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PRONAC 2311219Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Solar da Alegria

CUBO PRODUCOES ARTISTICAS LIMITADA
Solicitado
R$ 2,80 mi
Aprovado
R$ 2,80 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Recife PernambucoRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo musical inédito "Solar da Alegria". Serão 24 apresentações na cidade de São Paulo + 6 apresentações em duas cidades em duas regiões, sendo 3 apresentações em Recife e 3 apresentações no Rio de Janeiro.

Sinopse

Com depoimentos reais e fictícios, numa narrativa “relato-ficção” uma personagem que teoricamente viveu no Solar conta diversas histórias e encontros que levaram a diversas canções que compõe o musical como Alegria Alegria de Caetano Veloso, Panis at Circence dos Mutantes, entre tantas outras.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS: Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo inédito "Solar da Alegria", totalizando 30 apresentações. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar o ensaio, montagem, temporada e circulação do espetáculo inédito "Solar da Alegria" totalizando 30 apresentações em 3 cidades; - Realizar temporada em São Paulo, com 24 apresentações do espetáculo inédito; - Realizar 3 apresentações na cidade de Recife; - Realizar 3 apresentações na cidade do Rio de Janeiro; - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado pelas ações de ensaio aberto e bate papo, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 45 profissionais diretos e 60 indiretos.

Justificativa

O Solar da Fossa, era uma pensão que ocupava um casarão de dois pavimentos no bairro do Botafogo, onde é hoje o Riosul. Os 85 apartamentos da pensão, que funcionou de 1964 a 1971, teve como hóspedes futuros nomes importantes da cultura brasileira. Atores, músicos, cineastas, jornalistas, escritores, ainda em início de carreira, optavam pela hospedagem barata do lugar. Entre eles, Caetano Veloso, Gal Costa, Ruy Castro, Zé Keti, Tim Maia, Paulinho da Viola, José Wilker, Paulo Coelho, Cláudio Marzo, Paulo Leminski, Aderbal Freire Filho, Paulo Diniz, Beth Faria, entre tantos outros. No final dos anos 60, o Solar da Fossa era o refúgio de jovens idealistas que encontravam no local um espaço livre para criação. Consta que lá foram compostas algumas obras-primas da nossa música, como Alegria, Alegria (de Caetano Veloso) e Sinal fechado (de Paulinho da Viola). O nome da pensão é atribuído ao carnavalesco Fernando Pamplona que tinha se separado da mulher e foi morar lá com uma fossa terrível. "Pamplona pode ter levado sua fossa para o casarão e até batizado com ela, mas nem ele conseguiu se manter depressivo por muito tempo _ o astral do Solar o curou", revela o jornalista e escritor Ruy Castro ao se referir ao Solar no livro de Toninho Vaz, intitulado "Solar da Fossa: Um território de liberdade, ideias e ousadias". De 1960 a 1970 (quando foi demolido para dar lugar ao Shopping Rio Sul) o casarão foi um local de pura inspiração, tornando-se, em plena ditadura, o maior polo informal de produção cultural no país. O primeiro hóspede do meio artístico a chegar, em 1966, foi Kleber Santos, diretor do espetáculo Rosa de Ouro, de Hermínio Bello de Carvalho, em cartaz naquele ano, no Teatro Jovem, em Botafogo. Com ele, veio a atriz Maria Gladys, do elenco fixo do teatro, que, na época, namorava Roberto Carlos, o rei da jovem guarda. Paulinho da Viola, que também fazia parte do Rosa de Ouro, passou a dividir um quarto na pensão com o amigo de faculdade Abel Silva, poeta que se tornaria compositor de vários sucessos da MPB. Maria Gladys trouxe Caetano Veloso, que trouxe os amigos baianos e artistas gráficos Rogério e Roberto Duarte, o cantor e compositor Tom Zé e a cantora Maria da Graça ou Gracinha _ mais tarde, Gal Costa. Naquela filial baiana do solar, orbitavam ainda, Gilberto Gil, o poeta José Carlos Capinam, a cantora Nana Caymmi e o cineasta Glauber Rocha. Pode-se dizer que o solar foi o berço da Tropicália, movimento musical lançado em 1968 com o disco "Tropicália ou Panis et Circencis". A capa do disco mostra vários moradores do solar e alguns visitantes habituais, como o poeta Torquato Neto e a cantora Nara Leão. O conceito e a criação da capa foram de Rogério Duarte, e a faixa-título "Panis et circenses", com letra de Caetano, fazia referência ao próprio solar: "Mandei plantar folhas de sonhos no jardim do solar As folhas sabem procurar pelo sol E as raízes procurar, procurar.." Enquanto Caetano e outros baianos seguiam pela vereda tropical, Paulinho da Viola compunha, no solar, "Sinal fechado", um de seus maiores clássicos. Outro morador _ Antonio José Waghabi Filho, mais conhecido como Magro, do conjunto vocal MPB4 _, escrevia o arranjo para a música "Roda Viva", de Chico Buarque. Essas são apenas algumas das histórias que farão parte dessa dramaturgia recheada de memórias e música. O espetáculo musical pretende explorar o gênero dramaturgico "relato-ficção", que mistura histórias reais contadas e vividas por personagens reais, com ficção. A dramaturgia e direção ficará a cargo de Dani Angelotti, com mais de 20 anos larga experiência em direção artística e de produção essa será a primeira vez que assinará a dramaturgia e será sua terceira direção. A direção musical será de Zeca Baleiro e o elenco formado por grandes nomes como o próprio Zeca Baleiro, além de atores e músicos de renome. O espetáculo trará depoimentos de músicos, poetas, artistas plásticos, escritores e diversas personalidades que viveram ou vivenciaram histórias do Solar e será sobreposto com ficção que trará a narrativa de uma suposta "pessoa" que viveu no Solar nesse período, uma "pessoa-entidade", que será o narrador e também protagonista dessa história, uma personagem "pessoa-entidade" chamada inspiração. Uma homenagem a produção intelectual que ocorreu no Brasil e até hoje continuam presente influenciando as novas gerações.

Estratégia de execução

Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 2 palestras sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.

Especificação técnica

Para todos os públicos, preferencialmente a cima de 12 anos. Aberto para todos os público, com destinação de 10% da bilheteria gratuita + 20% a preço popular se faz acessível a todas as classe sociais. Além disso o projeto pretende ter ingressos com valores diferenciados para favorecer o acesso amplo. Previsão de duração: 110 minutos

Acessibilidade

Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com libreto em Braile, com descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. 3) Acessibilidade para portadores de deficiência auditiva. Todas as apresentação contarão com interprete de libras ou legenda podendo garantir o acesso amplo tanto para quem não entende libras quanto para surdos não letrados. Os bate papos terão interprete de libras. Não se faz necessidade de áudio descrição, uma vez que todo o conteúdo é apenas dito, sem interpretação ou alusão que não tenha sido narrada durante o espetáculo. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, como determina a legislação os ingressos terão: I - meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013. Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos serão comercializados com valores de até R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 2 ensaios aberto, para público ONGs, estudantes, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+ e pessoas com deficiência. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 2 palestras sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco. O público será constituído de 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição ou no máximo 500 (quinhentos) beneficiários que serão alunos e professores da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Dramaturgia e Direção: Dani Angelotti Direção Musical: Zeca Baleiro Elenco: Zeca Baleiro, Eduardo Estrela, Caio D`Aguilar, Taynã Marquezone e grande elenco. Preparação corporal: Roberto Alencar Provocações Cênicas: Dirceu Alves Junior Pesquisa e Conteúdo: Toninho Vaz Iluminação: Junior Docini Cenário: Alejandro Huerta Produção Executiva: Camila Scheffer O Proponente será remunerado pelas rubricas: Direção Artística, Direção de Produção e Coordenação Administrativa Dani Angelotti - Direção Artística: Dani Angelotti possui mais de 20 anos de experiência na área de produção Artística, pesquisa e idealização de projetos teatrais. É diretora e criadora da Cubo Produções, vice presidente da APTI – Associação de Produtores Teatrais Independentes, membro da CAP (Comissão de análise de Projetos) do PROAC ICMS e curadora convidada do FIBA – Festival Internacional de Teatro de Buenos Aires. Entre seus muitos trabalhos em teatro trabalhou com grandes nomes como Beth Coelho, Lucélia Santos, Mel Lisboa, Caco Ciocler, Rodrigo Lombardi, Elias Andreatto, Emilio de Melo, Marco Antonio Bras, entre outros. Seus últimos trabalhos como diretora artística e de produção foram: - Pagú – Até onde chega a Sonda, Texto de Patricia Galvão (Pagu) e Martha Nowill. - Pós-F – Texto de Fernanda Young, com Maria Ribeiro. - Adonirando – (musical homenagem ao musico e compositor) com grandes artistas. - A Prudência – Texto de Claudio Gotbeter, com David Taiu e Eduardo Estrela Zeca Baleiro – Direção Musical Cantor, compositor, cronista e músico Brasileiro, Zeca Baleiro possuiu uma ampla carreira com grandes sucessos. Apesar de seu conhecido e premiado sucesso no mundo da música, Baleiro começou sua carreira compondo melodias e músicas para peças infantis de teatro, onde se destacou pela qualidade de suas letras. Além de mais de 150 canções e parcerias com grandes músicos como Gal Costa, Chico Cesar, Elba Ramalho, Arnaldo Antunes, Zeca Pagodinho, Lenine e muitos outros, Zeca compôs para os espetáculos como “A Viagem da Família Zoró”, “Quem tem medo de curupira”, “Zureta”, “Geraldas e Avencas”, além de trilha sonora de filmes como “Bicho de Sete Cabeças”, “Que Amor é esse”, Por Minha Rua”. Baleiro é vencedor de mais de 15 prêmios como Grammy Latino, APCA, MTV, Premio da Música Brasileira, APCA e outros. Eduardo Estrela – Ator Ao longo de seus 28 anos de carreira atuou no teatro, cinema e televisão. Foram 18 espetáculos sendo os principais, "domésicas", "a festa de abigaiu", "don juan" e "a visita da velha senhora." com formação em dança, ao longo de sua carreira estudou clown e interpretação com diversos mestres entre eles, cristiane paoli quito, denise weinberg e guilherme santana. Morando em londres em 2006 toma contato com as técnicas de etienne decroux e sanford meisner. Em moscou, estudou stanislavsky no gitis - russian academy of theatre arts - em 2008. "domésticas" foi seu mais destacado trabalho no cinema. Na televisão destacam-se a novela "mulheres apaixonadas" , programas como "retrato falado" e diversas series como "desprogramados", multishow, "chapa quente", rede globo personagem: "noronha", "os ronins", multishow, entre outras. Seu último trabalho no audio visual foi na série marcelo marmelo martelo, dir duda vaisman para paramount. Taynã Marquezone - Atriz é atriz formada em Arte Dramática com Especialização em Gestão e Produção Cultural. Há 14 anos, atua no Mercado Artístico, Corporativo e Publicitário, como Atriz, Artista Multidisciplinar, Comunicadora, Produtora e Gestora Cultural. Atuando também, como Professora de Teatro, Treinamento para Grandes Lideranças, Mestre de Cerimônias, Apresentadora e locutora. Integrou o elenco do longa metragem TAKE1 dirigido por Fabrizio Fernandes, o longa “Amor em Sampa” da Bruna Lombardi, o espetáculo: KIEV de Sergio Blanco, ao lado de Marat Descartes e elenco. E o Espetáculo LEITE DERRAMADO de Chico Buarque, com varias indicações a prêmios por todo o Brasil. Tem uma pesquisa sobre o cineasta Ingmar Bergman, onde produziu e dirigiu o curta “A CARTA”. Atua como produtora de teatro em festivais e projetos culturais. Fundadora do Grupo de Pesquisa e Teatro Andreense CIA UNIVERSO, desde 2015, pesquisam, atuam e produzem espetáculos artísticos, além de produções culturais e soluções artísticas para o mercado corporativo (sendo alguns clientes: ECOVIAS e JTI). Estudou e trabalhou com Fernando Leal, Fátima Toledo, Virginia Cavendish, Juliana Galdino, Luciano Sabino, Robert Milazzo(EUA), Rosi Campos, Nelson Baskerville, entre outros. Junior Docini – Iluminador É ator, iluminador, diretor, radialista e arte educador. Um artista multidisciplinar. Formado em teatro pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul @fascs. Bacharel em comunicado pela FIAM FAAM. É também mestre iniciante de Capoeira na ADC Santa Izabel, Mestre Gêra. Já representou o Brasil em festivais internacionais teatrais na China e em Jerusalém. Artista pesquisador ha 13 anos na @Zozima Trupe, acredita no poder do teatro do encontro. Já trabalhou em muitas produções teatrais em grupos como: Folias, Cia Delas, Cia Antitartika, Cia Provisório Definitivo, Cia do Bife e grandes diretores como: Nelson Baskerville, Chico Carvalho, Elias Andreato, Francisco Carlos etc. 2021 assumiu a colaboração cênica do espetáculo “SEDE” que cumpriu sua temporada no TUCA ARENA da Morente Forte. Em 2022 Assistente de direção e light designer do espetáculo “Morte e Vida Severina” e “Amor por Anexins” ambos direção de Elias Andreato. Alejandro Huerta – Cenário Nascido em Santiago do Chile, viveu em Barcelona e é radicado no Brasil há 20 anos. Formado em Artes Cênicas pela Escola de Artes Dramáticas de Santiago (Chile), Alejandro sempre optou pela escrita e estética, conduzindo sua formação para a dramaturgia, mas em especial para a cenografia e direção de arte. Na área das artes visuais desenvolveu diversos cenários para espetáculos no Chile e Espanha. Em 1999 foi referenciado na Bienal de Barcelona pela sua exposição “7 formas de morir de amor”. No Brasil possui diversas passagens como cenógrafo em eventos para agências como Sol da Meia Noite e Content e teve seu trabalho exposto no Centro Cultural Dragão do Mar e SENAC Fortaleza. Seus últimos cenários em espetáculos foram: “Pós-F “ de Fernanda Young, com Maria Ribeiro; “Vox” texto e direção Máximo DÀngelo. Em Santiago assinou o cenário do espetáculo “Patria”, do Coletivo Histórico, além de diversos shows e performances para La Batuta, en Ñuñoa, Santiago.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.