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Realização da primeira edição do FESTEJO - Festival Nacional de Teatro em Joinville SC sendo desenvolvida por artistas e coletivos de artes cênicas da cidade de Joinville SC, a programação será prevista com duração de oito dias, vinte espetáculos, três oficinas, roda de conversas intitulada ‘partilha cultural’, gestão de curadoria e intercâmbios como ferramenta de fomento, produção e valorização da cultura plural, diversa inserida no território teatral brasileiro e contemporâneo.
OBJETIVO GERAL - Assegurar a realização da primeira edição do Festival Nacional de Teatro em Joinville SC promovendo ao público novos sentidos e perspectivas de mundo, potencializando a feitura dos artistas cênicos de forma que permita nesta cadeia produtiva cultural, uma programação de evento diverso, plural e inclusivo, espaço valoroso para o território democrático, brasileiro e contemporâneo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Valorizar as vinte produções cênicas a nível nacional que serão selecionados pelo curador convidado e o grupo de produção local do Festival, estes espetáculos integrarão a programação do Festival Nacional de Teatro em Joinville SC;- Promover o intercâmbio cultural entre os grupos e coletivos de teatro do Brasil;- Difundir a produção de espetáculos teatrais (cênicos) no Brasil, inclusive de trabalhos com perspectivas de olhares ao combate do racismo, homofobia, machismo, xenofobia e aporofobia;- Incentivar grupos e coletivos locais, estaduais e nacionais a estarem participando do Festival Nacional com e para artistas de teatro negro, povos originários, LGBTQIA+ e Pcds;- Potencializar a formação de gestão de curadoria com os convidados Denise da Luz (Coordenadora executiva do Festival Toni Cunha de Itajaí SC) e Raphael Vianna (Coordenador do Departamento Nacional de Cultura do SESC Palco Giratório RJ) que será oferecido aos integrantes do grupo da produção executiva do Festival, este auxílio de ensino pedagógico e cultural é necessário para o papel de curador no primeiro Festival Nacional de Teatro de Joinville SC;- Fomentar a pesquisa da linguagem cênica na cidade de Joinville através da realização de três (03) oficinas para artistas e estudantes das artes cênicas da cidade e região;- Realizar oito (08) rodas de conversas intituladas ‘partilha cultural’ como momento de trocas e intercâmbios entre os coletivos de teatro da cidade de Joinville e os grupos inseridos na programação do Festival, o intuito é abordar trajetória, memórias, processos criativos e procedimentos metodológicos que parte da sua história e do teatro nacional; - Possibilitar o acesso a arte e a cultura de forma gratuita e democrática nos ingressos;- Oportunizar as empresas locais e da região na dedução do imposto de renda investindo na cultura e turismo da economia local e do Brasil;- Dar acessibilidade e incluir grupos de teatro e as pessoas com deficiências através de espetáculos com acesso a rampa, intérprete de libras e audiodescrição;- Criar identidade única do Festival Nacional do teatro em Joinville SC para facilitar na propagação da cultura brasileira que estarão inseridas nas mídias: eletrônica, digital e impressa (programas, banner, camisetas) buscando o cuidado com o meio ambiente de forma sustentável e com acessibilidade;- Propiciar ao público local e estadual de Santa Catarina o contato com as produções e pesquisas da arte teatral a nível nacional, permitindo assim no indivíduo cidadão, cidadã, cidad_ brasileiras os novos sentidos e reflexões da vida justamente por estarmos inseridos nesta sociedade democrática, inclusiva, diversa e plural da contemporaneidade.
No conjunto da produção artística brasileira, a arte é uma área de conhecimento que visa à experimentação, a descoberta, a produção e a reflexão crítica sobre as relações humanas vividas em sociedade. A ideia de abordarmos e buscarmos uma realização coletiva e colaborativa ao produzirmos a primeira edição do Festival nacional de Teatro em Joinville SC parte de duas ausências locais: uma histórica e a outra, real da atualidade. No final do ano 2000, os fazedores de teatro da cidade de Joinville sentiram a necessidade de juntar-se num movimento que permitisse o encontro, a reflexão e uma maior visibilidade dos trabalhos desenvolvidos pelos grupos locais. É realizado o Fórum Permanente de Teatro, que pretendeu servir como espaço de reflexão e canal representativo do movimento teatral junto ao poder público e as demais instâncias da sociedade. Após um ano de funcionamento este Fórum resolveu constituir-se num órgão representativo oficial, criando a ASSOCIAÇÃO JOINVILENSE DE TEATRO em dezembro de 2001. Dessa maneira, a Associação - AJOTE - buscou um espaço para se instalar oficialmente e o movimento entendeu ser fundamental ainda em 2001 - denominado ano do teatro pelo governo de Joinville - organizar uma mostra pensada e realizada pelos membros da associação. Para isso, através de contatos com a Fundação Cultural, começou a utilizar um dos Galpões da Cidadela Cultural Antarctica (patrimônio municipal da cidade) e realizou a primeira edição da CENA _ Mostra da Associação Joinvilense de Teatro, porém com s mudanças sociais e políticas dos associados este encontro no Galpão de Teatro da Ajote foi renomeado, e surge a Cena 8 como Mostra de Teatro de Joinville. A Mostra de Teatro de Joinville emplacou 13 edições, sendo estas com recursos municipais, as mãos voluntárias dos trabalhadores de teatro da Associação e alguns parceiros com os empresários locais. Sendo assim, a ausência desta ação contínua entre os associados que se encontravam cansados e desmotivados devido, as gestões do poder público de aniquilamento da cultura (decorrente nos últimos anos a nível nacional) fez com que a última edição (13°) da Mostra ocorre-se no ano de 2018. Sentindo essa deficiência de vermos espetáculos, discutirmos e estarmos trocando processos e pesquisas entre os coletivos a nível nacional que surgem à mobilização de um grupo de profissionais da cultura, sendo que alguns produziam e fizeram parte das CENAS da Mostra de Teatro Joinvilense, outros integrantes são novos artistas da cidade. Estes vários coletivos de teatro da cidade de Joinville possuem atualmente o desejo comum, de realizarmos juntos, juntas e juntes _ a primeira edição do Festival Nacional de Teatro em Joinville SC. É nesta perspectiva de intercâmbio cultural e artístico, difusão e fomento entre os coletivos e grupos teatrais que os festivais em cada Estado/cidade vêm sendo promovidos e realizados potencializando características na economia local e nacional as suas formas de particularidades, categorias, gestão e públicos. O Estado de Santa Catarina apresenta vasta produção de festivais de Teatro, sendo os mais conhecidos nacionalmente com trajetórias históricas: o Festival Isnard Azevedo na cidade de Florianópolis realizado anualmente pelos artistas e pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC); o Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau (FITUB) realizado também anualmente pela Universidade da Região de Blumenau; o Festival Toni Cunha bienalmente promovido pela Fundação Cultural de Itajaí em parceria com os artistas, grupos e coletivos das artes cênicas local; o Festival Nacional de Teatro de Chapecó ocorrido anualmente pela Fundação de Cultura de Chapecó e os artistas da cidade e o Festival Nacional de Teatro do Revirado organizado pelo Grupo de Teatro Cirquinho do Revirado e produtores locais da cidade de Criciúma, os festivais aqui relatados possuem como recursos financeiros lei de incentivo local, estadual e/ou federal. Já na cidade de Joinville, localizado na Região Norte os festivais renomados internacionalmente são: o Festival Internacional de Teatro de Bonecos _ Animaneco _ na 5° edição em 2023; Festival Internacional da Dança, já na sua 40°edição no mês de julho, e se consolidando o Festival Pianístico na 5°edição em 2023. Estas ações formativas e de produções culturais no estado de SC e na cidade local acabam, muitas vezes, estarem a um fio de não acontecer devido às gestões políticas de extrema-direita que buscam atacar e censurar a cultura quando lhes convém. Nesta (r)existência dos feitores da cultura locais e do estado que insistimos em transformar a rotina do público ao presenciar e valorizar a arte e a cultura nas promoções destes eventos. Desse modo, as novas conjunturas políticas nacionais nos estimulam outra realidade, da possível realização da primeira edição do Festival Nacional de Teatro em Joinville através do mecanismo de incentivo de recurso federal /Lei de Incentivo Federal - Lei Rouanet como forma de valorizar e oportunizar esta ação de produção, formação, fomento e difusão cultural, conforme a Lei do Decreto n°11.453/2023 publicada em 24 de março de 2023, que regulamenta a Lei 8.131/1991. Momento propício este, que após a pandemia Covid 19 e nova gestão governamental favorável a cultura, permite esse olhar com esperança e novas possibilidades de ‘fazer’, ‘manter’ e ‘cultivar’ a arte brasileira. O Festival Nacional de Teatro em Joinville SC se caracterizará pela promoção da diversidade, da pluralidade e da inclusão, que de forma democrática permitirá na programação vinte apresentações cênicas (em formatos diferenciados de lugares e palcos de teatro), oito rodas de conversas intituladas ‘partilha cultural’, três oficinas, intercâmbios artísticos e gestão de curadoria, essas ações serão como encontro artístico sócio- político cultural que propicia a produção e a difusão da arte teatral brasileira através de coletivos e grupos de várias regiões do país. Sendo assim, o Festival Nacional contemplará o diálogo, a pesquisa, a troca de experiências e afetos como reflexão crítica na reconstrução da formação e do fomento da arte e da cidadania, estas advindas das nossas relações humanas inseridas na vida contemporânea.
Todas as programações ainda não foram escolhidas, pois estas serão escolhidas de acordo com a curadoria e/ou convite, caso não hajam propostas de acordo com os critérios do Festival (qualidade artística, currículo do artista e diversidade de linguagens).
Acessibilidade arquitetônica: O projeto se compromete a utilizar espaços com infraestrutura acessível e adequada para as atividades propostas da programação do Festival Nacional de Teatro em Joinville SC. Para as apresentações de espetáculos de grande produção técnica será previsto os seguintes locais: Teatro Juarez Machado, Galpão de Teatro da AJOTE, Teatro do SESC por serem espaços culturais localizados na região central da cidade. Para as ações formativas (oficinas) e espetáculos com pouca produção técnica prevê os seguintes espaços: Teatro do Amorabi – bairro do Itinga, Teatro do CEU do Aventureiro, entre outros. Ainda na programação do festival estão sendo pensados os espaços abertos como praças e museus da cidade de Joinville para as apresentações culturais. Nesta perspectiva, a acessibilidade arquitetônica dos espaços culturais da cidade a serem utilizados durante o projeto será analisada mediante a comprovação de oferecerem rampas de acesso, vagas preferenciais para cadeirantes, banheiros adaptados em perfeitas condições de uso, bons uso de equipamentos técnicos para som, luz e mídia, cadeiras e/ou poltronas para o público. Acessibilidade comunicacional: O projeto prevê contratação de intérprete de Libras para espetáculos, oficinas e rodas de conversas intituladas ‘partilha cultural’ e demais ações que integram a programação do Festival no projeto. As ações de produção e formação também contarão com audiodescrição aberta nas apresentações de determinados espetáculos cênicos. As artes de divulgação da programação do festival serão inseridas com acessibilidade. Acessibilidade atitudinal: Serão propostas ações formativas de forma que possa especializar estudantes de artes cênicas dos cursos já existentes de teatro na cidade, bem como contemplar os artistas do festival e de outras linguagens para sua capacitação e sensibilização profissional. As rodas de conversas utilizadas após as apresentações teatrais também pressupõe uma participação ativa do espectador presente promovendo o contato com a trajetória e os processos criativos dos grupos nacionais transformando novos olhares, mais sensíveis - crítico e reflexivos sobre o fazer da arte e da sociedade. Ressalta-se que estes encontros de formação entre plateia e artistas do festival envolvem a cadeia produtiva da cidade, que juntos promovem a inclusão, a acessibilidade e a diversidade tão (r)existente na atual conjuntura política deste estado.
O projeto assegura na programação do festival gratuidade, seja nas apresentações de espetáculos cênicos, como nas oficinas e rodas de conversas intituladas ‘partilha cultural’.
O Proponente será responsável pela coordenação de todo o processo de execução do mesmo, sendo remunderado como Coordenação Geral: Coordenação Geral: Cassio Fernando Correia – DRT 9665-SC, possui graduação em Teatro - Bacharelado pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (2005). Professor, ator, produtor Cultural. Com sua formação em Artes Cênicas (Bacharel em Teatro) pela Universidade da Região de Blumenau. Como ator inciou sua carreira em 2001, junto ao Grupo GATS (Grupo Artístico Teatral Sacaravelho) de Jaraguá do Sul, com diversas peças, mas vale destacar a peça de formas animadas “O Patinho Feio” recebendo muitos prêmios, entre eles o melhor espetáculo na Mostra Paschoal Carlos Magno em Blumenau. O espetáculo também participou do Projeto Emcena Catarina e Palco Giratório do SESC no anos de 2005 e 2007. Foi programador Cultural do SESC nas cidades de Rio do Sul e Joinville onde coordenou atividades culturais em diversas manifestações artísticas entre 2006 e 2011. Também no SESC-SC atuou na equipe de coordenação estadual do Programa de Cultura a frente de mas de 25 cidades prestando assessoria e administrando a produção de todos os circuitos de circulação estadual e nacional que o SESC realiza no estado de Santa Catarina. Atualmente é produtor, ator, sombrista e integrante fundador da Essaé Cia de Teatro-Dança em Joinville, onde já possui vários espetáculos em repertório realizando apresentações em diversas regiões do país. Sócio-proprietário da Essaé Produção e Casting, atuando em produção de eventos culturais de diversas linguagens. Também é Presidente da Associação Joinvilense de Teatro (AJOTE) na gestão 2014/2016 e 2018/2020. e da Federação Catarinense de Teatro na gestão 2014/2016. Produção: Samira Sinara Souza Artista - pesquisadora e produtora cultural das artes cênicas atua como atriz, performer e arte educadora na VAI! Coletivo (desde 2009). Mestra em Patrimônio Cultural e Sociedade pela Universidade da Região de Joinville- UNIVILLE. Especialista em Fundamentos do Ensino do Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná- FAP/UNESPAR e Graduada em Educação Artística pela Universidade da Região de Joinville - UNIVILLE. Ministra oficinas, workshops, palestras no campo das artes cênicas, artes visuais e patrimônio cultural. Seus últimos trabalhos de produção cultural foram: Festival Internacional de Teatro de Bonecos - Animaneco/Seminários (2023/2022); Zooarqueologia Livreto 2 edição (2023), espetáculo DENTRE de Itajaí/SC (2023/2022); espetáculo Figo de Blumenau/SC (2022). Contemplada nos seguintes Prêmios dos Editais de Incentivo à Cultura: Mérito Artístico e Cultural/Trajetórias Artísticas de SC (2020); Edital #SCulturaEmSuaCasa (2020); Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura (2020, 2019, 2009); Projeto de Extensão da UDESC - Oficina de Teatro pelo Desenvolvimento Humano (2019); Edital Municipal Joinville SIMDEC - Mecenato e Apoio (2016, 2014, 2013, 2010). Atualmente compõe o Conselho Carcerário de Joinville (2023-2022). Sônia BiscaiaSônia Biscaia é contadora de histórias, atriz, produtora cultural e pesquisadora de narrativas de tradição oral. É graduada em Letras pela UNIVILLE – Universidade da Região de Joinville, mestra em Letras Estudos Literários, pela UEL – Universidade Estadual de Londrina e doutoranda em Letras Estudos da Literatura, pela UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sempre pensando a relação da literatura com a oralidade, cultura popular e contação de histórias. Tem também pós-graduação em Contação de Histórias e Literatura Infantil e Juvenil, pela Fatum Educação. Iniciou nas aulas de teatro ainda criança, tendo realizado trabalhos como atriz na Escola de Teatro da Casa da Cultura Fausto Rocha Jr, no Grupo de Teatro Bytes e Parafusos, de 2008 a 2010 e na Cia. de Teatro da Univille, de 2011 a 2018. Começou a contar histórias em 2011, período que iniciou o trabalho no PROLER – Programa Nacional de Incentivo à Leitura. É integrante da Cia. Som de Vento, onde realiza trabalhos voltados à contação de histórias e ao teatro e da Essaé Cia. de teatro em que atua como atriz manipuladora de bonecos. Bruna CampagnoloBruna Campagnolo é bacharela em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina. Iniciou sua trajetória teatral em 2007 por intermédio do projeto “Espaço Jovem” , em Catanduva/SP, sua cidade natal. É pós-graduada em Contação de histórias e Literatura infantil juvenil, pela FATUM Educação. Atualmente, reside na cidade de Joinville/SC, onde faz parte de duas companhias teatrais a Essaé Cia. na qual desenvolve trabalhos relacionados ao teatro de animação e a Cia. Som de Vento que tem como pesquisa o teatro e a narração de histórias. Jackson Amorin Bacharel em Interpretação Teatral; Ator: DRT - 7474/SC Clown/Palhaço, Especialista em Encenação Teatral. Professor de Teatro, Música e Contação de Histórias. Iniciou sua pesquisa de Clown/Palhaço no ano de 1999 no Grupo Teatral Gênesis da Unidavi (Universidade para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí). Diretor e Clown/Músico no Projeto Poesia ao Pé da Lua, realizado pelo SESC no ano 2007. Autor do Livro: Pequenas Percepções no Trabalho do Ator: O Ator-acontecimento. Ator e Assistente de Direção no espetáculo “Em Alto Mar” Direção de Samuel Kühn. Sombrista/manipulador no espetáculo infantil de Teatro de Sombras: O carteiro. Ator e manipulador no espetáculo “FADAS” de Teatro de objetos. Clown/Palhaço no Espetáculo: “Clowneando por aí”. Clown/Palhaço no Projeto Na Catraca - Espetáculo: O Caixeiro. Ministrante de Oficina de Dramaturgia – SESC Nacional – Dramaturgia Latino – Americana SESC PA. Coordenador Técnico: Flávio Andrade DRT 3827/SP é paulista e mora em Joinville desde o ano de 2008. Atua como nas funções de bastidores do espetáculo desde 1995 quando assumiu a responsabilidade técnica do Teatro Maria Della Costa em São Paulo. Nesta sua trajetória profissional, atuou ao lado de grandes artistas, tendo como destaques os seguintes espetáculos: “E continua tudo bem” com Tarcisio Meira e Gloria Meneses, “Corra que Papai Vem Aí”, de Ari Fontoura (1999 a 2001), “Dois na Gangorra”, com Giovanna Antonelli e Murilo Benicio (2003-4), Pequeno Príncipe, de Luana Piovanni (2006), “Garota Glamour” de Wolf Maia (2007), “Isto é Brasil” de Carlinhos de Jesus e Ana Botafogo (2005), “Sociedade Masculina e Grandes Mulheres” de Débora Coocker, entre outros shows de grandes artistas da música brasileira. Em Joinville, desde 2008 é técnico do Galpão de Teatro Ajote e atua como iluminador para os grupos, La Trama, Rústico Cia Teatral e presta consultoria para a Atos teatro, Cia Didois, Grupo de Teatro Novo Tempo, Metamorfose Cia Cênica, Cia Vai, Essaé Cia entre outros. Em maio de 2010 assumiu a iluminação e técnica da Seletiva do Festival de Dança, realizado em maio. Desde então também vem trabalhando com iluminação na mostra CENA – Mostra de Teatro de Joinville, sempre atendendo a todos os grupos locais e convidados. Em 2012 recebeu convites para curta e longa metragem em Joinville realizando dois trabalhos para cinema "Infância de Monique” com os irmãos Porto e "Uma escada para João" com direção de Robson Benta. Em 2013 ministrou oficinas de iluminação contratadas pelo SESC Nacional no Teatro do SESC Arsenal em Cuiabá no Mato Grosso do Sul. Em 2014 voltou a ministrar oficina de iluminação em Joinville através do Projeto CENA ABERTA da Associação Joinvilense de Teatro. Em 2015 ministrou oficina em Joinville com módulo I e II, focando na concepção de iluminação para teatro, shows e dança. Também em 2015, ministrou a convite da FUNARTE, oficina de Iluminação no Rio de Janeiro e em Vitória-ES, dentro do programa de capacitação técnica em Artes Cências.
PROJETO ARQUIVADO.