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PRONAC 2311195Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Aldeias Sesc

SESC - ADMINISTRACAO REGIONAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Solicitado
R$ 1,00 mi
Aprovado
R$ 1,00 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-03-01
Término
2026-01-31
Locais de realização (5)
Caxias do Sul Rio Grande do SulNovo Hamburgo Rio Grande do SulPasso Fundo Rio Grande do SulSanta Rosa Rio Grande do SulSão Leopoldo Rio Grande do Sul

Resumo

Realizar o projeto Aldeias Sesc em cidades do Rio Grande do Sul, contemplando programação nas diferentes linguagens artísticas: apresentações musicais, espetáculos de artes cênicas, mostra de filmes, exposições e encontros literários.

Sinopse

APRESENTAÇÕES MUSICAIS: Alejandro Brittes e Orquestra Barroca Depois de uma longa jornada de pesquisa sobre o Chamamé, em que Alejandro Brittes descobriu facetas inimagináveis sobre o ritmo, é que o projeto tomou forma e foi gravado em um álbum que se chama (L)ESTE. Em suas buscas percebeu que o Chamamé possui, em sua gênese, duas grandes matrizes: de um lado, a ritualidade musical dos guaranis, e de outro, a música barroca introduzida nas Reduções Jesuíticas, nos antigos 30 povos missioneiros das terras baixas da América Latina. Tal encontro musical, anos mais tarde, através da memória coletiva do que se apreendeu nas Reduções, mais a própria cosmovisão ritualística dos guaranis e a influência étnica da imigração europeia do século XVIII, forjou-se o Chamamé como o conhecemos hoje. O projeto é uma viajem na história, um crossover entre o Chamamé com toda a sua essência metafísica, com a música barroca, através das músicas autorais de Alejandro Brittes, arranjadas por ele e pelo cravista Fernando Cordella, um dos principais maestros barrocos da atualidade. O crossover proposto dá um passo além das músicas e seus arranjos, ele institui na orquestração, instrumentos típicos do período barroco como: Viola da gamba, violino barroco,violoncelo, oboé e cravo em diálogo com o acordeón, violão sete cordas, contrabaixo e percussão. A intenção de Alejandro, com o Concerto, é oportunizar ao público, a descoberta de uma nova faceta do Chamamé; que ao mesmo tempo é resgate, e apresenta criações recentes do artista, onde ele insere sua bagagem musical popular e erudita. RAPJADOR – CHIQUINHO DIVILAS, DJ HOOD E RAFAEL DE BINI Em atividade desde 2018, o RAPajador é um projeto que une rapper Chiquinho Divilas, o acordeonista Rafael De Boni e o DJ Hood numa fusão de referências musicais que transitam pela Cultura Hip Hop e Cultura Sul-Riograndense e mesmo Platina, propondo um encontro das rimas do rap com os versos da pajada, mediados pelas intervenções das discotecagens produzidas por um DJ. CANDOMBE PORTO ALEGRE O Candombe Porto Alegre é um projeto de comunicadores e de tocadores de Candombe que acreditam na difusão da arte como transformadora social da realidade. Por meio dos seus tambores, o Candombe tem ocupado espaços públicos, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O Candombe é um ritmo afrouruguaio com percussão, dança e personagens, composto pelos tambores Chico, Repique e Piano. Mais do que um ritmo vibrante, é sinônimo de vida em comunidade, celebração e ocupação da rua, é resistência e identidade. O sonho de promover a cultura do Candombe em Porto Alegre nasce da vontade de celebrar a cultura afro do Pampa e da América Latina e resgatar uma cultura que já existiu na cidade. Nossa perspectiva é de incentivo ao surgimento de novos grupos de candombe, encontros autônomos de rua, assim como fortalecimento de ações já presentes na cidade como Tambor Tambora, Llamada POA, atuação de alabês como Mimmo Ferreira, entre outros, assim como do grupo Candombe POA. VITOR RAMIL Compositor, letrista, cantor e escritor brasileiro, Vitor Ramil é autor de onze álbuns: Estrela, Estrela (1981), A paixão de V segundo ele próprio (1984), Tango (1987), À beça (1995), Ramilonga - A estética do frio (1997), Tambong (2000), Longes (2004), Satolep Sambatown (com Marcos Suzano - 2007), délibáb (CD+DVD - 2010), Foi no mês que vem (duplo - 2013) e Campos Neutrais (2017). Lançou as novelas Pequod (1995), Satolep (2008) e A primavera da pontuação (2014); o ensaio A estética do frio - Conferência de Genebra (2004); e dois songbooks: Vitor Ramil (2013) e Campos Neutrais (2017). Autor de música e letra da maior parte de seu repertório, Vitor também musicou e gravou poemas de Jorge Luis Borges, João da Cunha Vargas, Angélica Freitas, Fernando Pessoa, António Bótto, Allen Ginsberg, Juca Ruivo, Paulo Leminski, Arnaut Daniel e Emily Dickinson; compôs em parceria com Chico César, Jorge Drexler, Kleiton e Kledir, Zeca Baleiro, André Gomes eJoãozinho Gomes, entre outros parceiros; e versionou quatro canções de Bob Dylan e uma de Xöel Lopez. Suas canções já foram cantadas por intérpretes como Mercedes Sosa, Chico César, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Fito Paez, Jorge Drexler, Kátia B, Kleiton e Kledir, Adriana Maciel, Tommy Körberg, Gal Costa, Zeca Baleiro, MPB4, Pedro Aznar, Lenine, Ceumar, Maria Rita, Gutcha e Ian Ramil. Vitor recebeu dois Prêmios da Música Brasileira: Melhor Cantor Voto Popular por Satolep Sambatown (2008) e Melhor Cantor Regional por délibáb (2011) e venceu o Prêmio Açorianos de Música dezoito vezes. ERNESTO FAGUNDES Cantor, percussionista, compositor, produtor e radialista, Ernesto Fagundes é reconhecido em todo o País pela trajetória dedicada à música regional, iniciada ainda na infância. Dentre os prêmios conquistados, estão o 1º lugar em festivais como o 20º Musicanto Sul-americano de Santa Rosa, 21º Reponte da Canção de São Lourenço e o 22ª Moenda da Canção de Santo Antônio da Patrulha. No cenário internacional, participou do projeto “Ano do Brasil na França”, apresentando-se no Museu do Louvre, em Paris. No projeto Aldeias Sesc, Ernesto se apresentará na formação trio. ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS Há mais futuro do que passado Complexo Duplo (RJ) Crítica à historiografia oficial e ao poder que as narrativas hegemônicas exercem sobre a nossa visão de mundo, a peça-paletra joga luz sobre a vida e a obra de importantes mulheres latino-americanas. Como numa conferência à plateia, as três atrizes apresentam uma pesquisa sobre artistas de diferentes países da América Latina, com produções dos anos 1960 aos 1980. A partir de documentos, cartas, vídeos, gravações em áudio e canções, elas questionam a predominância de nomes masculinos e europeus como personalidades de destaque. Além disso, discutem a distância entre o Brasil e os países vizinhos e como desconhecemos aquilo que foi produzido tão perto de nós. Ao longo da narrativa, o tom de palestra do elenco (que, em cena, também opera os vídeos, o som e a iluminação) dá lugar a passagens poéticas, costurando um discurso que fricciona a ficção e o documental. Criação: Clarisse Zarvos, Cris Larin, Daniele Avila Small, Mariana Barcelos, Tainá Nogueira e Tainah Longras Dramaturgia: Clarisse Zarvos, Daniele Avila Small e Mariana Barcelos Direção: Daniele Avila Small Elenco: Clarisse Zarvos, Cris Larin e Tainah Longras Participação em vídeo: Carolina Virgüez Direção de produção: Fernanda Avellar Direção de movimento: Denise Stutz Cenografia: Elsa Romero Iluminação: Ana Kutner Figurino: Raquel Theo Trilha sonora: Julia Bernat e Laura Becker Idealização do projeto: Clarisse Zarvos e Daniele Avila Small Amateur – o espetáculo de um palhaço amador Daniel Satin (COL) Daniel é colombiano, palhaço e artista circense há 10 anos. Já viajou por diversos países latino-americanos apresentando espetáculos circenses e realizando formações em palhaçaria. A base de sua formação foi construída por meio de tentativas e práticas nas ruas, praças, parques, teatros, lonas de circo ou qualquer outro espaço não convencional. Transita por qualquer porta que se abra para experimentar, vivenciar e jogar. Residente no Brasil há 3 anos, vem participando de festivais de circo e palhaçaria pelo país. Do encontro entre Satin e o público nasce uma cumplicidade. A intenção deste jogo é a diversão mútua, é esquecer as adversidades da vida e rir, sobretudo, rir. Este pequeno e solitário circo está cheio de segredos e surpresas: aviões voadores, lenços mágicos e aros hipnotizantes. Aproximem-se, aproximem-se, o espetáculo vai começar. Com vocês,o mundialmente desconhecido, Amateur!

Objetivos

Objetivo Geral Realizar o evento Aldeia Sesc em São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias do Sul, Passo Fundo e Santa Rosa, contemplando uma programação diversa e de qualidade em diferentes linguagens artísticas, com duração média de cinco dias em cada cidade. Objetivos específicos Realizar, em cada cidade prevista no projeto: - 04 apresentações musicais: Alejandro Brittes e Orquestra Barroca; Ernesto Fagundes; Rapajador (Chiquinho Divilas, DJ Hood, Rafael de Boni); Candombe Porto Alegre; Vitor Ramil; - 02 espetáculos de artes cênicas: "Há mais futuro do que passado" - Complexo Duplo (RJ); "Amateur" - Daniel Santin (Colombia); - 02 exposições: Exposição de Gravuras _ Acervo MAC; Homenagem a Aldyr Schlee; - 01 mostra de filmes intitulada Fronterizas; - 02 mesas literárias: uma com Taiane Santi Martins (RS), vencedora do Prêmio Sesc de Literatura 2022); e outra com os dois vencedores do Prêmio Sesc de Literatura 2023: Airton Souza (PA), Betânia Pires Amaro (PE) - 01 oficina com Douglas Diegues; - 01 palestra de Ainton Krenak.

Justificativa

As Aldeias Sesc compreendem uma mostra artístico cultural e buscam apresentar uma programação diversificada e descentralizada, atendendo a todos os públicos das comunidades onde são realizadas, estimulando a integração e fruição de saberes, promovendo o desenvolvimento da produção cultural e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social de todas as partes envolvidas, fortalecendo o conceito e a prática da economia criativa. O projeto Aldeias Sesc é realizado em mais de 30 cidades no país e se estabelece como um importante evento de fruição e desenvolvimento de todas as linguagens artísticas desenvolvidas pela instituição, sensibilizando um maior número de público e profissionais para esse fim. No Rio Grande do Sul o projeto é realizado em cinco cidades, onde pretende-se viabilizar, por meio desta proposta, as seguintes edições: 17a. Aldeia Sesc Capile, na cidade de São Leopoldo 11a. Aldeia Sesc Caxias do Sul 7a. Aldeia Sesc Yvy Pytã, na cidade de Santa Rosa 5a. Aldeia sesc Novo Hamburgo 2a. Aldeia Sesc Passo Fundo A viabilização via Lei de Incentivo à Cultura tem o objetivo de qualificar o evento em cada cidade, de modo que a programação proposta possa incluir atrações nacionais e também seja possível ter uma unidade, uma estrutura de programação comum. Sem a Lei de Incentivo, a definição da programação artística do evento depende das parcerias que as Unidades do Sesc conseguem estabelecer em cada cidade. Embora o Sesc possua recursos próprios para suas ações, existem limitações orçamentárias que impossibilitam, muitas vezes, a ampliação dos projetos. Com a Lei de Incentivo, portanto, o Sesc poderá realizar mais, contribuir de forma mais efetiva para o desenvolvimento da cultura local e oportunizar atrações artísticas diversificadas e de qualidade nas diferentes linguagens. Referente ao Art. 1º da Lei 8313/91, este projeto se enquadra nos incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX. Quanto ao Art. 3º, serão atingidos os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Exemplo de site do Aldeia Sesc Caxias do Sul, com informações e programação da edição realizada em 2023: https://www.sesc-rs.com.br/aldeia-sesc-caxias/ Informarmos que os custos de administração, divulgação e captação de recursos serão absorvidos pela estrutura do Sesc RS, por isso foram marcados 0% nos custos vinculados.

Especificação técnica

Em cada cidade o Aldeia Sesc terá duração média de 5 dias de programação.

Acessibilidade

Acessibilidade física: os locais de realização das atividades do projeto preveem medidas de acessibilidade física e haverá profissionais da equipe para o acolhimento públicos PcD. Acessibilidade de conteúdo: serão disponibilizados profissionais para audiodescrição (para descrever o ambiente às pessoas com deficiência visual antes do início dos espetáculos) e tradução em libras para os espetáculos da programação. Além disso, a programação estará disponível no site do Sesc/RS com acesso à tradução em libras e ajustes de acessibilidade.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão gratuitas para a população. Além disso, haverá ações de descentralização em bairros das cidades, e o direcionamento de programações para escolas públicas. Considerando que parte da programação acontece em espaços públicos, ao ar livre, com palcos e tendas montadas especialmente para o evento, forma-se um ambiente bastante atrativo para diferentes públicos, incluindo públicos não habituais para o perfil da programação proposta. Como forma de incentivar o acesso às atividades do projeto e promover inclusão social, serão convidadas instituições sociais em cada cidade para participarem da programação com seus públicos.

Ficha técnica

Sesc/RS (Proponente) - responsável pela coordenação geral do projeto, incluindo toda estrutura do departamento regional do Sesc/RS, com assessoria financeira, jurídica e de marketing. Aline Medeiros (Coordenadora de Literatura): possui especialização em Literatura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2016) e graduação em Biblioteconomia pela mesma Universidade (2003). É Coordenadora Técnica do Sesc RS, responsável pelas áreas de Biblioteca e Literatura desde 2010.Tem experiência na formatação e promoção de ações literárias, bem como na mediação e incentivo à leitura. Jane Schoninger (Coordenadora de Artes Cênicas e Artes Visuais): desde 1999 atua na área cultural através da gestão e produção de programas culturais. Curadora de artes cênicas e produtora executiva de festivais e mostras de artes cênicas. Graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), especialista em Gestão de Projetos Sociais e Culturais, pela mesma Universidade. É coordenadora de artes cênicas e artes visuais do Sesc RS. Anderson Mueller (Coordenador de Música e Audiovisual): formado em Relações Públicas e especialista em gestão cultural, atua desde 2004 na área, desenvolvendo e implantando projetos, com enfoque na produção executiva e gestão. Atualmente responde pela coordenação das linguagens de Audiovisual e Música do Sesc/RS. Exerce a curadoria dos projetos nacionais de circulação: Mostra Sesc de Cinema e Sonora Brasil. É também responsável pela coordenação do Festival Internacional Sesc de Música -Pelotas/RS. Luciana Stello (Direção geral do Aldeia Sesc Caxias do Sul): diretora do Sesc Caxias do Sul, com uma trajetória de mais de 30 anos na Entidade, tendo passado por várias áreas de atuação. Coordenação Geral e Curadoria de diversos eventos culturais do Sesc Caxias, entre eles: Aldeia Sesc, Rio Grande no Palco, Sesc Música, Exposições de Artes e, implantação do LABMais - Laboratório de Artes, Mídias, Tecnologia e Juventudes. Graduada em Comunicação Social – Relações Públicas, com MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Gestão Escolar. Edson Flores de Campos (Direção geral do Aldeia Sesc em Santa Rosa): bacharel em Ciências Contábeis, especialista em Gestão Estratégica, MBA em Gestão Estratégica e Mestre em Gestão Estratégica de Organizações. É Diretor do Sesc Santa Rosa desde 2009. Aline Pasquetti (Direção geral do Aldeia Sesc em Passo Fundo): diretora da Unidade Sesc Passo Fundo, formada em Pedagogia pela UPF, MBA em Gestão de Pessoas pela IMED e Gestão, Liderança e Inovação 4.0 pela PUCRS. Atua no Sesc há 23 anos. Andrea Guedes (Direção geral do Aldeia Sesc em São Leopoldo): diretora da Unidade do Sesc São Leopoldo. Miriam Maciel da Rosa Plentz (Direção geral do Aldeia Sesc em Novo Hamburgo): diretora da Unidade do Sesc Novo Hamburgo. Carina Monteiro Dias (Produção) - Agente de Cultura e Lazer do Sesc Caxias do Sul desde 2022. Possui Mestrado em Letras e Cultura Responsável pela produção dos projetos e atividades culturais da unidade e das cidades da abrangência. Carolina Haag Pereira (Produção) - formada em Jornalismo e Serviço Social, especialista em Comunicação e Expressão, especialista em Políticas Públicas. Tradutora e intérprete de Libras. Mestranda em Ciências da Comunicação. É Agente de Cultura e Lazer do Sesc Santa Rosa. Edimar Alexandre Rezende (Produção): Agente de Cultura e Lazer - SESC Passo Fundo. Graduado em História pela Universidade de Passo Fundo. Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Passo Fundo 2015-2016. Especializando em Gestão Cultura: Cultura, Desenvolvimento e Mercado pelo Senac. Tobias Ferreira (Produção): Agente de Cultura e Lazer do Sesc Novo Hamburgo. Lorenzo Cornelius (Produção): Agente de Cultura e Lazer do Sesc São Leopoldo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.