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PRONAC 2311201Apresentou prestação de contasMecenato

Festival Cultural Inter-religioso

CENTRO DE ARTICULACAO DE POPULACOES MARGINALIZADAS-CEAP
Solicitado
R$ 759,5 mil
Aprovado
R$ 759,5 mil
Captado
R$ 200,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

26.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Sagrado e seus símbolos
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-05
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa a realização do Festival Cultural Inter-religioso com apresentações musicais, mostra de filmes e documentários, seminários, feiras e exposições sobre tolerância, liberdades, diversidades, pluralidade e coexistência das diferentes culturas religiosas no Brasil e no mundo.

Sinopse

No caso do Produto SEMINÁRIO, este consiste na realização do VII Seminário Nacional e II Seminário Internacional sobre Liberdade Religiosa, Democracia e Direitos Humanos que terá como propósito promover o diálogo em prol do fortalecimento da tolerância, das liberdades, diversidades, pluralidade e da coexistência pacífica entre as diferentes culturas religiosas no Estado brasileiro. Serão organizadas mesas temáticas expositivas coordenadas por um especialista, composta por três convidados(as) principais que farão suas exposições em até 20 minutos. A classificação do evento é livre e terá entrada gratuita, mas será orientada a realização inscrição previa em plataforma online para as pessoas que desejam receber certificado de participação. A expectativa é a de que os seminários recebam cerca de 300 pessoas. Os eventos estão previstos para ocorrer durante 3 dias consecutivos no mês de janeiro de 2024, das 9h às 20h no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), localizado na Av. Rio Branco, 241 - Centro, Rio de Janeiro - RJ, CEP 20040-009. Palestrantes e convidados: Conforme currículos resumidos em anexo à proposta. No caso do Produto FESTIVAL CULTURAL, este será realizado simultaneamente ao VII Seminário Nacional com o nome de “Cantando a gente se entende”. Seu objetivo principal é reforçar a mensagem de tolerância e coexistência pacífica entre as diferentes culturas religiosas através de manifestações artísticas e culturais. O festival contará com diversas atrações, desde gastronomia até apresentações musicais. A Praça Cinelândia será palco de uma feira gastronômica que trará sabores de diferentes tradições religiosas. Haverá também uma feira de artes, artesanato e indumentárias de diversas crenças, permitindo aos visitantes uma imersão nas simbologias e costumes de cada religião. As atrações musicais incluem shows de artistas renomados como Martinho da Vila, Pastor Kleber Lucas, Padre Omar e Filhos de Gandhy, bem como apresentações de grupos culturais indicados pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, representando diversas tradições, desde o Maracatu ao Gospel. A classificação do festival é livre e a entrada é gratuita, aberta a todos que desejam uma experiência rica em cultura e espiritualidade. As atividades do festival ocorrerão durante 3 dias, de modo paralelo às atividades do seminário e da mostra de documentários. A classificação do festival é livre e terá entrada gratuita. A expectativa de público é de 5.000 pessoas. No caso do Produto MOSTRA DE CINEMA, trata-se de uma poderosa ferramenta de sensibilização e mobilização. Esta Mostra, que ocorrerá no Centro Cultural da Justiça Federal, tem como principal foco a denúncia e reflexão sobre a intolerância religiosa e violações dos direitos humanos através da lente do cinema. Com uma curadoria compartilhada e comprometida com a temática, serão selecionados 10 trabalhos, tanto de curta quanto de longa-metragem, que retratem as violações de direitos em diferentes partes do mundo. Os filmes, que serão escolhidos por meio de um edital público, se comprometem a trazer conteúdos de reflexão crítica para sensibilizar o público sobre a importância da defesa da garantia do direito à liberdade religiosa, tolerância e equidade. As produções serão exibidas durante dois dias consecutivos nas salas de cinema do Centro Cultural. É importante ressaltar que todos os direitos dos filmes serão cedidos especificamente para a veiculação na mostra, garantindo a integridade e o respeito ao trabalho dos realizadores. E para enriquecer ainda mais essa experiência cinematográfica, após cada exibição, haverá rodas de conversas com os diretores e/ou produtores dos documentários. Esta interação proporcionará aos espectadores uma oportunidade única de compreender os bastidores das produções, as motivações por trás das histórias e, principalmente, debater os temas abordados, ampliando o diálogo e promovendo uma maior consciência sobre as questões de intolerância religiosa e direitos humanos.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar o Festival Cultural Inter-religioso no Rio de Janeiro, promovendo ações inter-religiosas em prol da tolerância, liberdade religiosa, democracia, direitos humanos e coexistência pacífica entre as diferentes crenças presentes no Estado brasileiro. Objetivos Específicos: Produto SEMINÁRIO: Organizar o VII Seminário Nacional sobre Liberdade Religiosa, Democracia e Direitos Humanos no Centro Cultural Justiça (CCJF), com 5 temas principais e a participação de 15 palestrantes, distribuídos ao longo de 3 dias consecutivos.Produto MOSTRA DE CINEMA: Realizar a Mostra Internacional de Filmes e Documentários sobre Intolerância Religiosa e Direitos Humanos no Centro Cultural da Justiça Federal, exibindo 10 trabalhos temáticos selecionados, em sessões distribuídas em dois dias.Produto FESTIVAL CULTURAL: Organizar o Festival Cultural Inter-religioso "Cantando a gente se entende" no Parque Madureira, contendo feiras gastronômicas, de artes e de indumentárias representando diferentes culturas religiosas, apresentações culturais variadas de teatro e dança, bem como shows de música instrumental e cantada.

Justificativa

A cultura, enquanto representação das manifestações artísticas, históricas, sociais e espirituais de um povo, exerce papel primordial na formação da identidade e coesão social de uma nação. Ela reflete nossos valores, crenças, tradições e a riqueza da diversidade humana. No entanto, tão importante quanto reconhecer essa diversidade, é assegurar o respeito e a proteção a todas as suas manifestações. No Brasil, país de vasta pluralidade cultural e religiosa, é preocupante observar dados que apontam para um cenário de intolerância, em especial, contra práticas e crenças de origem afro-brasileira. O Relatório sobre os casos de Intolerância Religiosa no Brasil, publicado em 2017 pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas, em parceria com o Laboratório de História das Experiências Religiosa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LHER/UFRJ) e com a editora Klíne, evidencia uma realidade alarmante. De todos os casos de intolerância religiosa registrados entre abril de 2012 a agosto de 2015 pelo CEPLIR, 71% foram contra adeptos das religiões afro-brasileiras. Além disso, outras religiões, como a muçulmana e a indígena, também têm sido alvo de preconceito e discriminação em nosso território. Diante deste cenário, a necessidade de um projeto que valorize, resgate e promova o entendimento das diversas manifestações culturais e religiosas torna-se não apenas relevante, mas urgente. A cultura, em sua essência, é um instrumento de educação, sensibilização e transformação social, capaz de promover o respeito mútuo, a empatia e a harmonia entre os diferentes grupos que compõem a sociedade. É neste contexto que se justifica o uso de recursos públicos através do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais, conforme estabelecido pela Lei 8313/91. A captação desses recursos visa garantir a implementação de ações efetivas que combatam a intolerância e promovam a valorização das diversas expressões culturais e religiosas existentes no país. A proposta se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: Inciso I: ao proporcionar meios para o livre acesso às fontes da cultura, garantindo o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso IV: ao proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, que são responsáveis pelo pluralismo da nossa cultura;Inciso V: ao salvaguardar os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, incluindo a liberdade religiosa. Ademais, os objetivos estabelecidos no Art. 3° da Lei 8313/91 que serão alcançados com a proposta incluem: Inciso I, alínea d: ao estimular a participação de artistas locais e regionais em projetos que visem ao desenvolvimento artístico e cultural, assim como em projetos sociais que promovam a inclusão e o respeito à diversidade religiosa;Inciso II, alíneas c e e: ao realizar exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música. Este projeto é uma manifestação concreta da nossa responsabilidade enquanto sociedade e Estado em promover a cultura em sua diversidade, garantindo que ela seja acessível e respeitada por todos. O investimento público se faz essencial para enfrentar desafios tão urgentes e fundamentais ao tecido social brasileiro.

Estratégia de execução

O Festival Cultural Inter-religioso para celebrará a paz nos territórios tem por objetivo geral promover ações de difusão, conscientização e mobilização da sociedade civil em relação ao combate permanente à intolerância religiosa na sociedade brasileira e principalmente no estado do Rio de Janeiro em prol de uma cultura de paz e equidade social. Assim, os principais beneficiários desse evento é a sociedade civil, que vem ao longo dos anos fomentando a importância da diversidade e da pluralidade calcada no respeito e na tolerância.

Especificação técnica

No que compete ao Produto SEMINÁRIO, cabe detalhar as seguintes informações: Ementa: Um breve panorama histórico nos mostra, que a intolerância ainda é um dos maiores desafios para a construção da coexistência pacífica em várias partes do mundo. Mesmo garantida por lei, a liberdade religiosa não é uma realidade para todas as religiões no nosso país. Prova disso, é que nos últimos anos assistimos um crescimento significativo dos casos de intolerância religiosa no Brasil, notadamente na cidade do Rio de Janeiro. Diante do presente cenário nacional, onde as liberdades (políticas, social e religiosas) estão ameaçadas pelo avanço dos conservadorismos, o VII Seminário Liberdade Religiosa, Democracia e Direitos Humanos Conteúdo: Mesa 1 : Tema - Política, Religiões e Democracia: Tem por objetivo analisar e debater as lutas pela liberdade, diversidade e pluralidade religiosa promovida pelos grupos religiosos marginalizados à luz do diálogo inter-religioso; Mesa Tema 2: Religiões nos meios de comunicação: Tem por objetivo fazer uma sucinta análise sobre os processos construtivos das relações de poder entre a(s) religião(ões) e a(s) política(s) nos meios de comunicação, buscando possibilitar o entendimento dos múltiplos conflitos entre dos movimentos religiosos e instituições religiosas no Estado brasileiro; Mesa Tema 3 : Religiões no Campo do Direito: Tem por objetivo analisar e debater os processos construtivos das relações de poder, fomentadas durante séculos no Brasil, entre a(s) religião(ões) e a(s) política(s) no Campo dos Direitos; Mesa Tema 4- Estado laico, liberdades e pluralidades: Tem por objetivo analisar e debater sobre os desafios para a promoção do Estado laico, das liberdades e da tolerância diante do cenário atual e do avanço do conservadorismo. Em relação ao Produto MOSTRA DE CINEMA, cabe detalhar as seguintes informações: Ementa: A Mostra Internacional de Filmes e Documentários sobre Intolerância Religiosa e Direitos Humanos busca lançar luz sobre a perene e muitas vezes violenta luta pela liberdade religiosa e os direitos humanos em diversas partes do mundo. Com curadoria compartilhada e uma seleção de trabalhos rigorosamente escolhidos, a mostra destaca o poder do cinema em transmitir mensagens profundas e instigar reflexões críticas sobre temas que impactam a sociedade globalmente. Em dois dias de exibições, o público terá a oportunidade de mergulhar em narrativas cinematográficas que documentam, analisam e refletem sobre os desafios e triunfos na busca pela equidade e respeito às diferenças religiosas. Cada filme ou documentário será acompanhado por materiais contextuais, como sinopses, informações sobre os cineastas e, quando aplicável, discussões sobre o impacto e a relevância da obra em seu contexto original e global. Conteúdo da Mostra: Intolerância e História: Uma seleção de filmes e documentários que traçam a história da intolerância religiosa, oferecendo uma perspectiva cronológica dos eventos e movimentos que moldaram as relações inter-religiosas ao longo dos séculos; Histórias Pessoais: Focando em narrativas individuais, esta seção apresenta histórias pessoais de indivíduos que enfrentaram e resistiram à intolerância e perseguição por causa de suas crenças; Direitos Humanos e Religião: Esta seção explora a intersecção entre direitos humanos e liberdade religiosa, destacando os esforços de ativistas, comunidades e nações na promoção da coexistência pacífica; Visões Globais: Uma série de documentários e filmes que oferecem uma perspectiva global sobre a intolerância religiosa, mostrando que, apesar das diferenças culturais e geográficas, a luta pelo respeito e compreensão é um sentimento universal; Desafios Atuais: Abordagem sobre os desafios contemporâneos enfrentados pelas comunidades religiosas em diferentes partes do mundo, especialmente em regiões marcadas por conflitos, fundamentalismo e regimes autoritários; Respostas e Soluções: Uma série de obras que apresentam respostas inovadoras, esforços de reconciliação e iniciativas de base que visam combater a intolerância religiosa e promover a harmonia; Roda de Conversas Pós-Exibições: Após cada exibição, haverá sessões de perguntas e respostas, permitindo que o público interaja com cineastas, especialistas em direitos humanos e outros convidados para aprofundar sua compreensão e participar do diálogo sobre os temas apresentados. No que compete ao Produto FESTIVAL CULTURAL, cabe detalhar as seguintes informações: Ementa: O Festival Cultural Inter-religioso “Cantando a gente se entende” é uma celebração da diversidade e pluralidade das tradições religiosas. Em meio a performances musicais, feiras gastronômicas e exposições artísticas, o festival propõe um espaço de encontro e reflexão sobre a importância do respeito e tolerância entre as diversas crenças. Através da arte e da cultura, o evento busca promover um diálogo harmonioso entre religiões, valorizando as distintas manifestações e tradições, ao mesmo tempo que ressalta a união e coexistência pacífica. Objetivo Específico: · Promover a diversidade cultural e inter-religiosa afim de manter a sociedade civil organizada mobilizada no combate às práticas de Intolerância Religiosa; · Promover e fortalecer uma cultura de paz entre as religiões; · Chamar a atenção das autoridades públicas para importância da promoção e fortalecimento da luta contra a intolerância religiosa dentro das comunidades do Rio de Janeiro. Conteúdo: Com o objetivo de fortalecer as ações em prol da tolerância,haverá na Praça Cinelândia uma feira cultural inter-religiosa e o Festival cultural inter-religioso “Cantando a gente se entende”, que contará com diversas atrações culturais e religiosas.

Acessibilidade

Para garantir a acessibilidade de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, o projeto terá como premissa a aplicação das normas previstas na NBR 9050/2015, no Decreto nº 3.298, de 20/12/1999, no art. 23 do Decreto nº 5.296, de2/12/2004, na Lei nº 10.098, de 19/1/2000 e nos arts. 42, 43, 44 e 54 da Lei nº 13.146, de 6/07/2015. Sendo assim, o projeto contará com os seguintes recursos para a garantia da acessibilidade dos participantes: Produto SEMINÁRIO: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O Centro Cultural da Justiça Federal conta com Cinema, Teatro, Sala de Cursos, Sala de Leitura e Sala de Sessões, todos com rampas de acesso, elevadores e banheiros exclusivos para PCD. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: As apresentações dos palestrantes contarão com audiodescrição, bem como estarão orientados a realizar a descrição de suas características físicas nos momentos de apresentação. ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: As palestras contarão com profissionais intérpretes de LIBRAS contratados com recursos do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: A equipe técnica do projeto contará com monitores capacitados para conduzir as atividades junto às pessoas com deficiências intelectuais ou ocultas. Produto MOSTRA DE CINEMA: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A Sala de Cinema e de Sessões do Centro Cultural da Justiça Federal contam com rampas de acesso, elevadores e banheiros exclusivos para PCD MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: Os filmes contará com opção de audiodescrição, assim como os produtores e diretores serão orientados a realizar a descrição de suas características físicas nos momentos de apresentação. ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: Todos os filmes exibidos contará com legendas. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: A equipe técnica do projeto irá contar com monitores capacitados para conduzir as atividades junto às pessoas com deficiências intelectuais ou ocultas. Produto FESTIVAL CULTURAL: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: A Praça da Cinelândia é um local público, aberto e plano, com rampas de acesso, corrimãos e piso tátil. Serão contratadas empresas locadoras de banheiros químicos adaptados. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAIS: As apresentações contarão com apresentadores que realizarrão a descrição das características dos artistas e das apresentações. ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVOS: As apresentações artísticas contarão com profissional intérprete de LIBRAS no palco durante as performances artísticas. ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: A equipe técnica do projeto irá contar com monitores capacitados para conduzir as atividades junto às pessoas com deficiências intelectuais ou ocultas.

Democratização do acesso

Será assegurada a democratização do acesso aos produtos culturais do projeto, em cordo ao art.28 da Instrução Normativa MinC 01/2023. Cabe destacar que todas as atividades de todos os produtos culturais do projeto serão totalmente gratuitas, sendo distribuídos ingressos com custo R$0,00 por meio de plataforma online de gerenciamento de eventos. O uso da plataforma terá como propósito único e exclusivo para a melhor organização de filas e de público excedente inscrito nas atividades, sem qualquer ônus de custos ou taxas para o patrocinador, proponente e participantes beneficiários do projeto. Será encorajado e aberto à imprensa a cobertura das atividades dos produtos culturais, em acordo com o inciso V da normativa supracitada. Toda e qualquer atividade paralela ao projeto, tais como os ensaios abertos dos artistas para o Festival, bem como as palestras do Seminário, a exibição dos filmes na Mostra e dos materiais fotográficos na Exposição serão gratuitas aos patrocinadores e ao público-alvo do projeto, em acordo com o inciso VI da normativa supracitada. Em relação ao Seminário e ao Festival, será disponibilizado na Internet, por meio de redes sociais, registros audiovisuais dos espetáculos, das palestras, e de outras atividades referentes a estes produtos, em consonância com o inciso IV da normativa supracitada. Em todas as atividades, serão incentivadas a participação e priorizadas vagas afirmativas a pessoas com deficiência, negras, LGBTQIAPN+, mulheres e demais grupos minoritários da sociedade.

Ficha técnica

Os dirigentes da instituição proponente serão responsáveis pela gestão administrativa, operacional, artística e técnico-financeira de todas as atividades dos produtos culturais do projeto, isto é, o senhor Marcelo Ivanir dos Santos, a senhora Dra. Mariana Gino e o senhor Luiz Carlos Amaral Gomes, cujos currículos resumidos estão detalhados a seguir: Marcelo Luiz Ivanir dos Santos é possui experiência como Assessor Parlamentar. Atualmente está cursando Administração Pública na Universidade Federal Fluminense (UFF) e possui formação técnica em Processamento de Dados. Marcelo possui habilidades e experiência comprovadas em liderança, articulação institucional, mobilização de público, mediação de conflitos, captação de recursos, coordenação de projetos socioculturais, produção cultural, produção de conteúdo e advocacy. Ao longo de sua carreira, trabalhou em diversas atividades e projetos, incluindo produção cultural e executiva, coordenação em instituições como o Centro de Articulação de Populações (CEAP), Rede Carioca de Rodas de Samba e Associação de Blocos e Bandas do Rio de Janeiro (Folia Carioca). Também dedicou-se a trabalhos voluntários, como no Pré-vestibular Comunitário e na Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Possui interesse nas áreas de Administração Pública e Responsabilidade Social, buscando promover igualdade de oportunidades e qualidade de vida. Profa. Dra. Mariana Gino - Secretária Executiva Adjunta do Centro de Articulação de Populações Marginalizadas – CEAP. Pós-doutoranda em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHC/UFRJ). Doutora e mestra em História Comparada pelo Programa de Pós-Graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHC/UFRJ). Pós-Graduada em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2012), bacharel em Teologia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora/ PUC-MINAS (2011), bacharel em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora (2013). Secrétaire Générale du Centre International Joseph Ki-Zerbo pour l' Afrique et sa Diaspora/Nan laara an saara. (CIJKAD). Coordenadora e pesquisadora no Laboratório de História das Experiências Religiosas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LHER/UFRJ) e da Coordenadoria de Experiências Religiosas Tradicionais Africanas, Afro-brasileiras, Racismo e Intolerância Religiosa (ERARIR/LHER/UFRJ). Colaboradora e pesquisadora na Rede de Professores Antirracistas. Integra o Grupo de Pesquisa Integrada em História, Patrimônio Cultural e Educação e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da Universidade de Vassouras. Possui trabalhos apresentados e publicados nas diferentes áreas História da África. Foi professora da disciplina de História da África na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (UNIFESSPA). Atualmente está como professora substituta no Departamento de Ciência Política/Pensamento Político Contemporâneo e Decolonial do/a Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Conselheira Suplente do Comitê Gestor do Cais do Valongo. Luiz Carlos Amaral Gomes é possui ampla experiência em gestão administrativa, educação, cultura, movimentos sociais e políticas institucionais. Com formação sólida, incluindo um mestrado em História Comparada pela UFRJ, possui habilidades em elaboração e coordenação de projetos, negociação, gestão, treinamento, planejamento organizacional, redação e edição de textos. Ocupou cargos de destaque no Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e no Governo do Estado do Rio de Janeiro, além de participar de cursos de capacitação. Participou ativamente de eventos relacionados à educação, cultura e igualdade racial como coordenador e expositor. Como autor publicado, sua produção literária aborda poesia, cultura negra e direitos humanos. O projeto contará ainda com a participação do Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos, conselheiro estratégico da entidade proponente e líder técnico das atividades do projeto, dada a sua vasta experiência no cenário da cultura e da arte religiosa no Brasil. O seu currículo resumido é descrito a seguir: Prof. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos - Professor e orientador no Programa de Pós-graduação em História Comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pós-doutor em História Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPGHC/UFRJ); em Membro da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), do Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER-UFRJ) e Laboratório de Estudos de História Atlântica das sociedades coloniais pós-coloniais (LEHA-UFRJ); Coordenador da Coordenadoria de Religiões Tradicionais Africanas, Afro-brasileiras, Racismo e Intolerância Religiosa (ERARIR/LHER/UFRJ). Fundador do Centro de Articulações de População Marginalizada (CEAP); Interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR); Conselheiro Consultivo do Cais do Valongo; Vice-presidente da América Latina no Conselho Internacional da Ancient Religion Societies of African Descendants International Council (ARSADIC), Nigéria. Integra o Grupo de Pesquisa Integrada em História, Patrimônio Cultural e Educação e o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI) da Universidade de Vassouras. Tem experiência nas seguintes áreas: Educação Étnico-racial e questões africanas; Direitos Humanos e Cidadania; Relações Internacionais; Religiões tradicionais da África Ocidental e Afro-brasileiras. Foi Subsecretário de Direitos Humanos do Rio de Janeiro.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.