser dividido em várias atividades: Os músicos monitores auxiliarão os estudantes iniciantes em suas aulas de instrumento, fornecendo orientação e apoio técnico e musical. Essa experiência permitirá aos monitores desenvolver habilidades de liderança e ensino, enquanto os estudantes iniciantes se beneficiarão da atenção individualizada e do suporte adicional. Os músicos monitores atuarão como líderes de seção durante os ensaios e apresentações, auxiliando na coordenação dos músicos e na solução de problemas técnicos e musicais que possam surgir. Isso ajudará a desenvolver habilidades de liderança, comunicação e trabalho em equipe entre os monitores, ao mesmo tempo em que oferece suporte valioso aos demais músicos.

Acessibilidade

As oficinas serão realizadas em espaços com ACESSIBILIDADE FÍSICA: CONTRAPARTIDA SOCIAL - CONCERTO DIDÁTICO ACESSIBILIDADE FÍSICA: - A escolas que receberão o projeto conta com banheiros adaptados, elevadores, espaço para cadeirantes (sem custo para o projeto).

Democratização do acesso

As 100 vagas destinadas à área de atuação do projeto serão oferecidas de forma gratuita, sem qualquer custo para os participantes e seus familiares. Seis alunos serão contemplados com bolsas no valor de 400 reais ao longo de sete meses no ano. Todos os concertos serão acessíveis ao público sem a cobrança de ingressos. O empréstimo dos instrumentos fornecidos pela instituição será realizado sem custos.

Ficha técnica

Eduardo Lucas - Direção pedagógica e artística Eduardo Lucas, maestro e musicólogo, destaca-se no Projeto Vale Música e possui uma formação acadêmica robusta, com graduação pela Faculdade de Música do Espírito Santo (FAMES), mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e atualmente cursa doutorado na UNIRIO. Ele coordena o Núcleo de Bandas no Vale Música, incluindo diversos grupos sinfônicos e jazz bands, além de gerenciar o Curso de Introdução à Regência. Na FAMES, atuou como professor e coordenador de vários projetos, incluindo a Orquestra de Violões para escolas estaduais e o curso de Bacharelado em Música Popular, além de presidir o REANP. Lucas é reconhecido também como diretor artístico em eventos importantes como o FEMUSGA, o Festival Internacional de Música de Domingos Martins e o Festival Coreto, e como autor, produtor e curador do e-book "Espírito Samba", que homenageia o carnaval capixaba. É proprietário da editora Tonobooks, tendo publicado 12 livros, e foi laureado com a Comenda Maurício de Oliveira em 2021 e o Prêmio Nacional de Profissionais da Música em 2023. Como presidente do Instituto Cultura Viva e maestro da Orquestra Jovem Capixaba, fundou a Ammor e a Malê Big Band, participou de conferências e bienais, e conduziu diversas bandas sinfônicas, incluindo uma apresentação internacional na Expo Dubai, solidificando sua reputação no cenário musical. Jaqueline Vieira - Responsável financeiro Jaqueline Santos Vieira, contadora, destaca-se por sua versatilidade e sólida formação. Bacharel em Contabilidade pela Multivix, ela complementa sua licenciatura em música na UFES. Cursos como Produção e Gestão Cultural e Agente de Projetos Sociais enriquecem sua bagagem. Ativa na música, participou de diversos projetos, como Banda Junior da PMES e Orquestra Jovem Vale Música. Profissionalmente, Jaqueline atuou em escritórios de contabilidade, destacando-se em controle de alvarás, certidões e gestão financeira. Seu engajamento vai além, contribuindo na criação de instituições culturais como o Instituto Cultura Viva e Instituto das Montanhas, onde é Tesoureira. Como consultora contábil, apoia artistas capixabas notáveis. Habilidades técnicas incluem Pacote Office, Google Drive, Software Domínio Sistemas, Plataforma da Junta Comercial e Portal E-CAC da Receita Federal. Seus interesses permeiam a Produção Cultural, Economia Criativa, Contabilidade no Terceiro Setor e Auditoria Contábil. Jaqueline destaca-se não só por sua formação e experiência, mas por integrar efetivamente contabilidade e cultura em projetos sociais e culturais, evidenciando sua contribuição única e significativa. Diego Lyra - Coordenador de Produção Diego Lyra é um talentoso artista capixaba nascido e criado no centro da capital Vitória, no Espírito Santo. Com influência artística da família, Diego demonstrou interesse pela música desde cedo, tornando-se cantor e compositor e seguindo os passos de sua tia Bernadeth Lyra, um grande nome da literatura local e nacional. Multifacetado, Diego é fundador da banda KALIFA SAMBAROCK, que já se apresentou em importantes palcos e eventos no Espírito Santo. Com a banda, dividiu o palco com artistas renomados como Seu Jorge, Martinho da Vila, Sambô, Planta e Raiz, B Negão, Negralha (O Rappa), Orquestra Voadora, Marcio Local, Thiago Correa, Mc Marechal, Forfun, Macucos, Casaca, Jair de Oliveira (Jairzinho) e Pretinho da Serrinha, entre outros.Além de sua participação na banda, Diego é a voz da Orquestra AMMOR - A Maravilhosa e Mágica Orquestra de Rua e já viveu o protagonista no espetáculo musical “Hair – Um sonho de Liberdade”, realizado pela Faculdade de Música do ES – FAMES. Leandro Mello - Mobilizador Social Leandro Mello, residente no Espírito Santo, destaca-se desde 2010 por sua atuação em áreas de vulnerabilidade social. Com abordagem institucional, impacta mais de 20 mil moradores em comunidades capixabas, reconhecido como projeto de forte impacto humano. O "Vizinho da Arte" recebeu o prêmio "Atitude Sustentável" da Rede Gazeta em 2014, sendo o melhor projeto social do estado. Leandro, junto à sua equipe, utiliza critérios técnicos para mobilização social, avançando em diversos segmentos e ampliando as possibilidades do projeto. A sede atual atende 60 jovens com oficinas de violão popular. Nas comunidades, oferecem cursos variados como música, canto, violão, lutas marciais (Jiu-Jitsu, Kickboxing), educação ambiental e produção de documentários, impactando mais de 18 mil pessoas em bairros como Morro do Pinto, Alagoano, Morro do Quadro e Santa Tereza. De forma pioneira, Leandro Mello, através do "Vizinho da Arte", introduziu música clássica na periferia, formando a Orquestra Sinfônica Jovem do Caratoíra, regida pelo maestro Eduardo Lucas. O projeto, reconhecido pelos formadores de opinião, destaca-se não apenas pelos prêmios recebidos, mas pela transformação social e cultural que proporciona nas comunidades capixabas.

Providência

Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Vitória Espírito Santo