Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2311157Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Viva o Cordel: Grupo Parangolé Arte e Mobilização

PARANGOLE MOBILIZACAO SOCIAL LTDA
Solicitado
R$ 467,7 mil
Aprovado
R$ 467,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult em Humanidades em geral
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-05-06
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Contagem Minas GeraisIbirité Minas GeraisItabira Minas GeraisNova Lima Minas Gerais

Resumo

Viva o Cordel!Parangolé Arte e Mobilização é um projeto artístico/pedagógico de difusão da Literatura de Cordel em escolas públicas de 4 cidades de MG, a saber Contagem, Ibirité, Nova Lima e Itabira com a realização de oficinas e diversas ações culturais no ano de 2024 e 2025. São previstas oficinas de criação de cordel e dinâmicas pedagógicas; acompanhamento pedagógico com educadores; oficina de expressão teatral; montagem e apresentação de esquetes que envolverá alunos e professores das cidades beneficiadas; oferecendo ainda, como resultado dos trabalhos, a impressão de livro-folhetos com os cordéis criados no processo educativo, podcasts e mini-vídeos, como material de apoio pedagógico, além da circulação do espetáculo teatral Cordéis dos Cafundó, em versões comunitária e infanto-juvenil, com o veículo multimídia Cordel Móvel.

Sinopse

SINOPSE DO KIT MATERIAL DE APOIO O kit material de apoio será composto de um CD com 4 mini vídeos e 10 podcasts e um CD inclusivo com áudio dos livro-folhetos para deficiente visual entregue aos professores notadamente das artes e língua portuguesa. Será concebido e produzido especialmente para o projeto na sua fase inicial baseado nas experiências anteriores praticadas pelos profissionais do Parangolé. SINOPSE DA OFICINA DE CORDEL Essa oficina, ministrada aos professores e bibliotecários, tem o objetivo de trazer aos participantes as informações básicas sobre este gênero de literatura popular capacitando-os a identificá-lo pelos seus elementos característicos, penetrando no universo dos cordéis e produzindo um texto de poesia de cordel e ilustrações em xilogravura, em co-autoria com os participantes. SINOPSE DA OFICINA DE DINÂMICAS PEDAGÓGICAS PARA CORDEL O intuito dessa oficina de dinâmicas pedagógicas em cordel para professores é municiá-los, através de estratégias lúdicas, para despertar e aprimorar a expressividade dos alunos, o ato recitativo do cordel e especialmente, desenvolver a teatralidade visando a apresentação de um esquete de cordel que será ensaiado na oficina de teatro para alunos e apresentada em evento público no final do projeto. SINOPSE DA OFICINA DE TEATRO O intuito da oficina de teatro, oferecida a um grupo representativo de alunos, mais do que aplicar técnicas do ator, é desenvolver a teatralidade, ou seja, através de estratégias lúdicas buscar a expressividade oral e corporal, além da arte recitativa da declamação em público, visando a apresentação final de um esquete em evento gratuito em área pública. SINOPSE ESPETÁCULO CORDÉIS DOS CAFUNDÓ “Cordéis dos Cafundó”, do grupo Parangolé, criado e dirigido por Cascão e os musicistas dos Cafundó, é a encenação de poemas cujo panorama temático é a cultura popular brasileira, notadamente a nordestina. A peça tem como fio condutor um caixeiro viajante que chega a BH e vê confrontadas suas noções de mundo com a overdose urbana. O espetáculo combina literatura, teatro e música a partir de declamações de poemas. SINOPSE DO LIVRO-FOLHETO O livro-folheto é a coletânea da produção de cordéis e xilogravuras criados pelos alunos e professores participantes durante o processo em sala de aula protagonizado pelos professores que participaram das oficinas do projeto Cordelizando; é distribuído gratuitamente nas escolas, bibliotecas e no evento de culminância.

Objetivos

Objetivo Geral: * Realizar o Projeto Viva o Cordel!Parangolé Arte e Mobilização! através da continuação e multiplicação das ações culturais e artísticas dos projetos, já executados, Cordéis do Cafundó e Cordelizando, ampliando suas práticas com a inclusão do Cordel Móvel, produção de material de apoio pedagógico e formação de professores; abrangendo mais 4 (cinco) municípios de Minas Gerais, a saber: Nova Lima, Itabira, Contagem e Ibirité. Objetivo específico: Quantitativos * Realizar até dezembro de 2025, todas as ações do projeto Viva o Cordel! Parangolé Arte e Mobilização, o que beneficiará 4 (cinco) municípios mineiros, levando ações de valorização e fomento à cultura de cordel; * Oferecer as ações do projeto a um total de 4 municípios, com as respectivas escolas da rede pública, para alunos de diversas idades; *Oferecer 4 (cinco) oficinas de literatura de cordel para professores e comunidade docente. Estimativa 150 pessoas; *Oferecer 4 (cinco) oficinas de dinâmicas pedagógicas para professores e comunidade docente. Estimativa 150 pessoas; *Realizar 4 (cinco) apresentações do espetáculo Cordéis dos Cafundó, versão infanto-juvenil, para os alunos, professores e comunidade escolar. Estimativa 2.000 pessoas; *Oferecer assessoria pedagógica em literatura de cordel para professores de 4 (cinco) municípios. Estimativa 150 pessoas; *Realizar 4 (cinco) oficinas de teatro e envolver, na roteirização e montagem dos esquetes, uma média de 30 alunos e 2 professores de maneira continuada em cada uma das escolas beneficiadas pelo projeto. Estimativa 160 pessoas; *Oferecer a montagem e apresentação em praça pública de 4 (cinco) esquetes teatrais dos alunos ao público em geral, de todas as idades. Estimativa de 2.500 pessoas; *Realizar 4 (cinco) apresentações do espetáculo Cordéis dos Cafundó para a comunidade. Estimativa de 2.500 pessoas; *Realizar a impressão de 2000 cópias de livros-folhetos de cordéis dos alunos (500 cópias de cada um dos livretos para as 4 (cinco) cidades beneficiadas; *Roteirizar, gravar e editar 8 podcasts que vão compor o kit material de apoio pedagógico; *Roteirizar, filmar e editar 4 mini vídeos que vão compor o kit material de apoio pedagógico; *Realizar as gravações dos podcasts e dos mini vídeos em 500 CDs; *Realizar divulgação constante das ações e públicos beneficiados por meio das mídias sociais e assessoria de imprensa; *Produzir 4 (cinco) vídeos documentários com todo registro do processo em cada cidade; * Produzir um vídeo documentário geral do projeto Viva o Cordel!Parangolé Arte e Mobilização! *Realizar todas as ações de pós-produção do projeto no período de 2 (dois) meses, garantindo o devido fechamento do projeto. Qualitativos * Mobilizar a comunidade escolar e estimular ao conhecimento da literatura de cordel pelas mídias de comunicação do projeto; *Democratizar o acesso à cultura do cordel brasileiro e aos aspectos sociais correlatos; *Estimular à fruição poética relacionada à cultura popular brasileira através do contato com o cordel; *Incentivar à produção poética entre os alunos, compondo a textualidade com características de seus universos particulares e visões de mundo; *Estreitar as relações entre Cultura e Educação, fazendo da escola lugar de experiências culturais para além dos conteúdos formais; *Mobilizar para temas relacionados ao cotidiano dos alunos; *Valorizar as regiões de atuação como áreas de intervenções culturais potentes e multiplicadoras; *Descentralizar a realização de ações culturais enriquecedoras, executando o projeto em 4 (cinco) cidades do estado de MG, buscando a diversidade regional; *Cooperar com o protagonismo da juventude no processo escolar através da cultura; *Fomentar a realização de ações culturais democratizantes; *Contribuir para a continuidade e permanência das ações do projeto a partir da produção e distribuição de materiais que servirão como memória e terão alcance prolongado a longo prazo; *Executar um projeto pautado em seriedade e com execução realizada por profissionais competentes.

Justificativa

O acesso a bens culturais é um elemento importante para o processo de ensino-aprendizagem e para o cotidiano das instituições de educação, além de contribuir, pelo reconhecimento de novos sujeitos culturais, para o desenvolvimento das políticas de cultura no País. Nesse ponto a escola tem grande importância na mediação dessas informações e influências na construção de caráter social ao longo do processo escolar, fazendo com que os alunos possam analisar as informações que lhes são e serão expostas, de forma a retirar delas contribuições positivas para sua formação pessoal. Nessa perspectiva, o projeto Viva o Cordel!Parangolé Arte e Mobilização!, de atuação em escolas públicas, objetiva também refletir sobre a responsabilidade do professor como formador de opinião e a necessidade de uma educação voltada à integração da família, social e cultural dos educandos. No projeto aqui proposto, as atividades expressivas vão além da natureza verbal. Há espaço para a aquisição de técnicas de corporeidade e vocalização, já que as ações tratam também da arte recitativa que tangencia a expressividade teatral e musical. Tais práticas, diferentes daquelas trabalhadas na rotina da sala de aula, são importantes para a melhoria das capacidades de comunicação e expressão dos alunos. Na Educação, o fomento ao ensino da arte oportuniza o desenvolvimento imaginário, a percepção através da observação da realidade a qual está inserido e a criação no processo de uma realidade desejada. O aluno que tem oportunidade de fazer, representar e de apreciar as diversidades encontradas nas linguagens artísticas, tem o desenvolvimento intelectual de percepção mais aguçado e uma compreensão de mundo mais abrangente. O teatro sempre esteve presente na cultura das sociedades, feito e representado pelo ser humano de forma completa utilizando-se de expressões corporais, gestuais e verbais além de mergulhar na ludicidade imaginativa. A exposição à peças teatrais é fundamental para experienciar a percepção da linguagem representativa diretamente com o ser humano e suas possíveis transformações não só fisicamente, mas também do espaço ao qual irá apresentar, experimentando a vida com ideias, conhecimentos e sentimentos de forma individual ou grupal, proporcionando condições para um crescimento pessoal, tanto para quem está representando quanto para os espectadores. A mediação do professor nesse contexto teatral é por demais importante para ajudar na realização de tarefas que desenvolvam habilidades de colaboração em grupos, observação, atenção, concentração e criação os quais serão úteis para todas as áreas de aprendizado em sua vida escolar e social. O projeto também é fundamental para o desenvolvimento das habilidades textuais dos alunos, tais como compreensão de texto, compreensão de gênero textual, exposição de ideias, versificação e habilidades manuais no trato do cordel enquanto objeto. Trata-se de uma proposta que conecta uma prática formal do Brasil popular com a possibilidade de narrar nosso tempo, com todas as suas características. Além disso, o cordel não deixa de ser um veículo de expressão literária, sobre o qual paira toda uma subjetividade criadora. Com os alunos, portanto, é desenvolvida uma forma legítima de auto-averbação e autopoiese. O desenvolvimento do projeto requer múltiplas funções, desde aqueles alunos que redigem os poemas até aqueles que trabalham a declamação ou criam ilustrações. A divisão das estruturas trabalhadas faz parte de um processo singular que deixa os alunos com liberdade e autonomia no desenvolvimento de suas funções. O projeto também visa explorar as habilidades relacionadas a cada um, procurando aperfeiçoá-lo, assim incentiva o protagonismo juvenil e instiga-os a prosseguir com as atividades depois do período de sua realização. Sete anos de realização de projetos com a temática da literatura de cordel em escolas públicas e em grupos periféricos de diversas cidades de MG e capital demonstrou a necessidade de complementar com um material de suporte para o corpo docente. As oficinas de Cordel e Dinâmicas Pedagógicas bem como a assessoria pedagógica cumprem uma função importante de introduzir e aperfeiçoar o conteúdo. O kit Material de Apoio Pedagógico, com os podcasts e mini vídeos com conteúdos de reforço da literatura de cordel, vem cobrir uma lacuna de material de consulta para além dos momentos presenciais com a equipe do projeto. Tem o objetivo de ser material de consulta para esses professores que estarão em sala de aula estimulando os alunos, além de poderem ser veiculados nas classes. Nesse kit eles terão acesso aos conteúdos que compõem as oficinas, à história do cordel, autores, o mundo do cordel e suas categorias, à técnica e a história da xilogravura, dentre outros assuntos. O kit Material de Apoio Pedagógico é disponibilizado em um CD que reunirá os recursos pedagógicos produzidos. Isso garante uma perenidade no projeto, deixando um material para que outros professores ou membros da comunidade escolar, que venham a se interessar futuramente, possam acessá-lo. A publicação do livro-folheto, que deriva do processo ensino-aprendizagem, colabora para o protagonismo infanto-juvenil. A utilização do cordel como instrumento-base do projeto é culturalmente significativa já que se trata de um dispositivo pertencente ao ciclo de criações genuinamente nacionais, aproximando os alunos da cultura popular brasileira e gerando interesse para as poéticas nela contidas. Numa sociedade, cada vez mais interagindo com fluxos à velocidade da luz, é preciso reafirmar o potencial da atividade leitora como dinâmica e essencial na construção pessoal, principalmente nos anos de aprendizagem escolar, quando os hábitos se formam mais naturalmente. A importância social do projeto é interferir positivamente na comunidade por meio de uma proposta de efeito multiplicador, com ganhos em longo prazo, principalmente porque as atividades culturais na infância e na adolescência ampliam os saberes e buscam prevenir o contato com as drogas e a violência. Trata-se, portanto, de apostar no poder de conexão e reverberação da Literatura de Cordel produzida por crianças e adolescentes, afirmando as potencialidades sociais e culturais de uma geração. O projeto Viva o Cordel!Parangolé Arte e Mobilização! aposta na ampliação e continuação das ações culturais desenvolvidas nos projetos anteriores. Dessa maneira encontramos um projeto com viabilidade já confirmada e que possui equipe capacitada que permitirá o cumprimento de todas as etapas e metas culturais previstas, valorando o importante incentivo e fomentando a cultura de maneira descentralizada em nosso Estado; e consequentemente reforça a importância da cultura popular para o desenvolvimento local, considerando as manifestações e expressões populares detentoras do contexto regional como fator de identidade cultural.

Estratégia de execução

O projeto Viva o Cordel!Parangolé Arte e Mobilização é apresentado com o intuito de garantir a continuidade de iniciativa cultural, de grande valor, que vem sendo realizado desde 2016 pelo Grupo Parangolé. Tendo resultados importantes de democratização de acesso em suas atividades o projeto, que já foi realizado em diversos municípios mineiros, propõe agora a ampliação das ações culturais tendo como alicerce o acúmulo de experiências. O desenvolvimento da proposta tem como base três núcleos de ação - Núcleo de Formação Cultural, Núcleo de Experimentações Artísticas e Núcleo de Circulação e Memória. O Projeto pretende se desenvolver em outros 4 (quatro) municípios de Minas Gerais - a presença da cultura do cordel por meio de atividades para alunos e professores de escolas públicas, indicadas por Secretarias de Educação municipais, Delegacias de Ensino estaduais e municipalidade. O público-alvo do projeto são crianças e adolescentes mas também professores e docentes para que eles se tornem incentivadores e multiplicadores dos conhecimentos adquiridos no projeto em ações futuras em sala de aula. O projeto se inicia a partir do eixo do Núcleo de Formação e do planejamento junto à direção e o corpo docente das escolas a fim de alinhar expectativas e sua dinâmica. Em seguida inicia-se uma oficina relacionada às formas e conteúdo do cordel, ministradas por profissionais capacitados (cordelista e educador) direcionada aos professores e ao corpo de funcionários. A oficina utiliza os mesmos como agentes multiplicadores no ambiente escolar a fim de mobilizar e inserir os alunos no universo do cordel de forma teórica e prática, para um trabalho continuado e extensivo. O primeiro módulo da oficina diz respeito à história e às características do cordel, desde suas origens europeias até sua chegada e transfiguração no Nordeste brasileiro no século XIX, assim como sua função social ontem e hoje. Num segundo momento, vem à cena, características poéticas do cordel, como a rima, a versificação, a estrofe, a temática. Temos ainda um módulo de xilogravura, que permite o acesso a essa técnica que é tão relacionada ao universo do cordel, onde aprendem como produzir as ilustrações e também apreciam a estrutura formal do cordel impresso: o tamanho, o papel e o corte. Findando a experiência da oficina, há a arte da declamação, a vocalização do cordel com o ritmo da cantoria e a expressão corporal. Posteriormente, os professores são instigados ao trabalho coletivo de criação literária de inspiração cordelista, afirmando, à maneira de toda uma produção contemporânea, temas que estejam preferencialmente ligados à realidade de seus alunos. Vale ressaltar que a oficina será acompanhada por uma coordenadora pedagógica que fornecerá subsídios ao longo de 3 (três) meses para os professores trabalharem. A novidade, frente às outras versões dos projetos desenvolvidos pelo Grupo Parangolé, Cordéis dos Cafundó e Cordelizando, é que será criado e produzido um Kit Material de Apoio, contendo 4 mini vídeos e 8 podcasts com detalhamento do conteúdo ministrado na oficina de cordel, que servirão de guia para o desenvolvimento contínuo das atividades como meio de superar o grande desafio de melhorar o desempenho escolar e a sociabilidade de crianças e adolescentes através da arte. Em sequência ocorrem as ações do Núcleo de Experimentação Artística e a apresentação aos alunos do espetáculo Cordéis dos Cafundó, numa versão escolar, executada por Cascão e o trio musical dos Cafundó, servindo de estratégia fundamental de difusão do tema com os alunos, "uma isca" de estimulação para o trabalho em sala de aula pelos professores visando estimular leitura e redação de cordel, além da arte da xilogravura e a recitação em público. Com as obras geradas a partir das atividades de arte-educação durante os Núcleos de Formação e Experimentação artística, as escolas serão incentivadas a apresentar suas criações para a comunidade, em esquetes que contemplam os exercícios poéticos de escrita, xilogravura e declamação. Quer dizer, a equipe do Parangolé produz, a partir dos cordéis criados pelos alunos, a dramaturgia de esquete cênico/recitativo que será ensaiado por um grupo de alunos em oficinas de teatro contando com um suporte musical da equipe e, além disso, os desenhos e textos serão editados em um livro-folheto de cordel, tornando uma experiência muito singular: um produto único que reúne toda a criatividade e potencialidade dos alunos e que será distribuído nesta última fase do projeto, juntamente a uma apresentação final do espetáculo Cordéis dos Cafundó, realizada no Cordel Móvel em praça pública. O espetáculo Cordéis dos Cafundó, do grupo Parangolé, criado e dirigido por Cascão e o trio musical do Cafundó, traz a encenação de inúmeros poemas, cujo panorama temático é a cultura popular brasileira, notadamente a nordestina. Encenado em várias cidades de Minas, desde 2012, o espetáculo tem como fio condutor o personagem vivido por Cascão, um caixeiro viajante que chega a Belo Horizonte e vê confrontadas suas noções de mundo com a overdose urbana e tecnológica da metrópole. Para sobreviver, ele vende raízes, brinquedos e folhetos de cordel. O espetáculo combina literatura, teatro e música, além de trazer elementos contemporâneos como projeção audiovisual e vídeos, a partir da declamação de poemas. Destacamos que no projeto são apresentadas duas versões do espetáculo “Cordéis dos Cafundó”. A primeira, durante o Núcleo de Experimentação Artística, é apresentado a versão escolar, onde são trabalhados elementos lúdicos como o teatro de bonecos, adivinhas, músicas infanto-juvenis e etc, para aproximar e atingir esse público específico. E, ao final do projeto, o espetáculo é apresentado em sua versão original. É quando se inicia o Núcleo de Circulação e Memória, aberto a toda comunidade. O espetáculo passa a ser referência de um projeto-desdobramento que paira sobre as mesmas temáticas mas, como processo didático-cultural, até mesmo pela forma de como ele chega e se apresenta na cidade, com o Cordel Móvel. Idealizado e construído também pelo Grupo Parangolé, o Cordel Móvel é um micro ônibus itinerante, equipado com infraestrutura que possibilita o grupo realizar espetáculos, expedições, shows, mostras, oficinas e atividades diversas ligadas ao fomento e pesquisa da cultura popular brasileira. A ideia, assim como antigamente os cordéis chegavam aos diversos grotões do país a cavalo, pelos poetas e cordelistas, nesses novos tempos, ele possibilita levar a poesia e a força do cordel sobre quatro rodas. O período de atividades do projeto tem a duração de 21 meses, entre Maio 2024 a Março de 2026, sendo as atividades: (1) apresentação do projeto às cidades, definição de calendário, mobilização de equipe e planejamento; (2) pesquisa, elaboração, gravação dos 10 podcasts e filmagem dos 4 mini vídeos para o Material de Apoio; (3) oficina de cordel com os professores; (4) Oficina de didáticas pedagógicas com os professores; (5) acompanhamento pedagógico e distribuição dos kits Material de apoio; (6) apresentação do Cordeis dos Cafundó versão escolar; (7) ação em sala de aula para a criação dos cordéis dos alunos; (8) montagem do livro-folheto; (9) criação de dramaturgia e oficina teatral com alunos para ensaio e apresentação de esquetes; (10) apresentação, pelo Parangolé, do espetáculo Cordéis dos Cafundó versão comunitária, preferencialmente em praça pública, junto com a apresentação dos alunos; (11) distribuição de livro-folhetos; (12) edição de mini vídeo-documentário com o registro de todo processo em cada cidade. Ao final do projeto teremos, como ação de fechamento, a execução de um relatório consolidado, a produção de um vídeo registro e um banco de fotos que vão reunir um apanhado de imagens do processo em cada cidade. Esse material ficará como memória e registro, juntamente com o livro folheto.

Especificação técnica

Especificações técnicas do produto: KIT MATERIAL DE APOIO > Serão produzidos 500 CDs contendo a gravação dos 8 podcasts (duração em torno de 5 minutos cada) e 4 mini vídeos (duração em torno de 5 minutos cada). E 40 CDs inclusivos com áudio dos livro-folhetos. A quantidade de kits disponibilizados será adequada ao corpo docente local e com o seu potencial de utilização futuro. LIVRO-FOLHETO > Serão editadas 500 cópias por município, totalizando 2.500 cópias. Livro- folheto em brochura, em torno de 40 páginas, formato A5 (148 x 210 milímetros), 1x 1 cor, capa e miolo em papel OFFSET 90G, impressão offset. CARTAZ > Quantidade: 200 unidades (40 por cidade); Tamanho A4, papel AP 150g, 4x1 colorido. WEB-PANFLETO > Quantidade: 15 unidades (para divulgação em redes sociais, mailling, whatsapp da comunidade escolar e artística); Tamanho 10x15 cm, colorido. CORDEL MÓVEL > infraestrutura itinerante de transporte de uma trupe artística contendo palco, som, projeção e iluminação, para a promoção de espetáculos, oficinas e atividades diversas ligadas ao fomento da cultura popular brasileira. 1. AMBIENTE INTERNO - capacidade de transportar uma média de 15 pessoas - poltronas reclináveis para conforto em viagens longas - bagageiros internos para malas e bagagens de mão Camarim/Estúdio - espaço interno com bancada e espelhos para preparação artística - computador e impressora para trabalho de registro, pesquisa e impressão Almoxarifado - prateleiras, gaveteiros para acomodar equipamentos eletroeletrônicos, adereços, figurinos, instrumentos musicais, ferramentas, equipamentos de som, luz e audiovisual, acervo cultural, além de outros itens ligados a particularidade da missão Convivência - banheiro - fogão, geladeira e pia para pequenas refeições - armário para apetrechos de cozinha - mesa e camas conversíveis e/ou suspensas 2. CARACTERÍSTICAS EXTERNAS Palco - montagem de tablados que componham um palco - toldo ou lona de circo estilizada para cobertura - acoplamento de equipamentos de som, luz e projeção audiovisual Pavilhão - montagem de tenda praticável - instalação de mesas, bancadas, cadeiras - mobiliário móvel contendo prateleira para publicações, vídeos, CDs e TV 3. ELEMENTOS DE SUPORTE E ACESSÓRIOS - porta com 2 folhas para acessar a área de convivência e retirada de material - teto com bagageiro e escada de marinheiro para acomodar caixa d’água, lonas e apetrechos da montagem do palco e pavilhão - bagageiro inferior para acomodar gerador de energia, praticáveis do palco e pavilhão, apetrechos diversos - 2 bicicletas em suporte externo para deslocamento rápido

Acessibilidade

A cultura popular, tendo o cordel como fio condutor dentro do ambiente escolar, nos permite ampliar ao máximo o público e incluir os mais diversos tipos de portadores de necessidades especiais, tornando o projeto, por sua natureza, passível de cooperar com a inclusão social. Apesar de termos a definição de público-alvo específico, os idealizadores do projeto possuem o intuito de envolver a participação do público com deficiência, idoso ou com mobilidade reduzida, incluindo mulheres grávidas, com crianças de colo ou que estejam amamentando e que tenham interesse na proposta. Em nossas apresentações ofereceremos a oportunidade de participação de público em geral, a partir da seleção de espaços com base nas suas adequações estruturais que possuam facilitadores à participação de idosos e portadores de necessidades especiais, além de termos provisionados lugares cativos para este público. Eles serão demarcados oferecendo um ambiente adequado para que os mesmos possam usufruir da apresentação. Nas escolas encontramos o ambiente ideal para a acessibilidade pois teremos a oportunidade de nos relacionarmos com os mais diferentes tipos de pessoas, não excluindo portadores de necessidades especiais. Contaremos com uma consultora em PCDs, a fim de realizar a preparação e sensibilização da equipe e também da melhor criação de estratégicas inclusas para divulgação do projeto. Também com previsão de contratação de profissional especializado em LIBRAS em cada uma das cidades, no intuito de garantir a participação de público portador de necessidades auditivas presente nas ações do projeto. Para que haja maior adesão, todo o material de divulgação gerado pelo projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, além de serem realizados contatos diretos com escolas e associações que atendam pessoas com deficiência, idosa ou com mobilidade reduzida das localidades a serem contempladas. E, visando o público deficiente visual, ofereceremos um total de 50 (cinquenta) cópias de audiolivro, contendo declamação integral do livreto produzido pelos alunos (todos os valores estão presentes em planilha orçamentária). Por fim, o material audiovisual gerado pelo projeto como um todo será disponibilizado com legenda na internet. Assim, buscando a total adequação às orientações oficiais e legislações que tratam a questão, cremos ter fortalecidas as ações que viabilizarão acessibilidade ao projeto, cooperando ativamente com a inclusão social a iniciativas culturais em nosso país. Confirmamos que as realizações acima descritas, por se tratarem de estratégias globais que se assemelham em todos os produtos culturais apresentados, serão adotadas nos treinamentos e nos espetáculos a serem apresentados, nos permitindo assim dar cumprimento a todas as determinações da Lei Federal de Incentivo à Cultura

Democratização do acesso

A democratização do acesso está presente nos pilares de idealização do projeto, contando com a capacidade de disseminar a participação de público das mais diversas camadas sociais. Para isso, temos o projeto voltado a escolas da rede pública de cidades do interior de Minas Gerais, cooperando também com uma maior interiorização das ações culturais. Como ação introdutória do projeto nas cidades será feito um primeiro diagnóstico in loco, pela coordenação geral e assessora pedagógica, estimulando o convite a um número mais amplo possível de pessoas da comunidade escolar (pais, funcionários e professores da própria e de outras escolas, bibliotecários). A escolha das escolas beneficiadas participantes do projeto será feita na perspectiva da descentralização, visando contemplar regiões que apresentem maior carência de projetos pedagógicos culturais e de formação artística, assim como, onde haja demanda prioritária para a inclusão de adolescentes e jovens. A participação dos alunos nas atividades do Viva o Cordel! Parangolé Arte e Mobilização, assim como as apresentações, serão gratuitas, de classificação livre e realizadas em ambientes que permitam o acesso e circulação de um público diverso, incluindo idosos e PNE. A distribuição dos livro-folhetos produzidos pelos participantes será gratuita e acontecerá durante o espetáculo final do projeto, em praça pública, bem como, a posteriori, nas escolas e principais pontos culturais da cidade. Serão distribuídos também Kits Material de apoio produzidos exclusivamente para o projeto, baseando-se na história cultural construída pelo grupo na trajetória de suas ações, contendo podcasts e mini vídeos com detalhamento do conteúdo ministrado na oficina de cordel e curiosidades complementares, que servirão de guia para o desenvolvimento contínuo das atividades, possibilitando ampliar ainda mais o número de alunos e professores beneficiados. Além disso, a presença do Cordel Móvel, uma infraestrutura itinerante, por si só serve para a promoção de atividades diversas ligadas ao fomento e pesquisa da cultura popular brasileira na perspectiva da descentralização e maior acessibilidade dos nossos bens simbólicos. Público-alvo: as atividades de arte-educação do projeto são voltadas à adolescentes e jovens de escolas públicas, em 4 (cinco) municípios, num universo aproximado de 2.000 alunos por município. O espetáculo Cordéis dos Cafundó, adaptado para o público infanto-juvenil, será exibido para toda a comunidade escolar, incluindo alunos, professores e funcionários, de todas as idades. Após a conclusão das atividades do projeto os produtos (espetáculo e os livros-folheto) serão apresentados/distribuídos para a comunidade em geral - crianças, jovens, adultos e idosos, em local público, com entrada aberta à toda a população. Ao todo, estima-se para as 4 (cinco) apresentações, um público aproximado de 2.500 pessoas. E os 2500 livro-folhetos produzidos serão distribuídos para públicos heterogêneos. As ações de formação de plateia propostas pelo projeto acontecerão nas escolas participantes. Para instigar a participação dos alunos no processo de imersão no mundo dos cordéis durante o semestre será feita uma apresentação do espetáculo Cordéis dos Cafundó, versão escolar, no pátio das escolas, com convite extensivo a professores, funcionários e pais, incluindo diversas escolas da rede pública dos municípios participantes. Espera-se atingir 2.500 alunos, professores e interessados nas apresentações e em todas as ações do projeto, variando a quantidade por cidade em acordo com a capacidade do local e a quantidade de alunos por escola. Toda a atividade será registrada em foto e vídeo para, posteriormente, ser disponibilizada na internet, e divulgada para professores a fim de compor um material memorialístico para ser usado em sala de aula. Para além disso iremos disponibilizar para cada escola, espaços culturais e bibliotecas públicas um total de 20% dos livro-folhetos (500 unidades), que serão impressos com os cordéis produzidos pelos seus alunos ao longo do semestre e todos os 500 Kits Material de Apoio que serão produzidos exclusivamente para o projeto, serão prioritariamente distribuídos para comunidade escolar para que eles possam ser utilizados em um trabalho continuado e extensivo. No dia da apresentação final dos esquetes dos alunos envolvidos os livro-folhetos de cordéis também serão distribuídos gratuitamente ao público presente. Salientamos que as ações do produto principal proposto, que são as oficinas, além das apresentações teatrais, todas realizadas gratuitamente em 5 (cinco) municípios de Minas Gerais, por si só, ampliam o potencial de formação de plateia proposta pelo projeto. Além disso, serão disponibilizados 50 CDs inclusivos com áudio dos livro-folhetos para deficientes visuais. Essa proposta se enquadra e se compromete a dar cumprimento do previsto nos seguintes incisos do Art. 21 da Instrução Normativa No 2 de 23 de abril de 2019 do Ministério da Cidadania: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;

Ficha técnica

DIRETOR DOS ESPETÁCULOS/ ATOR/ OFICINEIRO DE CORDEL/ ROTEIRO DAS ESQUETE/ RODOLFO ALEXANDRE CASCÃO INÁCIO - O representante legal do proponente será o diretor geral, roteirista dos esquetes criados a partir das oficinas, oficineiro de cordel e ator dos espetáculos Cordéis dos Cafundó. Ator, diretor e mestre em Educação pela UFMG. Produtor cultural, participou em dezenas de cursos e seminários de teatro, artes circenses, teatro de bonecos, mímica, produção cultural, educação ambiental e comunicação social. Contador de histórias e causos, poeta, dramaturgo e cordelista há mais de 30 anos que pesquisa e milita no campo do teatro e da cultura popular. E também agraciado com o título de Mestre da Cultura Popular de Belo Horizonte. Publicações: Poetas do Araguaia/CEDI; Jogos de Cintura/Vozes; Democracia no Araguaia/FASE, Argamassa. Desde 1999 coordena o Grupo Parangolé Arte Mobilização, que desenvolve trabalhos artísticos ligados a causas sócio-ambientais, direitos humanos e cidadania; é também consultor autônomo em mobilização social e arte educação prestando assessoria a órgãos públicos e entidades sociais e privadas. Participou por 2 vezes no projeto Causos e Viola do SESC. Colocou a contação de histórias no palco em 2012 com Cordéis dos Cafundó, que hoje já fez mais de 100 apresentações, OFICINEIRO DE CORDEL - RAFAEL OTÁVIO FARES FERREIRA - Doutor em teoria da literatura e literatura comparada pela UFMG. Sua pesquisa está centrada na reflexão sobre a produção contemporânea de livros e filmes pelas comunidades indígenas. Atualmente é professor de Produção de Texto na UEMG João Monlevade. Desenvolve trabalhos de pesquisa e extensão como o projeto de pesquisa com educação indígena, o programa de rádio com os alunos da engenharia e a contribuição no Pré-UEMG. Trabalhou no Curso de Formação Intercultural para Professores Indígenas da UFMG no eixo Múltiplas Linguagens (2006 a 2011). OFICINEIRO DE TEATRO E DINÂMICAS PEDAGÓGICAS - LUCÍLIO MESQUITA GOMES -Ator pela UFMG 1994/1996: Arte-mobilizador, ator e diretor no Grupo Parangolé apresentou com este o espetáculo O Rio Inventa Histórias (Zaragoza 2008 Espanha). Ator e Diretor nos Grupos Fibra de Teatro de Montes Claros); “Cidadania em Ato” da Secretaria Municipal Adjunta dos Direitos de Cidadania, 2005 a 2008; Grupo de Teatro “Até Tu SLU” da Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte de 1997 a 2005. Oficinas ministradas: Roda da leitura (SBPC- UFMG); Danças Populares (ATEAR-Montes Claros/MG); Contando Histórias (UEA-SLU BH/MG). Do Batuque a Cena (FIT-BH). Trabalhou como ator em Troços e Destroços de João das Neves, 1998. OFICINEIRA DE TEATRO E DINÂMICAS PEDAGÓGICAS - Sandra Albéfaro - Atriz pelo curso de formação de ator do teatro universitário da UFMG e licenciadas em artes cênicas pela mesma Universidade. Sócia e atriz mobilizadora no Grupo Parangolé Arte Mobilização, com o qual desenvolveu trabalhos de mobilização social através do teatro. Esteve em cartaz em inúmeros espetáculos belo-horizontinos como “Para Lembrar Eu Solo”; “As Feiticeiras de Salem”; “A Menina e o Vento”; “Dança da Morte”; “Eu te amo na sua trágica beleza”; “ Pluft o Fantasminha e CUENDA. Também trabalhou com preparação de elenco e direção de Arte de algumas produções da capital, como “A mulher que mora no final do tempo”do edital Arte Salva. COORDENADORA PEDAGÓGICA - SIRLENE APARECIDA ALVES - Pedagoga pelo Instituto de Educação de Minas Gerais; Curso de aperfeiçoamento da prática pedagógica – Secretaria Municipal de Educação de BH; Pós - graduação em Educação Comunitária – 360 horas – PUC MG. Fev/2007 à Mar/2015: Professora da EJA (Educação de Jovens e Adultos) no Projeto EJA da Cidade. Fev/2004 à Jan/2006: Pedagoga da Rede Municipal de Ensino do município de Sabará – MG; Fev/2003 à Jan/2004: Analista da Educação da Superintendência Estadual de Educação, no município de Conselheiro Lafaiete – MG; Fev/94 à Jan/2003. PRODUÇÃO EXECUTIVA - Fernanda Silva de Oliveira é graduada em Pedagogia (FAE/UFMG)* Doutorado/Mestrado (Fae/UFMG): Pesquisadora: atuante nas áreas de educação, cultura e produção cultural.Consultora Contínuos : docente/palestrante cursos e eventos, elaboração de projetos. 2014 – 2023 Gestora de projetos ( Produção Executiva) - Captação de recursos. Planejamento - Organização - Produção de eventos e Elaboração de projetos e editais diversos. 2017 – 2023. Consultora Parangolé Arte Mobilização(2023). Consultora Coletivo AbsurdAs, Consultora GM3 – arte e criações (2023). Fundadora da Cria Cultural – Produtora ldta (@acriacultural) – produtora independente Sócia e Produtora Artística Oca Livre( Cria Cultural )- 2018- 2020. IPEAD UFMG: Educadora Social – Projeto Brumadinho UFMG Sub 03 – Equipe de Abordagem Social – funções desenvolver estratégias de divulgação e apresentação do Projeto Brumadinho, reconhecimento logístico de campo. Criação de ferramentas metodológicas e materiais midiáticos - 2021 - 2022 Curso de Especialização em Gestão e Políticas Culturais – Itaú Cultural( Ead2017). Curso: Gestão Cultural e elaboração de projetos- FAFICH(UFMG), 2016. Curso Especialização de História da Africa e Indígena COORDENAÇÃO GERAL - FLÁVIA MAFRA - Graduada em Gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG, 1998; Curso de Gestão Cultural da Fundação Clóvis Salgado - 2003. Produção do projeto Territórios de Invenção – mini-residências artísticas em 12 cidades de MG – realizado pela Fundação de Educação Artística – 2016 a 2019; Gestora financeira do Grupo Trampulim/MG – desde 2013; Produção executiva do projeto LEV – Laboratório de Experiências e Vivências no Âmbito da Arte, Cultura e Educação – Escola Guignard – 2013/14. Coordenação do projeto TIM Música nas Escolas BH – realizado em 4 escolas da rede pública – 2007 a 2012. MÚSICO - Guilherme Ventura - Cursou 1 ano de música na Fundação de Educação Artística - 2013 Cursou Universidade de Música Popular - Bituca – 2015 Cursa Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais. Experiência Profissional Show na Casa Lúdica - SP (2023) Show no SESC Santa Luzia (2023) Show Virada Cultura Belo Horizonte (2023) Show Sarau Tranquilo com a Margem (2023) Show Sarau Minas Tenis Clube com a Margem (2023) Premiado no Festival de Itabirito (2022) Show BH Cidade da Música (2022) Show Festival IMuNe - (2022) Show “Alguma Coisa Sobre o Amor” Memorial Minas Vale (2021) MÚSICO - THIAGO GAZZINELLI HADDAD ANTONIO COLÉGIO LOYOLA - 2013 até a presente data. Professor de música do 2o Ano EF (2018 em diante), 4o e 5o Anos EF (2019 em diante) e 2o Período Ed. Infantil (2020 em diante). Link para vídeos de alguns trabalhos. Integrante do Núcleo de Educação para a Paz (2013 em diante) e realizador de práticas de justiça restaurativa com alunos e colaboradores. Instrutor no curso "Capacitação em Práticas Restaurativas na perspectiva da Cultura de Paz" (2022). Participante da elaboração do Mapa de Aprendizagens (Dimensão Socioemocional) e do Projeto de Educação em tempo estendido. Integrante da Comissão Organizadora da Semana da Cultura (2013 a 2019). Monitor do Núcleo Institucional de Projetos (2013 a 2019). Articulador de práticas restaurativas e exposições artísticas com escolas públicas parceiras (EE Pandiá Calógeras, EE Professor José Mesquita de Carvalho, EE Professor Leopoldo de Miranda e EE Presidente Antônio Carlos) em 2017 e 2018. MUSICISTA - DÉBORA LUANA DA COSTA - Graduanda em Licenciatura em Educação Musical Escolar pela UEMG; Musicalização e percussão - Pro Music - 2009 a 2012; Bateria - Pro Music - 2012; Percussionista do Bloco Oficina Tambolelê desde 2007; Coordenadora de estudos rítmicos e integrante do grupo percussivo feminino Xicas da Silva - desde 2007; Participação no Axé Brasil como percussionista com o grupo Xicas da Silva e Bloco Oficina Tambolelê – 2007; Oficinas de percussão, pelo projeto "SoliBrasil" em Lille/FR, 2013; Participante do projeto De Sol a Sol, onde tocou ao lado de Jaime Alem - Maestro de Maria Bethania.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.