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O projeto busca adquirir a obra "Centurião Romano" para o Instituto Boulieu. Essa escultura sacra, atribuída ao Aleijadinho, destaca-se pela sua conexão com o ciclo aurífero mineiro e o Santuário Bom Jesus de Matosinhos. Parte da representação da cena da prisão de Cristo, a obra exibe características distintivas do estilo do mestre, como corporalidade teatral, rosto assimétrico e elementos expressionistas. O projeto visa preservar, restabelecer à sociedade e destacar essa peça única, inserida na rica tradição artística e religiosa do período colonial brasileiro.
Objetivo Geral: O objetivo geral deste projeto é aquisiçao da escultura "Centurião Romano" para a coleção do Instituto Boulieu, preservando e promovendo essa obra sacra como um patrimônio cultural e artístico. A finalidade é contribuir para a preservação da história e tradição artística do período colonial brasileiro, destacando a importância do legado do Aleijadinho. Retornando a obra para Ouro Preto, para a sociedade brasileira e tombando-a. Para preservar e promover a obra "Centurião Romano" como parte integral do patrimônio cultural brasileiro, enriquecendo o conhecimento sobre a produção artística e religiosa do período colonial. https://museuboulieu.org.br Objetivos Específicos: 1. Aquisição da Obra: Realizar a compra da escultura "Centurião Romano" e integrá-la à coleção do Instituto Boulieu. 2. Restauração e Conservação: Implementar medidas para a restauração e conservação da escultura, garantindo sua integridade física a longo prazo. 3. Exposição e Educação: Organizar exposições e eventos educativos para compartilhar a relevância histórica e artística da obra com o público. 4. Pesquisa e Documentação: Realizar pesquisas detalhadas sobre a escultura, documentando sua origem, contexto histórico e características artísticas. 5. Acesso Público: Facilitar o acesso do público à escultura por meio de exposições itinerantes, divulgação online e atividades interativas. 6. Colaborações Culturais: Estabelecer parcerias com instituições culturais, acadêmicas e religiosas para enriquecer a compreensão e promoção da escultura.
Este projeto se enquadra na LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991, de acordo com os seguintes objetivos: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; https://museuboulieu.org.br Através deste projeto, a obra "Centurião Romano" poderá ser tombada, ser acessível à sociedade brasileira, salvaguardada, preservada e reintegrada ao acervo da cidade de Ouro Preto. Este projeto em questão representa a proteção e valorização de um patrimônio artístico, patrimonial e cultural de inestimável importância para a cidade e para a história brasileira. Tombamento: O processo de tombamento confere à obra um reconhecimento oficial de seu valor histórico, artístico e cultural. Ao ser tombado, o "Centurião Romano" é legalmente protegido contra ameaças de degradação, destruição ou descaracterização, assegurando que sua integridade seja preservada para as gerações futuras. Acesso e Salvaguarda: Facilitar o acesso à obra significa abrir portas para que o público tenha a oportunidade de contemplar e estudar essa expressão única do barroco brasileiro. Ao mesmo tempo, a salvaguarda implica a implementação de medidas específicas para proteger a escultura contra danos físicos, garantindo que ela permaneça autêntica e inalterada ao longo do tempo. Preservação: A preservação do "Centurião Romano" é um compromisso com a manutenção de sua integridade artística e histórica. Isso envolve a aplicação de técnicas especializadas de conservação e restauração, visando retardar o processo natural de deterioração e reparar possíveis danos acumulados ao longo dos anos. Acessibilidade: Garantir a acessibilidade à obra significa torná-la disponível e compreensível para uma variedade de públicos. Isso não apenas enriquece a experiência cultural para visitantes, estudantes e pesquisadores, mas também promove a inclusão, permitindo que diferentes grupos apreciem e compreendam a importância do "Centurião Romano." Reintegração ao Acervo de Ouro Preto: Ao reintegrar a escultura ao acervo de Ouro Preto, a obra retorna ao contexto histórico e cultural para o qual foi originalmente concebida. Isso fortalece os laços entre a obra, a cidade e sua comunidade, contribuindo para a identidade local e nacional. Importância para Ouro Preto: Ouro Preto, como cidade histórica e culturalmente rica, encontra na reintegração do "Centurião Romano" uma oportunidade de enriquecer seu patrimônio, atrair visitantes interessados em sua história e arte, e consolidar-se como um polo cultural relevante no cenário nacional. Importância para o Projeto: Para o projeto em questão, a incorporação da escultura ao acervo de Ouro Preto amplia seu impacto, permitindo que o público local e visitante vivencie a riqueza artística do Aleijadinho, compreenda a trajetória histórica do período colonial brasileiro e participe ativamente das atividades educativas e culturais propostas. Assim, o tombamento, acesso, salvaguarda, preservação, acessibilidade e reintegração ao acervo de Ouro Preto não apenas protegem um tesouro cultural, mas também enriquecem a experiência dos que interagem com a obra, promovendo o entendimento e apreciação da herança cultural brasileira. Autoria de Aleijadinho, datação, técnica e procedência, A lauda unânime de diversos peritos, cientistas, especialistas, historiadores da arte e museólogos quanto à autoria de Aleijadinho, datação, técnica e procedência da obra "Centurião Romano" confere um respaldo inestimável à sua importância histórica e artística. A convergência de especialistas em validar a autenticidade e atribuição da obra a Aleijadinho não apenas consolida sua posição no contexto do barroco brasileiro, mas também oferece uma base sólida para a compreensão de seu valor intrínseco. A autenticidade respaldada por peritos é crucial para estabelecer a obra como parte integrante do legado do Aleijadinho. Essa validação não apenas confirma o talento e maestria do artista, mas também posiciona o "Centurião Romano" como uma peça significativa dentro do corpo de trabalho do mestre do barroco brasileiro. A datação precisa, técnica refinada e procedência documentada, endossadas por especialistas, fornecem um contexto robusto para a compreensão da escultura. Essas informações não apenas enriquecem a narrativa em torno da obra, mas também permitem uma análise mais profunda de seu significado histórico e cultural. A confiança de museólogos e especialistas na autenticidade do "Centurião Romano" não apenas valida sua presença em coleções institucionais, mas também abre portas para a realização de exposições, eventos educativos e pesquisas aprofundadas sobre a peça. A credibilidade da obra fortalece a missão do Instituto Boulieu de preservar, promover e compartilhar o patrimônio cultural brasileiro. A lauda unificada também contribui para a construção de um consenso acadêmico sobre a importância do "Centurião Romano" no âmbito da arte sacra e da produção artística do Aleijadinho. Esse respaldo solidifica a posição da escultura como uma peça fundamental na compreensão da estética e do simbolismo do período colonial brasileiro. Em resumo, a concordância entre peritos, cientistas, especialistas, historiadores da arte e museólogos quanto à autoria, datação, técnica e procedência do "Centurião Romano" confere não apenas autenticidade à obra, mas também a consagra como uma joia do patrimônio artístico e cultural do Brasil, enriquecendo o entendimento coletivo sobre a riqueza da produção do Aleijadinho. E ainda, A justificativa para a realização deste projeto repousa na necessidade premente de preservar e destacar a obra "Centurião Romano" como um elemento crucial do patrimônio cultural brasileiro. Esta escultura, atribuída ao renomado artista colonial Aleijadinho, representa não apenas um marco singular da produção sacra rococó do ciclo aurífero mineiro, mas também uma peça intrinsecamente conectada ao Santuário Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo, MG. O propósito fundamental é resguardar não apenas a integridade física da obra, mas também o significado histórico e artístico que ela carrega consigo. Ao adquirir o "Centurião Romano" para o Instituto Boulieu, almeja-se assegurar que essa expressão única da fé e arte do período colonial não apenas sobreviva ao teste do tempo, mas floresça como uma fonte inesgotável de inspiração e compreensão do contexto cultural brasileiro. A relevância desta escultura vai além de sua estética impressionante. Ela serve como um elo tangível com o passado, proporcionando uma janela para as complexidades da devoção religiosa, expressas através da habilidade magistral do Aleijadinho. A obra, inserida na "Fase de Congonhas," encapsula a riqueza espiritual do Sacro Monte, replicando a Via Dolorosa e imortalizando a peregrinação de bolso no imaginário brasileiro. O projeto também se justifica pela sua contribuição à educação pública e disseminação do conhecimento. Ao restaurar e preservar o "Centurião Romano," o Instituto Boulieu busca criar oportunidades para exposições educativas, eventos culturais e colaborações com instituições afins. Essas iniciativas visam enriquecer a compreensão da história brasileira, proporcionando aos visitantes uma imersão profunda na complexidade e sofisticação da produção artística do Aleijadinho. Ademais, a escultura não é apenas uma peça isolada, mas um componente essencial do legado do Aleijadinho, um ícone do barroco brasileiro. Suas características únicas, como a corporalidade teatral, a simulação de movimento, e os estilemas distintivos, fazem dela uma obra-prima que transcende seu contexto histórico, tornando-se uma representação viva da alma artística e espiritual da América Portuguesa. Em última análise, este projeto justifica-se como um esforço dedicado à preservação e celebração do patrimônio artístico e cultural do Brasil. A aquisição, restauração e promoção contínua do "Centurião Romano" não são apenas um investimento na história, mas uma manifestação do compromisso com a preservação da rica tapeçaria cultural que define a identidade brasileira.
A importância da obra "Centurião Romano" de Aleijadinho, correlacionada com o projeto do Instituto Boulieu e a instituição Museu Boulieu – Caminhos da Fé, transcende o âmbito artístico para se tornar uma narrativa complexa e fascinante sobre a interseção de culturas, religiões e expressões estéticas que moldaram o mundo. A coleção abrigada pelo Museu Boulieu, formada pela generosidade do casal Maria Helena e Jacques Boulieu, representa uma síntese rara da cultura ibérica disseminada pelos navegadores e conquistadores portugueses e espanhóis. Nesse contexto global, a arte barroca emerge como uma expressão peculiar e multifacetada, testemunhando não apenas a grandiosidade artística, mas também os intrincados cruzamentos culturais e sociais ocorridos durante a era das grandes navegações. A obra de Aleijadinho, o "Centurião Romano," é uma peça-chave nesse mosaico histórico. Ao incorporar a estética barroca, a escultura não apenas ilustra a maestria técnica do artista, mas também evoca as complexidades do encontro de culturas que caracterizou a colonização ibérica nas Américas. A obra, carregada de simbolismo e dramatismo, torna-se um elo poderoso entre a arte religiosa, a história colonial e a expressão única do barroco brasileiro. Ao correlacionar a obra com o projeto do Instituto Boulieu, dedicado à aquisição e preservação do "Centurião Romano," vemos um compromisso tangível com a salvaguarda do patrimônio artístico e cultural do Brasil. O projeto não é apenas uma iniciativa isolada, mas um ato de resgate de uma peça que encapsula a alma de uma época e de um povo. A ação do Instituto insere-se, assim, em um contexto mais amplo de preservação da herança brasileira e de promoção da compreensão de suas raízes culturais. A instituição Museu Boulieu – Caminhos da Fé, ao acolher a coleção que abriga a obra de Aleijadinho, torna-se um guardião não apenas do patrimônio artístico, mas também de uma narrativa intrincada de encontros e desencontros entre culturas. O museu, localizado nas instalações do antigo Asilo São Vicente de Paulo, oferece um espaço histórico e simbólico para a apreciação e reflexão sobre a influência da arte barroca e das navegações ibéricas na formação da identidade brasileira. O prédio, com sua arquitetura eclética e características da arquitetura sanitarista do início do século 20, não é apenas um local de exposição, mas uma parte vital do conjunto urbanístico tombado pelo Iphan em 1938. O Museu Boulieu não apenas preserva as obras, mas também se torna parte integrante da própria história de Ouro Preto, um testemunho tangível da evolução cultural e arquitetônica da região. A importância desta obra, de Aleijadinho, correlacionada ao projeto do Instituto Boulieu e à instituição Museu Boulieu, transcende a esfera artística para se tornar um legado vivo que enriquece a compreensão coletiva da herança cultural brasileira. Essa narrativa, contada através da escultura, do projeto e do museu, é uma ponte entre o passado e o presente, entre diferentes culturas e crenças, proporcionando uma experiência enriquecedora e reflexiva para as gerações futuras. A obra "Centurião Romano" do Aleijadinho assume uma significância extraordinária, não apenas como uma expressão artística singular do período colonial brasileiro, mas também como um ícone que transcende fronteiras temporais, conectando-se intrinsecamente ao projeto do Instituto Boulieu. A importância da escultura reside não apenas na sua beleza estética, mas na profundidade de sua narrativa simbólica e histórica. Aleijadinho, um mestre do barroco brasileiro, imprimiu nesta obra não apenas sua maestria técnica, mas também sua capacidade singular de conferir vida e emoção às formas esculpidas. O "Centurião Romano" exemplifica a habilidade do artista em transformar a madeira em uma representação teatral, onde cada curva, dobra e expressão contribuem para a narrativa dramática da prisão de Cristo. A escultura assume um papel protagonista na compreensão do contexto cultural e religioso do ciclo aurífero mineiro. Ela não é apenas uma peça isolada; é uma testemunha esculpida do fervor espiritual e das práticas devocionais da época. O "Centurião Romano" integra-se organicamente ao conjunto escultórico do Santuário Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo, MG, uma peça chave no teatro sacro que replica a Via Dolorosa e evoca a espiritualidade da Semana Santa. Ao correlacionar essa obra-prima com o projeto do Instituto Boulieu, a relevância se amplifica. A aquisição e preservação do "Centurião Romano" não são apenas ações isoladas, mas um compromisso com a salvaguarda de um patrimônio que transcende o individual para se tornar coletivo. O projeto do Instituto Boulieu se torna, assim, um guardião dessa peça única, contribuindo para a preservação da identidade cultural e religiosa que ela representa. Além disso, a escultura torna-se uma ferramenta educativa valiosa. Sua exposição e incorporação em eventos culturais oferecem oportunidades únicas para que o público mergulhe na riqueza do barroco brasileiro, compreendendo não apenas a maestria artística do Aleijadinho, mas também a história, os valores e as crenças que permeavam a sociedade colonial. A acessibilidade à obra, promovida pelo projeto, estende-se além do físico, alcançando camadas mais profundas de compreensão e apreciação. Através de programas educativos, publicações e colaborações com instituições, o Instituto Boulieu se torna um mediador na construção de pontes entre o passado e o presente, entre a arte e o público. A importância do "Centurião Romano" no contexto do projeto do Instituto Boulieu transcende a esfera artística; ela é um elo vital na corrente que liga as gerações, preservando não apenas um pedaço da história, mas também a alma e a espiritualidade de um período crucial na formação da identidade brasileira. O projeto não apenas protege uma obra de arte, mas nutre e compartilha uma herança que enriquece a compreensão coletiva do Brasil e sua extraordinária tradição artística. A obra "Centurião Romano" de Aleijadinho assume uma relevância marcante não apenas como uma expressão artística singular, mas como um testemunho intrínseco da riqueza cultural e artística de Ouro Preto, de Minas Gerais e do Brasil como um todo. A correlação entre esta obra-prima, o legado do Aleijadinho, e o contexto cultural mais amplo destaca-se como uma narrativa entrelaçada de influências históricas e estéticas. Aleijadinho, ou Antônio Francisco Lisboa, é um dos ícones mais emblemáticos da arte barroca no Brasil. Seu trabalho transcende o meramente artístico, alcançando o status de patrimônio cultural brasileiro. O "Centurião Romano" reflete não apenas a maestria técnica do escultor, mas também sua capacidade única de transmitir emoções, simbolismos e narrativas complexas através da matéria esculpida. Ao mergulharmos na importância desta obra no contexto de Aleijadinho, percebemos um diálogo vívido entre a dramaticidade barroca e a espiritualidade do período colonial brasileiro. A escultura, com suas características distintivas como a corporalidade teatral e a expressividade intensa, é uma manifestação da habilidade singular de Aleijadinho em conferir vida às suas criações. A figura do centurião, em sua postura dramática e detalhes expressionistas, dialoga diretamente com o Drama da Paixão na Semana Santa, uma temática recorrente no trabalho do artista. A correlação da obra com Ouro Preto é igualmente fundamental. Ouro Preto é uma cidade cujas ruas de paralelepípedos são testemunhas do esplendor colonial, e a arte de Aleijadinho é uma peça integral desse quebra-cabeça histórico. A cidade, declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO, é um museu a céu aberto, e o "Centurião Romano" contribui para a narrativa visual e espiritual que caracteriza a experiência única de visitar Ouro Preto. A obra também é um reflexo da riqueza cultural de Minas Gerais, um estado que desempenhou um papel crucial na formação do Brasil colonial. A expressão artística de Aleijadinho, profundamente enraizada nas tradições barrocas, é um testemunho da fusão de influências europeias e indígenas que caracterizaram a identidade cultural mineira. Além disso, a importância desta obra se estende para além das fronteiras de Minas Gerais, conectando-se com a rica tapeçaria cultural do Brasil. A escultura não é apenas uma expressão regional, mas um símbolo da diversidade e complexidade do patrimônio artístico brasileiro, enraizado na fusão de culturas que definiram o país. Em resumo, a relevância do "Centurião Romano" de Aleijadinho transcende a mera estética; ela é uma ponte viva entre o passado e o presente, uma expressão artística que dialoga com a espiritualidade, história e cultura de Ouro Preto, de Minas Gerais e do Brasil como um todo. Esta obra é um tesouro cultural que enriquece nossa compreensão da identidade brasileira e da extraordinária contribuição de Aleijadinho para a história da arte no país.
De acordo com a Instrução Normativa MINC Nº 1 DE 10/04/2023, a MINISTRA DE ESTADO DA CULTURA, no uso da atribuição prevista no inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal, e com base nas disposições da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, e do art. 49 do Decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023, resolve, que: b) em caso de aquisição de acervo: 1. lista dos itens a serem adquiridos, acompanhada de ficha técnica completa; 2. justificativa para a aquisição, atestando a pertinência e a relevância da incorporação dos itens ao acervo da instituição; 3. histórico de procedência e de propriedade dos itens a serem adquiridos, acompanhado de declaração de intenção de venda do proprietário ou detentor dos direitos; 4. laudo técnico com avaliação de pelo menos dois especialistas sobre o valor de mercado dos itens; 5. parecer de autenticidade das obras; 6. declaração de que o item adquirido será incorporado ao acervo permanente da instituição; 7. laudo técnico de especialista, com diagnóstico do estado de conservação das obras; e 8. comprovação de que o local que abrigará o acervo que se pretende adquirir possui condições adequadas de armazenamento e acondicionamento. Estes itens e documentos estão todos anexados a esta proposta. Ficha Catalográfica da Obra "Centurião Romano" Identificação:- Título: Centurião Romano- Autor: Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho)- Data de Produção: Segunda metade do século XVIII- Técnica: Escultura entalhada, policromada em madeira de cedro rosa- Medidas: 200 cm (altura) Descrição Física:- Tipo: Escultura em madeira- Estilo: Barroco Mineiro- Representação: Figura masculina adulta, Centurião Romano, em posição frontal- Detalhes Físicos: - Rosto longo, orelhas grandes, sobrancelhas arqueadas - Capacete-elmo com correias em torno do rosto - Couraça-armadura cor terra escura-avermelhada - Mangas curtas arrematadas em bicos com ornato em fita - Vestimenta branca com pregas e ornamentos fitomorfos - Saiote curto em movimento ondulante - Botas de cano longo, cor preta, com ornato em cor ocre Contexto Histórico e Artístico:- Período: Segunda metade do século XVIII- Contexto Cultural: Ciclo aurífero mineiro, Fase de Congonhas (1796-1805)- Relação com Outras Obras: Integrante do conjunto escultórico da Via Sacra do Santuário Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas do Campo, MG. Atribuição a Aleijadinho:- Estilemas Característicos: - Corporalidade teatral e contorcida - Olhar orientalizado - Rosto assimétrico, queixo bipartido - Cabelos estriados em caracóis - Couraça com ornamentos fitomorfos - Pregas e ornamentos barrocos nas vestimentas - Base com rochedo em cortes pontiagudos Estado de Conservação:- Excelente estado de conservação, sem desgastes significativos, danos estruturais ou perda de detalhes.- Cores policromadas vibrantes e intactas. Procedência:- Originalmente encomendada para a Via Sacra do Santuário Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas do Campo, MG. Documentação e Estudos:- Laudada por peritos, cientistas, especialistas, historiadores da arte e museólogos.- Attribuição de autoria, datação e técnica embasadas em estudos aprofundados. Importância e Relevância:- Obra-prima do Barroco Mineiro, representando a maturidade plena de Aleijadinho.- Testemunho artístico do ciclo aurífero mineiro e da religiosidade da época.- Integrada ao patrimônio cultural e espiritual da América Latina.
O compromisso do Museu Boulieu com a acessibilidade visa criar um ambiente cultural inclusivo, onde todas as pessoas, independentemente de suas habilidades, possam desfrutar plenamente das experiências oferecidas. Estamos em constante aprimoramento dessas práticas para garantir um ambiente cada vez mais acessível e enriquecedor. Acessibilidade no Museu Boulieu - Medidas Detalhadas 1. Deficiência Física: - Ramps de Acesso: Todas as áreas da exposição contam com rampas e elevadores adequados para garantir a acessibilidade de cadeiras de rodas. - Estacionamento Acessível: Um estacionamento próximo ao local da exposição é reservado e adaptado para atender às necessidades de visitantes com deficiência física. - Corrimãos: Corrimãos são instalados em áreas de acesso e escadas para proporcionar suporte e segurança. 2. Deficiência Visual: - Informações Acessíveis: Toda a informação é disponibilizada em formatos acessíveis, como Braille, letras ampliadas e audiodescrição para atender às necessidades de visitantes com deficiência visual. - Roteiros Táteis: Roteiros táteis são oferecidos, permitindo que visitantes explorem objetos ou exposições de forma tátil e enriquecedora. - Sinalização Clara: A sinalização é clara, de alto contraste, facilitando a orientação de visitantes com deficiência visual. - Áudio Descrição: Exposições interativas ou vídeos contam com áudio descrição para tornar o conteúdo acessível para pessoas com deficiência visual. 3. Deficiência Auditiva: - Legendas: Vídeos e materiais audiovisuais são legendados, atendendo às necessidades de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. - Intérpretes de Libras: Intérpretes de Libras estão disponíveis para auxiliar visitantes surdos na comunicação. 4. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: - Linguagem Clara: Materiais escritos e placas utilizam linguagem clara e simples para facilitar a compreensão por parte de visitantes com dificuldades de leitura ou cognição. - Tecnologias Assistivas: Tecnologias assistivas, como dispositivos de amplificação sonora, estão integradas para melhorar a experiência de visitantes com necessidades especiais. - Experiência Tátil: Visitantes podem tocar e interagir com objetos ou materiais seguros, proporcionando uma experiência tátil enriquecedora. - Treinamento da Equipe: A equipe é treinada para atender e auxiliar visitantes com necessidades especiais, promovendo uma abordagem inclusiva e acolhedora. 5. Áreas de Descanso e Serviços Sanitários Acessíveis: - Áreas de Descanso: Áreas de descanso acessíveis, equipadas com assentos confortáveis, são disponibilizadas para atender às necessidades de todos os visitantes. - Banheiros Acessíveis: Banheiros acessíveis são fornecidos para pessoas com mobilidade reduzida. 6. Treinamento da Equipe: - Capacitação: A equipe da exposição recebe treinamento regular sobre como lidar com visitantes com necessidades especiais, promovendo a empatia, a comunicação eficaz e uma experiência positiva para todos. No Museu Boulieu, a acessibilidade é uma prioridade, e estas medidas visam garantir que todos os visitantes desfrutem plenamente das exposições e atividades oferecidas.
Democratização de Acesso - Distribuição e Comercialização dos Produtos: 1. Ingressos Acessíveis: - Variedade de Opções: Iingressos gratuítos, garantindo que a exposição seja acessível a pessoas de diferentes faixas de renda. 2. Visitas para Grupos Vulneráveis: - Visitas Especiais: Implementação de visitas especiais para grupos vulneráveis, como estudantes, idosos e pessoas com deficiência, promovendo a inclusão e tornando a exposição mais acessível. 3. Ingressos Online: - Acesso Conveniente: Disponibilização de ingressos online para facilitar o acesso, proporcionando conveniência aos visitantes e evitando filas. 4. Parcerias com Escolas e Instituições Culturais: - Visitas Educacionais: Estabelecimento de parcerias com escolas, universidades e instituições culturais para oferecer visitas educacionais, incentivando a participação de estudantes e promovendo a educação cultural. Ampliação de Acesso: 5. Ensaio Aberto: - Acesso Gratuito ou Reduzido: Realização de ensaios abertos ao público antes da abertura oficial da exposição, permitindo que as pessoas experimentem a exposição gratuitamente ou a um custo reduzido. 6. Oficinas Paralelas: - Experiência Prática e Educativa: Organização de oficinas culturais paralelas relacionadas à temática da exposição, como oficinas de percussão, dança ou arte, proporcionando uma experiência prática e educativa para o público. 7. Transmissão pela Internet: - Acesso Virtual: Oferta da transmissão ao vivo ou sob demanda da exposição e de eventos relacionados pela internet, permitindo que pessoas de todo o mundo tenham acesso virtual à exposição, mesmo que não possam estar presentes fisicamente. 8. Inclusão Digital: - Recursos Online: Promoção da inclusão digital, fornecendo recursos online, como vídeos, guias virtuais e materiais educativos, para que as pessoas possam explorar o conteúdo da exposição mesmo que não possam visitá-la pessoalmente. 9. Iniciativas de Responsabilidade Social: - Parcerias com Organizações: Estabelecimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos e comunidades locais para oferecer ingressos gratuitos ou com desconto a indivíduos em situação de vulnerabilidade social, promovendo iniciativas de responsabilidade social. A proposta visa não apenas tornar a exposição acessível financeiramente, mas também ampliar o acesso através de iniciativas que abrangem diferentes públicos, garantindo uma experiência cultural inclusiva e enriquecedora.
Proponente | Coordenador Geral | Tomador e responsável pelas disições gerais e financeiras | Zaqueu Astoni Moreira, advogado militante e Pós-Graduado em Gestão Pública pela Universidade Federal de Ouro Preto, destaca-se como profissional multifacetado e comprometido com o desenvolvimento cultural e patrimonial da região. Além de sua sólida formação jurídica, ele possui uma vasta experiência em cargos de relevância no âmbito público, consolidando sua trajetória como gestor cultural. Com uma carreira pautada pela excelência e dedicação, Zaqueu atuou como Diretor da Assistência Judiciária do Município de Ouro Preto, onde desempenhou um papel fundamental na promoção da justiça e acessibilidade à população. Sua habilidade de liderança e visão estratégica foram evidenciadas durante sua gestão como Chefe de Gabinete da Prefeitura de Ouro Preto, contribuindo para o eficiente funcionamento das atividades administrativas.Atualmente, ocupa a posição de Secretário de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto, sendo responsável por conduzir políticas públicas que valorizam e preservam a rica herança cultural da cidade. Sua atuação vai além das responsabilidades formais, demonstrando um comprometimento apaixonado com a promoção e difusão da cultura local. Não obstante, Zaqueu Astoni Moreira assumiu a posição de Diretor do Museu Boulieu, um importante espaço cultural em Ouro Preto. Nessa função, ele tem liderado iniciativas inovadoras e programas educacionais, consolidando o museu como um polo de referência na preservação e disseminação da história local. Sua presença no Conselho de Ética da Seção OAB Ouro Preto atesta não apenas sua competência profissional, mas também seu comprometimento com altos padrões éticos. Ao longo de sua carreira, Zaqueu tem demonstrado uma capacidade única de unir a expertise jurídica à sensibilidade cultural, evidenciando-se como um gestor cultural exemplar. Zaqueu Astoni Moreira como Diretor do Museu Boulieu e seu papel vital como Secretário de Cultura e Patrimônio de Ouro Preto, contribui de maneira inestimável para o enriquecimento do patrimônio histórico e cultural da região. Sua atuação ressoa como um testemunho do poder transformador da cultura quando guiada por líderes dedicados e visionários. Diretora Executiva | Pesquisadora | Patrícia Engel Secco destaca-se como uma administradora, educadora e curadora brasileira cuja carreira é marcada por contribuições extraordinárias nas áreas de literatura infantojuvenil, cultura, educação e artes visuais. Graduada em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e com pós-graduação em Educação pela PUC-RS, Patrícia inicialmente se destacou no setor financeiro, acumulando experiência notável no Citibank e no Banco Interatlântico, antes de redirecionar sua trajetória para a literatura, educação e cultura, áreas que se tornariam paixões intrínsecas. Com uma prodigiosa produção literária que ultrapassa 200 obras voltadas para o público infantojuvenil, Patrícia aborda temas fundamentais como cidadania e sustentabilidade. Sua influência transcende fronteiras, sendo internacionalmente reconhecida e laureada com prêmios significativos, como os concedidos pelo IBBY e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Na esfera da curadoria, Patrícia se destaca por conceber e coordenar exposições interativas de renome, tais como "Tarsila para Crianças", realizada no Farol Santander São Paulo e Porto Alegre. Além disso, seu trabalho incluiu a notável exposição "O Mundo dos Hinos" na Praça das Artes, "O Ser Humano e a Água" na Unibes, e as memoráveis "Paisagens de Van Gogh" e "Paisagens Impressionistas de Monet" em diversas localidades. No âmbito de projetos futuros, Patrícia está profundamente envolvida no desenvolvimento da aguardada exposição "Tarsila, Tudo é Sonho" no MIS X São Paulo, agendada para 2024. Seu compromisso com a disseminação da cultura e das artes se manifesta também no atual projeto inovador "Três Franciscos, Mestres do Barroco no Brasil", em parceria com o Museu de Arte Sacra de São Paulo. As múltiplas atividades e áreas de atuação de Patrícia Engel Secco como gestora cultural, curadora e pesquisadora nas artes e literatura resplandece em sua capacidade de unir a sensibilidade artística à expertise em gestão e educação, promovendo assim um impacto duradouro no cenário cultural brasileiro. Sua dedicação incansável e visão inovadora a consolidam como uma figura inspiradora e influente no universo cultural do país. Historiador, Museólogo e Historiador da Arte | Lucas Olles, formado em História pela PUC-SP, Mestre em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo e Técnico em Museologia pela ETEC, MBA em Gestão de Economia Criativa pela Universidade Belas Arte, profissional com ampla experiência em múltiplas áreas (corporativa, museológica, cultural, teatral e acadêmica); extenso histórico e experiência nas áreas de pesquisa histórica e museológica; captação de recursos e leis de incentivo; gestão e produção cultural e teatral; roteiros e atividades pedagógicas; experiência em coordenação de equipes em simultâneos projetos com prazos e orçamentos variados; consultoria de implantação e gestão museológica e cultural; gestão de políticas públicas culturais. Há mais de 10 anos atua na área de gestão cultural de forma ampla e em múltiplos segmentos como: teatro, exposições, publicações, circo, cinema, shows, mídias e projetos sociais e esportivos. Realiza projetos em conjunto com órgãos públicos e privados de diversos portes. Também tem histórico de atuação em instituições museológicas e de salvaguarda de patrimônio como: Museu de Arte de São Paulo, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Pinacoteca de São Paulo, Museu Antropológico do Vale do Paraíba e outros; além de exposições temáticas de grande porte como “Roberto Carlos: 50 anos de Carreira”, “Água”, “Roma” e outras; e centros culturais como Itaú Cultural, Caixa Cultural, CCBB, Farol Santander, SESC e FIESP. Tem em seu currículo acadêmico mais de 50 visitas técnicas em museus na América Latina, EUA e Europa. Museóloga | Nathalia Gianini Reys | Possui graduação em Bacharelado em Museologia pela Universidade de Brasília. Obteve um título de Pós-graduação em Conservação e Restauração de Bens Culturais Bidimensionais pela Universidade de Caxias do Sul (2022). Foi Assistente de Conservação e Restauro no Centro Cultural TCU entre os anos de 2018 a 2022, sendo responsável pela implementação de Laboratório de Conservação e Restauro, prestou auxílio à pesquisa, curadoria, produção e montagem da exposição de longa duração: "Percursos da Saúde no Brasil - A contribuição do TCU"; participou no acompanhamento do empréstimo de obras e Laudo Técnicos para exposições de Arte Contemporânea da Galeria Marcantonio Vilaça. Participou da execução de Laudos Técnicos e acompanhamento do Estado de Conservação de obras de Artes emprestadas para as exposições de Arte Contemporânea da Galeria Marcantonio Vilaça, a saber: Iberê Camargo: No Drama (2018); Diego e Frida Um sorriso no meio do caminho (2019); Instante: as cores gravadas de Tomie Ohtake (2019); Tudo que É Sólido Desmancha no Ar (2019); Entreligar-se (2020); Oculpa (2021) e Trilogia Limítrofe (2022). Como Museóloga autônoma também realizou os laudos técnicos das exposições Vaivém (CCBB -2020); Projeto Frestas (2021) e Ilê Funfun: Uma homenagem ao centenário de Rubem Valentim (2022). Foi pesquisadora pelo CNPq pelo Agentes e Agências do Patrimônio Cultural no Brasil (2021).Foi Museóloga voluntária no Museu de Arte de Brasília - MAB em 2021 e pesquisadora do CNPq pelo projeto Centro de Memória do Curso de Enfermagem da UnB (2019- 2021) e Assistente de Produção do festival global com apoio da Unesco, MuseumWeek entre os anos de 2020 e 2021. Estagiou de forma voluntária no Laboratório de Conservação de Obras Raras da Biblioteca Central da Universidade de Brasília/UnB em 2018. Nathalia possui experiência profissional em gestão e preservação de acervos museológicos, pesquisa museológica e documental. Está focada no estudo de análises não invasivas para o tratamento de acervos, bem como em pesquisas sobre museus brasileiros e suas trajetórias. Atualmente, reside em São Paulo e trabalha com arquivos documentais de arquitetura de natureza privada. Ela tem experiência na área de Museologia, com ênfase em Gestão de Coleções, e vem desenvolvendo pesquisas principalmente nas áreas de Análise física para Conservação do Patrimônio Cultural e História da Museologia.Atualmente trabalha na catalogação e preservação do acervo arquitetônico do arquiteto Arthur Casas e, paralelamente, presta consultorias referentes à conservação de acervos, desenvolvimento de projetos para espaços técnicos para guarda de acervos, bem como na elaboração e realização de laudos técnicos para exposições. Perito Técnico | Rafael Schunk, Ph.D. em Artes Visuais pela renomada Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP, o Dr. Rafael Schunk é um especialista altamente qualificado e dedicado, com uma vasta experiência e profundo conhecimento nas nuances do barroco brasileiro e da cultura colonial. Especialização avançada no estudo do barroco brasileiro, explorando suas diversas manifestações artísticas e suas interconexões com a cultura colonial. A pesquisa culminou em uma tese inovadora que contribuiu significativamente para a compreensão acadêmica desse período crucial na história da arte brasileira. Graduação em Arquitetura e Urbanismo (Faculdades Metropolitanas Unidas, 2003) - Fundamentação sólida em arquitetura, proporcionando uma abordagem multidisciplinar que enriquece a compreensão das relações entre espaço, forma e expressão artística. Pesquisador e Especialista em Barroco Brasileiro. Reconhecido internacionalmente por sua pesquisa aprofundada, o Dr. Schunk tem contribuído para a academia com insights inovadores sobre o barroco brasileiro e suas implicações culturais. Suas publicações e palestras destacam-se pela originalidade e rigor científico. Artista Plástico e Curador Atuante na Região Metropolitana de São Paulo, como artista plástico, o Dr. Schunk tem uma presença ativa na cena artística da região metropolitana de São Paulo, com exposições individuais e coletivas que demonstram sua habilidade técnica refinada e sua visão única. Além disso, atua como curador e organizador de exposições, promovendo o diálogo entre diversas expressões artísticas. Técnico em Seguros de Obras de Arte, Vida e Ramos Elementares, detentor de conhecimento especializado em seguros, o Dr. Schunk desempenha um papel crucial na avaliação, proteção e preservação do patrimônio artístico. Sua expertise abrange não apenas obras de arte, mas também seguros de vida e ramos elementares, consolidando sua abordagem holística e abrangente no campo. Inovação em Conservação e Restauração, desenvolvimento de práticas inovadoras na conservação e restauração de obras de arte, assegurando a preservação a longo prazo do patrimônio artístico. Participação em Projetos Culturais e Educacionais, colaboração ativa em projetos que promovem a educação artística, a sensibilização cultural e o acesso democrático à arte. Perito Técnico | Ailton Batista da Silva é um renomado perito e cientista pericial com uma trajetória sólida e dedicada no campo das ciências humanas. Sua formação pela Universidade Federal de Minas Gerais, concluída em 1973, o posiciona como um profissional com amplo embasamento acadêmico e expertise em áreas cruciais para a preservação do patrimônio cultural. Especializado em restauração e conservação, Ailton Batista da Silva destaca-se por seu comprometimento com a autenticidade e integridade das obras de arte. Seu foco em pesquisas de iconografia, artes sacras, estandartes e bandeiras demonstra uma abordagem abrangente e multidisciplinar, essencial para a compreensão e preservação do contexto histórico e cultural das peças. No contexto do projeto em questão, Ailton Batista da Silva desempenhou um papel fundamental ao laudar e autenticar a atribuição da autoria da obra "Centurião Romano" a Aleijadinho. Seu olhar perspicaz e conhecimento aprofundado em restauração e conservação contribuíram para validar não apenas a autenticidade da escultura, mas também para enriquecer a compreensão do contexto em que ela se insere. Sua experiência em pesquisas de iconografia revela um compromisso com a compreensão das representações simbólicas presentes na obra de Aleijadinho, agregando um valor significativo ao processo de avaliação e preservação. A atuação de Ailton Batista da Silva transcende a mera análise técnica, refletindo um comprometimento com a salvaguarda do patrimônio cultural e a promoção do conhecimento histórico por meio da arte. Assim, sua presença como perito neste projeto não apenas valida a autenticidade da obra, mas também ressalta a importância de profissionais dedicados e qualificados na preservação do legado artístico e cultural, alinhando-se perfeitamente com os objetivos do projeto e da instituição responsável pela aquisição da escultura.
PROJETO ARQUIVADO.