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Este projeto se propõe à publicação de um livro ilustrado com foco no público infantojuvenil, todo em cor e no formato de 20 cm x 30 cm. Seu diferencial, não obstante, é apresentar um tema incomum na literatura: a chamada "visão subnormal", uma deficiência física a sofrer um preconceito muito particular, pela incompreensão. Além da publicação, este projeto prevê a gravação da obra em audiolivro, leitura dramática e acompanhamento em libras no lançamento dela (com transmissão ao vivo pelo Youtube) e, finalmente, uma exposição de desenhos e a doação de exemplares a entidades de apoio a pessoas com deficiência visual.
SINOPSE LIVRO INFANTOJUVENIL: “EU NÃO USO ÓCULOS” Um garoto na pré-adolescência vivencia diversas situações, sobretudo na escola, impostas pela deficiência física visual. Em praticamente todas, contudo, há um aspecto em comum: a falta de compreensão, generalizada, pelo fato de não usar óculos, a despeito de efetivamente possuir a chamada “visão subnormal”. Na prática, a situação acaba impondo-lhe certa imagem de “oportunista”, como se quisesse se valer de supostas vantagens reservadas a deficientes, quando, aos olhos dos coleguinhas – e até de alguns professores -, ele não “teria nada”, nenhum problema. A ausência de óculos acontece, simplesmente, porque esse suporte não auxilia a ponto de fazer diferença, dado o grau acentuado da baixa visão, em torno dos 5% - o mínimo para o indivíduo conseguir identificar a realidade a seu redor e se locomover sem a obrigatoriedade de um “cuidador” ou mesmo de bengala. A situação, a princípio, poderia levar o garoto ao isolamento – mesmo porque, claro, ele não escapa aos naturais bullyings -, mas ele se integra ao grupo como todos os demais, embora com diversas especificidades, as quais vão sendo absorvidas, aos poucos, pelos alunos e mesmo pelos professores. Uma delas, por exemplo, além de ter de responder sistematicamente “porque não usa óculos”, apesar de ser deficiente, é ter de se levantar constantemente para ir até a lousa, próximo suficiente para copiar as anotações; outra é ficar com o nariz praticamente encostado na tela do celular para digitar e identificar as imagens. A partir do convívio, portanto, a realidade do menino quase deixa de ser tão destacada. No entanto, o mesmo não acontece nas interações com “estranhos”, no dia a dia. Por conta disso, Maguzinho resolve aderir à chamada “bengala verde”, um instrumento, para ele, mais informativo que propriamente de auxílio. Serve, essencialmente, para demonstrar que, sim, possui uma deficiência - a ser considerada e respeitada como todas as demais -, no entanto, que a compreensão a partir da informação levada a todos de uma forma mais efetiva pode ajudá-lo em muito a conviver melhor com os naturais preconceitos. Deixando de ser motivo de vergonha, o instrumento então passa a ser um aliado, utilizado pelo garoto nas mais variadas situações, as quais, por fim, abrem-lhe oportunidades de novas amizades, atividades sociais e até admiração dos coleguinhas. Detalhe importante (conforme já apontado na justificativa do projeto): para dar ideia da intensidade dessa deficiência física a quem dela não compartilha, o livro teria um ponto, em cada página, com a reprodução da mesma imagem da página em formato reduzido (na ordem de 5%), exatamente para exemplificar, visualmente, a realidade enfrentada pelos que convivem com a baixa visão. (Classificação indicativa: livre). EXPOSIÇÃO DE ARTE Mostra com todos os desenhos que devem compor o livro “Eu Não Uso Óculos” desde a concepção, por seus esboços, até a arte-final de cada um deles. (Classificação indicativa: livre). AUDIOLIVRO Gravação da obra em formato de audiolivro para disponibilização gratuita em plataformas de streaming literários e podcasts particularmente de entidades ligadas a pessoas com deficiência. (Classificação indicativa: livre).
OBJETIVO GERAL - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, estimulando, pela literatura, o conhecimento sobre uma deficiência física pouco conhecida, desmistificando-a ao público em geral e, ainda, contribuindo com a autoestima dos próprios deficientes visuais; - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, confeccionando um produto cultural a ser distribuído nacionalmente por meio de entidades sociais gratuitamente; - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, neste caso, com ênfase na literatura e foco em um de seus segmentos populacionais mais fragilizados, que são os PCDs; - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro ao doar os livros produzidos a bibliotecas públicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Produzir, publicar e distribuir 4.000 exemplares do livro "Eu Não Uso Óculos", sendo 1.600 deles inteiramente gratuitos, além de 800 a "preço popular"; - Gravação da obra em audiolivro para disponibilização gratuita em plataformas de streaming de literatura; - Transmissão ao vivo da leitura dramática do livro, em seu evento de lançamento, em canal do Youtube, com acompanhamento em libras; e - Exposição dos desenhos a ilustrar a obra, dos esboços às artes-finais. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Distribuição gratuita de 40% de toda a edição do livro "Eu Não Uso Óculos", somando 1.600 exemplares, por meio particularmente de duas entidades sociais que atuam com pessoas com deficiência, sendo uma das quais específica para problemas de visão: a Fundação Banco de Olhos de Goiás. Ainda seria beneficiada a Associação das Pessoas com Deficiência de Tatuí (Apodet). Respectivamente, elas receberiam em doação 600 e 400 exemplares, seja para venda e uso do recurso, seja para distribuição gratuita, como melhor lhes aprouver; e - Também como contrapartida social, aconteceria uma exposição dos desenhos utilizados para a ilustração do livro na Apodet, a ser mantida durante um mês em horário comercial, com início junto ao lançamento da publicação e seguindo com dois encontros tendo à frente o designer e direcionados a estudantes, como atividade de formação de público.
A proposta maior deste projeto é abordar com fins de esclarecimento um tema quase ou nada explorado na literatura, especialmente junto às crianças e jovens: o desconhecimento sobre a chamada "visão subnormal" (ou "baixa visão"), uma deficiência física incomum porque não facilmente notada, mas severa para quem dela sofre e que, somente no Brasil, acomete em torno de "6 milhões" de pessoas, conforme os dados mais recentes do IBGE. Neste sentido, a publicação narra a história de "Maguzinho" (apelido lhe dado por colegas de escola), um garoto na pré-adolescência enfrentando as mais diversas dificuldades no dia a dia, sobretudo no ambiente de ensino, onde, exemplificando, não consegue enxergar o que está escrito na lousa, ao mesmo tempo em que precisa conviver com o bullying dos coleguinhas, intensificado pela incompreensão quanto à doença. Esclarecer e, assim, buscar a empatia sobre essa enfermidade é, por conseguinte, o objeto maior do projeto. O livro, entre outros esclarecimentos, serviria para informar por qual motivo, em outro exemplo, a criança com baixa visão, apesar da deficiência, "não usa óculos", embora também "não" chegue a necessitar de estudo em Braille ou mesmo mantenha óculos escuros para indicar a total cegueira, a qual ela não chega a possuir. A confusão _ não raro a gerar até constrangimento para as crianças, quando se colocam como deficientes, embora "aparentemente" não o sejam - é fruto, portanto, da desinformação, pelo que o livro se propõe ao esclarecimento. Assim, com a intenção de propagar de maneira mais ampla possível as informações sobre a baixa visão, somente por meio de um programa de incentivo como a Lei Rouanet haveria possibilidade de se alcançar o recurso necessário para tanto, e daí a apresentação deste projeto. Ainda, é importante destacar que a proposta atende aos objetivos expressos no artigo 1º da Lei 8.313, correspondentes a: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; e VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Por fim, o projeto também se identifica com as diretrizes dispostas no artigo 3º da mesma lei, sendo estes: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; e c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
DEFESA DO PROJETO DE LIVRO INFANTOJUVENIL “EU NÃO USO ÓCULOS” Seguindo com o objetivo concreto, mesmo, de apresentar inovação na forma de abordagem do problema de visão subnormal, esta iniciativa ainda espera contemplar as campanhas pontuais de conscientização sobre essa deficiência, as quais poderiam se servir, a qualquer tempo, dos materiais disponibilizados na internet, somando tanto o audiolivro quanto a leitura dramática com libras. Afinal, como se observa, o propósito de mitigar a falta de conhecimento sobre essa deficiência física e sua consequente carga de preconceito reforça a pertinência deste projeto, cuja relevância é “visível”, em especial, para quem justamente “não enxerga bem”.
LIVRO INFANTOJUVENIL “EU NÃO USO ÓCULOS” Editora: Edição do autor; 1ª edição (2024) Idioma: português Capa: cartão supremo alta alvura 250 g/m a 4 cores Miolo: 68 páginas em papel couchê fosco 90 g/m a 4 cores Finalização: lombada quadrada ISBN: a ser definido após conclusão do livro Idade de leitura: 6 anos e acima Dimensões: 20 x 30 cm EXPOSIÇÃO DE DESENHOS Volume: aproximadamente 100 desenhos (entre esboços e finalizados) Período: um mês a partir do lançamento do livro Idade de público: classificação livre AUDIOLIVRO Tempo: aproximadamente 70 minutos Formato: MP4 Idade de ouvinte: classificação livre
PRODUTO: LIVRO INFANTOJUVENI - Configuração diferenciada Embora o livro não tenha exclusivamente pessoas portadoras de baixa visão como público-alvo, mas até por tê-las em destaque e de maneira a privilegiá-las tanto quanto facilitar-lhes a leitura, a publicação teria uma configuração claramente diferenciada, da seguinte forma: Além das letras significativamente maiores que a média, EM CADA PÁGINA, HAVERIA A REPRODUÇÃO DA MESMA IMAGEM DA PÁGINA EM FORMATO REDUZIDO (NA ORDEM DE 5%), exatamente para exemplificar, visualmente, a realidade enfrentada pelos que convivem com a baixa visão. Como indicação junto à reprodução miniaturizada de cada imagem, seria constada a informação: “Pela visão de Maguzinho” (personagem principal da história). Item na planilha: impressão de livros. - Acessibilidade física no lançamento O LOCAL de lançamento do livro, a Associação das Pessoas com Deficiência de Tatuí (Apodet), até por ser uma entidade de atendimento exclusivo a PCDs, já é PLENAMENTE ADEQUADO A DEFICIENTES FÍSICOS E/OU COM MOBILIDADE REDUZIDA. Conta com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso. Item na planilha: ausente, pelo fato de o local já ser todo adaptado. - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual Em atenção especial aos PCDs visuais, foco deste projeto, o lançamento da publicação teria uma LEITURA DRAMÁTICA DO TEXTO por dois atores, garantindo o acesso à obra, assim, àqueles totalmente cegos. Item na planilha: leitura dramática. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva Também no lançamento, a leitura dramática contaria com INTÉRPRETE DE LIBRAS, para pessoas com deficiência auditiva também terem acesso ao conteúdo do livro. Item na planilha: intérprete de libras. PRODUTO: EXPOSIÇÃO - Mostra de desenhos Exposição demonstrando o PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE TODA A PARTE VISUAL do livro, a partir dos esboços até a arte-final a compor toda a publicação, com abertura no mesmo dia e local do lançamento. Item na planilha: ausente, por acontecer em simultâneo e no mesmo local do lançamento do livro, plenamente apropriado a PCDs. PRODUTO: AUDIOLIVRO - Gravação da obra em audiolivro Gravação da VERSÃO EM ÁUDIO DO LIVRO em estúdio de dublagem para posterior disponibilização gratuita em plataformas de streamings literários e, sobretudo, por entidades ligadas à deficiência visual, através de seus eventuais podcasts. Item na planilha: gravação de audiolivro.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Até mais que atendendo aos limites e formas de distribuição segundo o artigo 27 da IN nº 01/2023, entre os três “produtos” integrantes deste projeto, DOIS SERIAM TOTALMENTE GRATUITOS: a EXPOSIÇÃO DE ESBOÇOS E ARTES-FINAIS DOS DESENHOS a compor a publicação infantojuvenil e o AUDIOLIVRO, cuja democratização seria francamente ampla, por ser destinado a plataformas de streaming com livre acesso. Por sua vez, o “produto principal” deste projeto, o LIVRO “EU NÃO USO ÓCULOS”, TERIA A DISTRIBUIÇÃO GRATUITA DE 40% de toda a tiragem de 4.000 exemplares, tendo encaminhados 400 a patrocinadores, 200 à divulgação, 400 à Associação das Pessoas com Deficiência de Tatuí e 600 à Fundação Banco de Olhos de Goiás. Ainda, dos 2.400 a permanecer com o autor, 800 teriam o valor de comercialização reduzido (preço popular), também conforme indicado pelo artigo 27 da Instrução Normativa. Finalmente, registra-se que o lançamento do livro, com a leitura dramática e o acompanhamento em libras, teria a TRANSMISSÃO AO VIVO POR CANAL DO YOUTUBE, na internet, garantindo-se, assim, perene e total acesso ao conteúdo do livro também por este meio digital – naturalmente, com som para os deficientes visuais e libras, para os auditivos. Em resumo, a se considerar as ações de democratização de acesso propostas, este projeto, além de extrapolar as determinações do artigo 27, estaria atendendo plenamente aos seguintes incisos do artigo 28 da Instrução Normativa: - IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; (A disponibilização aconteceria através da plataforma YouTube). - V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; - VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; e VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
IVAN CAMARGO GONÇALVES (Coordenador do projeto e autor do livro) Deficiente físico com baixa visão e pai de dois meninos com a mesma patologia, jornalista graduado pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), reside e trabalha na cidade de Tatuí (SP). De 1992 a 1994, editou o jornal “Stopim”, um tabloide de humor inspirado no histórico “O Pasquim” (1969-1991), do Rio de Janeiro. Em 1995, assumiu a editoria do jornal “O Progresso de Tatuí” (fundado em julho de 1922), no qual atua desde então. Pela Faculdade Cásper Líbero (SP), cursou a pós-graduação, especializando-se, entre outras disciplinas, em história da arte e adaptação de obras literárias para cinema e TV. Ainda estudou roteiro para cinema, no Centro de Artes do Senac (SP). Em teatro, no Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos”, de Tatuí, participou de workshops de direção e “Música de Cena”. Já no Centro de Artes e Educação “Célia Helena”, em São Paulo, integrou laboratório de criação de textos teatrais. TRABALHOS Publicou seis livros e escreveu diversos curtas-metragens, um longa e seis peças de teatro – entre estas, quatro inéditas. Encenadas, teve duas adaptações: “Priscila, a Rainha da Caatinga” – baseada no filme “Priscilla, A Rainha do Deserto” – e “Vovó Delícia” – a partir do livro homônimo de Ziraldo. Entre as obras literárias já publicadas, assina dois romances. Em 2008, lançou seu primeiro livro, “Onde Moram os Tatus”, texto que recebeu duas premiações nacionais e uma estadual, entre estas, a seleção pelo Proac (Programa de Ação Cultural) do Estado de São Paulo. Nesse mesmo ano, somou duas distinções no “II Prêmio de Literatura”, promovido pela UBE (União Brasileira de Escritores), entidade fundada em 1958, entre outros, pelos escritores Sérgio Milliet e Mário de Andrade. Além da menção honrosa ao livro “Onde Moram os Tatus”, foi o vencedor desse concurso nacional com a peça de teatro “O Cativeiro”. Em 2009, também por seleção do Proac, lançou o segundo romance, intitulado “Assombrações Caipiras”. Pela UBE do Rio de Janeiro, em 2011, conquistou a primeira colocação no “Prêmio Dias Gomes”, categoria teatro, do Concurso Internacional de Literatura, com a peça “Até que A Morte nos Enlace”. Em 2013, pelo mesmo certame, alcançou a terceira colocação no “Prêmio Martins Pena”, com a peça “Santa Casa da Luz Vermelha”. Em 2016, teve o livro “Nem te Contos” classificado na terceira suplência do Proac, assim posicionando-se em nono lugar entre 199 obras inscritas para os seis prêmios do edital de criação literária destinados ao interior de São Paulo. Já em 2017, lançou o livro “Nem te Contos” pela editora paulistana Kazuá, que lhe modificou a denominação para “Golpe Baixo”, título de um dos textos da coletânea. Em 2021, por seleção a partir da Lei Aldir Blanc, publicou o segundo livro de contos: “Botão do Pânico”. Já em 2023, teve a peça “Até que A Morte nos Enlace” premiada pelo edital Proac de espetáculos teatrais inéditos, posicionando-se em 21º lugar entre 1.109 espetáculos inscritos. Em todos os gêneros narrativos, o autor sustenta uma característica em comum: a linguagem do humor. (Responsável por toda a coordenação do projeto e escrita do livro). FÁBIO ANTUNES DOS SANTOS (Desenhista) Fábio Antunes dos Santos nasceu em São Paulo, em 12 de dezembro de 1975, e desenha desde criança. Com três anos, foi para a cidade dos pais, Tatuí, interior de SP. Aos 15 anos, publicou o primeiro desenho, uma caricatura do cantor Lobão, que iria cantar na cidade. Em 1991, trabalhava como digitador no jornal “O Progresso de Tatuí”, onde o editor, Ivan Camargo, viu esse desenho e publicou-o. A partir desse momento, Fábio Antunes, além de digitar os textos, começou a desenhar suas charges e caricaturas no bissemanário. Depois, entre 91 e 93, ilustrou os textos e as capas do jornal “Stopim”, encarte mensal de “O Progresso de Tatuí”. Com 17 anos, começou a cursar Propaganda e Criação na Faculdade Mackenzie, em 1993. Com 19 anos, trabalhando como assistente de arte na Agência de Design, Perez & Damiani, ilustrou pela primeira vez o personagem Toddynho. A figura, que antes era uma caixa quadrada, agora tinha seus traços. Aos 22 anos, tornou-se diretor de arte na Agência Segmento Comunicação e Design, atuando durante os anos de 98 a 2000. Nessa época, criava embalagens e, sempre que podia, acrescentava uma ilustração sua. Em 2003, fundou o estúdio Fun Toones Personagens & Ilustração, que até o momento continua ativo e pelo qual segue ilustrando para várias marcas e sendo responsável pela imagem de diversos personagens. Marcas como Pepsico, Natura, Nestlé e Danone e tiveram – e ainda têm - seus personagens ilustrados por Fábio Antunes. Além desse trabalho, ilustrou três publicações e duas capas: “Tchibum no Mundo” e “Splash en el Mundo”, ambos livros infantis da marca Natura Naturé (este último do Chile); “Golfinho tem Dor de Dente?”, de Naia Tonhá Almeida, em que fez a capa e as ilustrações da história; e “As Incríveis Descobertas em um Dia de Apuros”, de Patrícia Rocha. Ainda assinou as capas de dois romances de Ivan Camargo: “Onde Moram os Tatus” e “Assombrações Caipiras”. (Responsável pelas ilustrações e projeto gráfico do livro). ERIVELTON DE MORAIS (Diagramador) Há 25 anos atuando na área de design gráfico. É responsável pela renovação de projeto gráfico do jornal O Progresso de Tatuí em 2010 e 2023. Criou projetos gráficos e diagramou dezenas de edições especiais e comemorativas da empresa, destacando-se os cadernos especiais de aniversário do jornal aos 90 anos, em 2012, e do centenário, em 2022, assim como as edições de aniversário de emancipação da cidade, especiais de Natal e os cadernos temáticos “O Progresso da Criança” e “O Progresso da Mulher”. Autor da diagramação e projeto de tabloides para o Museu Histórico “Paulo Setúbal” referentes aos concursos literários da instituição. Responsável pelo projeto gráfico, diagramação e arte-final da revista “Vida Saudável”; Criador de novo design gráfico para o site do jornal O Progresso Digital em duas ocasiões. Em obras literárias, assina a diagramação dos livros “Onde Moram os Tatus”, “Assombrações Caipiras” e “Botão do Pânico”, entre outros, do escritor Ivan Camargo. Desenvolvedor da capa do livro “Januário Mota - Sua Vida, Suas Histórias”, em 2012. Também é autor da diagramação de revista temática sobre o colunista social Jorge Rizek, em 2014 (“30 Anos de Colunismo Social”) e da “Rizek Noivas”, em 2015. Ainda efetivou a criação do layout e diagramação do Guia Turístico e Gastronômico “Tatuí Cidade Ternura”, em 2016, e da renovação do projeto gráfico dessa publicação, em 2019. (Responsável pela diagramação e editoração digital do livro). ERNANDO TIAGO GONZALEZ (Ator / dublador) Formado em artes cênicas, com licenciatura e bacharelado, pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila. Atua profissionalmente desde 1988. Possui vários trabalhos realizados em teatro e passagens pelo SBT e TV Record, onde teve a oportunidade de trabalhar em várias novelas e minisséries. No teatro são mais de 15 peças, sendo a mais recente “Trair e Coçar É só Começar”. Em TV, também possui mais de 15 trabalhos realizados, sendo a novela mais recente “Chiquititas”, pelo SBT, e a minissérie “Fica Entre Nós”, desenvolvida para o Instagram e canais de streaming. Teve a oportunidade - e honra - de trabalhar com importantes diretores de teatro e TV, entre eles: Jacques Lagôa, Del Rangel, José Paulo Vallone, Reynaldo Boury, Nilton Travesso, Renato Borghi, Atílio Riccó, Henrique Martins, Fernando Leal, Luís Antônio Piá, José Wilker, José Scavazinni, Renato Pietro, Rodolfo Silot, Paulo Goulart. Contracenou com atrizes e atores que foram, e são, fundamentais para o seu desenvolvimento profissional. Atualmente, participa da “Primeiro Ato Produções Artísticas”, empresa especializada em eventos corporativos. (Responsável, como ator e dublador, pela gravação da obra em audiolivro).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.