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PRONAC 2311257Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Programa de Aprendizagem Continuada em Dança – PACD

INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ESPERANCA BRASIL
Solicitado
R$ 869,6 mil
Aprovado
R$ 869,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 01/01/2024
    Início previsto
  3. 06/05/2026Captando
    Autorizada a captação total dos recursos
  4. 06/12/2026
    Término previsto

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Duque de Caxias
Início
2024-01-01
Término
2026-12-06

Resumo

O PACD _ Programa de Aprendizagem Continuada em Dança é um projeto de criação e formação artística que visa fomentar a cadeia produtiva das Danças Urbanas, sob os aspectos do desenvolvimento criativo, aprendizagem de técnicas, profissionalização e difusão da dança ao público. Idealizado pela IDEBRA e pelo CONDANÇA, o projeto é composto por ações formativas e de criação artísticae atuará em três eixos de cursos/oficinas: Iniciação às Danças Urbanas (oficinas de iniciação e aprimoramento para crianças e adolescentes), Núcleo Urbano (aprimoramento das técnicas de danças urbanas) e o Curso de Capacitação em Danças Urbanas - CCDU (curso profissionalizante em danças urbanas voltado para a inserção no mercado de trabalho e obtenção do Registro Profissional). Serão realizadas também uma residência artística, uma vivência profissional para intérpretes-criadores, para a criação de espetáculo de artes cênicas (dança), Batalhas e uma Mostra de Dança.

Sinopse

Criação de Espetáculo/Apresentações ArtísticasDurante o projeto será realizado uma atividade de criação artística com o desenvolvimento de 1 espetáculo de dança criado em residência artística; assim como haverá apresentações públicas de dança, 4 Batalhas e 1 Mostra de Dança. A criação e construção destes espetáculos e apresentações serão livres e de forma coletiva entre professores e alunos. Batalhas As batalhas são um elemento intrínseco da cultura hip-hop. Nesse contexto, realizaremos batalhas nas cidades de Duque de Caxias/RJ e São Paulo/SP com a participação dos alunos das ações formativas do projeto. Realizadas no término do 3o e 6o mês das ações formativas, as batalhas serão abertas ao público em geral e terão entrada gratuita. Totalizando 4 batalhas, 2 em cada uma das respectivas cidades.Mostra de Dança de CaxiasA Mostra de Dança de Caxias é uma mostra coreográfica de Danças Urbanas, organizada pelo CONDANÇA em parceria com o IDEBRA, realizada desde 2018 no Teatro Raul Cortez em Duque de Caxias/RJ. Seu objetivo é valorizar a dança no município de Duque de Caxias, incentivando o intercâmbio entre os praticantes de dança, além de despertar o interesse de crianças e jovens por essa atividade artística, estimulando o senso crítico para aspectos socioculturais de suas comunidades. A mostra será realizada após o 9o mês das atividades formativas de Duque de Caxias/RJ. Será um evento de encerramento das atividades do PACD, além de uma confraternização entre bailarinos, coreógrafos, professores, profissionais da dança e público em geral. Ela terá apresentações de coreografias criadas pelos alunos das Oficinas de Iniciação às Danças Urbanas, do Núcleo Urbano e do CCDU, além de grupos convidados isentos de pagamento de inscrição e também da apresentação do espetáculo criado na Residência Artística.Com uma programação intensa, o evento será aberto ao público em geral e totalmente gratuito. Os alunos de todas as atividades do PACD de Duque de Caxias/RJ irão participar da organização da mostra, contribuindo com suas áreas de formação e expertise.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Contribuir para o desenvolvimento da cadeia produtiva das Danças Urbanas por meio de ações de criação, formação, produção e difusão da linguagem artística, visando a qualificação profissional dos bailarinos e realização de eventos de dança e desenvolvimento criativo. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Ofertar 06 turmas formativas - Oficina de formação inicial para crianças e jovens nas vertentes das danças urbanas com a disponibilização de 140 vagas (70 vagas em cada cidade); - Ofertar 02 turmas capacitivas - Curso de capacitação do projeto (CCDU) visando garantir a manutenção e ampliação do mercado de trabalho das danças urbanas para jovens artistas, coreógrafos, técnicos, professores e produtores, com disponibilziação de 90 vagas (30 vagas em capacitação presencial e 60 vagas em modalide on-line) - Ofertar 02 turmas formativas - Curso Núcleo Urbano visando o desenvolvimento artístico e profissional de jovens talentos de regiões periféricas, disponibilizando 60 vagas ( 30 vagas em cada cidade) - Ofertar Residencia Artística com duração de 06(seis) meses à 20 (vinte) jovens dançarinos e intérpretes cênicos para atuar no campo profissional da dança e oportunizando a criação criação de um espetáculo de dança, que terá sua estreia na Mostra de Dança no projeto. - Realizar 1 Mostra de Dança na cidade de Duque de Caxias/RJ OBJETIVOS QUALITATIVOS - Promover inclusão social e profissional de toda a cadeia produtiva das danças urbanas; - Auxiliar aspirantes a futuros profissionais da dança na aquisição de registro profissional artístico (DRT); - Fomentar a pesquisa de linguagem em danças urbanas através da criação de obras coreográficas nas oficinas e no núcleo de criação, assim como a desenvolvimento de um espetáculo criado em residência artística; - Promover a democratização do acesso à dança através de atividades e programação totalmente gratuitas;

Justificativa

O Programa de Aprendizagem Continuada em Dança _ PACD é um projeto de grande expressividade para as danças urbanas. Ele surge para suprir uma carência de atividades formativas regulares em danças urbanas que visam à iniciação artística, o aprimoramento e o desenvolvimento profissional. Com uma proposta inovadora, o PACD é estruturado para que o processo de criação esteja na centralidade de todas as suas atividades, sem ignorar o conhecimento teórico e prático. O projeto é um guarda-chuva de atividades de danças urbanas, que consolida a parceria entre a IDEBRA e o CONDANÇA. A IDEBRA é uma OSC que tem atuado desde 2005 na cidade de Duque de Caxias, baixada fluminense, com a proposta de melhorar as condições de vida de jovens em situação de vulnerabilidade social através de ações regulares de esporte, dança, audiovisual, artesanato, informática, leitura e orientação profissional. O PACD surge dentro desse contexto através da parceria que surgiu em 2017 com o CONDANÇA, coletivo artístico idealizado por Ugo Alexandre com artistas, produtores e educadores das danças urbanas do Rio de Janeiro, que trabalham com o desenvolvimento de profissionais da dança em múltiplos aspectos, como formação e profissionalização. Para além da consolidada atuação na cidade de Duque de Caxias (RJ), a IDEBRA a partir de 2022 expande suas atividades para as cidades de São Paulo (SP) e Extrema (MG), atuando com crianças e jovens em situação de vulnerabilidades sociais e menos assistidas. Portanto, este projeto na sua propositura promove nos termos do Art. 1° da Lei 8.313/91 no que serefere: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadoresVIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória Para cumprimento do Art. 1°, tendo como objetivos conforme o Art.3° da referida lei: I - incentivo à formação artística e cultural mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas etécnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Portanto, se enquadra no Art. 18 da Lei 8.313/91 , conforme §3 alínea:a) artes cênicas;

Estratégia de execução

Mesmo tendo surgido nos Estados Unidos, a cultura hip-hop se espalhou pelas periferias do mundo todo, sendo que no Brasil desenvolveu elementos e características próprias. As danças urbanas*, terminologia mais consolidada na língua portuguesa, funcionam como uma importante ferramenta de expressão artística de corpos que são oprimidos por questões raciais, sociais, de gênero e sexualidade, assim como contribui para a ascensão e mobilidade social, a valorização da autoestima, o desenvolvimento do sentimento de pertencimento e a inclusão no mercado de trabalho das artes cênicas.Esta população, das regiões mais afastadas do circuito comercial, permanece à margem da ampla gama de atividades culturais da cidade, e pode ser altamente beneficiada em seu processo formativo através de ações que contribuam para a minimização desta situação: de “estar dentro, mas à margem”, fora do circuito cultural, fora do circuito da dança. A dança, aqui, é entendida tanto como linguagem artística quanto como metáfora da vida cultural das cidades.Observando o mercado em relação às atividades voltadas para área de ensino em danças urbanas, é possível perceber uma carência de cursos regulares preocupados em explorar a multiplicidade inerente a esta modalidade fora do eixo Rio de Janeiro – São Paulo. Apenas 27,8% dos municípios do Brasil possuem cursos profissionalizantes, com poucas informações específicas sobre os que abrangem as Danças Urbanas (IBGE - Perfil dos Estados e dos Municípios Brasileiros, Cultura 2014).

Especificação técnica

Oficinas de Iniciação às Danças UrbanasAs Oficinas de Iniciação às Danças Urbanas são a porta de entrada do PACD para crianças e jovens ao universo das danças urbanas. São oficinas regularmente oferecidas em Duque de Caxias/RJ e São Paulo/SP, atendendo crianças de 7 a 12 anos e adolescentes de 13 a 17 anos.O programa pedagógico trabalhará o nível básico das técnicas que se relacionam com as vertentes das danças urbanas, contribuindo para o desenvolvimento da motricidade, do senso crítico e sociocultural dos estudantes. As aulas acontecerão durante nove meses. Serão 3 turmas destinadas a diferentes faixas etárias: crianças de 7 a 9 anos (Kids 1), de 10 a 12 anos (Kids 2) e jovens de 13 a 17 anos (Junior). Cada turma terá 2 encontros semanais de 1h, com lotação de 20 alunos nas turmas de crianças (Kids 1 e Kids 2) e 30 alunos para a turma de jovens (Junior). Serão então 3 turmas e 70 alunos atendidos em Duque de Caxias/RJ e São Paulo/SP, totalizando 6 turmas, 140 vagas e uma carga horária total de 432h (2 encontros semanais x 1h de duração x 4 semanas por mês/ 9 meses x 6 turmas).Além dos encontros presenciais, serão disponibilizados também materiais e conteúdos didáticos complementares em formato on-line. Durante os 9 meses de aulas serão promovidas atividades paralelas complementares e opcionais, como: workshops com convidados especiais, seminários, palestras e visitas guiadas a instituições e projetos que trabalhem com dança. As oficinas serão gratuitas com inscrição até o preenchimento da lotação de cada turma. Ações Capacitivas do Núcleo UrbanoO Núcleo Urbano visa atender praticantes de dança acima de 16 anos, que buscam aproximação, reciclagem, aperfeiçoamento técnico e coreográfico em relação às linguagens das vertentes das Danças Urbanas. A atividade funcionará como um nível intermediário de formação capacitando praticantes que possuem alguma vivência com dança, principalmente as Danças Urbanas, contribuindo para elevar a sua qualidade técnica e coreográfica. O Núcleo Urbano será realizado nas cidades de Duque de Caxias/RJ e São Paulo/SP. Será um grupo de estudo de nivelamento com aulas voltadas para o aperfeiçoamento, cada cidade selecionará 30 jovens que, durante 9 meses, realizarão 4 encontros mensais (1 por semana), sendo 3 encontros presenciais de 3h em cada cidade e 1 encontro mensal de 2h em formato on-line de integração dos alunos das 3 cidades. Serão 2 turmas, uma em Duque de Caxias e outra em São Paulo, totalizando 60 vagas e uma carga horária de 198h (3 encontros mensais presenciais x 3h de duração x 9 meses x 2 turmas + 1 encontro on-line x 2h de duração x 9 meses x 2 turmas). A participação será gratuita e os integrantes serão selecionados através da entrevista dos inscritos.Curso de Capacitação em Danças UrbanasO Curso de Capacitação em Danças Urbanas (CCDU) foi idealizado por Ugo Alexandre (CONDANÇA) e surge em 2014 em parceria com o SPDRJ – Sindicato dos Profissionais de Dança do Rio de Janeiro, e desde de 2017 vem sendo realizado em colaboração com o IDEBRA. O CCDU possui formato que funciona através de módulos mensais, com 34 disciplinas realizadas por 16 professores, numa carga horária total de 144h (72h por turma). Este programa auxilia na formação continuada de praticantes de dança maiores de 18 anos que visam o mercado de trabalho das danças urbanas, por meio de conteúdos didaticamente elaborados, unindo prática e teoria, de maneira equilibrada, atento as áreas de atuação que circundam ações empreendedoras, pedagógicas e artísticas.Totalmente gratuito, o CCDU terá duração de 9 meses e será composto por 2 turmas, uma presencial com 30 vagas realizada na cidade de Duque de Caxias/RJ e outra turma remota com 60 vagas para alunos de qualquer estado brasileiro. As turmas terão encontros quinzenais (2 por mês), de 4h de duração, numa carga horária de 72h por turma e 90 vagas disponibilizadas ao todo. O CCDU é totalmente gratuito e os participantes serão selecionados através de convocatória com audição presencial e/ou on-line (com envio de material gravado dançando), assim como entrevistas individuais. Ao término das aulas práticas e teóricas (presencial e on-line), os alunos apresentarão seus trabalhos de conclusão (obras coreográficas) durante dois dias em formato de seminário para banca avaliadora composta pela direção e coordenação doCCDU. Além disso, o curso disponibilizará orientação para retirada do registro profissional (DRT).

Acessibilidade

Como forma de promover o pleno acesso do público PCDs em concordância com Capítulo IV - Seção I -Art. 25 da IN 1/2023 que versa sobre os dispositivos/normativas da Lei 13.146/2015, o projeto realizará em todos os produtos cadastrados no plano de Distribuição: Oficinas/Cursos I - No que se refere ao aspecto arquitetônico Os espaços onde serão realizadas as ações contam com rampas de acesso, corrimãos e banheiros químicos adaptados para o publico PCD. Havendo quaisquer necessidades de ajuste, o projeto buscará formas de adaptar estes espaços para o pleno atendimento à todos os públicos. II - No que se refere ao aspecto comunicacional Deficiência Auditiva: Identificado na matrícula dos participes, e havendo aluno portador de deficiência auditiva, o projeto, colocará a disposição Intérprete de LIBRAS para acompanhamento das aulas a serem ministradas, na turma em que houver o aluno que necessite do acompanhamento. Para as aulas em modalidade virtual, o projeto contará com também com um profissional para a ministração do conteúdo. Deficiência Visual: Para alunos que tenham outro tipo de deficiência, seja ela mobilidade reduzida, baixa visão ou cegueira, serão implementadas através da coordenadoria pedagógica em conjunto com parceiros do projeto ações que possam contemplar a plena participação deste aluno, integrando materiais pedagógicos que possam permitir a esse o desenvolvimento das ações. Devido as especificidades de cada aluno /deficiência/modalidade de curso, serão observados pelo projeto o melhor acompanhamento, podendo ser através de áudio-descrição, sonorização adaptativa e cartilhas em braile (nos casos em que haja matricula de alunos com tipos de deficiência de visão). Deficiência Intelectual e outros espectros: Identificado na matrícula dos participes, e havendo aluno portador de deficiência intelectual, o projeto disponibilizará profissional devidamente habilitado para o acompanhamento destes alunos de modo a acompanhar os processos de transmissão do conteúdo teorico e pratico. Mostra/Festival I - No que se refere ao aspecto arquitetônico Os espaços onde serão realizadas as apresentações/Mostra será observadas todas as adptações necessárias como rampas, corrimãos, elevadores/vagas destinadas à PCDs em estacionamento, bem como a oferta de banheiros adaptados e cadeiras/espaços reservados na aréa de apresentação do espetáculo/Mostra. II - No que se refere ao aspecto comunicacional Deficiência Auditiva: O projeto na realização da sua Mostra disponibilizará profissional de LIBRAS para o acompanhamento das ações propostas; Deficiência Visual: O projeto disponibilizará o programa/folder com informações do espetáculo impresso em BRAILE, bem como, disponibilizará toten QRCODE para acesso das informações do espetáculo (smartphones e leitores de tela). Também será implementado audio-descrição do espetáculo. Deficiência Intelectual e outros espectros: O projeto disponibilizará espaços destinados ao PCD, bem como, contará com um profissional para acompanhamento e orientação do publico presente.

Democratização do acesso

Em consonância ao Art. 27 da IN 1/2023, o projeto esclarece que em seu plano de distribuição todas as ações ofertadas em seus produtos são destinadas de forma gratuita e acessível a todos os publicos e de todas as camadas sociais, sem distinções. Para o atendimento do Art. 28 da IN 1/2023 e complementando as ações de Democratização de Acesso o projeto adotará: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Eduardo PaneFunção no projeto: Coordenação do ProjetoExperiências no Brasil: 20 anos em gestão de organizações e projetos de Desenvolvimento Sustentável e Economia Criativa. Diretor Executivo do Grupo Univers. Diretor Executivo da Associação Celebreiros. Gestor institucional do Instituto de Desenvolvimento Esperança Brasil. Foi parecerista do Ministério da Cultura sob n° 1046 / 2010. Analista Técnico - Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo - 2007. Administrador de Empresas com Formação em Liderança Social pela Fundação Interamericana de Desenvolvimento. Diretor de Produção - DRT/SP no 02953 /2001. Experiências Internacionais: Coordenador de pesquisa em projetos sociais em Angola, 2018. Coordenador de projetos de Desenvolvimento Sustentável e Comunicação em Tulsa, Oklahoma, EUA / 2017. Consultor em mobilização e capacitação lideranças em São Tomé e Príncipe (África) para o UNICEF / 2015. Consultor Conferencia ENO - Joensu, Finlândia, setembro de 2011.Intercâmbio para mapeamento de organizações sociais - Tiruvannamalai - Índia / 2008 e 2010. Ugo Alexandre Funções do Projeto: Direção Geral e ProfessorPioneiro das Danças Urbanas no país, iniciou sua trajetória como professor, bailarino e coreógrafo em 1991, na cidade do Rio de Janeiro, através do projeto Jazz de Rua do Rio de Janeiro dirigido por Elizabete Spinelli. Desenvolveu projetos, no decorrer de sua carreira, com artistas famosos, como, Gabriel O Pensador, Latino, Angélica, KLB, o Grupo Sueco AA Teens e o grupo vocal SNZ. Participou de diversos programas de televisão e diferentes tipos de eventos, incluindo Criança Esperança, Rock in Rio III e Nickelodeon Kids’ Choice Award. Membro da comissão artística do Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado do Rio de Janeiro (SPDRJ), idealizou o primeiro Curso de Capacitação em Danças Urbanas realizado no estado do Rio de Janeiro e em Vitória, Espírito Santo. Jurado do Festival de Dança de Joinville nos anos de 2017 e 2018, foi convidado no ano de 2019 para comandar uma nova iniciativa do evento, denominada Work in Progress namodalidade Danças Urbanas. Mariana DamasioFunção no projeto: Direção de ProduçãoDesde 2015 contribui como assistente de Ugo Alexandre nos Cursos de Capacitação propostos inicialmente pelo Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado do Rio de Janeiro - SPDRJ, que hoje é desenvolvido dentro da IDEBRA. Bailarina profissional com registro em ballet clássico e danças urbanas, além de ter cursado produção em dança pelo SPDRJ. Realizou diversos treinamentos pelo Brasil, lecionou em cursos de capacitação com ênfase no setor de missões, em intercâmbio de artes na França. No momento atua em escolas, cursos e academias do Rio de Janeiro. Hugo OliveiraFunção no projeto: Coordenação PedegógicaCria do Morro da Providência, artista da dança, educador, gestor cultural e pesquisador doutorando Comunicação Social pela UERJ. É o tipo de profissional multifacetado, atuante em ações socioculturais, o que conferiu experiências em instituições como ONU-Habitat - UPP Social/Rio+Social, Secretaria de Estadual de Cultura - Superintendência de Cultura e Território (Programa Favela Criativa), nas ONGs Redes da Maré, GRES Portela, CIEDS e IDEBRA, e empresas privadas: Atento, Escala Eventos, Rede Globo(Caldeirão do Huck) e Firjan na gestão de projetos e programas voltados para Educação, Dança, Juventude, Favela e Desenvolvimento Social. É ainda o idealizador do coletivo Bondedo Jack, do Galeria Providência, e um dos coordenadores do Pré-vestibular Marielle Franco e do comitê de emergências SOS Providência. Rafael FernandesFunção no projeto: Assistente de ProduçãoProdutor cultural que há mais de 10 anos atua na produção, gestão e captação de recursos de projetos culturais. Cursou Produção Cultural no IFRJ e na Faculdade Cândido Mendes. De 2009 atua no Festival Panorama, recentemente como Diretor de Produção (2017-2021). Foi coordenador de produção do Rio Festival Gay de Cinema (2013 e 2014); um dos idealizadores/curadores e coordenador de produção do projeto OCUPA CACILDA! (ocupação artística do Teatro Cacilda Becker/2015). Foi consultor de projetos culturais do Baile Charme do Viaduto de Madureira (2015 e 2016) e gestor de projeto da JP Move Cia de Dança em 2018. Foi o coordenador de produção da Virada Sustentável Rio (2017 e 2018). Desde 2014, em parceria com a coreógrafa Alice Ripoll (Cia REC e Cia Suave) tem realizado diversos projetos de âmbitonacional, como Palco Giratório SESC 2019, e turnês internacionais que já passaram por cidades de oito países da Europa. Em 2021 idealizou e realizou o projeto Entrando na Dança Queer. Lívia FerreiraFunção no projeto: Assistente de CoordenaçãoIniciou na dança aos seis anos e em 2005 se formou como bailarina de corpo de baile pelo Centro de Dança Rio. Tem seu diploma no ensino superior em Licenciatura Plena em Dança. Desde que começou a trabalhar em escolas de dança como professora gostava de ajudar com a produção dos espetáculos, assim em julho de 2015 começou a cursar pós-graduação em Produção Cultural. Além dos espetáculos, Lívia já atuou na realização de festivais de dança e na produção da RioHop Cia de Dança. Carlos AntônioFunções no projeto: Comunicação Digital e Produtor DigitalÉ cofundador do App de dança Dk Online, Jazz Doce Lar e Dance City. Carlos acredita no uso da tecnologia como ferramenta essencial para construir empreendimentos autossustentáveis. Como produtor digital, produziu o Euviart, festival de vídeos online no ano de 2017 e o 1o Congresso Online de Concepção Coreográfica em 2018 com grandes nomes da dança nacional. Seu maior objetivo é construir empreendimentos artísticos escaláveis. Rafael FernandesFunções no projeto: Designer gráfico e ProfessorDançarino de Rua e de Palcos, iniciou sua carreira como intérprete com o grupo DançaRio, em paralelo, apresentou-se em temporada com a obra Katana, de Alice Ripoll e também teve um breve estágio pela Cia Gente, de Paulo Azevedo. Atualmente é um dos coreógrafos artísticos da Cia Voltz Parkour e criador do coletivo Skuadra, que pesquisa a arquitetura do corpo urbano e suas linguagens cênicas. Aline Teixeira | Coord. Residência Artística: Mestre em Artes Visuais formada pela Escola de Belas Artes – EBA/UFRJ, atua como professora assistente dos cursos de graduação em dança da UFRJ. Como coordena o Projeto Corpo Estranho desde 2012, desenvolve ao longo de anos uma pesquisa a partir de questões referentes à imagem do corpo nos processos de construção do gesto na dança, enfatizando aspectos como a deformação e a dissociação das partes do corpo. É ainda pesquisadora das danças urbanas na interface com a dança contemporânea, coordenadora do projeto Coletivo Urbano da UFRJ e assistente de direção e preparadora corporal da Cia Híbrida desde 2007, tendo participado de todas as suas produções. Maria IzabelFunção no projeto: Prof. Oficina de Iniciação às Danças Urbanas (RJ)Artista, dançarina e profissional de educação física, além de professora de Danças Urbanas infantil, Heels adulto e Ritmos. Integrante da R.I.O Cia de Dança (Itaboraí). Equipe Secundária - Outros Currículos Samir Santos – Prof. CCDU: Sou Breaker, Arte Educador e Treinador Breaking, Pesquisador em Danças Urbanas, Produtor Cultural e Participe da Cultura Hip Hop desde 1999 sendo um dos pioneiros na Dança Breaking na Zona Oeste do Estado do Rio de Janeiro com o grupo CJ Hip Hop. Graduado em Licenciatura em Dança pela UFRJ e Gestor Cultural pela SEC (Secretária Estadual de Cultura) em parceria com o Ministério da Cultura, CECIERJ e Faetec. Ministro palestras e Capacitações onde uso a Dança Breaking como ferramenta estética de inovação social e empreendedora, incluindo temáticas de desenvolvimento pessoal a jovens com perspectiva de estudos e carreira profissional, cativando o protagonismo juvenil através do conhecimento encontrado nas Artes e Cultura Urbana possibilitando aos jovens um parâmetro holístico de sociedade. Participando atualmente da Comissão de Danças Urbanas do SPDRJ (Sindicato dos Profissionais de Dança do Estado do Rio de Janeiro). Josh Antonio | Prof. CCDU: Josh é bailarino, professor e co-criador/coreógrafo do coletivo Bonde do Jack. Já ministrou oficinas em diversos lugares do Brasil, e também na Áustria e Argentina. Dentre eles, foi professor de House Dance no Rio Hip Hop Kemp, no Encontro House Dance Campinas, no Intensivão de Verão na Casa da Dança Tati Sanchis e no Urban Conference. Durante sua carreira, foi integrante do Projeto Social do Centro de Movimento Deborah Colker, com o qual se apresentou na 14ª Biennale de La Danse de Lyon, na França, em 2010. Também já fez parte do Grupo de Rua de Niterói - GRN, do diretor Bruno Beltrão, com o qual já se apresentou em diversas cidades do Brasil e da Europa e da Companhia Crütz. Foi professor e coreógrafo do grupo musical Dream Team do Passinho (Clipe "De Ladin" e música "Time que Sonha"). Dançou no elenco profissional na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, participou do clipe “Outro sim - Fernanda Abreu”. Em 2018 participou como dançarino de Krump do programa Amor & Sexo e foi assistente de coreografia do comercial da TIM. Em 2019 foi colaborador e bailarino no Palco New Dance Order, no Rock In Rio. Em 2020 foi professor no Tap In Rio e Campeão da UV House Battle (Underground Vibrations). Laissy Tavares | Prof. CCDU: Bailarina, professora e coreógrafa. Premiada em solo, duo e grupo no Festival Desterro (Florianópolis), Filavie, Vidança, EMeX e Dna Carioca. Profissional em danças urbanas pelo SPDRJ. Formação Técnica em Danças Urbanas pelo Idebra. Participou como intérprete/coreógrafa dos grupos Bang, Blacktude, Artghetto e Projeto Rio H2k. Atuou como bailarina de artistas nacionais e internacionais, como Kevin o Chris e Maite Perroni (ex-Rbd). Integra a Cia Riohop fundada por Ugo Alexandre e leciona Hip Hop de forma regular na Estação da Dança, Escola de Dança Francine e Fialho, Studio Cream, Uniarte, ministrando também workshops no Studio Rioswag, Daniel Saboya Dance Studio e em eventos como Riodancelab, FreshTour e Sdc Brasil. Dentro de seus estudos com Hip Hop trabalha conceitos, fundamentos, bases e técnicas, visando estimular o desenvolvimento e intensificar a compreensão em relação aos aspectos culturais, sociais e corporais que se relacionam com importantes pilares da dança. Salasar Jr. | Prof. CCDU: Atravessando um período de 14 anos no campo da performance, pesquisa e docência onde tem maior atuação, Salasar Jr. é graduado em comunicação social, pós-graduando em educação 4.0: aluno como protagonista e teve oportunidade de se capacitar com profissionais reconhecidos no Brasil e internacionalmente. Em 2013, fundou a Neway Cia de Dança, coletivo que parte das danças urbanas em confluência com outras linguagens e estéticas para suas criações, onde já foi premiado em diversos festivais. Além disso, desde 2015 integra a Cia Gente como Intérprete-Criador nas obras "mÓdio" e "BRutal", Assistente de Direção no espetáculo "Fio do Meio", que já esteve presente na Bienal Sesc de Dança, Festival Internacional Visões Urbanas e Festival Dança em Trânsito e produtor do evento Krump vs Krump. Ana Paula Lopes | Prof. CCDU: D.R.T.: ARTISTA / BAILARINA. Habilitação em Ballet Clássico, Jazz Dance e Dança Contemporânea.Como bailarina intérprete-criadora, integrou o Núcleo 5+1 de Pesquisa do Movimento e o Grupo DANCES. Em festivais competitivos de dança pelo Brasil, representando a CriDança, recebeu premiações de grupo em diferentes categorias. Licenciada pela UFES em Artes Visuais e Pós-Graduanda em Dança e Consciência Corporal. Atualmente, na Escola de Ballet CriDança, atua profissionalmente como professora de Dança para crianças e adultos, e integra a coordenação na produção de cursos livres de Dança contribuindo para a formação e estudo continuado de professores e profissionais da área. Tito Lacerda | Prof. CCDU: Com mais de 13 anos de estrada na dança, o bailarino e coreógrafo fez parte das cias: GRN (Grupo de rua), cia RAMa da França e Rio Hop, atuando nas áreas de danças urbanas e dança contemporânea, além de ter sido parte de grupos importantes no Brasil como Xstyle Dance Company e Zer021. Hoje em dia, atua como diretor do grupo Fresh Bones. Tito já viajou o Brasil ministrando workshops e já dançou em aproximadamente 15 países, como: França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Italia, Suíça entre outros — e trouxe uma enorme bagagem de experiências! Seu trabalho consiste na mescla de trabalhos coreográficos com estudos em freestyle, tendo como base e referência as danças que envolvem a cultura Hip Hop e as concepções da dança contemporânea. Rodrigo Bernardi | Prof. CCDU: Rodrigo Bernardi é artista da dança, cujo interesse se concentra em composição coreográfica e pesquisa de movimento. Atualmente, é mestrando em Filosofia, com ênfase em Ontologia e Filosofia da Arte, pela Universidade Federal de Santa Catarina. Renato Cruz | Prof. CCDU: Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO, com especialização em Artes Cênicas e graduação em Licenciatura em Dança. É coreógrafo da Companhia Híbrida, recebendo diversos prêmios e apresentando suas obras em diversos países. Professor e coordenador de Danças Urbanas da Escola de Dança Petite Danse. Professor da Escola Livre de Dança da Maré, da Escola Parque e da Escola Eleva. Diretor da Arena Híbrida Festival de Hip Hop e do Projeto Social Arte É o Melhor Remédio. Guto Vieira | Prof. CCDU: Profissional de Marketing desde 2004, Mestre em Gestão Empresarial pelo MIP Business School, no Politecnico di Milano (Itália) e pós graduado em relações internacionais pelo IBMEC RJ, Guto Vieira leciona e palestra sobre Gestão de Marketing, Criatividade e Marketing Digital. Além disso, depois de encerrar sua bem sucedida carreira em dança como professor, coreógrafo e produtor de eventos, presta consultorias e mentorias em Gestão de Marketing on-line e off-line.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Locais de realização (2)
Duque de Caxias Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo