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As Águas de São Paulo promove há 17 anos a preservação, valorização e fomento das tradições e cultura africana e negra, de inclusão, respeito a diversidade étnica e de gênero, tendo como base a cultura de paz, liberdade religiosa, combate à intolerância e ao racismo. O projeto traz a realização de um festival de um dia, no centro da cidade de São Paulo, onde são reunidas várias vertentes da cultura africana e negra, apresentadas através de música, dança, desfile de cortejo, rodas de conversa, exposição de roupas-indumentárias, artigos-artesanatos e celebração de cultura de paz, tendo as matrizes africanas como anfitriã. Simbolicamente é feito lavagem da "Mãe Preta", a histórica estátua localizada no Largo do Paissandú, como um ato de resistência, união e fraternidade.
As Águas de São Paulo promove há 17 anos a preservação, valorização e fomento das tradições e cultura africana e negra, de inclusão, respeito a diversidade étnica e de gênero, tendo como base a cultura de paz, liberdade religiosa, combate à intolerância e ao racismo. O projeto traz a realização de um festival de um dia, no centro da cidade de São Paulo, onde são reunidas várias vertentes da cultura africana e negra, apresentadas através de música, dança, desfile de cortejo, rodas de conversa, exposição de roupas-indumentárias, artigos-artesanatos e celebração de cultura de paz, tendo as matrizes africanas como anfitriã. Simbolicamente é feito lavagem da "Mãe Preta", a histórica estátua localizada no Largo do Paissandú, como um ato de resistência, união e fraternidade. 12 apresentações artísticas de música e dança Desfile de Cortejo 2 rodas de conversa Exposição de roupas-indumentárias africanas e artigos/artesanato 1 oficina de percussão, 1 aula de dança africana e 1 ensaio aberto do Afoxé.
Objetivo Geral Preservação das tradições de matriz africana Objetivo Específico Festa Popular 12 apresentações artísticas de música e dança Desfile de Cortejo 2 rodas de conversa Exposição de roupas-indumentárias africanas e artigos/artesanato Contrapartidas Sociais 1 oficina de percussão, 1 aula de dança africana e 1 ensaio aberto do Afoxé (todos com certificados) Fomento e difusão da cultura popularValorização da cultura negra e afroCombate ao racismoCombate à intolerância religiosaPromover a inclusão e integração social em todos os aspectos (etnias, gêneros e PCD)Compartilhar de conhecimentos que trazem a conexão do público se identificando com seus laços ancestrais, históricos e etno-sociaisTroca de conhecimentos e busca de caminhos para temas sociais como racismo, intolerância e preconceitosVisibilidade e inserção de novos talentos em todas as áreas e âmbitos na pluralidade do universo da cultura negra, preta e afroPromoção da cultura de paz através do respeito e união
As intolerâncias nunca estiveram tão expostas. Há, de forma inegável, uma tentativa orquestrada de retroceder nos avanços pela garantia dos direitos das minorias sociais e individuais. Não podemos nos enganar com a sensação de que a pedra que foi lançada cruelmente contra a menina Kayllane Campos seja um fato isolado. Várias Kayllanes são agredidas psicologicamente nas escolas, entre amigos e até no seio familiar por serem religiosas de matriz africana. Ridicularizados e colocados à margem na convivência com ouras crianças, como o caso da menina Raíssa, de apenas 8 anos, que contou à reportagem da Folha de S. Paulo que os colegas declaravam sentir nojo dela. Na época, a menina usava as mesmas roupas religiosas brancas de Kayllane. Măe Dedé, que faleceu recentemente com complicações cardíacas após ataques de intolerantes na porta de seu terreiro em Camaçari, na Bahia, e Mae Gilda, mártir da luta contra a intolerância religiosa no pais, são espelhos de incontáveis casos de agressões por racismo e intolerância religiosa. O fundamentalismo religioso, com base evidente no racismo, em se tratando de religiões de matriz africana, traz um realidade que pode causar uma escalada para um colapso intencional para destruição do Estado Laico. Por isso a necessidade premente em dar visibilidade e difundir a cultura e tradição africana e, em especial, das religiões de matriz africana. Infelizmente, os casos de intolerância religiosa tem crescido, embora existam mais leis de combate, e mais leis que garantem a liberdade de crença. O Brasil é um Estado Laico, mas percebemos as pessoas mais radicais, dando vazão a seu lado preconceituoso, racista, homofóbico, misógino e intolerante de todas as maneiras, como uma das principais a intolerância religiosa. Abaixo notamos alguns dados estatísticos estarrecedores: Entre 2019 e 2021, a Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo (SJC) registrou aumento de 1.135% nas denúncias de intolerância religiosa. Elas saltaram de 17 casos em 2019 para 210 em 2021. (fonte _ Alesp 2021). Mais ainda, analisando os casos de intolerância religiosa, percebemos um número muito maior (mais da metade) sendo contra as religiões de matriz africana, e isso deve ao fato do racismo estrutural e preconceito atuante no Brasil desde séculos atrás que permanece até os dias atuais. Com isso, urge que sejam feitas ações de combate à intolerância religiosa, e de reeducação acerca do respeito para com a crença ou não crença de todo e qualquer ser humano que vive em nosso país. E ações que sejam feitas aliado à arte e cultura sempre surtem mais efeito, abrindo espaço também para que as pessoas em sua mais completa diversidade e pluralidade com essência na tradição negra, preta, afro, possa receber estas oportunidades de mostrar o seu talento, ter impacto na sociedade, e ganhar visibilidade. Além disso, o movimento "As Águas de São Paulo", traz um compartilhar de várias ações de valorização, preservação, fomento e salvaguarda da cultura negra e afro, através de várias riquezas contidas neste universo, como a música, dança, compartilhar de conhecimentos (rodas de conversa), respeito aos mestres do saber e do fazer (roupas, indumentárias, artigos, artesanatos, etc.), como ações efetivas e urgentes para dar visibilidade, quebrar preconceitos e aproximar os que pensam da mesma maneira, por uma cidade, estado, país e planeta, mais acolhedor, inclusivo, fraterno e pacífico. A valorização da cultura popular, passa pela valorização da cultura negra e vice-versa. A base da cultura popular brasileira, tem uma importância vital proveniente da cultura que veio da África através de pessoas que foram escravizadas, e fizeram parte da construção da sociedade brasileira, junto aos povos originários que aqui já estavam, e à chegada também de imigrantes de vários países e regiões do planeta, mas em maior parte inicial proveniente da Europa. É imprescindível que possamos "jogar luz" aos excluídos, invisíveis, e discriminados, mostrando a riqueza da pluralidade contida dentro das tradições negras, pretas e de matriz africana. O projeto traz: Mais de 10 apresentações artísticas (música e dança) contemplando manifestações como afoxé, maracatu, capoeira, jongo, escolas de curimba, samba de roda, samba raiz, entre outrosDemocratização e acessibilidade - com total atenção a camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição social, etnia, deficiência, gênero, faixa etária, domicílio e ocupaçãoPlano de divulgação que visa atingir o maior número de pessoas, em todos seus meios - físico, digital, centro, e descentralizaçãoO evento será no Centro Histórico de São Paulo, total fácil acesso por linhas de ônibus e metrôO local do evento proporciona um grande aproveitamento de um grande número de pessoas - próximo à 200 mil, como acontece em shows e festivais - que poderão ter acesso à toda essa riqueza culturalRodas de conversa com temáticas importantes para combate ao racismo, intolerância, inclusão da diversidade étnica, de gênero e PCDTodas ações dentro do festival/evento são gratuitas
Idealizado pela Iyálorisá Edelzuita de Oxaguiã, filha espiritual da mais famosa mãe de santo que o Brasil conheceu: Mãe Menininha do Gantois, e mantida pelas comunidades tradições de matriz africana da cidade de São Paulo, "As Águas de São Paulo" tem a missão de fomentar, difundir, preservar e salvaguardar a cultura e tradição negra e afro, valorizando o povo preto e as tradições de matriz africana. Aliada ao combate ao racismo, esta ação tem seu cerne na cultura de paz, através do combate à intolerância religiosa e ao direito de sua liberdade, avalizando, assim a laicidade do Estado - um direito garantido por Lei à todos. As Águas de São Paulo foi criada para expandir a importância do "Dia das Tradições das Raízes de Matrizes Africanas e Nações do Candomblé", de 30/09 - Lei Municipal 14.619/07. O evento caracteriza-se como o maior movimento cultural de difusão das tradições de matriz africana de São Paulo por meio de uma manifestação cultural, social, inclusiva e educacional, baseada em uma cultura de paz. Conhecido como "A marcha do Povo do Santo", o movimento reúne inúmeros adeptos das religiões de matriz africana, bem como seguidores e lideranças sociais, da cultura negra, preta, de diversidades étnicas e de gênero, nesta luta da preservação da identidade, cultura popular e combate à intolerância religiosa, ao racismo e à todas formas de preconceito. Durante o evento, são realizadas apresentações culturais resgatando e salvaguardando a ancestralidade africana - escolas de curimba, samba de raiz, samba de roda, jongo, maracatu, capoeira, afoxé, entre outros. Rodas de conversa com temática de combate ao racismo/preconceitos, intolerância religiosa, movimento LGBTQIA+ e Pessoas com Deficiência/Autistas também fazem parte da programação, trazendo o cunho educacional, informativo e fortalecendo encaminhamentos importantes nesta luta. Exposição de roupas e indumentárias, além de artesanatos e artigos da cultura negra e afro trazem os simbolismos de identificação desta cultura, propiciando interação e possibilidade de visibilidade destes mestres do saber e fazer. Todos os presentes também se unirão para um cortejo, e durante o percurso, serão entoados cânticos de louvor à Oxalá, deidade da criação, e à Oxum, divindade do amor e das águas doces. As canções remeterão à criação do Universo, segundo a mitologia iorubá, e levarão mensagens do clamor pela paz. A percussão é realizada pela "bateria d'As Águas de São Paulo" formada por ilús (tambores específicos para afoxés), com o acompanhamento de outros instrumentos característicos como xéqueres e agogôs. A manifestação termina com o aspergir de água de cheiro e depósito de flores brancas no entorno da estátua da Mãe Preta, no largo do Paissandú.
Não se aplica.
ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores treinados para auxiliar esse público em todas as sessões. Contratação de Responsável Sensível às questões de PCD.
O projeto é totalmente gratuito. O Festival ocorre no centro da cidade de São Paulo, em local de fácil acesso, duração de 1 dia de evento, e contará com 1 oficina de percussão, 1 aula de dança africana e 1 ensaio aberto do Afoxé.
José Roberto Baldo Garcia Junior - OfaniréFunção: Coordenador Geral FORMAÇÃO ACADÊMICA Graduação: Comunicação Social / Rádio e TV – 2000 – Universidade São Judas Tadeu HISTÓRICO PROFISSIONAL • Presidente do Centro Cultural Águas de São Paulo – desde 2003 Desenvolvimento de ação social, cultural. Presidente do movimento cultural As Águas de São Paulo – desde 2007 Líder de movimento de combate a intolerância religiosa e a favor da cultura de paz, promovendo o resgate da cultura afro brasileira • Rádio Sensorial FM – desde 2015 Apresentador do programa Candomblé Total, no qual são abordados assuntos pertinentes a religiões de matrizes africana, entrevistas e música popular brasileira. • Samba do Ofanire Samba nos terreiros desde 2008 em edições mensais, em locais como Bar Templo Rosane Marega AlvesFunção: Coordenadora de Produção Membra da Diretoria do Centro Cultural As Águas de São Paulo desde sua fundação em 2006 e posterior registro CNPJ em 2010. Presidente de Honra do FOESP – Forum de Sacerdotes e Sacerdotizas de Matriz Afro do Brasil Vice Presidenta do Afosé Oba Inã Presidente do Centro Cultural Mãe Iansã e Caboclo Pena Branca Coordenadora de todas edições do evento “As Águas de São Paulo” desde a primeira edição em 2006 até hoje. Fábio José Maia dos SantosFunção: Diretor de Marketing Gestor de Tráfego pago desde 2018. Cursos realizados: Mirago Marketing Digital Pedro Superti Fator X / Erico Rocha Masterclass / Pedro Sobral / Blue Print Facebook Coordenador de Marketing da Flora Xangô Artigos Religiosos Vice-Presidente do Centro Cultural As Águas de São Paulo Trabalha também no Marketing do Centro Cultural As Águas de São Paulo e de suas ações desde 2018. Gestor Cultural de projetos para leis de incentivo. Emerson Pantaleo CaparelliFunção: Diretor Artístico Currículo: De 2012 a 2016 Produção Artística e Cultural do Festival de Cultura Paulista Tradicional Revelando São Paulo; Produção e Locução da Virada Cultural Paulista (2017, 2018 e 2019); Produção do Arraial Arte na Rua – Rede Globo – Bosque Maia em Guarulhos/SP (2018) Produção do Poesia no Centro – 2019; Produção do Festival do Café no Triângulo SP - 2019 Produção da Virada Inclusiva 2019; Produção do Arte na Rua de Natal da Rede Globo – Dezembro de 2019 Produção do Presente de Natal da CAIXA – Dezembro de 2019 Coordenador do evento Osasco Musical e Cultural 2019; Produção Artística da Jornada do Patrimônio 2020 - Prefeitura de São Paulo – Centro Cultural Butantã - Dezembro de 2020; Produção Cultural da Virada Cultural 2020 - dezembro 2020; Produção Festival de Natal - Prefeitura de São Paulo - Natal no Mercadão Municipal - dezembro 2020; Produção do Festival DiverCidade – Prefeitura de São Paulo - dezembro 2020/janeiro 2021; Produção Cultural do Sorriso na Máscara - Dezembro de 2020 e Aniversário da Cidade de São Paulo - Janeiro de 2021; Organizador de eventos e encontros culturais, com temática ligada à segmentos étnicos e holísticos, como a Holistic Fair – Bueno Brandão e São Paulo ; e em parcerias com o Espaço Anjos da Luz na realização da Feira Mística e Cultural, edições Maio, Setembro e Novembro de 2018 ; Março, Junho, Agosto, Outubro e Dezembro 2019 ; Janeiro de 2020. Experiência no contato com comunidades étnicas (ciganos, quilombolas, indígenas...) e cultura tradicional paulista e brasileira. Produção audiovisual através da gravação de 4 CD's Indígenas (Cantando pra Nhanderu, Toré-Cânticos Indígenas - Aldeias Urbanas, Xondaro e Ko'e Maramõ), 1 DVD Indígena (Toré - Cânticos Indígenas - Aldeias Urbanas, e 2 DVD's de cultura popular - Jongo Levanta Povo, e Abati - O Milho na Culinária, na Arte e Artesanato 2 Projetos aprovados na Lei Rouanet - PRONAC 201747 / 202207. Projeto aprovado no PROAC ICMS. Projetos aprovados no PROAC Editais: 2021 – EDITAL 39/2021 - Nome dos Projetos: Cântico Guarani / Música Tupi com Guaraci / Força Encantada Indígena / Produção Cultural/Atividades Educacionais / Produção Cultural – Cultura Popular e Segmentos Étnicos / 2022 – EDITAL Nº 41/2022 – Projeto: Cultura Guarani na Casa de Cultura de Itariri / Nº 15/2022 – Projeto: Cores em Sépia Nº 45/2022 – Projetos: Tekoá Paranapuã - Coral Guarani Mbya / Documentário: Ancestralidade Indígena
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.