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Arte no Jardim

TUIA ARTE E PRODUCAO DE EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 1,32 mi
Aprovado
R$ 1,32 mi
Captado
R$ 750,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02302100000106EDP SAO PAULO DISTRIBUICAO DE ENERGIA S.A.1900-01-01R$ 750,0 mil

Eficiência de captação

57.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-06
Término

Resumo

Exposição de artes em celebração aos 50 anos da Revolução dos Cravos, ocorrida em Portugal em abril de 1974, conectando artistas brasileiros e portugueses, na Embaixada de Portugal no Brasil. A curadoria discute questões raciais, políticas e sociais que encontram paralelos nos anseios dos revolucionários, fazendo uma ponte entre temas relevantes para aquele momento histórico, quanto para o atual, no Brasil e no mundo.

Sinopse

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA ETÁRIALivre. CURADORIA DA MOSTRAO curador brasileiro Marcelo Gonczarowska Jorge (Museu de Arte de Brasília - Brasil) e o português Benjamin Weil (Fundação Calouste Gulbenkian - Portugal) propõem um conjunto de obras que dialoga com as questões, valores, tensões e aspirações envolvidos na Revolução dos Cravos. A mostra estabelecerá pontes conceituais entre a arte contemporânea, o contexto de luta pela democracia na atualidade e os eventos de 1974, de modo inédito, com o intuito de provocar não apenas o intelecto dos visitantes, mas também suas memórias afetivas. O primeiro conjunto de obras da exposição contará com obras de Paula Rego, Ana Vidigal, Rui Chafes, Flávio Cerqueira, Noé Sendas, Fernanda Fragateiro, José Maria Martinez Zaragoza e Pedro Barateiro. Remeterá a ideias e propostas que dialoguem com os fatores que levaram ao levante contra a Ditadura. Neste trecho do percurso, serão exibidas peças que discutam questões raciais, políticas e sociais que encontram paralelos nos anseios dos revolucionários, fazendo uma ponte entre temas relevantes tanto para aquele momento histórico quanto para o atual. O segundo conjunto de obras terá obras de Luisa Cunha, Cecilia Mori, Paulo de Paula. Dialoga com as emoções e tensões relacionados ao desenrolar dos fatos, nos dias 24, 25 e 26 de abril de 1974. A Revolução dos Cravos, vista em retrospecto, pode ser considerada quase uma revolução gloriosa, já que o derramento de sangue não marcou os seus dias. No entanto, a memória demonstra que o processo foi envolto em muita tensão, medo e apreensão por parte dos envolvidos. As obras sonoras remetem ao fundamental papel que o rádio desempenhou no processo, assim como à comunicação velada entre os conspiradores. O terceiro módulo da exposição apresenta uma obra inédita do artista Vhils, que dialoga com os resultados e aspirações da Revolução. O desejo de mudança, o reconhecimento da pluralidade, a garantia da Democracia na Constituição de 1976, o retorno dos presos e exilados políticos e a renovada esperança associada ao 25 de Abril.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar uma exposição de artes visuais nos jardins e muros da Embaixada de Portugal do Brasil, com a presença de 12 artistas brasileiros e estrangeiros, entre elas um site-specific do artista Vhils, celebrando 50 anos da Revolução dos Cravos. A curadoria é compartilhada por Marcelo Gonczarowska Jorge (Museu de Arte de Brasília - Brasil) e Benjamin Weil (Fundação Calouste Gulbenkian - Portugal).Propõe-se a mostra de um conjunto de obras que dialogam com as questões, valores, tensões e aspirações envolvidos na Revolução dos Cravos, levante que lutou pelo retorno à democracia e pelo fim das guerras coloniais. A mostra estabelecerá pontes conceituais entre a arte contemporânea e os eventos de 1974, com o intuito de provocar não apenas o intelecto dos visitantes, mas também suas memórias afetivas. Serão exibidas peças que discutam questões raciais, políticas e sociais que encontram paralelos nos anseios dos revolucionários, fazendo uma ponte entre temas relevantes tanto para aquele momento histórico quanto para o atual no Brasil e no mundo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1. Construção de obra de arte do artista Vhils projetada para o local entre a área externa e interna da Embaixada de Portugal, conectando os espaços em conexão com a cidade; 2. Desenvolvimento de um projeto educativo para mediação da exposição, enfatizando as conexões entre as obras de arte e o contexto político e social de hoje e de 1974, contribuindo com a acessibilidade cultural aos diversos públicos do Distrito Federal, buscando fortalecer e consolidar a missão educativa dos projetos de Artes Visuais; 3. Visitas mediadas com educadores para público de escolas públicas do Distrito Federal e Entorno, jovens em projetos de ressocialização e público idoso, com transporte incluso; 4. Desenvolvimento de audioguia da exposição para público cego e de baixa visão; 5. Realização de videocast (vídeo com depoimentos) sobre o contexto de levantes pela democracia e a Revolução dos Cravos, com artistas e pesquisadores brasileiros e portugueses, com closed-caption (legendagem) para público surdo; 6. Realização de visitas mediadas e vídeo-convite da exposição em versão em linguagem brasileira de sinais (Libras).

Justificativa

O projeto se enquadra nos incisos I, II, III, , VII e VIII do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto alcançará o objetivo do do Art. 3º da Lei 8313/91, Inciso II II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Buscamos alcançar com a realização desta mostra: 1. Contribuir com a acessibilidade cultural aos diversos públicos, reconhecendo os sujeitos nas suas singularidades e diferenças, prevendo ações de acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social; 2. Estimular a curiosidade, o interesse, a participação, contribuindo para que os públicos se apropriem de novas capacidades de ação e criação. 3. Despertar a sensibilidade cultural dos públicos por meio de uma experiência significativa, de modo que cada um, à sua maneira, possa aproveitar e se relacionar com as obras de arte, o espaço e a cultura na cidade de Brasília. 4. Movimentar a cadeia produtiva ligada às Artes Visuais regional. O projeto tem o comprometimento de ser realizado com equipe formada por profissionais qualificados do Distrito Federal e Entorno, em todas as etapas previstas. Entre profissionais envolvidos na ficha técnica, como equipe de produção, arquitetura, montagem fina, cenotécnicos, marceneiros, pintores, eletricistas, assistentes, e outros profissionais diretamente ligados ao projeto estimamos 40 empregos diretos e 100 indiretos. A equipe é formada por profissionais de diversas Regiões Administrativas, tais como Plano Piloto, Recanto das Emas, Santa Maria, Luziânia, São Sebastião, Guará, Taguatinga e Ceilândia. 5. Fomentar o diálogo entre artistas brasileiros e estrangeiros. São criações que estabelecem e que reiteram, a cada movimento, um conjunto de pistas e de vestígios que desenham maneiras singulares estar no mundo e pensar as relações sociais, políticas e sociais que atravessam os tempos. É nesse sentido que se pode dizer que essas criações são equivalentes sensíveis de uma determinada realidade e se configuram, portanto, como práticas de representação. Equivalentes sensíveis que podem assumir o formato de uma instalação, uma escultura, uma pintura, e que, depois de criados, são oferecidos a qualquer um. São práticas artísticas que contribuem para delimitar aquilo que é visto, dito e plenamente entendido em conjuntura social específica, estabelecendo o que o filósofo Jacques Rancière chama de uma "partilha do sensível". Este projeto visa a evidenciar a conexão e o diálogo entre artistas de contextos geográficos distintos e até distantes, mas que se mostram unidos pela intensidade das forças do afeto e da resistência ao autoritarismo e a busca pela cidadania, auto-determinação e a liberdade.

Especificação técnica

COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO Será contratada assessoria de imprensa especializada, responsável por criar um plano abrangente para alcançar imprensa online e impressa de DF, Entorno e Brasil. Teremos estratégias de distribuição de release e notas, contato com jornalistas das áreas de interesse e cronograma de ações com conteúdos que gerem notas e matérias nos veículos. Será contratada profissional para gestão de redes, responsável pela divulgação em mídias sociais, como instagram e facebook. Contaremos com pelo menos 10 posts patrocinados nas redes sociais. PROJETO EDUCATIVO O projeto educativo para mediação da exposição enfatiza as conexões entre as obras de arte e o contexto político e social de hoje e de 1974, contribuindo com a acessibilidade cultural aos diversos públicos do Distrito Federal, buscando fortalecer e consolidar a missão educativa dos projetos de Artes Visuais. Haverá formação dos educadores com os curadores da mostra, a equipe do Instituto Camões e a equipe da Tuîa Arte Produção, focando no público como agente ativo, e na mediação cultural como prática colaborativa e não como transmissão de conhecimento. A acessibilidade para público multigeracional, deficientes auditivos, visuais e pessoas com transtorno do espectro autista. MATERIAL GRÁFICOSerá produzido material de divulgação e comunicação por equipe de design especializada, a partir dos conceitos curatoriais e expográficos, utilizando o manual de uso de marcas específicos da Lei de Incentivo, nas seguintes peças: Folder impresso e em brailleImpresso a ser distribuído aos visitantes, contendo texto curatorial sobre as obras e o contexto da Revolução dos Cravos, assim como mapa da expografia do projeto no terreno da Embaixada. Haverá uma versão em braille para o público deficiente visual. Cards para divulgação onlineSerão produzidos cards (peças para divulgação em redes sociais como Instagram e Facebook) para divulgação da exposição, assim como das ações de mediação; BannersSerá desenvolvido material de divulgação da exposição voltado para a área externa da Embaixada; Sinalização interna e externaPlotagem em vinil adesivo dos textos curatoriais com informações sobre as obras e o contexto histórico, assim como marcas relativas ao patrocinador, à Lei de Incentivo, ao Ministério da Cultura e ao Governo Federal. Catálogo Será produzido um catálogo da mostra com cerca de 60 páginas, com fotografias das obras feitas por fotógrafa especializada em arquitetura e artes visuais, com programação visual desenvolvida por estúdio de design premiado, contando com textos curatoriais. Haverá distribuição gratuita para centros culturais da cidade, de outros estados do Brasil, centros culturais de Portugal e embaixadas de diversos países.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA A área da Embaixada de Portugal é acessível para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção; possui banheiro acessível e rampa para cadeirantes que dá acesso aos jardins. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO AUDIOGUIA Será produzido um audioguia da mostra, com audiodescrição das obras para público cego e de baixa visão; com disponibilidade de equipamento eletrônico para acesso do público no espaço expositivo. VISITA MEDIADA EM LIBRASSerão oferecidas visitas mediadas à exposição em libras para público surdo, com transporte incluído. CRIAÇÃO DE OBJETOS RELACIONAISSerão desenvolvidos pela equipe pedagógica do educativo objetos relacionais que possibilitam ao visitante uma experiência em que o corpo ultrapasse o imperativo da visualidade em uma exposição de artes, despertando outros sentidos e percepções. Assim como o público vidente e ouvinte, os objetos de mediação possibilitam a criação e participação de públicos surdos, deficientes visuais, indivíduos com transtorno do espectro autista, de todas as idades.

Democratização do acesso

O projeto adotará as seguintes medidas de democratização de acesso: TRANSPORTE Oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos (Inciso II do art. 21 da IN no 05/2017 do MinC); OFICINAS Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22 (Inciso V do art. 21 da IN no 05/2017 do MinC);

Ficha técnica

MARCELO GONCZAROWSKA JORGE Curador - Museu de Arte de Brasília (MAB), Diretor do Museu de Arte de Brasília (MAB) Mestre em Artes pelo PPG-Arte da Universidade de Brasilia, trabalhou no Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura (IBRAM) entre 2010-2012, com experiência na área de Artes, com ênfase em pesquisas em História da Arte, atuando, principalmente, nos seguintes temas: história e crítica de arte, história do ensino das artes plásticas, arte do século XIX e técnicas e métodos tradicionais de desenho e pintura. BENJAMIN WEIL Curador - Fundação Calouste Gulbenkian/ Portugal Benjamin Weil nasceu em Paris onde completou os seus estudos em História de Arte. Ao mudar-se para Nova Iorque, foi curador de uma grande coleção de arte privada até 1989. Participou no Programa de Formação em Curadoria do Peggy Guggenheim Collection, em Veneza (1987), e foi aluno do Whitney Independent Study Program (tendo-se graduado em 1989). A partir dessa data, trabalhou como curador independente e como crítico de arte, publicando regularmente em revistas especializadas – tendo também sido correspondente do Flash Art International (1992-1995). Em 1995, cofundou Ada Web, o primeiro estúdio digital dedicado à produção de projetos de arte online e foi o seu Diretor Artístico até 1997. Em 1998, foi nomeado Diretor do Departamento de New Media Arts do Institut of Contemporary Art, em Londres, e dois anos depois mudou-se para São Francisco para assumir a posição de curador da Media Arts no SFMOMA – San Francisco Museum of Modern Art, onde foi responsável pela coleção de Media Arts, assim como por um programa de exposições e de filmes. Também lançou um programa de arte sonora e comissariou projetos para o website do Museu. Weil voltou a Nova Iorque em 2006 para se tornar Diretor Executivo do Artists Space; regressou à Europa em 2009 para lecionar na Universidade IUAV de Veneza, onde dirigiu um laboratório de investigação para estudantes de doutoramento em Artes Visuais. Nesse mesmo ano, foi nomeado Diretor Artístico do Laboral Centro de Arte y Creación Industrial, em Gijón, Espanha, uma instituição recente dedicada à produção e apresentação de novas formas resultantes do uso criativo da tecnologia (2009-2013). Em 2014, tornou-se Diretor Artístico do Centro Botín, em Santander (2014-2020), onde comissariou numerosas exposições monográficas e mostras temáticas coletivas com obras da coleção da Fundación Botín, da qual foi igualmente responsável durante a sua passagem pelo Centro Botín. Além da participação regular em conferências sobre arte contemporânea e em vários júris – incluindo o júri do Prémio Príncipe das Astúrias (2012 e 2013) – Benjamin Weil concebeu e dirigiu a H BOX, um programa de curadoria de itinerância de exposições de videoarte para a Fondation d’entreprise Hermès (2005-2011). Juntou-se à Fundação Calouste Gulbenkian no início de 2021 para assumir o cargo de Diretor do CAM (Centro de Arte Moderna). BRUNA NEIVA - TUIA ARTE PRODUÇÃO COORDENAÇÃO GERAL E PRODUÇÃO EXECUTIVABruna Neiva é produtora cultural, pesquisadora e professora de Brasília e fundadora da Tuîa Arte e Produção. Coordenou e concebeu projetos como Delirium Ambulatorium - Hélio Oiticica (CCBB Brasília e Belo Horizonte); Iris Helena - Práticas de Arquivo Morto (curadoria de Agnaldo Farias, CAIXA SP); Antologia de Nilce Eiko Hanashiro (Museu Nacional da República) ; A Queda do Céu (curadoria de Moacir dos Anjos na CAIXA Brasília); Deitei para Repousar e ele mexeu comigo, de Fabio Baroli (CCBB Brasília), Sozinhos Juntos, do coletivo Irmãos Guimarães (Sesc Gama, Sesc Ceilândia, Sesc Taguatinga, Sesc Garagem e CCBB Brasília). Desenvolveu e co-coordenou o prêmio Transborda Brasília; o projeto Semana Pensamento Criativo, realizado na CAIXA Cultural cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza e Brasília; as exposições Tempo Paisagem de Karina Dias (CAIXA Brasília), Dragão Floresta Abundante de Christus Nóbrega (CCBB Belo Horizonte, Brasília e Bienal de Curitiba), Recluso de Ralph Gehre (Museu Correios), entre outros. ALEXANDRA PINHO Diretora Instituto Camões / Conselheira Cultural Embaixada de Portugal no Brasil Conselheira cultural da Embaixada de Portugal no Brasil e diretora do Instituto Camões no Brasil. Criado em 1995, o Camões - Centro Cultural Português em Brasília é um espaço de promoção e aprofundamento do diálogo entre criadores e públicos portugueses e brasileiros. Localizado na ala sul da Embaixada de Portugal, o Centro Cultural promove a realização de concertos, exposições, lançamentos de livros, em parceria com instituições públicas ou privadas, portuguesas e brasileiras. GERO TAVARES Expografia Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santander - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. ELISA MATTOS - DESVIO PRODUÇÕES CULTURAISGESTORA ADMINISTRATIVA A produtora brasiliense, desde 2012, realiza elaboração, produção executiva e gestão administrativa e financeira de projetos culturais aprovados em editais de Leis de Incentivo à Cultura, da Caixa Cultural, do CCBB, SECEC/DF, dentre outros. Foi uma das fundadoras e gestora do Espaço Multicultural Casa dos 4, em Brasília. Nos últimos 13 anos, realizou a produção e/ou gestão administrativa e financeira de aproximadamente 40 projetos culturais em diversas áreas. CACO TOMAZZOLI PROJETO LUMINOTÉCNICOBacharel em Artes Cênicas – Interpretação Teatral pela universidade de Brasília, atua como iluminador e operador de luz para teatro, dança, música e exposição; Realizou o projeto luminotécnico de projetos como: “India”, exposição – CCBB, (2012) BsB/DF; - “Zeróis - Ziraldo na tela Grande” – exposição, Museu Nacional, (2012) BsB/DF; - Salvador Dali - exposição Caixa Cultural (2013), SP; - Coleção Ludwig - exposição CCBB (2014), SP, RJ; Deitei para repousar e ele mexeu comigo - Pinturas de Fábio Baroli - exposição CCBB (2015). Transborda Brasília - Prêmio de Arte Contemporânea - exposição Caixa Cultural (2016). Kandinsky - Tudo começa num ponto - exposição CCBB Brasília (2014). Tempo Paisagem de Karina Dias - exposição Caixa Cultural Brasília (2017). MOLDE CC. - GABRIEL MENEZES DESIGN GRÁFICOMestre em Poéticas Contemporâneas pelo Instituto de Artes UnB, graduado em Desenho Industrial (UnB), com intercâmbio na Universidade de Buenos Aires, onde aprofundou seus estudos em Tipografia, Design Gráfico e Editorial. Contribuiu com projetos culturais como as oito edições do Curta Brasília Festival de Curta Metragem; três edições do Transborda Brasília Prêmio de Arte Contemporânea; além de inúmeras exposições, livros e espetáculos teatrais como Sexton e Inventários, ambos no CCBB. JOANA FRANÇA FOTOGRAFIAFormou-se arquiteta pela Universidade de Brasília e estudou fotografia no ICP (International Center of Photography), em Nova Iorque. Participou de exposições coletivas e individuais, com destaque para a mostra "Brasília: 50 years Exhibit" na Cornell University, em 2010. Fotografou para o Guia das obras de Oscar Niemeyer – Brasília 50 anos, editado pela Câmara dos Deputados e pelo Instituto de Arquitetos do Brasil. Teve fotografias publicadas no Roteiro de Arquitetura / Caderno de Notas Brasília, guia de arquitetura editado para o 9º Seminário Internacional DOCOMOMO. Internacionalmente tem sem trabalho publicado no Architectural Guide Brazil,da editora alemã Dom Publishers, de 2013.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal