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PRONAC 2311239Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Manhágua

CAJU PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 993,0 mil
Aprovado
R$ 993,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
ES
Município
Vitória
Início
2026-01-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (2)
Vargem Alta Espírito SantoVitória Espírito Santo

Resumo

O Festival Manhágua é um evento cultural que une cinema e consciência ambiental para destacar a vital importância das nossas fontes hídricas globais, um tributo à "mãe água". Por meio de uma mostra de cinema online — com duração de trinta dias — e presencial durante um dia, mergulhamos em cenários e histórias diversas, explorando os potenciais de nossas águas. Além disso, o festival promove educação ambiental com bate-papos e oficinas sobre a água, lembrando-nos da responsabilidade da sociedade como guardiã da "mãe terra".

Sinopse

Mostra de cinema A mostra de cinema do Festival Manhágua acontece de modo híbrido - online e presencial. Para a mostra acontecer, o projeto lança um regulamento contendo as regras de inscrição, aberta por um período de 30 (trinta) dias. De modo online a mostra é realizada na plataforma de streaming do Festival e no site da Caju Produções onde os filmes selecionados ficam disponíveis por um período de exibição de 30 (trinta) dias para visualização do público interessado, que poderá votar no filme de sua preferência. O resultado dessa votação garantirá ao filme mais votado o prêmio de “filme vencedor pelo voto popular”. Além disso, os filmes da mostra recebem o julgamento de um júri técnico – que faz a escolha do melhor filme, melhor montagem e melhor fotografia – segundo critérios técnicos cinematográficos. De modo presencial, a mostra é realizada em parceria com o Cine Metrópolis, sala de cinema da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) situada na capital, ao lado do Centro de Artes da Universidade, onde os filmes serão exibidos em sessões gratuitas e abertas ao público. Ainda, acontecerá também exibição dos filmes em espaço aberto em Vargem Alta (Castelinho), de modo gratuito e aberto ao público. Ao final dos 30 (trinta) dias de realização da mostra, a produção faz contato, via e-mail, com os realizadores (produtores e/ou diretores) que tiveram seus filmes premiados, tanto pelo júri técnico quanto pelo voto popular, para parabenizá-los e seguir com o processo de entrega da premiação. A equipe de comunicação também divulga o resultado por meio das mídias sociais do Festival. Bate-papo O bate-papo consiste em debate sobre as questões que envolvem os recursos hídricos do planeta – desde a importância desse recurso natural para a vida na Terra até aquelas que alertam para as ações nocivas do homem sobre as águas – em consonância com o audiovisual, incentivando a reflexão sobre cinema ambiental e sua importância. Portanto, a programação do Festival conta com a realização de até 02 (dois) bate-papos nomeados de bate-papo Audiovisual e o bate-papo Ambiental. O bate-papo Audiovisual é realizado a partir do encontro presencial entre os realizadores dos filmes selecionados para a mostra de cinema e o público interessado na temática após as sessões de cinema, gratuitas e abertas ao público, realizadas no Cine Metrópolis. Essa ação tem como objetivo aproximar os realizadores dos filmes e o público interessado no segmento audiovisual; compartilhar o fazer cinematográfico entre realizadores de modo geral e público interessado; estimular o interesse pelo segmento do audiovisual; e fomentar a formação de público de cinema. O bate-papo Ambiental é realizado a partir do encontro entre cineastas, realizadores e demais profissionais do audiovisual com profissionais especialistas na temática ambiental para que, em conjunto, debatam sobre as questões que envolvem a água junto ao público do bate-papo – produtores e agricultores rurais, pessoas amantes da natureza, amantes do cinema, defensores das águas, indivíduos sensíveis ao tema e pessoas das comunidades de modo geral. Essa ação tem como objetivo colocar as questões hídricas do planeta em foco, debater sobre ela; fomentar a temática dentro do universo do cinema e do audiovisual de modo geral; despertar o interesse pela preservação do meio ambiente por meio da cultura; sensibilizar os participantes e contribuir para o despertar da impotência dos recursos hídricos para a vida na Terra. Oficina A oficina realizada no Festival Manhágua, denominada “Oficina Interdisciplinar: plantando água e construindo histórias”, é uma ação que tem como objetivo proporcionar aos participantes o contato com diferentes modos de construção de narrativas audiovisuais a partir da vivência direta e prática com um fazer ambiental, de forma dinâmica e divertida. Para isso, ela acontecerá por um período de 05 (cinco) dias e será ministrada tanto por um profissional técnico do audiovisual quanto por um profissional especialista em “plantar água”, tema foco desta oficina, numa ação interdisciplinar e transversal entre cinema e meio ambiente. Esse é o diferencial dessa oficina pois, ao final, os participantes sairão dela tendo aprendido um pouco sobre o processo de construção do audiovisual em contato direto, ao vivo, por meio de uma vivência com o objeto de estudo, a prática ambiental de “plantar água”, e não só por meio de pesquisa em livros ou internet sobre o objeto de pesquisa que se pretende transformar em roteiro. Na etapa da oficina ligada ao audiovisual será proposta a criação de um roteiro de até 2 minutos, em formato livre (ficção, documentário, vídeo experimental, etc.), com começo, meio e fim, para que os participantes possam entender como estruturar uma história. Também será apresentada técnica de desenvolvimento de sinopse, criação e/ou reconhecimento de personagens, construção de argumento e do roteiro propriamente dito. Na etapa da oficina onde o profissional especialista em “plantar água” atuará será apresentada a técnica de plantio de água visando ampliar o conhecimento dos participantes sobre esse tema e promover práticas de uso racional de recursos hídricos. Esse conhecimento será importante para ser divulgado entre as comunidades rurais em contribuição às ações de cuidado com as águas do planeta, de modo específico, e com o meio ambiente, de modo geral.

Objetivos

Objetivo Geral De modo geral o Festival Manhágua tem como objetivo democratizar o acesso ao cinema e a difusão de filmes do circuito alternativo e independente brasileiro, ao mesmo tempo que busca valorizar os recursos hídricos, de forma a estabelecer e reforçar a conexão com suas localidades e biomas, sensibilizando para as questões que permeiam as águas do planeta. Objetivos Específicos1 (uma) mostra online competitiva de cinema;2 (duas) mostras presenciais de cinema com sessões gratuitas e abertas ao público;2 (dois) bate-papos que conectem a cultura, em especial o cinema, às temáticas hídricas;1 (uma) oficina Interdisciplinar: plantando água e construindo histórias;

Justificativa

O Espírito Santo possui salas de cinema em apenas 12 dos seus 78 municípios e a ausência dessas ocorre, em especial, nas localidades com maior área de mata preservada e de nascentes. Nesse sentido, do ponto de vista das políticas públicas, a realização do Festival se justifica partindo do princípio do "Direito à Cultura", estabelecido no Art. 215 da Constituição Federal de 1988, que diz que "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais". Portanto, entendemos que este projeto é potente no que diz respeito ao conceito de interesse público, uma vez que leva o audiovisual e outras atividades culturais para diferentes regiões do Brasil, muitas sem acesso ou com acesso restrito às atividades culturais por falta de estrutura financeira e/ou políticas públicas direcionadas ao setor cultural. Nessa direção, considerando isso e aliado aos objetivos do projeto, geral e específicos, entendemos que a realização do projeto Festival Manhágua justifica-se por vir ao encontro da Lei Rouanet, oficialmente Lei Federal de Incentivo à Cultura, por se enquadrar nos incisos do Art. 1º, que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; e IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também entendemos que os objetivos que serão alcançados estão de acordo com os incisos do Art. 3º, que seguem: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil; e c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; e II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001); c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. Conceitualmente, a realização do projeto Festival Manhágua justifica-se por ter como um dos seus diferenciais a união de ações culturais, em especial ações do audiovisual, com temática ambiental para tratar de um assunto tão importante que é a preservação das águas. De modo especial, o Festival se coloca como ferramenta cultural de contribuição para os cuidados com as águas, frente às ameaças sobre as fontes hídricas do planeta. A primeira edição do Festival Manhágua foi realizada em novembro de 2022 e março de 2023, sob o nome de Festival das Águas do Espírito Santo (pronac 211655). Nesta edição, oprojeto realizou duas mostras online, ambas com duração de trinta dias, e duas mostras presenciais que aconteceram em Vargem Alta, no Estado do Espírito Santo. Ao todo, as mostras online e presenciais contaram com um público estimado de 10.258 pessoas. O projeto contou ainda com um bate-papo com os realizadores audiovisuais transmitido ao vivo pelo YouTube. Além das mostras presenciais e online, o Festival contou com 3 bate-papos presenciais _ que mesclaram audiovisual e meio ambiente _ e uma oficina com técnicas de plantio de água, voltada para produtores rurais e demais interessados. O resultado de todas essas atividades foi transformado em um vídeo registro que reuniu depoimentos de participação, informações relevantes trazidas por meio dos bate-papos e das discussões audiovisuais promovidas no Festival. Com os registros realizados no local, as técnicas e discussões puderam ser difundidas por meio do YouTube, estando disponível para quem se interessar pelo tema a qualquer época. Mantendo os objetivos, a proposta e o núcleo conceitual, a reformulação do nome do Festival das Águaspara Festival Manhágua propõe a junção de duas palavras que representam importantes fortalezas: "mãe" e "água". A uniãodessas palavras a partir das letras "nh" remete foneticamente ao som da letra "n" com o sinal gráfico "til" (ñ) e que, dada a sua presença nas línguas de povos latino americanos, nos conecta também à ancestralidade carregada nas palavras o que confere ainda mais força ao nome. Ainda, uma ancestralidade que, do ponto de vista dos povos originários, por exemplo, se refere à terra como "mãe terra" regente de todos os outros elementos da natureza, a lua, o sol, a chuva, a água. Além disso, a junção das palavras "mãe" e "água" por meio do "nh" remete ao regionalismo brasileiro, onde as palavras ganham essa sonoridade acrescendo uma afetividade, como quando o filho chama a mãe de "manhê". Mãe, que em seu ventre envolve o bebê por uma bolsa d'água. Água que é fonte da vida, essencial para a existência do planeta e de todos os seres que o habitam. Contudo, a partir da união de tantas importâncias, surge Manhágua, Festival Manhágua.

Estratégia de execução

Para a mostra de cinema presencial que acontecerá em Vargem Alta, o Festival Manhágua pretende contar com a participação da Orquestra da Companhia de Ópera do ES - COES, com apresentação de 45 músicos aproximadamente. Para isso, além da montagem da estrutura de tela de cinema e som para exibição dos filmes, será montada também uma estrutura de palco, som e luz para a apresentação da Orquestra, gratuita para o público. Observação 1: Está previsto no orçamento do projeto o item de passagens aéras, no entanto os trajetos e os deslocamentos informados são previsões considerando o histórico dos convidados, realizadores e pessoas que estiveram presentes nos últimos anos em nosso festival, considerando que a programação ainda não está fechada. Isto ocorrerá após a curadoria selecionar os filmes da mostra nacional e a programação das demais atividades ter sido finalizada. O projeto recebe inscrições de filmes de todo o país, e ao mesmo tempo, a depender dos recursos captados, tem por objetivo diversificar as regiões representadas pelos participantes da programação. Neste sentido, tendo em vista o planejamento financeiro esta proponência vê com fundamental importância a previsão do presente item orçamentário. (a informação acima foi adicionada neste campo conforme orientação recebida no "minhas solicitações" no dia 28 de agosto de 2023) Observação 2: Como Vitória é a sede da proponente e da estrutura administrativa do projeto, incluimos nesta cidade, no plano de distribuição, o público on-line beneficiário do projeto. Observação 3: Os documentos: justificativa de acervo; indicação curadoria e júri; beneficiários e critérios de seleção; currículo da ficha técnica; plano pedagógico da oficina interdisciplinar encontram-se anexados como "documentos proposta > informações adicionais". Observação 4: O campo deslocamento não foi preenchido tendo em vista que os convidados e realizadores dos filmes ainda não foram definidos, considerando que isto só será realizado na etapa de pré-produção quando da abertura do regulamento para inscrição de filmes e definição da programação. O valor informado no item orçamentário "passagens aéreas" é, portanto, uma previsão considerando o histórico das regiões dos participantes.

Especificação técnica

As ações do Festival Manhágua estão prevista para acontecerem por um período como segue abaixo: Mostra de cinema:A mostra de cinema do Festival Manhágua acontece de modo híbrido - online e presencial. Para a mostra acontecer, o projeto lança um regulamento contendo as regras de inscrição, aberta por um período de 30 (trinta) dias. Na Mostra online ficarão disponíveis 8 curtas metragens e a Mostra presencial será uma seleção dos filmes que compões a Mostra online. Bate-papo: O bate-papo Audiovisual é realizado a partir do encontro presencial entre os realizadores dos filmes selecionados para a mostra de cinema e o público interessado na temática após as sessões de cinema, gratuitas e abertas ao público, realizadas no Cine Metrópolis que tem 240 lugares, com duração de até 2 horas. O bate-papo Ambiental é realizado a partir do encontro entre cineastas, realizadores e demais profissionais do audiovisual com profissionais especialistas na temática ambiental para que, em conjunto, debatam sobre as questões que envolvem a água junto ao público do bate-papo – produtores e agricultores rurais, pessoas amantes da natureza, amantes do cinema, defensores das águas, indivíduos sensíveis ao tema e pessoas das comunidades de modo geral. Com público total de até 80 lugares e duração de no máximo 4 horas. Oficina: Nome: “Oficina Interdisciplinar: plantando água e construindo histórias” Período: 5 dias consecutivos, das 9h às 12h Local de realização: à definir Ementa: Noções de estruturas narrativas e dos princípios de roteirização para mídias audiovisuais. As formas de atualização dos modelos narrativos clássicos. Noções de gestão dos recursos hídricos em propriedades rurais. Combinação de técnicas capazes de ampliar a quantidade e a qualidade de água por meio de maior captação de água da chuva, redução da erosão e enxurradas e maior infiltração de água de chuva no solo. Exercício de roteirização a partir das vivências propostas. Projeto pedagógioco consta no campo Descrição da Atividade do Produto.

Acessibilidade

A mostra de cinema competitiva online do Festival terá a acessibilidade de conteúdo dos 08 (oito) filmes selecionados atendida por meio das seguintes dimensões de acessibilidade: legenda descritiva, audiodescrição e libras. Quanto à acessibilidade física, não se aplica devido a mostra acontecer num ambiente online. Na mostra presencial os filmes selecionados serão exibidos com a legenda descritiva para os deficientes auditivos e o próprio áudio do filme para os deficientes visuais e cognitivos, garantindo assim a acessibilidade ao conteúdo. Em relação à acessibilidade física, em visita técnica a produção identificará as possíveis necessidades de adequação do espaço e, sendo necessário, será providenciado rampa, banheiro e outras estruturas, por exemplo. Além disso, conforme Decreto nº 9.404 de 11 de junho de 2018, será reservado 2% dos espaços para pessoas em cadeira de rodas e mais 2% de assentos para pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida em locais de boa visibilidade e espaçamento adequado. Os bate-papos que integram a programação do Festival Manhágua acontecerão tanto em Vargem Alta quanto em Vitória. Para as duas localidades, em visita técnica a produção identificará as possíveis necessidades de adequação do espaço e, sendo necessário, será providenciado rampa, banheiro e outras estruturas, por exemplo, o que garantirá a acessibilidade física. Quanto à acessibilidade de conteúdo, os bate-papos contarão com a participação de Intérprete de Libras para os deficientes auditivos além do próprio áudio de fala dos participantes para os deficientes visuais e cognitivos. A oficina será realizada para um público de até 20 pessoas, inscritas por meio do Google Forms, onde nele constará um campo para indicação da dimensão de acessibilidade necessária. Portanto, as dimensões de acessibilidade para atender aos participantes da oficina, tanto física quanto de conteúdo, serão providenciadas pela produção do projeto após o conhecimento da necessidade do público inscrito, podendo ser Intérprete de Libras, rampa de acesso, banheiro adaptado, dentre outras estruturas.

Democratização do acesso

Todas as atividades da programação do Festival Manhágua são inteiramente gratuitas, de livre acesso ao público interessado, o que garante a democratização de acesso ao Festival e garante o enquadramento do projeto no Art. 27 da IN nº 01 de 2023, MinC. Sobre a mostra de cinema o projeto oportuniza aos realizadores de filmes a inscrição gratuita de suas obras audiovisuais no regulamento do projeto. O formato online da mostra, exibida nas plataformas de streaming do Festival Manhágua e da Caju Produções, garante acesso irrestrito a qualquer público, em qualquer hora e local do planeta com acesso à internet e a mostra de cinema presencial também é realizada para o público em geral, de modo gratuito, em espaço de localização de fácil acesso. A produção do Festival busca ainda parcerias com as secretarias de cultura, educação e meio ambiente dos municípios de abrangência do projeto no intuito de promover a gratuidade no transporte coletivo para os participantes das redes públicas de ensino às ações do Festival (mostra de cinema presencial, bate-papos e oficina), havendo a necessidade de deslocamento, conforme inciso III do Art. 28, da IN nº 01 de 2023, MinC. Além disso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 28: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Tânia Silva (Direção Geral e Técnico-Financeira):Proprietária da Caju Produções, começou sua carreira como produtora em 1985, ainda como pessoa física. Criou, produziu e co-produziu vários eventos culturais no Brasil e no exterior, principalmente voltado para a área da música. Em 1999 abriu a empresa Caju Produções que atua no mercado cultural e empresarial capixaba e nacional. Como sócia-adminsitradora da Caju Produções e, portanto, como representante legal da proponente do Manhágua, atua na direção dos processos decisórios referentes às etapas de produção, planejamento e execução técnico-financeira. Fernanda Barcelos Bellumat (Produção Executiva):Artista plástica há 14 anos, formada em Arquitetura e Urbanismo desde 2020 e Gestora Pública com 8 anos de experiência na área cultural e artística pela Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Vitória (ES), coordenando projetos de intervenção urbana e eventos culturais como Virada Cultural e Carnaval de Rua. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. No Festival Manhágua tem como função a produção executiva do projeto coordenando planejamento e programação, acompanhamento das demandas, cronograma das etapas de trabalho e demais atividades relativas à produção. Matheus Moretti (Coordenador Pedagógico e Coordenador de Planejamento Financeiro):Matheus Teixeira Moretti é realizador cultural, professor e pesquisador da área das humanidades. Desde 2014 junto da Caju Produções tem trabalhado em projetos que articulam educação e cultura pelos eixos da memória, do patrimônio (material, imaterial e natural) e do setor audiovisual. No Festival Manhágua, coordena as atividades de caráter formativo do projeto e atua também na gestão nas pastas administrativa e planejamento financeiro. Ricardo Aiolfi (Coordenação Editorial e de Comunicação):Jornalista formado pela Ufes, atuou como Repórter de Política no Jornal A Tribuna, realizando coberturas de momentos importantes do Espírito Santo, bem como entrevistas com políticos do cenário regional e nacional. Paralelamente, trabalhou também com diagramação e projeto gráfico de jornais. Desde 2019, atua como jornalista cultural, iniciando essa trajetória na Secretaria de Cultura de Vitória com importantes projetos como o Viradão Vitória, Carnaval, Mar da Música, além dos cuidados com a assessoria de diversos espaços culturais. Desde 2021, atua junto a Caju Produções nos mais diversos projetos que trabalham cultura, sustentabilidade, memória e identidades locais. É mestre no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Territorialidades, onde defendeu, em 2019, uma dissertação sobre narrativas nas redes sociais. Durante esse período, atuou como Pesquisador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic-UFES), referência em estudos sobre redes sociais, tendo prestado serviços inclusive para o INEP/MEC. No Festival Manhágua atua na coordenação da equipe de comunicação e demais ações que envolvem a divulgação do projeto. Solange Alboreda (Curadora Audiovisual):Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC/SP. É engenheira sanitarista, mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP. Defendeu tese sobre Cinema Ambiental na América Latina. Participa do grupo de estudos “Comunicação e Cultura: Barroco e Mestiçagem”, da PUC/SP. Exerce atividades de curadoria, consultoria e júri em mostras e festivais. Publica artigos em revistas e livros sobre cinema ambiental. Idealizadora da Rede Latino Americana de Cinema Ambiental. É animadora sociocultural no SescSP. No Festival Manhágua atua como uma das curadoras dos filmes selecionados para a mostra de cinema. Ursula Dart (Curadora Audiovisual): Sócia-administradora da empresa Ladart Filmes, cujo escopo é a realização de longas metragens de ficção e documentários e produção de série e conteúdo para TV. Foi diretora geral da Mostra Documentos Autorais, com documentários de curta e longa duração. Atua como executiva de diversos projetos audiovisuais no Espírito Santo. No Festival Manhágua atua como uma das curadoras dos filmes selecionados para a mostra de cinema. Vinicius Rodrigues (Coordenação Administrativa):Profissional da área de tecnologia há mais de 14 anos com graduação pela Estácio de Sá em Gestão de TI. Na maior parte do tempo de trabalho atuou gerenciando equipes, projetos e implementações de tecnologia. Hoje atua junto a Caju Produções, tanto na parte administrativa, quanto em demandas voltadas ao gerenciamento do ambiente de tecnologia da informação. No Festival Manhágua atua na coordenação administrativa do projeto. Melina Galante (Produtora do Núcleo Audiovisual):É realizadora, roteirista e assistente de direção, graduada em Cinema e Audiovisual pela UFES. Dirigiu os documentários Desfragmentos (2014) e Lá não Venta Como Venta Aqui (2017), e a ficção O Quadro (2019). Fez parte do Grupo de Pesquisa em Cultura Audiovisual e Tecnologia (CAT/UFES), do coletivo de dramaturgia Elas Tramam e foi editora no site Séries Por Elas. Compõe a diretoria da ABD Capixaba. No Festival Manhágua atua como produtora do núcleo audiovisual. Júlia Silva (Assistente de Produção):Formada em Rádio e TV, atua no mercado de eventos há mais de 25 anos. Apaixonada por comunicação, natureza e pessoas, coleciona experiências nos mais diversos eventos, tais como: Festival de Música Erudita, Projeto Seis e Meia, Oi Vitória Pop, dentre outros. Integra a equipe da Caju há 17 anos, contribuindo na logística e produção dos eventos. No Festival Manhágua atua como assistente de produção do projeto. Virgínia Casé (Produtora do Núcleo Bate-Papos):Produtora com vasta experiência nacional e internacional, atuou como assistente de produção de Caetano Veloso em diversos CDs, foi empresária do Quarteto Jobim Morelenbaum, foi assessora pessoal da atriz Regina Casé, dentre outros. Levou espetáculos de dança, música e teatro para Portugal, bem como atuou como diretora responsável pela concepção e realização do Espaço Brasil na França em 2005. No Festival Manhágua atua como produtora do núcleo de bate-papos. Cecília Leite (Designer):Formada nos cursos de Jornalismo e de Design pela Ufes, tem experiência na área de design institucional, design gráfico e direção de arte. Realizo ainda projetos de motion design e edição de vídeo, produzindo, principalmente, vídeos para redes sociais, teasers e vinhetas. No Festival Manhágua atua como designer do projeto. Lucas Bragança (Social Media):Doutorando em Comunicação pela UFF, Mestre em Comunicação pela Ufes, onde também fiz minha graduação em Comunicação Social. Possui experiências em agências de publicidade, em consultorias de comunicação e marketing, e coordenação de projetos na área. No Festival Manhágua atua como social media do projeto. Taciana Oliva (Projetos): Formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Espírito Santo, com pós-gradduação em Ux Design, atua como produtora cultural desde 2009, já tendo ministrado oficina de fotografia em alguns projetos. Realizou trabalhos em uma produtora de filmes no Rio de Janeiro até 2013. De 2014 até 2017 integrou a equipe de Cultura do Sesc Rio. No ano de 2018 trabalhou no Museu da Imagem e do Som do Rio e em 2021 integrou a equipe da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro, primeiro no gabinete do subsecretário de cultura e depois na Comissão Técnica Permanente de Elaboração de Editais e Análise de Projetos Culturais do Fundo Estadual de Cultura - COMISEAP.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.